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(Foto: Joshua Roberts/Reuters)
Os atores Joaquin Phoenix e Martin Sheen estavam então entre os mais de cem ativistas presos nesta sexta-feira (10) em Washington, capital dos Estados Unidos, segundo o site Deadline. Eles participavam da manifestação contra mudanças climáticas organizada por Jane Fonda.Dessa vez, a atriz não estava entre as pessoas presas por se recusarem a deixar os degraus do Capitólio, prédio que serve como a sede do Poder Legislativo americano. Antes de ser preso, Phoenix falou na manifestação sobre o impacto da produção de carne e de leite nas mudanças climáticas, um tema que já tinha abordado durante seu agradecimento no Globo de Ouro, no domingo (5). "Às vezes nos perguntamos o que podemos fazer nesta luta contra as mudanças climáticas. Há algo que vocês podem fazer hoje e amanhã, ao escolher o que vocês consomem", disse durante o protesto. "Há coisas que não posso evitar. Peguei um voo para cá hoje, ou melhor, ontem, mas uma coisa que posso fazer é mudar meus hábitos de alimentação." Com a prisão de Sheen, todo o elenco principal da série "Grace & Frankie" já foi detido durante os protestos. Além do ator e de Fonda, Lily Tomlin e Sam Waterson também enfrentaram as autoridades. Fonda se mudou para a capital dos Estados Unidos para ajudar a organizar os atos, chamados Fire Drill Fridays, inspirados por movimentos sociais e por ativistas como Greta Thunberg. O protesto desta sexta deve ser o último do tipo, já que a atriz volta em breve a gravar a série.
(Foto: Reuters/Blair Gable)
O premiê canadense Justin Trudeau disse nesta quinta-feira (9) que múltiplas fontes de inteligência apontam que o avião ucraniano que caiu em Teerã na quarta foi derrubado por um míssil iraniano. Trudeau afirmou que a derrubada pode ter sido acidental, mas apontou que a investigação do caso precisa ser completa."Temos inteligência de várias fontes, incluindo nossos aliados e nossa própria inteligência. As evidências indicam que o avião foi abatido por um míssil terra-ar iraniano. Pode ter sido não intencional", disse.Ainda durante a fala de Trudeau, o jornal americano "The New York Times" divulgou um vídeo que aparenta mostrar o momento em que o avião é atingido por um míssil. Veja abaixo:Nenhum dos 176 passageiros que estavam a bordo sobreviveu. Trudeau ainda disse que está em diálogo com a chancelaria iraniana -- 63 passageiros que estavam no avião eram canadenses, e 138 deles tinham o Canadá como destino final. Teerã estaria mostrando abertura para permitir que agentes consulares canadenses fossem ao Irã para ajudar as famílias das vítimas.Segundo o líder canadense, ainda é cedo para ficar atribuindo culpa pelo desastre ou tirando conclusões. Logo após a fala de Trudeau, o premiê britânico Boris Johnson corroborou a fala de seu colega do Canadá: “Existe agora um conjunto de informações de que o voo foi abatido por um míssil terra-ar iraniano. Pode ter sido não intencional ", declarou. Mais cedo, a imprensa americana divulgou que autoridades de Washington compartilham da visão de que a aeronave ucraniana foi atingida por um míssil. O Irã negou essa possibilidade.
