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Brumado: Ótica é arrombada no centro da cidade na madrugada desta segunda-feira (01)

  • Brumado Urgente
  • 01 Fev 2016
  • 10:58h

Os bandidos conseguiram entrar por uma casa abandonada que fica ao lado da ótica (Foto: Brumado Urgente)

Assim como os assaltos a transeuntes, os arrombamentos também voltaram a se intensificar nos últimos dias, com vários registros policiais. Um dos arrombamentos aconteceu na Rua Euclides da Cunha, bem no centro da cidade, na madrugada desta segunda-feira (01), onde meliantes invadiram uma ótica pela casa abandonada que fica ao lado e conseguiram levar um notebook, 10 pares de óculos solares, um roteador e uma máquina de crédito da Pag Seguro. Imagens do sistema de segurança irão ajudar a Polícia na busca pelos responsáveis pelo crime. 

Oeste Baiano: batida entre carro e caminhonete mata quatro pessoas em Barreiras

  • 01 Fev 2016
  • 10:26h

Acidente entre carro e caminhonete deixou quatro mortos na BR-242, região oeste da Bahia (Foto: Blog do Sigi Vilares)

Quatro pessoas morreram após colisão frontal entre um carro e uma caminhonete na altura do km-749 da BR-242, próximo ao município de Barreiras, na madrugada desta segunda-feira (1º). Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), outras três pessoas ficaram feridas no acidente. Ainda de acordo com a PRF, três pessoas que morreram na batida estavam no carro e a quarta vítima estava na caminhonete. As identidades ainda não foram confirmadas. Bombeiros foram acionados para retirar os corpos das ferragens. Os feridos foram socorridos por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levados até o Hospital do Oeste. Por volta das 8h, ainda não havia informações sobre o estado de saúde das vítimas. O acidente deixou reflexos no trânsito, que ainda era intenso no local, na manhã desta segunda-feira, durante a finalização do trabalho das equipes de resgate.

Para evitar feto com microcefalia, gestantes com zika optam por aborto

  • 01 Fev 2016
  • 09:38h

(Foto: Reprodução)

Com receio de o feto contrair microcefalia, gestantes infectadas pelo zika vírus têm recorrido ao aborto clandestino. De acordo com publicação da Folha, três médicos relataram casos de mulheres que já optaram por interromper a gravidez com essa justificativa. Com gestações planejadas, os casos são de mulheres casadas, com nível superior e boas condições financeiras - o custo de um aborto em clínicas particulares varia entre R$ 5 e R$ 15 mil, dependendo da estrutura e do estágio da gestação. As gestações estavam entre a sexta e a oitava semana e foram interrompidas com o uso de misoprostol (Citotec). O medicamento costuma ser obtido no mercado ilegal, já que sua disponibilização é limitada a hospitais. O infectologista Artur Timerman apontou que duas grávidas de São Paulo o procuraram nas últimas semanas com sintomas do vírus. "Elas me perguntaram se havia risco de o bebê desenvolver microcefalia. Eu disse que sim, mas não saberia estimar quanto. A decisão foi delas. Em nenhum momento, eu disse faça ou não faça", contou ao jornal. A ginecologista Ana, do Nordeste do país, relatou casos de três pacientes, que após confirmarem a infecção do zika, decidiram abortar. "Não quiseram esperar para ver", afirmou. Com os mais de três mil casos de microcefalia associados ao Zika no país, um grupo de advogados, acadêmicos e ativistas articula uma ação para que o Supremo Tribunal Federal (STF) conceda o direito ao aborto quando há a má-formação.

Serralheria Santa Rita: As melhores opções estão aqui!

  • 01 Fev 2016
  • 09:35h

Itaquaraí: Clientes da OI Telefonia Fixa reclamam que já estão há quase um mês sem os serviços

  • Brumado Urgente
  • 01 Fev 2016
  • 09:04h

(Foto: Leitor Brumado Urgente via WhatsApp)

Moradores do Distrito de Itaquaraí entraram em contato com a redação do Brumado Urgente na manhã desta segunda-feira (01/02) para comunicar que a comunidade está desde o dia 06 de janeiro sem poder contar com os serviços da OI Telefonia Fixa, ou seja, há praticamente um mês os telefones fixos estão mudos. Eles informaram que várias reclamações já foram feitas, mas, até o momento não aconteceu o restabelecimento dos serviços. São inúmeras famílias que estão sendo prejudicadas, além da Unidade Básica de Saúde e da Escola Municipal Clemente Gomes, que utilizam com muita frequência o serviço da telefonia fixa para a comunicação com a sede do município. Eles esperam que os apelos sejam atendidos com urgência pela empresa, que, inclusive, vem recebendo inúmeras reclamações similares em todo o município.  

