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Promessas de emagrecimento de até cinco quilos em 14 dias são publicadas constantemente em revistas, sites e redes sociais. Quem leva o mérito é a dieta detox – protagonista entre as receitas emagrecedoras – e que ganhou a atenção de famosos e anônimos. Diante de tanta expectativa sobre o efeito da detox, é importante saber qual a verdadeira finalidade da dieta. A nutricionista do Hapvida, Tatyana Machado, dá o direcionamento para quem pretende seguir o regime."A dieta detox é voltada para a limpeza do organismo e não para a perda de peso. Toxinas e alérgenos são tirados da alimentação para melhorar o funcionamento do fígado, rins e intestino e assim haver uma melhora geral do corpo”.
Em alerta
Sobre o emagrecimento proporcionado pela dieta, a especialista conta não haver estudos que comprovem as informações das publicações na mídia e alerta para o tempo que a detox deve ser feita. "O tempo máximo que a gente estipula é de 14 dias, porque é uma dieta muito restrita. Para se ter noção as calorias da detox são em torno de 800 a mil e caso a dieta seja estendida pode causar problemas hepáticos e renais. A perda de peso não é descartada, mas em alguns pacientes isso não acontece, por exemplo, tem paciente que perde medidas e não perde peso. Muitos também relatam uma melhora do desinchaço", esclarece. Ainda de acordo com Tatyana Machado, a maioria das pessoas podem fazer a dieta detox – a não ser que tenha algum distúrbio renal ou hepático - "mas com os exames normais e em dias, é possível fazer", orienta.
Tome nota
A especialista indica que os sucos e chás diuréticos (de hibisco, oliveira e gengibre) devem ser consumidos nos intervalos dos lanches, além de ressaltar a importância da origem dos alimentos. "Tudo tem que ser orgânico, não pode entrar nada com agrotóxicos. Também não entra carne vermelha, soja, lactose, glúten e os peixes têm que ser do tipo magro, como merluza ou pescada branca. Na dieta também são usadas fibras, chia e linhaça", lista.
Receita de suco detox
1/2 de folha de couve manteiga (crua)
1 fatia de melão
1 copo de suco de laranja (sem açúcar)
1/2 colher de sobremesa de suco de limão
1/2 colher de sobremesa de salsinha
Modo de preparo:
Higienize os vegetais e bata todos os ingredientes no liquidificador até obter uma mistura homogênea.
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Foto: Getty Images
Um novo estudo apontou que dietas de baixa gordura não são tão eficazes para a perda de peso quanto dietas mediterrâneas ou de baixo carboidrato. Além disso, também foi concluído que não há nenhuma dieta que, de fato, funcione a longo prazo. De acordo com o Guardian, a série de cuidados tomados com relação aos malefícios da gordura levou à criação de uma série de produtos com baixo teor da substância. No entanto, o açúcar foi utilizado para encorpar e melhorar o sabor destes produtos, o que o transformou em um dos principais vilões para a obesidade atualmente. Publicada na revista Lancet Diabetes and Endocrinology, uma análise que compara 53 estudos realizados desde 1960 sobre dietas aponta que o conselho sobre evitar gordura estava errado. "Não há boas evidências para recomendar dietas de baixa gordura", afirmou a autora, Deirdre Tobias, do Brigham and Women’s Hospital e da escola de medicina de Harvard, em Estados Unidos. "Por trás de aconselhamento dietético atual para cortar a gordura, que contém mais do dobro das calorias por grama de carboidratos e proteínas, o pensamento é que simplesmente reduzir a ingestão de gordura levará naturalmente a perda de peso. Mas a nossa forte evidência sugere claramente o contrário", esclareceu.
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Quem tentar publicar um link da rede social Tsu no Facebook vai receber uma mensagem de erro dizendo que os sistemas detectaram o endereço como inseguro. De acordo com o site Huffington Post, essa é uma estratégia do site de Mark Zuckerberg para impedir o crescimento do concorrente. A página, nos primeiros seis meses de existência, atingiu 3,5 milhões de usuários, números melhores que os do próprio Facebook no começo. O que torna o Tsu uma ameaça tão grande para o Facebook é que ele distribui receita aos usuários. Assim, quem postar conteúdo, curtir e compartilhar nele acaba ganhando dinheiro. O Tsu fica com 10% de toda a receita vinda de publicidade. Os outros 90% são divididos entre os usuários.
