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- Bahia Notícias
- 16 Mar 2026
- 16:15h
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasi
O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, anunciou a oferta de mais uma formação para profissionais de enfermagem. Desta vez, as vagas são oferecidas para aqueles que atuam em unidades neonatais de referência no Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da Especialização em Enfermagem Neonatal.
Conforme o órgão, a iniciativa tem um investimento de R$ 2,6 milhões, onde serão oferecidas 310 vagas mediante edital. As inscrições se iniciam nesta segunda-feira (16) e vão até o próximo dia 6 de abril na plataforma SIGA-LS. As vagas são direcionadas às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, onde há maior déficit dessa especialização.
O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço, explicou que a ação serve para qualificar a força de trabalho e ampliar a cobertura de atendimentos para o público feminino.
“Nosso objetivo é fortalecer e valorizar a enfermagem no âmbito do SUS, além de qualificar a oferta dos serviços. Ao atacar desigualdades históricas, fortalecemos a resolutividade nas redes regionais”, destaca.
De acordo com o ministério, o curso será executado pelo Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz). A Especialização em Enfermagem Neonatal para o SUS: Redução de desigualdades e Qualificação de Atenção Neonatal terá duração de 1 ano e dois meses.
Com a medida, a quantidade atual de enfermeiros neonatais que atuam no SUS será ampliado em mais de 30%, conforme ressaltou o Ministério da Saúde. Do número total de vagas ofertadas, 206 são para capitais (66%) e 104 para municípios do interior (34%). Regionalmente, a oferta será de 56 para o Centro-Oeste, 182 para o Nordeste e 72 para o Norte, contemplando 64 hospitais em 36 municípios brasileiros. O edital também reserva 172 vagas para ações afirmativas.
- Por Folhapress
- 16 Mar 2026
- 14:49h
Foto: Reprodução
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, declarou nesta segunda-feira (16) que seu país está disposto a levar a guerra contra Israel e Estados Unidos até o fim, tão longe quanto for necessário.
"Acho que agora eles aprenderam a lição e entenderam com que tipo de nação estavam lidando: uma nação que não hesita em se defender e está pronta para levar a guerra até o fim, aonde quer que ela leve, e ir até onde for preciso", declarou em entrevista coletiva.
Pouco mais de duas semanas depois do ataque de Israel e EUA a Teerã, o conflito segue com o Irã atacando bases militares americanas e instalações de interesse econômico em seus vizinhos do golfo Pérsico, bem como infraestrutura civil —aeroportos, portos e instalações petrolíferas.
Desde domingo, ataques de drones iranianos fecharam temporariamente o aeroporto de Dubai e atingiram uma importante instalação petrolífera nos Emirados Árabes Unidos.
Israel, que também manteve seus bombardeios a alvos em todo o Irã, afirmou que possui planos detalhados para pelo menos mais três semanas de guerra. O porta-voz militar israelense, Nadav Shoshani, disse que também existem planos adicionais para um período mais longo.
"Queremos garantir que eles estejam o mais fracos possível, este regime, e que degrademos todas as suas capacidades, todas as partes e todos os braços de seu aparato de segurança", disse Shoshani.
O presidente Donald Trump afirmou no sábado que o país persa estaria vencido e em busca de um acordo. "A mídia que divulga informações falsas e odeia reportar o quão bem o Exército dos Estados Unidos tem se saído contra o Irã, que está totalmente vencido e quer um acordo, mas não um acordo que eu aceitaria", escreveu na Truth Social.
Na última semana, o americano já havia declarado que a guerra acabaria quando ele assim quisesse e que "praticamente não sobrou nada para atacar" no Irã. Pouco tempo depois, ainda na quarta (11), Trump disse que os EUA venceram a guerra. "Nós vencemos. Deixe eu dizer uma coisa: nós vencemos. Nunca queremos dizer que ganhamos antes da hora, mas nós ganhamos. Na primeira hora, a guerra já tinha acabado", disse.
Araghchi, o chanceler iraniano, afirmou nesta segunda que o Irã não solicitou um cessar-fogo para a guerra e nem trocou comunicações com os EUA. No domingo (15), ele já havia dito que este conflito só acabará quando Teerã se certificar de que ele não será reiniciado.
"Esta guerra terminará quando tivermos certeza de que não se repetirá e que as reparações serão pagas. Vivenciamos isso no ano passado: Israel atacou, depois os Estados Unidos... eles se reagruparam e nos atacaram novamente", disse, referindo-se à guerra de 12 dias do Irã com Israel e os EUA em junho de 2025.
O ministro disse que Teerã possui "amplas evidências" de que bases americanas no Oriente Médio —que estão sob alvo do Irã— têm sido usadas para atacar a República Islâmica.
"Temos amplas evidências disso: imagens de satélite e vigilância eletrônica demonstram que bases americanas nesta região estão sendo usadas para ataques", disse ao veículo de notícias Al-Araby Al-Jadeed. Segundo ele, mísseis foram lançados dos Emirados Árabes Unidos para atacar a ilha de Kharg, um importante centro petrolífero iraniano. Araghchi ainda alertou outros países que, caso intervenham, haverá "uma escalada" na guerra.
O chanceler reiterou que o estreito de Hormuz, por onde passa um quinto da produção de petróleo mundial, está fechado apenas para "inimigos e aqueles que apoiam sua agressão". Um porta-voz do ministério acrescentou que os países que não participam da guerra têm conseguido transitar com seus navios, mediante coordenação e autorização do Irã.
