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- Paulo Saldaña | Folhapress
- 21 Jul 2021
- 09:43h
(Foto: Reprodução)
O ministro da Educação, pastor Milton Ribeiro, fez um pronunciamento em rede nacional nesta terça-feira (20) para pressionar estados e municípios pelo retorno às aulas presenciais.
Ribeiro está em férias desde o dia 19 e só volta ao trabalho no próximo mês. Ele gravou o pronunciamento antes.
No pronunciamento, Ribeiro disse que Brasil não pode continuar com as escolas fechadas e que vários países já retornaram em 2020. Ele ressaltou que a decisão do retorno não é do MEC, mas das redes de ensino.
"Quero deixar claro que, no Brasil, a decisão de abertura foi delegada a estados e municípios, não tendo o governo federal poder e decisão sobre o tema", disse. "O MEC não pode determinar o retorno presencial da aulas, caso contrário já teria determinado. Mas não o retorno a qualquer preço. Fornecemos protocolo de biossegurança a todas as escolas da educação básica e ensino superior."
O ministro defendeu que o MEC fez investimentos para apoiar as redes e defendeu que o uso de álcool em gel, utilização de máscara e distanciamento social são medidas que o mundo está utilizando com sucesso. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é opositor de medidas de distanciamento social e já criticou o uso de máscaras.
Para Ribeiro, não é viável esperar a vacinação de todos os profissionais da educação. "A vacinação de toda comunidade escolar não pode ser condição para reabertura das escolas", disse.
Desde que chegou ao cargo, há um ano, Ribeiro defende o retorno às aulas presenciais. A posição tem sido reforçada pelo ministro nos últimos dias.
Apesar da fala do ministro, o MEC (Ministério da Educação) foi ausente no apoio a estados e municípios durante a pandemia para manter aulas remotas ou para o retorno às atividades presenciais.
O ministro já disse em entrevistas que não cabe ao MEC apoiar estados e municípios e que o sistema educacional já vivia dificuldades e desigualdades antes da pandemia, eximindo o governo Bolsonaro de responsabilidade pela situação atual.
O MEC tem obrigação constitucional de apoiar estados e municípios, que concentram as matrículas da educação básica no país.
Vitor de Angelo, presidente do Consed (Conselho Nacional dos Secretários de Educação), diz que a volta às aulas é atribuição de cada gestor local, seja saúde ou de educação. A alheamento do governo Bolsonaro com os desafios da educação na pandemia tem sido criticado por dirigentes desde o ano passado.
"Nenhuma medida deve ser tomada para todo o país, uma vez que o enfrentamento para a pandemia não foi coordenado nacionalmente e a situação da pandemia é diferente de um estado para o outro", disse Angelo, antes do pronunciamento.
A entidade se reuniu nesta terça-feira com integrantes do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) para debater o tema. Já há entendimentos na maioria das redes do país sobre um retorno presencial em agosto, mesmo que escalonado.
O Conass também defende decisões descentralizadas. "A decisão a ser tomada depende sempre de uma ação local e a integração das áreas de educação e saúde tanto dos estados e dos municípios, avaliar a situação epidemiológica, riscos e benefícios", diz Nereu Mansano, um dos representantes técnicos do Conass presente no encontro.
O Brasil é um dos países mais afetados pela Covid-19. Completamos, nesta segunda-feira (19), 180 dias seguidos de média móvel de mortes pela doença acima de 1.000 óbitos por dia.
O país também amarga um dos maiores períodos sem aulas presenciais. Precariedade na oferta de ensino remoto, prejuízos de aprendizado e alto risco de abandono escolar têm sido apontados por estudos.
Apesar disso, o apoio federal tem sido baixo. A única iniciativa efetiva da pasta para a educação básica vinculada à pandemia foi o incremento, a partir de outubro, de cerca de R$ 600 milhões no programa que envia dinheiro para as escolas.
No entanto, os gastos totais com esse programa, chamado Dinheiro Direto na Escola, em 2020 (de R$ 1,7 bilhão) foram os menores ao menos desde 2015, na comparação com valores atualizados. Só ficam acima dos de 2019, primeiro ano da gestão Bolsonaro.
Os repasses para instalação de internet nas escolas estão incluídos nesse montante. A execução do programa Educação Conectada, que tem esse fim, tem sido inconstante durante essa gestão.