Quem publicou o conteúdo primeiramente fica com 50% da fatia restante, enquanto o resto será compartilhado entre quem o indicou para participar da rede só é possível se cadastrar após receber convite. Os usuários, depois, podem ficar com o dinheiro, transferir para um amigo ou doar a uma instituição de caridade. Só é possível receber cheques a partir de US$ 100. Outra diferença do Tsu para o Facebook é que todos os usuários que curtirem uma página vão receber suas publicações. Na rede de Zuckerberg, apenas uma parte acaba vendo as atualizações na própria "timeline". Os donos de páginas precisam pagar se quiserem mais audiência. Como o Facebook e suas empresas Instagram e WhatsApp são a principal fonte de informação para parte dos usuários da internet, o Tsu ter o link bloqueado significa que as pessoas terão dificuldade de saber de sua existência. O Facebook alega que o Tsu está violando termos de segurança de sua API uma ferramenta que permite a desenvolvedoras compartilhar informaçõespara bloqueálo. "Se nós estivéssemos violando algum tipo de regulamento da API do Facebook, sendo que não estamos, teríamos recebido diversos tipos de avisos, que jamais chegaram. Isso sem falar que continuamos a receber mensagens de conformidade às regras, mesmo enquanto estamos bloqueados", disse Sebastian Sobczak, presidenteexecutivo do Tsu, ao Huffington Post
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Uma mensagem sobre o WhatsApp Plus voltou a circular no verdadeiro WhatsApp, com o alerta sobre a possibilidade de o aplicativo monitorar as conversas dos usuários, além de danificar o smartphone. O texto aina diz para os usuários “não atenderem de jeito ligações do celular (84) 9131-6949″, já que os números seriam clonados. No entanto, O WhatsApp Plus não é um aplicativo original do mensageiro e o verdadeiro WhatsApp não oferece nenhum tipo de suporte para o serviço. “Por favor, tenha em mente que o WhatsApp Plus contém códigos fonte os quais o WhatsApp não garante serem seguros, e também não garantimos que suas informações pessoais não estejam sendo repassadas a terceiros sem que você saiba, ou sem sua autorização", diz a mensagem. O WhatsApp "pune" os usuários que instalam o WhatsApp Plus, bloqueando-os por 24 horas. Para voltar a utilizar o serviço, é necessário baixar o app novamente ao fim do prazo do castigo.
Mulher e seu filho são vistos em parada militar na China em setembro de 2015 (Foto: /Kim Kyung-Hoon/Reuters)
O Partido Comunista da China anunciou nesta quinta-feira (29) o fim da política do filho único, permitindo que agora cada casal tenha até dois filhos. O anúncio foi feito na reunião anual do partido. Todos os casais do país poderão agora ter dois filhos, uma reforma que põe fim a mais de 30 anos da política que limitava os nascimentos no país. Desde o fim de 2013 a China já adota medidas de relaxamento do controle de natalidade. Apesar das mudanças, pesquisas mostraram que o número de chineses que querem ter o segundo filho ficou abaixo do esperado. No início de 2015, o vice-diretor da comissão de planejamento familiar da província de Shanxi afirmou que a China deveria abandonar a política do filho único. A declaração dele foi criticada pela imprensa estatal.
Contra superpopulação
A política do filho único entrou em vigor entre o fim de 1979 e 1980. O objetivo era de reduzir os problemas de superpopulação da China. Segundo especialistas, as medidas serviram para evitar que a população atual do país fosse de 1,7 bilhão de habitantes, contra os atuais 1,3 bilhão. O governo chinês sempre defendeu que a restrição ao número de filhos, sobretudo em áreas urbanas, contribuiu para o desenvolvimento do país e para a saída da pobreza de mais de 400 milhões nas últimas três décadas. No entanto, também admitiu que estava chegando a hora de essa política ser encerrada. O envelhecimento rápido da população está entre os efeitos secundários mais prejudiciais da política do filho único para a China. Em 2012, pela primeira vez em décadas, a população em idade ativa caiu. O índice de fecundação no país, de 1,5 filhos por mulher, é muito inferior ao nível que garante a renovação geracional. Além disso, o país sofre com o descompasso entre o número de homens e mulheres.