Araghchi afirmou que diversos países estão entrando em contato com Teerã para garantir a passagem segura de suas embarcações. Ele não mencionou quais nações.
Em resposta, o presidente Donald Trump aumentou a pressão à comunidade internacional para garantir a segurança do estreito e pediu à Otan e a Pequim que enviem navios de guerra para a região.
"É justo que aqueles que se beneficiam desse estreito ajudem a garantir que nada de ruim aconteça ali", disse ele, após prometer que a Marinha dos EUA começaria a escoltar petroleiros "muito em breve" na região. Ele ainda ameaçou haver "consequências muito ruins para o futuro da Otan" caso os países membros da aliança se recusem a cooperar.
Em publicação na Truth Social, Trump ainda escreveu que esperava que China, Japão, Coreia do Sul, França e Reino Unido contribuíssem.
- Bahia Notícias
- 16 Mar 2026
- 12:28h
Foto: Reprodução / X
Israel anunciou que a passagem de Rafah, que liga a Faixa de Gaza ao Egito, será reaberta na quarta-feira (18) para circulação limitada de pessoas. A informação foi divulgada pela Coordenação de Atividades Governamentais nos Territórios (Cogat), órgão militar israelense responsável por assuntos humanitários e civis.
A fronteira estava praticamente fechada desde maio de 2024, nos primeiros meses da guerra entre Israel e o Hamas. Em fevereiro de 2026, a passagem chegou a ser reaberta, mas voltou a ser fechada após a escalada do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel.
Em comunicado divulgado neste domingo (15), a Cogat informou que a decisão foi tomada após avaliação de segurança sobre as condições para retomar as operações no local.
Segundo o órgão, a reabertura ocorrerá com restrições e seguirá os procedimentos de segurança adotados anteriormente. A triagem e identificação dos passageiros serão realizadas nas instalações de Regavim, sob controle militar israelense.
O tráfego também será coordenado com o Egito e acompanhado por representantes da União Europeia.
A medida deve atender principalmente palestinos que precisam sair de Gaza para tratamento médico e pessoas que retornam ao território após deixar a região durante os combates.
Autoridades estimam que cerca de 100 mil pessoas tenham deixado Gaza desde o início da ofensiva, considerando apenas quem saiu pelo Egito ou por rotas autorizadas, muitas vezes com apoio de organizações humanitárias ou pagamento a intermediários.
- Por Bianca Andrade/Bahia Notícias
- 16 Mar 2026
- 10:25h
Foto: Divulgação/Bahia Notícias
O ano de 2026 parecia promissor para o Brasil na 98ª edição do Oscar, e em meio a tantas apostas dos veículos especializados em cinema, ao menos uma estatueta viria para solo brasileiro neste domingo (15).
No entanto, a previsão nublada feita pelos especialistas na última semana se confirmou, e o Brasil deixou a premiação sem um troféu para chamar de seu.
Indicado a cinco categorias, sendo quatro com apenas uma produção, o Brasil acabou sem estatuetas no Oscar 2026. "O Agente Secreto", de Kleber Mendonça Filho, perdeu na categoria Melhor Filme para "Uma Batalha Após A Outra". Na disputa de Melhor Ator, o prêmio ficou com Michael B. Jordan, enquanto o Oscar de Melhor Filme Internacional foi para o norueguês "Valor Sentimental". O longa também concorreu em Melhor Elenco, vencido por "Uma Batalha Após A Outra".
O Brasil também foi superado em Melhor Fotografia, categoria na qual o paulista Adolpho Veloso poderia levar o prêmio pelo trabalho em "Sonhos de Trem", produção da Netflix, que acabou sendo conquistada pela diretora Autumn Durald, do filme "Pecadores".
Com indicações inéditas, como a de Wagner Moura a categoria de Melhor Ator, era esperado uma estatueta para o país, especialmente após o bom ano do cinema brasileiro, conquistando mais de 50 prêmios internacionais com a produção de Kleber Mendonça Filho.
A expectativa era de que ao menos o troféu de Melhor Filme Internacional, conquistado por Ainda Estou Aqui em 2025, viesse para o país, repetindo a dose do ano passado. No entanto, o longa foi derrotado por um dos favoritos dos críticos.
SOBRE O AGENTE SECRETO
Com estreia mundial no Festival de Cannes em maio de 2025, o longa de Kleber Mendonça Filho fez história para a indústria brasileira já no seu primeiro final de semana de exibição.
A produção deu ao país o prêmio inédito de melhor interpretação masculina com Wagner Moura pelo papel como Marcelo na trama. O longa deu ainda ao diretor Kleber Mendonça Filho o troféu de melhor direção.
'O Agente Secreto' se passa em Recife, em 1977, e explora as tensões políticas da época da ditadura militar brasileira. Na produção, Moura vive Marcelo, um especialista em tecnologia, que foge de um passado misterioso e volta ao Recife em busca de paz, mas descobre que o destino escolhido não é exatamente o refúgio que procurava.
Além de Wagner Moura, destaque na produção, o filme tem no elenco Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Alice Carvalho, Italo Martins, Thomas Aquino, Udo Kier, João Vitor Silva, Hermila Guedes, Licínio Januário, Isabél Zua e mais. O longa começou a ser rodado em janeiro de 2024 e foi totalmente produzido em 16 meses.
