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Oito dicas para usar melhor seu WhatsApp

  • 31 Mai 2015
  • 08:02h

(Foto: Ilustração)

O WhatsApp tem mais de 800 milhões de usuários no mundo. No Brasil, é o quarto aplicativo mais utilizado, perdendo apenas para Facebook, YouTube e Chrome, segundo uma pesquisa realizada pela Ericsson e divulgada no início deste ano. Sabendo disso,  resolvemos dar oito dicas para que você possa ter mais privacidade e "enganar" o aplicativo. 

Dica 1 - Evite que saibam que você leu uma mensagem

Existe dois modos que você pode utilizar para evitar aquele sinal duplo azulado que aparecem quando visualiza as mensagens no aplicativo. A primeira é muito simples: vá ao menu Configurações (Android) ou Ajustes (iOS) > Informações da Conta > Privacidade e desmarque a opção confirmação de leitura. No entanto, essa opção faz com que você também deixe de ser avisado que a outra pessoa leu o que foi enviado. A outra maneira também é simples, mas precisa ser feita todas as vezes que não quiser que apareça as marquinhas azuis: coloque o celular em modo avião, visualize a mensagem e saia do aplicativo. O sinal não ficará azul até que você entre de novo no WhatsApp.

Dica 2 - Descubra que horas a sua mensagem foi lida

O sinal duplo azulado que indica se sua mensagem foi lida. Ok, até aí nós já sabemos. Mas você sabia que é possível também saber o horário em que ela foi lida? Para descobrir, segure o balãozinho da mensagem até que suma o nome da pessoa ou do grupo no superior da tela e apreça algumas opções. Uma delas será a letra i, de informações. Quando você clicar sobre o ícone, aparecerá o horário que a pessoa (ou as pessoas, em caso de ser um grupo) leu a mensagem.

Dica 3 - Coloque senha no seu WhatsApp

O WhatsApp não lhe dá a opção de bloqueio com senha, para que nenhum enxerido vá dar aquela olhadinha básica nas suas conversas. Mas temos uma boa notícia: existem aplicativos que fazem esse favorzinho. Uma boa opção é o WhatsLock, mas ele só funciona para Android (as opções para iOS não são confiáveis). Para usá-lo, basta fazer o download, instalar o aplicativo, colocar a senha que deseja e pronto. Ele criará uma tela falsa, com uma mensagem de erro para quem tentar acessá-lo. Ah, para entrar no aplicativo é preciso clicar três vezes seguidas sobre o ícone de abrir uma nova conversa. Assim, aparecerá o teclado numérico para que você digite a senha e use seu WhatsApp normalmente.

Dica 4 - Desative o "visto por último"

Sabe aquela informação que aparece abaixo do nome do contato quando você abre a janela de conversa com algum amigo e mostra o dia e horário em que ele viu pela última vez o WhatsApp? Pois é, não quer que apareça para os seus contatos a hora em que você este online no aplicativo pela última vez? Simples: vá em Configurações (Android) ou Ajustes (iOS) > Conta > Privacidade > Visto por último e altere de todos para nenhum. O único porém é que ao não mostrar para os outros o "visto por último", você também ficará impossibilitado de saber quando foi a última vez que os seus amigos acessaram o WhatsApp.

Dica 5 - Impeça o download automático de mídia para o celular

Uma perguntinha básica: você está em muitos grupos do WhatsApp? Se a resposta for sim é bem provável que receba centenas de fotos e vídeos. O problema é que as configurações de origem do WhatsApp fazem com que essas mídias sejam baixadas automaticamente para o celular. Para não lotar a memória do seu smartphone, o ideal é deixar desabilitada a opção de download automático. Não sabe como fazer isso? A gente te ajuda! Para celulares Android o caminho é: Configurações > Opções de conversa > Download automático. Para quem tem Iphone (iOS):  Ajustes > Ajustes de Conversa > Salvar Mídia Recebida. Ali você tem opções diferentes para o uso de Wi-fi e quando está conectado via rede de dados.

Dica 6 - Mude o número do seu WhatsApp

Essa opção serve para quem trocou de celular recentemente. Para não perder suas conversas e não sair dos grupos que fazia parte, é preciso alterar o número do seu WhatsApp. Você pode fazer isso de duas formas: uma delas é desinstalar e instalar de novo o aplicativo. A outra, mais fácil é ir em Configurações (Android) ou Ajustes (iOS) > Conta > Alterar Número. Prontinho, você restabelecerá seus velhos contatos.

Dica 7 - Oculte sua foto de perfil para quem não está em sua lista de contatos

Quem quer mais privacidade vai gostar dessa dica. Para mostrar sua foto do perfil apenas para contatos que você tenha cadastrado em seu celular, vá ao menu Configurações (Android) ou Ajustes (iOS) > Informações da Conta > Privacidade > Foto do Perfil e marque a opção Meus contatos. Assim, apenas quem você tiver adicionado à sua lista poderá ver sua foto.