Mudanças recentes
A mudança representa uma grande liberalização nas restrições de planejamento familiar do país, que foramaliviadas inicialmente em 2013, quando Pequim informou que iria permitir que milhões de famílias tivessem dois filhos. Na época, o governo passou a permitir que casais em que pelo menos um dos pais era filho único poderiam ter dois filhos. Até então, a lei chinesa proibia que os casais tivessem mais de um filho. A decisão de 2013 teve por ora um efeito limitado porque não se aplicava a todo o território e porque muitos casais preferem ter apenas um filho por razões econômicas. Os rumores de que a política seria abandonada aumentaram recentemente. O primeiro-ministro da China, Li Keqiang, disse em março, em seu discurso anual na Assembleia Popular, que o governo seguiria fazendo mudanças no controle da natalidade.
Exceções à regra
A política do filho único tinha, além disso, algumas exceções: a quase totalidade das 55 minorias étnicas do país não tinham que obedecê-la e também os casais de zonas rurais podiam ignorá-la caso seu primeiro filho fosse uma menina. De acordo com vários estudos, as famílias chinesas se acostumaram com a política do filho único e, com o tamanho reduzido dos apartamentos e o custo de vida em geral e dos estudos em particular, não têm muitos estímulos para desejar um segundo filho.
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(Foto: Divulgação)
A empresa canadense DataWind e a operadora de telecomunicações indiana Reliance Communications estão se unindo para produzir o smartphone mais barato do mundo. Segundo o Times of India, a intenção é lançar o aparelho em lojas na Índia no dia 28 de dezembro por 999 rúpias (o equivalente a 15 dólares). O smartphone vai suportar apenas conectividade 2G, mais lenta, e funcionará com o sistema operacional Linux. Para Suneet Singh Tuli, executivo da DataWind, um aparelho tão barato só será possível por conta da queda dos preços de processadores e da memória dos dispositivos. "Nosso objetivo é trazer um smatphone abaixo de mil rúpias. O novo smartphone será uma variante do Linux e os consumidores podem ter 12 meses de conexão à internet grátis", explicou Tuli em entrevista ao Times of India.
Cerca de 14 governos já aprovaram leis ao longo do ano passado para reforçar a vigilância online
A liberdade de acesso à internet retrocedeu pelo quinto ano consecutivo em todo o mundo, de acordo com um relatório divulgado nesta quarta, 28, pela Freedom House que aponta "recuos notáveis" na Líbia, Ucrânia e França. Quase seis em cada dez pessoas (58%) em todo o mundo vivem em algum país onde internautas ou bloggers foram presos por terem compartilhado online conteúdos de conotação política, social ou religioso, diz o relatório anual da organização não governamento (ONG) de defesa de direitos humanos. A liberdade de expressão na internet caiu em 32 dos 65 países analisados pela Freedom House desde junho de 2014. Foram registrados "declínios notáveis" na Líbia, França e, pelo segundo ano consecutivo, na Ucrânia, devido ao conflito territorial e à "guerra propagandística" com a Rússia, diz a Freedom House em comunicado. "A posição da França caiu, pricipalmente, por causa das problemáticas políticas adotadas após os atentados terroristas ao [jornal satírico] Charlie Hebdo" em janeiro, explica a organização. A ONG cita, como exemplo, uma lei aprovada pelo Parlamento francês, em junho, que reforça os poderes dos serviços de informações, em nome da luta contra o terrorismo. A lei define um regime de autorização e de controle de técnicas de espionagem, como escutas, vigilância com câmaras ocultas ou acesso a redes de telecomunicações. Apesar da queda, a França ocupa a nona posição entre os 18 países classificados como livres - com 24 pontos contra 20 em 2014, em uma escala em que 0 reflete o mais alto grau de liberdade. A Líbia, está entre as 28 nações 'parcialmente livres' e viu a sua pontuação no ranking cair, depois de junho do ano passado, devido "à inquietante violência contra bloggers, novos casos de censura política e aumento nos preços de serviços de internet e celular". Depois da primavera árabe de 2011 e do papel desempenhado à época pelas redes sociais, a maioria dos países do Magrebe (noroeste da África) e do Oriente Médio reforçou o controlo sobre a internet, de acordo com o relatório, que avaliou o período compreendido entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2014. Segundo a Freedom House, 14 governos, de um total de 65 países, aprovaram leis ao longo do ano passado para reforçar a vigilância online. A China apresenta a pior marca do relatório (88 pontos), enquadrando-se no conjunto de 19 países 'não livres', atrás da Síria e do Iraque. O país melhor posicionado é a Islândia, com 6 pontos, seguida da Estônia, Canadá, Alemanha, Austrália, Estados Unidos, Japão e Itália. O Brasil divide a 18ª posição do ranking, ao lado do Quênia, ambos com 29 pontos e no limite da classificação de país com internet livre.
