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Astrônomos brasileiros identificam estrela rara na Via Láctea

  • 19 Jan 2016
  • 20:26h

(Foto: Reprodução)

Um grupo de pesquisadores brasileiros e dos Estados Unidos, liderados por astrônomos da Universidade de São Paulo (USP), fizeram uma descoberta que pode ser peça-chave para ampliar a compreensão sobre os primórdios da nossa galáxia. Trata-se da estrela rara 2MASS J18082002-5104378, recém-identificada na Via Láctea. Ela é uma estrela primitiva surgida quando o universo ainda era muito jovem, sendo de difícil identificação por conta de seu pouco brilho.  Isso por que, minutos após o Big Bang, apenas os elementos químicos hidrogênio e hélio foram produzidos. Já os mais pesados, chamados de metais, vieram a surgir muito tempo depois, no interior das estrelas. Diante disso, para estudar as primeiras fases da galáxia, é preciso procurar estrelas pobres em metais. “Existe um bom número dessas estrelas, mas a maioria delas é fraca, difícil de ser estudada em detalhe com telescópios”, explicou Jorge Luis Meléndez Moreno, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), da USP. Segundo ele, são estrelas muito antigas e de órbitas caóticas, formadas quando a galáxia estava mais afastada do sistema solar.

 

Para se ter ideia, a que foi descoberta tem menos de 1/10.000 da quantidade de ferro do Sol e 13 bilhões de anos. Seu tamanho é cerca de 88% da massa do Sol e a temperatura na sua superfície é de 5.440 k, quase a mesma da estrela central do Sistema Solar, 5.778 k. Sem contar o ferro, a atmosfera da estrela contém sódio, silício, cálcio e níquel. Estimativa indica que ela esteja a 2.500 anos-luz de distância da Terra. Publicação A observação da estrela foi intensificada nos anos de 2014 e 2015, a partir de um observatório localizado no topo do Cerro Paranal, uma montanha com 2,6 mil metros de altitude no Deserto do Atacama, no Chile. Os pesquisadores querem usar agora o telescópio espacial Hubble para prosseguir com o trabalho. Os resultados da descoberta da equipe foram publicados na revista Astronomy & Astrophysics. Além de Meléndez, assinam o trabalho Gabriel Perez e Marcelo Tucci-Maia (USP), Vinicius Moris Placco (Universidade de Notre Dame), Iván Ramírez (Universidade do Texas em Austin e Ting S. Li (Texas A&M University).  

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Estudante cria luva especial para controlar tremores de Parkinson

  • 18 Jan 2016
  • 18:00h

Ilustração mostra protótipo da luva GyroGear, que busca controlar tremores do Parkinson (Foto: GyroGear)

Um estudante de medicina do Imperial College de Londres criou uma luva que ajuda pacientes de mal de Parkinson a manter a firmeza das mãos. Usando giroscópios -- mecanismos similares usados para manter a estabilidade de satélites no espaço -- o dispositivo tenta controlar os tremores típicos de pacientes da doença. Segundo Faii Ong, o inventor do aparelho, a vontade de criar algo que ajudasse vítimas do mal de Parkinson surgiu quando ele participou da equipe que cuidava de uma paciente de 103, parte de seu treinamento. Após elaborar diversos projetos, o estudante criou uma startup, e junto com outros colegas do Imperial College conseguiu levantar a verba para montar os primeiros protótipos do aparelho. Giroscópios são pequenos discos de metal postos em rotação para conservar posição por meio do princípio físico de conservação de momento angular. Um objeto em rotação tende a permanecer rodando em torno do mesmo eixo e reage a forças que tentam deslocá-lo.

 

A idéia de usar esse tipo de mecanismo só veio após Ong testar outras abordagens, como uso de elásticos, molas, ímãs e outros componentes para controlar os tremores. Segundo a GyroGear, startup criada para desenvolver o produto, testes de bancada mostram que a luva especial, batizada de GyroGlove, foi capaz de reduzir a amplitude dos tremores em 80%. Esse grau de eficiência permitiria a vítimas de casos mais graves da doença voltarem a escrever, usar talheres e fazer café usando o invento. Demonstrando protótipos, Ong já venceu três concursos de startups, que o ajudaram a capitalizar a GyroGear. A empresa ainda não tem data oficial para lançar seu primeiro produto de mercado, porém. A revista Technology Review, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), diz que o inventor ainda busca resolver alguns problemas finais asssociados ao produto, mas que a GyroGlove deve entrar no mercado em setembro de 2016, com preço estimado entre US$ 550 e US$ 850.

