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Número de afetados pelas fortes chuvas na Bahia chega a 850 mil pessoas

  • Bahia Notícias
  • 09 Jan 2022
  • 08:51h

Foto: Camila Souza/GOVBA

Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec) atualizou, na tarde deste sábado (8), os números referentes à população atingida pelas enchentes que ocorrem em diversas regiões do estado. 

Conforme informações recebidas pelas prefeituras, o órgão contabilizou 26.607 desabrigados, 61.516 desalojados, 02 desaparecidos, 26 mortos e 520 feridos. O número total de atingidos chega a 850.424 pessoas.

No total, 176 municípios foram afetados pelos temporais, deste quantitativo, 165 estão com decreto de situação de emergência. De acordo com a Defesa Civil, o decreto mais recente é o do município de Caraíbas, no Sudoeste.

As localidades que registraram mortes são: Amargosa (2), Itaberaba (2), Itamaraju (4), Jucuruçu (3), Macarani (1), Prado (2), Ruy Barbosa (1), Itapetinga (1), Ilhéus (3), Aurelino Leal (1), Itabuna (2), São Félix do Coribe (2), Ubaitaba (1) e Belo Campo (1).

Brumado: Aluga-se apartamento no Bairro Ginásio Industrial

  • 08 Jan 2022
  • 16:04h

Foto: Divulgação

Aluga-se um excelente apartamento no Bairro Ginásio Industrial, mais especificamente na Rua Fidelcino Santos, 137. O apartamento possui sala, cozinha, suíte e terraço. A rua é tranquila e segura. O imóvel está estrategicamente próximo da Praça da Prefeitura, Farmácias, Hospital Municipal, Delegacia, Clínicas,restaurantes, Supermercados e centros de ensino. Uma excelente opção para quem quer todo o conforto e comodidade de um imóvel bem localizado. Maiores informações ligue (77) 9-8165-5662(WhatsApp).


VÍDEO: Rocha desliza e atinge embarcações em Minas Gerais

  • Bahia Notícias
  • 08 Jan 2022
  • 14:56h

Foto: Reprodução WhatsApp

Uma rocha deslizou e atingiu três lanchas com turistas no Lago de Furnas, em Capitólio, no Centro-Oeste de Minas Gerais, neste sábado (8). Para o G1, o Corpo de Bombeiros de Piumhi informou que há de 10 a 20 vítimas. Não há informações sobre óbitos.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento do acidente. O local, que é um conhecido ponto turístico de Minas, é bastante visitado por causa dos canions.  

Segundo o Corpo de Bombeiros, a princípio, uma "tromba d'água” junto a pedras fez com que elas caíssem de uma altura de mais de 5 metros, atingindo as embarcações.

Líder do governo quer que Bolsonaro não dê aumento a policiais para conter greve

  • por Thiago Resende | Folhapress
  • 08 Jan 2022
  • 09:34h

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), tem sugerido que, para conter o movimento grevista, nenhum servidor público federal tenha reajuste salarial em 2022 -nem mesmo as categorias de policiais federais que esperam uma reestruturação prometida pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).
A ampla mobilização no funcionalismo por reajuste salarial foi deflagrada após o lobby de policiais federais surtir efeito e as corporações ouvirem de Bolsonaro que haverá recursos para aumentos de salário em 2022, ano eleitoral. Essas categorias fazem parte da base eleitoral do presidente.

Na avaliação de Barros, a solução para conter a pressão é que Bolsonaro recue da promessa feita a policiais, e que os salários de todos os servidores federais não sejam reajustados neste ano. "Não dar nada a ninguém", defendeu Barros à Folha.

Após o envolvimento direto de Bolsonaro na articulação em defesa do aumento a policiais, está prevista no Orçamento de 2022 uma verba de R$ 1,7 bilhão para reajuste salarial no funcionalismo, mas não há no texto uma previsão de uso dos recursos exclusivamente para as carreiras policiais.

