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Uma equipe de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e do Instituto de Células-Tronco de Harvard (ambas nos EUA) fizeram uma descoberta que pode ajudar a desenvolver a cura para a diabetes tipo 1. O estudo publicado nesta segunda-feira na revista Nature mostrou que implantar no organismo células produtoras de insulina, desenvolvidas em laboratório a partir de células-tronco, é capaz de reverter a diabetes por pelo menos seis meses. Os testes foram feitos em ratos de laboratório geneticamente modificados para sofrerem diabetes tipo 1. Após receberem a implantação de células artificiais, eles conseguiram produzir insulina sem o uso de injeções, durante o tempo que durou o estudo: 174 dias. Os testes em humanos ainda devem demorar alguns anos, mas os cientistas estão otimistas em modificar o tratamento dos pacientes que não precisaria mais do uso de injeções de insulina frequentes. O diabetes tipo 1 ocorre quando o próprio corpo ataca as células que produzem a insulina. O tratamento é feito com injeções que simulam o comportamento do pâncreas após as refeições. Quase 50% das pessoas com tipo 1 são diagnosticadas antes dos 18 anos. São cerca de 800 mil casos no Brasil.
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Os canhotos representam apenas 10% da população mundial. Por conta disso, a maioria dos utensílios encontrados no mercado são voltados para pessoas que têm mais facilidade em utilizar a mão direita, condição que dificulta a execução de tarefas simples para aqueles que preferem a esquerda. Foi pensando nisso que o catarinense Ricardo Michels Silva abriu a No Destro, loja especial para canhotos. Ricardo, que é destro, teve a ideia do empreendimento ao perceber a dificuldade da ex-namorada canhota em realizar uma dessas tarefas do dia a dia. Posteriormente, foi impulsionado pela lembrança de um episódio dos Simpsons, famosa série americana. "Ela estava descascando uma laranja e disse que dava muito trabalho porque o dente da faca era ao contrário. Daí, me lembrei que, nos Simpsons, o Ned Flanders tinha uma loja para canhotos. Pesquisei e descobri que elas realmente existiam. Encontrei nos Estados Unidos e em Londres", conta o empreendedor em entrevista ao iG. Antes de abrir a No Destro, que está prestes a completar um ano de atividade, Ricardo não tinha experiência com administração de negócios.
Funcionário público, ele diz que criou a loja "com a cara e a coragem" e viu na internet uma oportunidade de conciliar seu trabalho com o empreendimento. "Pensei em abrir algo online. Dessa forma, conseguiria continuar na prefeitura e apenas responder aos clientes pelo site ou WhatsApp", diz Ricardo, que controla sozinho as operações da loja. Atualmente, a loja coloca mais de 50 produtos à disposição dos canhotos. É possível encontrar canecas, estiletes, bumerangues, cadernos e diversos tipos de tesouras. Os produtos mais vendidos, segundo Ricardo, são os abridores de lata e as canetas. "Quando o canhoto escreve, ele acaba borrando o texto com a mão. Esta caneta especial já é levemente torta, para facilitar a escrita, e a tinta seca mais rápido", explica. Em breve, guitarras e violões também serão colocados nas prateleiras virtuais da No Destro. A missão de encontrar os produtos, no entanto, não foi das mais simples. O empreendedor precisou procurar por lojas do exterior que antendessem no Brasil e, inclusive, mandar fabricar alguns itens, como os cadernos. Para inaugurar a loja, o funcionário público investiu cerca de R$ 10 mil. O retorno, porém, ainda não foi obtido. Com lucro de R$ 5 mil, dezembro foi o primeiro mês em que a No Destro apresentou resultados positivos.
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A ansiedade é um mal que tem atingido muitas pessoas na atualidade, principalmente pela rotina corrida e tecnológica em que vivemos nos dias de hoje. Essa tensão que é criada pela ansiedade não é boa para ninguém, por isso, saber domá-la de forma natural é essencial. Márcia Rissato, terapeuta floral do Instituto Bach do Brasil e da Bach Foundation da Inglaterra, deu 3 dicas para controlar a ansiedade naturalmente e sem medicações fortes; confira!
1) Medite: "A meditação é um recurso excelente, muitos executivos procuram cursos de meditação para aprender a conter a ansiedade e melhorar o foco. 10 minutos pela manhã e 10 minutos pela tarde de meditação já é um começo para mudar a vida d uma pessoa. A meditação ensina a respirar calmamente, o que ajuda durante o inicio da crise".
