O empresário fez questão de admitir as falhas e confirmou os prejuízos (Foto: Brumado Urgente)
As obras de macrodrenagem em vários pontos da cidade de Brumado vêm sendo realizadas por empresas do ramo de construção civil que foram as vencedoras dos processos licitatórios. Uma das mais importantes dentro desse “guarda-chuva” são as do Riacho do Sapé, o que irá proporcionar um grande salto de qualidade par ao setor de infraestrutura urbano. Só que no final de 2018, devido às chuvas mais intensas que caíram sobre o município, uma parte do muro de arrimo acabou ruindo, o que gerou uma forte onda de críticas nas redes sociais, inclusive até com representações feitas ao Ministério Público por parte de lideranças oposicionistas. Logo em seguida, o prefeito Eduardo Vasconcelos deu uma coletiva de imprensa, onde ele explicou que a empresa é a responsável civil e criminalmente pelas obras, isentando o município. Agora, com a possibilidade de uma nova sequência pluviométrica mais intensa sobre a cidade, o empresário responsável pela obra, Jair Silva, da empresa Silva & Salomão, postou um vídeo em suas redes sociais, no qual ele, primeiramente assume as falhas das obras e também os prejuízos contraídos pelas mesmas. Ele também fez questão de informar que os trabalhos foram retomados de forma correta e que o ritmo está intenso e que a conclusão deverá acontecer em breve. Confira o vídeo abaixo:
Uma família que mora na cidade de Vitória da Conquista, na região sudoeste da Bahia, espera há nove meses a liberação do corpo de um parente, para realizar o enterro. Segundo a família, o corpo é de Claudionor Alves de Souza, que desapareceu em dezembro de 2017 e teve os restos mortais encontrado em abril de 2018. Desde então, o corpo está no Departamento de Polícia Técnica (DPT) da cidade. Os parentes afirmam ter certeza de que seja os restos mortais dele, porque a bicicleta que o homem usava para trabalhar na cidade como pedreiro foi localizada na mesma região. Um mês depois do corpo ser encontrado, o DPT, entretanto, pediu à esposa e à filha de Claudionor amostras para que fosse realizado o exame de DNA e comprovar que os restos mortais são mesmo do homem. A mulher de Claudionor, a dona de casa Lindacir Pereira, diz que já realizou todos os pedidos do DPT, mas que mesmo assim não conseguiu ainda a liberação do corpo que seria do marido. "Ele era um pai de família, trabalhador. Eu preciso que eles liberem esse exame para que eu possa enterrar os restos mortais dele de forma digna", afirma Dona Lindaci. Ela diz ainda que, além de um enterro digno, precisa do atestado de óbito do marido para ter acesso a benefícios. Dona Lindaci diz que tem problemas na coluna e princípio de diabetes, e destaca que não tem nenhuma renda atualmente. "Não é justo os restos mortais dele ficarem jogados lá e, por causa de um exame, eu não poder enterrar. Na época, eu perguntei se poderia pagar, mas disseram que não poderiam liberar o material, que era coisa do Estado. Então tem que ficar até dez anos? Eu não acho certo não", diz. O DPT em Salvador informou que o corpo está sob a guarda do DPT, esperando o resultado do exame de DNA para confirmar a identidade da vítima e que, pela complexidade da demanda, o DNA requer um maior prazo para conclusão. Por isso, conforme o órgão, não é possível estabelecer uma previsão para a liberação do corpo.