Apenas PF, PRF (Polícia Rodoviária Federal) e Depen (Departamento Penitenciário Nacional), além de agentes comunitários de saúde, obtiveram promessa de reajuste por parte de Bolsonaro.

Mas diversos sindicatos de servidores se mobilizam para conseguir abocanhar ao menos parte dessa verba ou conseguir mais espaço no Orçamento destinado a corrigir salários de funcionários públicos.

Nos cálculos do governo, cada aumento de 1% linear a todos os servidores gera impacto de R$ 3 bilhões para a União.

Representantes da elite do funcionalismo dizem que a maioria dos servidores públicos federais está com o salário defasado em 27,2%, pois não há reajuste desde 2017.

Em novembro, Bolsonaro chegou a prometer um reajuste amplo para os servidores federais, mas não especificou a taxa de correção dos salários.

Por causa do aperto no Orçamento, a medida foi descartada por líderes do Congresso, inclusive por aliados do presidente.

Um aumento generalizado nos salários do funcionalismo federal exigiria um corte de despesas em 2022 que deveria reduzir o espaço das emendas parlamentares.

Emendas são mecanismos para que deputados e senadores enviem recursos do Orçamento para obras e projetos em suas bases eleitorais e, dessa forma, ganham ainda mais capital político. Essa verba tem atenção especial em 2022 por causa da eleição.

Se o governo ceder à pressão e passar a defender um reajuste salarial amplo, será necessário cortar gastos em outra área, como o funcionamento da máquina pública ou emendas.

Líderes de partidos alinhados a Bolsonaro rejeitam a possibilidade de discussão sobre reajuste a servidores se a solução for reduzir a verba para emendas parlamentares.

O cálculo de congressistas é o seguinte: o benefício político para eles é maior quando recursos são destinados diretamente a melhorias em suas bases eleitorais. Um reajuste amplo ao funcionalismo teria um efeito político menor na disputa que cada parlamentar tem que enfrentar nas urnas.

O governo ainda não fez gestos significativos para tentar conter a pressão dos servidores. Foram realizadas algumas reuniões pontuais entre integrantes do Executivo e representantes da elite do funcionalismo, mas não houve avanço nem a abertura de uma mesa de negociação.

Com isso, o movimento grevista avança. A previsão é que mais categorias aprovem em assembleia a adesão à proposta de paralisação geral em 18 de janeiro, apresentada pelo Fonacate (Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado).

O Fonacate reúne 37 associações e sindicatos de carreiras de estado, sendo que cerca de 30 são de categorias do serviço público federal, como CGU (Controladoria-Geral da União), diplomatas, analistas de comércio exterior, Tesouro Nacional, Receita Federal e auditores do trabalho.

Síndrome de Burnout é classificada como doença de trabalho; saiba como identificar

  • por Alexandre Brochado
  • 08 Jan 2022
  • 07:31h

Foto: Priscila Melo

A Síndrome de Burnout, doença ligada ao trabalho, também conhecida como exaustão profissional, entrou no dia 1º de janeiro na nova classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), a CID 11. 

Mas como a gente pode identificar essa doença? Segundo Isadora Fernandes, psicóloga e professora da UniFTC, Burnout “vem do inglês que significa 'queimando de dentro pra fora'”.

“Primeiro, é necessário identificar a fonte da exaustão dessa pessoa, sendo preciso ter ligação com o trabalho. Então não vai ser uma pessoa que está passando por problemas pessoais e acaba levando para o trabalho. No caso, pode ser um paciente que está passando por problemas na vida pessoal, mas o foco é o trabalho, ou seja, com as mudanças organizacionais e a perspectiva profissional dessa pessoa sendo um dos fatores principais para o problema”, disse a especialista. 

Isadora explica que existem três tipos de traços de características do Burnout. Um deles é a exaustão, que faz com que a pessoa sinta que não consegue produzir como produzia antes. A partir dessa primeira característica, o paciente começa a cometer erros, esquece as coisas, e até mesmo atrasa o trabalho. 