Municípios de Tanhaçu e Ituaçu vivem surto de infecção intestinal, alerta médico

  • Dr. Wolmar Carregozi
  • 01 Fev 2016
  • 08:29h

(Fotos: Reprodução)

A região de Tanhaçu, Ituaçu, Brumado, Caetité, Guanambi e adjacências padece, em grande parte do ano da falta de chuvas por conta da corrente contínua de ventos nas camadas mais altas da atmosfera, razão pela qual foi instalado o parque eólico em Caetité-Guanambi, de onde é gerada energia elétrica a partir da força dos ventos. Este fenômeno leva à dificuldade na formação das cúmulos-nimbos, que são nuvens em forma de bigorna, com cerca de 15 quilômetros de altura, capazes de produzir chuvas em abundância, suficientes para encher barragens e irrigar plantações.Desta forma, a região fica na dependência da calmaria (redução da força dos ventos) que só acontece uma vez por ano, permitindo assim formação de nuvens carregadas e a consequente produção de chuvas. Isto geralmente ocorre no final do ano, quando, enfim, chega a “estação das águas”.  As chuvas formadas desta maneira são sempre copiosas e acarretam, invariavelmente, enxurradas e inundações. Estas, por sua vez, arrastam todo tipo de impurezas do entorno dos cursos d’água, tais como carcaças de animais, lixo, agrotóxico, fezes e outros detritos, levando contaminação para a água que abastece as cidades. O número de pacientes apresentando sintomas de infecção intestinal(diarreia, náuseas, vômitos, dor abdominal e prostração em alguns casos), virótica ou bacteriana é considerável e as secretarias de saúde já se mobilizam para ampliar o estoque de medicações para tratamento sintomático da doença sazonal. A população procura minimizar o problema consumindo água mineral, porém, a água que é utilizada para lavar os alimentos, escovar os dentes e tomar banho, continua como fonte de contaminação.

Em visita do governador a Guanambi, Prefeito Aguiberto volta a cobrar ações urgentes para Brumado

  • 01 Fev 2016
  • 08:12h

O prefeito Aguiberto expressando ao governador as principais urgências para o município de Brumado (Foto: Divulgação)

Cumprindo o que prometeu durante a coletiva de imprensa na última sexta-feira (29), o prefeito Aguiberto Lima Dias foi a Guanambi no último sábado (30) para voltar a cobrar do governador Rui Costa algumas demandas importantes para o município de Brumado, tendo como foco principal a questão da decretação do Estado de Emergência e da consequente liberação de verbas por parte do Estado para a reconstrução da infraestrutura urbana que foi afetada pelas fortes chuvas do mês de janeiro. Acompanhado dos secretários Claudio Feres (Sáude) e Fred Neves (Agricultura), Aguiberto comprovou a sua habilidade política ao conseguir ter uma conversa ao “pé do ouvido” com Rui Costa, mesmo em meio à forte movimentação em que foi o encontro. O prefeito fez questão de frisar que todos os relatórios e dados levantados com os estragos feitos pelas chuvas já estão sendo passados à Seinfra, o que facilitaria o processo de decretação do estado de emergência e, consequentemente, a liberação de verbas, pois os prejuízos ao município ultrapassam a cifra de R$ 5 milhões. O prefeito de Brumado aproveitou para também cobrar, por mais uma vez, as duas obras mais urgentes para o município que são a construção do sistema de esgotamento sanitário e da segunda etapa da Barragem de Cristalândia. “Como tínhamos falado, fizemos questão de ir a Guanambi falar com o governador e fazer essas cobranças. Demos uma atenção especial à questão da decretação do estado de emergência por causa dos estragos feitos pelas últimas chuvas, pois precisamos de recursos para que as obras de reconstrução de boa parte da infraestrutura de nossa cidade sejam realizadas”, destacou o prefeito que ainda disse que “também tocamos novamente na questão do esgotamento sanitário, que hoje é a obra mais urgente que temos, pois, como já falamos, somente com isso, poderemos ter a recuperação plena da infraestrutura urbana de Brumado e materializar o projeto da pavimentação asfáltica de nossa cidade”. E finalizou declarando que “o governador Rui Costa se mostrou mais uma vez sensível aos nossos pleitos e disse que irá se empenhar ao máximo para que os mesmos possam ser atendidos”.  