Nos cinemas brasileiros, o longa estreou em novembro e também entrou para a história como a 5ª maior bilheteria do país desta década. Desde a estreia no Brasil, o filme soma 2,36 milhões de espectadores, ultrapassando R$ 50 milhões em arrecadação no Brasil.
- Por Nathalí Brasileiro/Bahia Notícias
- 16 Mar 2026
- 08:22h
Foto: Divulgação/Bahia Notícias
O filme "Uma Batalha Após a Outra" se manteve como favorito e saiu vencedor do Oscar 2026 na categoria de Melhor Filme, em cerimônia realizada neste domingo (15), em Los Angeles. A produção também faturou outras cinco estatuetas, se consolidando como o principal destaque da noite.
O Brasil marcou presença na premiação com cinco indicações, incluindo Wagner Moura, concorrendo a Melhor Ator por "O Agente Secreto". Apesar da expectativa, nenhuma das categorias indicadas ao país resultou em vitória.
Entre os outros destaques da noite estiveram "Pecadores", "Hamnet" e "Marty Supreme", que garantiram prêmios em diferentes categorias.
CONFIRA TODOS OS VENCEDORES:
- Melhor Filme - “Uma Batalha Após a Outra”
- Melhor Atriz - Jessie Buckley, por “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”
- Melhor Ator - Michael B. Jordan, por “Pecadores”
- Melhor Diretor - Paul Thomas Anderson, por “Uma Batalha Após a Outra”
- Melhor Canção Original - “Golden”, em “Guerreiras do K-pop”
- Melhor Filme Internacional - “Valor Sentimental”
- Melhor Fotografia - “Pecadores”
- Melhor Montagem - “Uma Batalha Após a Outra”
- Melhor Som - “F1: O Filme”
- Melhor Trilha Sonora - “Pecadores”
- Melhor Documentário em Longa-Metragem - “Um Zé Ninguém Contra Putin”
- Melhor Documentário em Curta-Metragem - “Quartos Vazios”
- Melhores Efeitos Visuais - “Avatar: Fogo e Cinzas”
- Melhor Design de Produção - “Frankenstein”
- Melhor Roteiro Original - “Pecadores”
- Melhor Roteiro Adaptado - “Uma Batalha Após a Outra”
- Melhor Ator Coadjuvante - Sean Penn, por “Uma Batalha Após a Outra”
- Melhor Curta-Metragem em Live-Action - “Os Cantores” e "Duas Pessoas Trocando Saliva" (empate)
- Melhor Elenco - “Uma Batalha Após a Outra”
- Melhor Cabelo e Maquiagem - “Frankenstein”
- Melhor Figurino - “Frankenstein”
- Melhor Curta de Animação - “A Garota que Chorava Pérolas”
- Melhor Animação - “Guerreiras do K-pop”
- Melhor Atriz Coadjuvante - Amy Madigan, por “A Hora do Mal”
- Por Thiago Tolentino/Bahia Notícias
- 15 Mar 2026
- 12:25h
Foto: Montagem: Vou de Bahêa | Rafael Ribeiro | Yuri Laurindo | Caio Falcão
A participação de jogadores nascidos no Nordeste na história das Copas do Mundo pode alcançar um novo patamar em 2026. Desde o primeiro Mundial, em 1930, até a edição de 2022, o Brasil contou com a influente participação de nomes nascidos na região para erguer suas cinco taças. Ao todo, 35 jogadores e figuras da comissão técnica somam 60 participações em listas oficiais de convocação.
O maior símbolo dessa hegemonia é o alagoano Mário Jorge Lobo Zagallo. Sozinho, ele é responsável por 7 convocações em diferentes funções, sendo o único a participar de quatro títulos mundiais. Em seguida, estão outros nomes como Daniel Alves (3 convocações), Bebeto (3 convocações) e o goleiro Dida (3 convocações).
O Nordeste também é protagonista nos momentos de glória da Amarelinha. Entre os ícones estão Vavá e o já citado Zagallo, bicampeões em 1958 e 1962, e o volante Clodoaldo, peça fundamental no Tri de 1970. Nas décadas seguintes, a região manteve sua tradição de revelar campeões mundiais, como Bebeto e Mazinho, em 1994, além de Rivaldo, Dida, Vampeta e Junior Nagata na conquista do Penta em 2002.
Ao longo das décadas, a região nordestina formou nove campeões mundiais como jogadores, além de contar com o auxílio em comissões técnicas vencedoras:
- 1958 e 1962: Vavá (PE), Zagallo (AL), Zózimo (BA) e Dida (AL, atacante);
- 1970: Clodoaldo (SE) e Zagallo (AL, técnico);
- 1994: Bebeto (BA), Aldair (BA), Ricardo Rocha (PE), Mazinho (PB) e Zagallo (AL, coordenador);
- 2002: Rivaldo (PE), Dida (BA, goleiro), Vampeta (BA), Edílson (BA) e Júnior Nagata (BA);
Para a Copa do Mundo FIFA de 2026, o radar da Seleção Brasileira conta com um forte contingente da região. Atletas como o zagueiro Bremer (Itapitanga-BA), da Juventus, o meia Joelinton (Aliança-PE), do Newcastle, os laterais Douglas Santos (João Pessoa-PB), do Zenit, e Luciano Juba (Serra Talhada - PE), do Bahia, e os atacantes Matheus Cunha (João Pessoa-PB), do Manchester United, e Kaio Jorge (Olinda-PE), do Cruzeiro, aparecem como candidatos.