“O segundo fator é a despersonalização. A pessoa começa a ter mudanças de humor, fica agressiva no trabalho ou vai se entristecendo com facilidade, e pode responder os colegas com frequência de maneira rude”, ressalta Isadora. “E a outra característica é o sentimento de inutilidade, a pessoa se sente incapaz, que nada do que ela faz é suficiente, que ela não é reconhecida e que seu trabalho é feito em vão”. 

Entretanto, é necessário um tempo de serviço na empresa para diagnosticar a síndrome. Para identificar a doença é preciso que o funcionário tenha o período mínimo de seis meses na empresa. “Qualquer transtorno precisa ter esse prazo. Antigamente, para a Burnout ser identificada a pessoa precisava ter um ano de trabalho”, esclarece a psicóloga.

O acompanhamento desse paciente pode ser apenas psicológico, mas existem casos em que o auxílio do psiquiatra é indispensável. Porém, é algo que tem que ser avaliado, pois muitos casos podem envolver outras especialidades também, porque às vezes a dimensão que a doença toma na vida do sujeito não é somente psíquica. “A pessoa pode começar a ter sintomas de labirintite, por exemplo, ou apresentar muitas dores no pescoço ou nas costas, e a pessoa terá que procurar outros profissionais”, diz Isadora. 

Conforme o psiquiatra Francisco Medauar, professor do curso de Medicina da UniFTC, em casos leves da doença, pode ser passado para o paciente, além do afastamento de até 15 dias, a prescrição de medicamentos adequados e reavaliar o paciente neste período. “Caso seja um quadro mais grave, normalmente fazemos um atestado mais prolongado e um relatório sugerindo o diagnóstico, e o paciente é encaminhado ao médico do trabalho da empresa, que o ajuda no encaminhamento ao INSS”, aponta. 

Como a síndrome possui sintomas ansiosos e depressivos, o tratamento é feito com antidepressivos e ansiolíticos. Francisco explica que o antidepressivo trata, e o ansiolítico alivia o sofrimento de forma mais imediata, “como um medicamento sintomático”. Além disso, o psiquiatra também faz o encaminhamento para outros tratamentos, como a psicoterapia. 

Já em relação ao retorno desse paciente ao trabalho, o ideal é que a pessoa esteja totalmente bem. “Em caso de melhora importante do quadro, que seja readaptado a uma nova função ou setor. Também é importante avaliar os danos que aquela função estava causando ao funcionário, para entender o que levou ao adoecimento e evitar que isso se repita com outras pessoas”, destaca o médico. 

Jaguaquara: Polícia Militar recupera dinheiro após assalto em frente à delegacia

  • Bahia Notícias
  • 07 Jan 2022
  • 18:09h

Foto: Divulgação

A Polícia Militar de Jaguaquara prendeu o principal suspeito de ter cometido um assalto em um estabelecimento comercial em frente à Delegacia do município, na tarde da última quinta-feira (6).

Segundo informações do Blog Marcos Frahm, após denúncia sobre a localização do homem, militares encontraram o local onde ele estaria. De acordo com a PM, o suspeito teria confessado o crime e indicou a localização do simulacro utilizado na ação e os valores roubados.

Com o suspeito, foram apreendidos R$ 3.100 em espécie, além de um comprovante de depósito com o restante do valor roubado, totalizando R$ 8.080. Um aparelho celular, um simulacro de pistola e uma máscara preta também foram apreendidos.

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  • ASCOM: UNINTER
  • 07 Jan 2022
  • 17:34h

Foto: Divulgação

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Bolsonaro veta Refis para negociar dívidas de MEIs e empresas do Simples Nacional

  • por Marianna Holanda | Folhapress
  • 07 Jan 2022
  • 16:05h

Foto: Agência Sebrae de Notícias

Depois de muita disputa entre o Palácio do Planalto e a Economia, o presidente Jair Bolsonaro (PL) vetou integralmente, nesta sexta-feira (7), o projeto de lei que pretendia abrir um programa de renegociação de débitos tributários para MEIs (microempreendedores individuais) e empresas do Simples Nacional.
O chefe do Executivo atendeu ao Ministério da Economia e à AGU (Advocacia-Geral da União), que apontaram risco de violação da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) e de dispositivos da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e da Constituição.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (7). Na volta do ano Legislativo, em fevereiro, parlamentares analisarão o veto, podendo derrubá-lo.

