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Manifestantes em Feira de Santana caminharam pela avenida Getúlio Vargas | Ed Santos | Acorda Cidade
Além dos protestos na capital baiana, milhares de pessoas do interior do estado também foram à ruas na tarde deste domingo, 15, para se manifestar contra a corrupção e o governo Dilma. Em Feira de Santana, a 109 km de Salvador, os manifestantes realizaram uma caminhada pela avenida Getúlio Vargas após a concentração em frente à prefeitura, por volta das 15h.Em Vitória da Conquista, no Sudoeste baiano, o movimento foi realizado durante a manhã, por volta de 9h30, com saída de cerca de três mil pessoas da Praça Guadalajara. Além de participantes ligados a movimento políticos, a passeata também teve adesão de médicos e advogados e reuniu ainda pessoas de diferentes faixas etárias. Em Brumado, segundo informações colhidas na noite deste domingo e na manhã de hoje (16) não houve nenhuma manifestação de massa, somente algumas no âmbito indivudual. O movimento estava marcado para acontecer, mas como alguns grupos políticos locais quiseram desvirtuar o movimento para que o mesmo ganhasse contornos de protestos locais contra a gestão municipal, a mobilização acabou não acontecendo.
(Imagem Ilustrativa)
Um homem de 43 anos foi preso suspeito de estuprar a filha de 15 anos no município de Entre Rios, localizado a 140 quilômetros de Salvador. De acordo com a Polícia Civil, a menina está grávida do pai e era abusada desde os 12 anos de idade. O homem foi preso na sexta-feira (13) após ser denunciado pela mãe da menina ao Conselho Tutelar e à delegacia. Ele foi detido na casa onde mora com a esposa e a filha, na Fazenda Jatobá, no povoado Calçada Nova, zona rural da cidade. De acordo com a delegacia, a adolescente está grávida de 17 semanas. A mãe disse à polícia que a filha nunca namorou e nem teve relações sexuais com outro homem. O último abuso sexual sofrido pela vítima teria ocorrido no dia 15 de fevereiro desse ano, durante o velório do avô da jovem. A mãe da vítima relatou ainda que, além de abuso sexual, a jovem também sofria violência psicológica. De acordo com a delegacia da cidade, a mãe ainda contou que o pai sempre foi muito violento com a adolescente e ainda chegou a ameaçá-la de morte caso o denunciasse à polícia. O suspeito teve a prisão preventiva decretada pela comarca judicial de Entre Rios. Em depoimento, segundo a polícia, o pai da adolescente negou as acusações e disse que a filha teria inventado a história pelo fato de estar grávida e por medo da reação dele. O homem foi encaminhado para o presídio no sábado (14). (G1)
(Foto: Agência Brasil)
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o da Secretaria-Geral da presidência, Miguel Rosseto, se pronunciaram na noite deste domingo, 15, sobre as manifestações realizadas em todos o país contra a corrupção e o governo de Dilma Rousseff. O pronunciamento ocorreu durante uma coletiva de imprensa realizada em Brasília, por volta de 19h. Primeiro a falar com a imprensa, José Eduardo Cardozo ressaltou que os protestos foram realizados "dentro da ordem democrática e dos padrões de legalidades, com o mais absoluto respeito às autoridades".Com base nesta afirmação, o ministro enfatizou que o Brasil vive a democracia, admitindo a divergência e a existência de opiniões contrárias, e está "muito longe de qualquer alternativa golpista" "É o desejo de todos os brasileiros o combate à corrupção e impunidade. É necessário dar continuidade permanente a estas investigações, punir quem tem que ser punido e adotar mecanismos que possam tornar o estado mais capacitado para evitar que estas situações ocorram e, caso elas ocorram, possam ser objeto de apurações rigorosas".
- Brumado Urgente
- 16 Mar 2015
- 07:09h
(Fotocomposição: Brumado Urgente)
A ousadia dos bandidos em Brumado se mostra cada vez maior, não somente nos assaltos, mas também em outros tipos de ações como os arrombamentos a estabelecimentos comerciais. Na tarde deste domingo (15), um proprietário de uma das maiores e mais antigas lojas de material de construção da cidade, que fica localizada na Av. Antônio Mourão Guimarães, foi comunicado que seu estabelecimento comercial foi arrombado por vários meliantes que levaram o cofre contendo, segundo informações não confirmadas, com cerca de R$ 160 mil em cheques, R$ 3 mil em moedas e R$ 23 mil em espécie. A ousadia dos bandidos foi estampada nas paredes da loja em forma de pichação, onde eles escreveram “Nois Precisa”. A Polícia investiga o caso e já tem pistas dos autores do arrombamento.