(Foto: Ebrahim Noroozi/AP)
O avião ucraniano que caiu em Teerã nesta quarta-feira (80) voltava para o aeroporto da cidade logo após a decolagem por causa de um problema e testemunhas disseram que ele pegou fogo antes de cair, segundo um relatório inicial da autoridade iraniana de aviação civil divulgado nesta quinta-feira (9). As 176 pessoas que estavam a bordo morreram. "O avião que se dirigia, a princípio, para o oeste para sair da zona do aeroporto, girou para a direita, devido a um problema, e estava no caminho de regresso ao aeroporto quando caiu", explicou o Organização da Aviação Civil iraniana. Testemunhas presenciais relataram um incêndio no Boeing 737 que se intensificou. Essas testemunhas acompanharam a decolagem do avião ou estavam em uma outra aeronave que voava em maior altitude do que o Boeing no momento da tragédia. O voo 752 da Ukraine International Airlines partiu às 6h12 (horário local), com quase uma hora de atraso, do aeroporto Imam Khomeini, Teerã, e tinha como destino o Aeroporto Internacional Boryspil, em Kiev, na Ucrânia. O avião caiu em Shahedshahr, no sudoeste da capital iraniana. A tragédia aconteceu poucas horas após o Irã ter disparado mísseis contra duas bases aéreas que abrigam tropas dos EUA no Iraque, em resposta à morte do general iraniano Qassem Soleimani. Não há informações sobre relação entre os dois incidentes. Em meio à tensão que o Irã vive com os Estados Unidos, autoridades iranianas declararam que não irão entregar as caixas-pretas para a fabricante, a Boeing, ou para autoridades americanas.A Convenção Internacional de Aviação Civil, da qual o Irã é signatário, prevê que fica responsável pela investigação o país onde a aeronave caiu (ou de onde ela partiu) - nesse caso, o Irã. Porém, a convenção prevê que o país fabricante (os EUA) e a empresa que o produziu, que é a Boeing, participem da investigação e tenham acesso às informações das caixas-pretas imediatamente.
( Foto: AFP)
A companhia aérea Ukraine International Airlines divulgou a lista com o nome dos passageiros do voo PS752. O Boeing 737 seguiria para a Ucrânia, mas caiu no Irã momentos após decolar, às 6h12 (horário local), do aeroporto internacional da capital Teerã. A aeronave ucraniana transportava 176 pessoas, sendo 9 tripulantes. O nome dos profissionais da companhia aérea que estavam à bordo não foi divulgado. Ninguém sobreviveu. No voo havia passageiros de 7 nacionalidades: 82 do Irã, 63 do Canadá, 11 da Ucrânia (9 tripulantes), 10 da Suécia, 4 do Afeganistão, 3 do Reino Unido, e outros 3 da Alemanha. O passageiro mais novo era um bebê, Kurdia Molani, nascido em 2018, portanto com no máximo 2 anos. A vítima mais velha era um senhor, Asgar Dhirani, nascido em 1945, portanto com 75 ou 74 anos. O mês e o dia de nascimento das vítimas não foi divulgado.
Veja a lista com o nome dos passageiros e o ano de nascimento
- Moham Abaspourqadi — 1986
- Mojtaba Abbasnezhad — 1993
- Seyedmehran Abtahiforoushani — 1982
- Iman Aghabali — 1992
- Maryam Agha Miri — 1973
- Motahereh Ahmadi — 2011
- Sen Ahmadi Muh — 2014
- Rahmtim Ahmadi — 2010
- Sekinhe Ahmadi — 1989
- Mitra Ahmady —1973
- Mahsa Amirliravi — 1989
- Fareed Arasteh — 1987
- Arshia Arbabbahrami — 2000
- Evin Arsalani — 1990
- Mohammadhossein Asadilari — 1996
- Zeynab Asadilari — 1998
- Amir Ashrafi Habibabadi — 1991
- Mahmood Attar — 1950
- Roja Azadian — 1977
- Ghanimat Azhdari — 1983
- Mehraban Badiei Ardestani — 2001
- Samira Bashiri — 1990
- Amin Beiruti Mohammad — 1990
- Hamidreza Djavadi Asll — 1967