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Quem usa o WhatsApp já pode respirar aliviado. Um boato que começou a se espalhar na internet na noite de segunda-feira (26/10) começou a deixar os usuários do aplicativo tensos, mas é falso. Aparentemente, um novo recurso do app avisaria quando a tela fosse capturada, ou "printada". Muita gente acreditou, afinal, a implantação dessa funcionalidade não é impossível - o Snapchat faz isso há tempos. Só que, no caso do WhatsApp, não houve nenhum anúncio oficial da novidade, prometida para hoje (28/10) em uma matéria do site Portal Atualizado. Uma simples busca com as palavras-chave "Whatsapp", "atualização" e "print", tanto em inglês quanto em português, não resulta em nenhum tópico interessante além de um texto publicado pelo site Verdade Absoluta, que desmente esse e outros boatos que viralizam na web. O site do WhatsApp não publicou nada a respeito. Os usuários do aplicativo podem tirar quantas capturas de tela quiserem, ao menos até que alguma informação oficial confirme a atualização. Mesmo que o Snapchat contenha o recurso, vale lembrar que os apps têm funções diferentes. No Twitter, os internautas viralizaram a informação fake com muito humor.
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Entre todos os estrangeiros, os brasileiros foram os que mais buscaram imóveis em agosto para morar no sul da Flórida, nos Estados Unidos, região que inclui a cidade de Miami. Segundo a Folha de S. Paulo, o ranking foi divulgado pela Miami Association of Realtors (associação de corretores) com base nos acessos ao site Miamire, que vende imóveis na local. No último mês, o Brasil ficou à frente da Rússia, Colômbia, Venezuela e Argentina, que completam as cinco primeiras posições da lista. Ainda de acordo com a Folha de S. Paulo, os brasileiros ficaram em primeiro neste ranking de buscas em 14 dos últimos 15 meses. No entanto, considerando apenas 2014, os maiores compradores no sul da Flórida são os venezuelanos, que ficaram com 16% dos imóveis adquiridos por estrangeiros no ano passado. Em seguida vêm os argentinos (12%), e os brasileiros aparecem na terceira colocação (11%).
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A Rede Globo lançou nesta segunda-feira (26) um aplicativo que permite assistir aos programas ao vivo – tanto no celular (Android e iPhone) quanto no PC. Batizado de Globo Play, o internauta poderá ver a programação da emissora, incluindo futebol e outros esportes, novelas e jornalismo. O serviço é grátis, com alguns conteúdos reservados para assinantes e estará disponível para internautas em 3 de novembro.Segundo informações do site 'Techtudo', inicialmente o aplicativo permitirá assistir a TV ao vivo nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. A previsão é que ele seja ampliado futuramente as demais emissoras da própria Globo e também para as emissoras afiliadas da Rede Globo. O Globo Play permite ainda o acesso ao acervo da Globo, com opções de rever cenas de novelas como “Além do Tempo“ ou “I Love Paraisópolis”. Trechos de programas como “Vídeo Show” também estarão à disposição dos internautas.
