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A quatro dias da eleição, uma nova pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (3) indicou que Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) devem disputar o segundo turno das eleições presidenciais. Enquanto o candidato do PSL à Presidência aparece com 32% das intenções de voto no mais recente estudo, Fernando Haddad aparece na sequência com 23%. Os candidatos Ciro Gomes (PDT, 10%) Geraldo Alckmin (PSDB, 7%) e Marina Silva (Rede, 4%) aparecem nas outras colocações.
Os eleitores que forem votar no próximo domingo (7) poderão usar o e-título, aplicativo de celular que traz a versão digital do título de eleitor impresso. O e-titulo contém as informações sobre a situação do eleitor e local de votação, e pode até substituir o documento com foto, para aquele eleitor que já fez o recadastramento biométrico. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o aplicativo está disponível para os aparelhos de celular e tablets que utilizam os sistemas operacionais iOS (iPhone) e Android. Ao baixar o aplicativo e realizar a busca com o número do título de eleitor, o cidadão poderá ter acesso a informações sobre a zona eleitoral em que votará e sua situação cadastral em tempo real. Conforme estatísticas do TSE, até agora só 6.319.161 eleitores baixaram o e-título, o que representa 4,3% do eleitorado.
Quem pode usar
Se o eleitor já tiver feito o recadastramento biométrico (cadastro das impressões digitais) junto à Justiça Eleitoral, a versão do e-título virá acompanhada da foto do eleitor. Assim, não é preciso levar documento com foto nem título de eleitor. Caso o eleitor ainda não tenha feito o recadastramento biométrico, a versão do e-título não terá foto. Nesse caso, o eleitor não precisa levar o título, mas está obrigado a levar outro documento oficial com foto para se identificar ao mesário durante a votação. O título de eleitor impresso continua valendo, mas ele exige a apresentação de um documento com foto (como RG ou carteira de motorista) para que a votação seja realizada.
Os deputados federais petistas Wadih Damous (RJ), Paulo Pimenta (RS) e Paulo Teixeira (SP) entraram nesta quarta-feira com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar garantir o direito do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conceder entrevistas mesmo estando preso e cumprindo pena desde abril após condenação no processo do tríplex do Guarujá (SP). Na noite da segunda-feira, o presidente do STF, Dias Toffoli, decidiu manter a proibição de Lula a dar entrevistas na prisão, após uma sucessão de liminares a favor e contra a possibilidade de o petista falar com a imprensa. Inicialmente, o ministro do Supremo Ricardo Lewandowski tinha aceitado pedido para concessão de entrevistas por Lula. Em seguida, em outra ação, o colega do STF Luiz Fux se posicionou contra e, adiante, Lewandowski reafirmou sua decisão inicial. Por último, Toffoli vetou manifestação do ex-presidente -- que poderia ocorrer às vésperas do primeiro turno das eleições, marcado para domingo. Na nova ação, os autores que representam legalmente o ex-presidente, alegaram que Lula permanece com todos os seus direitos políticos e que ele está sendo alvo de uma perseguição política e pessoal. Lula teve o registro de candidatura a presidente barrado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa. "Ao ser submetido a uma mordaça, o requerente deixa de ser um simples preso, e se revela um sequestrado em Curitiba, uma situação de efetiva incomunicabilidade em um país que é negado a liberdade de imprensa. A condenação criminal, mesmo que nos momentos atuais admita-se possuir efeitos imediatos, não pode servir como trampolim à censura prévia e ao tolhimento de todos os direitos fundamentais. O Brasil ainda é uma República e ainda está submetido a um ordenamento constitucional essencialmente social", afirmaram. A defesa citou ainda a recomendação do Comitê de Direitos Humanos da ONU de que o petista "não pode ser censurado". "O impedimento de livre manifestação do pensamento imposto a Luiz Inácio Lula da Silva é comparável à censura prévia efetivada pelo país no sombrio período de 21 anos da ditadura civil-militar", criticou.
O Ibope divulgou nesta quarta-feira (3) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 3.010 eleitores na segunda-feira (1) e na terça-feira (2). O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos. Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:
Acima, nos votos totais, são considerados os votos brancos e nulos e o percentual dos eleitores que se declaram indecisos.
