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- Bahia Notícias
- 12 Jan 2022
- 06:53h
Foto: Pixabay
Um asteroide de aproximadamente um quilômetro de largura passará pela Terra no dia 18 de janeiro, próxima terça-feira, de acordo com o Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra da Nasa, que rastreia cometas e asteroides potencialmente perigosos que têm potencial de colisão. As informações são da CNN Brasil.
O corpo que se aproxima é conhecido como 7482 (1994 PC1) e foi descoberto em 1994, segundo a Nasa. Ele está a cerca de 1.931 milhão de quilômetros de distância do nosso planeta, movendo-se a uma velocidade de 76.192 km/h.
Ninguém espera que o 7482 (1994 PC1) atinja a Terra, mas é o mais perto que um asteroide chegará nos próximos dois séculos, de acordo com as projeções da agência espacial. Espera-se que o sobrevoo ocorra na terça-feira, 18 de janeiro, às 18h51 no horário de Brasília.
O maior asteroide a passar pela Terra é o 3122 Florence (1981 ET3), que voou e não colidiu com nosso planeta em 1 de setembro de 2017. Estima-se que ele tenha entre quatro e 8,4 quilômetros de largura e faça outra passagem próxima à Terra em 2 de setembro de 2057.
Embora seja improvável que 7482 (1994 PC1) seja visível a olho nu, astrônomos amadores com um pequeno telescópio devem ser capazes de localizá-lo, de acordo com o site EarthSky.
- Bahia Notícias
- 11 Jan 2022
- 13:55h
Foto: Divulgação
Com o aumento da contaminação de Covid-19 no estado, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) vai suspender, a partir desta segunda-feira (10), o atendimento presencial. Segundo o órgão, a suspensão é válida até o próximo dia 31 de janeiro e segue a Portaria Nº 05/2022, assinada pelo presidente da Corte baiana, desembargador Roberto Frank.
Os serviços oferecidos pela Justiça Eleitoral aos cidadãos funcionarão normalmente, mas de forma on-line, pelo Núcleo de Atendimento Virtual ao Eleitor (NAVE), por meio do site do Eleitoral baiano www.tre-ba.jus.br; através do Telegram (@maiatrebot) e também pelo telefone (71) 3373-7000.
O TRE baiano lembra que as solicitações de regularização, alistamento eleitoral (1º título) e atualizações no cadastro (transferência de seção ou domicílio eleitoral, alteração de endereço, nome etc.) podem ser feitas virtualmente, com auxílio do NAVE ou pelo Título Net.
Também de forma virtual, por meio do site do TRE-BA, os cidadãos poderão ter acesso às certidões fornecidas pela Justiça Eleitoral, a exemplo das certidões de: composição partidária, crimes eleitorais, filiação partidária, negativa de alistamento e quitação eleitoral.
A Portaria Nº 5/2022 está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) desta segunda-feira com data de publicação de terça-feira (11/1), com edição já disponível no site do Regional. Conforme o documento, serão mantidas as realizações das sessões e audiências, de forma virtual ou semipresencial, nos termos da Resolução TRE-BA Nº 22, de 23 de julho de 2021. As atividades remotas serão exercidas pelos servidores no horário de expediente normal do Tribunal, estabelecido nos termos da Portaria Nº 159/2019.
- por Felipe Dourado / Bruno Leite
- 11 Jan 2022
- 11:53h
Foto: Elza Fiuza / Agência Brasil
Em meio às votações da PEC dos Precatórios, do Orçamento de 2022 e do aumento do programa Auxílio Brasil, o fim do ano passado também viu uma última cartada da bancada feminina em favor da proteção de mulheres vítimas de violência de gênero no Brasil. A deputada Renata Abreu (Podemos-SP) assinou a autoria de um Projeto de Lei que pretende tipificar como omissão os indivíduos que presenciarem ou souberem de atos de violência contra a mulher e não denunciarem às autoridades no prazo de 24 horas do ocorrido.
O PL 2952/21, apresentado à mesa da Câmara no início de dezembro, foi idealizado após a circulação viral de um vídeo mostrando uma mulher sendo espancada pelo companheiro enquanto uma pessoa assiste sem interferir. A ocasião gerou revolta nas redes sociais e suscitou a campanha "em briga de marido e mulher a gente salva a mulher".
A proposta tem ainda mais relevância e contexto quando recordamos os dados do último Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado no fim de julho do ano passado, e que trouxe dados alarmantes acerca da violência de gênero no país. De acordo com relatório, dos 3.913 homicídios de mulheres, 1.350 foram tipificados como feminicídio. O recorte ainda indicou que 3,6 a cada 100 mil mulheres foi morta no país em 2020. Na Bahia, o recorte é ainda mais assustador, com a taxa de homicídios de mulheres de 6,2 a cada 100 mil mulheres.
A deputada federal Lídice da Mata (PSB-BA) explica que há, no estado, dados que mostram que uma mulher é violentada na Bahia a cada hora. Ela cita o caso da jornalista baiana Juliana Freitas, morta pelo companheiro na frente da própria filha em Porto Seguro, no último dia 31 de dezembro (relembre aqui).
"É preciso que isso tenha visibilidade e que haja um posicionamento da política baiana, que não se resume a um posicionamento das deputadas, mas sim a um movimento das mulheres como um todo e uma resposta da Secretaria de Segurança Pública (SSP) na investigação", cobra a deputada.
Vale ressaltar que, do número de casos de mulheres assassinadas na Bahia, cerca de 25,7% foram enquadrados na tipificação de feminicídio - que é quando a mulher é morta apenas por ser mulher, não enquadrado latrocínio ou outros tipos de homicídio.