Pré-selecionados no ProUni têm até esta segunda para comprovar informações

  • 01 Fev 2016
  • 08:00h

(Divulgação)

Hoje (1º) é o último dia para que os candidatos pré-selecionados na primeira chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) compareçam às instituições de ensino e comprovem as informações prestadas no momento da inscrição. A lista de selecionados está na página do programa na internet. É responsabilidade do estudante verificar nas unidades de educação superior os horários e o local onde deve comparecer para a comprovação de informações. A perda do prazo ou a não comprovação das informações resultará na reprovação do candidato. Entre as informações exigidas estão documento de identificação, comprovantes de residência, de rendimento dos estudantes e de integrantes do grupo familiar e comprovantes de ensino médio. O resultado da segunda chamada será divulgado no dia 12 de fevereiro. Quem não for pré-selecionado em nenhuma das duas poderá entrar na lista de espera, do dia 26 fevereiro ao dia 29 do mesmo mês. Por meio do ProUni, estudantes concorrem a bolsas de estudos parciais e integrais em instituições particulares de educação superior, com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As inscrições para o ProUni foram encerradas no dia 22 de janeiro. O programa teve 1.599.808 candidatos inscritos, concorrendo às 203.602 bolsas oferecidas.

Frase do Dia: Instituto Lula

  • 01 Fev 2016
  • 07:36h

Conquista: Identificada família que morreu em desastre no Anel Viário Jadiel Matos

  • 01 Fev 2016
  • 06:28h

Casal e dois filhos moravam em Santo Antônio e residiam atualmente em Joaquim Távora, no Paraná. (Foto: Reprodução)

Quatro pessoas da mesma família morreram na manhã deste domingo (31). Eram ocupantes de uma carreta que tombou e capotou, após o motorista Ernandes Narciso perder o controle da direção, sair da pista na altura do Km-23 da BA-265. A família que morreu era de Santo Antônio da Platina e residia há poucos meses em Joaquim Távora, no Paraná. Além de Ernandes, morreram a mulher, Meire, um enteado dele, Guilherme Muller, adolescente de 13 anos e seu filho com a esposa, Davi, bebê de nove meses. O adolescente estudou na Escola Pedro Claro de Oliveira e no Colégio Estadual Edith de Souza Prado, em Santo Antônio da Platina. Meire tinha quatro filhos, sendo os dois que perderam a vida, outra criança, Paulo Henrique, 7 anos, e o jovem Gustavo, de 19 anos, estudante da Fanorpi/Uniesp. Estes não acompanharam os pais na viagem.

Nova descoberta pode acabar com injeções para tratamento de diabetes tipo 1

  • 31 Jan 2016
  • 20:04h

(Foto: Reprodução)

Uma equipe de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e do Instituto de Células-Tronco de Harvard (ambas nos EUA) fizeram uma descoberta que pode ajudar a desenvolver a cura para a diabetes tipo 1. O estudo publicado nesta segunda-feira na revista Nature mostrou que implantar no organismo células produtoras de insulina, desenvolvidas em laboratório a partir de células-tronco, é capaz de reverter a diabetes por pelo menos seis meses. Os testes foram feitos em ratos de laboratório geneticamente modificados para sofrerem diabetes tipo 1. Após receberem a implantação de células artificiais, eles conseguiram produzir insulina sem o uso de injeções, durante o tempo que durou o estudo: 174 dias. Os testes em humanos ainda devem demorar alguns anos, mas os cientistas estão otimistas em modificar o tratamento dos pacientes que não precisaria mais do uso de injeções de insulina frequentes. O diabetes tipo 1 ocorre quando o próprio corpo ataca as células que produzem a insulina. O tratamento é feito com injeções que simulam o comportamento do pâncreas após as refeições. Quase 50% das pessoas com tipo 1 são diagnosticadas antes dos 18 anos. São cerca de 800 mil casos no Brasil.

