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- Por Mateus Vargas | Folhapress
- 22 Jan 2025
- 07:15h
Foto: Ricardo Stuckert / PR
O governo Lula (PT) decidiu manter sob sigilo as pesquisas de opinião que foram encomendadas pela Secom (Secretaria de Comunicação Social) a partir de 2023, na gestão do petista, mas vai liberar o resultado de levantamentos feitos na gestão de Jair Bolsonaro (PL).
Em parecer apresentado em novembro passado, a CGU (Controladoria-Geral da União) aceitou os argumentos da pasta, comandada pelo então ministro Paulo Pimenta (PT), de que as pesquisas do atual mandato são "documentos preparatórios" e não podem ser divulgadas.
A Secom ainda argumentou que a publicação antecipada pode "resultar em pressões externas ou na manipulação da opinião pública" e prejudicar propostas de governo em andamento.
A CGU afirmou que os dados podem ser divulgados no fim do mandato de Lula ou quando for "implantada" a política pública ligada a cada pesquisa.
A Controladoria, por outro lado, decidiu que os levantamentos da gestão Bolsonaro, todos feitos em 2022, devem ganhar publicidade. Nesse caso, o posicionamento representa uma mudança de atitude da CGU. Em junho, a pasta havia concordado em manter sob sigilo todas as pesquisas, inclusive aquelas realizadas antes de 2023.
A reportagem solicitou o material referente aos levantamentos encomendados pelo governo Bolsonaro, com base na LAI (Lei de Acesso à Informação). Em novembro, a Secom afirmou que precisaria de 90 dias para avaliar e tratar o conteúdo das pesquisas.
No total, a Secom pagou R$ 13 milhões por 33 levantamentos realizados, de 2022 a 2024, pelo Ipri (Instituto de Pesquisa em Reputação e Imagem), divisão de pesquisas da empresa FSB. O instituto venceu uma licitação em 2022, e o último trabalho foi realizado em abril de 2024, quando se encerrou o contrato.
A reportagem também solicitou acesso a uma lista específica de pesquisas feitas desde 2022 e pediu para a Secom apontar o motivo do sigilo de cada uma delas.
A pasta, no entanto, apontou apenas que os relatórios de pesquisas "passíveis de divulgação" já estavam disponíveis em seu site, sem informar a razão de cada levantamento permanecer escondido.
O link fornecido pela Secom apresenta os resultados de pesquisas realizadas de 2009 a 2011 e de 2013 a 2018.
A gestão Bolsonaro encomendou 13 das 33 pesquisas feitas pelo Ipri. A Secom sinaliza que esses levantamentos devem ter os resultados divulgados neste primeiro trimestre de 2025.
As pesquisas do governo passado incluem avaliações colhidas em entrevistas feitas em domicílios, antes das eleições de 2022. Os temas das sondagens eram Auxílio Brasil, "conjuntura nacional", "juventude e universo feminino" e "inclusão e programas sociais", entre outros.
O governo Bolsonaro ainda encomendou sete levantamentos com o rótulo "regular semanal", feitos por telefone. O último foi feito em dezembro de 2022, quando o então presidente já havia sido derrotado na disputa ao Planalto.
Já o governo Lula quis saber a opinião da população sobre as marcas de 100 dias e de 1 ano do governo petista. Essas pesquisas custaram R$ 2,1 milhões cada. São os maiores valores pagos por levantamentos individuais dentro do contrato com o instituto.
No total, as pesquisas encomendadas sob Lula custaram R$ 9,8 milhões.
No governo petista, a Secom ainda encomendou levantamentos sobre "diagnóstico de políticas públicas", "perfil da classe média brasileira", "endividamento da população brasileira", "avaliação de governo e conjuntura" e "conflito no Oriente Médio e agenda pública".
As pesquisas mais recentes também incluem a percepção sobre os ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023.
Outra pesquisa trata especificamente da Operação Sequaz, da Polícia Federal, contra uma suposta tentativa do PCC (Primeiro Comando da Capital) de realizar ataques contra autoridades, entre elas o ex-juiz e senador Sergio Moro (União Brasil-PR). Em março de 2023, Lula se tornou alvo de críticas ao afirmar que o plano descrito pela PF era uma "uma armação" do ex-ministro de Bolsonaro.
Procuradas, a CGU e a Secom não se manifestaram sobre a decisão de manter todas as pesquisas feitas sob Lula em sigilo.