VIOLÊNCIA DENTRO DE CASA
O maior índice de violência contra a mulher continua sendo cometido dentro de casa. Dos dados divulgados pelo Anuário - que coletou e analisou dados disponíveis pelas Polícias Civis de cada unidade da federação - mais de 81,5% dos feminicídios foram cometidos por companheiros ou ex-companheiros, seguidos à distância por parentes - cerca de 8,3% dos acusados. Conhecidos e desconhecidos ocuparam as duas últimas vagas, somando cerca de 10,11% dos casos.
Aliado à proximidade afetiva dos agressores e assassinos às vítimas, cerca de 54% dos crimes de feminicídio foram cometidos literalmente dentro de casa.
MULHERES NEGRAS FIGURAM COMO MAIORES VÍTIMAS
Outro número que assusta é o do perfil etnográfico das vítimas. Em um país onde mais de 80% da população é preta, parda ou indígena, quase 62% das mulheres mortas apenas por serem mulheres são negras. Brancas ocupam a segunda colocação nesse triste ranking, representadas por 36,5% das vítimas. Indígenas e amarelas representaram menos de 1% dos casos, cada.
ENTENDA O PL
Todos esses dados serviram de insumo para a deputada Renata Abreu (Podemos-SP) desenhar a Proposta de Lei nº 2952/21. De acordo com o texto da deputada, as testemunhas, oculares ou não, de casos de qualquer tipo de agressão contra mulheres, teriam até 24 horas para comunicar às autoridades competentes, sob pena de reclusão de um a seis meses, podendo ser dobrada ou triplicada em casos mais graves.
A proposta foi apresentada no início de dezembro e, com o tumulto do fim de ano em meio às votações da PEC dos Precatórios, do Orçamento Anual para 2022 e outros temas de natureza mais urgentes, ficou de ser encaminhada pelo presidente da Casa Arthur Lira (PP-AL) para as comissões competentes antes de ser apreciada em plenário. Com isso, a deputada espera ver a pauta em discussão ainda no primeiro semestre desse ano.
- por Vitor Castro / Nuno Krause
- 11 Jan 2022
- 09:01h
Foto: Reprodução / Paula Fróes / GOVBA
Em meio a uma pandemia de Covid-19 e diversos surtos de gripe (H3N2) no estado, um sinal de alerta se acende para os poderes públicos. A segunda-feira (10) foi marcada por uma série de anúncios, a nível municipal e estadual, visando frear o avanço das contaminações pelo SarsCov2. Diante deste cenário, o Conselho Estadual de Saúde da Bahia (CES-BA) demonstra preocupação e defende a adoção de medidas mais restritivas.
Para o presidente do CES, Marcos Sampaio, o momento é considerado crítico. De acordo com ele, o número de pessoas que estão aguardando regulação para leitos, além dos indicadores de ocupação destes já demonstram a necessidade de recuo nas medidas de flexibilização.
“Um momento muito crítico. Os indicadores, em alguns aspectos, são piores do que no início da pandemia. Estamos vivendo, em minha opinião, uma quarta onda, e precisamos ter muita atenção. O indicador mais importante neste momento está sendo as portas de entrada dos atendimentos de urgência e emergência, tanto públicas quanto privadas. O tempo de espera. Os trabalhadores começam também a dar sinais de cansaço”, avaliou.
Nesta segunda, o secretário da Saúde de Salvador, Léo Prates, afirmou que a cidade "não vai comportar" a alta demanda de pacientes do interior do estado que vêm se tratar na capital. "Eu fui diretamente nas UPAs, funcionando aos fins de semanas, os multicentros, a vacinação. Precisamos que todos façam esforço, governo federal, do estado, as prefeituras, porque sozinhos não vamos suportar. A gente ouve falar que o Ministério [da Saúde] quer reduzir o financiamento para as prefeituras. Seria o colapso final do Sistema de Saúde, porque a maioria não vai suportar", disse (relembre aqui).
O prefeito Bruno Reis, por outro lado, destacou que a capital tem realizado "uma série de manobras" para evitar problemas, e garantiu que, "neste momento, não há como ter um colapso no Sistema de Saúde". Na opinião do gestor, colapso significa "fechar a porta da UPA [Unidade de Pronto Atendimento] e deixar de atender".
De acordo com o último boletim epidemiológico emitido pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), nesta segunda-feira (10) a Bahia registra uma taxa de ocupação de 44% nas enfermarias adulto, 68% nas enfermarias pediátricas. Já as unidades de tratamento intensivo (UTIs) têm uma ocupação de 83% na pediátrica e 63% na adulto.
Para o presidente do Conselho Estadual de Saúde, estes são dados alarmantes. “Se a gente for pegar os dados, e pegar os critérios que foram utilizados anteriormente, o próprio dado já diz qual é a etapa que devemos entrar. Eu comemorei essa coerência no decreto diminuindo o número de público nos eventos (entenda aqui). Mas 3 mil pessoas ainda é um número muito grande. Eu acho que precisa unificar as decisões”, comentou.
Ainda de acordo com Marcos Sampaio, a falta de alinhamento entre governo estadual e municipal, podem trazer resultados negativos no futuro. “O que temos sentido falta é de que não dá para trabalhar somente com os indicadores da Covid. Precisamos trabalhar com os indicadores das síndromes gripais. Uma pessoa que estiver gripada com H3N2 e tomou duas ou três doses da Covid pode entrar em qualquer espaço. Não existe ainda um critério. Medidas mais duras de restrições devem sim ser tomadas, ampliadas. Não sei se seria o momento de lockdown, mas medidas mais duras precisam ser sinalizadas. Você tá vivendo três ondas. Covid, Síndrome de Gripe e H3N2. Precisa tratar e criar medidas de restrição para esses cenários. Não adianta exigir o passaporte de vacina e ter uma pessoa que viaje gripada em um ônibus, entre em um estabelecimento público, por exemplo”, defendeu.