Dica 8 - Use o WhatsApp no computador

Existe mais de uma maneira para usar o WhatsApp no computador. Uma delas é própria do aplicativo. Acesse o site https://web.whatsapp.com/ no computador e abra a seção Menu > WhatsApp Web em seu celular. No smartphone aparecerá um leitor de QR Code, enquanto na tela do computador estará o código para ser lido. Assim que fizer isso, todas as suas conversas aparecerão na tela do pc. Ah, cabe ressaltar que o site deve ser aberto pelo navegador Chrome e que a função não funciona no sistema operacional do Iphone, o iOS. O outro método consiste na instalação de um aplicativo no celular, que também deve ser instalado no Chrome do seu computador. Um deles é o Pushbullet, que permite que você responda aquilo que lhe é enviado via WhatsApp no computador e também lhe avisa das notificações do celular na tela do pc.

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Efeito de hormônio do amor é comparável ao do álcool, diz estudo

  • 30 Mai 2015
  • 15:00h

Hormônio ligado ao amor e maternidade também pode ter efeitos parecidos com o de bebidas alcoólicas (Foto: Thinkstock)

Uma pesquisa da Universidade de Birmingham, na Grã-Bretanha, sugere que o chamado "hormônio do amor", a oxitocina, tem um efeito no comportamento comparável a de bebidas alcoólicas e que este efeito é ainda maior do que se imaginava antes. Este hormônio, produzido no hipotálamo, é conhecido por ter um papel importante em determinar nossas interações sociais e reações a parceiros românticos (por isso, o apelido). A oxitocina também um papel importante em partos e na conexão afetiva entre mãe e filho.  A oxitocina também tem uma versão sintética, usada como medicamento, geralmente injetável ou aplicada via nasal. Este medicamento é usado para estimular o parto e lactação. Segundo os cientistas britânicos, a oxitocina estimula comportamentos como altruísmo, generosidade e empatia, deixa as pessoas mais abertas a confiarem em outras. O hormônio remove algumas barreiras que funcionam como inibidores sociais: medo, ansiedade e estresse.

"Pensamos que valia a pena explorar esta área, então agrupamos pesquisas já existentes sobre os efeitos da oxitocina e do álcool e nos chamou a atenção as semelhanças incríveis entre os dois compostos", afirmou Ian Mitchell, da Escola de Psicologia da Universidade de Birmingham. "Eles parecem ter como alvo receptores diferentes no cérebro, mas causam ações comuns na transmissão GABA no córtex pré-frontal e nas estruturas límbicas. Estes circuitos neurais controlam a forma como percebemos o estresse e a ansiedade, especialmente em situações sociais como entrevistas, ou talvez até arrumando a coragem para convidar alguém para um encontro." "Tomar compostos como a oxitocina e o álcool podem tornar estas situações menos assustadoras", acrescentou. A pesquisa, que se baseou em estudos anteriores, foi publicada nas revistas especializadas Neuroscience e Biobehavioral Reviews.

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Espírito Charlie foi criado para divulgar filme; entenda!

  • Renato Marafon
  • 30 Mai 2015
  • 11:33h

(Foto: Reprodução)

É incrível como a internet adere a modinhas. Lembra-se quando quase todos os seus amigos tomaram um banho com balde de gelo no desafio do Ice Bucket Challenge, que arrecadava fundos para financiar pesquisas e ajudar pacientes com a Esclerose Lateral Amiotrófica. Poucos doaram, mas quase todos postaram o vídeo nas mídias sociais com o desafio. A nova moda é a assustadora brincadeira do Charlie Charlie Challenge, que tem circulado a internet. Segundo a lenda, que surgiu junto com a brincadeira, Charlie Charlie era uma criança mexicana que morreu de uma maneira terrível, e acabou se transformando em um espírito maligno. É basicamente a evolução do Ouija, da brincadeira do copo e do compasso. Para iniciar o ritual de invocação, você desenha uma cruz no papel e escreve sim e não nos espaços em branco. Depois, é só tentar a comunicação. “Você está aí, Charlie?”. Pois bem, toda essa comoção na internet não passou de uma jogada de marketing para promover o lançamento do terror ‘A Forca‘ (The Gallows), produzido por Jason Blum, responsável pelas franquias ‘Atividade Paranormal’, ‘Sobrenatural’ e ‘Uma Noite de Crime’. A Blumhouse Productions, produtora responsável pelo filme, foi quem lançou a brincadeira no Twitter, dia 26 de Maio. A história começa com a morte do jovem protagonista, Charlie (já entregou tudo, não é?). Vinte anos após um acidente ter causado sua morte em uma peça teatral no colégio, os alunos da cidade decidem encenar o espetáculo novamente, em uma tentativa infeliz de honrar o aniversário da tragédia… mas descobrem que algumas coisas devem ser deixadas no passado.