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WhatsApp deixará de cobrar US$ 1 por ano, diz criador

  • 18 Jan 2016
  • 09:42h

(Foto: Reprodução)

O WhatsApp deixará de cobrar a anualidade de US$ 1, afirmou nesta segunda-feira (18) um dos criadores e presidente-executivo do aplicativo, Jan Koum, durante a conferência Digital-Life-Design (DLD), em Munique, na Alemanha. "Estamos felizes de anunciar que o WhatsApp não irá mais cobrar taxa de assinatura." O ucraniano aproveitou para anunciar também que o serviço de mensagem chegou a 990 milhões de usuários em todo o mundo – há dois anos, no mesmo evento, Koum anunciava que o app atingia a marca de 430 milhões. Até agora, o download do WhatsApp é gratuito, mas seu uso é pago. Os usuários têm de desembolsar US$ 1 para arcar com a anualidade, gratuita no primeiro ano. "Conforme crescemos, descobrimos que essa abordagem não funcionou bem. Muitos usuários do WhatsApp não têm cartão de débito ou crédito e ficavam preocupados em perder acesso a seus amigos e família após seu primeiro ano", disse Koum. "Nós não queremos que ninguém tenha sua comunicação cortada por causa de um problema de cartão de crédito."

Sem reembolso
As cobranças cessarão imediatamente, mas as ferramentas de pagamento poderão demorar algumas semanas para serem removidas de todas as versões do aplicativo. No Brasil, os anúncios do serviço para Android, iOS e Windows Phone ainda exibiam a informação sobre a anualidade. Segundo o site “Re/Code”, o WhatsApp não reembolsará as pessoas que já fizeram os pagamentos.

Planos de ganhar dinheiro
Koum afirmou que o app continuará evitando publicidade e spam, mas buscará um modelo de negócio para conectar pessoas e negócios. “Começando este ano, nós iremos testar ferramentas que permitam usar o WhatsApp para se comunicar com empresas e organizações”, explicou. E deu exemplos: “Isso pode significar falar com seus banco sobre se uma transação recente é fraudulenta ou com uma empresa aérea sobre um voo atrasado”. “Nós todos recebemos essas mensagens em qualquer lugar hoje – por meio de mensagens e ligações –, então queremos testar novas ferramentas para que isso seja mais fácil de fazer pelo WhatsApp.”

Pouco para 1 bilhão
Koum esperava anunciar em Munique que o WhatsApp chegou a 1 bilhão de usuários. Teve de se contentar com 990 milhões. "Por um lado, esse é um número enorme", afirmou o executivo à revista "Wired". "Por outro lado, é um pouco embaraçoso. Nós ficamos longe só por 10 milhões." O aplicativo de bate-papo foi vendido para o Facebook no começou de 2014 em uma transação fechada por US$ 22 bilhões. Na época, o presidente-executivo da rede social, Mark Zuckerberg, afirmou que o chat era a única ferramenta, além de seu site, que tinha potencial para bater a marca bilionária. No ano passado, o Facebook, que já tem 1,5 bilhão de usuários, anunciou ser acessado diariamente por 1 bilhão deles. Com o WhatsApp, no entanto, ainda não foi dessa vez, Mark.

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Google Chrome cria página para salvar e armazenar todas as senhas digitadas

  • 17 Jan 2016
  • 20:00h

(Foto: Reprodução)

Muitos usuários gostam de salvar suas senhas para não esquecer ou não precisar digitá-las sempre. São senhas de bancos, sites de compras, redes sociais...  O Google resolveu ajudar os usuários do Chrome e criou uma página que reúne todas as senhas digitadas no navegador em um único lugar. Mas o mecanismo só pode ser utilizado online. Saiba como usar a novidade:

  • Passo 1: Entre na página (passwords.google.com);
  • Passo 2: Digite seu login e senha do Gmail ou de outro serviço que você utiliza do Google.
  • Passo 3: Após fazer isso, você será direcionado a uma página com todas as senhas salvas no navegador. Para visualizar os códigos, basta clicar no ícone de olho que aparece e logo você terá a senha disponível.