Em recursos apresentados nos processos baseados na LAI, a Secom afirmou que o site da pasta já aponta "valor e objeto de cada pesquisa". O link indicado, porém, aponta um título genérico da pesquisa, sem detalhar quais foram as perguntas feitas à população e seus resultados
A Secom também considerou o pedido para liberar os documentos "desarrazoado". A secretaria citou uma portaria do fim de 2023 sobre o acesso a informações da Presidência. O texto barra a divulgação de dados que podem "trazer maiores prejuízos à sociedade do que os benefícios de sua divulgação".
Ao ser acionada em recurso apresentado pela reportagem, a CGU disse que existe precedente "em que se decidiu pelo indeferimento do recurso, por entender que resultados de determinadas pesquisas possuem o potencial de trazer à tona informações distorcidas referentes a uma política pública a ser implantada".
Segundo a CGU, a divulgação ainda poderia "frustrar expectativas e gerar a propagação de informações equivocadas, além de que se tratam de documentos preparatórios à tomada de decisão futura, cujo acesso é assegurado a partir da edição do ato ou decisão correspondente".
- Bahia Notícias
- 21 Jan 2025
- 13:19h
Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva definiu a redução de preços dos alimentos como uma das prioridades do Governo Federal para o ano de 2025. O tema foi ressaltado pelo presidente durante a primeira reunião ministerial do ano, nesta segunda-feira (20).
Segundo o presidente, a equipe já vem aplicando políticas públicas voltadas ao tema, desde o início do mandato, no que chamou de “período de reconstituição de diversas pastas”. Desta vez, ele cobrou um esforço maior para avançar nas pautas já implementadas.
“Temos agora um tema muito importante, que é a reconstrução, a união e comida barata na mesa do trabalhador, porque os alimentos estão caros na mesa do trabalhador. Todos os ministros sabem que o alimento está caro. É uma tarefa nossa garantir que o alimento chegue na mesa do povo trabalhador, da dona da casa e do povo brasileiro em condições compatíveis com o salário que ganha”, disse o presidente.
Na mesma ocasião, o presidente comentou ainda sobre o combate a desinformação durante os próximos anos de Governo. Lula pediu a seus ministros que fiquem atentos para evitar dar argumentações a opositores que, segundo ele, já iniciaram campanha visando as eleições presidenciais do ano que vem.
“Daqui para frente, nenhum ministro vai poder fazer portaria que depois crie confusão, sem que essa portaria passe pela Presidência da República, por meio da Casa Civil”, disse.Ele afirma que as eleições de 2026 já começaram para seus adversários. “Basta ver a internet para perceber que eles já estão em campanha. E nós não podemos antecipar a campanha, porque temos de trabalhar para entregar ao povo aquilo que ele precisa”, disse o presidente. As informações são da Agência Brasil.
- Bahia Notícias
- 21 Jan 2025
- 09:06h
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Cerca de R$ 319 mil em emendas parlamentares do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foram destinados pela Marinha do Brasil para a contratação da empresa Transuniversal Pinturas e Anticorrosão. A utilização dos recursos, entre 2020 e 2023, abrangeu áreas como a Base Naval do Rio de Janeiro, a Diretoria de Patrimônio Histórico e Documentação e o Arsenal da Força, segundo dados do Portal da Transparência.
A empresa entrou no radar da Polícia Federal (PF) após seu proprietário, André Martinez, ser flagrado sacando R$ 345 mil em uma agência do Banco do Brasil localizada dentro da Base Naval, em Niterói (RJ). A abordagem ocorreu após denúncia recebida pela PF que apontava o suposto uso dos valores para pagamento de propina a integrantes do Comando da Marinha.
Os recursos, provenientes das emendas do senador, foram repassados ao Ministério da Defesa, que gerencia os investimentos da Marinha. A investigação sobre o destino do montante e possíveis irregularidades segue em andamento pelas autoridades competentes.
As informações são do site Metrópoles.
- Bahia Notícias
- 20 Jan 2025
- 13:12h
Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comanda, nesta segunda-feira (20), em Brasília, uma reunião ministerial que, segundo interlocutores, será decisiva para avaliar o desempenho de integrantes de sua equipe. A expectativa é que o encontro funcione como um “teste de fogo” para ministros cujo futuro no governo é incerto.
De acordo com auxiliares próximos ao presidente, Lula escolheu realizar a reunião antes de implementar uma eventual reforma ministerial. A ideia é observar o que será apresentado pelos ministros para então decidir sobre possíveis mudanças na composição do governo.