Quatro jovens foram presos pela Polícia Civil suspeitos de matar Erivaldo Ferreira da Rocha, de 32 anos, em Goiânia. Segundo a corporação, o grupo disse que matou a vítima para atingir o irmão dela, que teria uma rixa com eles. Os presos afirmaram que decapitaram o homem para que a morte tivesse “repercussão” e o parente dele soubesse do crime. “Os autores confessaram o crime e [disseram que] usaram um serrote. Segundo eles, a decapitação era para que o caso tivesse grande repercussão e chegasse até o irmão dele”, explicou a delegada Silvana Nunes. Segundo a delegada, o homem que seria o mandante do crime já estava na Penitenciária Odenir Guimarães, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, e outro investigado foi morto no último dia 25 de janeiro. A cabeça da vítima foi encontrada em 13 de janeiro em frente a um shopping na Avenida Perimetral Norte, em Goiânia. Nela, havia a inscrição "TD2", que faz alusão à gíria “tudo dois”, que significa “tudo em paz”. Já o corpo dele foi achado quatro dias depois, boiando no Rio Meia Ponte, também na capital.
Falsa oferta de emprego
De acordo com as investigações, o corpo de Erivaldo tinha marcas de tiros e foi decapitado. Até esta terça-feira (5), a Polícia Civil informou que ainda aguarda laudo cadavérico para saber se ele foi decapitado quando ainda estava vivo ou depois de morto. Segundo a delegada, o rapaz foi atraído ao local do crime por uma proposta de emprego falsa. “A vítima não tinha conhecimento das companhias do irmão. Chamaram ele para capinar um lote no fundo da casa dos autores. Ele foi na inocência, mas era uma ‘casinha armada’. [Chegando lá] os autores deram dois tiros contra ele”, explicou. Nunes também esclareceu que, após a decapitação, a cabeça da vítima foi levada em um saco plástico por um dos autores até a frente do shopping. Já o corpo foi jogado no rio.
Ana Paula da Silva: deputada estadual foi alvo de ataques após sua posse na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Facebook/Reprodução)
A deputada estadual Ana Paula da Silva (PDT), a Paulinha, foi alvo de ataques nas redes sociais após ter ido à posse na Assembleia Legislativa de Santa Catarina vestindo um macacão vermelho decotado. Segundo advogados consultados pela reportagem, “manifestações raivosas e conservadoras à parte, a conduta da deputada não configura quebra de decoro parlamentar”. Para Marcellus Ferreira Pinto, advogado constitucionalista e eleitoral, a roupa da deputada é uma “opção individual e não atinge terceiros”. “A discussão se restringe ao campo dos costumes e das interpretações individuais”, pondera Ferreira Pinto. Em sua avaliação, Paulinha “fez uma opção individual de vestimenta, ou seja, sua conduta em nada interfere na órbita do direito alheio”.
Uma mulher pagou R$ 24 mil pela compra de um apartamento no bairro de Cajazeiras, em Salvador, após ver anúncio na internet, e descobriu que caiu em um golpe. Conforme a Polícia Civil, o suspeito, que tinha alugado o imóvel, confessou o crime, mas não foi preso porque foi encontrado após o prazo do flagrante. De acordo com informações da polícia, a dona de casa, que não quis ter a identidade revelada, viu o anúncio com fotos na internet e negociou a compra com o suspeito. O caso foi registrado na última quinta-feira (31), na delegacia de Cajazeiras. A Polícia Civil informou que o suspeito alugou o apartamento, tirou fotos dos cômodos e anunciou a venda pela internet. Segundo a Polícia Civil, a mulher, que juntou dinheiro