 

Polêmica: Plugin dedura localização dos seus amigos do Facebook

  • TT
  • 28 Mai 2015
  • 09:39h

(Foto: Reprodução: Facebook)

Uma extensão para Google Chrome está causando polêmica ao mostrar a localização exata de contatos do Facebook em um mapa interativo. A Marauders Map utiliza dados cedidos pelos próprios internautas à rede social para criar um painel com posições atuais e passadas dos membros do Facebook. O nome, Marauders Map, é em uma homenagem ao Mapa do Maroto, usado por Harry Potter nos livros da série para ver a movimentação exata de todas as pessoas no castelo de Hogwarts. E é exatamente o que acontece com a extensão: você vê onde cada amigo que tem a localização ativa está. O mapa foi desenvolvido por Aran Khanna, estudante desenvolvedor de Cambridge, nos Estados Unidos, e funciona de maneira relativamente fácil: identifica a latitude e longitude que são atreladas a mensagens enviadas pelo Messenger. Ou seja, utiliza apenas informações disponíveis na rede social.  Para acessar o mapa, você nem precisa jurar solenemente que não fará nada de bom. Basta instalar a extensão no Google Chrome, reiniciar o navegador e depois abrir seu Facebook. O mapa aparecerá no canto esquerdo da página de mensagens do Facebook. Para carregar as localizações de um amigo específico, é preciso abrir a conversa com ele. Ao atualizar a página, entretanto, os endereços desaparecerão. A extensão tem como objetivo chamar atenção para a quantidade de informações que o Facebook coleta sobre seus usuários. 

Ex-líder da Telexfree é preso nos Estados Unidos

  • 25 Mai 2015
  • 14:03h

Foto: Arquivo Pessoal

O ex-líder da Telexfree, Sanderley Rodrigues Vasconcelos, foi preso nos Estados Unidos acusado de falsificar informações para permanecer no país. Segundo o Gazeta Online, a prisão de Sann, como é conhecido, foi decretada no dia 7 de maio após uma viagem dele a Israel e cumprida em 18 de maio. Fontes ligadas à investigação sugerem que a ação da imigração americana seja uma manobra feita em parceria com a Polícia Federal do Brasil para evitar que Sann continue a conduzir esquemas de pirâmide financeira. Ele é foragido da Justiça brasileira por comandar outro suposto esquema de pirâmide, a Ifreex, e em 2006 foi acusado de praticar o mesmo crime utilizando uma terceira empresa, a Foneclub, para causar prejuízos milionários em Massachusetts. O empresário também registrou outras empresas com nomes parecidos no Espírito Santo: Universo Foneclub, Mix Phone Club e a Phone Club. De acordo com o Departamento de Segurança Interna (DHS) dos EUA, há indícios de que Sann tenha morado ilegalmente no país entre 2003 e 2006. Além disso, mesmo tendo conseguido o visto de turista em 2009, ele exerceu atividades econômicas na região. O ex-líder da Telexfree foi proibido pela Justiça de deixar o Brasil ao visitar a Ifreex no início do ano. Ainda assim, ele consegui embarcar para os EUA de forma ainda não revelada.

Angélica fala de acidente com avião: 'Foi um milagre. Deus salvou minha família

  • 25 Mai 2015
  • 11:40h

Angélica chegou de maca por sentir fortes dores no quadril (Foto: Reprodução/Twitter)

Internada no Hospital Albert Einstein, São Paulo, após se machucar durante o pouso forçado do jatinho em que viajava do Pantanal para Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, junto com o marido Luciano Huck, os filhos e duas babás, Angélica disse à colunista Patrícia Kogut que a família está salva "por um milagre".

"Estamos nos recuperando física e emocionalmente. Foi um milagre o que aconteceu. Deus nos salvou. As crianças estão bem e já tiveram alta no hotel, graças a Deus! Eu e Luciano passamos a noite fazendo exames e estamos bem", disse.

"Angélica gritava muito", diz mulher de piloto de jatinho

Angélica falou sobre os ferimentos e das dores que sentem no corpo. "Nada grave, dores de pancada por todo o corpo. O cinto machucou um pouco", disse à colunista.  Os filhos e as babás receberam alta e foram levados para um hotel durante a madrugada.

Emocionados após sobreviverem a uma manobra arriscada durante o pouso, Angélica disse que todos estão emocionados com o 'milagre'. "Estamos muito emocionados com o dia do nosso renascimento. Nem sei como vou poder agradecer a Deus por salvar minha família", disse.  

Mãe coloca anúncio para arrumar marido para seu filho

  • G1
  • 23 Mai 2015
  • 10:03h

Padma queria um homem "de boa condição social, vegetariano e que gostasse de animais" para seu filho (Foto: BBC)

Padma Iyer não queria que seu filho ficasse sozinho quando ela falecesse. Por isso, decidiu colocar um anúncio para ele em classificados de namoros.

