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(Foto: REUTERS/Fred Prouser/File Photo)
Kirk Douglas, ator e cineasta americano, morreu aos 103 anos nesta quarta-feira (5). Ele vinha passando por problemas de saúde desde 1996, quando sofreu um acidente vascular cerebral.Indicado ao Oscar três vezes, o galã de filmes como “Spartacus” (1960) se aposentou depois que passou a ter dificuldades para falar, devido ao AVC.Kirk também foi três vezes indicados ao Emmy, a premiação mais importante da TV americana. No Globo de Ouro, levou duas estatuetas: uma de melhor ator em drama (por “Sede de viver”, de 1956) e outra por sua filmografia, o prêmio especial Cecil B. DeMille. O filho e também ator Michael Douglas lamentou a morte por meio de um comunicado para a revista "People": "É com tremenda tristeza que, meus irmãos, anuncio que Kirk Douglas nos deixou hoje aos 103 anos." "Para o mundo, ele era uma lenda, um ator da idade de ouro dos filmes que viveu seus anos dourados, um humanitário cujo compromisso com a justiça e as causas em que ele acreditava estabeleceram um padrão que todos nós temos que buscar", completou Michael.
( Foto: Reuters/Tom Brenner)
Donald Trump se tornou nesta quarta-feira (5) o terceiro presidente dos EUA a ser absolvido pelo Senado em um processo de impeachment aprovado pela Câmara. Desta forma, ele não será afastado da presidência.Ele é o primeiro, no entanto, a passar por isso enquanto tenta se reeleger ao cargo. Trump era acusado de abuso de poder e obstrução ao Congresso (leia mais sobre as acusações abaixo) e foi absolvido pelos votos de 52 senadores na primeira acusação (contra 48) e por 53 votos (contra 47) na segunda. Para que fosse condenado, ele teria que ser considerado culpado por pelo menos dois terços dos senadores (67 dos 100). A absolvição está longe de ser uma surpresa. Desde que o processo foi anunciado - e antes mesmo de ser aprovado pela Câmara, em 18 de dezembro - a bancada do Partido Republicano, que ocupa a maioria do Senado, com 53 membros, afirmava que votaria para que ele não fosse condenado. A única exceção entre os republicanos foi o senador Mitt Romney, candidato do partido à presidência em 2008 e 2012, que votou pela condenação de Trump por abuso de poder (mas contra por obstrução ao Congresso)."O presidente é culpado de um abuso chocante da confiança pública", disse Romney em um discurso no Senado. "Corromper uma eleição para se manter no poder talvez seja a violação mais abusiva e destrutiva do juramento ao cargo de alguém que eu possa imaginar", acrescentou.
(Foto: Reuters/Murad)
Um avião da companhia Pegasus Airlines saiu da pista ao aterrissar no aeroporto de Sabiha Gokcen, em Istambul, na Turquia, nesta quarta-feira (5). Imagens divulgadas pela imprensa local mostraram a fuselagem do avião, um Boeing 737-800, quebrada em várias partes e os passageiros sendo retirados pelas equipes de emergência. O Ministério dos Transportes afirma que a aeronave fez um "pouso forçado". Segundo o governo, ninguém morreu — porém, há ao menos 120 feridos, segundo a agência France Presse. "Não houve perda de vidas, os passageiros feridos estão sendo retirados do avião e levados para os hospitais", disse o ministro turco dos Transportes, Cahit Turan. O avião levava 177 passageiros e seis tripulantes e havia decolado da cidade da cidade de Izmir, no oeste da Turquia, rumo a Istambul. A Pegasus Airlines, companhia turca de baixo custo, confirmou por meio das redes sociais que não houve mortes no acidente e que os passageiros feridos foram levados ao hospital.Após o acidente, as autoridades interromperam as operações no Aeroporto Sabiha Gokcen. Os voos que estavam programados ao local foram desviados.