Inspirado em Simpsons, catarinense vende produtos para canhotos na internet

  • 31 Jan 2016
  • 19:02h

(Foto: Reprodução)

Os canhotos representam apenas 10% da população mundial. Por conta disso, a maioria dos utensílios encontrados no mercado são voltados para pessoas que têm mais facilidade em utilizar a mão direita, condição que dificulta a execução de tarefas simples para aqueles que preferem a esquerda. Foi pensando nisso que o catarinense Ricardo Michels Silva abriu a No Destro, loja especial para canhotos.  Ricardo, que é destro, teve a ideia do empreendimento ao perceber a dificuldade da ex-namorada canhota em realizar uma dessas tarefas do dia a dia. Posteriormente, foi impulsionado pela lembrança de um episódio dos Simpsons, famosa série americana. "Ela estava descascando uma laranja e disse que dava muito trabalho porque o dente da faca era ao contrário. Daí, me lembrei que, nos Simpsons, o Ned Flanders tinha uma loja para canhotos. Pesquisei e descobri que elas realmente existiam. Encontrei nos Estados Unidos e em Londres", conta o empreendedor em entrevista ao iG. Antes de abrir a No Destro, que está prestes a completar um ano de atividade, Ricardo não tinha experiência com administração de negócios. 

Funcionário público, ele diz que criou a loja "com a cara e a coragem" e viu na internet uma oportunidade de conciliar seu trabalho com o empreendimento. "Pensei em abrir algo online. Dessa forma, conseguiria continuar na prefeitura e apenas responder aos clientes pelo site ou WhatsApp", diz Ricardo, que controla sozinho as operações da loja.  Atualmente, a loja coloca mais de 50 produtos à disposição dos canhotos. É possível encontrar canecas, estiletes, bumerangues, cadernos e diversos tipos de tesouras. Os produtos mais vendidos, segundo Ricardo, são os abridores de lata e as canetas. "Quando o canhoto escreve, ele acaba borrando o texto com a mão. Esta caneta especial já é levemente torta, para facilitar a escrita, e a tinta seca mais rápido", explica. Em breve, guitarras e violões também serão colocados nas prateleiras virtuais da No Destro. A missão de encontrar os produtos, no entanto, não foi das mais simples. O empreendedor precisou procurar por lojas do exterior que antendessem no Brasil e, inclusive, mandar fabricar alguns itens, como os cadernos.  Para inaugurar a loja, o funcionário público investiu cerca de R$ 10 mil. O retorno, porém, ainda não foi obtido. Com lucro de R$ 5 mil, dezembro foi o primeiro mês em que a No Destro apresentou resultados positivos. 

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Antibiótico de uso corrente eleva risco de asma e obesidade infantil

  • 31 Jan 2016
  • 16:01h

(Foto: Reprodução)

O uso de antibióticos da classe dos macrólidos, comumente receitados em casos de infecção pulmonar, aumenta a propensão a obesidade e asma em crianças. A razão para tal, sugere um novo estudo, é a alteração na população de micróbios intestinais. A conclusão saiu de uma pesquisa realizada na pela Universidade de Helsinque (Finlândia), que acompanhou 142 crianças de dois a sete anos durante um período de seis meses. Os antibióticos da classe dos macrólidos são os que têm como princípio ativo eritromicina, claritromicina ou azitromicina. Após analisarem a mudança na fauna microbiana no intestino daquelas crianças que tomaram essa classe de drogas, os pesquisadores concluíram que as alterações eram maléficas. O estudo constatou uma redução na população de actinobactérias, -- que ajudam a prevenir alergias -- e aumento no número de bacterioidetes e proteobactérias -- grupos nos quais se encaixam muitas espécies potencialmente patógenas. A mudança de perfil da flora intestinal, porém, não causou problemas no sistema digestivo em si, só que elevou o risco para problemas metabólicos e imunológicos.

 

Hábito médico
Macrólidos são antibióticos comumente usados em casos nos quais pacientes têm alergia a penicilina, mas em algumas comunidades médicas já se consolidaram como droga de primeira intervenção. Segundo os autores do novo estudo, publicado na revista "Nature Communications", isso é nocivo, porque a penicilina e outros antibióticos mais antigos não apresentam os problemas verificados agora com os macrólidos. "Em geral, aparentemente a recuperação da microbiota intestinal após o tratamento antibiótico durou mais de um ano", afirmou em comunicado a médica Katri Korpela, que liderou o estudo. "Se uma criança recebe repetidas doses de antibiótico durante seus primeiros anos, a microbiota pode não ter tempo de se recuperar."

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Será possível um jornalismo financiado por todos nós?