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Copiar a lousa? Para que, se dá para fotografála? Estudantes de São Paulo usam agora um novo método para registrar a matéria ensinada pelo professor: tirar foto do quadro ao invés de copiar o conteúdo à mão, no caderno. Segundo os alunos, a lousa vai para o celular quando não dá tempo de copiála, quando dá preguiça, quando a lição é passada no fim da aula ou quando o desenho do professor é muito complexo (como os de biologia e química)Depois, as imagens circulam em grupos de salas no WhatsApp, aplicativo de mensagens pelo celular. O recurso é usado a partir do momento em que os jovens ganham celular — nos casos observados pela reportagem, pelo menos desde os 11 anos, no 6º ano— e com a anuência dos professores. Amanda, 16, aluna do Colégio Dante Alighieri, nos Jardins (zona oeste de SP), até criou pastas das disciplinas —como "história" e "biologia"— na galeria de fotos do celular para ficar organizado. João Vitor, 17, do Magno, diz que esse xerox moderno ajuda a passar o foco da escrita para o professor. Já Gustavo, também de 17, e aluno do Bandeirantes, admite que, "às vezes não dá tempo e, às é vezes, é a preguiça" que o motiva a tirar fotos. "Meu pai fala que, quando você escreve, aprende melhor", diz a aluna do Band Gabriela, 11. "Então eu tiro foto e depois passo para o papel." Psicóloga e professora da Faculdade de Educação da Unicamp, Ângela Soligo diz que não vê problema em tirar fotos da lousa, desde que o estudante se sinta confortável. "Muitos alunos precisam copiar para prestar atenção. Para eles, só tirar a foto não é tão adequado. Outros preferem e se dão melhor prestando atenção e não se distraindo com a cópia, daí a foto é uma vantagem", observa. É o argumento de Emerson Pereira, diretor de tecnologia educacional do Colégio Bandeirantes, na Vila Mariana (zona sul de SP). Ele diz que jovens assimilam o conteúdo de formas diferentes, e não é papel dos educadores inibir o mecanismo adotado por eles. Para o diretor do ensino médio do Móbile, Wilton Ormundo, "fotografar não faz o menor sentido". "A lousa é uma construção de um pensamento que está sendo discutido em sala", diz. "Professores e alunos elaboram juntos um conceito. Com a foto, todo o mecanismo de construção desse saber se perde." Luciana Fevorini, diretora do colégio Equipe, em Higienópolis (região central de SP) diz que o recurso pode funcionar para um aluno que perdeu a aula, por exemplo, mas não deve ser corriqueiro.
Um estudo da Universidade de Stanford, nos EUA, comparou a eficácia de anotações feitas à mão e pelo laptop. Os pesquisadores concluíram que a escrita era melhor para fixar o conteúdo visto em aula; ao usar o computador, os participantes testados só transcreviam sem reflexão. E anotar no caderno versus tirar foto da lousa? Segundo a psicóloga americana Pam Mueller, que coordenou a pesquisa, contar com o registro do celular no fim da aula pode atrapalhar a retenção de informação. "Quando você anota, você é forçado a processar a matéria", diz.
'CONSCIÊNCIA LIMPA'
Consulte a galeria de fotos do smartphone de um adolescente. É provável que encontre muitas fotos de lousas, tiradas só para serem descartadas depois. Os adolescentes admitem que nem sempre reveem o conteúdo, mas se sentem seguros por têlo à mão. "Das cinco fotos que eu tirei hoje, só vou ver duas", diz um aluno do último ano do Bandeirantes. "A gente acaba tirando foto mais para ficar com a consciência limpa." "Com o caderno acontecia o mesmo", avalia a diretora do colégio Magno, Cláudia Tricate. "Há alunos que copiam e nunca mais olham o caderno, ou então que copiam o caderno do amigo para o professor passar o visto. Isso é do aluno, não tem nada a ver com a tecnologia", afirma a diretora.