"A proposição legislativa incorre em vício de inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público, uma vez que, ao instituir o benefício fiscal, implicaria em renúncia de receita, em violação ao disposto no art. 113 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, no art. 14 da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000 - Lei de Responsabilidade Fiscal, e nos art. 125, art. 126 e art. 137 da Lei nº 14.116, de 31 de dezembro de 2020 - Lei de Diretrizes Orçamentárias 2021", diz a justificativa da Economia e da AGU.

O episódio causou mal estar no Planalto. O presidente não queria vetar a medida, mas os técnicos não chegaram a uma saída segura, do ponto de vista fiscal. Portanto, trata-se de uma vitória da equipe da equipe da Receita.

No início de sua live semanal desta quinta (6), aparentando não saber que a transmissão já havia começado, Bolsonaro indicou ser contrário ao veto. "Como são as coisas, né? O cara querendo que eu vetasse o Simples Nacional", disse.

Antes disso, um auxiliar de Bolsonaro afirmou no vídeo que estava acompanhando o tema. "Está agora com o Julio Cesar [Vieira Gomes, secretário especial da Receita Federal], estou acompanhando", disse o auxiliar.

Segundo interlocutores, a possibilidade de um veto parcial, para evitar o ingresso de empresas que não foram afetadas pela pandemia no programa de renegociação, foi aventada, mas sem sucesso.

Ao conceder descontos aos devedores, o programa aprovado pelo Congresso Nacional geraria uma renúncia de receitas. O impacto, no entanto, não está previsto no Orçamento de 2022.

Segundo fontes da área econômica, o impacto na arrecadação deste ano seria de aproximadamente R$ 600 milhões. O governo estima que R$ 50 bilhões poderiam ser negociados.

O dia de idas e vindas no Palácio quanto ao projeto de lei também repercutiu no Congresso.

Antes do veto publicado nesta sexta, o deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP), que foi o relator da proposta na Câmara e coordena a Frente Parlamentar do Empreendedorismo, criticou a intenção do governo de vetar o texto.

Segundo ele, o governo deixaria de beneficiar 4,5 milhões de empresas do Simples.

"Estamos muito decepcionados com essa notícia. Somos as maiores prejudicadas economicamente com a pandemia. As empresas ficaram fechadas, acumulando dívidas", disse Bertaiolli.

Para o deputado, o veto impossibilita que empreendedores de todo o país ganhem fôlego para atravessar 2022. "Os microempresários não têm as mesmas condições das grandes empresas e precisam de ajuda para reverter quase dois anos de prejuízos em suas atividades", afirmou.

Antes da decisão final de Bolsonaro, Bertaiolli já prometiu trabalhar para derrubar o veto, caso essa fosse a escolha. Ele destacou que só a Frente Parlamentar do Empreendedorismo tem mais de 200 parlamentares, entre deputados e senadores.

Anvisa aprova registro de insumo e Brasil terá vacina 100% nacional contra Covid-19

  • Bahia Notícias
  • 07 Jan 2022
  • 14:09h

Foto: Rodrigo Pereira / Fiocruz

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta sexta-feira (7), o registro do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) fabricado pelo Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) para a produção da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19. Isso significa que o Brasil terá um imunizante totalmente nacional.

“Todas as vacinas disponibilizadas no Brasil pela Fiocruz serão produzidas com todas as etapas realizadas no Brasil com o IFA nacional. Para essa decisão, a Anvisa avaliou os estudos de comparabilidade. Estes estudos demonstram que, ao ser fabricado no país, o insumo mantém o mesmo desempenho que a vacina importada”, informou a Anvisa.

Desde 2021, a Anvisa produzia a vacina no laboratório em São Paulo, o IFA, no entanto, era importado pela biofarmacêutica AstraZeneca.