“A reunião deve virar uma prova de fogo para muitos. O presidente vai avaliar a densidade e a forma do que será apresentado”, afirmou um auxiliar de Lula ao site Metrópoles.
- Bahia Notícias
- 20 Jan 2025
- 11:20h
Foto: Lula Marques / Agência Brasil
A Justiça Federal da Bahia atendeu ao pedido da Polícia Federal (PF) para que Flávio Dino assuma a relatoria da Operação Overclean, que investiga o esquema de desvio de recursos públicos de emendas parlamentares. A decisão foi passada para o Supremo Tribunal Federal (STF) e está nas mãos do ministro Kassio Nunes Marques, inicialmente sorteado como relator.
A PF justificou o pedido de redistribuição para Flávio Dino, por conexão com investigações já conduzidas pelo ministro, que tratavam do mau uso de emendas parlamentares. Anteriormente, Dino suspendeu o pagamento de R$ 4,2 bilhões em emendas e destacou o episódio de apreensão de dinheiro em um avião, em Brasília, no decorrer da operação da PF.
A Operação Overclean apura desvios de emendas parlamentares no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS). A investigação teve início a partir de uma notícia-crime da Controladoria-Regional da União no Estado da Bahia (CGU) sobre irregularidades em contratos entre o órgão e a empresa Allpha Pavimentações e Serviços de Construções Ltda.
A investigação teve origem na Bahia e foi remetida ao STF por ter Elmar Nascimento entre os investigados, e outros parlamentares com foro privilegiado.
- Bahia Notícias
- 20 Jan 2025
- 09:40h
Foto: Divulgação/Santos FC
O Santos mantém altas expectativas com o retorno de Neymar à Vila Belmiro. Segundo informações iniciais divulgadas nesta semana pelo Diário Santista, o clube aguarda a rescisão do jogador com o Al-Hilal, da Arábia Saudita, para viabilizar um contrato de seis meses, sem vínculo de empréstimo com o clube árabe.
Apesar do otimismo, a rescisão do contrato com o Al-Hilal não é simples. Neymar ainda tem a receber cerca de 65 milhões de dólares (aproximadamente R$ 400 milhões), valor que o jogador não pretende abrir mão. O Santos acompanha as conversas, já que a solução pode incluir um pagamento parcelado ao longo de um período maior, facilitando o fluxo financeiro para os árabes.
O contrato de Neymar com o Al-Hilal tem validade até o meio do ano, e o jogador precisa convencer o clube saudita a liberá-lo antes disso.
O Santos já tem um acordo verbal com Neymar para seu retorno, e o clube acredita que a negociação será finalizada até o final de janeiro. A ideia é não atrasar a formalização do vínculo para que o jogador possa atuar no Campeonato Paulista ainda no primeiro semestre de 2025.
O retorno de Neymar ao Alvinegro Praiano ganhou força na última semana, quando o técnico Jorge Jesus, do Al-Hilal, declarou que não conta com o jogador para o restante da temporada no Campeonato Saudita. Segundo ele, Neymar não tem conseguido acompanhar o ritmo dos treinos da equipe e sugeriu que o atacante jogasse as copas.
Pouco depois dessa declaração, o Santos produziu um vídeo narrado por Pelé, com uma mensagem ao pai de Neymar. O conteúdo parece ter sensibilizado o estafe do atleta, reforçando os laços emocionais.
Fabrizio Romano, um dos jornalistas da Europa de maior credibilidade no mercado de tranferências foi outro a confirmar a proposta feita pelo peixe. De acordo com o italiano, Ney está 'perto de retornar ao Santos'
- Bahia Notícias
- 20 Jan 2025
- 07:46h
Foto: TV Globo
O primeiro paredão do Big Brother Brasil 25 foi formado na noite do domingo (19) e já contou com fortes emoções, um empate triplo entre três duplas do Camarote na votação da casa.
Indicados pela dupla de líder Aline e Vinícius logo após os baianos vencerem a prova, pai e filha Edy e Raíssa não conseguiram deixar o paredão e enfrentam a primeira briga pela permanência no jogo.
A segunda indicação da ex-PM com o amigo foi a dupla de Pipoca Arleane e Marcelo. Ao justificar a escolha, Vinicius afirmou que os manauaras sabiam que seriam indicados por não tratarem ele e Aline como prioridade.
"Eles já estavam mais ou menos cientes, porque a gente entende também que o jogo está no começo e a gente não é prioridade deles. Então acho que já é uma indicação um pouco óbvia", afirmou.