Até aí trata-se de uma história normal na Índia, onde casamentos arranjados são comuns.

O que chama atenção é que ela não buscava uma mulher para seu filho, mas um marido.

Pelo anúncio, o candidato deveria "ter uma boa condição social, ser vegetariano e gostar de animais" para estar com seu filho Harish, um ativista por direitos homossexuais.

"Minha mãe tem quase 60 anos, e eu tenho quase 40. É natural ela pensar que ficarei sozinho quando ela morrer. Como é comum colocar anúncios no jornal para encontrar namorados, ela fez isso", explica Harsih.

Padma o consultou antes de buscar um marido para ele, apesar do casamento gay não ser reconhecido legalmente no país.

"Ela me perguntou se estava saindo com alguém e se gostaria de encontrar alguém para casar", diz Harish, que estava solteiro na época.

Mas o anúncio não foi bem recebido por alguns jornais locais. Harish conta que três se recusaram a publicá-lo.

"Foi chocante. São jornais que têm um histórico de coberturas bastante positivas sobre a comunidade LGBT. No entanto, mesmo que a equipe editorial fosse fantástica, a equipe comercial parecia não concordar com estas posições", lamenta ele.

Harish explicou aos responsáveis pelos anúncios que não era ilegal publicar algo assim e até mesmo se ofereceu para assinar um documento dizendo que ele e sua mãe assumiriam toda a responsabilidade legal por seu conteúdo.

Até o momento, o anúncio não teve qualquer repercussão jurídica. Na verdade, em resposta a ele, a mãe de Harish recebeu uma dezena de mensagens de homens interessados em seu filho.

"Ela está analisando as propostas recebidas como se fosse o departamento de recursos humanos de uma empresa e me repassará os melhores", diz ele.

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Pílula anticoncepcional completa 55 anos com avanços e poucos riscos à saúde

  • Agência Brasil
  • 17 Mai 2015
  • 17:27h

Pílula anticoncepcional completa 55 anos com avanços e poucos riscos à saúde (Foto: Reprodução)

Priscila Capovilla cursava a faculdade e tinha 20 anos quando ficou grávida da filha. A gestação não foi planejada. Por isso, pouco tempo depois do parto a jovem decidiu que não passaria por uma situação como aquela novamente e começou a tomar a pílula anticoncepcional. Após 20 anos, a analista de tecnologia da informação é uma entusiasta do método contraceptivo e garante que manterá o uso até que o desejo de ter um outro filho apareça. 

“Tive minha filha, mas acabei não ficando com o pai dela. Penso em ter mais filhos se me casar e tiver alguém para criá-lo comigo. Gostaria de er pelo menos mais um filho”, disse Priscila. “Acho ótima a possibilidade de planejar. A gente fica mais segura. Uma gravidez indesejada pode complicar muito a vida de uma pessoa.”, acrescentou.


A professora Carla Simone Castro, 41 anos, também fez uso da pílula anticoncepcional, mas tem uma história bem diferente para contar. Após seis meses utilizando a medicação, recomendada por uma ginecologista, ela sentiu fortes dores de cabeça seguidas de três acidentes vasculares cerebrais. Como sequela, Carla ficou 60 dias cega, 45 dias sem o movimento dos braços e pernas e com a fala comprometida.


“Nunca tinha usado anticoncepcional. A médica me indicou para diminuir as cólicas. Conversei muito sobre o risco de trombose que continha na bula, mas ela garantiu que, em 20 anos, não teve conhecimento de nenhum caso”, explicou. Carla enfrentou 67 dias de internação, sendo sete em uma unidade de terapia intensiva. Hoje, menos de um ano depois, ela precisa tomar remédio anticoagulante e tem fístulas no cérebro que podem se romper a qualquer momento.


Casos como o da professora, com mutação genética e um risco aumentado para trombose, são raros, segundo a presidente da Comissão Nacional de Anticoncepção da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, Marta Finotti. Ao comentar os 55 anos do surgimento da pílula anticoncepcional, completados esta semana, ela lembrou que o medicamento evoluiu muito e que os riscos para as pacientes já foram bem maiores.


“Tivemos grandes mudanças, com uma redução significativa das doses dos componentes, principalmente do estrogêneo. Atualmente, temos uma grande variedade de pílulas, desde as hormonais combinadas, com estrogêneo e progesterona, às pílulas só com progesterona e com estrogêneo natural no lugar do sintético. São avanços muito significativos na redução dos efeitos adversos".


Para a ginecologista e integrante da Associação de Ginecologia e Obstetrícia de São Paulo, Cristina Benetti, a entrada da pílula anticoncepcional no mercado possibilitou às mulheres maior dedicação à vida profissional, liberdade de escolha e mudanças nos hábitos sexuais. Ela ressaltou, entretanto, a importância da orientação médica especializada e de se fazer um histórico clínico cuidadoso de cada paciente antes de prescrever o medicamento.