“A decisão desta sexta-feira conclui a transferência de tecnologia feita pela Fiocruz e que teve início ainda no ano passado”, completou a Anvisa.

A Fiocruz possui oito lotes finalizados de IFA. A matéria-prima é suficiente para fornecer 12,5 milhões de doses de vacina. A distribuição ao Ministério da Saúde, no entanto, dependia da autorização concedida pela Anvisa nesta sexta.

Renegociação do Fies pode atender mais de 1 milhão de estudantes

  • por Folhapress
  • 07 Jan 2022
  • 12:21h

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

A medida provisória (MP) que estabelece regras para a renegociação de dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) pode atender pouco mais de 1 milhão de estudantes, que representam contratos no valor de R$ 35 bilhões. Os números são do Ministério da Educação (MEC) e levam em conta o total de 2,6 milhões de contratos ativos do Fies, abertos até 2017, com saldo devedor de R$ 82,6 bilhões. Desse total, 48,8% (1,07 milhão) estão inadimplentes há mais de 360 dias. O texto que facilita o pagamento dos atrasados foi editado no último dia de 2021 e ainda precisa de um decreto regulamentador. As informações são da Agência Brasil.
 

Dentre as principais propostas estão o parcelamento das dívidas em até 150 meses (12 anos e meio), com redução de 100% dos encargos moratórios e a concessão de 12% de desconto sobre o saldo devedor para o estudante que realizar a quitação integral da dívida. O desconto será 92% da dívida consolidada no caso dos estudantes que estão no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) ou foram beneficiários do auxílio emergencial. Para os demais estudantes, o desconto será de 86,5%. Durante a live desta quinta-feira (6), o presidente Jair Bolsonaro abordou o tema.
 

"Resolvemos acertar com a Economia, com o Ministério da Educação, abater completamente os juros e, quando vai para o principal [da dívida], abater 92% de desconto. Isso vai atingir em torno de 550 mil estudantes que estão no Cadastro Único ou Auxílio Emergencial. Então, eles terão que pagar, tirando o juros, 8% do principal apenas e ainda pode ser parcelado isso daí. Grande oportunidade de pessoas se verem livres do Banco do Brasil e da Caixa Econômica. Livre no tocante a dívidas. E outros 520 mil atende os demais casos que têm dívidas também, mas o desconto vai ser um pouco menor, em vez de 92%, [será] de 86,5%", detalhou.
 

Pelos números do MEC, os estudantes com contratos do Fies que estão no CadÚnico ou que receberam Auxílio Emergencial somam 548 mil contratos. Os demais estudantes inadimplentes somam outros 524,7 mil contratos de financiamento.
 

O Fies é um programa do governo federal destinado à concessão de financiamento a estudantes regularmente matriculados em cursos superiores não gratuitos e com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação (MEC). As inscrições para o Fies ocorrem duas vezes por ano, antes do início das aulas em cada semestre.
 

A renegociação de dívidas do programa deverá ser realizada por meio dos canais de atendimento que serão disponibilizados pelos agentes financeiros do programa. Apesar de estar em vigor desde a semana passada, a MP ainda precisará ser aprovada em definitivo pelo Congresso Nacional em até 120 dias após o fim do recesso legislativo, que termina em fevereiro.

Brasil ficará sem referências sobre dados de desmatamento no Cerrado, diz Inpe

  • Bahia Notícias
  • 07 Jan 2022
  • 10:13h

Foto: Reprodução / SOS Cerrado

O Brasil deve ficar sem referências sobre os dados de desmatamento no Cerrado a partir de abril. As suspensões das análises devem ocorrer por falta de verba já que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) desmobilizou a equipe de pesquisadores focados no monitoramento do bioma.

Conforme divulgou o Portal G1, após o mês de abril, o projeto vai ser descontinuado. O monitoramento é de extrema importância para a tomada de ações na preservação do Cerrado.