Em 2019, o ministério anunciou investimentos de R$ 224 milhões mas gastou de fato nem metade disso (R$ 85,9 milhões). No ano passado, patinou nos repasses no primeiro semestre mas, ao fim do ano, acumulou um gasto de R$ 295 milhões (sobretudo porque gastou orçamento empenhado em anos anteriores).
A pasta só investiu, neste primeiro semestre de 2021, R$ 25,9 milhões nessa iniciativa.
O governo Bolsonaro brigou na Justiça para não cumprir lei que determina investimentos para fornecer internet a alunos e professores da rede pública. A lei, inicialmente vetada por Bolsonaro mas que teve o veto derrubado pelo Congresso, prevê investimentos de R$ 3,5 bilhões.
Apesar de a educação viver momento crítico por causa da pandemia, o MEC fechou o ano passado com recordes negativos de execução orçamentária na educação básica. Os investimentos também tiveram recorde negativo.
Com relação às despesas totais do governo federal, os gastos em educação representaram no ano passado 5,2%; esse percentual já foi de 6,5% em 2016.
O MEC divulgou em outubro um protocolo com orientações sanitárias para o retorno às aulas presenciais. Ministério da Saúde informou nesta terça-feira que prepara, em conjunto com o MEC, um novo documento orientador, mas que ainda não há informações sobre o que será recomendado.
- Redação
- 21 Jul 2021
- 08:23h
Governo do Estado também entregará 100 novos ônibus escolares aos municípios e fará o pagamento integral do transporte escolar |(Foto: Reprodução)
Durante o programa Papo Correria desta terça-feira (20), o governador Rui Costa explicou o modelo híbrido com aulas semipresenciais e explicou que o retorno será feito de forma escalonada. Ele também anunciou que o transporte escolar será reforçado na Bahia.
Segundo Rui, a partir do dia 26 de julho, voltam às escolas os alunos do ensino médio. Os estudantes do ensino fundamental retornarão às salas de aula no dia 9 de agosto. Até esta data, eles continuam com as atividades do ensino remoto.
O governador também explicou que as aulas presenciais vão ocorrer em dias alternados, com divisão das turmas pela metade, seguindo todos os protocolos de segurança contra a Covid-19. O uso de máscaras será obrigatório em todos os espaços para estudantes, professores e funcionários das escolas.
“Nós resolvemos escalonar em dois grupos esse retorno. Inicialmente, voltam os graúdos, os jovens de ensino médio, que retornam no dia 26. Já os menores, entre 10 e 14 anos, retornarão em 9 de agosto. A escola vai acolher cada um com muito carinho. Na escola é obrigatório o uso da máscara por todos os funcionários e alunos”, reforçou Rui.
Reforço
Ainda conforme o governador, cerca de 100 ônibus novos serão entregues esta semana. Ele também informou que já demandou à Secretaria da Educação a aquisição de 400 ônibus para doar aos municípios e disse que o Governo do Estado fará, até o dia 30 de julho, o depósito do valor integral do transporte escolar para os municípios.
“Estamos reforçando o transporte escolar. Já entregamos ônibus nos últimos dias e vamos entregar mais. Já demandei a aquisição, o mais rápido possível, de mais 400 ônibus para fazer a doação aos municípios, reforçando e apoiando-os nessa logística. E até o dia 31 deste mês vamos depositar o valor do transporte escolar, ressaltando que, o valor será pago integralmente, para o ano inteiro, mesmo as aulas começando agora em julho”, pontuou o governador.
Foto: Divulgação
O projeto busca tratar o valor da oralidade bem trabalhada. Nessa era de maior intensidade na comunicação digital, o dinamismo coloquial das mensagens está desabituando as pessoas de desenvolverem argumentações orais mais consistentes, mesmo em contextos em que elas se fazem tecnicamente necessárias, a exemplo do exercício da prática jurídica e forense. Com isso, o curso oferece orientação aos estudantes para desenvolver a oratória.
Serão ofertadas 20 vagas, 60% das quais são destinadas ao público externo, e 10 vagas para ouvintes, tendo uma duração de 3 meses. As inscrições e leitura do edital podem ser feitas pelo formulário disponível no link; https://linklist.bio/oratoriauesb
A seleção será feita através de um vídeo de inscrição enviado pelo candidato, respondendo a seguinte pergunta: “Por que você quer falar bem?”