As senhas só serão armazenadas quando a sincronização do Google Chrome estiver ligada e você estiver conectado à sua Conta do Google. Para isso, vá em 'Mostrar configurações avançadas' e aceite a opção de salvar suas senhas web na guia configurações do navegador.

Nova ferramenta do Instagram mostra quem te segue de volta

  • 17 Jan 2016
  • 12:01h

(Foto: Reprodução)

O Instagram acaba de receber uma atualização de teste. O novo recurso permite que o usuário saiba se outro perfil o segue através de uma busca no "explore". Caso o user buscado esteja te seguindo, na lista de pesquisa aparece a frase “You follow each other” ao lado do perfil. Caso contrário, aparece apenas que você está seguindo a pessoa.A nova ferramenta também mostra alguns dos seguidores em comum com a pessoa que você está buscando, além do número de followers que ela tem. A novidade está sendo liberada aos poucos e somente alguns usuários já conseguiram visualizar as diferenças.

Cuidados com a pele no Verão

  • 17 Jan 2016
  • 11:03h

(Foto: Reprodução)

Com a chegada da estação mais quente do ano, é hora de redobrar a atenção e os cuidados com a nossa pele. É o período em que devemos ficar bem atentos, pois é principalmente no verão que costumam aparecer aquelas manchinhas indesejadas na pele. Na maioria das vezes, a área do rosto é a mais afetada, sendo necessários alguns cuidados especiais para tratar e evitar os riscos que o sol podem causar sem a devida proteção.

Robô é programado para executar tarefas domésticas

  • 17 Jan 2016
  • 10:02h

Foto: Reprodução / Youtube

Um grupo de pesquisadores americanos conseguiram programar um robô para fazer tarefas domésticas, como varrer o chão ou usar um aspirador de pó. O androide é controlado por uma pessoa, que emite um comando por meio de uma interface e com a máquina. Ao receber a ordem, o robô explica como irá executá-la e quais de suas partes irá se mover. Se concordar, o piloto dá ok e o robô está autorizado a agir. A máquina é capaz de andar sobre duas pernas enquanto estende os braços, numa criação da Boston Dynamics, empresa comprada pelo Google. A plataforma de controle para o Atlas foi criada pelo Instituto para o Reconhecimento de Humanos e Máquinas da Flórida (IHMC, em inglês). De acordo com o G1, no futuro todo o processo de decisão sobre a atitude a tomar deverá ser autônomo.

Nove dicas para você passar em um concurso público

  • 17 Jan 2016
  • 09:00h

(Foto: Reprodução)

 A recente abertura de importantes certames a nível nacional, como os do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), gerou uma maior procura por métodos de estudo, segundo o diretor do preparatório Nuce, Aquiles Albino. “Quanto mais distante entre a abertura do concurso e a realização da prova, mais pessoas se matriculam em cursinhos para uma preparação mais eficaz”, explicou Aquiles. O professor Evandro Guedes, referência em preparação para concursos, lista nove dicas para quem sonha com uma vaga no sistema público. Guedes estará em Pernambuco, no Centro de Convenções, no próximo dia 23, para um treinamento de como passar em certames.

Confira as dicas:

 

-- Saber qual a carreira seguir

Antes mesmo de começar a estudar, escolha uma área com a qual tenha afinidade. Quem almeja ser policial, por exemplo, tem que ter em mente que além das provas objetivas, existem provas físicas e psicológicas que demandam uma preparação toda especial. Dessa forma, se o candidato não tem vocação para área, não deve se aventurar simplesmente pelo dinheiro. 

-- Cerque-se dos melhores

Quando se começa a estudar, o mais importante é escolher o apoio de um bom curso preparatório. E o primeiro passo para essa escolha é observar resultados concretos: quanto maior for o índice de aprovação da instituição, maior a certeza de que você deve fazer parte do time. Materiais de qualidade, professores renomados e organização são outras variáveis que servirão para confirmar a sua escolha. Estudar por estudar gera fracassos gigantescos.