Para Sampaio, ainda não é o momento de suspender completamente as atividades, mas sim de reduzir gradativamente, do mesmo modo que estas foram flexibilizadas.
“Você foi flexibilizando de forma coordenada, então precisa fazer um plano coordenado de medidas. Não dá para chegar e fechar tudo, também porque precisamos nos preocupar com economia. Agora, não dá para dizer que não terá a lavagem do Bonfim, como é o caso de Salvador, mas nenhuma festa paga foi interrompida. Não dá para criar essa ideia de que para os pobres as medidas são duras, de evitar a mobilidade das pessoas. Mas os mais ricos da cidade, que podem pagar ingresso, com alto índice de acometimento dos próprios artistas. Precisa-se criar medidas para que pessoas com síndromes gripais cumpram um mínimo de quarentena. Não dá para entrar em mercado, em cinema, ir para Shopping, transitar nos ônibus, porque aumenta o contágio”, finalizou.
- por Samuel Fernandes | Folhapress
- 10 Jan 2022
- 18:10h
Foto: Unsplash
Casos de 'flurona', como ficou conhecida a coinfecção de Covid-19 e influenza, já foram registrados em algumas partes do país. Os diagnósticos surgem em um momento em que o Brasil enfrenta uma forte onda de quadros gripais severos que já lotam hospitais em algumas cidades.
A reportagem conversou com alguns especialistas para entender se existe alguma peculiaridade em casos de uma pessoa que é infectada por dois vírus e quais os efeitos que a dupla infecção por Covid-19 e influenza pode ter em um paciente.
O primeiro ponto é que uma dupla infecção causada por vírus é comum, explica Fernando Spilki, virologista e coordenador da Rede Corona-ômica BR-MCTI, um projeto de laboratórios que sequencia os genomas de amostras do Sars-Cov-2 no Brasil.
"Quando você vai estudar fora de um período de pandemia [...], você encontra um percentual muito alto de coinfecção [entre diferentes vírus]", afirma.
Spilki detalha que, em 2020, primeiro ano da pandemia, já tinham sido detectados casos de coinfecção entre Sars-CoV-2 e H1N1. Esses diagnósticos eram mais raros porque havia pouca circulação de influenza no Brasil. No entanto, o cenário mudou.
"Agora, a tempestade perfeita está formada: você tem muitas infecções por H3N2, especialmente por essa cepa Darwin que é responsável por esse surto atual no Brasil, e por outro lado você tem [...] uma onda se formando com ômicron. Então vai dar muita chance para que as pessoas se coinfectem com esses dois [patógenos]", diz.
Mesmo com esse cenário, Spilki afirma que não existem indicações que um diagnóstico positivo de gripe e Covid possa acarretar situações mais graves nos pacientes.
"A gente inclusive vê casos de coinfecção em pessoas com doença leve, então não é o fato de ter a coinfecção [que necessariamente indica a severidade da doença]", afirma.
É a mesma visão de Cristina Bonorino, imunologista e professora da UFCSPA (Universidade Federal de Ciência da Saúde de Porto Alegre).
"Parece ser uma coisa intuitiva dizer que, se tem mais de um vírus ao mesmo tempo, vai ficar pior, mas na verdade não é isso que acontece, depende muito da pessoa, da idade, das comorbidades", afirma.
Para o caso de coinfecções com Sars-CoV-2, Bonorino explica que "nenhum [estudo] mostra um risco aumentado", mas ela também ressalta a necessidade de continuar monitorando a situação, já que o coronavírus ainda é muito novo.
Ela também diz que os casos de coinfecção agora estão sendo mais relatados porque as medidas sanitárias estão sendo relaxadas, o que não tinha acontecido em larga escala anteriormente.
"A gente teve uma queda nos casos de influenza no ano passado por causa do distanciamento e por causa das máscaras, que inibem a circulação de todos os vírus. No que as restrições começaram a afrouxar, começaram os pequenos surtos de outros vírus e agora está tendo de gripe", afirma.
Aspecto parecido é apontado por Maurício Nogueira, professor da faculdade de medicina de São José do Rio Preto. Ele diz que a maior circulação de diversos vírus pelo país é "reflexo da total liberalização que a gente fez depois de dois anos parados".
O panorama crítico já é sentido em diferentes regiões. Hospitais, por exemplo, já precisam lidar com o aumento de pacientes com Srag (Síndrome Respiratória Aguda Grave). Gerson Salvador, médico do hospital universitário da USP (Universidade de São Paulo), já observou o aumento de casos críticos no atendimento a pacientes.
Ele relata que, em meados de novembro, já era visível o aumento do número de pacientes com Srag e que a maioria era de casos positivos de influenza. Salvador relaciona isso com a epidemia de gripe no Rio de Janeiro.
Em dezembro, no entanto, os números de casos a Covid-19 também subiram. "A gente viu aumentar muito rápido os casos de Covid-19. Nesse momento, a gente tem que lidar com pacientes com influenza e Covid grave", relata Salvador.
O médico, entretanto, reitera que essa situação não se relaciona necessariamente à coinfecção em si de coronavírus e influenza, mas sim à alta taxa de disseminação dos dois vírus pelo Brasil, que podem resultar em complicações respiratórias mesmo em infecções de somente um dos patógenos.
"Estar infectado com dois vírus ao mesmo tempo não quer dizer que vai ter quadro de maior gravidade. [Isso] não é uma outra doença", afirma.