REGRAS
A nova forma adotada por alunos para registrar as aulas pode esbarrar em regras sobre a simples presença do aparelho nas classes. As cinco escolas no topo do ranking do Enem em São Paulo divergem quanto ao uso de celular em sala de aula. No colégio que ficou em primeiro lugar na prova de 2014, o Objetivo, há "um acordo de cavalheiros", segundo a coordenadora geral Vera Lúcia da Costa Antunes. A professora diz que o aluno tradicionalmente não usa celular durante a aula, mas a escola investe em recursos visuais e incentiva o uso do tablet. O estudante pode registrar a lousa com autorização do professor. Já no Bandeirantes, 5º no ranking do Enem do ano passado, o uso do celular é permitido —desde que não seja para atividades extraclasse. Segundo Emerson Pereira, diretor de tecnologia educacional da escola, alunos do 6º e do 7º ano usam cerca de 40 aplicativos. Para esses anos, o uso do tablet é obrigatório. "A sociedade está em rede. A escola não pode colocar um muro", justifica Pereira. No Vértice, 2º lugar no Enem, celular é proibido. O diretor do fundamental 2 e do ensino médio, Adilson Garcia, diz que "raramente os alunos podem utilizar o celular para pesquisa, sob supervisão dos professor ou, quando participam de projeto envolvendo foto nas aulas de artes". Slides das aulas são disponibilizados para suprir a necessidade da lousa, afirma. No Móbile, 3º no Enem, os celulares podem ser usados se houver necessidade pedagógica, mas não para fotografar a lousa, por exemplo. O Santa Cruz, 4º no Enem, informa que algumas atividades didáticas preveem a utilização do celular. Para Bruna Waitman, do Media Education Lab, empresa de inovação na área de educação, "quando a escola proíbe o uso do celular, ela inibe o aluno que poderia potencializar o aprendizado com aquela ferramenta". Waitman diz que as escolas que aceitam celular na sala dão aos alunos mais autonomia para decidir que forma de aprendizado é melhor, no caso das imagens de lousas. No Dante, placas em frente às salas alertam que é proibido tirar fotos ou gravar vídeos pelo celular sem a autorização do professor. Alunos dizem, porém, que a maioria permite fotografar o quadro. No colégio Equipe, o celular deve estar desligado e na mochila, porque chama a atenção do aluno, segundo a diretora Luciana Fevorini. As salas de aula do Magno têm QR codes (código de barras que podem ser escaneados por celulares e tablets) com informações como lição e cardápio do dia
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Comprar na internet oferece uma série de atrativos, que conquistam cada vez mais adeptos. Além da diversidade extensa de produtos e da comparação fácil de preços, há ainda a comodidade de fazer compras em casa no conforto do sofá ou da cama, entre outros fatores positivos. Não é à toa que o setor tem crescido a cada ano. Uma projeção da E-Bit, unidade especializada em informações do comércio eletrônico do Buscapé Company, mostra inclusive que o e-commerce deve alcançar um faturamento de R$ 41,2 bilhões para o acumulado de 2015, número 15% maior que o do ano passado. A gradiosidade os inúmeros fatores positivos evidenciam a consolidação do comércio eletrônico. No entanto, isso não dispensa o consumidor de tomar certas precauções, como se pode ver a seguir.
1 - Cheque informações cadastrais da empresa
Em 2014, foi aprovada uma lei que exige que todos os sites possuam CNPJ e endereço no rodapé. Caso não encontre, faça a pesquisa no Registro.br. De posse do CNPJ, você pode obter informações sobre a empresa no site da Receita Federal.
2 - Verifique a reputação dos sites
A melhor maneira de checar se uma loja é recomendada é procurando em sites comoReclame Aqui ou no Procon do seu estado, que divulgam uma lista com os endereços não recomendados. Fique atento a porcentagem de resolução de problemas de cada empresa.
3 - Veja o que outros usuários dizem
Os maiores sites de e-commerce possuem uma área para os usuários deixarem suas impressões e críticas. Se o produto é de qualidade, se chegou rápido e se a entrega foi bem feita. “É importante ler. Se possível, leia todos os reviews. Alguns deles ordenam das melhores para as piores, então é interessante observar com atenção”, atenta Gabriella Muller, gerente de marketing do MuccaShop, shopping virtual que agrega comércios eletrônicos de vários segmentos.
4 - Certifique-se de que está navegando em segurança
Atualize os programas anti-vírus e anti-spyware. Quando estiver na página de compra, é importante checar na barra de endereço se você está em uma navegação segura. Um cadeado verde mostrará que seus dados estão protegidos. Não há perigo do seu cartão ser clonado na hora de digitar a senha. Porém, é importante estar em um computador que você considera seguro, como indica Kenneth Corrêa, Diretor de Tecnologia do Grupo WTW. “O cadeado significa que os dados que são enviados diretamente para os servidor da empresa. É uma garantia que não há intermediário. Mas a segurança é limitada do seu computador até o site. Se você estiver em um computador público ou compartilhado, como em uma lanhouse, o dono desse computador pode interceptar seus dados.”