A liderança acabou tendo mais um voto importante. Na indicação da casa, três duplas empataram com três votos cada, foram eles Vitória Strada e Mateus, Diogo Almeida e Vilma, e Diego e Daniele Hypolito.
Aline e Vinícius optaram por indicar a dupla formada pelo ator Diogo Almeida e a mãe, dona Vilma e eles puxaram Vitória Strada e Mateus no contragolpe.
Durante a prova Bate e Volta, Vitória e o amigo se saíram melhor em uma dinâmica de jogo da memória, e deixaram o paredão ser formado por Edy e Raíssa, Diogo e Vilma e Arleane e Marcelo.
A votação para eliminar uma dupla já teve início e o resultado será divulgado ao vivo no programa de terça-feira (21). Assim como em 2024, o sistema misto de votação continua. O "Voto da Torcida" está mantido, com possibilidade de votos ilimitados e tem a opção de votar utilizando o CPF.
De acordo com a Globo, os dois sistemas serão levados em conta e o resultado vem de uma média ponderada de 50% na decisão final do Paredão.
- Bahia Notícias
- 18 Jan 2025
- 13:18h
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou que o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, preste depoimento à Polícia Federal (PF) após declarações feitas por ele em uma entrevista à Jovem Pan. Mello afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, mantêm comunicação constante, apesar de uma proibição imposta pelo STF. A medida visa esclarecer uma possível violação das medidas cautelares determinadas pela Corte.
Em entrevista concedida na última segunda-feira, Jorginho Mello comentou a relação entre Bolsonaro e Costa Neto, destacando que os dois mantêm um contato próximo. "Nosso presidente (do PL) conversa muito com o Bolsonaro, que é nosso presidente de honra. Espero que daqui a pouco eles possam conversar na mesma sala para se ajudarem ainda mais", afirmou Mello.
Essa declaração provocou uma reação imediata de Moraes, que considerou que a fala do governador poderia indicar uma violação às medidas cautelares impostas pelo STF. Desde fevereiro de 2024, tanto Bolsonaro quanto Valdemar Costa Neto estão proibidos de se comunicarem, em razão de investigações que apuram uma possível tentativa de golpe de Estado, um dos desdobramentos das investigações sobre os atos de 8 de janeiro. Ambos negam as acusações.
Moraes determinou que a Polícia Federal convoque Jorginho Mello para prestar esclarecimentos sobre suas declarações no prazo de 15 dias. A decisão do ministro reflete a preocupação do STF em garantir o cumprimento das restrições impostas, além de apurar qualquer irregularidade que possa comprometer o andamento das investigações.
- Bahia Notícias
- 18 Jan 2025
- 11:11h
Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chamou de “ingratos” os governadores que criticaram os vetos ao projeto de renegociação da dívida dos estados com a União. A declaração foi dada nesta quinta-feira (16), durante o evento de sanção da reforma tributária, no Palácio do Planalto.
“Foi uma coisa extraordinária. E os governadores que são os cinco maiores, que devem mais, que são ingratos”, afirmou o presidente, que continuou: “Porque deviam estar agradecendo ao governo federal e ao Congresso Nacional, mas alguns fazem críticas porque não querem pagar. E, a partir de agora, vão pagar”.
A lei foi sancionada no início da semana e possui como autor o presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O projeto institui o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) para a negociação dos mais de R$ 760 bilhões em dívidas que as unidades federativas têm com a União.
GOVERNADORES INSATISFEITOS
Após vetos de Lula a trechos da lei, os governadores Romeu Zema (Novo–MG), Eduardo Leite (PSDB–RS), Cláudio Castro (PL–RJ) e Ronaldo Caiado (União–GO), criticaram a decisão do presidente. Juntos, eles integram o grupo dos estados com maiores débitos com a União. São Paulo também está na lista, mas o seu governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos) não se manifestou publicamente sobre o assunto.
“A gente vai se preocupar com os outros estados que não devem. É muito engraçado: os pobres pagam as suas dívidas e os ricos não pagam”, afirmou Lula. Ele ainda completou a sua fala afirmando que “O acordo que fizemos na dívida dos estados é uma coisa excepcional para este país”.
Na terça-feira (14), após manifestações negativas dos governadores, Pacheco saiu em defesa do presidente: “O momento é de agradecer ao presidente Lula pela sanção do Propag e aproveitar a oportunidade que os estados terão para equacionar um problema histórico. Por meio desse programa, o governo federal abre mão de receber juros, permite o alongamento da dívida em 30 anos e aceita receber ativos diversos como pagamento”.