“É um projeto importante para acompanhar a questão hídrica, a agricultura. É um projeto de baixo custo se comparado ao valor que esses dados têm para o mercado, mas não temos investimento”, afirma Cláudio Almeida, coordenador do programa de monitoramento da Amazônia e demais biomas.

Ainda de acordo com o site, o Inpe informou que a verba que mantinha a equipe de monitoramento do Cerrado se encerrou em 31 de dezembro, mas o órgão não tem orçamento para continuidade do programa. Para manter a equipe e o projeto de pé seriam necessários R$ 2,5 milhões ao ano.

Duas pessoas estão desaparecidas por causa das enchentes na Bahia

  • Bahia Notícias
  • 07 Jan 2022
  • 08:01h

Foto: Fernando Vivas / GOVBA

De acordo com a atualização de quinta-feira (6) da Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec), duas pessoas estão desaparecidas por causa das enchentes que castigaram diversas regiões da Bahia no final de 2021. A Sudec ainda não informou de qual município são os desaparecidos.

Além disso, o órgão informa que até o momento, são 27.205 desabrigados, 69.132 desalojados, 26 mortos e 520 feridos. O total de atingidos chega a 822.111 pessoas.

Os números correspondem às ocorrências registradas em 175 cidades afetadas. É importante destacar que, desse total, 164 estão com decreto de situação de emergência. O último município decretado foi Mirante.

As localidades com vítimas fatais são: Amargosa (2), Itaberaba (2), Itamaraju (4), Jucuruçu (3), Macarani (1), Prado (2), Ruy Barbosa (1), Itapetinga (1), Ilhéus (3), Aurelino Leal (1), Itabuna (2), São Félix do Coribe (2), Ubaitaba (1) e Belo Campo (1).

Eleição pode influenciar novas altas no preço da gasolina em 2022, dizem especialistas

  • Bahia Notícias
  • 06 Jan 2022
  • 18:20h

Foto: Brumado Urgente I Laércio de Morais

As eleições podem fazer com que a gasolina sofra novos reajustes ao longo de 2022. Para a coluna Radar, da Veja, o economista e sócio-fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, afirmou que a volatilidade dos mercados em ano de eleição deve incidir numa maior valorização do dólar frente ao real

“O câmbio e o petróleo indicam uma nova subida de preços da gasolina. A cadeia de produção de petróleo foi quebrada e os estoques estão em queda livre, cenário que só deve se equilibrar no segundo semestre de 2023”, indica Pires.

“O barril de petróleo ficou na faixa dos 70 dólares em 2021 e deve chegar aos 90 dólares neste ano. Salvo uma nova variante do coronavírus que provoque restrições mundo afora, acredito que 2022 será mais um ano de pressão nos preços”, acrescentou.

Em 2021, a inflação da gasolina beirou os 50%, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e de Biocombustíveis (ANP).

Veja o calendário do PIS/Pasep 2022 proposto pelo governo

  • por Luciana Lazarini | Folhapress
  • 06 Jan 2022
  • 16:17h

Foto: Agência Brasil

O governo apresentou ao Codefat (Conselho de Desenvolvimento do Fundo de Amparo ao Trabalhador) a proposta de calendário do abono do PIS/Pasep 2022, segundo membros do conselho. Após mudança no sistema de liberações em março de 2021, o pagamento do abono salarial referente a 2020 foi adiado para este ano.
No calendário proposto pelo governo, que foi confirmado pela Força Sindical e pela UGT (União Geral de Trabalhadores), o pagamento do PIS (Programa de Integração Social) começa no dia 8 de fevereiro, para trabalhadores nascidos em janeiro, e segue com novas liberações até 31 de março, quando é feito o depósito para nascidos em dezembro. Já no calendário proposto para o abono do Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), pago a servidores, as liberações vão de 15 de fevereiro a 24 de março, conforme o número da inscrição. O prazo final para o saque do abono salarial se encerra em 29 de dezembro de 2022 para todos os beneficiários.

Procurado na noite desta quarta (5), o Ministério do Trabalho e Previdência não respondeu à reportagem.