“Olhamos o histórico familiar, hábitos como tabagismo, características de obesidade, doenças associadas como hipertensão, diabetes e síndrome metabólica. Com esse histórico clínico, temos condição de avaliar se a paciente tem alguma contraindicação para a pílula. Não é necessário exames complementares para rastrear predisposição à trombofilia. Não é custo efetivo e não é clinicamente viável.”


A gerente-geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Maria Eugênia Cury, esclareceu que, como a pílula anticoncepcional tem como base hormônios com certo tipo de risco, o medicamento é do tipo tarja vermelha e não tem venda livre no Brasil.


"Para que a mulher possa ter acesso aos anticoncepcionais, é preciso passar por avaliação do médico, afirmou. "O papel da Anvisa é registrar o produto e fazer a análise. E a gente monitora. Temos um sistema para receber notificações de eventos adversos e informartivos e alertas com informações sobre anticoncepcionais".


Socióloga e assessora do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), Jolúzia Batista também avaliou a pílula como uma espécie de revolução no comportamento feminino, sobretudo ao propor a alternativa de relações sexuais livres, sem a imposição de um relacionamento ou de um casamento.


“Mesmo assim, 55 anos depois, ainda existe uma parcela de mulheres, a maioria da periferia e com baixa escolaridade, que não tem acesso à informação e nem ao anticoncepcional. Conhecemos mulheres que acham que o uso da pílula não deve ser continuado e que só tomam, por exemplo, no dia em que vão ter relação sexual. Há um longo caminho a percorrer para que a pílula consiga cumprir o papel a que se propôs de contraceptivo”, concluiu.

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Tatuadores contam os segredos que escondem os estilos de tatuagens

  • Aline Damázio
  • 17 Mai 2015
  • 15:09h

Tatuagem de Leão do estudante Caio Cézar (Foto: Divulgação)

A técnica aperfeiçoada cria inúmeros estilos, como um "carimbo" de cada tatuador. É essa identificação que faz com que chegue a ter fila de espera para quem quer ter a pele tatuada por nomes como o versátil Dologa, ou um desenho mais tradicional, como feito pelo tatuador Cacá, ou Dimak, ou até uma new school de Junior. Os futuros tatuados são tratados como telas de arte itinerante.  Tatuador há 11 anos, Dologa, que tem um estúdio de tatuagem no bairro do Garcia, o Doga Tatoo, conta como o aperfeiçoamento da arte cria um público cada vez maior e que costuma retornar ao local para fazer novas "tatoos". Doga é um dos tatuadores que realizam o Flash Day neste domingo (17) para expor desenhos feitos pelos mais variados estilos. "Para desenvolvermos essas técnicas de tatuagem, optamos por não ter um catálogo. O cliente vem e conversa conosco sobre o que ele pensa em tatuar, e daí criamos um desenho exclusivo para ele. Preferimos fazer assim, logo a maioria das tatoos que fazemos é dessse modo. Não é só pelo dinheiro, apreciamos fazer trabalho autoral", revela. Respeitados pela aposta em novos estilos, os tatuadores de Salvador ganharam o mérito artístico, e hoje se destacam por terem passado da improvisação para a especialização em pouco tempop&g

Arte milenar praticada ao longo da história pelos indígenas, africanos e culturas orientais, a tatuagem sempre se renova. Ela migrou do underground para virar objeto de desejo de artistas, jogadores de futebol e milhares de anônimos que fazem questão de expor essa arte dos desenhos.


Em Salvador, houve uma especialização e segmentação de estilos. Ainda assim, segundo os próprios tatuadores, a versatilidade é pré-requisito para todos os profissionais de tatuagem.


Esquerdinha, que tatua há 25 anos, faz a conta de quantos tatuadores chegaram em seu estúdio, atualmente na Pituba, para aprender as técnicas de tatuar. "Mais de 10 tatuadores aprimoram a técnica acompanhando o meu dia a dia de tatuagem", revela.


Esquerdinha pertence a uma das primeiras gerações de tatuadores da Bahia, junto com Bhinga e Jodair. Ele conta como foi a evolução da profissão de tatuadores aqui em Salvador. 

 

"Eu comecei a tatuar na casa de minha mãe, na Cidade Baixa. Eu mesmo soldava minhas agulhas e dava um jeito de utilizar agulha de costura. Há uns 20 anos, quem viajava tatuando utilizava bateria de carros de 12 watts para alimentar a máquina de tatuar, que na maioria dos casos também era feita ou adaptadas pelos tatuadores, pois aqui ainda não vendia esse tipo de material." conta. 


Segundo o tatuador, a higienização e o aperfeiçoamento caminharam juntos a evolução da arte. "Para garantir a assepsia do procedimento, eu buscava informações com profissionais de saúde de como ferver as agulhas, como armazenar as pigmentações, uso de luvas. Ao mesmo tempo que fomos observando as características da pele, a cicatrização, as cores que melhor se adaptam a cada tipo de derme, além da questão de ser uma cidade que o sol é predominante, para orientarmos os nossos clientes", lembra o tatuador.