- Kian Djavadi Asll — 2002
- Ardalan Ebnoddin Hamidi — 1971
- Kamyar Ebnoddin Hamidi — 2004
- Niloufar Ebrahim — 1985
- Behnaz Ebrahimi Khoei — 1974
- Shahrokh Eghbali Bazoft — 1960
- Shahzad Eghbali Bazoft — 2011
- Parisa Eghbalian — 1977
- Mahdi Elyasi Mohammad — 1991
- Sayedmahdi Emami — 1959
- Sophie Emami — 2014
- Merhdi Eshaghian Dorcheh — 1995
- Reera Esmaeilion — 2010
- Mansour Esnaashary Esfahani — 1990
- Sharieh Faghihi —1961
- Faezeh Falsafi — 1973
- Faraz Falsafi — 1988
- Aida Farzaneh — 1986
- Shakiba Feghahati — 1980
- Marzieh Foroutan — 1982
- Iman Ghaderpanah — 1985
- Parinaz Ghaderpanah — 1986
- Siavash Ghafouri Azar — 1984
- Daniel Ghandchi — 2011
- Dorsa Ghandchi — 2013
- Milad Ghasemi Ariani — 1987
- Fatemeh Ghasemi Dastjerdi — 1994
- Amirhossein Ghasemi — 1987
- Kiana Ghasemi 2000
- Mandieh Ghavi —1999
- Masouhmeh Ghavi —1989
- Farideh Gholami — 1981
- Ghorbani Bahabadi — 1988
(Foto: AFP Photo/Islamic Republic of Iran Broadcasting)
O presidente americano Donald Trump reagiu no Twitter na noite desta terça-feira (7) ao ataque iraniano a duas bases que abrigam tropas dos Estados Unidos no Iraque.."Está tudo bem! Mísseis lançados do Irã contra duas bases militares localizadas no Iraque. Avaliação das vítimas e mortes ocorrendo agora. Até o momento, tudo bem! Temos, de longe, as forças armadas mais poderosas e bem equipadas do mundo! Farei uma declaração amanhã de manhã."Um pouco antes, o ministro de Relações Exteriores do Irã, Javad Zarif, escreveu, também no Twitter, que "o Irã adotou e concluiu medidas proporcionais em autodefesa". "Nós não buscamos a escalada [do conflito] ou a guerra, mas nos defenderemos de qualquer agressão", acrescentou. As duas bases atacadas no Iraque abrigam forças americanas e iraquianas. Elas foram atingidas por mais de uma dúzia de mísseis iranianos na noite desta terça (7) -- madrugada de quarta (8) no horário local--, numa ação de vingança pela morte do general Qassem Soleimani num ataque de drone americano. A base aérea de Ain Al-Asad, no oeste do país, é uma das que foram atingidas. A outra está em Erbil, na região curda do Iraque. A Guarda Revolucionária do Irã assumiu a responsabilidade pelos lançamentos dos mísseis a ambas as bases.
(Foto: Reprodução)
O Ministério das Relações Exteriores informou nesta segunda-feira (6) que a encarregada de Negócios do Brasil em Teerã, Maria Cristina Lopes, foi convocada pela chancelaria iraniana. Segundo o Itamaraty, o teor da conversa é reservado e não será divulgado.A informação sobre a convocação foi publicada pelo site do jornal "O Globo" e confirmada pela TV Globo. Na semana passada, o principal general iraniano, Qassem Soleimani, foi morto em um ataque ordenado pelo governo dos Estados Unidos. Segundo o presidente dos EUA, Donald Trump, o ataque serviu para "parar" uma guerra, não iniciar uma.Um dia após o ataque, o Itamaraty divulgou uma nota na qual disse apoiar a "luta contra o flagelo do terrorismo". Na nota, o governo brasileiro condenou um ataque à embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, cidade onde Soleimani foi morto, mas não condenou a morte do general iraniano."Informamos que a Encarregada de Negócios do Brasil em Teerã, assim como representantes de países que se manifestaram sobre os acontecimentos em Bagdá, foram convocados pela chancelaria iraniana. A conversa, cujo teor é reservado e não será comentado pelo Itamaraty, transcorreu com cordialidade, dentro da usual prática diplomática", informou o Ministério das Relações Exteriores nesta segunda.