Nogueira também defende que a coinfecção entre vírus não deve ser o ponto central de preocupação, por ser "um fenômeno relativamente comum".
"Nós temos que nos preocupar com a Covid, com as formas de transmissão e com a vacinação", diz.
Os diagnósticos de Sars-CoV-2 voltaram a subir de forma vertiginosa diante da variante ômicron, que tem uma alta taxa de transmissibilidade.
Um levantamento feito com mais de 2.400 amostras de testes RT-PCR especiais identificou uma prevalência média de 92% da nova variante nos positivados a Covid-19 no Brasil.
Dados preliminares também já indicam que o esquema vacinal de duas doses ou dose única tem redução significativa de anticorpos neutralizantes contra a ômicron. Mesmo assim, os imunizantes ainda são de extrema importância para evitar casos graves da doença, como hospitalizações e mortes.
Para Nogueira, inclusive, a transmissão exacerbada da ômicron e a vacinação defeituosa de crianças são os grandes problemas sanitários brasileiros que precisam ser enfrentados.
"A ômicron, a alta taxa de transmissão e o atraso para vacinar criança: esses são problemas que a gente tem que discutir", conclui.
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- Bahia Notícias
- 10 Jan 2022
- 17:50h
Foto: AEN/Divulgação
O Ministério da Saúde vai pedir à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda nesta semana uma autorização para o uso de autoteste de Covid-19 no Brasil. Outros países já utilizam esse teste para agilizar o diagnóstico da doença.
Segundo o G1, atualmente, a venda do autoteste não é liberada no Brasil. O exame pode ser feito em casa com a coleta do material no nariz com cotonete ou por saliva. O autoteste, no entanto, tem sensibilidade menor do que outros exames, como o RT-PCR, e está sujeito ao erro do paciente não treinado.
Na sexta-feira (7), a Anvisa emitiu uma nota esclarecendo que as regras atuais só permitem “o registro de autoteste de doenças infectocontagiosas passíveis de notificação compulsória, como a Covid-19, caso haja uma política de saúde pública e estratégia de ação estabelecida pelo Ministério da Saúde”.
"Para a adoção de uma eventual política pública que possibilite o uso de autoteste para Covid-19, é fundamental considerar os fatores humanos e a usabilidade do produto, medidas de segurança do produto, limitações, advertências, cuidados quanto ao armazenamento, condições ambientais no local que será utilizado, intervalo de leitura, dentre outros aspectos”, completou a agência.
A Anvisa informou que ainda não recebeu uma solicitação formal.
- ASCOM RHI MAGNESITA I Thobias Almeida
- 10 Jan 2022
- 15:08h
Inscrições são voltadas para pessoas com deficiência que residam em Brumado (Foto: Laércio de Morais I Brumado Urgente)
Diversidade e Inclusão são princípios da RHI Magnesita. Com base nisso, a companhia criou um banco de talentos voltado para pessoas com deficiência (PCD), o que reforça o seu compromisso de proporcionar um ambiente de trabalho diverso e acolhedor.
Os interessados devem cadastrar os currículos no site da empresa. Nessa fase, as inscrições são direcionadas a moradores de Brumado ou àqueles que tenham disponibilidade de se mudar para o município baiano.
O objetivo da RHI Magnesita é promover a diversidade e o respeito, bem como reforçar a base de dados de currículos de PCD’s com vistas a contratações futuras. A empresa recorre ao banco de talentos para preencher as vagas que recorrentemente são abertas na unidade.
Os interessados devem ter um perfil dinâmico, gostar de manter contato com diversas áreas e pessoas, ser organizado e estar disposto a trabalhar em uma equipe multicultural.
Os pré-requisitos para a inscrição no banco de talentos são:
- Formação: Ensino Médio Completo;
- Vivência com atividades operacionais de áreas como produção, laboratório, manutenção industrial, construção civil e áreas relacionadas;
- Disponibilidade para residir em Brumado;
- Disponibilidade para revezamento de turno.
Sobre a RHI Magnesita
A RHI Magnesita é o resultado da combinação da RHI e Magnesita para formar o fornecedor líder global de produtos, sistemas e serviços refratários de alta qualidade que são indispensáveis para processos industriais de alta temperatura, superiores a 1.200°C em uma ampla gama de indústrias, incluindo aço, cimento, metais não ferrosos e vidro, entre outros. Com uma cadeia de valor verticalmente integrada, desde matérias-primas até produtos refratários e soluções completas com base no desempenho, a RHI Magnesita atende mais de 10 mil clientes em quase todos os países ao redor do mundo.
A Empresa possui uma diversificação geográfica incomparável, com mais de 14.000 funcionários em 35 principais unidades de produção e mais de 70 escritórios de vendas. A RHI Magnesita pretende usar sua posição de liderança global em termos de receita, maior escala, portfólio de produtos complementares e presença geográfica diversificada em todo o mundo para atuar com as oportunidades em países e regiões que se beneficiem de perspectivas de crescimento econômico mais dinâmicas.
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- Bahia Notícias
- 10 Jan 2022
- 14:10h
Foto: Reprodução/Facebook/Conselho Geral do Poder Judiciário da Espanha
A Suprema Corte da Espanha analisou um caso curioso de pagamento de dívidas. Uma mulher recorreu na Justiça pelo direito de validar a quitação de uma dívida de R$ 96,3 mil em débitos por meio de sexo oral. O pedido também denunciou uma situação de coerção sexual.
Segundo argumentou a defesa da mulher, ela teria feito um acordo com seu ex-cunhado para saldar o valor em questão com a realização do ato sexual por sucessivas vezes. Conforme noticiou o portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, o tribunal de primeira instância não viu ilegalidade no pagamento, pois considerou que houve consenso entre as partes.