por muito tempo, entrou em contato com o suspeito, negociou a compra e transferiu R$ 19 mil para a conta bancária dele. A vítima pagou outros R$ 5 mil à vista e ficou de dar mais R$ 1 mil ao suspeito depois. “Eu tinha vontade de comprar um imóvel, aí eu entrei em contato com ele pelo anúncio da internet, olhei duas vezes e marquei com ele para fazer a compra. Dia 28, no Shopping Cajazeiras, eu fui com ele e a gente fez o documento de compras e vendas. Passei no cartório, abri firma, reconheci e aí fui vítima desse golpe”, contou a vítima. A mulher informou que o golpe só foi descoberto após a vítima fazer ela ir ao apartamento para fazer uma limpeza e ser questionada pela mãe do verdadeiro dono sobre a movimentação no local. Segundo a vítima, a mãe do dono do imóvel perguntou em qual apartamento ela moraria e falou que ela havia caído em um golpe. "Eu fiquei sem chão”, lamentou, emocionada. Em entrevista à TV Bahia, afiliada da Rede Globo, a delegada Overanda Oliveira, informou que o suspeito foi localizado na segunda-feira (4). Ele foi interrogado e liberado. “Nós estamos empreendendo diversas diligências diminuir, ao menos, o prejuízo dela. Se trata de uma pessoa muito humilde, uma pessoa que trabalhou toda a vida, todo o tempo, se privou de muita coisa, para adquirir esse imóvel e no final foi lesada por esse suspeito”, explicou a delegada. Segundo Overanda, a polícia já entrou em contato com a agência bancária usada pelo suspeito. “Nós estamos mantendo contato com as agências bancárias no sentido de obtermos essas informações. Nós precisamos saber exatamente qual o fim que este suspeito deu para a importância [dinheiro] que foi entregue pela vítima e a transferência bancária”. A delegada informou que testemunhas foram ouvidas e um pedido de prisão preventiva desse ser pedido nos próximos dias. “Quando a vítima veio à delegacia nós tomamos conhecimento da situação, iniciamos as diligências, que resultaram na localização do suspeito. Contudo, já não autorizava a prisão em flagrante, mas nós estamos instruindo o procedimento, já procedemos o registro, já ouvimos diversas pessoas e a nossa intenção é representar pela prisão preventiva desse indivíduo e, principalmente, evitar que ele pratique outros crimes na nossa área”, disse Overanda Oliveira.
O prefeito Eduardo Vasconcelos visitou as obras de pavimentação das ruas do Distrito de Samambaia (Foto: Reprodução Instagram)
A pavimentação em comunidades e distritos do meio rural de Brumado é um anseio muito grande dos moradores, já que proporciona melhorias significativas, além de dar um aspecto muito mais positivo aos locais. Nesse sentido a administração municipal vem buscando atender essa demanda, realizando várias ações, muitas das quais com recursos próprios. Dentre as várias comunidades atendidas, o Distrito de Samambaia, que fica na região de Ubiraçaba, é um dos que vêm sendo contemplado com obras estruturantes de grande relevância. A primeira e, mais significativa, é a adutora que levará água de qualidade aos moradores, mas também outra ação muito importante é a pavimentação asfáltica da estrada que faz a ligação com a sede do município. Além dessas, uma que está sendo arcada pelos cofres municipais é a pavimentação das ruas do distrito, que estão com as obras em ritmo acelerado. O prefeito Eduardo Vasconcelos esteve nessa semana o local e aproveitou para fazer um vídeo, o qual foi colocado em suas redes sociais explicando detalhes da ação (clique para assistir).