  • por Nancy Vogt e Amy Mitchell e
  • 31 Jan 2016
  • 16:00h

(Foto: Reprodução)

Há um bom número de anos que o jornalismo de financiamento coletivo via internet se tornou uma maneira comum de ganhar apoio público – e suporte financeiro – para todos os tipos de projetos, do Coolest Cooler [um tipo de liquidificador] a um fone de ouvido para reality gamesvirtuais ou a um protótipo de uma nave especial voando ou ainda a um fundo financeiro de resgate para a Grécia. A área do jornalismo não é uma exceção.

Do dia 28 de abril de 2009 ao dia 15 de setembro de 2015, 658 projetos relacionados com o jornalismo foram propostos pelo Kickstarter, um dos maiores sites de financiamento coletivo do mundo, recebendo o total – ou mais que o total – do financiamento e chegando a quase 6,3 milhões de dólares (cerca de 26 milhões de reais).

 

Esse total – tanto em termos do número de projetos quanto dos financiamentos obtidos – abrange quase todas as outras categorias de financiamento do Kickstarter, da música ao teatro, ao cinema, à tecnologia e aos jogos. Entretanto, o número de projetos de jornalismo que obteve financiamento teve um crescimento contínuo ao longo do tempo e inclui um número crescente de propostas de organizações de mídia consolidadas.


Do lançamento do Kickstarter, em abril de 2009, ao final desse ano, 17 projetos de jornalismo receberam financiamento. Esse número triplicou no ano seguinte, passando a 64 projetos em 2010. O crescimento continuous, alcançando 168 projetos em 2014 e 173 nos primeiros nove meses de 2015 [http://www.journalism.org/2016/01/20/crowdfunded-journalism/#fn-53341-2]. O montante em dinheiro investido nesses projetos também aumentou, passando de 49.256 dólares [cerca de 204 mil reais] em 2009 para 263.352 dólares [cerca de 1,1 milhão de reais] em 2010 e 1.743.668 dólares [cerca de 7,25 milhões de reais] nos primeiros nove meses de 2015. Não menos impressionante é a tendência à ascensão do número de pessoas que contribuem financeiramente com esses projetos de jornalismo – que subiu de 792, em 2009, para 25.651 em 2015.


Voz e visibilidade a esforços que não seriam notados


Uma maioria de 71% dos projetos financiados ao longo desse período de sete anos [http://www.journalism.org/2016/01/20/crowdfunded-journalism/#fn-53341-3] foi produzido por pessoas sem qualquer vínculo com uma organização jornalística – individualmente (43%) ou fazendo parte de um pequeno grupo (29%). Organizações de mídia já consolidadas, como aProPublica e a Boston Review, representaram 22% desse pequeno grupo, enquanto outros tipos de instituições, como escolas públicas e universidades particulares responderam pelos restantes 7%. E, embora o Kickstarter permita a apresentação de projetos de 18 países diferentes, 84% deles pediram que a caução fosse feita em dólares norte-americanos. A maioria dos projetos (64%) deveria ser realizada nos Estados Unidos, enquanto 36% propuseram o trabalho no exterior, abrangendo mais de 60 países.


Contando, em média, com 54 apoiadores, cada projeto financiado ao longo destes seis anos e meio variou consideravelmente em termos de enfoque, mas muitos deles foram para trabalhos mais demorados e abrangentes, como livros, artigos de revistas e documentários. Em conjunto, esse tipo de projetos respondeu por 43% dos projetos financiados e 36% do total do dinheiro obtido.


No geral, aquilo produzido pelos projetos de jornalismo e a receita obtida com esses empreendimentos de financiamento coletivo ainda é uma gota d’água se comparada ao volume de produção original diário e aos cerca de 20 bilhões de dólares [em torno de 83 bilhões de reais] em receita com origem exclusiva nos anúncios de jornais. O apoio estimulado ao jornalismo pelo Kickstarter também abrange duas fontes de financiamento que chamaram bastante a atenção do mundo do jornalismo nos últimos anos – a filantropia e o capital de risco, que o Centro de Pesquisas Pew calculou em centenas de milhões de dólares apenas em 2013. E o número de projetos relacionados com o jornalismo financiados ao longo do período de sete anos representa uma coisa à toa na atividade total de financiamento coletivo do Kickstarter – tanto em termos de dinheiro obtido quanto do número de projetos. Os pouco mais de 650 projetos financiados ao longo do período de sete anos ficam atrás de todas as outras categorias, às vezes de maneira considerável. Ficam muito longe, por exemplo, dos 18 mil projetos de filmes e vídeos, dos mais de 6 mil projetos de jogos e dos quase 8 mil projetos de arte. O jornalismo também fica atrás de quase todas as outras categorias em projetos.


