Aposentada adquiriu fogão com defeito e até o momento não conseguiu solução para o seu problema
- Daniel Simurro / Brumado Urgente
- 03 Fev 2014
- 15:36h

O Fogão ainda continua na casa da cliente à espera de uma solução (Foto: Divulgação)
A implantação de uma unidade do PROCON – Programa de Proteção e Defesa do Consumidor – seria muito bem vinda em Brumado, mas isso acabou esbarrando nas promessas dos políticos e na legislação, já que no terreno duro da realidade, consumidores continuam sendo lesados, tendo como único órgão de defesa o Juizado Especial Cível de Causas Comuns e Defesa do Consumidor, que apesar dos grandes esforços de seus componentes, não vem resolvendo casos que remontam às grandes empresas, que muitas vezes não enviam seus representantes para as audiências, deixando os clientes insatisfeitos na “rua da amargura”, sem se falar no enorme espaço de tempo até que o caso seja analisado pela Justiça, já que existe um grande acúmulo de trabalho na Vara Civil de Brumado. Foi esse o caso da aposentada Analia Olinda e Silva, que teve uma audiência de conciliação no dia 08 de julho de 2013, devido à compra de um fogão de seis bocas numa filial local da rede de lojas Eletrosom, o qual apresentou defeitos em sua estrutura e, devido a isso, ela foi, primeiramente na própria loja, buscar os seus direitos, mas como não conseguiu êxito acabou indo ao Juizado de Pequenas Causas, mas, até o momento, mesmo com o fogão já totalmente quitado, a referida loja, segundo ela, não se prontificou a sanar o problema e trocar o produto. O Brumado Urgente falou com a aposentada que não escondendo a sua indignação declarou que “como que pode acontecer uma coisa dessas, é um absurdo, é uma falta de respeito com nós consumidores, que muitas vezes fazemos uma grande economia para comprarmos produtos de marca e, quando conseguimos, estes vêm com defeito e a loja responsável não se prontifica a resolver o problema, como aconteceu comigo”. Ela subiu o tom ao citar que “realmente é necessário que tivéssemos uma unidade do Procon em Brumado, já que, infelizmente, apesar de todos os esforços do Tribunal de Pequenas Causas, existem casos que são muito complicados de serem resolvidos”. E finalizou disparando que “após tanto tempo eu não quero nem mais um fogão novo, quero o meu dinheiro de volta com direito a danos morais inclusive, porque a “via crucis” que eu passei buscando os meus direitos não foi pouca não”.

A aposentada fez questão de mostrar o carnê da quitação do produto (Foto: Divulgação)




















"esta não é a primeira tenho em casa um armário todo manchado e ja reclamou e eles não estar nem air "