( Foto: Reprodução)
O projeto de lei encaminhado pelo governo ao Congresso Nacional nesta terça-feira (4) com regras para enfrentamento ao coronavírus prevê, entre outras medidas, a possibilidade de realização de exames médicos compulsórios. O texto também diz que o poder público poderá determinar a realização compulsória de testes laboratoriais e coletas de amostras clínicas. O projeto elaborado pelo governo faz a ressalva de que essas medidas só serão aplicadas "com base em evidências científicas e em análises sobre as informações estratégicas em saúde". Além disso, o texto afirma que as ações devem ocorrer em prazo específico e ser limitadas ao "mínimo indispensável à promoção e à preservação da saúde pública". governo havia anunciado na segunda (3) que enviaria o projeto, entre outros motivos, para viabilizar a repatriação de brasileiros que estão em Wuhan, cidade chinesa onde começou o surto de coronavírus. Segundo o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, os cidadãos que vierem da China ficarão em quarentena por 18 dias. O texto estabelece que um ato do Ministério da Saúde vai definir as regras de quarentena e isolamento a que deverão ser submetidos os brasileiros que voltarem de Wuhan. Ainda falta definir, por exemplo, o local onde será feita a quarentena (a cidade de Anápolis é a mais cotada) e a data em que o avião vai buscar os brasileiros em Wuhan. Tanto o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), quanto o do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), já disseram em entrevistas que darão urgência à tramitação do projeto de lei. Se houver acordo entre os parlamentares, o texto pode ser protocolado, lido, votado e aprovado em um único dia.
( Foto: Jason DeCrow/Arquivo/AP Photo)
O presidente do Equador, Lenín Moreno, fez declarações machistas durante um encontro com investidores na sexta-feira (31) e depois foi às redes sociais para pedir desculpas."Os homens são constantemente sujeitos a acusações de assédio. Vejo que as mulheres frequentemente denunciam assédio, é verdade, é bom que o façam, mas às vezes vejo que estão com raiva dessas pessoas feias", disse o presidente mais cedo na sexta-feira (31) durante uma reunião com investidores na cidade de Guayaquil. "Isso quer dizer que o assédio é quando se trata de uma pessoa feia, mas se a pessoa é bem apresentada de acordo com os padrões, ela geralmente não pensa necessariamente que é um assédio. Já no caso da minha idade, não seria assédio, seria ocaso sexual ", acrescentou. Em seu pedido de desculpas uma rede social, ele negou que pretendesse minimizar a violência contra a mulher ou denúncias de abusos. "No meu comentário sobre assédio, [eu] não pretendia minimizar um assunto tão sério como violência ou abuso. Peço desculpas se foi entendido dessa maneira. Rejeito a violência contra as mulheres em todas as suas formas!", disse o presidente na noite da própria sexta-feira (31).
(Foto: Reprodução)
Vídeos que mostram pessoas caindo na rua e no transporte público na China têm viralizado na internet nos últimos dias. Mensagens associadas a eles dizem que se trata de uma reação à ocorrência de casos de coronavírus em Wuhan, na província de Hubei, na China. Infectologistas consultados pelo G1, contudo, afirmam que a infecção por coronavírus não é tão agressiva e os sintomas divulgados nos protocolos internacionais não incluem desmaios. Além disso, as imagens não têm fonte, origem ou data dos registros que levem ao estabelecer uma relação direta das imagens com o vírus. O G1 também consultou intérpretes de chinês que dizem que o que é falado e mostrado nos vídeos também não fazem uma conexão específica com o surto atual. A Embaixada da China no Brasil foi consultada pelo G1, mas diz que não tem elementos que possam situar os vídeos nem dizer se eles são atuais.
(Foto: Reprodução)
Mais de 11.821 chineses foram infectados pelo coronavírus 2019 n-CoV. Nesta sexta-feira (31), o governo da Província de Hubei anunciou que, desde esta quinta-feira (30), foram confirmados 1.347 casos. São 45 novas mortes na região, contabilizando 259 na China desde o início da epidemia. Outros 17.988 casos seguem sendo investigados.
