Os eleitores irlandeses vão às urnas nesta sexta-feira (22) decidir se legalizam o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
É a primeira vez que um país realiza um plebiscito para decidir sobre a legalização desse tipo de união no mundo.
A opção pelas urnas difere da de outros países do mundo, como o Brasil, onde o enlace entre casais do mesmo sexo foi decidido por votação no Parlamento ou por decisão judicial.
O plebiscito vem dividindo o país. Enquanto a causa é apoiada pelos principais partidos políticos da Irlanda, a Igreja Católica e os conservadores defendem o 'não'.
Bastante conhecida dos irlandeses, a personagem Mrs Brown, interpretada pelo comediante Brendan O'Carroll, fez um vídeo pedindo o voto 'sim' no plebiscito.
No vídeo, Brown diz que "era ainda uma menina quando houve uma grande polêmica sobre casamentos inter-raciais e inter-religiosos, com brancos casando com negros e católicos casando com protestantes".
"Mas, você sabe, eles se casaram e o mundo não acabou. E todos nós crescemos um pouquinho", afirma a personagem, uma das mais queridas do público irlandês.
Já o irlandês Keith Mills não concorda com o conteúdo do vídeo.
Ele é gay, mas se opõe ao casamento entre homossexuais.
Sorto foi baleado aos 21 anos e sonhava em beber cerveja sozinho (Foto: Reuters)
Um homem conseguiu controlar um braço robótico por meio de um chip implantado em seu cérebro.
O chip permitiu que Erik Sorto, da Califórnia, bebesse um gole de uma bebida, sem ajuda, pela primeira vez em dez anos.
Os detalhes, publicados na revista científica Science, revelam como sinais elétricos complexos de seu cérebro puderam ser interpretados em comandos para o braço.
Controle da mente
Dois pequenos sensores foram implantados em seu cérebro para monitorar a atividade de cerca de cem neurônios.
Tentativas anteriores de robótica controladas pelo cérebro haviam se concentrado no córtex motor - a região responsável pela ação individual dos músculos.
Mas a equipe americana implantou o chip no córtex parietal posterior - a parte do cérebro que cuida da intenção inicial.
É a diferença entre decidir pegar uma caneca e enviar a mensagem para a sua mão se mover em direção a ela.
A equipe espera que essa abordagem seja mais intuitiva.
"A primeira vez que experimentou o braço robótico, ele conseguiu repetir o gesto de um estudante que estendeu a mão para cumprimentá-lo, como se estivessem apertando as mãos. Para ele, foi uma grande emoção", disse um dos pesquisadores, Richard Andersen, da Caltech.
Homem também fez uma vitamina com o braço (Foto: AFP)
Com treinamento, ele melhorou o controle até poder levantar o copo levando-o até sua boca e também controlar o cursor em uma tela de computador.
"Brinquei com os caras que eu queria beber cerveja sozinho, para poder fazê-lo no meu próprio ritmo quando quiser tomar um gole da minha cerveja e não ter que pedir a alguém para me dar", disse Sorto.
"Eu realmente sinto falta dessa independência. Acho que se eu fosse seguro, eu gostaria me de arrumar sozinho - fazer a barba, escovar meus dentes. Isso seria fantástico."
A história de Sapphyre Johnson e o cão Lt. Dan é emocionante. (Foto: Reprodução/Twitter/Heidi Brunn)
Uma criança de 3 anos que amputou os pés emocionou os Estados Unidos ao adotar um cachorro sem pata. A adoção de animais com algum tipo de deficiência não é uma atitude comum, mas o pastor alemão de apenas nove semanas, que nasceu sem uma das patas, teve um destino feliz.
De acordo com informações do 'Huffington Post', Lt. Dan, homônimo do personagem de "Forest Gamp" que também teve as pernas amputadas, é o nome do cachorrinho que vai fazer companhia para a pequena Sapphyre Johnson.
Com apenas um ano de vida, Sapphyre, que mora no Tennessee, precisou amputar ambos os pés em decorrência de uma má formação.
"A primeira vez que eu lhe mostrei a foto do cão, ela olhou para ele por um momento e disse: 'Esse é o meu cachorro. Ele é igual a mim'", disse a médica Elaine Hardin, que trabalha no hospital Shriners, onde a menina faz fisioterapia.