Declarações e propostas do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, têm causado polêmica e já provocaram reações no Congresso – parlamentares defendem que o ministro vá ao Congresso para dar explicações. Entre outros assuntos, Rodríguez disse que a universidade não é para todos e defendeu incluir a disciplina educação moral e cívica no currículo do ensino fundamental – para os estudantes aprenderem o que é ser brasileiro e quais são "os nossos heróis". Na edição do último fim de semana, a revista "Veja" publicou entrevista concedida pelo ministro. Vélez Rodríguez disse que a volta da disciplina educação moral e cívica nas escolas é uma forma de ensinar ao adolescente que viaja "que há contextos sociais diferentes e que as leis de outros países devem ser respeitadas". Rodríguez afirmou que, viajando, o brasileiro é um "canibal". "Rouba coisas dos hotéis, rouba o assento salva-vidas do avião; ele acha que sai de casa e pode carregar tudo. Esse é o tipo de coisa que tem de ser revertido na escola", disse o ministro. Na noite desta segunda-feira (4), o ministro voltou a defender o ensino de moral e cívica em um vídeo na página do Ministério da Educação. "Eu vou dar muita ênfase a isso, à retomada desse processo de ensino de valores fundamentais, fundantes da nossa vida cidadã. Tanto no ensino infantil quanto no ensino fundamental, ao longo de todo o ensino fundamental e – por que não? – continuando no nível universitário", afirmou. O senador Major Olímpio, do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, apóia a proposta do ministro. "Isso vai valorizar, vai ampliar a formação e a visão do cidadão brasileiro a partir da escola, coisas mínimas que hoje, se observa: que as pessoas não sabem mais cantar o Hino Nacional, não conhecem o símbolo pátrio. Então, isso é importante. Não conhecem minimamente a estrutura de funcionamento do estado brasileiro", disse o senador. Ainda na entrevista à revista "Veja", Ricardo Vélez Rodríguez criticou a atriz e cineasta Carla Camuratti porque, segundo afirmou, ela colocou "!Dom Joãozinho" – referindo-se ao príncipe regente d. João VI, que chegou ao Brasil com a família real em 1808 – "como um reles comedor de frango, sem nenhuma serventia". O ministro se referia ao filme "Carlota Joaquina", que, na verdade, não é um documentário, mas uma paródia de um momento histórico. Carla Camuratti preferiu não comentar a crítica do ministro. Na entrevista, Rodríguez também repetiu que a universidade não é para todos, que representa uma elite intelectual, "para a qual nem todo mundo está preparado ou para a qual nem todo mundo tem disposição ou capacidade". Ricardo Velez rodríguez elogiou o programa Escola Sem Partido e fez críticas ao que chama de "ideologização precoce de crianças na escola". Ele afirmou que a escola não serve para fazer política e que a ideologização nas escolas é "um abuso, um atentado ao pátrio poder e uma invasão da militância em um aspecto que não lhe compete". E ameaçou: quem praticar isso ostensivamente vai responder à legislação. Sobre a liberdade de ensino, disse que liberdade não é fazer o que se deseja. "Liberdade é agir, fazer escolhas dentro dos limites da lei e da moralidade. Fazer o que dá vontade não é ser livre. Isso é libertinagem. No Brasil, por força de ciclos autoritários, temos uma visão enviesada da liberdade. Liberdade não é o que pregava Cazuza, que dizia que liberdade é passar a mão no guarda. Não! Isso é desrespeito à autoridade, vai para o xilindró", afirmou. A mãe de Cazuza, Lucinha Araújo, afirmou que o filho nunca disse isso e esclareceu que a frase é de autoria dos humoristas do Casseta e Planeta. Em uma carta aberta, Lucinha cobrou uma retratação. Nesta terça, Vélez Rodríguez ligou para ela a fim de pedir desculpas. "Eu achei que ele além de ser mal informado, ele foi leviano de dar uma declaração dessas", afirmou Lucinha Araújo. "Como é que o senhor pôs na boca do meu filho? Ele disse: 'Ah! senhora, mil perdões. Eu não sei como eu vou me desculpar'. Eu falei: 'Quero que o senhor se desculpe publicamente'", relatou. No fim da tarde, o ministro da Educação se desculpou em uma rede social. Disse que a conversa foi tocante e que combinou uma visita a Lucinha Araújo quando for ao Rio. E finalizou: "O amor do coração de uma mãe por seu filho é algo valoroso". A presidente do movimento Todos Pela Educação, Priscila Fonseca da Cruz, também criticou declarações do ministro. Ela disse que a país precisa