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O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, afirmou no domingo (30) ao jornal "O Globo" que não tem "nada para fazer" em caso de derrota nas urnas. Ele foi questionado um dia após a declaração feita à repórter Graziela Azevedo, da TV Globo, de que "não dá pra gente aceitar passivamente na fraude, na possível fraude a eleição do outro lado". Ele havia questionado os resultados da urna eletrônica durante o voo de volta de São Paulo para o Rio de Janeiro, após receber alta hospitalar. Bolsonaro passou mais de 3 semanas internado, recuperando-se de uma facada que levou no abdômen durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG). "Um sistema eleitoral onde nós já tínhamos acertado uma maneira de auditá-lo, que é o voto impresso, lamentavelmente o Supremo Tribunal derrubou e também um sistema eleitoral que não é aceito em lugar nenhum do mundo. Então, a dúvida fica e não sou eu não. A maioria da população desconfia do voto impresso. Então, quer dizer exatamente isso aí. Eu vejo, aí que foi um absurdo o PT crescer, não existe isso. O que eu sinto nas ruas, o que eu vejo em manifestações, haverá uma grande amanhã na Paulista. É um sinal claro que o povo está do nosso lado e da forma como isso é demonstrado, não dá pra gente aceitar passivamente na fraude, na possível fraude a eleição do outro lado", disse Bolsonaro no sábado. No domingo, ele afirmou por telefone a "O Globo": "O que quis dizer é que não iria, por exemplo, ligar para o Fernando Haddad depois e cumprimentá-lo por uma vitória."
Os candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) surgem pela primeira vez tecnicamente empatados na disputa eleitoral, conforme os resultados da pesquisa do instituto MDA encomendada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte). O levantamento divulgado neste domingo (30) mostra Bolsonaro com 28,2% das intenções de voto e Haddad com 25,2% da preferência dos entrevistados. O empate técnico acontece porque a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Considerando essa margem, Bolsonaro pode ter entre 26% e 30,4%. Já Haddad pode ter entre 23% e 27,4%. Ciro Gomes (PDT) surge em seguida com 9,4%, tecnicamente empatado com Geraldo Alckmin (PSDB) , que marcou 7,3%. Marina Silva (Rede) registrou 2,6%. Veja a intenção de voto para presidente: Jair Bolsonaro (PSL): 28,2% Fernando Haddad (PT): 25,2% Ciro Gomes (PDT): 9,4% Geraldo Alckmin (PSDB): 7,3% Marina Silva (Rede): 2,6% João Amoêdo (Novo): 2% Henrique Meirelles (MDB): 2% Alvaro Dias (Podemos): 1,7% Cabo Daciolo (Patriota): 0,7% Guilherme Boulos (PSOL): 0,4% Vera (PSTU): 0,3% José Maria Eymael (DC): 0,1% João Goulart Filho (PPL): 0,1% Branco/Nulo: 11,7% Indeciso: 8,3% A pesquisa ouviu 2.002 pessoas nos dias 27 e 28 de setembro em 137 municípios de 25 unidades da federação. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-03303/2018 e tem nível de confiança de 95%.
- Estadão
- 29 Set 2018
- 20:08h
O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, decidiu na noite desta sexta-feira (28) suspender a autorização para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conceda entrevista a jornalistas mesmo preso na superintendência da Polícia Federal em Curitiba. A permissão havia sido dada pelo ministro Ricardo Lewandowski, também do STF.A decisão de Fux vale até o julgamento do caso pelo plenário da Suprema Corte, que poderá referendar ou não o posicionamento do ministro. Ainda não há previsão de quando o processo será apreciado pelos 11 ministros da Corte.“Defiro a liminar, ad referendum do plenário, com fulcro no art. 4º da Lei n.º 8.437/92, para suspender (…) os efeitos da decisão proferida nos autos da Reclamação n.º 32.035, até que o colegiado aprecie a matéria de forma definitiva. Por conseguinte, determino que o requerido Luiz Inácio Lula da Silva se abstenha de realizar entrevista ou declaração a qualquer meio de comunicação, seja a imprensa ou outro veículo destinado à transmissão de informação para o público em geral”, determinou Fux. “Determino, ainda, caso qualquer entrevista ou declaração já tenha sido realizada por parte do aludido requerido, a proibição da divulgação do seu conteúdo por qualquer forma, sob pena da configuração de crime de desobediência (art. 536, § 3º, do novo Código de Processo Civil e art. 330 do Código Penal)”, completou Fux. O petista está preso na superintendência da Polícia Federal do Paraná, em Curitiba, após ser condenado a 12 anos de um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá.