O financiamento coletivo, também chamado de "vaquinha", arrecadou R$ 11.359.919,32 a candidatos nestas eleições. Por enquanto, 1.490 candidatos declararam à Justiça Eleitoral ter recebido recursos dessa forma. Dentre eles, 10 dos 13 presidenciáveis informaram ter recebido R$ 2.263.454,13 por "vaquinha" eleitoral. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A arrecadação de recursos pela "vaquinha" está permitida desde 15 de maio deste ano, ainda no período pré-eleitoral. Segundo o TSE, por enquanto, 25 empresas de financiamento coletivo, habilitadas pelo órgão, coletaram o dinheiro a candidatos. O montante só foi liberado aos candidatos após a apresentação do registro de candidatura à Justiça Eleitoral, feita até 15 de agosto. As regras para o financiamento coletivo foram definidas pelo TSE em fevereiro deste ano. Na época, a resolução do TSE estabeleceu o limite de R$ 1.064,10 por doador pela modalidade "vaquinha". As doações acima desse valor devem ser feitas sem a "intermediação de terceiros". As doações eleitorais por empresas foram proibidas em setembro de 2015. Por enquanto, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) foi o que mais recebeu dinheiro por financiamento coletivo. Bolsonaro conseguiu R$ 1,1 milhão, segundo os dados do TSE. O ex-presidente Lula, que teve a candidatura indeferida, aparece em 2º lugar, com R$ 598,1 mil arrecadados. Ao G1, a candidatura de Fernando Haddad (PT), que substitui Lula na chapa, afirma que está "fazendo a tramitação junto ao TSE" para o dinheiro ser transferido para a campanha de Haddad. A assessoria diz também que a "vaquinha" de Haddad entrou no ar em 18 de setembro. A arrecadação do financiamento coletivo de Haddad, porém, ainda não foi informada ao TSE. Além de Haddad, apenas os candidatos a presidente Eymael (DC) e Henrique Meirelles (MDB) não declararam ao TSE, por enquanto, ter recebido dinheiro por financiamento coletivo.
- Bruno Luiz / Lucas Arraz
- 03 Out 2018
- 18:06h
Após José Ronaldo (DEM) declarar apoio a Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República , o coordenador de campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) e prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), resolveu suspender o apoio ao ex-prefeito de Feira de Santana que é candidato do seu partido ao governo da Bahia. Contrário as declarações de Ronaldo de que votaria com Bolsonaro já no primeiro turno, Neto cancelou as atividades de campanha com o candidato e declarou que não irá aparecer em atos com o ex-prefeito. As atitudes são uma forma do presidente nacional do DEM demonstrar que não concordou com a atitude do seu candidato e também evitar desconforto com o candidato tucano ao Planalto. Ao Bahia Notícias, ACM Neto já tinha reafirmado o seu compromisso de ir até o fim com Alckmin, principal opositor de Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018. A recomendação do prefeito também pede que os seus aliados sigam seus passos e deixem de acompanhar José Ronaldo. Depois de muitos elogios, o candidato ao governo do Estado confirmou seu apoio a Bolsonaro já no primeiro turno da eleição presidencial, durante o debate desta terça-feira (2), na TV Bahia.
- Estadão
- 03 Out 2018
- 15:07h
Diretora do Ibope.
Para a diretora executiva do Ibope Inteligência, Marcia Cavallari, responsável pelas pesquisas de opinião que indicam as chances de êxito de cada candidato, a probabilidade de uma vitória de Jair Bolsonaro (PSL) no primeiro turno das eleições 2018 é muito pequena, apesar de ele ter crescido no mais recente levantamento do instituto. Na pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 1.º, Bolsonaro apareceu com 31% das intenções de voto, quatro pontos a mais do que tinha cinco dias antes.
Quais as chances de uma eventual vitória de Bolsonaro já no primeiro turno?
Essa possibilidade existe. Mas é uma probabilidade muito pequena. Bolsonaro tem 38% de votos válidos, segundo nossa pesquisa mais recente. Ele teria de crescer 12 pontos porcentuais até o dia da8 ‘1/3 dos eleitores ainda não cita candidato. A eleição está aberta’, diz diretora do Ibope -, já que precisaria de 50% mais um. E não estamos vendo movimentação, pelo menos até a pesquisa de segunda-feira, de perda de votos dos demais candidatos. Isso reduz o espaço para crescer 12 pontos nessa semana. Se outros candidatos estivessem em curva descendente, o Ciro, o Alckmin, o próprio Haddad… Mas não é o que estamos vendo. Ciro está estável com 11% há muito tempo, Alckmin oscila em torno de 8% há muito tempo. Haveria espaço para movimentação entre os eleitores não convictos? Na pesquisa espontânea, ainda há um terço dos eleitores que não cita nenhum nome. Há 19% de indecisos e mais 14% que votam branco e nulo. Esses 33%, ao longo dessa última semana, podem tomar decisões diferenciadas, o que deixa a eleição ainda aberta.