Se este grupo for confirmado, a representatividade nordestina no histórico de nomes únicos saltará de 35 para 40, consolidando cerca de 10,5% da história total de convocados do Brasil. Vale lembrar que Bremer já disputou a Copa de 2022 e não foi contabilizado.
O recorde da região em uma única edição permanece com o Mundial de 1998, quando cinco nomes integraram a delegação: Aldair, Bebeto, Júnior Baiano, Dida (goleiro) e o Velho Lobo Zagallo comandando o banco de reservas.
No recorte por estado, a Bahia aparece como a unidade federativa com maior número de atletas convocados para Mundiais ao longo da história
Confira a Lista dos 35 Nordestinos Convocados para as Copas do Mundo, entre 1930 e 2022:
BAHIA (15 NOMES)
- Zózimo (1958, 1962) – Salvador
- Maneca (1950) – Salvador
- Zequinha (1962) – Salvador
- Luís Pereira (1974) – Juazeiro
- Toninho Baiano (1978) – Vera Cruz
- Aldair (1990, 1994, 1998) – Ilhéus
- Bebeto (1990, 1994, 1998) – Salvador
- Júnior Baiano (1998) – Feira de Santana
- Dida (Goleiro) (1998, 2002, 2006) – Irará
- Vampeta (2002) – Nazaré
- Edílson (2002) – Salvador
- Júnior Nagata (Lateral) (2002) – Santo Antônio de Jesus
- Daniel Alves (2010, 2014, 2022) – Juazeiro
- Dante (2014) – Salvador
- Bremer (2022) – Itapitanga
PERNAMBUCO (11 NOMES)
- Armandinho (1934) – Recife
- Ademir de Menezes (1950) – Recife
- Vavá (1954, 1958, 1962) – Recife
- Rildo (1966) – Recife
- Ricardo Rocha (1990, 1994) – Recife
- Rivaldo (1998, 2002) – Paulista
- Juninho Pernambucano (2006) – Recife
- Josué (2010) – Vitória de Santo Antão
- Hernanes (2014) – Recife
- Santos (1966) – Recife
- Tati (1934) – Recife
PARAÍBA (4 NOMES)
- Índio (1954) – Cabedelo
- Júnior (Meio-campo) (1982, 1986) – João Pessoa
- Mazinho (1990, 1994) – Santa Rita
- Hulk (2014) – Campina Grande
ALAGOAS (4 NOMES)
- Zagallo (Jogador: 58/62 | Técnico: 70/74/98 | Coordenador: 94/06) – Atalaia
- Dida (Atacante) (1958) – Maceió
- Mirandinha (1974) – Chã Preta
- Roberto Firmino (2018) – Maceió
SERGIPE (1 NOME)
- Clodoaldo (1970) – Itabaiana
- Por Victor Hernandes/Bahia Notícias
- 15 Mar 2026
- 10:46h
Foto: Imagem Ilustrativa. Yasmim Marinho / Sesab
Ferramenta criada para democratizar o acesso da população a serviços e atendimentos de saúde, a Regulação de pacientes na Bahia se tornou um dos assuntos mais debatidos no setor do estado. O sistema, criado para administrar vagas hospitalares e demandas relacionadas a internação, atendimentos e procedimentos de pacientes dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), utiliza diferentes critérios internacionalmente determinados.
O instrumento surgiu por conta da ausência de um meio para organizar, gerir e destinar os pacientes às unidades de saúde. Anteriormente, pessoas que precisavam passar por algum tipo de cirurgia, atendimento especial ou tratamento em determinados hospitais, precisavam rodar e “bater de porta em porta”, em ambulâncias ou pessoalmente, para encontrar uma vaga. No entanto, muitas vezes, esses enfermos encontravam vagas somente em unidades de saúde que não correspondiam ao perfil do tipo de atendimento necessário para a sua demanda.
Depois do surgimento da regulação, as demandas desses pacientes passam por diferentes análises, critérios e avaliações para identificar quais pacientes precisam de atendimento prioritário. De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), os casos dessas pessoas são avaliadas conforme a “gravidade clínica, potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento”.
A pasta ainda explica que os equipamentos hospitalares seguem protocolos internacionais, a exemplo do Protocolo de Manchester, no qual classifica o paciente como Emergência (Vermelho), Muito Urgente (Laranja), Urgente (Amarelo), Pouco Urgente (Verde) e Não Urgente (Azul), para definir quando, como e para onde esses pacientes vão.
Diante da complexidade e para um melhor entendimento sobre a regulação baiana, a reportagem procurou um dos responsáveis pela implantação de regulação na Bahia, o médico Paulo de Tarso, com o objetivo de entender melhor como funciona a ferramenta e a sua história no estado.
Ao BN, o intensivista em pediatria revelou que o modelo de regulação baiana foi iniciado em 2003, em uma quinta-feira de Carnaval de Salvador. Sua participação ativa foi iniciada no processo, após demanda do gabinete do secretário da Saúde da época, que determinou um prazo para montar a Central Estadual de Regulação.
O procedimento foi iniciado como um plano piloto regulando apenas o serviço de emergência hospitalar e algumas emergências de pronto atendimento.