A coordenação do Curso de Oratória estará a cargo de João Batista de Castro Júnior, professor adjunto do Curso de Direito da UESB, Juiz Federal titular da 1ª Vara, Mestre em Linguística Histórica e Doutor em Linguística e Cultura pela UFBA, ex-Promotor de Justiça, inclusive Promotor do Júri, ex-Professor da UNEB e da FAINOR.
- Fato Local
- 18 Jul 2021
- 18:40h
Foto: Divulgação
O Prêmio Jabuti é o mais tradicional prêmio literário do Brasil, concedido pela Câmara Brasileira do Livro. Criado em 1959, com o interesse de premiar autores, editores, ilustradores, gráficos e livreiros que mais se destacassem a cada ano, o Prêmio Jabuti em 2021 premiará as obras publicadas em 2020.
O livro de Paulo Esdras (Sadres – o Sábio, o Louco, o Poeta), publicado pela Editora Kalango, em 31 de janeiro de 2020, concorre na categoria Romance Literário. A obra narra a história de um jornalista que busca conhecer um sábio que vive escondido no sertão nordestino e acaba se encontrando com a sua própria história, num realismo mágico e poético. “Uma homenagem ao sertanejo, aos cordelistas e aos nordestinos. Estou muito feliz em saber que está concorrendo na principal premiação literária do país”, disse Esdras ao saber da participação no prêmio.
A primeira edição de Sadres se esgotou em março do mesmo ano, mas o livro virtual pode ser adquirido na Amazon: https://www.amazon.com.br/dp/B084KGVBZL/ref=sr_1_1%E2%80%A6
- Redação
- 16 Jul 2021
- 09:45h
(Foto: Reprodução)
O pedido dos professores das redes municipal e particular de Vitória da Conquista de não retornarem às aulas foi negada pela juíza Solange Maria de Almeida Neves, da 1ª Vara da Fazenda Pública do município do Sudoeste baiano. A magistrada optou por manter o Decreto Municipal nº 21.192, que determinou o retorno às aulas semipresenciais na cidade desde segunda-feira (12). O posicionamento do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Educação do Estado da Bahia (APLB-BA) é que o retorno às aulas de forma presencial põe em risco toda a classe de professores. Segundo representantes da entidade, "a volta semipresencial das atividades vai expor cerca de 60 mil alunos ao risco de contrair a Covid-19, o que pode implicar em infeção das famílias e dos trabalhadores" A juíza, por sua vez, declarou que “não se ignora que a situação de pandemia, ora vivenciada, impôs drásticas alterações na rotina de todos, mas todavia, em função da gravidade da situação, exige-se a tomada de medidas coordenadas e voltadas ao bem comum, sempre em respeito à competência de cada ente da federação”. O decreto municipal estabeleceu que as escolas devem manter a ocupação de 50% da capacidade, distanciamento mínimo de 1,5 metro por aluno, aferição de temperatura e álcool em gel, entre outros protocolos. Vitória da Conquista registrou, no último boletim epidemiológico da gestão municipal, mais duas mortes pela Covid-19 e confirmou 141 novos casos. No total, o município computa 33.158 casos confirmados e 566 óbitos decorrentes da doença. A ocupação de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), nesta quinta-feira (15), está em 80%.
- Redação
- 14 Jul 2021
- 15:11h
(Foto: Reprodução)
O Sindicato dos Professores da Bahia (APLB) se posicionou contra a decisão do governador. O presidente da APLB, Rui Oliveira, afirmou que a categoria só deve voltar ao trabalho presencial após todos os profissionais serem vacinados com a segunda dose da vacina contra a Covid-19. “Faltou combinar com a categoria. Essa posição com o governador, é a mesma que nós fizemos com o governo municipal de Bruno Reis e faremos dobrado com o estado da Bahia, isso é inadmissível. Só voltaremos quando nós estivermos imunizados, com a 1º e 2º doses da vacina, o que deve acontecer até a primeira quinzena de agosto”, garantiu o sindicato em entrevista para a Record TV Itapoan, na terça-feira (13). Nesta quarta-feira (14), o governador ameaçou cortar o salário de quem não for às escolas: “Aqueles que não comparecem não receberão pelo seu trabalho”, disse o petista em entrevista.
- Agência Brasil
- 14 Jul 2021
- 13:22h
Matéria segue para sanção ou veto presidencial | Foto: Agência Câmara
A Câmara dos Deputados aprovou na noite de terça-feira (13) projeto de lei que define a educação bilíngue de surdos como uma modalidade de ensino independente. Oriundo do Senado, o texto modifica a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para estabelecer como educação bilíngue aquela em que a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é considerada primeira língua, e o português escrito como segunda língua. A matéria irá à sanção presidencial. 