De onde vieram os novos eleitores de Bolsonaro?
O que está diminuindo é a quantidade de eleitores indecisos. Esse crescimento do Bolsonaro vem muito daí. Gente que está votando branco e nulo pode ir para ele. A possibilidade de vitória no primeiro turno não é zero. Ela existe. Mas, com o resultado da pesquisa de ontem, essa probabilidade é pequena, porque o movimento teria de ser muito rápido e significativo. Para crescer 12 pontos, ele teria de tirar dos demais candidatos ou reduzir branco e nulo. Há quem veja a possibilidade de haver no quadro nacional uma repetição do que aconteceu com João Doria, que em 2016 surpreendeu ao vencer a Prefeitura de São Paulo já no primeiro turno. Essas movimentações mais rápidas em um município são mais fáceis de ocorrer que em um país com as dimensões do Brasil. Em um município há um universo pequeno, que se movimenta rápido. O Brasil inteiro se movimentar nessa velocidade? Pode acontecer, mas é mais difícil. Há uma diferença grande de intenção de votos em Bolsonaro entre quem acessa a internet e quem não acessa. Há uma clivagem social forte. Eleitores com nível de escolaridade mais alta votam em maior proporção em Bolsonaro, assim como os eleitores com renda mais alta. São perfis antagônicos nessa polarização entre Bolsonaro e Haddad. Essa questão de acesso à internet está ligada a isso. O eleitor do Bolsonaro tem também uma militância espontânea nas redes sociais, é mais jovem, é muito mais ativo na internet.
Voltaremos a ter uma divisão geográfica na votação?
Sim, mas será diferente da divisão que ocorria nas disputas entre PT e PSDB. Antigamente tínhamos uma divisão geográfica mais acentuada. Agora Bolsonaro lidera em todas as regiões, exceto no Nordeste.
Por que Marina está em queda desde o início da campanha?
Isso também aconteceu com ela na eleição de 2014, quando entrou como candidata, substituindo Eduardo Campos. Ela entrou bem forte, quase alcançando Dilma Rousseff, e depois, ao longo da campanha, foi caindo. Na eleição de agora ela está em uma situação mais complicada ainda em termos de estrutura de campanha, de quantidade de deputados, estrutura partidária. O nome dela tinha um recall, mas, à medida que a campanha foi avançando, ela não conseguiu segurar aquele eleitorado, seja pela questão da polarização que se apresenta na eleição, seja por outros motivos.
Jair Bolsonaro desistiu, nesta quarta-feira (3), de participar do debate com os presidenciáveis nesta quinta-feira (4), na TV Globo. O candidato do PSL recebeu em casa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, os médicos que o operaram no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O cirurgião Antônio Luiz Bonsucesso Macedo e o clínico cardiologista Leandro Echenique contraindicaram a ida ao encontro. Os especialistas falaram que o deputado mostrou vontade de participar, mas que ele não costuma desrespeitar ordens médicas. "Nós contraindicamos participação em debates ou em qualquer atividade que pudesse cansá-lo ou obrigá-lo a falar por mais de dez minutos", emendou o cirurgião. Jair se recupera da facada que levou dia 6 de setembro em Juiz de Fora (MG), durante corpo a corpo com eleitores. Desde então, o candidato do PSL se submeteu a duas cirurgias: uma na cidade mineira, logo após o ataque, e outra para corrigir obstrução intestinal, já no hospital em SP. Macedo explicou que Jair não tem condições de ficar 15 minutos em atividade que exija esforço físico. "Isso pode prejudicar a evolução dele. Então, nós contraindicamos que ele participe de qualquer atividade que exija mais de dez minutos de conversa", frisou Macedo.Os médicos estimam que na semana que vem o candidato estará recuperado plenamente para retomar as atividades de campanha. "Podemos observar que a recuperação dele está indo muito bem", destacou o cirurgião.Os médicos explicaram que Bolsonaro termina nesta quarta-feira a terapia com antibióticos. "Não tem infecção, e ele está sem curativo", disse Macedo.
