Brasileira escala as sete montanhas mais altas da Terra em um ano

  • 05 Jul 2016
  • 13:25h

Brasileira atingiu o topo do Everest na quinta-feira (Foto: Thais Amadei Pegoraro/ Arquivo pessoal )

Depois de chegar ao lugar mais alto da Terra, o cume do Everest com 8.844 metros, a bauruense Thais Amadei Pegoraro cumpriu mais um desafio. A montanhista escalou os sete pontos mais altos nos cinco continentes e na Antártida em tempo recorde entre os sete brasileiros que já cumpriram esse desafio. O último cume que faltava, após o Everest, era a montanha Carstensz, que fica na província de Papua, na Nova Guiné, ponto mais alto da Oceania, com 4.884 metros. Desafio que ela cumpriu na noite do último domingo (3), horário do Brasil e já segunda-feira (4) de manhã na Nova Guiné. Em exatos um ano e 9 dias, Thais escalou sete montanhas, além do Everest, que ela chegou ao topo no dia no dia 19 de maio e a última na Nova Guiné, a bauruense chegou ao cume de outras cinco montanhas: Kilimanjaro, no Kênia, com 5.895 metros; Elbrus, na Rússia, com 5.642 metros; Vinson, na Antártida, com 4.892 metros; McKinley, na Áustria, com 6.194 e; Aconcagua, na Argentina, com 6.961 metros.  Ainda de acordo com a tia, Thaís deve chegar ao Brasil no dia 13 de julho. Atualmente, a advogada e coach mora no Rio de Janeiro, mas esteve em Bauru no começo de junho após  escalar o Everest. Na oportunidade, ela conversou com o G1 sobre o desafio de escalar o topo mais alto do planeta, ainda mais em uma temporada que registrou cinco mortes de montanhistas e após duas tragédias que impediram a subida de alpinistas por dois anos no Everest. “A experiência no Everest nessa temporada foi muito rica, muito fluída perto dos acidentes dos dois últimos anos e ainda que a gente tenha recebido a notícia da morte de cinco pessoas, eles não faziam parte do nosso grupo e aparentemente morreram por causa de fadiga. Ainda que a fadiga não seja a principal causa de morte aqui no Everest, ela acontece por vários fatores seja pela altitude de ataque ao cume, pela fila de pessoas que tentaram chegar ao topo, que faz com que a gente fique parado muito tempo, aguardando as pessoas caminharem, às vezes em arestas, em locais muito expostos”, disse.


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