“Era um modelo de um projeto que foi se ampliando. Começamos com o Hospital Geral do Estado, Hospital Ernesto Simões, na época, o Hospital São Jorge, as unidades de emergência de Cajazeiras 8 e a unidade de emergência de São Caetano. Tínhamos hospitais onde a gente poderia encaminhar os pacientes, que era o Hospital Martagão Gesteira, o Hospital Santo Antônio, o Hospital Carvalho Luz. Posteriormente foi ampliado para o Hospital Espanhol, Português e Santa Isabel. Encaminhamos pacientes dessas emergências para esses leitos que eram cativos exclusivos da central de regulação”, explicou De Tarso.
O coordenador de urgência e emergência do Ministério da Saúde daquela época disse que a plataforma na Bahia ocorreu em meio ao desenvolvimento da regulação no Brasil, que se iniciou na década de 90 com a implantação do serviço de pré-hospitalar móvel. O sistema inicialmente era atendido por bombeiros e com participação de um médico, sendo focado apenas em casos que envolvessem trauma.
“O modelo evoluiu para a regulação de interunidades, onde uma central médica regulava pacientes já em serviços de saúde que necessitam ser transferidos para outro serviço de urgência mais adequado. Criamos ainda um outro modelo regulatório, uma outra central que regulava um paciente que está em um serviço de saúde, mas que a rede estadual não conseguia conciliar. Ele ligava para uma central que também tinha um médico que via o que o paciente tinha e avaliava qual outro serviço de saúde poderia resolver esse problema”, contou.
O professor de medicina afirmou que, posteriormente, o sistema foi expandido para regular hospitalizações, começando especificamente com pacientes em emergências com AIDS grave que precisavam de leitos, durante um boom de casos na época. Este procedimento regulatório foi se consolidando e ganhando corpo em todo o país.
“Fizemos isso também para a internação. Na época, nós fizemos isso com pacientes que estavam nas emergências com essa patologia grave, que era a AIDS, e que precisavam de um leito. Então, começamos a fazer a regulação deles. Esse modelo foi tomando um corpo em vários lugares do Brasil”, apontou.
Foto: Divulgação Sesab
TIPOS DE REGULAÇÃO
Outros tipos de regulação também foram surgindo e fazendo parte do sistema, a exemplo de procedimentos ambulatoriais (consultas e exames). O diretor de gestão explanou que, com isso, se firmaram as três grandes centrais de regulação constituídas baseadas na realidade local:
- Urgências
- Internação Hospitalar
- Ambulatorial
No entanto, mesmo com essa divisão, a estrutura da central de regulação é a mesma em todos os lugares do país, onde consiste uma sala com auxiliares e reguladores. A diferença entre as regulações está na tecnologia utilizada, que pode ser através de rede telefônica ou software para gerenciar o fluxo de solicitações.
“O cerne da regulação é o mesmo. É um espaço onde chega uma solicitação de um usuário do SUS, que ele tem uma necessidade urgente, ou uma internação, ou um procedimento ambulatorial para fazer. E ele fica quieto onde ele está, na casa dele e tal. E essa equipe que está na central de urgência, central de leito, central ambulatorial, que vai procurar esse recurso na rede e dar a resposta para ele. Então, é assim que funciona esse modelo de regulação".
Já o funcionamento básico envolve uma equipe central que recebe a solicitação do usuário do SUS e procura o recurso necessário na rede para gerar a resposta.
PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS
O especialista ainda comentou também acerca dos pontos considerados e positivos na atual regulação encontrada. Para ele, o bom funcionamento de qualquer regulação depende da demanda do usuário e da suficiência de recursos disponíveis na rede assistencial.
“Toda regulação em qualquer lugar desse país, ela vai funcionar melhor ou pior de acordo com a demanda que vem do usuário e se existe recurso suficiente. O que informa para uma central de regulação conseguir o recurso é que ela tem nessa rede assistencial preparada de acordo com a necessidade. A pandemia foi um exemplo de como a regulação deu certo, pois todos os setores avisaram sobre a necessidade de ampliação”, observou.
“A regulação na Bahia como em qualquer lugar é extremamente positiva, porque a partir da sua implantação, o paciente não precisa andar mais. O que anda é a informação do que o paciente precisa, e essa equipe que está nessa central, vai buscar o recurso na rede assistencial. O que tem de negativo é que, muitas vezes, a população tem uma necessidade e não tem uma rede assistencial adequada para atender. A gestão não está dando suporte para a central de regulação do acesso a ter os recursos necessários de acordo com a necessidade da população. [...] O modelo funciona, o que acontece é que ele não consegue ser operacionalizado”, concluiu.
Foto: Divulgação Prefeitura de Mucuri
- Por Isadora Albernaz | Folhapress
- 15 Mar 2026
- 08:43h
Foto: Lula Marques / Agência Brasil
O médico Claudio Birolini afirmou na noite desta sexta-feira (13) que, apesar de apresentar estabilidade, o quadro de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) com broncopneumonia bacteriana nos dois pulmões, é "extremamente grave".
Segundo o cardiologista, o risco de pneumonia aspirativa, causada pelos refluxos que Bolsonaro enfrenta desde a facada que levou durante a campanha presidencial em 2018, havia sido informado em relatórios enviados ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.
"Uma pneumonia aspirativa pode fazer com que a pessoa evolua com uma insuficiência respiratória, e se você não intervir, [pode fazer com que ela] morra. A gente está lidando com uma situação extremamente grave. No momento, a questão do presidente Jair Bolsonaro é estável, mas o risco de um evento potencialmente mortal, mais uma vez, surge nessas circunstâncias", declarou Birolini.