-- Conhecer a banca examinadora

Saber o estilo da banca que irá aplicar a prova é sem dúvida parte fundamental do jogo. As bancas mais conhecidas são CESPE/UNB, FCC e ESAF. Entenda o estilo das provas. A CESPE, por exemplo, tem uma formatação em que uma resposta certa anula uma resposta errada. Geralmente são 120 questão mais uma redação de até 30 linhas. Acredite, na prática, quem não conhece a formatação da banca está fadado ao fracasso.

-- Ter paciência

O aluno leva cinco anos para concluir a faculdade e não tem paciência de estudar por três anos para passar em bom concurso. A relação é que quando nos formamos nada está garantido, mas quando passamos em um concurso o cargo é para a vida toda. Então, o lema é ter paciência e siguir estudando.

-- Constância nos estudos

Os alunos geralmente passam dois a três anos estudando para um concurso. Segundo Evandro, não se trata de há quanto tempo se começou a estudar, e sim, de há quanto tempo a pessoa vem estudando.

-- Perseverança 

Ter perseverança é saber que vai fracassar algumas vezes antes de vencer. A regra do concurso é ser reprovado. O lado bom é que você só precisa passar uma vez. Enxergar cada concurso como um treino e ter certeza que a cada treino o aluno fica mais forte é um bom incentivo.

-- Técnica de estudo

O estudo para concurso foi profissionalizado, o que quer dizer que já não tem espaço para amadorismo. Saber estudar é fundamental. Quem não conhece o edital, não conhece um bom plano de estudo e, consequentemente, não possui as "ferramentas" necessárias para passar. 

-- O plano de estudos

Uma vez que se tenha técnica certa em mãos é necessário criar um plano. E criar um plano de estudos nada mais é que adequar aquilo que funciona para todos à sua realidade particular. Isso significa rotina, horários e comprometimento. É preciso saber exatamente o que fará de segunda a domingo. E um bom plano não trata apenas das obrigações, é necessário que o lazer também seja planejado. Acredite que planejar é a melhor coisa que se pode fazer e o reflexo disso é a aprovação.

-- Motivação 

A motivação tem duas vertentes: a primeira diz respeito ao aluno novo. Esse precisa ter 40% de motivação e 60% de técnica. No início estar empolgado e aprender a estudar é fundamental, pois é essa motivação que vai segurar o aluno nos momentos de desânimo. Por outro lado temos o aluno antigo, esse inverte a conta, a técnica já está nele e a estrada já tem três a quatro anos. Assim, a motivação chega a compor 60% a 80% da preparação.

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No Brasil, 98 milhões de pessoas ainda não têm acesso à internet

  • 17 Jan 2016
  • 07:03h

(Foto: Reprodução)

Embora o número de usuários da internet no mundo tenha mais do que triplicado em dez anos, 4,2 bilhões de pessoas ainda não têm acesso à rede. Isso representa 60% da população mundial, segundo relatório do Banco Mundial divulgado na quarta-feira (13). No Brasil, 98 milhões de pessoas não têm acesso à internet - o que faz do país o 7º com o maior número de pessoas offline. Índia e China lideram o ranking. Em número de usuários, o Brasil é o 5º da lista. "A internet continua indisponível, inacessível e fora do alcance econômico para a maioria da população mundial", diz o documento. O estudo menciona que apenas 31% da população dos países em desenvolvimento tinham acesso à internet, em comparação com 80% nos países de renda alta, pelos dados de 2014. O documento afirma que os benefícios da rápida expansão digital estão sendo melhor aproveitados por "pessoas de maior renda, qualificadas e influentes". O estudo também estima que 5,2 bilhões de pessoas no mundo têm um celular. "Entre os 20% dos domicílios mais pobres, quase sete de cada 10 têm telefone celular. É mais provável que as residências mais pobres tenham mais acesso a celulares do que a sanitários ou água potável", diz o Banco Mundial. Mesmo assim, 2 bilhões de pessoas ainda não têm o aparelho e cerca de 500 milhões estão em áreas sem sinal de telefonia móvel.