Dados de Hubei:
- 11,821 casos confirmados em toda a China - mais de 3.215 em Wuhan, cidade onde o primeiro caso foi detectado
- Entre os 1,3 mil novos casos, 576 estão em Wuhan
- 36.838 pessoas estão em observação
Mais cedo, o Reino Unido e a Espanha confirmaram os primeiros casos da doença. Já os Estados Unidos anunciaram que vão negar a entrada de qualquer estrangeiro que tenha viajado à China nas últimas duas semanas e, além disso, irão colocar em quarentena por 14 dias os cidadãos americanos que estiveram em área de risco.
(Foto: Daniel Leal-Olivas/AFP)
O Reino Unido já está oficialmente fora da União Europeia, após 47 anos. Às 23 horas de Londres (20 horas em Brasília) passou a valer o Brexit, aprovado em um plebiscito há mais de três anos e meio, em 23 de junho de 2016.Foram necessários 1.317 dias de espera, dois adiamentos, três primeiros-ministros e uma série de acordos rejeitados pelo Parlamento britânico até que a saída finalmente se concretizasse.Já durante a tarde, símbolos do Reino Unido foram retirados de órgãos da União Europeia, como o Parlamento e o Conselho Europeu, em Bruxelas, onde as bandeiras foram removidas horas antes da saída oficial (veja vídeo abaixo). Nesta sexta, o Reino Unido se tornou o primeiro país a deixar a UE desde sua criação.Em um pronunciamento uma hora antes da saída oficial, o primeiro-ministro Boris Johnson afirmou que o Brexit “não é um fim, mas um começo” e “um momento de renovação e mudança nacional”.“Este é o momento quando começamos a nos unir e passamos de fase”, disse ainda, em tom otimista. “Este é o início de uma nova era na qual não aceitamos mais que as chances de sua vida – as chances da vida da sua família – dependam de que parte do país você cresceu”.Segundo Johnson, é o momento de "usar esses novos poderes, essa soberania readquirida para oferecer as mudanças pelas quais as pessoas votaram"."Seja controlando a imigração ou criando portos livres, libertando nossa indústria pesqueira ou fazendo tratados de livre comércio, ou simplesmente criando nossas leis e regras para o benefício do povo deste país".O primeiro-ministro disse ainda que o bloco europeu se desenvolveu de uma forma que não serve mais para o Reino Unido, mas que a intenção é manter uma boa relação, mesmo fora da UE."Queremos que este seja o começo de uma nova era de cooperação amigável entre a UE e um Reino Unido energético, um Reino Unido que seja simultaneamente um grande poder europeu e verdadeiramente global em nosso alcance e nossas ambições", afirmou.No Dia do Brexit, britânicos saíram às ruas para comemorar (ou lamentar) a separação e lotaram a Parliament Square, em Londres, onde se concentrou a festa do movimento Leave Means Leave. Em muitos pubs, com decoração lotada de bandeiras brancas, azuis e vermelhas do Reino Unido, grandes grupos também celebraram.
(Foto: Reprodução)
A província chinesa de Hubei, epicentro da epidemia do coronavírus 2019 n-CoV, registrou 42 novas mortes e mais 1.220 casos confirmados. Com esses registros, 213 pessoas morreram devido à doença na China, com 9.720 infecções.Mais cedo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência de saúde internacional. Os Estados Unidos tiveram a primeira transmissão local do vírus. Itália, Índia e Filipinas registraram os primeiros casos confirmados, totalizando 20 países. No Brasil, o Ministério da Saúde monitora 9 pacientes com suspeita da doença.
