'Brumado não é o patinho feio da Bahia', afirma vereador Édio Pereira

  • Daniel Simurro | Brumado Urgente
  • 29 Abr 2015
  • 11:51h

O vereador Édio Pereira fez um discurso eufórico durante a última sessão do Legislativo de Brumado (Foto: Daniel Simurro | Brumado Urgente)

O atraso das obras do Conjunto Penal de Brumado acabou disparando o gatilho dos embates na última sessão da Casa Legislativa, onde alguns posicionamentos tiveram temperaturas elevadas. Um dos mais eufóricos foi o do vereador Édio Pereira (PC do B) que iniciou a sua argumentação dizendo que “essa questão do conjunto penal está tendo uma leitura exagerada, que faz parte de uma onda de pessimismo que está sendo propagada com uma ênfase que acaba prejudicando todos nós” e continuou declarando que “as obras do CDP só não iniciaram porque o orçamento do estado ainda não tinha sido votado, mas agora que a votação aconteceu, as coisas irão ter o seu ritmo normal e elas irão começar porque o governo do estado tem consciência de sua urgência”. Subindo o tom, o parlamentar afirmou que “essa onda exagerada de pessimismo quer colocar o nosso município numa posição inferior, mas eu garanto que Brumado não é o patinho feio da Bahia, pois muitos municípios do nosso porte invejam a nossa condição”. E ainda fez questão de destacar que “eu lanço um desafio e quero que me apresentem um município em nossa região que tenha recebido mais investimentos que Brumado nos últimos dois anos. Recebemos o Fórum Eleitoral; o campus do IFBA que já está para ser inaugurado, 400 casas entregues do Minha Casa, Minha Vida e mais 200 para serem entregues; a sede do TRT; a reestruturação e ampliação do Estádio dos Prazeres que será inaugurado ainda neste semestre e também a constante ampliação do Hospital Magalhães Neto, que inclusive foi fundamental para a pré-seleção para a implantação do Curso de Medicina” e complementou dizendo que “com todos esses benefícios, só um cego não vê o quanto avançamos nos 2 últimos anos. Sei que temos que continuar a luta por novas conquistas e avançar muito mais, mas não podemos ficar propagando que somos o rejeitados da história”. 


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