Dilma espera o fim dos protestos para fazer uma avaliação mais completa do cenário políticoDilma espera o fim dos protestos para fazer uma avaliação mais completa do cenário político | Foto: Reproduçã
A presidente Dilma Rousseff deve se reunir no fim do dia com ministros que integram a equipe da coordenação política do governo para fazer uma avaliação sobre os protestos deste domingo, 15. Oficialmente, o governo ainda não se manifestou sobre os protestos que ocorrem em diversas cidades do País e reúnem milhares de pessoas. O governo espera a manifestação que ocorrerá em São Paulo para fazer uma avaliação mais completa do cenário político. O Estado e a capital paulista são considerados pelo governo o maior reduto anti-PT no País.
(Foto: Reprodução/iBahia)
As ruas da Barra amanheceram cobertas de verde e amarelo neste domingo (15). Centenas de pessoas estão concentradas na frente do Farol da Barra, em Salvador, para protestar contra a corrupção e contra a gestão do governo Dilma. Com cartazes escritos "Fora Dilma" e "Fora PT", os manifestantes gritam palavras de ordem. O grupo pretende caminhar até a região do Cristo, também no bairro da Barra. De acordo com informações da Superintendência de Trânsito e Transportes de Salvador (Transalvador), o trânsito será modificado na região e há um desvio na avenida Oceânica, na altura do Clube Espanhol, até depois do Cristo. Segundo informações da 11ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Barra), cerca de 110 policiais militares irão acompanhar a caminhada. A polícia informou também que dois homens encapuzados e com material líquido inflamável foram apreendidos e estão na delegacia. Os atos de manifestação pacífica, que pedem o impeachment da presidente, foram organizados de forma nacional e já tomam conta das ruas do Distrito Federal e de outros 15 estados brasileiros neste domingo (15), além de se estenderem para cidades no exterior, como Londres (Inglaterra), Nova York (Estados Unidos), Sidney (Austrália) e Lisboa (Portugal).
Eliana Perazzo comemora a vitória sobre a dor crônica. (Foto: Robson Mendes/CORREIO)
Desde a primeira menstruação, Eliana Perazzo, 55 anos, sentia dores nos braços, pescoço e costas. Com o passar dos anos e depois de se tornar bancária, o incômodo só piorou. Junto com as dores musculares, chegaram também muita dor de cabeça e a perda de qualidade de vida. “Despertava de madrugada por causa das dores, principalmente depois que precisei sair do interior e vir para Salvador com três filhos pequenos, longe da família e sem ter um imóvel onde morar”, contou ela. A situação chegou a tal ponto que analgésicos, fisioterapia e acupuntura não resolviam e a saída foi apelar para o bloqueio da dor com anestésicos específicos. “Sofri muito antes de encontrar formas de lidar com a dor e a angústia que ela causa, conhecer o problema e trabalhar com ele permite viver melhor”, ensina. Eliana integra o grupo de um terço da população mundial que sofre com a chamada dor crônica. Segundo as definições da Associação Internacional dos Estudos da Dor, a sensação corresponde a uma experiência física e ou emocional desagradável, geralmente a uma lesão real ou potencial dos tecidos. A dor pode ser aguda e crônica. A aguda é rápida, pode durar segundos, dias ou semanas, é tratada como um sintoma, um alerta que surge depois de queimaduras, infecção, inflamação, traumas, cirurgias. A dor crônica ou persistente pode durar meses ou anos. Viver com dor não é apenas incômodo, ela impacta diretamente no bem-estar social e emocional do indivíduo, que pode terminar isolado, ansioso ou deprimido, além de afetar a produtividade no trabalho, o apetite e o sono.