- Bahia Notícias
- 17 Jan 2025
- 18:20h
Foto:Divulgação/Globo
O ícone do jornalismo esportivo na TV, Leo Batista, de 92 anos, encontra-se internado em estado de saúde considerado grave no Rio de Janeiro. Segundo informações divulgadas na última quarta-feira (15) pelo site Goiás 24 Horas, o comunicador estaria enfrentando complicações relacionadas a uma trombose. Detalhes adicionais sobre sua condição ainda não foram divulgados.
O comunicador é natural de Cordeirópolis, SP, e iniciou sua carreira nos anos 1940 em sistemas de alto-falantes e logo destacou-se no rádio como setorista do XV de Piracicaba, clube do interior de São Paulo.
Leo estreou na televisão pela TV Rio em 1955,onde comandou o Telejornal Pirelli por 13 anos. Em 1970, ingressou na TV Globo, participando da cobertura do tricampeonato mundial da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.
Conhecido por sua multifunção como apresentador, locutor e dublador, foi um dos criadores do “Globo Esporte”, que estreou em 1978, e também o apresentador inaugural do “Jornal Hoje”, lançado em 1971.
Leo Batista é o funcionário mais antigo da Rede Globo, tendo ingressado na emissora em 1970. Em junho de 2022, chegou a ser homenageado com o documentário “A Voz Marcante”, produzido pelo SporTV.
- Por Victoria Azevedo | Folhapress
- 17 Jan 2025
- 16:27h
Foto: Paula de Orte / Agência Brasil
Um grupo de ao menos 20 deputados federais deve participar da posse de Donald Trump na próxima semana, nos Estados Unidos. O principal organizador dessa delegação de parlamentares é o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), um dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e atual secretário de relações institucionais e relações internacionais do partido.
Eduardo mantém relação com aliados de Trump e esteve nos Estados Unidos para acompanhar a eleição, em novembro. Ele inclusive participou de um jantar na casa de Trump em Mar-a-Lago, na Flórida.
Segundo lista que circula entre parlamentares da oposição, 20 deputados dos partidos PL, Novo, Podemos e Republicanos vão participar de eventos vinculados à posse do republicano. Parlamentares dizem, no entanto, que esse número ainda não está fechado e que mais deputados demonstraram interesse em viajar aos Estados Unidos.
Na lista da comitiva, estão Joaquim Passarinho (PL-PA), presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, Gustavo Gayer (PL-GO), Cabo Gilberto Silva (PL-PB), Bia Kicis (PL-DF), Marcel van Hattem (Novo-RS), Giovani Cherini (PL-RS), Mauricio Marcon (Podemos-RS) e Messias Donato (Republicanos-ES).
Os deputados estaduais Diego Castro e Leandro de Jesus, ambos do PL, também vão figurar o grupo de parlamentares brasileiros na posse de Donald Trump. A informação foi trazida pelo Bahia Notícias. No núcleo de deputados federais que irão para os EUA está o Capitão Alden, também do PL.
Passarinho diz que cada deputado "está vindo [aos Estados Unidos] por conta própria". Ele afirma que está em Nova York para um evento e que, por isso, resolveu acompanhar a cerimônia. "Sábado sigo para lá. Nada formal. Já estando nos Estados Unidos, é um momento único", disse.
No site da Câmara, até esta quinta (16), não havia registro de nenhuma despesa de parlamentares com viagens aos Estados Unidos neste mês.
O deputado Mário Heringer (PDT-MG), atual secretário de Relações Internacionais da Casa, disse à Folha que 14 deputados informaram ao órgão que participarão de cerimônias vinculadas à posse de Trump e que todos viajarão "sem ônus para a Câmara".
Segundo um deputado que está na comitiva, o cronograma dos parlamentares prevê um brunch organizado por um conselheiro de Trump "que é amigo do Eduardo" na manhã do domingo (19) -ele não informou o nome do organizador.
À tarde, no mesmo dia, os parlamentares participarão de um comício com apoiadores do republicano e, no dia seguinte, acompanharão a cerimônia. Além disso, os deputados também foram convidados para um baile para celebrar a eleição do republicano na noite de segunda.
A deputada Bia Kicis diz que os EUA são o "farol da democracia no Ocidente" e que a posse de Trump será um "dia histórico". "Queremos também estar presentes nesse dia histórico na retomada da luta pela liberdade, de combate à censura e de respeito aos valores das famílias e dos indivíduos", diz ela.