Para quem acha que tatuar é somente pegar uma máquina e sair riscando a pele dos voluntários, Esquerdinha alerta: "É necessário ter sensibilidade com a dor do cliente, perceber quando se dever 'pegar mais leve' para não machucar, ter uma certa leveza na mão, ter o conhecimento da inclinação da agulha para determinado traço, além dos movimentos diversos que  se faz de acordo com cada risco que você quer reproduzir", explica Esquerdinha.


"Tem gente que aprecia arte em quadros, uma em escultura... Eu admiro arte na pele, por isso continuo tatuando com o mesma vontade de fazer sempre da  melhor forma como se fosse o começo de minha carreira", conta.

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Vídeo de parkour insana em arranha-céu se transforma em viral na internet; assista

  • 10 Mai 2015
  • 10:45h

(Foto:Reprodução)

Um atleta virou sucesso nas redes sociais após aparecer saltando de um arranha-céu em Dubai em um vídeo publicado no YouTube. Nas imagens, Oleg Cricket faz uma corrida de parkour, esporte onde a pessoa pratica saltos e desvio de obstáculos usando a força do corpo. Aparentando não usar nenhum equipamento de segurança, Oleg mostra a altura de onde gravou as imagens, e em seguida realiza cinco saltos em uma espécie de parapeito. Visto por quase 450 mil pessoas, o vídeo onde ele aparece arriscando a vida virou sucesso na internet, assista abaixo:

Essa é boa: Novo estudo aponta que fofocar faz bem à saúde

  • 10 Mai 2015
  • 08:45h

(Foto: Reprodução)

Aqueles que gostam de fofocar já podem comemorar e seguir fofocando. De acordo com um novo estudo da Columbia Bussiness School, nos Estados Unidos, guardar segredos provoca não só um desgaste emocional, mas também danos físicos. O efeito é semelhante ao de carregar peso, o que pode minar as energias do organismo, descobriram os pesquisadores. De acordo com os cientistas, os segredos ocupam sua mente e, quanto mais uma pessoa pensa neles, maiores são as chances de ela esgotar recursos pessoais, intelectuais e motivacionais. — Ficar preocupado com um segredo no ambiente de trabalho pode ser desmotivador — afirma o professor Michael Slepian, co-autor do trabalho. — O fardo do segredo pode fazer as coisas parecerem mais desafiadoras. Se você está menos motivado para enfrentar isso, o seu desempenho pode deixar a desejar. Como parte do estudo, os pesquisadores realizaram experimentos para avaliar o efeito de segredos guardados sobre a capacidade de um indivíduo julgar a inclinação de uma colina. Aqueles que classificaram seus segredos como “preocupantes” disseram que a colina era mais inclinada do que realmente era. — Esse é o mesmo tipo de resultado que vemos quando as pessoas estão carregando fardos físicos — explicou Slepian. Segredos considerados “preocupantes” foram aqueles que causavam inquietações diárias e que poderiam estar relacionados a questões sérias, como dinheiro, orientação sexual ou problema de saúde. A pesquisa ainda aponta que uma das melhores maneiras de ganhar de volta a produtividade é simplesmente tirar carga do peito — ou seja, compartilhar o segredo com alguém. No entanto, revelar uma informação sigilosa à pessoa errada pode fazer mais mal do que bem, alerta Slepian. Para pessoas que não têm um confidente, uma opção é simplesmente falar o o segredo em voz alta ou anotá-lo.

Pernilongos preferem sangue de quem bebe cerveja, aponta estudo

  • MHM
  • 09 Mai 2015
  • 15:59h

(Imagem Ilustrativa)

Que sangue doce que nada. Os borrachudos curtem mesmo é o sangue com cevada. Segundo um estudo australiano, pernilongos e demais mosquitos tem mais tendência a picar quem bebe cerveja. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores reuniram voluntários – homens de 20 a 43 anos – e analisaram a reação dos insetos com um grupo que bebeu água e com outro que tinha tomado cerveja. Os cientistas verificaram que o grupo de quem tinha tomado o suco de cevada atraiu 47% dos mosquitos que foram utilizados no experimento contra 38% dos que beberam apenas água.Apesar do aumento na atratividade para os mosquitos, os pesquisadores não souberam explicar porque os insetos preferiam os bebedores. A explicação mais plausível até agora é que os bichos são atraídos pelo calor corporal e pela mudança na respiração. Para quem acha que o estudo foi a toa, uma explicação. Os cientistas estão tentando criar uma relação entre álcool e as doenças transmitidas por mosquitos e pernilongos. A ideia é que o consumo de cerveja seja mais controlado em países da África para reduzir os casos de malária.