Bolsonaro deve permanecer internado por, no mínimo, sete dias. "É daí para frente", disse o também cardiologista Leandro Echenique a jornalistas no hospital DF Star.
Echenique afirmou que a saúde de Jair Bolsonaro, que completa 71 anos em 21 de março, "vem deteriorando aos poucos" desde a facada e piorou após a prisão na Superintendência da PF (Polícia Federal) e a transferência para a Papudinha.
"O próprio número de internações dele reflete isso. Anteriormente, era uma internação por ano. Teve ano que ele foi internado duas vezes. Estamos falando que, desde abril do ano passado até agora, é a sexta vez que ele está aqui conosco no hospital. O número de intercorrências está aumentando momento a momento", declarou.
O médico Brasil Caiado também afirmou que "determinados ambientes são mais negativos para ele [Bolsonaro], do ponto de vista de desencadeamento de doença ou a própria complicação". O argumento é usado pela defesa para pedir que Moraes conceda a prisão domiciliar, o que já foi negado pelo ministro.
A saída da UTI de Bolsonaro dependerá, segundo os médicos, da resposta ao tratamento, que pode ser reiniciado por ajustes na medicação. O ex-presidente está tomando dois antibióticos administrados na veia. Ele está consciente, consegue conversar e realiza fisioterapia. Não houve necessidade de intubação.
"Realmente foi uma pneumonia mais grave do que as duas anteriores que ele teve no segundo semestre do ano passado. Ele vai permanecer na UTI, e a gente não tem prazo ainda para alta da UTI. Ele vai ficar o tempo que for necessário para restabelecer os pulmões, para restabelecer a saúde", disse Echenique.
Segundo ele, o quadro de soluços do ex-presidente já foi tratado de todas as formas possíveis e, apesar de apresentar melhoras parciais, as crises voltam –o pode levar a novos casos de pneumonia.
"Essas crises de soluço acabam induzindo o reflexo do vômito. Quando o soluço fica muito intenso, ele acaba vomitando de forma reflexa. Toda vez que ele vomita, mesmo que de forma reflexa, isso pode resultar em broncoaspiração, que é a aspiração desse conteúdo do vômito para o pulmão e isso causa essas pneumonias aspirativas."
O boletim médico divulgado pelo DF Star no início da tarde desta sexta informou que Bolsonaro apresentou febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios.
Segundo a Polícia Militar do DF, ele teve um mal-estar súbito na madrugada em sua cela na Papudinha e precisou ser atendido pela equipe médica de plantão, que entendeu ser necessária a transferência imediata para o hospital.
O ex-presidente chegou à unidade de saúde com suporte de oxigênio nasal e foi submetido a tomografia e a exames laboratoriais.
Moraes autorizou que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro permaneça como acompanhante durante a internação e liberou visitas dos filhos: o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Carlos, Jair Renan (PL-SC) e Laura. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) está nos EUA.
Em 1º de janeiro, Jair Bolsonaro teve alta após fazer uma cirurgia de hérnia. À época, Moraes negou pedido da defesa pela prisão domiciliar.
Bolsonaro foi condenado por liderar uma trama golpista depois da derrota nas eleições de 2022. Ele foi preso na sede da PF em 22 de novembro, após ter tentado violar a tornozeleira eletrônica. Antes disso, estava preso em sua residência, em um condomínio no Jardim Botânico, em Brasília.
A transferência para a Papudinha ocorreu em janeiro. Em março, a defesa de Bolsonaro fez um novo pedido de domiciliar, que também foi negado por Moraes. A decisão do ministro foi referendada depois pela Primeira Turma do STF.
Na avaliação da defesa, a permanência de Bolsonaro na prisão é arriscada para a saúde do ex-presidente, "seja pela limitação estrutural inerente ao cárcere, seja pela dependência de arranjos contingentes e de difícil manutenção no tempo".
Moraes mencionou "a total adequação do ambiente prisional às necessidades médicas do apenado, com absoluto respeito à sua saúde e à dignidade da pessoa humana". Também citou o episódio em que Bolsonaro tentou romper a tornozeleira eletrônica.
- Bahia Notícias
- 14 Mar 2026
- 12:39h
Foto: Reprodução/Bahia Notícias
Um ataque israelense atingiu um centro de saúde no sul do Líbano e matou pelo menos 12 profissionais da área neste sábado (14). A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde libanês.
Segundo a pasta, o bombardeio ocorreu na cidade de Borj Qalaouiye e atingiu um centro de atenção primária. Entre as vítimas estão médicos, enfermeiros e paramédicos. Até o momento, Israel não comentou o ataque.
Em nota, o ministério afirmou que “lamenta a morte dos profissionais de saúde em Burj Qalawiya, vítimas de um ataque aéreo israelense que teve como alvo o centro de saúde primária da cidade”.
Na sexta-feira (13), o órgão informou que 773 pessoas já morreram desde que Israel ampliou a ofensiva para o território libanês. O número de feridos chegou a 1.933.
Entre as vítimas, o total de crianças mortas subiu de 98 para 103, enquanto o número de crianças feridas passou de 304 para 326.
- Bahia Notícias
- 14 Mar 2026
- 10:37h
Foto: Agência Brasil
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) disse que o reajuste do diesel, anunciado nesta sexta-feira (13) pela Petrobras, mostra “graves limitações na estrutura do mercado de abastecimento no Brasil”.