identificar e enfrentar os problemas reais da educação. "O problema central da educação brasileira é que a gente não tem conseguido garantir aprendizagem dos nossos alunos. Esse é o principal desafio; E como que a gente resolve esse desafio? Com formação de professores, escolas bem geridas, com tempo integral, com material didático de qualidade, com uma boa base nacional curricular. É assim que se resolve", declarou. As declarações do ministro da Educação também provocaram reações no Congresso. Na Câmara e no Senado, já estão prontos pedidos para que Ricardo Vélez Rodríguez explique as declarações, consideradas desrespeitosas, preconceituosas e que atacam direitos garantidos na Constituição. No Senado, o líder da Rede contestou o ministro e disse que a educação é direito de todos. "Não se pode, a despeito de querer banir uma pretensa ideologização, tentar impor uma outra ideologia nas escolas. Na verdade, o que ele argumenta fere um princípio constitucional que é o princípio da liberdade de cátedra. E do pluralismo de ideias pelo qual está assentada a nossa educação", disse o senador. "Está na nossa Constituição: educação é dever de todos, é direito de todos e é dever do estado. Ele, ao se referir à universidade só para alguns, desconhece um princípio constitucional elementar", afirmou Randolfe Rodrigues.. O deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) quer que o ministro vá ao plenário da Câmara dar explicações. "Ele atacou de forma inaceitável a honra dos brasileiros, chamando a todos de ladrões. E nós não aceitamos isso. Ele tem que vir à Câmara se explicar e pedir desculpas aqui ao povo brasileiro", disse Molon.
O jovem nasceu e morava em Dom Basílio (Foto: Brumado Urgente)
Um atropelamento ocorrido na noite desta terça-feira (05) na BA-148, nas proximidades de Dom Basílio acabou levando a óbito o jovem Antônio Luiz de Araújo Oliveira, o qual era morador do referido município. Segundo informações colhidas pelo Brumado Urgente, ele acabou sendo atropelado quanto transitava pela via e acabou tendo a sua caixa craniana estourada, o que causou a sua morte instantânea. O corpo ficou no meio da rodovia, enquanto o condutor autor do atropelamento se evadiu do local. Segundo as informações o veículo era uma Hilux. A equipe do SAMU 192 chegou ao local, mas não pode fazer nada. O Departamento de Polícia Técnica foi acionado e fez o levantamento cadavérico, levando, em seguida, o corpo para o IML de Brumado. A Polícia Rodoviária Estadual também foi ao local e procurou colher provas que possam levar ao autor do atropelamento.
No 12º dia de buscas da tragédia de Brumadinho, nesta terça-feira, o número de mortes confirmadas subiu para 142, com 122 corpos identificados. Agora, segundo os Bombeiros, são 194 desaparecidos. O 12º dia de buscas começou por volta das 6h50. Os primeiros corpos ou restos mortais resgatados na lama chegaram ao campo usado como centro de operações do Corpo de Bombeiros por volta das 9h45, no Córrego do Feijão, em Brumadinho, na Grande BH. Após mais de duas horas e meia de buscas, os corpos ou segmentos de corpos foram trazidos em um helicóptero da Polícia Militar do Paraná. Os trabalhos foram feitos em 22 pontos diferentes e contaram com a ajuda de 10 helicópteros e equipes de militares a pé, de barco, escavadeiras e máquinas anfíbias. Três equipes são reforçadas por militares da Força Nacional de Segurança e também continua a presença de militares de outros estados. Foram 399 profissionais envolvidos na operação nesta terça, sendo 200 do Corpo de Bombeiros de MG, 64 da Força Nacional, 110 bombeiros militares de outros estados e 25 voluntários.Por volta das 10h45, o helicóptero da Polícia Militar de Minas Gerais trouxe mais corpos ao centro de operações. Ao meio-dia, outro helicóptero trouxe mais corpos. Por causa de um enterro no cemitério do Córrego do Feijão, a família pediu que a movimentação dos helicópteros fossem paralisadas das 11h30 até o fim da homenagem. No começo da tarde, a Articulação Internacional dos Atingidos e Atingidas pela Vale, composta por movimentos e acionistas que criticam a atuação da empresa, pediu a destituição da diretoria da Vale e o fechamento de outras minas da região. O grupo questionou a atuação da empresa nos últimos dias. Por volta das 19h, uma reunião tensa durou mais de 2 horas e contou com cerca de 450 moradores e produtores rurais, mas representantes da mineradora Vale não aceitaram as reivindicações emergenciais da comunidade.
