Bolsonaro volta a dizer que médicos cubanos são escravos da ditadura
- Agência Brasil
- 19 Nov 2018
- 12:14h

Tomaz Silva/Agência Brasi
O presidente eleito Jair Bolsonaro voltou a afirmar hoje (18) que Cuba submete seus profissionais, vinculados ao programa Mais Médicos, a uma situação de “trabalho análogo a escravidão”. Ele também afirmou que alguns prefeitos, que reclamam da saída dos cubanos, querem se eximir de responsabilidades. “A prefeitura mandou embora seu médico para pegar um cubano. Quer ficar livre da responsabilidade. A Saúde [municipal] também tem sua responsabilidade”, afirmou Bolsonaro, que foi à Arena Carioca 1, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro acompanhar as finais do evento de Jiu-Jitsu Abu Dhabi Grand Slam Rio. Bolsonaro acrescentou que ainda não é o presidente, mas que "dia 1º vamos apresentar [uma solução para a saída dos médicos cubanos]. Não podemos admitir escravos cubanos no Brasil nem continuar alimentando a ditadura cubana também”.O presidente eleito reiterou o que disse há dois dias, lembrando que muitos cubanos deixam para trás as famílias, pois não podem trazê-las para o Brasil e são obrigados a repassar 70% dos salários para o governo de Cuba.




















"Esse cidadão conversa pelos cotovelos. Já declarou que os médicos CUBANOS eram células da ditadura e que estavam aqui para pregarem o COMUNISMO. Agora vem com essa onda de que os médicos cubanos são ESCRAVOS da ditadura.Tomara que a partir do dia 01/01/19 tenha um curso a seguir, pois, no mais...Volta atrás em tudo que fala. Parece bem inseguro. Só lembrando que nem toda herança comunista é ruim...Quem tem seu imóvel FINANCIADO pela Caixa Econômica, quem tem filhos em ESCOLAS e UNIVERSIDADES PÚBLICAS...Quem usa o SUS...etc etc etc...Sabe do que estou falando."