( Foto: Reuters/Leah Millis)
O Presidente dos EUA Donald Trump disse neste domingo (5) que as tropas americanas só vão sair do Iraque se Bagdá pagar pela base aérea construída pelos EUA no país. A resposta foi uma reação do republicano após o Parlamento iraquiano aprovar uma resolução pela saída e encerramento das atividades de tropas estrangeiras no país.A decisão foi tomada dias depois que um ataque dos Estados Unidos matou o segundo homem mais importante do Irã, o general Qassem Soleimani, em Bagdá. Trump também ameaçou impor ao Iraque sanções ainda mais pesadas do que aquelas que adotou contra o Irã. "Temos uma base aérea extraordinariamente cara que está lá. Custou bilhões de dólares para ser construída, muito antes de mim [na Presidência] . Não vamos embora a menos que nos paguem", afirmou Trump a repórteres no Air Force One, o avião presidencial americano. Trump ainda rebateu as críticas contra possíveis ataques ao Irã. "Eles podem matar o nosso povo, torturar, lançar bombas, mas a gente não pode tocar nos lugares históricos deles? Não funciona assim", disse. O presidente se referiu ao post de sábado, onde afirmou que os EUA tinham 52 alvos na mira caso o Irã atacasse bases ou cidadãos americanos. A resolução aprovada pelos parlamentares, ao contrário de leis, não obriga o governo a cumprir o texto, mas foi aprovada a pedido do próprio primeiro-ministro iraquiano, Adel Abdul Mahdi. Durante a sessão, Mahdi considerou a morte de Soleimani um "assassinato político". Milhares de pessoas acompanharam o velório do general neste domingo (5) no Irã e, no sábado (4), no Iraque. O texto pede, ainda, que sejam cancelados quaisquer pedidos de ajuda do Iraque ao governo dos Estados Unidos. As tropas americanas estão no país a convite de Bagdá. Também neste domingo (5), os EUA, que lideram a coalizão de 74 nações e 5 organizações contra o Estado Islâmico, anunciaram a suspensão da maior parte das operações contra o grupo terrorista, e, também, dos treinamentos de forças iraquianas que participam do esforço conjunto. "O governo se compromete a revogar seu pedido de assistência da coalizão internacional que luta contra o Estado Islâmico devido ao fim das operações militares no Iraque e à conquista da vitória", diz o texto aprovado no Iraque. Cerca de 5,2 mil soldados dos Estados Unidos estão nas bases militares iraquianas para treinar e apoiar as forças de segurança locais e combater o Estado Islâmico. Como as tropas estão lá a convite do governo iraquiano, a decisão de cancelar o pedido de ajuda, teoricamente, as forçaria a sair do país, diz o "The New York Times". Os soldados americanos já lutaram lado a lado das milícias iraquianas - algumas delas financiadas pelo Irã - contra o grupo terrorista entre 2014 e 2017. A perda territorial sofrida pelo Estado Islâmico desde então causou, entretanto, novas dinâmicas de poder entre Washington e Teerã, com o aumento da tensão entre os dois nos últimos dois anos. Mesmo antes da morte de Soleimani, havia uma pressão crescente vinda das milícias xiitas e aliados do Irã para que as tropas americanas deixassem o Iraque, segundo a Deutsche Welle. Os Estados Unidos começaram a presença militar no Iraque em 2003, quando invadiram o país para derrubar Saddam Hussein. Os soldados americanos deixaram o país gradativamente ao longo dos anos, com a saída definitiva em dezembro de 2011 - antes da volta para combater o Estado Islâmico, três anos depois, a pedido do Iraque.
(Foto: Governo Estadual de Victoria)
Subiu para 23 o número de mortos em decorrência dos incêndios florestais na Austrália, de acordo com as novas atualizações feitas neste sábado (04). O primeiro-ministro Scott Morrison informou que foram convocados 3 mil reservistas das Forças Armadas para combater as chamas que devastam o país.Segundo a agência de notícias France Presse, neste sábado, as autoridades alertaram que em Sydney, a maior cidade do país, pode haver problemas no fornecimento de eletricidade, e pediram aos habitantes que reduzissem o consumo de energia. Na sexta-feira (3), o exército da Austrália iniciou uma operação para resgatar cerca de 4.000 pessoas refugiadas no litoral sudeste, segundo jornal britânico The Guardian. Moradores e turistas foram resgatados pelo mar, muitos estavam bloqueados nas praias desde 31 de dezembro. Com altas temperaturas durante os meses de janeiro e fevereiro no país, não há previsão iminente do fim dos incêndios.