Brasileiros ajudam a criar drone que caça e captura drones invasores

  • 16 Jan 2016
  • 07:01h

(Foto: Reprodução)

Drones já foram abatidos com golpes de camisa e tiros de espingarda, mas da próxima vez que uma das aeronaves sobrevoar um lugar restrito ou que incomode alguém, a solução pode ser outro drone. Com DNA brasileiro, a nova tecnologia equipa veículos aéreos não tripulados (vant) com um lançador de redes para capturar invasores. Criado pelo Laboratório de Robótica de Interação com Humanos (HiroLAB), da Universidade Tecnológica de Michigan, o mecanismo contou com o trabalho de dois pesquisadores brasileiros. São eles o doutor Evandro Ficanha e o doutorando Guilherme Ribeiro, ambos especialistas em engenharia mecânica. Também surgiu no Brasil a inspiração para o protótipo. O líder do HiroLAB, professor Dr. Mo Rastgaar, assistia a um jogo da Copa do Mundo de 2014 quando o narrador da transmissão informou que atiradores protegiam a multidão de possíveis ameaças, incluindo drones. Não seria um fato inédito, já que vants já sobrevoaram estádios e até se aventuraram a passear por lugares com mais segurança, como a Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos, e um comício da primeira-ministra alemã, Angela Merkel.

 

“Um atirador pode derrubar um drone, mas ele pode atingir pessoas ou o patrimônio. Neste caso, remover o drone da área é a melhor solução”, diz Ficanha ao G1.

Caçador de drones
Ainda em desenvolvimento, o “caçador de drones” é um projeto fora da área de atuação do Hirolab, que trabalha na criação de robôs especializados em auxiliar seres humanos. Pesando 4,2 kg, o vant, um modelo s1000 da DJI, é capaz de capturar aeronaves dessas de 6 kg a até 12 metros de distância. O segredo das caçadas é um disparador de rede feito com um cilindro de CO2. “Após ser lançada, a rede conectada ao drone por uma corda fina e resistente, atinge o alvo e as hélices do drone invasor são imobilizadas”, explica Ficanha. Ele e Rastgaar já entraram com o registro da tecnologia. “A patente cobre a ideia de usar um ou múltiplos lançadores de rede em um drone, e a tecnologia necessária para a automatização do sistema para que ele funcione sem a necessidade de um piloto”, diz Ficanha. O vídeo apresentando o “caçador de drones” em ação foi publicado no começo deste ano.

Upgrade
Os pesquisadores trabalham em melhorias. Uma delas é aprimorar o alcance, hoje de 6 metros quadrados, e resistência da rede. A outra atualização é criar um sistema automático para que o drone identifique alvos. Hoje, um piloto controla a aeronave e acompanha o voo com a ajuda de imagens captadas e exibidas em tempo real. A plataforma de visão é a área pela qual Guilherme é responsável. Todo esse aparato, diz Ficanha, está sendo desenvolvido para imobilizar vants sem colocar em perigo as pessoas abaixo dele: “Drones podem ser utilizados de várias maneiras ilícitas. Em eventos públicos, por exemplo, podem ser usados para carregar explosivos, armas biológicas ou químicas.”

Céu brasileiro
Os Estados Unidos liberaram no fim de 2015 um cadastro para interessados em pilotar drones. O professor Rastgaar acredita que o “caçador de drone” pode ajudar que a lei seja cumprida. No Brasil, a Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) também trabalha em uma forma de registro, que deve ser publicada em breve. As regras que os operadores brasileiros devem seguir quando decolarem já existem. Foram anunciadas pela Força Aérea Brasileira (FAB) em dezembro do ano passado e liberam, por exemplo, o uso comercial das aeronaves.

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Acidentes com mortos em BR-324 e BR-116 caem 28,14% em 2015

  • 15 Jan 2016
  • 19:01h

(Foto: Reprodução)

O número de acidentes com vítimas fatais em estradas administradas pela concessionária ViaBahia caíram de 199 para 143 em 2015, uma queda de 28,14% em relação ao ano de 2014. Os números apontam ainda que a quantidade de acidentes caiu de 4.241 para 3.554, diminuição de 16,20%, e mostram redução de 2.194 para 1.564 no número de feridos, um decréscimo de 28,71% - nas rodovias Engenheiro Vasco Filho, entre Salvador e Feira de Santana, na BR-324 - e Santos Dumont, entre Feira de Santana até a divisa com Minas Gerais, na BR-116. Os dados fazem parte de levantamento divulgado nesta quinta-feira. O presidente da ViaBahia, Paulo André, afirmou que os números positivos são resultado de ações desenvolvidas pela concessionária. “Desenvolvemos campanhas de conscientização em parceria com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O resultado destas ações se reflete na redução de pessoas feridas ano após ano”, destacou. 