5 - Cuidado com os sites piratas
Ficar atento quando o valor de um produto for muito baixo é importante. Gabriella alerta para uma ação não tão conhecida, o “pishing”. “É muito comum, por exemplo, receber e-mail com promoção de televisão por um preço muito abaixo do valor de mercado. Você clica e entra no site com a cara do original, com o mesmo layout. Mas na realidade você está em outro site, pirata”, afirma. O usuário menos experiente deve observar alguns pontos importantes, como a URL, certificando-se de que está realmente no site em que acredita estar.
6 - Confira especificações técnicas do produto
É interessante checar se as medidas do produto conferem. Não só de roupas e sapatos, mas também eletrodomésticos, móveis e objetos. Você não vai querer comprar uma cama que não entra pela porta da sua casa.
7 - Atenção às opções de pagamento
Fique atento às condições de pagamento. Quando a compra for efetuada com cartão de crédito, há a opção do cancelamento caso o produto não for entregue e o consumidor não conseguir contato com a loja.
8 - Guarde o comprovante de compra
É costume que os sites enviem um e-mail com o número de pedido e informações da compra. Se esse e-mail não chegar ou o site não disponibilizar os dados no site por meio de login e senha, entre no SAC e peça o comprovante. Em alguns casos, o pedido pode ser recusado pelo cartão de crédito, então é importante acompanhar o status da transação.
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É das inteligentes que eles mais gostam? Mais ou menos. Homens costumam se sentir atraídos por mulheres que parecem ser mais inteligentes do que eles, mas mudam de ideia quando conhecem uma, sugere um estudo. A pesquisa, realizada em 105 homens, foi conduzida por psicólogos das universidades de Buffalo, do Texas e Luterana da Califórnia, nos Estados Unidos. Os participantes e um grupo de mulheres passaram por testes de inteligência em matemática e inglês. Depois de saber qual tinha sido o desempenho das mulheres, os homens tinham que atribuir notas mais altas para as que consideravam as mais atraentes. Os homens demonstraram maior interesse por aquelas que tinham se saído melhor do que eles nos testes. Mas, ao conversar com elas, sentiam sua masculinidade diminuída, o que os tornava menos interessados e menos propensos a convidá-las para sair, segundo o estudo. Mais tarde, ao avaliar as moças de novo, eles deram notas mais baixas às mais inteligentes. Os pesquisadores comentam que é natural que os homens se interessem por mulheres inteligentes, até porque isso pode sugerir que elas serão boas mães e terão mais chances de lhes dar filhos com a mesma característica. Porém, na prática, é mais provável que acabem escolhendo alguém que não ameace a sua masculinidade. Os dados foram publicados no no jornal britânico Daily Mail. As informações são do UOL
Instagram lança aplicativo para criar animações: Boomerang (Foto: Reprodução/Instagram)
O Instagram lançou um aplicativo nesta quinta-feira (22) que transforma fotos registradas em sequência de animações: o Boomerang. De acordo com o 'Olhar Digital', os GIFs são criados em alta qualidade e depois reproduzidos em loop de trás pra frente, com o intuito de tornar o registro mais engraçado. Disponível para Android e iOS, o aplicativo funciona de maneira simples: basta escolher a cena que quer registrar e pressionar o único botão da interface. O tempo da animação já é pré determinado pelo Boomerang. Quando o GIF estiver pronto, será possível compartilhá-lo no Instagram e Facebook, entre outras redes sociais – as opções vão depender de quais apps estão instalados no dispositivo. Não é possível salvar a animação no rolo de câmera do celular. Caso não tenha gostado do resultado final, o usuário pode clicar em “Done” para começar de novo.
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O Reino Unido iniciou uma série de testes para verificar a hipótese de que a aspirina pode ser um medicamento eficaz para evitar o retorno do câncer. Caso haja confirmação da propriedade testada, o medicamento beneficiará diversos pacientes, principalmente por conta do fácil acesso. De acordo com o jornal O Globo, equipes de cientistas observarão cerca de 11 mil pacientes que foram vítimas de diferentes tipos de câncer. Ao todo, a ação envolverá 100 centros de saúde e pode durar até 12 anos. "Se identificarmos que a aspirina impede o câncer de retornar, isso poderia mudar tratamentos futuros, fornecendo uma alternativa barata e simples de impedir a recorrência da doença e ajudando mais pessoas a sobreviver", afirmou a pesquisadora Fiona Reddington, da Cancer Research UK. Durante os testes, serão divididos grupos que receberão dosagens distintas de aspirina diariamente.