A medida deve ser aplicada em escolas bilíngues de surdos, classes bilíngues de surdos, escolas comuns ou em polos de educação bilíngue de surdos. A modificação na LDB deve beneficiar estudantes surdos, surdo-cegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação ou com outras deficiências associadas que tenham optado pela modalidade bilíngue.
Para a relatora, deputada Soraya Santos (PL-RJ), a medida vai dar autonomia e promoverá inclusão para essa parcela da população. “[Precisamos] reconhecer que numa escola bilíngue o aluno surdo desfruta dos benefícios educacionais de uma comunidade de falantes com a qual se identifica. Além disso, a pessoa surda interage com o mundo, sortido de falantes, e nele atua funcionalmente mesmo e por causa de sua língua natural, a Libras”, afirmou.
Pelo texto a modalidade deve ser iniciada na educação infantil e se estender ao longo da vida escolar. As unidades de ensino deverão oferecer apoio educacional especializado e esse ensino não impedirá a matrícula em escolas e classes regulares de acordo com o que decidirem os pais ou responsáveis ou o próprio aluno.
O projeto prevê ainda que os sistemas de ensino assegurem aos estudantes os materiais didáticos e professores bilíngues com formação e especialização adequadas em nível superior. A matéria estabelece ainda que ficará a cargo da União o apoio técnico e financeiro os sistemas de ensino na oferta dessa modalidade bilíngue por meio de programas elaborados com a participação das comunidades surdas, de instituições de ensino superior e de entidades representativas das pessoas surdas.
- Rayllanna Lima
- 14 Jul 2021
- 09:34h
Governador da Bahia reafirmou que as aulas retornam dia 26 de julho | Foto: Reprodução
Os professores que não retornarem às salas de aula a partir do dia 26 de julho terão o salário cortado. A data prevista para o retorno das aulas na Bahia foi anunciada pelo governador Rui Costa (PT) na terça-feira (13).
Por decisão judicial, os professores estão cobertos a só retornarem ao trabalho após imunizados com as duas doses da vacina contra a Covid-19. Segundo o sindicato da categoria, o governo estadual não dialogou com os trabalhadores.
Nesta quarta (14), em entrevista ao Jornal da Manhã, da TV Bahia, após posicionamento da APLB (Sindicato dos Trabalhadores Em Educação do Estado da Bahia) , contrário à volta às aulas, o governador Rui Costa sinalizou o corte de salários.
“Dia 26 as aulas retornam e , a partir daí, serão contabilizadas as presenças para, evidente, implicar na remuneração dos professores. Serão remunerados com os dias que derem aula, assim como todo trabalhador. Todos os trabalhadores do Brasil inteiro já estão trabalhando. Os professores, eu diria, reunido em uma condição que nenhum outro trabalhador reuniu, de ir para a aula já vacinados”, disse.
E acrescentou: “Todas as atividades praticamente voltaram ao normal. A educação é prioridade, não poderia não voltar. Tenho visitado as escolas, mesmo nesses período de recesso, tenho encontrado professores já. Tenho a absoluta confiança que a grande maioria dos professores são sensíveis a educação, a situação dos jovens mais carentes, vulneráveis a convites para o mundo que nenhum de nos quer, para o mundo errado”
- Redação
- 14 Jul 2021
- 08:27h
(Foto: Reprodução)
Em publicação no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (14), o governador Rui Costa (PT) fez mudança na chefia de gabinete da Secretaria de Educação. A movimentação acontece logo após o anúncio de retorno das aulas semipresenciais no estado. .
Segundo a publicação, Paulo Cézar Lisboa Cerqueira foi exonerado, a pedido, do cargo de Chefe de Gabinete da Educação. A vaga agora será ocupada por Nelma Carneiro Araújo, que deixou o cargo de Chefe de Gabinete da Secretaria da Saúde (Sesab).
Nesta terça-feira (13), o governador Rui Costa anunciou a retomada das aulas na rede estadual para o dia 26 de julho. A decisão ocorre em função da redução nos índices da Covid-19.
Como anunciado anteriormente, para garantir o distanciamento e conter a possibilidade de aglomerações, as turmas funcionarão presencialmente com 50% da capacidade e as atividades atenderão a um rodízio que concilia aulas presenciais e remotas.