No entanto, a atividade que cresce aqui significa mais do que dinheiro e prêmios de reportagem. Na era digital que hoje vem evoluindo representa um novo segmento do jornalismo não tradicional, dirigido em grande parte pelo interesse e motivação do público. Traz voz e visibilidade a esforços que provavelmente não seriam notados nem financiados, contribuindo com outra maneira de envolver o público na criação, financiamento e disseminação do jornalismo e acrescentando mais uma opção ao arsenal de fontes de receita que a indústria vem desesperadamente tenta ndo construir.


Por trás dos projetos de financiamento


O Kickstarter, que recentemente se tornou uma corporação de utilidade pública, é uma das duas maiores e mais amplas plataformas de financiamento coletivo, mas atualmente é a única com uma oferta específica para projetos de jornalismo. A outra, Indiegogo, que foi lançada em 2008, oferece categorias para filmes, fotografia, múltiplas mídias e projetos de vídeo digital – mas não tem um gênero específico de jornalismo. Uma outra tentativa, Beacon, foi lançada em 2013 como uma plataforma dedicada ao jornalismo de financiamento coletivo, baseada num modelo de assinaturas, mas atualmente tem como enfoque parcerias e contrapartidas financeiras. Várias outras plataformas de financiamento coletivo dedicadas ao jornalismo surgiram – e desapareceram – durante os últimos anos, como a Spot.us, para jornalismo financiado por comunidades, Contributoria e Indie Voices, para a mídia independente, Emphas.is, para o fotojornalismo, e Vourno, para o vídeo-jornalismo. Uma análise do Kickstarter, portanto, embora não seja inteiramente exaustiva do financiamentocoletivo relacionado a todas as formas possíveis de jornalismo, pareceu uma maneira apropriada para avaliar o status e a dinâmica deste campo emergente.


Para este projeto, os pesquisadores analisaram os dados publicamente disponíveis para os 2.975 projetos propostos na categoria de jornalismo do Kickstarter entre 28 de abril de 2009 e 15 de setembro de 2015, com um exame exaustivo dos 658 projetos de jornalismo que receberam o financiamento total – ou mais que total [http://www.journalism.org/2016/01/20/crowdfunded-journalism/#fn-53341-4]. Os 658 projetos foram codificados manualmente para um número determinado de elementos não disponíveis nas informações públicas, como quem os propôs, que tipos de esforço jornalístico foi apresentado aos potenciais apoiadores, a orientação geográfica e se o projeto era uma nova iniciativa ou a expansão de um trabalho em andamento.


É útil levar em conta que as categorias do Kickstarter podem se sobrepor a outras áreas temáticas. Por exemplo, existem categorias separadas para publicação, fotografia, filme e vídeo que também podem incluir elementos de reportagem. Para a finalidade desta análise, nós trabalhamos com as informações publicamente disponíveis na categoria de jornalismo designada e todos os códigos tiveram por base a descrição e os detalhes fornecidos quando da entrega dos projetos.


O Centro de Pesquisa Pew identificou quatro tipos de pessoas, ou de organizações, por trás dos projetos de financiamento coletivo de jornalismo: pessoas individuais, pequenos grupos sem vínculo entre si, veículos e organizações de mídia e instituições públicas e privadas, como universidades.


O grupo das pessoas individuais foi o que apresentou mais projetos – 43%, ao longo do período de sete anos. Esses projetos variaram de The Smokey Generation, uma história oral digitalizada de bombeiros lutando contra incêndios na floresta, a uma nota biográfica sobre um campo de trabalho paleontológico, de autoria de um escritor freelancer de textos científicos, a uma reportagem de multimídia sobre a Tanzânia, sobre o destino do sapo de Kihansi e sobre o marionete viajante chamado Stevie P. oferecendo mandar cartões postais da Europa.


Projetos de entidades sem fins lucrativos


Os pequenos grupos de pessoas responderam por mais 29%, o que incluiu três estudantesformados em religião que chegaram juntos para produzir, independentemente, um podcast, um livro escrito por duas mulheres sobre o primeiro parque temático do tipo faroeste nos Estados Unidos e dois documentaristas que viajaram à Europa Oriental para contar histórias de refugiados na fronteira entre a Sérvia e a Hungria.