Americana decide processar todos os gays da Terra

  • Wilma Santana I Brumado Urgente (Com informações do iBahia)
  • 08 Mai 2015
  • 11:00h

(Foto: iBahia)

Uma americana do estado do Nebraska entrou com uma ação na Justiça contra todos os homossexuais do mundo.Sylvia Ann Driskell, de 66 anos, irá atuar como sua própria advogada no processo "Driskell contra Homossexuais". Na petição de sete páginas enviada ao juizado de seu distrito, Driskell não enumerou argumentos com base em leis ou jurisprudência e, sim, trechos da Bíblia. Na petição, ela se autodenomina "Embaixadora de Deus e seu filho Jesus Cristo".  "O caminho para destruir uma nação ou um estado é destruir sua moral -- veja o que aconteceu com Sodoma e Gomorra, duas cidades que, por causa do mesmo comportamento imoral que se faz presente em nossa nação, foram destruídas por Deus", diz a petição. O processo já foi rejeitado pela Justiça americana. "Uma corte federal não é foro para debate ou discurso de questões teológicas", escreveu o juiz federal John M. Gerrard. "Esta é uma corte de lei, e 'A lei não conhece heresia, e não está comprometida em reforçar nenhum dogma'". As informações são do Jornal The Time.

Revista dos Estados Unidos considera Ivete a ‘cantora mais popular do Brasil’

  • Wilma Santana I Brumado Urgente
  • 05 Mai 2015
  • 15:17h

Foto: Divulgação I Internet

Nesta segunda-feira (4), a revista Billboard, dos Estados Unidos, divulgou uma matéria apresentando  Ivete Sangalo como "a cantora mais popular do Brasil". A revista fez uma publicação sobre os artistas brasileiros que se apresentam na edição do Rock in Rio em Las Vegas. De acordo com a Billboard, a cantora Ivete é popular e se destaca pela sua energia no palco, sendo portanto, considerada uma grande estrela. A publicação ressalta, ainda, que a baiana lotou o Madison Square Garden para a gravação do seu DVD. Ivete é a única artista brasileira a se apresentar no palco principal da edição americana do festival, no próximo dia 15. O Rock in Rio Las Vegas terá início nesta sexta-feira (8).

BuzzFeed: O rei do viral da internet

  • Bruno Ferrari
  • 03 Mai 2015
  • 10:45h

onah Peretti, fundador do BuzzFeed. Ele descobriu o que era um viral na internet por acaso (Foto: Michael Lewis/Corbis Outline)

O mundo on-line vivia sua pré-história em 2001. A internet servia basicamente para acessar sites pouco interativos, trocar e-mails e mensagens por programas de bate-papo. Em fevereiro daquele ano, Jonah Peretti, um americano de 27 anos, navegava na web à procura de uma distração. Estava sem inspiração para terminar o trabalho da pós-graduação do Media Lab, laboratório de tecnologia do MIT. Encontrou o anúncio de um tênis numa loja virtual da Nike que podia ser personalizado com uma palavra enviada on-line. Mandou a expressão “sweatshop” (em inglês, um local de trabalho com condições precárias). A Nike sofria acusações de trabalho infantil nas fábricas na Ásia. Peretti recebeu uma resposta por e-mail dizendo que o pedido violava as regras da loja. Após uma troca de mensagens, ele escreveu: “Vou pedir o tênis com outra palavra. Só gostaria de um favorzinho: vocês teriam como me enviar a foto da garota vietnamita de 10 anos que irá fabricá-lo?”. A Nike não lhe respondeu. Peretti pegou a troca de e-mails e a enviou a dez amigos contando o ocorrido, que mandaram para mais dez, e assim a história se espalhou. Em poucos dias, Peretti havia recebido mais de 3.500 mensagens comentando a iniciativa. O fato virou notícia, e ele foi parar na bancada de um programa popular de TV para debater o caso com um executivo da Nike. Sem querer, Peretti havia criado seu primeiro viral na internet.

A história da Nike seria a faísca para aquilo que anos mais tarde se transformaria num dos maiores fenômenos da internet: o BuzzFeed. O site explora conteúdos com potencial para se disseminar rapidamente na internet – “viralizar”, no jargão do mundo virtual. Mais especificamente, listas e testes bem-humorados, além de fotos de animais fofos. São mais de 200 milhões de visitantes mensais. Talvez você nunca tenha entrado diretamente no site do BuzzFeed, mas certamente já esbarrou em algum assunto que surgiu ali. Pode ser a lista das “48 coisas que vão te fazer chorar de saudade dos anos 90” ou o teste “Quem é você na novela das 9”. A maior parte da audiência, 75%, vem de textos do BuzzFeed publicados em redes sociais, como o Facebook e o Twitter. Mesmo uma simples imagem pode virar um enorme sucesso em poucos minutos. Um exemplo recente foi a polêmica envolvendo a cor de um vestido que estava na vitrine de uma loja em Londres, no final de fevereiro. Dependendo de quem olhava a foto, via o vestido branco e dourado ou preto e azul. A repercussão foi global. Apresentadores de TV brincavam ao vivo para saber quais eram as cores corretas. A jornalista Poliana Abritta chegou a apresentar o Fantástico, da Rede Globo, com o vestido.