Hardin se propôs, inclusive, a oferecer serviços ortopédicos gratuitos ao cachorrinho. "Ele é um cachorro especial, que está sendo destinado a uma criança especial".
A médica explicou também que o filhote de pastor alemão vai ajudar Sapphyre a fazer amigos e a explicar a sua deficiência a outras crianças. "Além disso, Lt. Dan será alguém com quem a garota poderá conversar, fazer exercícios junto e motivá-la".
"Muitas crianças não chegam a conhecer outras crianças ou animais que apresentam os mesmos problemas que elas", disse o pai Matthew Johnson ao site 'Greenville Online'. "Será muito bom para Sapphyre. Eu achei maravilhoso a Karen [dona dos cachorros] ter tido vontade de fazer isso por alguém", acrescentou emocionado.
Lt. Dan nasceu com apenas três patas. (Foto: Reprodução/Facebook)
O músico B.B. King, considerado o "Rei do Blues" e integrante do Hall da Fama do Rock and Roll desde 1987, morreu na madrugada desta sexta-feira (15) em Las Vegas, nos Estados Unidos, aos 89 anos de idade, informou seu advogado.No início de abril, o guitarrista havia sido hospitalizado após sofrer uma desidratação por causa da diabetes tipo 2 da qual sofria há mais de 20 anos. Ele voltou a ser internado há poucos dias. A lenda se despede com 16 prêmios Grammy, mais de 50 discos em quase 60 anos de carreira e músicas que marcaram época, como “Three o’clock blues”, “The thrill is gone”, “When love comes to town”, “Payin’ the cost to be the boss”, “How blue can you get”, “Everyday I have the blues”, “Why I sing the blues”, “You don't know me”, “Please love me” e “You upset me baby”. Considerado o maior guitarrista de blues da atualidade, verdadeira lenda, Riley B. King, nasceu em 16 de setembro de 1925, no Mississippi, nos Estados Unidos. Tocava nas esquinas e em bares. Comprou o primeiro violão quando a falta de eletricidade no interior do país fazia dos instrumentos musicais a maior atração dos anos de 1940. O músico foi autodidata, nunca teve professor. Gostava de ser seduzido pelas melodias. O B.B. de seu nome artístico vem de Blues Boy, dos tempos do rádio. Seu primeiro grande sucesso nacional foi “Three o'clock blues”, que estourou nos anos 1950. A partir daí começou a fazer turnês sem parar. Só no ano de 1956 sua banda chegou a fazer 342 apresentações. B.B. King criou um estilo autêntico de guitarra. Em seus solos, ao contrário de outros guitarristas, o Rei do Blues preferia usar poucas notas. Ele dizia que conseguia fazer uma nota valer por mil.
O Tomorrowland Brasil superou todas as expectativas (Foto: Dj Daniel Simurro Filho)
A realização da 1ª edição em solo tupiniquim do maior festival da música eletrônica mundial, o Tomorrowland, que aconteceu entre os dias 1 e 3 de maio, foi o realizar de um sonho para os amantes deste estilo musical, que vibraram, pularam e se emocionaram nos três dias do evento que aconteceu na cidade paulista de Itu. Com um público estimado de 180 mil pessoas durante todo o evento, a edição brasileira deste festival nasceu na Bélgica há dez anos foi um grande sucesso, que contou com a apresentação dos melhores DJs do mundo, o que levou ao delírio jovens de todo o mundo que fizeram com que Itu se tornasse a capital mundial da música eletrônica nos três dia do evento. O Dj Daniel Simurro Filho, juntamente com a sua namorada, Danielle Emidio, fizeram parte de uma caravana de jovens baianos que realizaram o sonho de estarem presentes no maior evento mundial da música eletrônica. Com uma expectativa em contagem regressiva, já que os ingressos foram comprados em setembro por um preço deverás salgado, o casal de namorados que mora em Brumado que ficou na área vip disse que “nunca vimos nada igual. A estrutura é fantástica e realmente parece que estamos num conto de fadas” e ainda citaram que “o mainstage é algo do outro mundo, além de que eram 7 palcos e inúmeras opções para todos os gostos. Só podemos dizer que é uma sensação indescritível que só quem esteve lá pode saber”. O casal disponibilizou uma série de fotos com vários momentos do festival e um vídeo que mostra a grandiosidade do que foi a edição brasileira do Tomorrowland”. Confira os melhores momentos registrados pelo DJ Daniel Simurro e Danielle Emidio (Clique)
Sobreviventes de terremoto buscam pertences em meio a escombros de casas em Sankhu, no Nepal, nesta terça-feira (5) (Foto: Athit Perawongmetha/Reuters)
As autoridades nepalesas intensificaram os esforços para encontrar vítimas do terremoto de 25 de abril, que segundo o balanço mais recente deixou mais de 7,5 mil mortos e quase 15 mil feridos.