Segundo Sérgio Luiz Leite, representante da Força Sindical no Codefat, a proposta de calendário apresentada pelo governo será submetida a votação dos membros do conselho até esta sexta-feira (7). Para começar a valer, é obrigatória a aprovação do calendário no Codefat, que reúne representantes de trabalhadores, dos empregadores e do governo. Para Leite, concentrar os pagamentos no primeiro semestre de 2022, como proposto agora, atende a reivindicação feita pelas centrais quando o governo atrasou o calendário de liberações do abono.

Números do governo apontam que 23,08 milhões de trabalhadores terão direito ao abono, num total de R$ 21,046 bilhões, segundo informou Canindé Pegado, conselheiro-titular do Codefat e representante da UGT.
 

Segundo o representante da UGT, ainda há a possibilidade de pagamento antecipado do abono salarial, para o dia 27 de janeiro de 2022, aos trabalhadores com vínculos de empregadores dos municípios em situação de emergência devidamente declarados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional, por meio da portaria 3.115 de 10/12/21, no estado de Minas Gerais, e portaria 3.123 de 10/12/21, no estado da Bahia.
 

Tem direito ao abono salarial do PIS em 2022 o trabalhador inscrito no programa há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias no ano-base de 2020. Para ter direito, a remuneração mensal média precisa ser de até dois salários mínimos. Além disso, o empregador precisa ter informado os dados do funcionário corretamente na Rais (Relação Anual de Informações Sociais).
 

O pagamento do abono do PIS, devido a trabalhadores com carteira assinada, é feito pela Caixa, e o do Pasep, devido a servidores que se encaixam nas regras do programa, é liberado no Banco do Brasil.
 

A mudança no sistema de pagamentos consta da resolução do Codefat 896, de 23 de março de 2021, que estabelece que o abono será pago de acordo com calendário anual, a ser aprovado pelo conselho em janeiro de 2022. Antes, os depósitos tinham liberações de julho de um ano a junho do ano seguinte.
 

O cálculo do abono considera 1/12 do salário mínimo válido na data do pagamento, multiplicado pelo número de meses trabalhados no ano correspondente, com arredondamento para cima, segundo o Ministério do Trabalho e Previdência.
 

Se o beneficiário trabalhou o ano todo de 2020, receberá um salário mínimo de abono, que em 2022 é de R$ 1.212. Se trabalhou um mês, receberá R$ 101. Frações de 15 dias, ou mais, são consideradas como 30 dias.
 

O abono salarial é diferente das cotas do PIS/Pasep, devida a cidadãos que trabalharam entre 1971 e 1988 e que ainda não sacaram o dinheiro.
 

*
 

VEJA OS CALENDÁRIOS PROPOSTOS
 

ABONO DO PIS PAGO PELA CAIXA A TRABALHADORES COM CARTEIRA ASSINADA
 

Nascidos em - Recebem a partir de - Recebem até
 

Janeiro - 08/02/2022 - 29/12/2022
 

Fevereiro - 10/02/2022 - 29/12/2022
 

Março - 15/02/2022 - 29/12/2022
 

Abril - 17/02/2022 - 29/12/2022
 

Maio - 22/02/2022 - 29/12/2022
 

Junho - 24/02/2022 - 29/12/2022
 

Julho - 15/03/2022 - 29/12/2022
 

Agosto - 17/03/2022 - 29/12/2022
 

Setembro - 22/03/2022 - 29/12/2022
 

Outubro - 24/03/2022 - 29/12/2022
 

Novembro - 29/03/2022 - 29/12/2022
 

Dezembro - 31/03/2022 - 29/12/2022
 


 

ABONO DO PASEP PAGO PELO BANCO DO BRASIL A SERVIDORES
 

Final da inscrição - Recebem a partir de - Recebem até
 

0 - 15/02/2022 - 29/12/2022
 

1 - 15/02/2022 - 29/12/2022
 

2 - 17/02/2022 - 29/12/2022
 

3 - 17/02/2022 - 29/12/2022
 

4 - 22/02/2022 - 29/12/2022
 

5 - 24/02/2022 - 29/12/2022
 

6 - 15/03/2022 - 29/12/2022
 

7 - 17/03/2022 - 29/12/2022
 

8 - 22/03/2022 - 29/12/2022
 

9 - 24/03/2022 - 29/12/2022
 


 