- Bahia Notícias
- 03 Out 2018
- 10:06h
Depois de muitos elogios, o candidato ao governo do Estado Zé Ronaldo (DEM) confirmou seu apoio a Jair Bolsonaro (PSL) já no primeiro turno da eleição presidencial. Até então, o partido Democratas apoia a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB)."Domingo eu vou votar para derrotar o PT. Portanto, o voto domingo é o voto útil", ressaltou o ex-prefeito de Feira de Santana, citando nominalmente o candidato do PSL. A declaração foi dada agora há pouco, durante suas considerações finais no debate da Rede Bahia, que acabou no início da madrugada desta quarta-feira (3). “Eu disse na hora que eu entrei nessa casa que eu estou ouvindo nas ruas que o candidato pra derrotar o PT é o Bolsonaro. Então, se o meu desejo é esse…”, esclareceu o democrata. Pressionado pela imprensa a definir sua posição, ele disse que não estava pedindo voto para ninguém, mas voltou a repetir que vai fazer o necessário para derrotar o PT nesta eleição. Bolsonaro é líder de intenções de votos para a Presidência da República, mas é também o candidato mais rejeitado. Manifestações em apoio à sua candidatura e também contrárias têm sido realizadas em todo o país.
O Datafolha divulgou nesta terça-feira (2) a mais nova pesquisa de intenção de voto para presidente. O levantamento foi contratado pelo jornal “Folha de S. Paulo”. Segundo o Datafolha, Jair Bolsonaro (PSL) cresceu quatro pontos percentuais e ultrapassou, pela primeira vez em pesquisa do instituto, a barreira dos 30% e abriu vantagem sobre o segundo colocado, Fernando Haddad (PT), que parou de subir. O nível de confiança da pesquisa é de 95% - o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. Vamos aos números:
A parcela de eleitoras que, a cerca de 10 dias da eleição, não têm um candidato definido para a Presidência é a maior em 20 anos, segundo levantamento do G1 com pesquisas do Instituto Datafolha. O percentual de mulheres que disseram que não iriam votar em ninguém, não sabiam em quem votar ou votariam em branco/nulo no último levantamento, divulgado em 28 de setembro, atingiu 18%. Esse percentual é o maior, para a mesma época da campanha, desde 1998, quando foi de 19% .Além disso, o número de 2018 representa uma alta de 4 pontos percentuais em relação a 2014, quando havia sido de 14%. A variação é inédita desde, pelo menos, 1994, eleição mais antiga para o qual havia dados disponíveis. A diferença entre homens e mulheres nesse ponto também voltou a patamares da década de 1990: cerca de 8 pontos, intervalo semelhante ao registrado em 1994 e 1998. Para este levantamento, foram consideradas as pesquisas com entrevistas realizadas em:
- 20 a 22 de setembro de 1994
- 24 e 25 de setembro de 1998
- 26 e 27 de setembro de 2002
- 22 de setembro de 2006
- 21 e 22 de setembro de 2010
- 25 e 26 de setembro de 2014 e
- 26 a 28 de setembro de 2018.
Sobre a pesquisa de 26 a 28 de setembro de 2018
- Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
- Entrevistados: 9 mil eleitores em 343 municípios
- Quando a pesquisa foi feita: 26, 27 e 28 de setembro
- Registro no TSE: BR-08687/2018
- Nível de confiança: 95%
- Contratantes da pesquisa: TV Globo e "Folha de S.Paulo".
Na reta final para a votação do 1º turno das eleições 2018, que ocorre neste domingo, 7, os eleitores devem ficar atentos ao local de votação. Para isso, é possível conferir seção, zona e endereço em diversos canais na internet, como no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde o eleitor pode fazer a consulta. A opção está na página principal. Basta inserir o número do título de eleitor. Para quem esqueceu o registro do documento, uma alternativa é preencher nome, nome da mãe e data de nascimento. O sistema apresenta número do título, seção, zona, endereço e município. Para quem quiser usar as redes sociais, também há opções. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está usando robôs (bots, no jargão técnico em inglês) para auxiliar os eleitores a obter essas informações. Os assistentes virtuais funcionam por meio das contas do Tribunal no Twitter (@TSEjusbr) e no Facebook Messenger (@TSEJus).