As pessoas envolvidas variaram de aprendizes de kickboxing tailandês a uma equipe de ex-repórteres da National Public Radio, o que reflete a ampla atração e significado do financiamento coletivo para pessoas em todo o espectro jornalístico.


As organizações de mídia também entraram para o financiamento coletivo e com algum sucesso. Aproximadamente uma quarta parte dos projetos de jornalismo financiados durante esse período (22%) foram produzidos por esse tipo de veículo ou de organização de mídia.


Assim como com as pessoas individuais e os pequenos grupos, as organizações de mídia que produziram projetos – e os tipos de projetos que propuseram – tinham uma grande abrangência. O San Francisco Public Press, por exemplo, que funciona desde 2009, procurou financiamento para ampliar a conexão a vizinhança a seu jornal investigativo local por meio da entrega de exemplares impressos por bicicleta; o relativamente bem-sucedido Texas Tribune criou um financiamento para transmissão ao vivo por um ano da cobertura das eleições de 2014; e oBaltimore Brew procurou, e conseguiu, apoio financeiro para expandir sua cobertura da cidade. A proposta da Civil Eats [fonte diária de informações sobre o sistema alimentar norte-americano] era passar de uma empresa de voluntários para uma que pudesse pagar um salário a seus jornalistas e editores, enquanto a NK News procurava apoiadores para financiarem o envio de dois jornalistas, por um tempo longo, para a região fronteiriça entre a China e a Coreia do Norte. E a comunidade online ADHDKidsRock precisava de um apoio financeiro para manter o website funcionando e acrescentar novos recursos.


Instituições públicas e privadas responderam por 7% do total das propostas de jornalismo. As escolas (desde escolas fundamentais até escolas de ensino médio e universidades) foram, de longe, o tipo de instituição mais comum (31, dos 46 projetos com base institucional) e procuraram financiamento para projetos como a edição de verão de um jornal estudantil, uma revista impressa sobre o estilo de vida universitária e uma plataforma para contar histórias online. Também houve vários projetos iniciados por entidades sem fins lucrativos, como o Reef Check California, um grupo que coleta informações sobre a vida marinha; a Sociedade para a Ciência e para o Público [the Society for Science and the Public], que procurou financiamento para um companheiro de seu Manual do Professor para a revista Science News e uma usina de pensamento [think tank] norueguesa, que propôs um livro com enfoque no exame do ambiente para empreendedores em vários países europeus.


Temas menos pesados também recolheram apoio


O número total de projetos financiados decuplicou ao longo do tempo, passando de um total de 17 que receberam financiamento total em 2009, para 173 em 2015. Com a exceção de 2013, o grupo de pessoas individuais abarcou a maior parcela dos projetos, de 30% a 59%, enquanto o grupo das instituições continuou firme, entre 5% e 9% durante o mesmo período. Os grupos de pessoas não mostraram grande alteração em sua parcela no total dos projetos, mantendo-se entre 25% e 35% por todos os anos. As organizações de mídia variaram entre 6% de todos os projetos, em 2009, e um pico de 36% em 2013.


Uma outra maneira de pensar sobre estes projetos financiados é de acordo com o formato ou a estrutura do jornalismo que é produzido. Os pesquisadores encontraram um total de 14 diferentes formatos de mídia representados nos projetos de jornalismo. Os mais comuns são empresas maiores e mais duradouras que não teriam sido possíveis sem o apoio de doadores independentes. Entre essa série de formatos, os projetos relacionados a revistas – que incluíramo lançamento de novas publicações inteiramente desenvolvidas, a expansão de coberturas baseadas em temas por uma revista de mídia e artigos autônomos que os produtores pretendiam lançar em revistas ou jornais já existentes – encabeçavam a lista como o formato mais popular, e respondendo por 20% do total dos projetos financiados na categoria do jornalismo.


Os esforços relacionados aos websites foram outra área popular, respondendo por 16% de todas as propostas financiadas. A maioria desses esforços procurava financiamento para apoiar a criação online de conteúdo de notícias e informação, como o objetivo da Media Diversified de produzir um catálogo interativo de vozes das minorias étnicas no panorama da mídia da Grã-Bretanha. Uma proposta para criar um website multimídia, Nuba Reports, que daria notícias em primeira mão do Sudão do Sul, também não teve sucesso, assim como uma criada por um grupo de jornalistas-cidadãos para ampliar o alcance das reportagens do site Russia Insider. Outras, como The Nicaragua Dispatch, voltaram-se para o financiamento coletivo como uma maneira de manter ou reformar um website já existente; o site pedia aos apoiadores que se empenhassem no sentido de contratar um desenvolvedor de internet. No caso, The Dispatch procurava especificamente transformar o site numa plataforma de financiamento coletivo.