(Foto: Patrick Ngugi/AP)
O número de mortes devido ao novo coronavírus na China é de 170, com 7.736 casos confirmados, conforme balanço divulgado pela agência chinesa CGTN nesta quarta-feira (29). A maioria das vítimas está na província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan, epicentro do surto.A Organização Mundial da Saúde (OMS) vai realizar uma nova reunião do seu comitê na quinta-feira (30) para analisar se será declarada situação de emergência global para o novo coronavírus, segundo o diretor-executivo do programa de emergências, Michael Ryan.O diretor elogiou os esforços da China para conter o surto e disse que ainda há oportunidade de parar o vírus. "Temos que basear nossas ações em evidências imperfeitas para criar uma estratégia de bloqueio da doença com um impacto mínimo na sociedade e economia", disse o diretor.
(Foto: Reprodução)
A província de Hubei, na China, confirmou nesta terça-feira (28) mais 25 mortes. A agência estatal CGTN elevou para 132 o número total de mortes pelo novo coronavírus, sendo 125 apenas na província, que tem a cidade de Wuhan, considerada o epicentro da doença. Com o novo balanço, mais 1.401 casos foram confirmados, elevando para 5.997 infectados no mundo.
Destaques do surto:
A China confirmou nesta terça-feira (28) (horário local) que chegou a 106 o número de mortes pelo novo coronavírus, sendo 100 apenas na província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan. Nesta segunda-feira, também foi confirmada a primeira morte por complicações respiratórias causadas por coronavírus em Pequim. Segundo a rede estatal CCTV, a vítima é um homem de 50 anos diagnosticado com a doença na quarta-feira (22) após viagem para Wuhan, cidade considerada como epicentro da doença. Em uma tentativa de conter a propagação da doença, o governo chinês suspendeu as comemorações do Ano Novo Lunar e estendeu o feriado até o dia 2 de fevereiro. Grandes empresas fecharam as portas ou disseram aos funcionários para trabalhar de casa.
(Foto: Getty Images )
A Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a classificar como "elevado" o risco internacional de contaminação pelo novo coronavírus. O novo status, divulgado nesta segunda-feira (27), é uma correção na avaliação feita anteriormente pela própria OMS. A organização esclareceu que, por um "erro de formulação", havia apontado o risco como moderado. Até o começo da tarde desta segunda, os dados oficiais apontavam 81 mortes e mais de 2,7 mil pacientes infectados. Pela primeira vez, uma morte foi registrada em Pequim. Em seu relatório sobre a situação, a OMS indica que sua "avaliação de risco (...) não mudou desde a última atualização (22 de janeiro): muito alto na China, alto no nível regional e em todo o mundo".Em relatórios anteriores, o órgão das Nações Unidas apontou que o risco global era "moderado". "Foi um erro de formulação nos relatórios de 23, 24 e 25 de janeiro, e nós o corrigimos", explicou à AFP uma porta-voz da instituição com sede em Genebra.Na quinta-feira (23), a OMS considerou "muito cedo para falar de uma emergência de saúde pública de alcance internacional"."Ainda não é uma emergência de saúde global, mas pode vir a ser" - Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da OMS.A OMS só utiliza esse termo para epidemias que exigem certa reação global, como a gripe suína H1N1 em 2009, o vírus zika em 2016 e a febre ebola, que atingiu parte da África Ocidental entre 2014 e 2016 e a República Democrática do Congo desde 2018.Da família dos coronavírus, como o SARS, o vírus 2019-nCoV causa sintomas gripais em pessoas que o contraíram e pode levar à síndrome respiratória grave.