A venda de refinarias e a privatização da BR Distribuidora, em 2019, seriam exemplos dessas limitações, segundo a entidade. A FUP defende que a Petrobras amplie o parque nacional de refino e fortaleça a presença em toda a cadeia do setor, o que inclui distribuição e comercialização.
“Uma Petrobras integrada amplia a segurança do abastecimento, reduz a vulnerabilidade do país às oscilações externas e contribui para maior estabilidade na formação dos preços dos combustíveis no mercado doméstico”, diz trecho da nota divulgado pela Agência Brasil.
O valor do diesel vendido às distribuidoras será reajustado em R$ 0,38 por litro a partir de sábado (14). Em comunicado, a estatal explica que o preço médio do diesel praticado pela companhia para as distribuidoras aumentará para R$ 3,65 por litro, e a participação da Petrobras no preço do diesel B será, em média, de R$ 3,10.
- Por Ricardo Della Coletta | Folhapress
- 14 Mar 2026
- 08:34h
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
O governo do presidente Lula (PT) avalia que a eventual designação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas por Donald Trump deixaria empresas brasileiras e o sistema financeiro nacional expostos a medidas unilaterais dos Estados Unidos.
O enquadramento de uma organização como terrorista é um ato administrativo do governo americano e não requer autorização judicial, o que dá ampla discricionariedade de atuação para a administração republicana. Há ainda a possibilidade de aplicação extraterritorial -quando a jurisdição alcança áreas fora do território dos EUA.
A reportagem conversou com diferentes integrantes da gestão Lula sobre as consequências do enquadramento por Trump de facções como organizações terroristas estrangeiras (as Foreign Terrorist Organizations, conforme a legislação americana as define).
Uma das principais preocupações é que as leis antiterrorismo dos EUA preveem punições não apenas para as facções, mas também para pessoas e instituições financeiras que possuam ou tenham conhecimento de fundos relacionados a essas organizações.
Para o governo Lula, isso abre brecha para que entidades que possam ter vínculos indiretos -ou mesmo que não tenham conhecimento da atividade criminosa- sejam afetadas.
Um integrante do governo cita o receio de que instituições financeiras que eventualmente tenham movimentado recursos ligados às facções, mesmo sem que esteja comprovado que tinham conhecimento da origem dos fundos, possam entrar na mira de sanções americanas.
Nesse cenário, há ainda a possibilidade de que todo o custo de operação do mercado financeiro aumente, uma vez que as empresas redobrariam os esforços de compliance para evitar qualquer risco de vinculação.
No domingo (8), o portal UOL revelou que o governo Donald Trump deve designar o PCC e o CV como organizações terroristas, em um movimento que gerou forte preocupação no governo Lula.
O Planalto agiu para tentar convencer os americanos a postergar a decisão, ao menos até um encontro previsto entre Lula e Trump, ainda sem data para ocorrer.
Uma das frentes de atuação do governo tem sido afirmar que a eventual designação das entidades como terroristas pode prejudicar outros aspectos da relação bilateral.
De acordo com membros dos governos Lula e Trump, ouvidos pela reportagem sob condição de anonimato, a linha de argumentação é a de que a inclusão das facções na lista de organizações terroristas teria efeitos inesperados para o Brasil, o que poderia se refletir negativamente em outras áreas da cooperação com os americanos.
Assessores de Lula que acompanham o tema falam em diversos riscos na mudança de classificação, entre eles o potencial de afetar a economia e a competitividade do Brasil no cenário internacional.
O cenário da relação bilateral com os EUA ficou ainda mais incerto para o Brasil diante da escalada das tensões com a decisão de Lula de vetar o ingresso de um conselheiro de Trump no país.
Assessor do Departamento de Estado, Darren Beattie viria ao Brasil na próxima semana e queria se encontrar com o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso na Papudinha no âmbito de um processo por tentativa de golpe de Estado.
O ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores) disse ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o encontro não estava entre as razões alegadas pelos EUA para a agenda no Brasil. Para Vieira, a reunião com Bolsonaro poderia configurar ingerência em ano eleitoral.
Lula então determinou a revogação do visto do americano até que Trump permitisse a entrada do ministro Alexandre Padilha (Saúde) nos EUA. Padilha está sancionado pelo Departamento de Estado por envolvimento na criação do programa Mais Médicos.
A decisão de Lula de revogar o visto de Beattie pegou integrantes da gestão americana de surpresa. Auxiliares de Trump no Departamento de Estado esperam uma reação por parte dos EUA, mas ainda não está claro qual será.
Apesar de ter reagido ao que vê como ingerência, Lula ainda quer manter os canais com Trump e não desistiu de ter uma reunião com o americano nos EUA inclusive para debater a questão ligada ao PCC e CV. Ainda não há, porém, uma data marcada, a expectativa é que fique para abril.
- Por Edu Mota, de Brasília - Via Bahia Notícias
- 13 Mar 2026
- 18:40h
Foto: Reprodução Redes Sociais
Em uma entrevista coletiva no Hospital DF Star, em Brasília, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que o pai foi internado nesta sexta-feira (13) com o quadro mais grave já registrado desde que passou a enfrentar complicações respiratórias. Flávio disse à imprensa que nunca seu pai havia mostrado um quadro com “tanto líquido no pulmão”.