(Foto: Reprodução)
Donald Trump publicou, nesta sexta-feira (3), um texto em uma rede social em referência ao ataque americano que matou um líder militar do Irã, Qassem Soleimani."O Irã nunca ganhou uma guerra, mas nunca perdeu uma negociação", escreveu o presidente dos Estados Unidos. "O general Qassem Soleimani matou ou feriu gravemente milhares de americanos em um longo período de tempo, e estava planejando matar muitos mais...mas foi pego! Ele foi diretamente ou indiretamente responsável pelas mortes de milhões de pessoas, inclusive um recente grande número de manifestantes assassinados no próprio Irã.""Enquanto o Irã nunca poderá admitir apropriadamente, Soleimani era tanto odiado como temido dentro do país. Eles não estão nem um pouco entristecidos como os líderes permitirão o resto do mundo acreditar. Ele deveria ter sido morto muitos anos atrás!"Esses textos são a segunda manifestação de Trump desde o ataque no aeroporto de Bagdá, no Iraque: antes, ele havia publicado uma bandeira dos EUA. O presidente dos Estados Unidos ainda não deu entrevista sobre o tema. Soleimani era chefe de uma unidade especial da Guarda Revolucionária do Irã e um dos homens mais poderosos do país. Ele morreu em um ataque com drone dos Estados Unidos na quinta-feira (2) em Bagdá, no Iraque. O exército dos EUA informou que o bombardeio tinha a missão de matar o general iraniano e foi uma ordem do presidente Donald Trump. Mike Pompeo, o secretário de Estado dos EUA, afirmou que Soleimani foi executado para desarmar um ataque iminente que teria colocado em risco americanos no Oriente Médio. A ação foi planejada com base em relatórios de inteligência. "Ele estava planejando ativamente para realizar ações na região –uma ação grande, como ele descrevia– que colocaria em risco dúzias, se não centenas, de vidas americanas. Nós sabemos que era iminente." Ele disse que os EUA estão comprometidos a distensionar a relação com o Irã, mas, ao mesmo tempo, preparados para se defender. A crise poderá ter desfecho sem precedentes na região, de acordo com especialistas. Pompeo confirmou somente a morte de Soleimani, e não de outras autoridades.
( Foto: Office of the Iranian Supreme Leader via AP, Arquivo)
Qassem Soleimani, chefe da Guarda Revolucionária do Irã e um dos homens mais poderosos do país, morreu em um ataque aéreo dos Estados Unidos nesta quinta-feira (2) em Bagdá.O Pentágono confirmou o bombardeio e disse que a ordem partiu do presidente Donald Trump. Em nota, o órgão culpou Soleimani por mortes de americanos no Oriente Médio e afirmou que o objetivo foi deter planos de futuros ataques iranianos.O bombardeio ocorreu no Aeroporto Internacional de Bagdá e matou também Abu Mahdi al-Muhandis, chefe das Forças de Mobilização Popular do Iraque, milícia apoiada pelo Irã, e pelo menos mais 5 pessoas. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, postou uma bandeira americana em uma rede social. Ele não falou sobre o episódio.Um porta-voz da milícia iraquiana culpou também Israel pelas mortes. Até agora, o governo de Israel não se pronunciou.
(Foto: Reprodução/Instagram)
A atriz foi presa na terça-feira (31), pela polícia de Olathe, em Kansas, EUA, segundo informações do site TMZ. De acordo com a publicação, a atriz está detida sob fiança de US$ 500 mil (cerca de R$ 2 milhões).A prisão aconteceu após a polícia encontrar Patricia, mãe de Mollie, de 68 anos, morta por um golpe de facada que, supostamente aconteceu em 20 de dezembro. Policiais disseram que responderam um chamado por distúrbio. Moli foi encontrada no local e levada ao hospital com ferimentos leves. A polícia informou que o caso está sob investigação, mas não pode dar mais detalhes. Além de participar de “Capitão América: o primeiro vingador” (assista trailer abaixo), lançado em 2011, e ter outros trabalhos em sua carreira como atriz, Mollie também tem trabalhos como produtora e diretora. Entre os trabalhos mais recentes, está o filme "The Creeps".
