Agosto está sendo mês do desgosto para muito políticos

  • 10 Ago 2015
  • 07:36h

(Imagem Ilustrativa)

Se o mês de agosto é tradicionalmente considerado maldito, em especial para a política, em 2015 ele foi "gestado" ao longo do ano para parir uma tormenta de grandes proporções devido a todos os acontecimentos que vêm transformando o Brasil num país de baixo astral. Mas é preciso relembrar alguns episódios que criaram a má fama do mês. O historiador Carlos Zacarias de Sena Júnior, professor do Programa de Pós-Graduação em História da UFBA e autor do livro "Os impasses da estratégia: os comunistas, o antifascismo e a revolução burguesa no Brasil 1936-1948", lembra que ao fato político mais famoso que transformou agosto no mês do desgosto, que foi o suicídio do presidente Getúlio Vargas (ocorrido em 24.8.1954), deve-se juntar a morte do presidente Juscelino Kubitschek, além da renúncia de outro presidente, Jânio Quadros. Isso sem falar nos passamentos do governador Miguel Arraes e seu neto, o candidato à presidência Eduardo Campos, morto num desastre áereo em plena campanha no ano passado. Agosto também é lembrado pelos terríveis bombardeios atômicos das cidade japonesas de Hiroshima e Nagasaki, momento mais dramático da política internacional.

 


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