O governo informou que 131.500 militares e policiais participam na operação de salvamento com o apoio de mais de 100 equipes de resgate estrangeiras.
O ministério do Interior afirmou que a situação começa a ser controlada, apesar das críticas ao governo por sua incapacidade para ajudar os desabrigados nos primeiros dias após a tragédia.
"A situação no país está voltando pouco a pouco à normalidade porque as equipes de resgate chegaram a lugares cruciais, muito afetados pelo terremoto", disse à AFP o porta-voz do ministério, Laxmi Prasad Dhakal.
"Todos tentam retornar à vida normal e todo o governo está trabalhando para assegurar que a ajuda alcance as pessoas que necessitam. Estamos fazendo tudo o que é possível".
O Centro Nacional de Operações de Emergência anunciou um balanço atualizado de 7.557 mortos e 14.536 feridos. O terremoto de 7,8 graus, o mais violento em 80 anos na região, também matou mais de 100 pessoas na Índia e na China.
O governo advertiu que o balanço final pode ser muito mais grave porque as equipes de emergência apenas começaram a chegar aos locais mais remotos.
O Google atualizou o algoritmo de sua ferramenta de busca para priorizar resultados de sites adaptados à leitura e visualização em dispositivos móveis. Desta forma, quando pesquisas forem realizadas através de telefones celulares, os primeiros resultados serão os de páginas formatadas para estes aparelhos. Tal alteração acabará por punir os sites que não foram pensados para aparelhos móveis. Especialistas da área batizaram a medida de “mobilegeddon” por causa dos efeitos apocalípticos que ela poderá ter para milhões de sites. Nos últimos anos, o tráfego online proveniente de celulares e tablets tem aumentado em números substanciais, e a ação tomada pelo Google tem em vista essa realidade. “À medida que mais pessoas utilizam aparelhos móveis para acessar a internet, o nosso algoritmo tem que se adaptar a esses padrões de utilização”, dizia uma declaração, postada em fevereiro, no blog da empresa. Uma das consequências da mudança será que sites com texto muito pequeno para ler em telas de celulares, ou cujos links não abrem facilmente com um toque na tela, serão obrigados a se adaptar se quiserem aparecer nas primeiras páginas de resultados do Google, algo necessário para conseguir um bom número de acessos. De acordo com o Google, a mudança não afetará pesquisas feitas a partir de tablets e desktops, apenas através de celulares. Porém, atualmente, a quantidade de tráfego gerado a partir de aparelhos móveis consiste em cerca de 50% do tráfego mundial, número que tende a crescer nos próximos anos. Para facilitar a adaptação à medida, o Google anunciou os planos para alterar a forma como o algoritmo funciona há dois meses e postou um guia explicando como os desenvolvedores poderiam se adaptar a tempo para a mudança.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, apelou hoje (25) ao governo indonésio para nãoexecutar dez pessoas, entre as quais o brasileiro Rodrigo Gularte, condenadas à morte por tráfico de drogas, reiterando a tradicional oposição à pena capital. Os dez condenados são um indonésio e nove estrangeiros oriundos da Austrália, Brasil, Filipinas, Nigéria e França. Nove destes condenados foram informados da sua execução iminente, tendo o francês Serge Atlaoui sido excluído da lista das próximas execuções. Ban Ki-moon “apelou ao governo indonésio para não executar, como anunciou, os dez prisioneiros que se encontram no corredor da morte pelos crimes alegadamente ligados à droga”, diz um comunicado da ONU. “Segundo a legislação internacional, em casos onde a pena de morte está em vigor, esta apenas deve ser aplicada em crimes graves, como mortes com premeditação”, diz a ONU. Acrescenta ainda que “as infrações ligadas à droga não estão normalmente incluídas nesta categoria de crimes muito graves”.Gularte foi preso em julho de 2004 após entrar na Indonésia com seis quilos de cocaína dentro de pranchas de surf, tendo sido condenado à morte em 2005. Pelas leis indonésias, os presos e seus representantes devem ser comunicados com 72 horas de antecedência da execução. A convocação dos representantes das embaixadas gerou especulação entre quem acompanha o caso e os envolvidos de que, neste sábado (25), as autoridades do país podem definir a data da execução por fuzilamento. Em janeiro, a Indonésia executou seis traficantes de drogas, incluindo o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, o que causou uma crise diplomática entre a Indonésia e o Brasil. O país asiático, que retomou as execuções em 2013 após cinco anos de moratória, tem 133 prisioneiros no corredor da morte, dos quais 57 condenados por tráfico de drogas, dois por terrorismo e 74 por outros crimes.