2) Aposte nos cheiros: "A aromaterapia é uma grande aliada na hora de conter a ansiedade. A lavanda acalma o coração, a bergamota traz alegria e relaxa, o manjericão e gengibre, que são do elemento fogo, dão coragem, mandarina e limão siciliano trazem clareza de idéias e concentração para seguir em frente”.
3) Peça ajuda aos florais: “Cada pessoa reage de um jeito diferente a um mesmo estimulo, portanto o floral geralmente utilizado para ansiedade é o Rescue, pois ele tem um composto de 5 florais de Bach Originais que juntos abaixam o cortisol o hormônio do estresse e a pessoa se acalma. Os 5 florais são: Clematis para a pessoa não desmaiar, Rock rose para não entrar e pânico, Star Of Bethlehem para cicatrizar o trauma, impatiens para paciência e ritmo e cherry plum para não perder o controle na hora da crise e para ter lucidez. Recentemente Gisele Bündchen deu uma entrevista onde revela que usa o Rescue para acalmar os nervos".
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Will Smith, Spike Lee, Snoop Dogg e Jada Pinkett-Smith anunciam que vão boicotar/não participar da premiação do Oscar 2016 por conta da falta de negros entre os indicados. Idris Elba, George Clooney, Lupita Nyong’o,e Mark Ruffalo apoiam o boicote. É o segundo ano consecutivo em que nenhum ator negro é indicado para ganhar estatuetas. A última vez que aconteceu algo semelhante foi em 1997 e 1998. A falta de diversidade não é uma questão bem resolvida no Oscar que segue majoritariamente sendo dado por homens brancos a homens brancos. Por exemplo, o papel de Will Smith em “Um Homem Entre Gigantes” é um dos apontados como esquecidos pelo Oscar. Além dele, fala-se de Michael B. Jordan (“Creed: Nascido para Lutar“) e Idris Elba (“Beasts of No Nation”). Nas redes sociais, aumenta a mobilização com a hastag #OscarsStillSoWhite (#OscarAindaMuitoBranco). A imagem abaixo, mostra os indicados para o Oscar neste ano.
A partir do alto e da esquerda: Bryan Cranston, Matt Damon, Michael Fassbender, Eddie Redmayne, Leonardo DiCaprio, Brie Larson, Saoirse Ronan, Charlotte Rampling, Jennifer Lawrence, Cate Blanchett, Mark Rylance, Christian Bale, Tom Hardy, Sylvester Stallone, Mark Ruffalo, Alicia Vikander, Rachel McAdams, Rooney Mara, Kate Winslet e Jennifer Jason Leigh. Will Smith disse que a “exclusão” dele não foi a única por trás da decisão do boicote pela esposa, Jada Pinkett Smith. Ele afirma que Pinkett Smith faria o mesmo vídeo de desabafo e repúdio caso ele fosse o único negro a receber uma indicação. Nesse vídeo, ela diz: “Implorar reconhecimento, ou até pedir, diminui a nossa dignidade, diminui o nosso poder e nós somos um povo digno e poderoso”. Ela segue: “A Academia tem o direito de reconhecer seja lá quem eles escolham. De convidar seja lá quem eles queiram”. A atriz propõe ações: “E eu acho que é nossa responsabilidade, agora, fazer a mudança. Talvez seja a hora de juntarmos nossos recursos e aplicarmos em nossa comunidade, em nossos programas, e fazer programas para nós mesmos, que nos reconheçam de uma forma em que a gente ache adequado, e que sejam tão bons quanto os da grande mídia. Implorar por reconhecimento, ou mesmo pedir por reconhecimento, diminui a dignidade e o poder. E nós somos pessoas dignas e poderosas. Não vamos esquecer disso. Então deixa a Academia fazer isso, com toda graça e amor, e vamos nós fazer diferente.” Jada Pinkett Smith cita Chris Rock no vídeo porque o ator negro será o apresentador da cerimônia este ano. Existe a expectativa para saber a reação dele ao boicote. Por enquanto, ele apenas brinca com a situação em suas redes sociais. “Os indicados refletem a Academia”, disse Will Smith. “A Academia reflete a indústria (Hollywood) e então a indústria reflete os Estados Unidos. Há um deslize regressivo em direção ao separatismo, à desarmonia racial e religiosa e esta não é a Hollywood que eu pretendo deixar para trás. Estamos todos nisso juntos. Temos que perceber e temos que consertar isso.” Já o diretor Spike Lee tenta não se associar a ideia de boicote: “Nuca usei a palavra boicote”, disse Lee em uma entrevista ao programa “Good Morning America” da ABC. “Tudo o que eu disse foi: eu e minha linda esposa Tonya não iremos. Foi isso, e dei o motivo.” Antes, ele disse para a presidente da academia que estava ‘de coração partido’ pela falta de diversidade na lista e havia publicado no Instagram uma foto de Martin Luther King. Na legenda ele diz que era inaceitável que, por dois anos seguidos, somente atores brancos fossem indicados ao prêmio.A reivindicação por mais oportunidades vem acontecendo em outras premiações. No Emmy do ano passado, a atriz Viola Davis fez um discurso emocionante sobre esta situação.