Peretti lançou o BuzzFeed em 2006. “Eram tempos pré-Facebook e Twitter. Para um conteúdo viralizar, era preciso mandar por e-mail para um grupo de amigos e esperar dias para que ele se tornasse conhecido”, afirma (leia a entrevista completa). O formato do BuzzFeed nasceu de um desafio proposto a Peretti por um colega de faculdade chamado Cameron Marlow. Ele queria que Peretti repetisse o feito com o caso da Nike produzindo outro tipo de conteúdo e enviando para os amigos. Marlow estava preparando uma tese de doutorado em que argumentava que o viral era um fenômeno espontâneo, que exigia uma combinação de diversos fatores para se concretizar. Era impossível criar um modelo de replicação. Peretti, um talentoso programador, decidiu provar que seu colega estava errado. Desenvolveu um modelo estatístico sobre quais tipos de conteúdo funcionam e quais não. Hoje, esse modelo é a “fórmula da Coca-Cola” da companhia.“Muita coisa mudou na última década. As redes sociais e os smartphones tiveram grande impacto no tipo de conteúdo que as pessoas gostam de compartilhar”, diz Peretti.


O segredo do sucesso do BuzzFeed como empresa não está em só atrair audiência com conteúdo superficial. Ele conseguiu adequar seu modelo editorial às demandas do mercado publicitário.Empresas como Pepsi e BMW pagam ao BuzzFeed para que ele crie listas, jogos e outros conteúdos relacionados. Cada campanha pode custar até US$ 100 mil. Para quem entra no site não há grandes diferenças entre uma publicação paga e a produzida por uma equipe independente. O modelo é polêmico. A imprensa séria delimita claramente o que é conteúdo publicitário e o que é conteúdo editorial. Juntar os dois sem tomar os devidos cuidados pode acabar por enganar quem está consumindo o conteúdo. “Propagandas são colocadas no conteúdo do site como gotas de chocolate sobre um cookie”, disse John Oliver, um dos humoristas de maior sucesso nos Estados Unidos, em seu programa no canal HBO. “Só que não são gotas de chocolate. São uvas-passas que parecem com chocolate. E ninguém gosta de uva-passa.”


Em 2011, Peretti trouxe para o time do BuzzFeed o jornalista Ben Smith, um blogueiro de política de sucesso nos Estados Unidos. A ideia era fazer o site ir além das listas engraçadinhas e dos bichos fofos. Peretti queria fazer jornalismo. Entre testes e gatos, começaram a surgir notícias e reportagens. “O BuzzFeed teve papel fundamental na cobertura dos atentados na maratona de Boston em 2013”, diz o jornalista Caio Túlio Costa, que passou um tempo na Universidade Columbia, em Nova York, estudando novas formas de fazer jornalismo. “Ele conseguiu exportar para o jornalismo o modelo de equipes enxutas e gestão eficiente”, diz.


O que possibilitou a Peretti investir em jornalismo foi um caminhão de dinheiro depositado por investidores americanos. Em agosto do ano passado, o site recebeu US$ 50 milhões da empresa de capital de risco Andreessen Horowitz. Isso colocou o valor de mercado do site entre US$ 850 milhões e US$ 1 bilhão. Ao longo de 2014, o número de funcionários do BuzzFeed saltou de 350 para 700 e o faturamento ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões. A empresa abriu escritório em diversos países, incluindo o Brasil. Por aqui, há uma redação de jornalistas e, em breve, haverá um departamento comercial. “Estamos no caminho para nos transformarmos em uma empresa global de mídia”, diz Peretti. O BuzzFeed está construindo um estúdio em Los Angeles para produção de vídeos. Ao mesmo tempo, tem correspondentes internacionais em zonas de conflito. “O BuzzFeed é um daqueles unicórnios que surgem na internet. São raros e impressionam”, diz Caio Túlio Costa. “Mas é cedo para dizer se eles se transformarão numa empresa de domínio global. Basta ver o que aconteceu com o Yahoo! no início dos anos 2000.”


Para se tornar um gigante de mídia, Peretti ainda terá de encontrar uma forma de replicar o sucesso que teve com conteúdos mais superficiais num mundo mais real e denso como o do jornalismo. Por enquanto, o que ocorre é o contrário. Muitos sites de notícia tentam copiar o BuzzFeed. Até revistas de economia e finanças se apegam a listas e jogos curiosos para atrair mais leitores. Mas ninguém ainda conseguiu tirar o posto de “Rei do viral” de Peretti. Prova disso é a quantidade de dinheiro que a Nike paga a ele para criar anúncios dentro do BuzzFeed.  

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