Um homem que tinha ganhado US$ 500 na loteria se suicidou após atirar na namorada, com a qual tinha brigado por não querer dividir o prêmio, segundo informou nesta quarta-feira a polícia de Fort Worth, no estado americano do Texas. O incidente ocorreu no sábado, quando Terry Martin, de 46 anos, atirou no peito de Laurice Hampton, de 48, e com a mesma arma se matou com um tiro na cabeça, de acordo com o jornal local 'The Fort Worth Star-Telegram'. Ferida, a mulher conseguiu chamar a polícia. Quando os agentes chegaram ao apartamento, encontraram Martin morto e Laurice gravemente ferida. A mulher morreu pouco depois no hospital, segundo as autoridades. 'O suspeito tinha ganhado US$ 500 com um bilhete da loteria do Texas e a mulher queria a metade do prêmio', explicou o porta-voz da polícia, Joe Loughman, que acrescentou que o homem 'não queria compartilhar o dinheiro com ela'. Martin já havia sido condenado em 2012 a pagar uma indenização por agredir Laurice.
Caso avancem as negociações entre um grupo de jornais, revistas e páginas noticiosas na Web com pelo menos duas grandes redes sociais virtuais, cairá por terra um dos mais tradicionais valores da imprensa mundial e estaremos cada vez mais próximos da possibilidade de o Facebook se transformar numa outra internet. Um número ainda não revelado de empresas jornalísticas, algumas delas bem tradicionais como o The New York Times, estuda a possibilidade de publicar notícias, reportagens e análises em redes sociais como o Facebook. Esta possibilidade, que rompe a histórica tradição de cada veículo possuir também a sua própria plataforma de publicação, é estimulada pelo desejo de pegar carona nas redes sociais que são hoje o grande ponto de encontro de pessoas na internet. É um esforço para ampliar audiências visando aumentar o faturamento com publicidade online, mesmo perdendo parte importante da autonomia corporativa. Seria o equivalente a entregar os anéis para não perder os dedos.
A lógica econômica faz sentido para um segmento corporativo que ainda não encontrou um modelo de negócios compatível com a nova realidade digital no consumo de informações jornalísticas. A publicação de conteúdos jornalísticos em redes sociais equivale ao surgimento de franquias noticiosas na internet (o que os marqueteiros chamam de conteúdos distribuídos) e à institucionalização da figura do jornalista terceirizado.
A mudança é muito grande e pode não acontecer da forma como esperam tanto as redes sociais como os jornais que namoram a fórmula dos conteúdos distribuídos. Para o The New York Times, por exemplo, o interesse óbvio é comercial e financeiro. Só a ampliação das receitas online poderia explicar por que o jornal decide alterar uma cultura secular em matéria de produção jornalística e independência editorial.
Embora os detalhes do projeto ainda não tenham sido divulgados oficialmente, experiências feitas por outros sites, como o Snapchat, indicam que as redes compartilhariam o faturamento resultante do aumento de visitações com as empresas jornalísticas responsáveis pela produção dos conteúdos informativos.
O fenomenal crescimento dos usuários de redes sociais (só o Facebook tem quase 1,4 bilhão de usuários frequentes em todo mundo) está levando empresas produtoras de conteúdos a pegar carona no sucesso o alheio. Em termos de negócio é atraente usar a popularidade alheia em vez de gastar rios de dinheiro para cativar e fidelizar internautas. Para as redes, é um atrativo a mais para manter as pessoas conectadas, sem trocar de endereço na Web. Em princípio seria um bom negócio para ambas partes.