Após pagar a dívida por 16 meses e se recusar a continuar fazendo sexo oral no ex-cunhado, já que considerava ter saldado o débito, a mulher teve que recorrer à Suprema Corte, pois o credor passou a pedir a quitação em dinheiro.
A mulher denunciou a coerção sexual e a primeira instância local considerou que não houve agressão por parte do homem, devido ao acordo que haviam feito de forma consensual.
Após recorrer da decisão, a ação chegou até o Supremo Tribunal da Espanha, que decidiu não analisar a questão por não se tratar de matéria constitucional. Dessa forma, foi mantido o entendimento de primeira instância.
- por Estêvão Gamba e Sabine Reghetti | Folhapress
- 10 Jan 2022
- 12:09h
Foto: Divulgação
Nove em cada dez instituições que oferecem o curso de direito no Brasil aprovam menos de 30% dos seus alunos na prova da OAB (Exame da Ordem dos Advogados do Brasil). O desempenho mínimo na avaliação é obrigatório para o exercício da advocacia no país.
Os dados foram tabulados pela Folha considerando a porcentagem de aprovados no exame da OAB em relação aos presentes nas provas em três anos (de 2017 a 2019). Três exames são realizados por ano.
Ao todo, 790 instituições de ensino superior que têm curso de direito foram avaliadas. Isso representa todas as escolas ativas do país com pelo menos 50 presentes ao ano nos exames da ordem (que não tenham zerado na prova).
Na maioria delas (679), menos de 30% dos alunos e ex-alunos que fizeram o exame tiveram nota suficiente para passar na prova.
Uma delas é o Centro Universitário de Bauru, a 330 km da capital paulista, mais conhecido como Instituto Toledo de Ensino (ITE). A escola está em 122º lugar no ranking nacional da OAB (com 28,82% de aprovados no exame).
O ITE virou assunto recentemente, em abril, quando a advogada Claudia Mansani Queda de Toledo assumiu a presidência da Capes, agência federal ligada ao MEC que avalia a pós-graduação no país. Toledo era reitora da instituição, que foi criada pela sua família.
Foi lá, também, que estudou o ministro da Educação, Milton Ribeiro.
Um número ainda menor de escolas --5,4% do total de instituições avaliadas-- consegue aprovar pelo menos metade dos seus alunos no exame da OAB. Em 1º lugar nacional está a FGV Direito Rio (Escola de Direito do Rio de Janeiro) com 79,33% de aprovados, seguida pela USP (73,64%) e pela UFMG (73,10%).
O curso de direito tem a maior demanda nacional ""passou, em 2014, o número de ingressantes de administração de empresas.
"É uma formação muito procurada por causa de profissões jurídicas que remuneram muito bem. Tem basicamente biblioteca, lousa e giz --e há muitos cursos de má qualidade", afirma Nina Stocco Ranieri, que é professora da Faculdade de Direito da USP.
Ela tem se dedicado a pesquisar indicadores de avaliação de cursos jurídicos. "É um curso conservador, as leis são conservadoras. Os cursos têm de repensar o seu formato", avalia Ranieri.
Quem tem repensado é justamente a líder nacional em aprovação na OAB, FGV Direito Rio. O curso de direito da instituição nasceu há menos de 20 anos em período integral, baseado em projetos e com grande apelo internacional --há disciplinas em inglês, e os alunos são estimulados a fazer intercâmbio. Na grade tem até linguagem de programação.
"A prova da ordem é apenas um indicador, uma consequência do rigor acadêmico", avalia Sérgio Guerra, diretor do curso.
Outro aspecto que ele considera fundamental para o bom desempenho no exame é a proximidade entre professores e alunos -"que têm nome e sobrenome". Isso é um diferencial: turmas de direito chegam a ter centenas de estudantes, o que dificulta interações com docentes e mentorias mais personalizadas.
A Folha avaliou as instituições de ensino superior que oferecem direito a partir do seu cadastro no MEC. No caso de escolas com mais de um curso ou com graduação em mais de um campus, foi feita uma média da aprovação na OAB de todos os alunos daquela instituição.
Apenas no caso da USP --que oferece o curso de direito no Largo de São Francisco (em São Paulo) e em Ribeirão Preto (330 km da capital paulista)--, foi feita uma análise específica das taxas de aprovação na OAB em cada campus.
O curso de São Paulo foi criado por decreto imperial em 1827 ""anterior à própria instituição da USP, universidade à qual o Largo de São Francisco foi incorporado mais de um século depois.
Já o curso de Ribeirão Preto tem menos de quinze anos, e já passou por uma reformulação do projeto pedagógico em 2017.
Se fosse uma escola independente, a USP de Ribeirão Preto seria líder nacional com 79,88% de aprovados no exame da ordem. Assim como a FGV Direito Rio, a graduação USP do interior de São Paulo é em período integral e tem abordagem multidisciplinar, com disciplinas que vão além da área jurídica.
Essa é a segunda vez que a Folha avalia a porcentagem de aprovação na OAB dos cursos de direito oferecidos no país, considerando o percentual de aprovados finais no exame. A primeira análise foi publicada no RUF - Ranking Universitário Folha de 2019.
No RUF, foi avaliada a aprovação nos exames da ordem de 2015, 2016 e 2017. Na época, a Unesp liderava em aprovação na OAB no país, seguida pelas federais de Pernambuco (UFPE) e de Viçosa (UFV).
Também foram analisados no ranking indicadores como titulação do corpo docente, nota dos formandos no Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) e percepção do mercado de trabalho.