Jackson Costa seleciona atores baianos para cena em novela da Globo

  • 15 Jan 2016
  • 14:44h

(Foto: Reprodução)

Jovens cabeludos, com batas coloridas, sem lenço e sem documento… A irreverência do Tropicalismo será retratada na novela Velho Chico, a próxima das 21h da Globo. A convite do diretor Luís Fernando Carvalho, Jackson Costa está selecionando 20 atores baianos – entre 25 e 35 anos de idade – para participar de cenas em uma festa que vai durar alguns capítulos e será como um divisor de águas para o protagonista da trama, vivido por Rodrigo Santoro. “Ele está chegando do Sertão e vai nessa festa, em um casarão, onde encontra pessoas falando de política, de arte, de música… Sexo, drogas e rock’n roll. É uma acontecimento libertário que será importante em sua vida, provocará uma abertura na mente dele”, diz Jackson. Serão selecionados dez atores em Salvador e outros dez no Rio – todos baianos que vivem lá. “Vamos ficar uma semana todos juntos, em um galpão, ensaiando, para criar uma unidade”, diz Jackson. Entre os escolhidos, figuras que lembram fisicamente tropicalistas de primeira hora, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé… “Eles não vão representar os personagens reais, será uma homenagem, uma alusão”. Já estão escalados a atriz e cantora Luísa Proserpio e o ator e músico Tom Costa, filho de Jackson, que fará sua primeira participação numa novela. “Acharam que ele está a cara de Caetano, nos anos 70”.

Inclusive…

Jackson também terá um papel na novela, ainda indefinido. O ator já participou de outras tramas sob a batuta de Luís Fernando Carvalho. “Ele me dirigiu em meu primeiro personagem na TV, na novela Pedra Sobre Pedra (em 1992)”, conta.

Pesquisa aponta que 36% das pessoas compram para desestressar

  • 14 Jan 2016
  • 19:03h

(Foto: Reprodução)

Um passeio no shopping após um dia tenso e comprinhas para relaxar. Segundo o levantamento realizado pelo  Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil),  36% dos brasileiros entrevistados admitiram que o ato é utilizado como uma forma de aliviar o estresse do dia a dia. Comprar para relaxar é a opção de 43% das mulheres, que responderam à pesquisa, e 28% dos homens.  Apesar do bem-estar imediato, o comportamento é apontado como uma armadilha mais adiante, especialmente em tempos de crise.  “Consumir é algo muito prazeroso, mas é preciso comprar com racionalidade para que o hábito não se torne compulsivo e não cause endividamento”, alertou o economista Bruno Pires. O hábito já chegou a se tornar um problema para a artista plástica Emília Freire Gutmann, 59 anos. “Antes, quando eu estava estressada, eu passava no shopping e comprava mais do que eu devia. Logo depois batia o arrependimento, mas eu continuava comprando”, contou Emília, que depois de se tratar teve o costume de comprar por prazer diagnosticado como uma compulsão por comprar. 

 

“Na época, os valores acumulavam no cartão de crédito. Hoje, eu continuo  indo ao shopping para me distrair, mas tudo é na ponta do lápis e todo o pagamento é feito em dinheiro”, revelou. A aposentada Célia Bosch,  72 anos,  contou que gosta de se dar presentes  quando está estressada. “Tenho um exame importante para fazer amanhã (hoje) e estou passeando para ficar tranquila”, contou. “Costumo comprar mimos para mim para desestressar. Pode ser  roupa, perfume, sabonete, qualquer coisa que me faça um carinho”, explicou Célia. Apesar de, às vezes, gastar o que não estava previsto, ela disse que a despesa não compromete o orçamento e que não há consciência pesada. “Tudo o que compro me dá tanto prazer e felicidade, que não tem arrependimento”. Do total de 745 entrevistados,  quase a metade – 47,7% –  admite fazer comprar para se sentir bem. Esse é o caso da dona de casa Abigail Leal, que vê na ida ao shopping para comprar a possibilidade de levantar o astral. “Vou ao shopping quase toda semana e gosto muito  comprar presentes para a minha família”, afirmou. Ao ser perguntada se existe arrependimento, a dona de casa conta que, às vezes, a consciência pesa. “Quando gasto demais,  juro que vou passar um mês sem ir ao shopping, e não deixo, de jeito nenhum, meu marido abrir meu extrato do cartão de crédito”.