Eles foram levados para o HMPMN, mas não resistiram aos ferimentos (Foto: Brumado Urgente)
Apesar de opiniões adversas que ainda continuam a querer afirmar que Brumado é um município com baixos índices de violência, os fatos que compõe a página policial comprovam ao contrário. O início de 2019 mostra uma forte intensidade nas ações policiais, sendo que vários confrontos, com troca de tiros, entre polícia e assaltantes, são uma das constatações mais presentes neste cenário preocupante. Na noite desta terça-feira (05) mais um episódio dessa natureza ocorreu, o qual acabou com o saldo de 3 mortos, os quais pertenciam à uma quadrilha que assaltava caminhoneiros na BR-030, tendo como foco o trecho entre Brumado e Sussuarana. Segundo informações colhidas pelo Brumado Urgente, por volta das 22h, um caminhoneiro que foi abordado pelos 3 elementos conseguiu escapar da tentativa de assalto, inclusive atropelando um dos criminosos. Ele acionou a Polícia que enviou uma guarnição da PETO nas proximidades da subestração da Coelba e, ao chegar ao local, foi recebida a tiros pelos assaltantes e, inevitavelmente, foi dado o revide, onde 3 jovens foram atingidos. Eles foram trazidos para o Hospital Municipal Professor Magalhães Neto, mas não resistiram aos ferimentos, vindo a óbito. Não foram divulgadas até o momento a identidade dos mesmos, mas, segundo informações obtidas pela nossa equipe, os 3 moravam no Bairro Irmã Dulce em Brumado, sendo que o prenome de dois deles eram Iranildo e Thlison, os quais eram irmãos.
O governo federal pretende fechar o texto final da reforma previdenciária até o final da próxima semana para enviá-lo ao Congresso Nacional na segunda quinzena de fevereiro. A previsão foi discutida em reunião ministerial promovida nesta terça-feira (05) no Palácio do Planalto, na qual o ministro da Economia, Paulo Guedes, falou sobre o cronograma da proposta. Com a expectativa de que o presidente Jair Bolsonaro tenha alta médica na segunda-feira (11), a intenção é de que a versão final seja apresentada à equipe ministerial no próximo encontro de governo, programado para terça-feira (12)"Eu acredito que ele [Jair Bolsonaro] vai dar a decisão na segunda semana de fevereiro", disse o vice-presidente Hamilton Mourão, que coordenou a reunião ministerial. "Temos a ideia de que o presidente decida e se envie ao Congresso Nacional", acrescentou. No encontro, segundo relatos de presentes, Guedes disse que a minuta da proposta, vazada na terça-feira (05), não será a versão final. Ele evitou, contudo, dar detalhes sobre a proposta escolhida. Após o encontro, Mourão disse que Guedes é favorável à igualdade da idade mínima entre homens e mulheres, mas observou que Bolsonaro é contra. "O Guedes, na visão dele, é todo mundo igual. Não é isso que se busca hoje? A igualdade? Mas o presidente não concorda. O decisor é ele. Ele que foi eleito. Nós aqui somos atores coadjuvantes", disse. Mais cedo, em entrevista, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que Guedes trabalha com quatro ou cinco textos sobre a reforma e que a palavra final será do presidente.