Com todos esses aspectos, as melhores escolas de direito do país no RUF 2019 foram, respectivamente, USP, UFMG e FGV-SP (que, nos dados do MEC, é uma instituição diferente da FGV Rio).
Como considera os exames da OAB de 2017 a 2019, o retrato atual da Folha é anterior à Covid-19. Para Nina Ranieri, a pandemia pode ter piorado a qualidade dos cursos de direito do país, que não se prepararam para a oferta da formação de maneira remota.
"Temo que os próximos resultados sejam ainda piores."
- Bahia Notícias
- 10 Jan 2022
- 11:05h
Foto: Divulgação
A prefeitura de Guanambi monitora a barragem de Ceraíma e as comunidades que ficam abaixo da estrutura, após o nível de água do reservatório subir e superar o vertedouro, neste sábado (8).
Um grupo de trabalho foi formado para definir ações de planejamento e prevenção. Fazem parte da instância representantes de órgãos como o comando do 17º Batalhão de Polícia Militar, da Defesa Civil do município, Corpo de Bombeiros Militar, Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
"Desde as primeiras horas da madrugada que membros do grupo de trabalho monitoram os níveis das águas que descem para bairros da zona urbana", informou a prefeitura de Guanambi.
De acordo com o coordenador de segurança de barragens da Codevasf, o hidrólogo Sérgio Farias garantiu que neste momento não há o risco de a barragem de Ceraíma romper e causar grande impacto de destruição na cidade. O que poderá acontecer, após cerca de 30 a 40 mm de chuvas, é a água da barragem verter lateralmente, ou seja, sangrar, afirmou após reunião com o GT na última quinta-feira (6), o que acabou se confirmando.
Caminhões e equipes foram desempenhadas para realizarem a remoção de moradores e seus pertences, caso sejam atingidos por enchentes. Escolas da região também foram preparadas para receber famílias em situação de risco.
- por Raquel Lopes | Folhapress
- 10 Jan 2022
- 09:03h
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O Ministério da Saúde avalia usar a Coronavac em crianças caso o imunizante seja aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Como a vacina é a mesma utilizada em adultos, estados já se planejam para aplicar doses no público infantil. Hoje, há estoques, e o imunizante é apontado por especialistas como boa opção para crianças.
O Instituto Butantan entrou com novo pedido para a aprovação do uso da Coronavac em crianças e adolescentes, de 3 a 17 anos, em 15 de dezembro. O prazo de avaliação da Anvisa ainda não terminou.
Integrantes do Ministério da Saúde dizem que ainda não se pode estabelecer prazo para terminar a imunização das crianças no Brasil.
De acordo com interlocutores da pasta, o ritmo dependerá da possível inclusão da Coronavac no cronograma e de uma eventual ampliação da quantidade de doses adquiridas da Pfizer no primeiro trimestre.
O planejamento inicial é receber até março 20 milhões de doses pediátricas da Pfizer contra a Covid-19, suficientes para imunizar cerca de metade da população de 5 a 11 anos.
Em nota, o ministério afirmou que "adquire e distribui apenas os imunizantes aprovados pela Anvisa, inclusive em casos de ampliação de faixas etárias". O Instituto Butantan foi procurado, mas não se manifestou até a conclusão desta reportagem.
Nesio Fernandes, vice-presidente da região Sudeste do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e secretário da Saúde do Espírito Santo, confirmou que estados já planejam usar a Coronavac.
Ele explicou que a vacina tem se mostrado eficaz em países que já aplicam o imunizante em crianças. Ela está sendo usada na maioria dos países sul-americanos e na China, onde já foram aplicadas mais de 120 milhões de doses no público infantil.
A Coronavac ajudaria ainda a ampliar a faixa etária de crianças imunizadas para três anos e não tem restrição para aplicação junto com outros imunizantes do calendário das crianças para outras doenças.
"Caso tenha o aval da Anvisa, é possível que as crianças estejam completamente imunizadas até o final de fevereiro. Muitos estados possuem estoque da vacina. Com o calendário atual da entrega da Pfizer, isso só ocorreria em junho", afirmou Fernandes.
O governo de São Paulo já reservou 12 milhões de doses de Coronavac para o uso em crianças de 3 a 11 an os. Em nota, a Secretaria de Saúde disse que começaria a usar o imunizante imediatamente após aprovação da Anvisa.
As secretarias de Saúde do Pará, da Paraíba e de Minas Gerais também afirmaram que pretendem usar o imunizante em crianças. Os três estados têm Coronavac em estoque.
Amazonas, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Tocantins e Goiás disseram que aguardam a aprovação da Anvisa e a orientação do Ministério da Saúde.
A Bahia afirmou que não usará a Coronavac em crianças. Os demais estados não responderam.
Eduardo Jorge da Fonseca Lima, membro do Departamento Científico de Imunizações da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) e da CTAI (Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19), ressaltou que a vacina é segura para crianças por causa da tecnologia.
"O vírus inativado é conhecido pelos pediatras. Os estudos demonstraram que essa vacina produz anticorpos e poucos eventos adversos", afirmou.
O novo pedido do Instituto Butantan para aplicar Coronavac em crianças e adolescentes é o segundo feito para esta faixa etária. O primeiro, apresentado em julho, foi avaliado pela agência reguladora e negado por causa da limitação de dados dos estudos apresentados.
A Anvisa tem 30 dias para avaliar os documentos. O prazo pode ser congelado até que novos documentos sejam apresentados caso seja solicitada uma complementação.
Já houve uma interrupção do prazo de oito dias, de 22 de dezembro a 30 de dezembro. Se não houver mais nenhuma paralisação, o prazo para a diretoria colegiada votar sobre a indicação ou não do imunizante para o público infantil termina ainda em janeiro.