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Todo usuário do Facebook pode ter uma URL (endereço de link) personalizada para seu perfil. Isso é possível através de uma das opções que ficam no menu, disponível para acesso rápido na barra superior de navegação da rede social. Sendo assim, seu perfil fica com o link facebook.com/seunome. Aprenda a fazer a customização com o passo a passo da Techtudo:
Passo 1. No canto direito superior da tela do Facebook, clique na “setinha” para baixo e abra o menu de configurações;
Passo 2. Nesta tela, clique em “editar” ao lado da opção “Nome de usuário”. É ali que o usuário pode mudar sua URL;
Passo 3. Basta, então, inserir um nome de usuário que você deseje para ser sua URL, salvar e pronto! Assim, seu endereço personalizado no Facebook será alterado.
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Um grupo de cientistas descobriu o maior sistema solar do universo conhecido, formado apenas por um planeta e uma estrela – separados por bilhões de quilômetros de distância. As informações são de fontes acadêmicas da Universidade Nacional Australiana.“Surpreendeu-nos muito encontrar um objeto de massa baixa [o planeta] tão longe da sua estrela mãe”, comentou Simon Murphy, da Faculdade de Astronomia e Astrofísica da universidade australiana. Esta faculdade conta com uma equipe internacional de investigadores que estudam o planeta, conhecido como 2MASS J2126-8140. Ao longo das investigações, a equipe descobriu que o planeta tem massa 12 vezes superior à de Júpiter e orbita ao redor de uma estrela anã chamada TYC 9486-927-1. Os dois corpos estão separados por uma distância equivalente a 6,9 mil unidades astronômicas, ou seja, 0,1 ano luz ou um trilhão de quilômetros, segundo um comunicado da Universidade Nacional Australiana. Esta distância é “aproximadamente três vezes superior” à do que era considerado, até agora, o maior sistema solar existente.
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Um piscar de olhos. É desse tempo que um robô criado por dois engenheiros de software norte-americanos precisa para resolver um cubo mágico, aquele quebra-cabeça tridimensional com quadradinhos coloridos que, para muita gente, permanece um mistério mesmo após anos de tentativas. Jay Flatland e Paul Rose publicaram um vídeo no YouTube no começo de janeiro mostrando a proeza. A máquina criada por eles demora pouco mais de um segundo para deixar todas as faces do cubo da mesma cor. Os pesquisadores realizaram quatro testes. Os tempos para resolver são de 1.196 segundo, 1.152 segundo, 1.047 segundo e 1.019 segundo. Para se ter ideia da velocidade, o ser humano recordista é o adolescente Lucas Etter, que resolveu o cubo mágico em 4.904 segundos, em 2015. Os tempos do robô dos dois engenheiros são ainda menores do que os estabelecidos anteriormente pela máquina detentora da maior marca, de 3.253 segundos. A oficialização do recorde ainda precisa ser comprovado. Flatland e Rose criaram um sistema em que câmeras são colocadas em frente às faces do cubo. Elas enviam a um computador as informações sobre como estão dispostos os vários quadradinhos. A partir daí, o algoritmo criado pelos engenheiros decide como irá resolver o problema.
