Mais um domingo de protestos contra Dilma
- 12 Abr 2015
- 10:21h

Em São Paulo, o número de manifestantes que compareceram ao protesto anti-governo do dia 15 de março gerou polêmica entre a Polícia Militar e o Instituto DataFolha
Após milhares de pessoas terem tomado às ruaspara protestar contra o governo Dilma no dia 15 de março, movimentos anti-governo preparam uma nova onda de atos pelo País neste domingo 12 que, segundo os organizadores, devem ocorrer em centenas de cidades. A organização das manifestações é liderada por grupos pró-impeachment como o Vem Pra Rua, o Movimento Brasil Livre e o Revoltados Online e também por facções pró-golpe militar, como o SOS Forças Armadas. A convocação, entretanto, se dá de forma difusa, em especial pelas redes sociais. Segundo o Datafolha, 91% das pessoas presentes nos protestos do dia 15 de março disseram não ter ligação com nenhum dos grupos organizadores. Entre os que declararam ter ligação, 3% disseram fazer parte do Vem pra Rua, 2%, do Revoltados Online, e 1%, do MBL, entre outros menos citados. A falta de coesão entre os diferentes grupos organizadores é um fator que gera incertezas sobre o tamanho dos protestos deste domingo 12. Na quinta-feira 9, o MBL entrou com uma liminar na Justiça para garantir que seu carro de som fique a uma distância mínima de 400 metros dos levados por grupos pró-intervenção militar, como o SOS Forças Armadas. A Polícia Militar paulista, responsável por garantir que os protestos ocorram de forma segura, disse que não há a expectativa de que o número de manifestantes supere o público dos protestos de 15 de março na cidade. Segundo a corporação, cerca de 1 milhão de manifestantes compareceram aos ato de março. O instituto Datafolha questiona a estimativa da PM dizendo que, segundo seu levantamento, cerca de 210 mil pessoas ocuparam a Avenida Paulista. Com isso, os números do instituto de pesquisa são 4,7 vezes menores do que a estimativa da PM, o que lançou dúvidas sobre a forma pouco transparente que ocorre a contagem de público feita pela corporação. Outra crítica atribuída à Polícia Militar é a mudança da tabela de jogos do Campeonato Paulista. Oficialmente, a mudança tem como objetivo evitar que duas grandes concentrações de pessoas, manifestantes e torcedores, se encontrem em um mesmo local e horário. Por isso, assim como ocorreu em março, quando o jogo do Palmeiras foi alterado das 16h para às 11h do domingo 15, a PM procurou a Federação Paulista de Futebol e acordou a mudança de horário dos jogos da semifinal do campeonato. Desta vez, Corinthians e São Paulo tiveram seus jogos transferidos para o sábado contra a Ponte Preta e Red Bull Brasil, respectivamente. No domingo, o Santos joga contra o XV de Piracicaba, na cidade de Santos, e o Palmeiras enfrenta o Botafogo de Ribeirão Preto, às 11 horas do domingo 15. A antecipação do horário do jogo de domingo é alvo de críticas nas redes sociais por internautas que enxergam na medida uma forma de incitar a participação nos protestos.




















"ATE MEDIR QUANTAS PESSOAS TEM USAM PARA DIZER QUE TEVE TANTAS PESSOAS NO PROTESTO SE TEVE 1 MILHAO NA NO DIA 15 DE MARÇO FALA UM TAL DATA FOLHA QUE SO TEVE 200 MIL NESTA DO DIA 12 FALAM DE 700 MIL A TAL DATA FOLHA FALA 80 MIL PESSOAS POR ISSO QUE SAIU UMA PLAQUINHA NA MAO DE UM MANIFESTANTE NA AV PAULISTA ( DIZ O DATAFOLHA EU NAO ESTOU AQUI) COMO COMENTOU O CIENTISTA POLITICO A QUANTIDADE MUITA OU POUCA E VALIDA APESAR DO POVO ESTAR DESGASTADOS DESTE ARROCHO DO GOVERNO DO PT NESTE 04 MESES TRUCULENTOS DE CORUPÇAO."