(Foto: Reprodução/Facebook)
É uma guerra. Jovens rapazes usando verde e preto marcham e fazem saudações militares. Do alto de um tablado, o comandante pergunta: "Gladiadores, o que é que vocês querem?". A resposta vem, em uníssono, num coral de vozes: "Altar, altar, altar!". Não é uma guerra. Não estamos na Síria, nem no Iraque. A cena se passa entre as paredes de um templo - que pode ser o Templo de Salomão, em São Paulo, ou qualquer sede da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd). O comandante da tropa não tem nada que lembre uma patente militar... Pelo contrário. Sua autoridade é, no máximo, religiosa. E ele atende por "bispo" ou "pastor". Os soldados também recebem outro nome: são os Gladiadores do Altar (GA). Membros da Iurd, os gladiadores são participantes de um novo projeto da instituição, que começou em janeiro deste ano e, segundo a igreja, tenta ajudar rapazes que querem fazer trabalho missionário. Se você nunca ouviu falar deles, talvez queira dar uma olhada em alguns vídeos que caíram na internet nas últimas duas semanas. Foi bem aí que os gladiadores saíram do interior da igreja para dar o ar da graça no noticiário nacional. A apresentação de um grupo de GA em Fortaleza, no Ceará, foi o estopim para o frisson. Nas redes sociais, só se falava disso. Teve até político se pronunciando. O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) classificou as imagens como "chocantes" e disse que o fundamentalismo cristão ameaça liberdades individuais. "Não é por que tem a palavra 'cristão' na expressão que o fundamentalismo cristão deixa de ser perigoso e não fará o que já faz o fundamentalismo islâmico", postou, no Instagram. Em Salvador, a Casa de Oxumarê divulgou uma carta aberta pedindo que as autoridades brasileiras investiguem os GA. "Caso seja constatada a incitação ao ódio e à violência física, psicológica e moral, pedimos que seja minucioso e criterioso na aplicação da lei", diz o texto.
- Brumado Urgente
- 15 Mar 2015
- 09:30h
(Foto: BrumadoUrgente)
Na tarde deste sábado, dia 14, uma carreta carregada de postes acabou tombando na linha férrea do anel viário da BR-030. Segundo informações colhidas no local o motorista tinha acabado de carregar a carreta e voltava para a sua residência, mas, no momento em que passou pela curva do anel viário em velocidade normal, os postes que não estavam presos devidamente acabaram indo para o outro lado fazendo a carreta tombar. A Polícia Rodoviária Estadual chegou logo ao local e controlou o tráfego, juntamente com o pessoal da cooperativa dos caminhoneiros e funcionários da linha férrea. O motorista teve apenas o susto e o prejuízo do veículo e nem precisou ser hospitalizado.
Manifestantes protestam na Joana Angélica, em 2013, ano em que milhares foram às ruas | Eduardo Martins l Ag. A TARDE
Os neoprofetas do apocalipse avisaram ano passado que 2015 seria tenebroso. E, para enfrentar a crise econômica, remédios amargos precisaram ser administrados: cortes em programas sociais, aumento de impostos, restrição ao crédito. A inflação subiu, o real desvalorizou, o desemprego cresceu. A isso se somaram as denúncias de corrupção da Lava Jato e o ódio gerado na recém encerrada campanha presidencial. Resultado: o clima piorou muito para a presidente Dilma Rousseff. As pessoas têm a tendência de responsabilizar o ocupante da cadeira presidencial pelo que ocorre de bem e de mal no Brasil. A pesquisa Datafolha divulgada no início de fevereiro revelou que apenas 23% avaliaram positivamente o governo Dilma, 44% acham esse início de gestão ruim ou péssimo. Boatos dizem que os números pioraram para Dilma em março. Nesse cenário, a manifestação marcada para este domingo, 15 em várias cidades do país - em Salvador será no Largo do Farol da Barra às 16 horas - por segmentos que não têm experiência de militância política partidária, será um termômetro para Dilma.
(Foto: Reprodução/ Facebook)
Marcus tinha avisado que iria viajar, mas desistiu e não comunicou ao filho. Quando Gabriel chegou em casa, se assustou com um vulto, confunfiu o pai com o ladrão e atirou. Uma perícia feita pela Divisão de Homicídios confirmou a versão dada pelo filho do diretor. Gabriel foi autuado em flagrante por homicídio culposo, quando não há intenção de matar e por posse de arma. Ele pagou fiança e foi liberado. Marcus Coqueiro morreu aos 59 anos. Sua última direção de novela foi na emissora SBT, com "Amor e Revolução", exibida entre 2011 e 2012. Com mais de 20 anos de carreira, Coqueiro também havia atuado na Record, Rede Globo e Bandeirantes.