(Foto: Reprodução)
O cientista chinês de 35 anos que provocou polêmica mundial ao anunciar os primeiros bebês geneticamente modificados foi condenado nesta segunda-feira (30) a três anos de prisão e ao pagamento de multa de de três milhões de yuanes (R$ 1,73 milhão). He Jiankui anunciou em novembro de 2018 o nascimento de gêmeas com o DNA modificado para que pudessem resistir ao vírus da Aids que o pai havia contraído. Um tribunal da cidade de Shenzhen (província de Guangdong), onde ficava o seu laboratório, condenou He Jiankui por "ter realizado ilegalmente a manipulação genética de embriões com fins reprodutivos", informou a agência estatal Xinhua. Três bebês geneticamente modificados nasceram no projeto de Jiankui, de acordo com a agência. As autoridades chinesas anunciaram em janeiro de 2019 que outra mulher estava grávida de uma criança com o DNA modificado, além das gêmeas, mas o nascimento deste bebê não foi confirmado. Outras duas pessoas foram condenadas, mas a Xinhua não informou que funções elas desempenharam no processo. Zhang Renli recebeu a sentença de dois anos de prisão e terá que pagar multa de um milhão yuanes, enquanto Qin Jinzhou ficará um ano e meio em liberdade condicional e pagará multa de 500.000 yuanes (R$ 290 mil). Os dois pertencem a institutos médicos da província de Guangdong, segundo a agência. O julgamento aconteceu a portas fechadas porque o caso "afeta a vida privada", afirmou a Xinhua.
( Foto: REUTERS/Feisal Omar)
Pelo menos 90 pessoas morreram e mais de 90 ficaram feridas depois que um carro-bomba explodiu, na manhã deste sábado (28), na Somália, segundo informações da agência Reuters citando uma organização internacional. A explosão foi em um posto alfandegário, na capital Mogadíscio. De acordo com fontes médicas, o número de mortos pode subir. As vítimas foram encaminhadas ao hospital Medina, na capital somali. Mais cedo, a Associated Press informava a morte de 76 pessoas e 50 pessoas feridas. "Outros pacientes, familiares e até médicos, enfermeiros e funcionários do hospital foram acionados para doar sangue com urgência para ajudar as vítimas. A situação é ruim", disse o médico Yahye Ismai. Entre os mortos estão dois engenheiros turcos, que no momento da explosão realizavam obras na estrada que liga Mogadíscio a Afgoye, e vários estudantes universitários que estavam dentro de um micro-ônibus que cruzava a fronteira. Testemunhas disseram que um carro pertencente aos engenheiros foi destruído instantaneamente na explosão. A Turquia é um dos principais doadores da Somália desde a fome que assolou o país em 2011 e, juntamente com o governo do Qatar, está financiando uma série de projetos de infraestrutura e levando médicos ao país. O ataque ocorreu às 8h (2h no horário de Brasília), quando um suposto homem-bomba explodiu seu veículo perto do posto de controle da fronteira, que também é um ponto de coleta de impostos para o governo, segundo Ali Abdi Ali Hoshow, funcionário do Ministério de Relações Exteriores. Nenhum grupo terrorista assumiu a responsabilidade pelo ataque, embora o grupo jihadista Al Shabab tenha se posicionado contra a construção da estrada entre as duas cidades. Após o som de uma enorme explosão no posto de controle, Sabdow Ali, de 55 anos, que mora nas proximidades, disse que saiu de casa e contou pelo menos 13 pessoas mortas. "Dezenas de feridos estavam gritando por socorro, mas a polícia imediatamente abriu fogo e eu corri de volta para minha casa", disse ele à Reuters. Os feridos foram transportados para o Hospital Medina, onde uma testemunha da Reuters viu dezenas chegando de ambulância do local. Em entrevista a repórteres no local da explosão, o prefeito de Mogadíscio, Omar Muhamoud, disse que o governo confirmou que pelo menos 90 civis, a maioria estudantes, foram feridos na explosão.