Bolsonaro, no entanto, não viajará para participar do evento. Nesta quinta-feira (16), o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou o pedido do ex-presidente para ir aos Estados Unidos assistir à posse.
O passaporte de Bolsonaro está retido em decorrência das investigações das quais ele é alvo, incluindo a que trata da suspeita de envolvimento numa trama de golpe de Estado em 2022.
Moraes citou risco de fuga em sua justificativa, além de afirmar que não foi juntado aos autos nenhum documento que comprovasse o convite realizado pelo presidente eleito dos EUA a Bolsonaro.
A negativa do ministro foi criticada duramente por parlamentares da oposição. Giovani Cherini diz que essa decisão é "política e não jurídica". "A justificativa é uma só: perseguição política. Bolsonaro esteve na posse do [Javier] Milei, na Argentina, e não fugiu. Ele não tem nenhuma intenção de fugir do Brasil", diz.
Cabo Gilberto Silva afirma que se trata de "mais uma arbitrariedade e perseguição clara por parte do regime Lula-Supremo" e que, se Bolsonaro quisesse fugir, "já teria saído do país há muito tempo".
O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), que será líder da bancada do PL na Câmara neste ano, afirma que a decisão de Moraes "expõe o país ao ridículo". "É lamentável. Isso é um demérito ao Brasil de um tamanho incalculável, até porque existem relações bilaterais, comerciais. A decisão é péssima para o país", diz.
O próprio Bolsonaro comentou a decisão do ministro e disse que a sua esposa, Michelle Bolsonaro, irá para a posse. Ele afirmou que apesar da negativa em liberar o passaporte, ainda cabe recurso.
VEJA A LISTA DE DEPUTADOS QUE ESTÃO PREVISTOS PARA PARTICIPAR DOS EVENTOS
Adilson Barroso (PL-SP)
Bia Kicis (PL-DF)
Cabo Gilberto Silva (PL-PB)
Capitão Alden (PL-BA)
Carla Zambelli (PL-SP)
Coronel Chrisóstomo (PL-RO)
Coronel Fernanda (PL-MT)
Eduardo Bolsonaro (PL-SP)
Giovani Cherini (PL-RS)
Gustavo Gayer (PL-GO)
Joaquim Passarinho (PL-PA)
Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
Marcel van Hattem (Novo-RS)
Marcos Pollon (PL-MS)
Mauricio Marcon (Podemos-RS)
Maurício do Vôlei (PL-MG)
Messias Donato (Republicanos-ES)
Sargento Gonçalves (PL-RN)
Silvia Waiãpi (PL-AP)
Sóstenes Cavalcante (PL-RJ)
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- Bahia Notícias
- 17 Jan 2025
- 08:21h
Foto: Reprodução TV Globo
Um helicóptero caiu na noite desta quinta-feira (16) em uma área de mata fechada na cidade de Caieiras, na Grande São Paulo. Após a queda, a aeronave foi localizada no começo da manhã desta sexta-feira (17). Segundo o G1, cerca de 4 pessoas estavam a bordo, conforme divulgado pelos bombeiros.
De acordo com a reportagem, o resgate continua em andamento, mas o piloto já foi socorrido com vida, além de uma menina, que não teve a idade revelada. Ela seria filha do casal que estava no helicóptero. As buscas pelos pais dela continuam.
A aeronave decolou do Jaguaré, na Zona Oeste da capital paulista, e tinha como destino a cidade de Americana, na região de Campinas.
Foi constatado o desaparecimento do helicóptero por volta das das 23h28, quando foi recebida uma chamada para o assunto. O sinal de GPS sumiu por volta de 20h34.
- Bahia Notícias
- 16 Jan 2025
- 16:04h
Foto: Reprodução/Record
Definitivamente de casa nova, Cléber Machado fez sua estreia na Record na última quarta-feira (15). Sua primeira transmissão ocorreu na partida entre Palmeiras e Portuguesa, no Allianz Parque, válida pela primeira rodada do Campeonato Paulista de 2025.
Cléber, bastante elogiado pelos internautas, chegou à Record após encerrar seu vínculo com o SBT antes da final da Sul-Americana entre Cruzeiro e Racing, em novembro de 2024. O narrador, com 35 anos de história na Rede Globo, permaneceu pouco mais de um ano na emissora da família Abravanel.
