Brasil está perdendo seus jovens de até 17 anos para crime organizado. A Bahia é destaque

  • De Redação
  • 03 Dez 2014
  • 10:32h

(Imagem Ilustrativa)

Com idades entre 14 e 17 anos, negros, escolaridade em atraso e moradores da periferia, são os dados do perfil dos jovens vitimados pelo tráfico de drogas ou outras atividades ilícitas. De acordo com o Índice de Mortalidade de Adolescentes (IHA), até 2016, 36.735 brasileiros entre 12 e 18 anos não completarão a adolescência. A Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP) ainda não disponibilizou ao Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca) dados sobre a quantidade de adolescentes assassinados na Bahia este ano. Contudo, o Centro afirma que há estimativas de que houve um aumento em relação ao ano passado. Os recentes casos vitimando menores de idade têm chamado atenção para a quantidade de adolescentes envolvidos com atividades ilícitas. No último dia 16, um adolescente de 14 anos foi assassinado a tiros enquanto, supostamente, comprava drogas em um imóvel situado na rua da Ilha, Itapuã. Roqueline Duarte dos Santos, 32, que seria a traficante do local, também morreu. Na mesma semana, dois adolescentes (um de 14 e outro de 17) foram assassinados na cidade de Candeias, Região Metropolitana de Salvador. De acordo com informações da polícia, os dois foram alvejados por vários homens armados. Já no bairro do Rio Sena, um adolescente de 15 anos sofreu uma tentativa de assassinato dentro da própria casa. Segundo informações da polícia, o imóvel foi invadido por homens armados que balearam o menor em diferentes partes do corpo. De acordo com o coordenador do Cedeca, Waldemar de Oliveira, os recentes casos indicam um aumento no índice de adolescente assassinados, mas ainda não há dados que confirmem a situação. “Pelos recentes casos, posso dizer que houve um aumento, pouco significativo. 


Comentários

  1. honesto

    "eu falava mal dos ladroes etc ,hoje camsado de ser honesto besta penso em ate faz isso"