Válvula de escape
Segundo o educador financeiro do portal Meu Bolso Feliz  SPC Brasil José Vignoli, a pesquisa mostra como o consumo se tornou um componente para balancear os sentimentos. “O que se percebe é que comprar tem sido uma válvula de escape, uma forma de compensar frustrações”, diz.  Comprar por impulso é um comportamento de 44,5% dos  entrevistados, que admitem que  o sentimento de urgência é mais  forte que a reflexão. Segundo o estudo, estes  consumidores  acreditam que se não realizarem aquela compra, mesmo que o produto não seja necessário, terão desperdiçado uma “boa oportunidade”. “As pessoas estão em um ritmo de consumo muito forte, e mesmo na crise, não conseguem deixar o hábito”, diz. 

Economistas alertam para risco de endividamento 
Outro dado levantado pelo estudo revela que 40,3% dos entrevistados estão ou já estiveram com o nome sujo por extrapolar nas compras sem pensar. “O público não deve deixar de consumir, mas esse ato precisa ser feito com prudência e cautela, até porque não sabemos se haverá uma melhora no cenário econômico”, ponderou o economista Bruno Pires. Segundo ele, é essencial ter controle dos gastos e poupar pelo menos 10% do que se ganha. “A reserva é fundamental diante do risco de desemprego e do aumento de tributos, que tem sido cada vez mais presente no dia a dia dos brasileiros”, alertou Pires, lembrando que guardar dinheiro serve para enfrentar a crise e também para atingir outros objetivos, como comprar a casa própria, trocar o carro e fazer uma viagem. O economista indica ainda que os consumidores busquem outras formas de relaxar que não estejam alinhadas ao consumo excessivo. “As pessoas devem pensar em programações menos agressivas ao bolso,  que também deem prazer”, sugere. O professor de Economia da Universidade Salvador Gustavo Pessoti reforça o discurso. “As pessoas devem optar por atividades ao ar livre que também desestressam, mas que não impliquem em um consumo excessivo”, recomendou. Pessoti ressaltou a necessidade de fazer uma reserva diante do contexto atual.  “O ano de 2016 será um ano de colapso da economia, com um aumento expressivo do desemprego. A situação está crítica e as novas gerações não têm a referência de poupança, que é tão importante neste momento”, disse.

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Drone gigante suporta carga de até 150 kg e pretende carregar pessoas; veja vídeo

  • 14 Jan 2016
  • 14:24h

(Foto: Reprodução)

Um drone gigante com 48 motores, que promete suportar carga de 150 kg, está sendo criado pela Universidade de Oslo, na Suécia. Em um vídeo postado na internet, uma multidão aplaude uma demonstração do Megakopter realizada em dezembro.O objetivo do equipamento, construído de compensado e alumínio, é poder transportar uma pessoa - cada um dos motores levanta pouco mais de 3 kg, o que dá 150 kg de capacidade total, aproximadamente. Suas baterias duram de 2 a 4 minutos. Por enquanto, o Megakopter ainda é experimental. Assista:

Médico receita bom humor a paciente e faz sucesso na internet

  • 14 Jan 2016
  • 12:52h

(Foto: Reprodução)

Após escrever um receituário, um médico recém-formado ficou famoso nas redes sociais. Morador do Amapá, André Reis estava no meio de um plantão quando receitou, por descontração, uma caixa de bom humor, aplicada no mínimo 10 vezes ao dia, durante 365 dias de todos os anos da vida. Uma foto da receita foi publicada no Facebook e chegou até mesmo à página da prefeitura de Macapá. "Pensei que fosse ficar nisso, quando vi que alguns amigos curtiram a foto. Mas depois um amigo me marcou em uma postagem da prefeitura e vi que muitas pessoas começaram a compartilhar. Foi bem divertido", afirmou Reis em entrevista ao G1. Surpresos, seguidores apoiaram a indicação do médico.