- Redação
- 13 Jul 2021
- 12:22h
Previsão é de que retorno aconteça ainda em julho | Foto: Brumado Urgente Conteúdo
Em entrevista coletiva pela manhã, o governador Rui Costa afirmou que pretende anunciar o retorno das aulas na rede estadual de ensino ainda nesta terça-feira. “Hoje ainda vamos anunciar a data de retorno às aulas que será necessariamente agora em julho. Isso será divulgado à tarde, após uma reunião com as secretarias de educação e saúde para fixar o dia”, disse o governador.
Rui lembrou que o modelo a ser adotado neste momento será o híbrido, ou seja, com “metade da turma segunda, quarta e sexta e a outra metade terça, quinta e sábado”, explicou.
A decisão foi tomada após a estabilidade na queda nos números da Covid-19 na Bahia. Nesta terça, o estado amanheceu com 62% de ocupação dos leitos de UTI, menor taxa desde março.
- Redação
- 12 Jul 2021
- 09:55h
(Foto: Reprodução)
Termina na próxima quarta-feira (14) o prazo para inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021. Os interessados em participar do certame, isentos ou não, devem acessar o site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para fazê-lo, na Página do Participante. A taxa de inscrição para os não isentos é de R$ 85. O pagamento deve ser feito por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança). As provas do Enem 2021 serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, tanto a versão digital quanto a impressa. As duas versões também terão a mesma estrutura de prova: quatro cadernos de questões e a redação. Cada prova terá 45 questões de múltipla escolha, que, no caso do Enem Digital, serão apresentadas na tela do computador. Já a redação será realizada em formato impresso, nos mesmos moldes de aplicação e correção da versão em papel. Os participantes receberão folhas de rascunho nos dois dias. No primeiro dia, serão aplicadas as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, e ciências humanas e suas tecnologias, além da redação. A aplicação regular terá cinco horas e 30 minutos de duração. No segundo dia, as provas serão de ciências da natureza e suas tecnologias, e matemática e suas tecnologias. Nesse caso, a aplicação regular terá cinco horas de duração.
- Redação
- 07 Jul 2021
- 10:16h
A presença dos alunos nas escolas atende aos protocolos de cada município | Foto: Divulgação/Federação das Indústrias do Estado da Bahia – Sistema FIEB
Os mais de sete mil alunos da Escola SESI retornaram às aulas nesta segunda-feira (5), em toda a Bahia, após o recesso do meio do ano. A novidade foi o retorno das aulas presenciais no município de Luís Eduardo Magalhães. Em Salvador, as aulas presenciais foram retomadas nesta terça-feira (6), nas três escolas da Rede SESI Bahia da capital.
O gerente de Educação Regular do SESI Bahia, Mário Flávio Silva Costa, explica que a reabertura das escolas segue os protocolos municipais. Por esta razão, em Barreiras, Candeias, Vitória da Conquista, Feira de Santana, Ilhéus e Juazeiro, as aulas permanecem, por enquanto, sendo ministradas de forma remota, por determinação das prefeituras.
Para definir o retorno às aulas presenciais, além dos protocolos oficiais, o SESI Bahia também tem levado em conta a opção dos pais, por meio de enquetes. A última consulta familiar, realizada em meados do mês de junho, apontou que em média, em toda a Rede SESI Bahia, 56% dos pais disseram que não iriam mandar os filhos de volta à escola, caso fosse autorizada a retomada das aulas presenciais; 44% estavam de acordo.
Mário Costa explica que a única exceção foi no município de Luís Eduardo Magalhães, onde os pais deliberaram com 86% a favor do retorno às aulas presenciais e 14% contra. Com isso, o SESI ajustou o protocolo, para permitir que todos sejam contemplados. Nesta nova fase, o SESI vai passar a fazer a consulta aos pais quinzenalmente para que se posicionem, até chegar aos 100% de adesão às aulas presenciais.
Recomendação pedagógica
O gerente da Educação Regular, Mário Costa, explica que, considerando o tempo estendido que os alunos estão distantes da aula presencial, o principal ganho, além dos de ordem psicológica e emocional, é a socialização com os colegas e a interação em sala de aula.
Ele explica que “embora o SESI tenha investido na adaptação ao modelo de aulas remotas e na capacitação das equipes para adotar as melhores técnicas e práticas nas aulas com uso de tecnologia, a gente sabe que o foco de atenção, especialmente nos adolescentes, é reduzido, e voltar às aulas favorece esta interação com o professor”.