Em São Paulo, segundo a Polícia Militar, 12 mil pessoas participaram dos protestos na Avenida Paulista (Foto: AFP PHOTO / NELSON ALMEIDA)
Novos protestos estão marcados para acontecer neste domingo (15) em mais de 200 cidades do Brasil. Grupos contrários à presidente estão organizando o que pode ser um dos maiores movimentos anti-Dilma e a favor do impeachment da presidente. A convocação conta com o apoio de jovens adeptos da cartilha liberal, empresários que pregam enxugamento radical do Estado e até defensores da intervenção militar no país. Os principais líderes do movimento são os grupos Vem pra Rua, Legalistas e MBL - Movimento Brasil Livre, todos com forte atuação na internet por meio de redes sociais, onde divulgam suas ideias. Apesar de terem ideais diferentes, eles prometem se unir em torno do que consideram um ponto em comum: as críticas ao atual governo. Todos os grupos evitam estimar a adesão ao ato deste dia 15. Internamente, falam em levar 100 mil pessoas às ruas. O movimento Vem pra Rua divulgou nesta sexta-feira (13) em sua página do Facebook vários vídeos de artistas se manifestando contra a corrupção e chamando seus seguidores para participarem do ato de domingo. “Existe alguma coisa errada com os políticos brasileiros, não todos, a gente não pode generalizar, achando que nada acontece. Não, está acontecendo. As pessoas estão insatisfeitas [...] Nunca tantos políticos foram pegos roubando”, afirma o ator Marcelo Serrado, em um dos vídeos em que convoca os brasileiros: “Só tenho a dizer uma coisa: vem pra rua”. Também em gravação, o ator Caio Castro diz: “Basta de mentiras, basta de corrupção. Vem pra rua”. A sexta-feira,13, foi marcada por manifestações pacíficas em apoio à Petrobras por todo o Brasil. Os protestos foram convocados por centrais sindicais e outras entidades. Apesar de terem sido organizadas como apoio ao governo da presidente Dilma, em vários locais pelo país as manifestações carregaram tons de cobrança ao governo federal, principalmente no que diz respeito aos direitos trabalhistas, com as recentes alterações em relação ao seguro-desemprego e mudanças previdenciárias. Foram pedidas reformas política e agrária.
Foto: AFP
Os brasileiros que precisam comprar dólar para viajar ou para outros compromissos têm acompanhado com apreensão a valorização da moeda americana, principalmente nas últimas semanas. Apesar de ter subido também em relação a outras moedas, por conta de uma expectativa de aumento dos juros da economia americana, o que pode levar à redução do fluxo de capital para países emergentes, é na comparação com o real que o dólar apresenta uma de suas maiores altas.
Desde o início do ano, a moeda subiu cerca de 5% frente ao peso mexicano e ao peso chileno, 8% em relação ao rand, da África do Sul, e 13% sobre a lira, da Turquia. Na comparação com o real, a alta chegou a 22,2% em 2015, sendo 13,76% somente em março. Nesta semana, a valorização acumulou 6,3%, sendo 2,7% somente na sexta-feira (13).
O professor de economia de MBAs da Fundação Getulio Vargas (FGV), Mauro Rochlin, credita a “alta desmedida” do dólar ao receio de que o ajuste fiscal proposto pelo governo, de R$ 66 bilhões, não se concretize, o que poderia levar o país a perder seu grau de investimento e impactar a inflação. “Basicamente, eu resumiria essa disparada [do valor do dólar] como resultado do que a gente chama de aversão ao risco. A alta do dólar acaba refletindo essa maior aversão ao risco, esse medo de que as coisas fujam ao controle, e, então, o dólar parece ser um porto seguro diante disso”.
Segundo o economista da FGV, a alta mais acentuada da moeda americana nas últimas duas semanas está relacionada ao cenário político do país: manifestações nas ruas, divulgação da lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com nomes de parlamentares envolvidos em esquema de corrupção na Petrobras e crise entre poderes Executivo e Legislativo. “Tudo isso ajudou a formar um cenário muito mais turbulento, que gera a aversão ao risco. Depende muito de como os fatos vão se desenrolar em termos políticos para saber que impacto isso pode ter sob o câmbio. A questão política está em aberto”.
O economista Carlos Eduardo de Freitas, conselheiro presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon-DF) e ex-diretor do Banco Central, explica que a alta do dólar tem uma vertente estrutural de realinhamento dos preços, reduzindo os custos de produção e aumentando a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional. Mas ele também acredita que a desconfiança sobre a implementação do ajuste fiscal anunciado, depois do Congresso devolver a medida provisória que tratava do assunto, gerou uma pressão maior nos últimos dias.