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O tradicional beijo na boca durante os dias de Carnaval já virou hit de canções da folia e também motivo de alerta para especialistas. Por trás da sensação de bem estar da “beijação” se escondem dezenas de doenças transmitidas pela troca de salivas e de secreções respiratórias. De acordo com a infectologista e coordenadora do Serviço de Infectologia do Hospital da Bahia, Márcia Sampaio, a lista com as possibilidades de transmissão é longa: Mononucleose infecciosa, popularmente conhecida como doença do beijo, causada pelo vírus Epstein-Barr; herpes simples, Hepatite A, gripes e resfriados, gengivites, dentre outras. “A mais perigosa de todas é a meningite meningocócica, causada pela bactéria meningoco. É extremamente contagiosa, causa dor de cabeça, febre e vômitos, e pode levar a morte”. Cada beijo em parceiros diferentes é uma oportunidade de contaminação, mesmo entre pessoas aparentemente saudáveis. “É importante que as pessoas se alimentem de forma correta, ingerindo os nutrientes necessários para manter a imunidade ativa, deixando o organismo mais forte e prevenido para combater essas infecções”, acrescenta a infectologista para evitar a contaminação. Sprays com soluções à base de própoles e mel, comercializados em farmácias, não têm eficácia comprovada para combater micro-organismos transmitidos pela saliva, como explica Márcia Sampaio. A higiene bucal adequada, segundo ela, pode auxiliar na diminuição da presença de alguns agentes. Caso a pessoa apresente febre, dor de garganta, dor de cabeça, presença de gânglios (caroços) no pescoço, a recomendação é procurar atendimento médico para avaliação e tratamento adequado.
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Quem não gosta de experimentar óculos escuros que estão à venda? Ato contínuo, olha-se no espelho para ver o “efeito” que deu no próprio visual! De fato, mudam o rosto ou até o estilo da pessoa. Passam uma ideia de “mistério”, uma vez que impedem que outros “leiam” os olhos de quem os usa. Suas várias formas e cores permitem “brincar” com a própria imagem. No verão, com os dias muito claros e Sol forte, a procura por óculos escuros aumenta bastante. Fazem parte do visual da estação. Lembrem-se de que os óculos escuros foram originalmente idealizados com o propósito de proteger seus olhos. Mas podem se tornar uma ameaça e um risco à sua visão se determinados cuidados não forem tomados na hora da escolha e compra. Vamos entender.
1. Certifique-se de os óculos garantam proteção contra os raios UV (ultravioleta). Verifique se há um selo de proteção contra UVA e UVB. Por isso, fique atento ao local onde você compra os óculos. Os produtos têm que ter boa e confiável procedência de fabricação, com a certificação garantida. Entenda por que isso é tão importante para sua saúde ocular. A pupila dos nossos olhos (o ponto pretinho que fica no meio) tem a responsabilidade de regular a luz que entra no olho. Assim, em ambientes muito claros, ela se fecha, para deixar entrar apenas a luz necessária para enxergarmos. Em ambientes escuros, ao contrário, ela se dilata, para mais luz entrar e permitir a visão. E assim a luz que entra nos olhos é minuciosamente regulada a cada segundo. Os óculos escuros diminuem a luminosidade que entra no olho. Por isso são escuros. “Enganam” a pupila, que se dilata quando percebe um ambiente escuro. Mas o Sol lá está. Portanto, se os óculos não garantirem proteção contra os raios UV, fica fácil entender que, com a pupila dilatada, eles penetram muito mais facilmente no fundo dos nossos olhos. Resultado: a chance de doenças como degeneração macular e catarata, por exemplo, aumentam consideravelmente. Por isso, cuidado com a procedência dos óculos que for comprar.
2. Verifique a “forma” dos óculos. A maior parte das pessoas pensa na estética quando escolhe a forma dos óculos. Olha-se no espelho e decide se aquele óculos combina ou não com o formato do próprio rosto. Tudo certo. Mas há também algo mais a ser levado em consideração: certifique-se de que a forma escolhida envolva bem os seus olhos, não deixando a luz de fora entrar. Se os óculos não estiverem corretamente adaptados ao seu rosto, os raios UV podem atingir sua retina, uma vez que a sua pupila estará naturalmente mais aberta com o escurecimento promovido pelas lentes. Isso é particularmente importante para quem vai praticar esportes com os óculos, como corrida ou bicicleta, pois os óculos não corretamente adaptados ao rosto podem se mover e permitir que a luz do Sol penetre no fundo do olho.
3. Escolha a cor das lentes mais apropriada para você. Nem todas as cores de óculos escuros tem o mesmo efeito. Vamos entender.
- Marrom e âmbar: diminuem o brilho, dão maior noção de contraste e profundidade e por isso são indicadas para dias muito claros e verão intenso. Ideal para quem vai dirigir, principalmente na estrada.
- Verde: diminui a claridade e aumenta o contraste das cores. Por isso, estas lentes são indicadas para pessoas com mais de 60 anos, que naturalmente já perderam um pouco do contraste da visão.