A agência reguladora tem realizado rodadas de reuniões sobre a vacina Coronavac. Assim como na vacina da Pfizer, os dados têm sido debatidos com especialistas e convidados.
Isabella Ballalai, vice-presidente da Sbim (Sociedade Brasileira de Imunizações), disse que a Coronavac pode ser uma ótima opção para o público infantil se aprovada pela Anvisa.
No entanto, ela ressalta que os pais, caso tenham oportunidade, devem levar os filhos para receber o imunizante da Pfizer, já autorizado.
A Anvisa autorizou o uso da vacina da Pfizer para imunizar crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19 em 16 de dezembro. O público infantil foi incluído no plano nacional de vacinação em 5 de janeiro.
Lima, da SBP, disse que um estudo do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos) mostra que, de 8,7 milhões de crianças que tomaram a vacina da Pfizer pediátrica, houve 12 casos de miocardite. O número é considerado muito baixo, e as crianças tiveram alta.
A vacina além de proteger as crianças, ainda aumenta a cobertura vacinal. Quanto mais pessoas imunizadas, menor a circulação do vírus.
Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que, "desde o início da campanha de vacinação, todas as decisões foram tomadas de forma conjunta" entre a pasta e representantes de estados e municípios.
"A pasta reforça que todas as orientações técnicas são comunicadas imediatamente aos estados e municípios desde o início da campanha e reforça a orientação para que todos sigam as medidas pactuadas", afirmou o ministério.
- Bahia Notícias
- 10 Jan 2022
- 07:01h
Foto: Reprodução / Marcelo Camargo / Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral endureceu as normas que valerão para as eleições gerais de 2022, incluindo aquelas referentes à propaganda eleitoral. As informações são da Agência Brasil.
Entre as regras aprovadas em dezembro de 2021, estão o enrijecimento das normas relativas ao compartilhamento de informações falsas sobre candidatos, partidos e o processo eleitoral.
A pessoa responsável por divulgar fake news ficará sujeita à pena de detenção de dois meses a um ano, além de multa. A mesma punição será aplicada para quem produzir conteúdo inverídico.
A pena aumenta para quem contratar terceiros com a finalidade de emitir comentários para ofender a honra ou desabonar a imagem de um candidato, partido ou coligação. Será de dois a quatro anos de prisão e multa de R$ 15 mil a R$ 50 mil.
“Isso quer dizer que eventuais mentiras espalhadas intencionalmente para prejudicar os processos de votação, de apuração e totalização de votos poderão ser punidos com base em responsabilidade penal, abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação”, alertou o TSE.
Continua proibido a realização de showmício, seja presencial ou online. Porém, está autorizada a realização de eventos com objetivo específico de arrecadar recursos de campanha, desde que não haja pedido de votos.
- Brumado Urgente
- 09 Jan 2022
- 18:37h
Foto: Brumado Urgente
Um veículo de placa de São Paulo colidiu com um trem na tarde deste domingo (09), no trecho próximo a rotatória da BR-030, já perto da Vila Presidente Vargas. Entretanto, apesar do veículo possuir placas de São Paulo e de acordo com informações passadas a redação do Brumado Urgente, o motorista se dirigia à Brumado, pois possui parentes na cidade. O veículo sofreu avarias, já o condutor, de acordo com informações que chegaram ao conhecimento do site, não sofreu ferimentos sérios.
A BR-030 que passa por Brumado é cortada ao menos em dois pontos pela linha férrea, o que requer bastante atenção dos condutores que trafegam pela região, já que de tempos em tempos ocorrem acidentes envolvendo veículos e o trem de ferro.
Foto: Brumado Urgente
- por Folhapress
- 09 Jan 2022
- 12:06h
Pixie Curtis ao lado da mãe, Roxy Jacenko. Foto: Reprodução / Instagram
"Ela pode se aposentar aos 15 anos se quiser". A frase é de Roxy Jacenko sobre a filha Pixie Curtis, que tem 10 anos, mas já é conhecida na Austrália por ser um sucesso no mundo dos negócios.
A menina é dona de duas empresas. Uma delas, a Pixie's Fidgets, foi lançada em março do ano passado de olho na explosão dos fidgets toys, os brinquedos que provocam estímulo sensorial por meio de toques, cores e sons --o mais conhecido nessa categoria é o pop-it.
Os itens vendidos pela empresa de Pixie se esgotaram em 48 horas. No primeiro mês de operação, o negócio faturou US$ 200 mil (R$ 1,1 milhão), segundo reportagem do site australiano news.com.au.
"Nossa piada de família é que vou trabalhar até os 100 anos e Pixie terá se aposentado aos 15 --eu certamente sei quem é mais inteligente", afirmou Jacenko ao site.
"Ela tem muitos sonhos, que incluem uma casa na praia e um Lamborghini SUV na garagem. Ela vai trabalhar por muito mais tempo e mais arduamente para conseguir isso, mas ela está no caminho certo", completa Jacenko. "Agora, a lição importante é ensiná-la a investir bem e não desperdiçar seu dinheiro."
É fato que muito do sucesso da filha tem tudo a ver com o apoio da mãe. Pixie Curtis ficou conhecida do público em 2014 aos 2 anos como "Princesa do Instagram", por causa das fotos e legendas que Jacenko postava em uma conta que criou para a filha na rede social.
Graças ao sucesso do perfil, a mãe da menina fundou naquele mesmo ano a primeira empresa da filha, a Pixie's Bows, uma linha de acessórios de cabelo para crianças. O negócio foi um sucesso e estrelas mirins como Suri Cruise, filha de Tom Cruise e Katie Holmes, e North West, a primogênita de Kim Kardashian e Kanye West, foram clicadas com o acessório.
