Falta de médicos especializados tem gerado desperdício de medicamentos

  • Redação
  • 31 Mar 2021
  • 14:08h

É o que aponta a Associação de Medicina Intensiva Brasileira | Foto: Facebook/Fiocruz

A falta de médicos especializados em UTIs está gerando impacto no desperdício de medicamentos e em problemas no atendimento. É o que aponta a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib), por meio de sua presidente, Suzana Lobo. A estimativa, segundo ela, é que o Brasil tenha cerca de 7.100 médicos intensivistas, mas o número ideal seria de 40 mil profissionais. Ela também diz que a abertura de novos leitos de UTI não resolve o problema uma vez que não há profissionais no mercado. “O que precisa melhorar é a eficiência na utilização dos recursos”, disse a médica, segundo a Folha de S.Paulo. O governo federal autorizou a abertura de 952 novas vagas nesta terça (30). Suzana defende a utilização do protocolo de triagem de pacientes para enfrentar a falta de médicos e os baixos estoques de medicamento


Comentários

    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.