Ex-presidente do Clube Social de Brumado questiona “onde está a transparência da entidade?”
- Redação
- 29 Mai 2019
- 14:02h

O ex-presidente do Clube Social de Brumado, Lúcio Cruz questionou a transparência da entidade (Foto: Reprodução Redes Sociais)
As eleições que irão acontecer no próximo domingo (02) vêm colocando o Clube Social de Brumado em evidência nas redes sociais, onde a disputa das duas chapas acabou extrapolando o âmbito administrativo e indo para a esfera da política. Diante disso, o ex-presidente da entidade no ano de 1984/1986, Lúcio Carlos Cruz dos Santos, vem fazer um desabafo em tom de questionamento tendo como mote principal a defesa dos associados e a falta, segundo ele, de transparência da instituição que não estaria divulgando as planilhas de receitas e despesas em seu site oficial – www.clubesocialbrumado.com.br bem como a divulgação por parte da atual diretoria do que recebeu e do que estará entregando a nova diretoria a ser eleita no próximo domingo, em termos de saldos bancários e fundo de reserva da instituição. Muito seguro ele afirma que “a essência do clube é o associado, que deve ter acesso a todos os dados, o que, infelizmente não está acontecendo, tanto que em recente assembleia geral solicitei o balanço anual e não me foi passado”. Em um tom mais ácido ele questionou que “os principais eventos que são o Dia das Mães, Dia dos Pais e Réveillon deveriam ter, automaticamente, as informações no site do CSB, da prestação de contas dos referidos eventos”. Ele continuou argumentando que “a falta de transparência é gritante e isso não deveria acontecer, pois numa instituição séria, não se admite uma omissão das planilhas detalhadas de receitas e despesas”. E ainda lembrou que “as eleições infelizmente ganharam um tom político e isso não é positivo para o clube. Muitos também pensam dessa forma, mas têm medo de se expressarem, mas eu defendo o associado e não vou me calar diante disso. Infelizmente os associados são os que mais perdem nessa disputa, então, que se mude esse conceito, pois muitas instituições acabaram sendo arruinadas por essa metodologia de privilégios”.



