As duas empresas, a Pixie's Fidgets e a Pixie's Bows se juntaram agora na Pixie's Pix, que também vende outros jogos e acessórios infantis online, todos aprovados pela menina.
É Jacenko que administra os negócios da filha. Ela também tem a suas próprias empresas como a Sweaty Betty PR, de relações públicas. Além disso, a mãe empresária lançou em dezembro uma marca para o filho caçula, Hunter, 7, a HPC Brand, de roupas e acessórios infantis.
Jacenko afirma que deseja para os filhos "felicidade e boa saúde" e que Pixie pode se afastar dos negócios se assim desejar. "Eu disse isso desde o primeiro dia, no momento em que Pixie não quiser ficar à frente ou se envolver com a Pixie's Pixie e a Pixie's Bows, então iremos reavaliar. Mas, por enquanto, ela está feliz, aprendendo muito", disse.
- por Ranier Bragon | Folhapress
- 09 Jan 2022
- 10:03h
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Antonio Barra Torres, divulgou nota neste sábado (8) em que rebate insinuações do presidente Jair Bolsonaro (PL) em relação a supostos interesses escusos da agência na vacinação de crianças.
Barra Torres cobrou de Bolsonaro a determinação de investigação, caso tenha informações a esse respeito, ou retratação.
"Se o senhor dispõe de informações que levantem o menor indício de corrupção sobre este brasileiro, não perca tempo nem prevarique, senhor presidente. Determine imediata investigação policial sobre a minha pessoa aliás, sobre qualquer um que trabalhe hoje na Anvisa, que com orgulho eu tenho o privilégio de integrar", escreveu o presidente da Anvisa.
"Agora, se o Senhor não possui tais informações ou indícios, exerça a grandeza que o seu cargo demanda e, pelo Deus que o senhor tanto cita, se retrate."
Na quinta-feira (6), Bolsonaro disse desconhecer criança que tenha morrido por Covid-19, repetiu efeitos colaterais da imunização e pediu que pais não se deixem levar pelo que chamou de propaganda.
"A própria Anvisa que aprovou também diz lá que a criança pode sentir, logo depois da vacina, falta de ar e palpitações. Eu pergunto: você tem conhecimento de uma criança de 5 a 11 anos que tenha morrido de Covid? Eu não tenho", disse o presidente, em entrevista à Rádio Nordeste, de Pernambuco.
Especialistas apontam que a vacinação para crianças contra a Covid-19 é eficaz e segura, e que seus benefícios superam eventuais riscos.
De acordo com dados do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe), desde o começo da pandemia até 6 de dezembro, foram registradas 301 mortes de crianças entre 5 e 11 anos por Covid-19 no país.
"E você vai vacinar teu filho contra algo que o jovem por si só uma vez pegando o vírus, a possibilidade de ele morrer é quase zero? O que que está por trás disso? Qual o interesse da Anvisa por trás disso aí? Qual interesse daquelas pessoas taradas por vacina? É pela sua vida? É pela saúde? Se fosse, estariam preocupados com outras doenças no Brasil e não estão", disse o chefe do Executivo.
Na nota deste sábado, Barra Torres afirmou ainda jamais ter levantado falso testemunho.
"Vou morrer sem conhecer riqueza Senhor Presidente. Mas vou morrer digno. Nunca me apropriei do que não fosse meu e nem pretendo fazer isso, à frente da Anvisa. Prezo muito os valores morais que meus pais praticaram e que pelo exemplo deles eu pude somar ao meu caráter."
O dirigente tem mandato no comando da agência até 2024, ou seja, não pode ser demitido pelo presidente da República.
Bolsonaro fez as insinuações contra a Anvisa um dia depois de o Ministério da Saúde anunciar a vacinação para crianças de 5 a 11 anos. A Folha procurou o Palácio do Planalto na noite deste sábado e aguarda manifestação.
Leia a íntegra da nota divulgada por Barra Torres:
"Senhor Presidente, como Oficial General da Marinha do Brasil, servi ao meu país por 32 anos. Pautei minha vida pessoal em austeridade e honra. Honra à minha família que, com dificuldades de todo o tipo, permitiram que eu tivesse acesso à melhor educação possível, para o único filho de uma auxiliar de enfermagem e um ferroviário.
Como médico, Senhor Presidente, procurei manter a razão à frente do sentimento. Mas sofri a cada perda, lamentei cada fracasso, e fiz questão de ser eu mesmo, o portador das piores notícias, quando a morte tomou de mim um paciente. Como cristão, Senhor Presidente, busquei cumprir os mandamentos, mesmo tendo eu abraçado a carreira das armas.
Nunca levantei falso testemunho. Vou morrer sem conhecer riqueza Senhor Presidente. Mas vou morrer digno. Nunca me apropriei do que não fosse meu e nem pretendo fazer isso, à frente da Anvisa. Prezo muito os valores morais que meus pais praticaram e que pelo exemplo deles eu pude somar ao meu caráter.
Se o senhor dispõe de informações que levantem o menor indício de corrupção sobre este brasileiro, não perca tempo nem prevarique, Senhor Presidente. Determine imediata investigação policial sobre a minha pessoa aliás, sobre qualquer um que trabalhe hoje na Anvisa, que com orgulho eu tenho o privilégio de integrar.
Agora, se o Senhor não possui tais informações ou indícios, exerça a grandeza que o seu cargo demanda e, pelo Deus que o senhor tanto cita, se retrate. Estamos combatendo o mesmo inimigo e ainda há muita guerra pela frente. Rever uma fala ou um ato errado não diminuirá o senhor em nada. Muito pelo contrário".