O Datafolha divulgou nesta sexta-feira (28) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 9 mil eleitores entre quarta-feira (26) e sexta-feira (28). O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.
Os resultados foram os seguintes:
- por Igor Gielow | Folhapress
- 29 Set 2018
- 09:02h
Foto: Miguel Ângelo I CNI
As simulações de segundo turno trazem más notícias para Bolsonaro. Se nas duas semanas seguintes ao ataque de Juiz de Fora ele viu seu desempenho melhorar nos embates com os principais adversários, agora ele perde para todos com uma curva desfavorável. Ciro ampliou a vantagem sobre o deputado, que batia por 45% a 39% na pesquisa anterior, derrotando-o por 48% a 38%. O pedetista segue sendo o único a vencer todos os embates nas simulações de segundo turno. Haddad saiu do empate em 41% e supera Bolsonaro por 45% a 39%, melhorando também seu desempenho contra o PSDB: empata com Alckmin em 39%, o que dificultará a ideia tucana de vender o candidato como alguém que venceria o PT com certeza no segundo turno. Questionados sobre mudança de voto, 18% dos apoiadores do tucano optariam pelo capitão. A raiz da dificuldade de Bolsonaro é sua rejeição, que paradoxalmente é a principal fraqueza também de Haddad, hoje seu principal oponente. Ambos os candidatos são os que registram a maior taxa de "não voto de jeito algum" da pesquisa. O deputado subiu de 43% para 46% e o petista, de 29% para 32%, confirmando o caráter plebiscitário e polarizado da disputa. Isso também se nota na convicção de seus eleitores, superior à dos outros candidatos: 79% dos bolsonaristas e 78% dos pró-Haddad dizem não mudar de opção. A rejeição ao candidato do PSL segue forte entre as mulheres, objeto da campanha #elenão. O rejeitam 52% das eleitoras. Na pergunta estimulada, seu eleitorado feminino é de apenas 21%, contra os 37% que alcança entre homens. Jovens de 16 a 24 anos (55%) e os mais pobres (52%) são outros grupos que lideram a tendência de descartar o voto nele. Já Haddad é mais rejeitado pelos eleitores que ganham mais de dez salários mínimos (59%), com nível superior (48%) e do sexo masculino (39%). A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-08687/2018. O nível de confiança é de 95%.
O candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL) o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB) fez críticas ao pagamento de 13º salário e ao adicional de férias ao trabalhador durante palestra a empresários no interior do Rio Grande do Sul. Convidado da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Uruguaiana, Mourão prometeu, a uma plateia composta por empresários e representantes de associações e sindicatos patronais, a realização de reformas tributária e trabalhista em um eventual governo Bolsonaro. O capitão da reserva lidera as últimas pesquisas de intenção de votos à Presidência. Ao se referir especificamente à reforma trabalhista pretendida, Mourão classificou como "jabuticabas" direitos trabalhistas que acabam onerando, segundo ele, os patrões, e elencou entre elas o 13º salario –garantido pela CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), em legislação de 1943. "Temos algumas jabuticabas que a gente sabe que é uma mochila nas costas de todo empresário. Jabuticabas brasileiras: 13º salário. Se a gente arrecada 12, como é que nós pagamos 13 [salários]?", definiu. "É complicado, e é o único lugar em que a pessoa entra em férias e ganha mais, é aqui no Brasil. São coisas nossas, a legislação que está aí, é sempre aquela visão dita social, mas com o chapéu dos outros, não é com o chapéu do governo", classificou.O vice de Bolsonaro defendeu a realização das duas reformas como forma de "priorizar gastos" e citou o responsável pelo programa econômico da campanha, Paulo Guedes. "Ele vem falando há oito meses no mercado... surgiu aquela história da CPMF. Vamos lembrar que é um imposto que anda em cascata, ela vai tributando em cascata. Agora: para que ocorra algum tipo de imposto dessa natureza, os outros [impostos] têm que ser baixados. Temos hoje em torno de R$ 192 bilhões de desonerações, ou seja, o pessoal que não paga imposto", reclamou Mourão. Na avaliação do general, "teremos que paulatinamente ir organizando isso [o fim da desoneração], não pode ser cortado da noite para o dia". Ele mencionou fechamento de "25 mil indústrias" e tributaristas "como o professor Marcos Cintra, gente que entende do assunto", que estão, segundo ele, "trabalhando no assunto". "A filosofia é uma só: temos que colocar todo mundo na base, todo mundo pagando, tem muita gente que não paga", disse. Sobre a reforma trabalhista, Mourão também fez questão de criticar o peso do imposto sindical "em cima da atividade produtiva". "É o maior custo que existe", classificou. A obrigatoriedade de recolhimento do imposto, entretanto, foi derrubada pelo governo de Michel Temer (MDB) no final do ano passado. A reportagem tentou entrar em contato com Mourão, mas ele não atendeu as ligações. Em suas redes sociais, a CDL de Uruguaiana destacou a declaração de Mourão sobre as reformas pretendidas, mas sem citar os posicionamentos dele a respeito dos benefícios trabalhistas. "General Mourão encerrou a sua fala destacando dois importantes temas, a implementação da reforma trabalhista, o que para o candidato é fundamental para modernização das relações entre o empregado e empregador, acompanhando as novas práticas mundiais. E a abertura comercial do país, que, de acordo com Mourão deve ser feito de forma gradual e segura, baseado em um programa estratégico agressivo de fomento as exportações brasileiras no mercado internacional", relatou a entidade.