Líder nas pesquisas de intenção de voto para o primeiro turno, Jair Bolsonaro (PSL) perderia para Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT) em um eventual segundo turno, de acordo com pesquisa Real Time BigData/RecordTV divulgada nesta segunda-feira (1º). Veja abaixo os resultados dos dois cenários simulados no levantamento:
BOLSONARO X HADDAD
Haddad: 45%
Bolsonaro: 41%
Nulos/brancos: 9%
Indecisos: 5%
BOLSONARO X CIRO
Ciro: 47%
Bolsonaro: 39%
Nulos/brancos: 8%
Indecisos: 6%
O instituto ainda fez simulações de outros sete cenários. Na disputa com Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin (PSDB), o capitão da reserva venceria numericamente, apesar de um empate técnico na margem de erro, de dois pontos percentuais. Confira os números :
BOLSONARO X MARINA
Bolsonaro: 37%
Marina: 36%
Nulos/brancos: 18%
Indecisos: 9%
BOLSONARO X ALCKMIN
Bolsonaro: 40%
Alckmin: 39%
Nulos/brancos: 17%
Indecisos: 4%
CIRO X MARINA
Ciro: 40%
Marina: 23%
Nulos/brancos: 28%
Indecisos: 9%
CIRO X HADDAD
Ciro: 40%
Haddad: 31%
Nulos/brancos: 24%
Indecisos: 5%
MARINA X ALCKMIN
Alckmin: 29%
Marina: 28%
Nulos/brancos: 29%
Indecisos: 14%
MARINA X HADDAD
Haddad: 35%
Marina: 28%
Nulos/brancos: 32%
Indecisos: 5%
ALCKMIN X HADDAD
Haddad: 37%
Alckmin: 35%
Nulos/brancos: 22%
Indecisos: 6%
A pesquisa foi realizada nos dias 28 e 29 de setembro e ouviu 3.200 entrevistados. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número: BR-06928/2018.
O Ibope divulgou nesta segunda-feira (1º) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 3.010 eleitores entre sábado (29) e domingo (30). O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos. Os resultados foram os seguintes:
Foto: Dário Oliveira/Folhapress
Após milhares de pessoas saírem às ruas contra Jair Bolsonaro (PSL) neste sábado, a campanha do candidato do PSL organizou atos em favor do capitão da reserva neste domingo. Ele não pode participar porque está se recuperando em casa da facada que levou no dia 6 de setembro. Na concentração da Av. Paulista, no centro de São Paulo, seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), assumiu o seu lugar e discursou contra as mulheres que reprovam o seu pai. “As mulheres de direita são mais bonitas que as da esquerda. Elas não mostram os peitos nas ruas e nem defecam nas ruas. As mulheres de direita têm mais higiene”. Também comparou seu pai ao presidente americano, Donald Trump, e pediu para todos votarem de verde e amarelo. “Vai ser lindo. Vai ser como Trump nos Estados Unidos”. E, como já virou praxe, questionou as pesquisas eleitorais que mostram que seu pai perde em todos os cenários de segundo turno, apesar de estar na frente no primeiro turno. Os simpatizantes de Bolsonaro presentes ao ato bradavam que, se o deputado não vencer a eleição, é porque as urnas foram fraudadas. “Se ele não ganhar, vai ser roubado. Não vamos sair da rua se isso acontecer”, disse a empresária Helena Dias. Já no fim da manifestação, uma forte chuva fez com que um grupo de manifestantes se abrigasse no vão livre do Masp. Lá, onde até pouco antes acontecia uma feira de artesanato, um grupo de jovens gritava “ele não” e palavras de ordem contra Bolsonaro. À princípio, os grupos se enfrentaram verbalmente, mas, antes que a PM pudesse interferir, alguns militantes trocaram socos e pontapés. A PM precisou “escoltar” um grupo que se posicionava contra Bolsonaro para fora do vão livre. Policiais afirmaram que não houve detenção. Durante a manifestação pelo menos dois profissionais de imprensa foram agredidos com cabeçadas e empurrões enquanto tentavam filmar uma discussão entre militantes pró-Bolsonaro e pessoas que passavam pela Paulista. Em Brasilia, a manifestação começou cedo e com mais de 10.000 veículos em uma carreata na Esplanada dos Ministérios.