O senador Otto Alencar (PSD) enviou ofícios a órgãos federais e estaduais da Bahia, nos quais pede atuação e providências urgentes para 10 barragens do Estado. Todos os reservatórios aparecem no Relatório de Segurança de Barragens de 2017 da Agência Nacional de Águas (ANA) como de alto risco. O objetivo é evitar novas tragédias ambientais e humanas como as ocorridas em Minas Gerais (Mariana e Brumadinho). Os 10 reservatórios de alto risco são: Afligidos, em São Gonçalo dos Campos; Apertado (Mucugê); Araci (Araci); Cipó (Mirante); Luiz Vieira (Rio de Contas); RS1 e RS2 (Camaçari); Tabua II (Ibiassucê); Zabumbão (Paramirim) e Pinhões (Juazeiro). Entre as irregularidades encontradas nas barragens estão erosões, rachaduras, buracos, infiltrações, corrosão de tubulações, presença de vegetações, afundações e fissuras.
Um menino de 7 anos foi enterrado vivo pelos seus guardiões legais na neve como punição por não decorar versículo da Bíblia. O caso ocorreu em Manitowoc (Wisconsin, EUA).Ethan Hauschultz tinha um histórico de abusos cometidos pelos guardiões, Timothy, de 48 anos, e Tina Hauschultz, de 35, e por seu irmão mais velho, de 15, contou reportagem da "Newsweek".Em uma ocasião, Ethan recebeu mais de cem socos e pontapés e teve um tronco pesado rolado sobre o seu corpo.De acordo com legista, o menino morreu de hipotermia. Ele tinha traumas na cabeça, no abdome e no peito e uma costela fraturada.Não há informação sobre o grau de parentesco entre a vítima e os guardiões. Também não foi esclarecido por que a guarda foi retirada dos pais biológicos."Quando cheguei ao hospital, Ethan não tinha batimento cardíaco e a temperatura dele era de 23 graus. Eu quero justiça", disse Andrea Everett, mãe biológica da vítima.Timothy, Tina e o irmão de Ethan foram presos. Eles vão responder por homicídio.
O WhatsApp anunciou nesta nesta terça-feira (5) uma nova ferramenta, que permite bloquear a tela do aplicativo e desbloqueá-la apenas com função biométrica de reconhecimento digital ou facial. A novidade, por enquanto, vale apenas para iPhones. A assessoria do WhatsApp afirmou que "ainda não tem nenhuma previsão" da chegada dessa função para celulares Android. A ferramenta permite determinar uma quantidade de tempo para o bloqueio, contando desde a última vez em que o aplicativo foi utilizado. Após bloqueado, só será permitido o acesso com uso de autenticação biométrica — pelas funções Touch ID e Face ID, disponíveis nos celulares da Apple. Quando essas funções são usadas por aplicativos parceiros, a Apple não envia os dados de biometria para a empresa, apenas um sinal que afirma que o reconhecimento foi feito. De acordo com o WhatsApp a nova função vai fortalecer a privacidade do usuário e impedir que outras pessoas usem o aparelho sem permissão para ler mensagens.
A sexta turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu nesta terça-feira (5), por unanimidade, liberdade para três funcionários da Vale e dois engenheiros da empresa TÜV SÜD, que prestava serviços para a mineradora. Eles haviam sido presos após o rompimento da barragem em Brumadinho (MG). Segundo investigadores, os profissionais atestaram a segurança da barragem que se rompeu, a número 1 da Mina do Feijão. A decisão da sexta Turma é provisória (liminar) e tem validade até que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais julgue o mérito dos habeas corpus (pedidos de liberdade) apresentados pelos cinco investigados. No último sábado (2), os engenheiros da TÜV SÜD André Yassuda e Makoto Mamba, e os funcionários da Vale Cesar Augusto Paulino Grandchamp (geólogo), Ricardo de Oliveira (gerente de Meio Ambiente) e Rodrigo Artur Gomes de Melo (gerente executivo do Complexo Paraopeba da Vale) tiveram pedido de liberdade negado liminarmente no tribunal mineiro. Eles então recorreram ao STJ. Até o momento, 134 mortes foram confirmadas na tragédia de Brumadinho. Outras 199 pessoas continuam desaparecidas.