- Bahia Notícias
- 27 Set 2018
- 15:11h
O vereador Carlos Bolsonaro, filho do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), será denunciado à Comissão de Ética da Câmara do Rio por apologia à tortura. A denúncia vai ser apresentada pela oposição, após o filho do presidenciável publicar nos stories de seu perfil no Instagram uma foto com simulação de tortura que mostra um homem ensanguentado, com os braços amarrados, um saco na cabeça e a hashtag #EleNão (leia aqui). A publicação foi encarada como uma resposta à campanha #EleNão, mobilização criada nas redes socais contra a candidatura de Bolsonaro. Na foto, Carlos escreveu também: "Sobre pais que choram no banheiro". A expressão é popularmente usada em alusão a pais desapontados com os filhos e que, em muitos dos casos e memes, teriam vergonha por terem filhos homossexuais. Por causa da repercussão negativa nas redes, o vereador se pronunciou e atribuiu a postagem, na tarde desta quarta-feira (26), a Ronaldo Creative, um perfil fechado no Instagram que defende a arte como forma de protesto e participa da campanha #EleNão. A versão do vereador é que ele publicou apenas para criticar a manifestação do suposto artista (veja aqui). O vereador do Rio de Janeiro, David Miranda (PSOL), anunciou que vai apresentar uma denúncia contra o vereador por quebra de decoro em razão da reprodução da imagem que simula a tortura. A bancada do PSOL na Casa também vai assinar a denúncia. O candidato à Presidência do PDT Ciro Gomes também criticou o vereador e cobrou providências das autoridades. Nas redes sociais, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL) anunciou que também acionou o Ministério Público do Rio de Janeiro contra Carlos Bolsonaro. De acordo com ele, a publicação vai contra os direitos humanos.
Os eleitores que perderam o título e queiram pedir a segunda via do documento, tem até quinta-feira (27), para realizar a solicitação, o procedimento pode ser feito em qualquer cartório eleitoral. Após o dia 27, não será mais possível requerer a segunda via para as eleições de 2018. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), a medida é válida para quem se encontra dentro do domicílio eleitoral, já que o prazo para quem está fora foi 8 de agosto. A documentação necessária para tirar a segunda via do título, pode ser a original do RG ou certidão de nascimento (se solteiro) ou de casamento, Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), carteira emitida pelos órgãos criados por lei federal, controladores do exercício profissional (OAB, CRM, CREA etc), ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Não será aceito o passaporte, por não conter dados de filiação. Além disso, os documentos devem estar em bom estado e dentro do prazo de validade. É importante lembrar que para solicitar o documento, o eleitor deve estar quite com a Justiça Eleitoral, ou seja, não poderá ter débitos por ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais; ou ter multas aplicadas. A consulta à situação eleitoral pode ser feita por meio do nome do eleitor ou do número do título eleitoral no site do TRE-BA.
Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (26) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo da Bahia:
- Rui Costa (PT): 61%
- José Ronaldo (DEM): 10%
- João Henrique (PRTB): 2%
- Marcos Mendes (PSOL): 1%
- Célia Sacramento (Rede): 1%
- João Santana (MDB): 1%
- Orlando Andrade (PCO): 0%
- Brancos/nulos: 13%
- Não sabe: 11%
A pesquisa foi encomendada pela TV Bahia. É o terceiro levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral. No levantamento anterior, feito de 15 a 17 de setembro, os percentuais de intenção de votos eram os seguintes: Rui Costa: 60%; José Ronaldo: 7%; João Henrique: 2%; Marcos Mendes: 1%; Célia Sacramento: 1%; João Santana: 1%; Orlando Andrade: 1%; Brancos/Nulos: 17%; Não sabe: 10%;
Uma nova pesquisa Ibope de intenção de voto para presidente foi divulgada nesta quarta-feira (26). O levantamento foi encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em 126 municípios no sábado (22), domingo (23) e segunda-feira (24). O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.
