Representatividade LGBTQIA+: Lojistas da comunidade ampliaram seus negócios online na pandemia
- Redação
- 28 Jun 2021
- 18:39h

Desde o início da pandemia, empreendedores já triplicaram suas vendas online | Foto: Divulgação/Nuvemshop
Um levantamento feito pela plataforma de e-commerce Nuvemshop, identificou que 11% das lojas da plataforma são administradas por pessoas da comunidade LGBTQIA+. Desse total, 50% encontram-se na cidade de São Paulo, 8% estão no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, 6% no estado do Ceará e 5% no Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
A pesquisa foi realizada para celebrar o Dia do Orgulho LGBTQIA+, comemorado nesta segunda-feira (28). Outro aspecto considerado na pesquisa foi o motivo para empreender, 44,5% informaram que ter o próprio negócio era um sonho, 18,5% criaram a loja virtual para ter uma fonte de renda e 18% queriam ter mais autonomia e liberdade.
Em resposta a maior dificuldade no ramo do empreendedorismo, 39% responderam que falta crédito para quem quer começar e 34% disseram que a gestão do tempo é um grande desafio.
Thiago e Mauro são empreendedores e proprietários da Loja Mermeleia, em São Paulo. O casal está junto há 12 anos e se uniram por meio da arte. Eles contam que sempre tiveram o sonho de empreender, começaram fazendo sucos e depois passaram a produzir geleias de frutas brasileiras.
“Antes da pandemia, vendíamos os produtos na loja física, que fechou na pandemia, feiras de pequenos produtos artesanais e empórios. Hoje, 50% das vendas são pelo e-commerce e os outros 50% pelos empórios”, conta o casal que desde o início da pandemia já triplicaram suas vendas online.
Tatiana Rezende, CFO Global da plataforma de e-commerce Nuvemshop, é lésbica e conta que a empresa tem uma turma bastante relevante que se identifica como LGBTQIA+. “Cerca de 25% dos nossos funcionários. Então, é super importante ter alguém da comunidade em um papel de liderança”, completa.



