Acontece que as redes sociais na internet não são algo permanente e sólido. O fenômeno das redes vai continuar, mas a volatilidade dos usuários em matéria de marcas é muito grande. Uma pesquisa do instituto Pew Research Center mostrou que os norte-americanos estão, em média, vinculados a cinco redes sociais virtuais diferentes. Também é histórico o processo de migração de usuários de uma rede para outra.
O Facebook cresceu à custa da importação de usuários do MySpace e do Orkut. Hoje, já ocorre uma migração similar em relação ao Facebook, com a redução acentuada do público mais jovem e um sensível “envelhecimento” da média da audiência. Redes como Instagram, Snapchat, Whatsapp, Pinterest e Linkedin, e até mesmo projetos mais recentes como a Ello e a Kik, são hoje o principal alvo dos anunciantes online, o que deixou os jornais numa situação difícil porque sua participação no bolo publicitário deixou de crescer desde 2013.
Estabelecer uma aliança estratégica com as redes sociais significa importar também a sua volatilidade e a cultura do risco permanente que elas trazem no seu DNA corporativo. A imprensa tradicional tem como um de seus principais valores a preocupação em errar o menos possível. Já as redes assumem os revezes como uma consequência inevitável da necessidade da inovação permanente, para manter-se num mercado em constante ebulição. Para analistas da imprensa digital, como o norte-americano Jeff Jarvis, “é como se o The New York Times, de repente abandonasse uma cultura centenária para incorporar o espírito da garotada do Whatsapp”.
As redes tentam seduzir os jornais com outras vantagens, como a maior rapidez no acesso a uma informação online. Atualmente quem está no Facebook e clica numa notícia tem que esperar de cinco a oito segundos para sair da rede social e entrar na página do jornal. Com o conteúdo distribuído, o acesso passa a ser de milissegundos porque o usuário não sai da página da rede social. No Brasil, esta perda de tempo não é notada por conta da lentidão de nossa internet, mas nos Estados Unidos e Europa a velocidade de acesso conta muito na hora de fazer negócios.
A grande imprensa perdeu há tempos o controle dos acessos à suas páginas noticiosas na Web. O Facebook é responsável por 40% dos acessos à página do The New York Times. O Google teria outros 40%, o que limitaria a magros 20% o total de leitores que acessam diretamente a página do NYT. Caso a aliança jornais/redes sociais na Web avance, a imprensa perderá o controle sobre seus leitores e também sobre a publicidade, já que os dados sobre acessos de usuários e o relacionamento com anunciantes deve ser assumido pelas redes. É a quebra de um modelo histórico na imprensa mundial, que sempre foi muito ciosa dos segredos envolvendo o relacionamento com público e anunciantes.
Outra consequência relevante é o fato de os jornais publicados numa rede socialperderem também o controle do fluxo das notícias e informações. Numa rede social, as pessoas têm uma postura diferente da que têm diante de um jornal. No impresso, a leitura é sequencial, causal e reflexiva. Na internet, as pessoas só leem os dois ou três primeiros parágrafos e depois passam adiante, preocupando-se mais em elogiar ou criticar a notícia ou comentário. O elogio ou crítica é em seguida passado sucessivas vezes adiante, com a incorporação de novas observações. Geralmente depois de um certo número de compartilhamentos, o contexto da notícia é bem diferente do original.
A Promotoria francesa disse nesta quinta-feira (26) que o copiloto do avião da Germanwings que caiu na terça-feira (24) nos alpes franceses assumiu o controle da aeronave e teria derrubado o avião de maneira deliberada. Segundo a autoridade, ele estava respirando normalmente até o momento em que a aeronave bateu nas montanhas. O copiloto foi identificado como Andreas Lubitz, de 28 anos, de nacionalidade alemã. Segundo o jornal "Bild", ele seria de Montabaur, em Rhineland-Palatinate, na Alemanha. Ele não estava em lista de suspeitos de terrorismo, e por enquanto não há base para afirmar que tenha sido um incidente terrorista. O promotor de Marselha, Brice Robin, afirmou em uma entrevista coletiva que os registros de áudio mostram que o piloto deixou a cabine e que o copiloto se recusou a abrir a porta para a volta do tripulante. Robin também afirmou que o copiloto acionou o mecanismo de descida do avião de maneira voluntária quando estava sozinho na cabine. Não houve alerta de emergência vindo do avião, segundo o promotor.