(Foto: Colorado Springs Police Department/Handout via REUTERS)
Um homem de barba branca roubou um banco dois dias antes do Natal, mas, em vez de guardar o dinheiro, jogou-o no ar desejando aos transeuntes um feliz Natal em Colorado Springs, informou a imprensa americana. A polícia confirmou em um comunicado que um "homem branco idoso" roubou o Academy Bank em Colorado Springs, depois de ameaçar os funcionários com uma arma não identificada e sair com uma quantia indeterminada de dinheiro na segunda-feira ao meio-dia. "Ele começou a tirar dinheiro da sacola e jogá-lo e disse 'Feliz Natal'!", contou Dion Pascale, uma testemunha, à rede local KKTV 11 News. Um homem, identificado pela polícia como David Wayne Oliver, 65 anos, foi preso sem incidentes em um Starbucks próximo após o evento, confirmou o departamento de polícia do Colorado. Os agentes também disseram à imprensa local que não havia indicação de que o homem estava armado no momento de sua prisão. Os transeuntes tentam devolver parte do dinheiro roubado ao banco, segundo uma testemunha. No entanto, milhares de dólares ainda estão desaparecidos, disse um policial ao Denver Post.
( Foto: Reuters/Leah Millis)
O impeachment do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi aprovado nesta quarta-feira (18) pela Câmara dos Deputados. Trump foi considerado culpado por duas acusações. Mas o presidente continuará no cargo, enquanto espera o resultado do julgamento no Senado, que deve acontecer em janeiro. Ele é o terceiro presidente na história dos EUA a sofrer um impeachment. A votação foi precedida por um debate que durou mais de dez horas, no qual discursaram deputados dos partidos Democrata e Republicano, expondo seus pontos de vista a favor e contra o impeachment. Enquanto seu impeachment era aprovado, Trump participava de um comício em Battle Creek, Michigan. "Não parece que estamos sofrendo impeachment", disse Trump à multidão. “O país está indo melhor do que nunca. Não fizemos nada de errado. Temos um tremendo apoio no Partido Republicano como nunca tivemos antes", discursou. Na abertura da sessão, a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, afirmou que os deputados estavam ali para "defender a democracia pelo povo". "Eu abro solene e tristemente o debate sobre o impeachment do presidente dos Estados Unidos", disse. No Twitter, Trump respondeu indignado, falando em "mentiras atrozes da esquerda radical". "Isto é um ataque à América, e um ataque ao Partido Republicano", escreveu. Em sua defesa, alguns deputados republicanos se exaltaram e até exageraram nas comparações. Mike Kelly, da Pensilvânia, disse que 18 de dezembro de 2019 seria lembrado da mesma forma como o dia do ataque japonês a Pearl Harbor, na II Guerra Mundial. “Em 7 de dezembro de 1941, um ato horrível aconteceu nos Estados Unidos, sobre o qual o presidente Rooselvelt disse ‘esta é uma data que viverá na infâmia’. Hoje, 18 de dezembro de 2019, é outra data que irá viver na infâmia”, disse. Já Barry Loudermilk, do estado da Georgia, chocou diversos colegas ao comparar o inquérito com o julgamento de Jesus, dizendo que Cristo teve mais direitos antes de sua crucificação do que o presidente. “Antes de vocês realizarem essa votação histórica hoje, uma semana antes do Natal, quero que vocês tenham isso em mente: quando Jesus foi falsamente acusado de traição, Pôncio Pilatos deu a Jesus a oportunidade de encarar seus acusadores. Durante esse falso julgamento, Pôncio Pilatos concedeu mais direitos a Jesus do que os democratas concederam a este presidente neste processo", afirmou.