“Faltam um discurso e um comportamento do governo que tragam de volta essa credibilidade que foi arranhada. Essa desconfiança está evoluindo para uma incerteza, que é quando não se consegue medir os riscos, e aí há uma saída de capital”, disse Freitas.
Segundo ele, é natural que, num primeiro momento, o mercado exagere na especulação, retornando em seguida, mas o componente conjuntural de preocupação dificulta previsões sobre a trajetória da moeda. “Não dá para saber até que ponto subirá o dólar e onde ele encontraria o equilíbrio econômico. Acho que a alta está um pouco acentuada nos últimos dias, muito por força da insegurança com a posição do governo. Em economia, e na vida, a expectativa, às vezes, é mais importante até do que a ocorrência das coisas”.
Apesar de considerar a cotação atual, de R$ 3,24, “bastante elevada”, Rochlin, da FGV, também afirma que é difícil dizer qual é o novo patamar da moeda americana. “Não estou dizendo que hoje a gente viva um momento exatamente como esse, mas num momento de extrema incerteza a alta acaba estimulando novas altas e pode gerar mais procura. A pessoa fica vendo que o dólar só sobe e pode, daqui a pouco, achar que o dólar a R$ 3,28 está barato”.
Para Rochlin, à medida que o ambiente político melhorar, o governo conseguir provar coesão com a base aliada no Congresso, aprovar medidas de ajuste fiscal, se os números de inflação não forem tão ruins e o cenário se mostrar menos turbulento, a alta do dólar pode ser revertida.
“Eu não digo reversão para R$ 2,80, mas talvez se estabilizando num patamar um pouco mais baixo, ao redor de R$ 3 ou R$ 3,10, que seja. Eu acho que isso é possível. Depende do desenrolar dos fatos”, disse Rochlin. Para quem terá compromissos em dólar em breve, então, o economista da FGV ressalta que o recomendável sempre é comprar aos poucos, ao longo de semanas e meses: “Assim, por mais que aumente o dólar, você terá comprado o dólar a um preço médio, diluindo os riscos”.
Foto: EBC
Às vésperas das manifestações que prometem levar milhares às ruas do país para protestar contra o governo e pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), a petista já tem dois pedidos de impeachment abertos contra ela. Um vindo da sociedade civil, assinado por Walter Marcelo dos Santos, e outro do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), apresentado na quarta-feira Outros 17 pedidos já foram apresentados contra ela desde que assumiu o cargo, em 2011. Todos foram arquivados. O número total é maior que o registrado nos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, que ficou no poder de 1995 a 2002, e teve registrados contra ele 17 pedidos. Mas a petista está ainda bem atrás do seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, que com o boom durante o período das denúncias do mensalão, chegou a 34 pedidos nos seus dois mandatos - entre os anos de 2003 a 2010. Logo no primeiro item de considerações do pedido, Bolsonaro já faz uma deferência à ditadura militar. “A história recente da democracia brasileira, garantida durante a necessária intervenção dos governos militares e mantida pelo livre exercício político dos representantes eleitos do povo, registra a destituição de um mandatário do poder Executivo por crime de responsabilidade”. Na sequência, ele disse que o caso Collor tinha menor gravidade que a atual situação de Dilma Rousseff, acusando-a de “evidente estelionato eleitoral e recorrentes atos de improbidade administrativa”.
(Divulgação)
No evento do ABRACADABRA neste sábado, às 19h00, o quiosque literário reserva os lançamentos de 4 livros. O poeta Antônio Maciel, de Itapetinga, lança duas obras: "Quando Tudo Era uma Coisa Só" e "Livro Para Escrever Poesia". O Cordelista Wagner Lima lança “Queixo de Cobra – O último Coronel do Sertão”, com inspiração na Crônica de Rui Lôbo, retrata em versos o personagem real que viveu em Brumado. O Lançamento do livro "Solteiros para Sempre" do escritor Tom Lira representa a prosa dentre os lançamentos. Este ano teremos o quiosque especialmente para o Cordel , com a participação dos cordéis de Antônio Barreto e José Walter. Todos estarão à tarde no auditório da prefeitura às 14h00 para participarem dos debates culturais em homenagem ao dia da poesia.