A determinação de volta às aulas presenciais também atende à recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria de redução do tempo de exposição de crianças e adolescentes à tela. “O SESI está atento a esta orientação, proporcionando aos alunos a oportunidade de aulas síncronas (com tela ao vivo e a presença do professor), e assíncronas, com e sem tela”, complementa.
- Redação
- 01 Jul 2021
- 12:47h
(Foto: IF Baiano)
Até o dia 9 de julho, o Instituto Federal Baiano (IF baiano) recebe inscrições para 7.320 mil vagas em cursos técnicos em toda o estado. Ao todo, são 20 opções de curso, em 14 campi e em 20 polos EAD da instituição situados em diferentes municípios baianos. Os cursos são nas modalidades Integrada ou Subsequente ao ensino médio e Educação à Distância.
Conforme o edital, via G1, o candidato deve acessar o site da Fundação Cefet Minas para se inscrever. O estudante deve preencher o formulário, optar por duas opções de curso e indicar a ordem de preferência, campus, semestre de oferta e turno para cada uma delas. Ele também deve sinalizar em qual categoria da Reserva de Vagas desejam concorrer. Para os cursos Integrados, 70% das vagas são para quem concluiu o ensino fundamental integralmente na rede pública de ensino.
Outros 25% vão para candidatos da ampla concorrência e 5%, para pessoas com deficiência. Em relação aos cursos Subsequentes, 50% das vagas são para candidatos que concluíram o ensino médio na rede pública, 45% para ampla concorrência e 5% para pessoas com deficiência. Os cursos são oferecidos nos campi do IF Baiano em Alagoinhas, Bom Jesus da Lapa, Catu, Governador Mangabeira, Guanambi, Itaberaba, Itapetinga, Santa Inês, Senhor do Bonfim, Serrinha, Teixeira de Freitas, Uruçuca, Valença e Xique-Xique.
No processo seletivo 2021, foram incluídos os cursos Subsequentes da modalidade EAD, com as opções Multimeios Didáticos, Secretaria Escolar e Vendas. Já os cursos EAD ocorrem nos 14 campi e em 21 polos EAD, em Salvador, Santo Estevão, Ibipitanga, Marcionílio Souza, Potiraguá, Maracás, Caldeirão Grande, Capim Grosso, Mundo Novo, Piritiba, Remanso, Araci, Ibirapuã, Itanhém, Jucuruçu, Medeiros Neto, Mucuri, Nova Viçosa, Maraú, Nazaré e Ipuiara.
- Redação
- 29 Jun 2021
- 16:48h
(Foto: Reprodução)
O governador Rui Costa (PT) afirmou hoje (29) que as aulas presenciais podem ser retomadas no estado se a taxa de ocupação de leitos exclusivos para Covid-19 se mantiver em 75%. O anúncio foi feito durante entrevista coletiva na cidade de Ibipeba, onde Rui autorizou as obras para o novo sistema de abastecimento de água da região. “Ontem, estávamos já nesse patamar. Nossa expectativa é que esse nível se mantenha ou reduza ao longo dos próximos 10, 15 dias. Se assim ocorrer, vamos começar a retomar as aulas presenciais no estado”. Rui explicou que, nesse momento, seria implantada a segunda etapa de retomada das aulas, com adoção do modelo híbrido, ou seja, parte presencial, e parte remota, para que as salas sejam ocupadas apenas por metade dos alunos. “Se os números continuarem reduzindo, mais adiante, poderemos implantar a fase três, que seria 100% presencial, ou seja, com todos os alunos em sala de aula”, conclui Rui.
- Redação
- 28 Jun 2021
- 12:36h
Morre ex-reitor da Ufba, Germano TabacofGermano Tabacof | Foto: Reprodução / Ufba
Morreu na manhã desta segunda-feira (28), o ex-reitor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Germano Tabacof. Ele foi reitor no período de 1984 a 1988. A informação é do Metro1. Tabacof se formou em Odontologia pela Ufba em 1952 e sua última função foi Superintendente de Ensino, Pesquisa e Extensão da Rede de Ensino da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC) de Salvador. Ele também foi presidente da Associação Brasileira de Odontologia - Seção Bahia (ABO-Ba) e vereador da capital baiana. Tabacof possui livros e artigos publicados no Brasil e no exterior.