Os resultados foram os seguintes:
Foto: Anna Valéria/TV Bahia
Começou na manhã desta quarta-feira (26) o processo de inserção das informações sobre eleitores e candidatos nas urnas eletrônicas que serão utilizadas nas eleições 2018, na Bahia. Após o procedimento, chamado de "inseminação" pelo tribunal Reghional Eleitoral (TR-BA), as urnas são lacradas. O trabalho é realizado no Centro de Apoio Técnico (CAT) do TRE-BA, localizado no Loteamento Porto Seco Pirajá, em Salvador. Todo o procedimento de inseminação das urnas é acompanhado por juízes eleitorais, promotores de justiça, defensores públicos, integrantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), além de representantes de partidos, coligações e candidatos.
Pelo menos 1.279 localidades em 353 cidades do país terão as transmissões dos votos via satélite nas eleições deste ano, aponta o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os locais, escolhidos por conta da dificuldade de acesso, terão uma apuração mais rápida que a dos grandes centros urbanos. A transmissão é feita em áreas sem nenhuma infraestrutura de telecomunicações e, em sua maioria, sem energia elétrica, como aldeias indígenas, seringais, comunidades ribeirinhas, quilombos, assentamentos rurais e vilarejos isolados. Antes da utilização do sistema via satélite, a Justiça Eleitoral demorava mais de 48 horas para finalizar as eleições. Com a utilização dos satélites, o resultado passou a ser publicado no mesmo dia do pleito. A transmissão dos votos dura aproximadamente 3 minutos, de acordo com o TSE. Assim, no dia da votação, os votos computados pela urna eletrônica são enviados via satélite para o Tribunal Regional Eleitoral de cada estado. Após a transmissão, os dados são conferidos com os boletins de urnas que são impressos antes de iniciar o procedimento.
O Ibope divulgou nesta segunda-feira (24) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 2.506 eleitores entre sábado (22) e domingo (23). O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.
Os resultados foram os seguintes:
- Ailma Teixeira
- 25 Set 2018
- 08:54h
Com um crescimento de 10% para 18% das intenções de voto ao Senado, o candidato Angelo Coronel (PSD) empatou com Irmão Lázaro (PSC) na pesquisa Real Big Data. O pastor também registrou crescimento de 15% para 18% no levantamento contratado pela Record Bahia e divulgada na manhã desta terça-feira (25). A pesquisa ouviu 1.200 pessoas de 18 a 24 de setembro e o resultado mostrou o ex-governador Jaques Wagner (PT) ainda isolado na liderança com 45% das intenções de votos. Já o deputado federal Jutahy Magalhães (PSDB) aparece em quarto lugar com 11% da preferência dos eleitores, com uma oscilação positiva de 1% em relação a última pesquisa, divulgada em agosto. Com margem de erro de até 3% pontos percentuais para mais ou para menos, a pesquisa tem grau de confiança de 95%. Ela está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-00250/2018.
(Foto: Reprodução)
O período para que os eleitores que perderam o título e queiram solicitar a segunda via do documento, termina na próxima quinta-feira (27). Após a data, não será mais possível requerer a segunda via para as eleições de 2018. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), a medida é válida para quem se encontra dentro do domicílio eleitoral, já que o prazo para quem está fora foi 8 de agosto. Para realizar o procedimento é necessário apresentar a original do RG ou certidão de nascimento (se solteiro) ou de casamento, Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), carteira emitida pelos órgãos criados por lei federal, controladores do exercício profissional (OAB, CRM, CREA etc), ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Não será aceito o passaporte, por não conter dados de filiação. Além disso, os documentos devem estar em bom estado e dentro do prazo de validade. Mas atenção, é importante lembrar que para solicitar o documento, o eleitor deve estar quite com a Justiça Eleitoral, ou seja, não poderá ter débitos por ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais; ou ter multas aplicadas. A consulta à situação eleitoral pode ser feita por meio do nome do eleitor ou do número do título eleitoral no site do TRE-BA.