De acordo com relatório do DF Star enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), há suspeita de broncopneumonia aguda. A condição é um tipo de infecção pulmonar que atinge bronquíolos e alvéolos.
“Os médicos disseram que dessa vez foi a pior vez que ele se internou aqui com relação à quantidade de líquido que tinha no pulmão dele. Nunca o pulmão dele encheu de tanto líquido”, afirmou Flávio em coletiva de imprensa.
Segundo o candidato a presidente, o acúmulo de líquido ocorrido em razão de broncoaspiração, quando substâncias do estômago acabam indo para o pulmão, é condição que representa um risco elevado de infecção.
“Isso é perigosíssimo. Pode se alastrar para uma grande infecção. Graças a Deus ele chegou rápido ao hospital”, disse.
Na entrevista, o candidato a presidente aproveitou para criticar a manutenção da prisão de Jair Bolsonaro e voltou a defender a concessão de prisão domiciliar humanitária pelo Supremo Tribunal Federal.
Flávio argumenta que, em casa, o ex-presidente poderia ter acompanhamento permanente da família e de profissionais de saúde, o que, segundo ele, ajudaria a evitar a piora do quadro clínico.
“Está mais uma vez comprovado que onde ele está a tendência é que vá piorando o quadro de saúde dele. Estão brincando com a vida do meu pai. Não dá mais para tratar isso como frescura ou paranóia de que ele pode fugir”, afirmou o senador.
- Por Nicola Pamplona | Folhapress
- 13 Mar 2026
- 16:33h
Foto: Reprodução
A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (13) aumento de R$ 0,38 por litro no preço do diesel vendido em suas refinarias. A alta foi anunciada um dia depois anúncio de pacote do governo federal para enfrentar a escalada das cotações internacionais do petróleo após o início da guerra no Irã.
O aumento é superior aos R$ 0,32 por litro de isenção de PIS/Cofins anunciados pelo governo. Segundo a Petrobras, o diesel sairá de suas refinarias a partir deste sábado a R$ 3,65 por litro.
Na abertura do mercado desta sexta, o litro do diesel nas refinarias da estatal custava R$ 2,34 abaixo da paridade de importação calculada pela Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis).
As medidas do governo para enfrentar a crise foram anunciadas em meio a pressões do agronegócio e do setor de transporte, que já sentem os efeitos da guerra sobre seus custos —distriubidoras e importadores privados estão repassando a alta do preço e o diesel já subiu 7% em março.
Em ofício ao governo, a Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores) ameaçou convocar greve dos caminhoneiros. A entidade reclamava de "inércia" e relação à emergência e pedia isenção de impostos e do pagamento de pedágio até o fim da crise.
A Anatrip (Associação Nacional das Empresas de Transporte Rodoviário Interestadual Semiurbano de Passageiros) foi à ANTT (Agência Naccional de Transportes Terrestres) pedir reequilíbrio econômico-financeiro das tarifas para ajustá-las à alta de custos.
Em outra frente, distribuidoras de médio porte e importadores vinham alertando para risco de falta do produto diante da elevada defasagem praticada pela Petrobras. As empresas estavam evitando trazer diesel a preços muito maiores do que os da estatal.
- Brumado Urgente
- 13 Mar 2026
- 14:31h
Foto: Divulgação
Organizadores confirmam contratação de um dos trios mais modernos da Bahia para evento; "Fomos buscar um trio à altura do que o povo de Deus merece", afirmam em comunicado oficial.
Foi anunciado oficialmente, com grande entusiasmo pelos organizadores, o trio Jos que conduzirá a próxima caminhada pra Jesus 2026 dia 11 de abril. A novidade promete trazer ainda mais brilho e emoção ao tradicional evento, que reúne o povo de Deus em louvor a Jesus.
Em comunicado, a equipe responsável pelo evento destacou o cuidado e a dedicação em oferecer uma estrutura de excelência aos participantes. “Buscamos um trio à altura do que o povo de Deus merece, para que o nome do Senhor continue sendo glorificado através de nossas vidas”, afirmaram os organizadores.
Acreditando que “o homem sonha e Deus realiza”, a diretoria do evento confirmou a chegada de um dos trios mais modernos do estado da Bahia. A expectativa é que o novo equipamento proporcione uma experiência única de adoração e comunhão durante o percurso.
O convite já está feito: “Vem caminhar pra Jesus conosco!”. Toda região aguarda ansiosamente pelo dia do evento, que promete ser um dos melhores.
- Bahia Notícias
- 13 Mar 2026
- 12:29h
Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados
No dia 4 de dezembro, o União Brasil, presidido por Antonio Rueda, e o Progressistas (PP), liderado pelo senador Ciro Nogueira, protocolaram no Tribunal Superior Eleitoral o pedido de registro da federação entre os dois partidos, batizada de União Progressista.
Para poder disputar as eleições deste ano, a associação entre as siglas precisa ser aprovada pelo tribunal até seis meses antes do pleito, prazo que expira em 23 dias.
O processo foi distribuído para a ministra Estela Aranha. Há duas semanas, a relatora determinou que a Procuradoria-Geral Eleitoral se manifestasse sobre o registro para que a ação pudesse ser concluída, mas o Ministério Público ainda não apresentou parecer.
Até o momento, o TSE já aprovou quatro federações partidárias: Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), PSDB-Cidadania, PSOL-Rede e Renovação Solidária (Solidariedade e PRD).