Estudantes que voltavam de intercâmbio estavam em voo que caiu na França e matou 150 pessoas. (Foto: Lluis Gene/AFP)
Uma das caixas-preta do avião Airbus A320 da companhia alemã Germanwings, que caiu nesta terça-feira (24), nos Alpes franceses, já foi encontrada. O objeto, responsável por registrar dados e gravações de voz do voo, é decisivo para entender o motivo para o acidente que deixou 150 pessoas mortas. De acordo com Gilbert Sauvan, maior autoridade na região de Haute Provence, no sul do país, não há sinal de nenhuma peça da aeronave no solo que seja maior do que um pequeno carro. Ele afirmou ainda que as autoridades não devem conseguir retirar os corpos nesta terça devido ao gelo no solo. A situação provavelmente permanecerá semelhante na quarta-feira (25), quando deve nevar na região. A aeronave se dirigia do aeroporto internacional de Barcelona ao de Düsseldorf, na Alemanha, com 150 pessoas a bordo - 144 eram passageiros, entre eles dois bebês. O primeiro-ministro Manuel Valls afirmou que equipes no local não constataram haver sobreviventes. O avião desapareceu na região dos Alpes da Alta Provença, área de resorts de esqui, mas altamente isolada. A queda ocorreu na montanha de L'Estrop, na comuna de Méolans-Revel, a menos de 200km de Nice e do Principado de Mônaco.
Aeronave que fazia trajeto entre Barcelona e Dusseldorf era da empresa Germanwings | Agência Reuters
Um Airbus A320 que transportava 148 pessoas, incluindo seis tripulantes, entre Barcelona e a cidade alemã de Dusseldorf caiu nesta terça-feira, 24, nos Alpes franceses. O avião decolou da cidade espanhola às 9h45 (6h45 no horário de Brasília) e fez uma escala em Marselha, na França, antes de seguir para a Alemanha. De acordo com uma fonte das forças de segurança, o avião pertence à companhia Germanwings, filial da Lufthansa. O ministério o Interior francês informou ter encontrado destroços da aeronave na região de Barcelonnette (sudeste da França). Antes da queda, um sinal de socorro foi enviado pela aeronave. No momento do acidente, as condições climáticas eram boas. Equipes de resgate ainda não conseguiram chegar ao local, que é considerado de difícil acesso.
Uma foto compartilhada no site Reddit que mostra o momento em que um médico chora após perder um paciente de apenas 19 anos despertou a compaixão dos internautas. Na imagem, compartilhada pelo usuário 'NickMoore911' nesta sexta-feira (20), o médico na Califórnia aparece ajoelhado tentando se recompor para voltar ao pronto-socorro. “O homem na foto não conseguiu salvar um de seus pacientes", escreveu Moore. "Embora este seja uma situação comum no nosso campo de trabalho, os pacientes que perdemos são tipicamente velhos, doentes, ou uma combinação dos dois. O paciente que morreu tinha 19 anos e, para ele, foi como uma daquelas ligações que atingem você". Após a divulgação, o médico que aparece na foto recebeu milhares de mensagens de apoio de seguidores que ficaram emocionados com a história. Moore disse que teve autorização para compartilhar a imagem e que ela ajuda a mostrar como é estar em uma profissão que lida diariamente com a vida e a morte. O colega, que não disse onde o médico trabalhava ou quem ele era, disse que o médico voltou para o hospital com a cabeça erguida após chorar por alguns minutos.
O governo da Indonésia decidiu adiar por tempo indeterminado a execução do brasileiro Rodrigo Muxfeldt Gularte, de 42 anos, condenado por trafico de drogas no país asiático. Além de Gularte, outras nove pessoas também tiveram execução adiada por conta de recursos apresentados à justiça pelos condenados. De acordo com o procurador-geral HM Prasetyo, as execuções acontecerão de forma simultânea e, portanto, enquanto houver pendências na justiça indonésia ninguém será punido com pena capital. Para evitar que Rodrigo Gularte tenha o mesmo destino de Marco Acher, executado por um pelotão de fuzilamento em janeiro deste ano, a família do brasileiro tenta transferi-lo da prisão para um hospital psiquiátrico.