A transmissão marcou também as estreias de Maurício Noriega e Dodô, comentaristas com passagens pela Globo, e de Paloma Tocci, ex-apresentadora da Band. Os repórteres Alexandre Oliveira (ex-Globo) e Duda Gonçalves (ex-ESPN) ficaram responsáveis pelas reportagens de campo.
BRASILEIRÃO COMO NOVO CARRO-CHEFE
Além do Paulistão 2025, a Record voltará a transmitir o Campeonato Brasileiro após 19 anos. Em agosto de 2024, a emissora anunciou a inclusão da competição em sua grade de programação a partir de 2025, após fechar acordo com a Liga Forte União (LFU).
A empresa LiveMode intermediou a venda dos direitos de transmissão e também é responsável pelos acordos de transmissão da CazéTV, que exibiu os Jogos Olímpicos de Paris 2024 e a Eurocopa recentemente.
Os jogos dos clubes da LFU como mandantes serão exibidos exclusivamente pela Record, que transmitirá os confrontos aos domingos, às 18h30, e às quartas-feiras, às 20h. Os horários foram definidos para evitar concorrência direta com a Rede Globo.
A Liga Forte União (LFU) é composta por Corinthians, Internacional, Cruzeiro, Fluminense, Vasco, Athletico-PR, Atlético-GO, Botafogo, Fortaleza, Cuiabá, Criciúma e Juventude, entre outros clubes da Série A. A Record desembolsou R$ 210 milhões para garantir os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro até 2027.
A Rede Globo, por sua vez, possui um acordo com a Libra, que reúne Atlético-MG, Bahia, Flamengo, Grêmio, Palmeiras, Red Bull Bragantino, São Paulo e Vitória.
É importante ressaltar que, mesmo com os jogos dos clubes da LFU sendo transmitidos como mandantes na Record, as partidas em que os times da Libra forem visitantes também serão exibidas pela emissora.
- Por Catia Seabra | Marianna Holanda | Folhapress
- 16 Jan 2025
- 14:44h
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se irritou com a condução da crise que culminou com a revogação da norma da Receita Federal que ampliaria a fiscalização sobre transações via Pix, segundo relato de aliados.
Dentro e fora do Palácio do Planalto, a avaliação é a de que o governo sofreu uma derrota para a oposição, após uma sucessão de erros, no debate sobre a fiscalização do Pix.
Entre os pontos criticados, está o fato de uma medida dessa magnitude ter recebido um tratamento burocrático da equipe econômica, sem a definição de uma estratégia de comunicação.
O presidente e a Casa Civil afirmam que não tinham conhecimento da medida até a repercussão nas redes sociais.
A principal pecha que a oposição busca colar no governo é de que é uma gestão que gosta de impostos e de taxar. Nos últimos dias, viralizaram vídeos e publicações críticas ao governo quanto à medida do Pix.
O principal deles é o do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), em que ele afirma que o governo "só está pensando em arrecadar, sem te oferecer nada" e fala em "quebra de sigilo mascarado de transparência". O vídeo registra mais de 200 milhões de visualizações no Instagram.
No vídeo, o parlamentar afirma que o Pix não seria taxado com a norma da Receita, mas diz "não duvidar" que o sistema de pagamento possa ser tributado no futuro e argumenta sobre os possíveis impactos das regras para para profissionais autônomos e MEIs (microempreendedores individuais).
O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) chegou a afirmar nas redes sociais que iria à Justiça contra Nikolas por causa "das fake news que espalhou sobre o Pix".
Após reuniões descritas como tensas, Lula fez um cálculo político ao revogar a norma. Embora o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tenha defendido o mérito da medida até a manhã desta quarta-feira (15), quando teve a primeira reunião com o presidente, pesou o argumento de que uma campanha publicitária já não seria mais suficiente para deter a onda críticas à medida, fake news e a prática de crimes contra a economia popular, com aplicação de golpes.
Além disso, o governo foi avisado sobre o risco de aprovação de decreto legislativo para a derrubada da norma, caso mantida.
A contragosto, o presidente aceitou o recuo -comemorado pela oposição- para estancar o clima de desconfiança na população e o risco de fuga de dinheiro do sistema financeiro.
O ministro-chefe da Secom, Sidônio Palmeira, é apontado como um dos principais defensores da revogação, com o apoio de Rui Costa (Casa Civil) -que conversou sobre o tema antes de entrar de férias, na quarta (15).
Segundo esses aliados, diante da repercussão nas redes sociais e nas ruas, Haddad já não apresentava forte resistência à proposta de revogação da norma, mas fazia ponderações em favor de sua manutenção aliada à edição de uma medida provisória sobre o tema.