( Foto: Chinatopix via AP)
Subiu para 80 o número de mortos por coronavírus na China, segundo as autoridades locais. Neste domingo (26), foram relatadas mais 24 mortes na província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan - local mais afetado.O país anunciou ainda que chegou a 2.761 casos, sendo 2.744 na China e 17 nos territórios de Hong Kong, Macau e Taiwan.Também neste domingo, o ministro da Comissão Nacional de Saúde da China, Ma Xiaowei, disse que o novo coronavírus pode se espalhar antes mesmo do aparecimento de sintomas.Segundo a Reuters, Ma afirmou ainda durante a coletiva que a capacidade de transmissão do coronavírus está se fortalecendo e reforçou as ações de contenção, que até agora incluem restrições de transporte e viagens e o cancelamento de grandes eventos, serão intensificados.Ma disse também que o período de incubação do coronavírus pode variar de um a 14 dias, e que o vírus é infeccioso durante a incubação, o que não foi o caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), um coronavírus que se originou na China e matou quase 800 pessoas globalmente em 2002 e 2003.Como medida de prevenção do surto, o governo chinês anunciou que vai estender o recesso de Ano Novo até o dia 2 de fevereiro em todas as escolas do país.Ainda neste domingo, a China anunciou uma proibição nacional da venda de animais silvestres em mercados, restaurantes e plataformas de comércio eletrônico. Acredita-se que o vírus tenha se originado no final do ano passado em um mercado na cidade chinesa de Wuhan, que vendia ilegalmente animais selvagens.Enquanto isso, os Estados Unidos confirmaram mais três casos da doença, chegando agora a cinco. Segundo o Departamento de Saúde Pública, as pessoas retornaram de viagens a Wuhan e, ao apresentar sintomas, foram a hospitais - duas na Califórnia e uma no Arizona - onde estão recebendo tratamento. Seus nomes e localizações exatas não foram divulgados. Os dois primeiros casos tinham sido registrados em Washington e Illinois.
(Foto: Harry How/Getty Images via AFP/Arquivo)
O ex-jogador da NBA Kobe Bryant, astro do Los Angeles Lakers, morreu aos 41 anos neste domingo (26), vítima de um acidente de helicóptero nos arredores de Los Angeles, na Califórnia, nos EUA. Além de Bryant, morreram ainda outras oito pessoas que também estavam no helicóptero – entre elas, a filha de 13 anos do ex-jogador da NBA, Gianna Maria. A informação foi publicada originalmente pelo site americano "TVZ" e foi confirmada posteriormente.Nenhum tripulante do helicóptero sobreviveu. Entre os outros tripulantes mortos, além de Bryant e da filha Gianna, estão o piloto do helicóptero, uma colega do time de Gianna e um parente dessa colega. Eles estavam a caminho de um centro de treinamento, no Norte de Los Angeles. Bryant tinha quatro filhas.A informação de que nove pessoas estavam no helicóptero, incluindo Kobe Bryant, é da polícia local. Anteriormente, a informação era que cinco pessoas estavam na aeronave. A polícia local ainda falou na coletiva de imprensa que a equipe encontrou destroços do helicóptero e agiu para acabar com o incêndio no local, além de preservar o ambiente para as investigações. A identificação por DNA ainda será feita para ter uma confirmação oficial da identidade das pessoas.A mulher de Bryant, Vanessa, não está na lista de vítimas. O modelo do helicóptero era Sikorsky S-76, do ano de 1991, segundo o porta-voz da Administração Federal de Aviação, Allen Kenitzer. O acidente foi às 9h47 da manhã no fuso horário local (14h47 em Brasília). Havia nuvens e nevoeiros naquele momento, mas ainda não está claro se o tempo teve alguma relação com o acidente. O fogo na aeronave só foi apagado aproximadamente uma hora depois, já que houve dificuldade em razão do elemento químico magnésio."Nós estamos agora investigando esse acidente. Vamos transferir essa investigação para a agência federal responsável por aeronaves. Vamos recuperar tudo que resta. Não tivemos sobreviventes. Nove pessoas estavam a bordo: o piloto e mais oito [pessoas]. Não podemos identificar ninguém neste momento. Não seria adequado fazer isso agora, seria desrespeitoso", disse Alex Villanueva, xerife do Condado de Los Angeles, em coletiva de imprensa neste domingo (26)."É com tristeza que nós descobrimos a morte de Kobe Bryant e outras quatro pessoas em um acidente de helicóptero em Calabasas [arredores de Los Angeles]. A aeronave caiu em um campo remoto perto de Las Virgenes por volta das 10h desta manhã. Ninguém no chão se feriu. A FAA e a NTSB estão investigando", diz uma nota oficial do município de Calabasas.