Os livros também respondiam por 16% e abrangiam uma porção de gêneros, como história,romancesrelatos pessoais e esportes profissionais, assim como muitas crônicas sobre ascaminhadas na Trilha dos montes Apalaches. Também foram financiados vários projetos de livros de jornalistas que procuravam sintetizar (ou ir mais longe) em suas experiências de meses ou anos de reportagem. O jornalista freelancer Nathan Webster, por exemplo, que foi agregado às tropas norte-americanas durante a guerra do Iraque, escreveu dois livros com apoio do Kickstarter; o cartunista dos editoriais e correspondente de guerra Ted Rall procurou financiamento para voltar ao Afeganistão; e o repórter de polícia Thomas Anderson teve dois lançamentos bem-sucedidos com base nos meses de trabalho que passou agregado a agências encarregadas de fazer cumprir a lei que tinham por enfoque o crime provocado pelas meta anfetaminas e a intersecção da cultura da prisão, do crime e da falta de financiamento da saúde mental.


Contar histórias através de documentários – principalmente, embora não exclusivamente por vídeo – era o objetivo de 7% dos 46 projetos financiados. Também estes muitas vezes tinham por objetivo juntar extensos períodos de trabalho para contar uma história mais completa. Um correspondente holandês que queria contar histórias das crianças sírias que vivem no Líbano, umfreelancer que queria ampliar o alcance de seu documentário sobre o tráfico sexual de menores nos Estados Unidos e um projeto de longo alcance para contar a história de quatro fotojornalistas afegãos, todos conseguiram apoio financeiro através do Kickstarter. Temas menos pesados também recolheram apoio, como o texto sobre o Campeonato Mundial de Laser Tag de 2014 e filmes sobre um grupo de amigos fazendo uma caminhada pela Trilha John Muir ou o 60º aniversário de Godzilla.

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Nancy Vogt e Amy Mitchell são, respectivamente, pesquisadora de jornalismo no Pew Research Center e diretora de pesquisa de jornalismo no Pew Reasearch Center

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Veja 3 dicas para controlar a ansiedade de forma natural

  • 31 Jan 2016
  • 14:01h

(Foto: Reprodução)

A ansiedade é um mal que tem atingido muitas pessoas na atualidade, principalmente pela rotina corrida e tecnológica em que vivemos nos dias de hoje. Essa tensão que é criada pela ansiedade não é boa para ninguém, por isso, saber domá-la de forma natural é essencial. Márcia Rissato, terapeuta floral do Instituto Bach do Brasil e da Bach Foundation da Inglaterra, deu 3 dicas para controlar a ansiedade naturalmente e sem medicações fortes; confira!

 

1) Medite: "A meditação é um recurso excelente, muitos executivos procuram cursos de meditação para aprender a conter a ansiedade e melhorar o foco. 10 minutos pela manhã e 10 minutos pela  tarde de meditação já é um começo para mudar a vida d uma pessoa. A meditação ensina a respirar calmamente, o que ajuda durante o inicio da crise".

2) Aposte nos cheiros: "A aromaterapia é uma grande aliada na hora de conter a ansiedade. A lavanda acalma o coração, a bergamota traz alegria e relaxa, o manjericão e gengibre, que são do elemento fogo, dão coragem, mandarina e limão siciliano trazem clareza de idéias e concentração para seguir em frente”.

3) Peça ajuda aos florais: “Cada pessoa reage de um jeito diferente a um mesmo estimulo, portanto o floral geralmente utilizado para ansiedade é o Rescue, pois ele tem um composto de 5 florais de Bach Originais que juntos abaixam o cortisol o hormônio do estresse e a pessoa se acalma. Os 5 florais são: Clematis para a pessoa não desmaiar, Rock rose para não entrar e pânico, Star Of Bethlehem para cicatrizar o trauma, impatiens para paciência e ritmo e cherry plum para não perder o controle na hora da crise e para ter lucidez. Recentemente Gisele Bündchen deu uma entrevista onde revela que usa o Rescue para acalmar os nervos".

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