CÁLCULO DO BENEFÍCIO
 

Meses trabalhados - Valor do abono (em R$)
 

1 mês - 101,00
 

2 meses - 202,00
 

3 meses - 303,00
 

4 meses - 404,00
 

5 meses - 505,00
 

6 meses - 606,00
 

7 meses - 707,00
 

8 meses - 808,00
 

9 meses - 909,00
 

10 meses - 1.010,00
 

11 meses - 1.111,00
 

12 meses - 1.212,00

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Mais da metade de casos de Covid-19 no Brasil já é da ômicron, aponta levantamento

  • por Folhapress
  • 06 Jan 2022
  • 15:12h

Foto: Myke Sena / Ministério da Saúde

A variante ômicron já é responsável por 58,33% dos casos de Covid-19 rastreados no Brasil, segundo levantamento feito pela plataforma Our World in Data. Os dados correspondem à participação da nova cepa em todas as sequências analisadas até duas semanas anteriores ao dia 27 de dezembro. A variante B1.1.529 foi descoberta na África do Sul em novembro.
 

Segundo a plataforma, ligada à Universidade de Oxford e considerada uma referência na publicação de dados sobre a pandemia, a ômicron era responsável por apenas 2,85% até o dia 13 de dezembro no país. Houve, portanto, uma explosão no número de casos em duas semanas, confirmando assim a sua alta transmissibilidade.
 

A variante também já é dominante em outros países, como os Estados Unidos (80% dos casos rastreados), Reino Unido (95,91%), África do Sul (93,85%), Argentina (85,11%), França (80,34%), Japão (77,12%), México (55,17%) e Chile (51,59%).
 

A existência da nova cepa foi reportada à OMS (Organização Mundial da Saúde) no dia 24 de novembro, após o surgimento de casos na África do Sul. Desde então, houve a confirmação de infecções provocadas pela ômicron nos cinco continentes.
 

No mesmo dia, ministros da Saúde de países do G7 alertaram que a variante necessitava de uma ação urgente. "A comunidade internacional enfrenta a ameaça de uma nova variante altamente transmissível da covid-19, que requer ação urgente", disseram os ministros em um comunicado conjunto, na ocasião.
 

Além de ser altamente transmissível, ela conta com grande número de mutações. Até o momento, os pacientes identificados com a variante demonstraram, entre os sintomas mais comuns, cansaço extremo, dores pelo corpo, dor de cabeça e dor de garganta.
 

Na quarta-feira (5), dados preliminares de um sequenciamento genético realizado pela Secretaria Municipal da Saúde e pelo Instituto Butantan apontaram 50% de prevalência para a variante ômicron do novo coronavírus na capital paulista.
 

O estado de São Paulo teve um aumento de 30% em novas internações por Covid-19 nos hospitais públicos e privados na última semana. O número de novos hospitalizados com a doença subiu de 425 para 552 na primeira semana do ano, impulsionado pela ômicron, já em transmissão comunitária no Brasil, e pelas festas de fim de ano.
 

O mundo também registrou um novo recorde de casos de Covid-19 em apenas 24 horas, com 2,59 milhões de infecções registradas, segundo o Our World in Data.
 

O número foi mais uma vez impulsionado pelos Estados Unidos, que registraram 869,1 mil casos, dado inferior ao de segunda (3), quando foram contabilizados mais de 1 milhão de infectados em apenas um dia.
 

A OMS disse na quarta que as evidências até agora sugerem que a ômicron está causando formas menos graves da doença. No entanto, as autoridades de saúde pública alertaram que o grande volume de casos de ômicron ameaça sobrecarregar os hospitais, alguns dos quais já estão lutando para lidar com uma onda de pacientes com Covid-19, principalmente entre os não vacinados.