Antes da revogação, houve uma proposta para a realização de um pronunciamento em rede nacional para explicar a medida.
O tema é o primeiro a opor Haddad e Sidônio, desde que o marqueteiro tornou-se ministro palaciano, na véspera. No passado, o marqueteiro defendeu a inclusão da isenção do Imposto de Renda para quem ganhar até R$ 5.000 no anúncio de pacote de corte de gastos -e também saiu vitorioso.
Na véspera do recuo, o secretário da Receita Federal, Robson Barreirinhas, defendeu a manutenção da medida em entrevistas. "O que vai acontecer se eu revogar hoje? Eu vou prejudicar diretamente o pequeno contribuinte e vou dar um presentão para os criminosos", disse.
O anúncio feito no Palácio do Planalto por Haddad, Jorge Messias (AGU) e Barreirinhas.
O martelo foi batido à tarde após duas reuniões que contaram com a presença de Haddad e Sidônio. À tarde, Messias e Barreirinhas se juntaram ao grupo.
Entre os erros listados por aliados do presidente, está o fato de o Ministério da Fazenda não ter definido uma estratégia antes da instituição da norma.
Diante da repercussão, aliados do presidente reconheceram ter sofrido uma derrota já na largada.
Mas o recuo dividiu o governo. Parlamentares que integram a base governista se queixaram da decisão após terem defendido publicamente a regra.
Sob reservas, um ministro afirma que o episódio deixa uma lição para o governo de que é preciso ficar atento para a construção de narrativas negativas antes da adoção de medidas de impacto.
- Por Edu Mota, de Brasília/Bahia Notícias
- 16 Jan 2025
- 10:38h
Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados
Diante da enorme repercussão negativa e das críticas crescentes da opinião pública, a equipe econômica do governo Lula decidiu nesta quarta-feira (15) suspender a instrução normativa da Receita Federal que aumentava a fiscalização sobre transferências acima de R$ 5.000 do Pix para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas. O novo secretário de Comunicação da Presidência, o baiano Sidônio Palmeira, teve papel fundamental nessa decisão, ao mostrar a impressão de que as fake news sobre a norma estavam consolidadas na sociedade e tentar reverter essa visão seria insistir em uma batalha perdida.
Contribuiu decisivamente para o recuo do governo o avassalador alcance obtido por um vídeo gravado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) com críticas à medida da Receita Federal. Até o fechamento desta matéria, as 9h40, o vídeo já tinha ultrapassado 280 milhões de visualizações no Instagram.
No vídeo, replicado por muitos parlamentares e influenciadores de oposição e de direita, o deputado Nikolas destaca que a taxação do Pix não era verdade, mas alimenta a desconfiança de que o governo pode sim vir a querer impor algum tipo de taxa no futuro. Diante da amplitude da publicação, o governo avaliou que qualquer resposta ou tentativa de explicação sobre a medida não conseguiria superar o alcance obtido pelo deputado.
Na rede X, o termo "Nikolas Ferreira" está nesta quinta (16) no topo dos trending topics como o assunto mais comentado do dia. Já são quase um milhão de menções ao deputado, que conseguiu ser mais comentado que o próprio termo Pix, que foi muito mencionado desde o início da semana.
Em muitas postagens referentes na rede X, internautas festejam a iniciativa do deputado Nikolas, celebram o alcance obtido pelo vídeo e a eventual vitória sobre o governo, que se viu obrigado a cancelar a polêmica medida. Em diversas outras postagens, tuiteiros defendem que Nikolas Ferreira seja candidato a presidente da República, e inclusive circulam monstagens do deputado com a faixa presidencial.
Apesar de já ter até surgido a hashtag #nikolaspresidente, o deputado federal não pode se candidatar a esse cargo em 2026. De acordo com a Constituição, entre as condições de elegibilidade, está a idade mínima de 35 anos para presidente e vice-presidente da República. O deputado mineiro, que nasceu em 30 de maio de 1996, tem apenas 28 anos.
Pelo ano que nasceu, Nikolas Ferreira inclusive só poderia se candidatar a presidente nas eleições de 2034. Nikolas também não pode ser candidato ao Senado em 2026, já que para esse cargo também é preciso ter 35 anos no dia da posse no mandato. Entretanto, em 2026, Nikolas Ferreira já poderia, por exemplo, ser candidato a governador de Minas Gerais, já que, para esse cargo, a idade mínima é de 30 anos.