- Amarela ou laranja: realçam a visão noturna. Por isso são indicadas para o final do dia, especialmente para quem vai dirigir nesta hora.
- Cinza: diminui o brilho, sem distorcer as cores. Indicada para o final do dia, já que não escurece demais.
- Púrpura: realça o contraste do azul e do verde e por isso é indicada para quem vai curtir a natureza em regiões de mata, floresta ou mar. Enxergue um mundo melhor, com estilo, mas principalmente com segurança. Pense nisto antes de escolher suas lentes escuras.
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- e-Cycle
- 30 Jan 2016
- 06:32h
Sistema de captação de água de chuva tem até 50% de economia na conta da água (Foto: Divulgação)
Segundo relatório da ONU feito em 2015, a escassez de água afetará dois terços da população mundial em 2050. Ou seja, trabalho e dedicação serão necessários para garantir água potável e segurança alimentar para todos. Algumas medidas que podem amenizar a questão do gasto individual de água são: ser vegetariano uma vez por semana, aprender a economizar água no dia a dia do condomínio ou na hora de lavar louça; mas uma alternativa que vem se alçando recentemente é o uso da cisterna. O que é uma cisterna? Bem, também conhecida como algibe, é um reservatório que recolhe a água da chuva e a armazena para uso doméstico geral, ou seja, é um sistema de reaproveitamento de águas pluviais de baixo custo (veja aqui as diferenças entre água pluvial e água de reuso) que faz a captação da água para usos restritos no ambiente doméstico. É considerada uma das melhores e mais eficazes alternativas quando o assunto é economizar água e pode ser instalada em casas, apartamentos e condomínios. Ela funciona da seguinte maneira: a água da chuva é levada pelas calhas a um filtro, que eliminará mecanicamente impurezas, como folhas ou pedaços de galhos. Um freio d'água impede que a entrada de água na cisterna agite seu conteúdo e suspenda partículas sólidas depositadas no fundo (isso é positivo - confira a explicação aqui). Por ser proveniente da chuva, a água obtida não é considerada potável (por poder conter desde partículas de poeira e fuligem, até sulfato, amônio e nitrato), portanto, não é adequada para consumo humano. Ainda assim, pode ser usada nas tarefas domésticas que mais consomem água, como lavar a calçada, o carro e até no vaso sanitário (porém tome muito cuidado na hora de instalar sua cisterna no encanamento de sua casa para que a água não chegue perto de uma torneira com água voltada para beber). Muitas cisternas são enterradas para evitar a incidência de luz solar e, por conseguinte, a proliferação de algas e outros micro-organismos. Entretanto, existem modelos de cisternas que não necessitam ser enterradas, diminuindo o custo da obra. Salientamos que é necessário a instalação de filtros na sua cisterna. Caso contrário, os riscos de contaminação podem ser muito grandes.
Vantagens
- É uma atitude ecologicamente responsável, pois reaproveita a água da chuva em vez de utilizar o precioso recurso hídrico potável, diminuindo sua pegada hídrica;
- Pode ser instalada em qualquer ambiente: rural ou urbano, casa ou apartamento;
- Representa uma economia de 50% na conta de água;
- Possui diferentes capacidades de acordo com as suas necessidades - desde mil litros até 16 mil litros;
- Ajuda a conter enchentes ao armazenar parte da água que, caso contrário, iria para rios e lagos e diminui sua quantidade no esgoto;
- Ajuda em tempos de crise hídrica e até está sendo utilizada em áreas do sertão nordestino como forma de combate às secas;
- Pode-se criar uma cultura de sustentabilidade ecológica nas construções, o que poderá garantir uma cisterna em cada casa construída no futuro.
Desvantagens
- É necessário disciplina, as calhas devem ser limpas para impedir contaminação através de fezes de ratos ou de animais mortos e mantidas em boas condições;
- O interior da cisterna também deve ser limpo periodicamente;
- A instalação, se for ligada à rede de encanamentos da casa, precisará de um profissional para rearranjar os encanamentos (lembrando que a água não pode ser utilizada para consumo porque não é potável), porém, em muitos casos, o investimento é devolvido no primeiro ano, senão nos primeiros meses;
- Algumas cisternas de plástico podem deformar com o tempo, ou apresentar rachaduras. Procure uma com filtro anti-UV 8 ou construa uma de alvenaria;
- Caso seja enterrada (ou subterrânea), seu custo de instalação será maior.
Alguns outros cuidados a se tomar quando for cuidar da sua cisterna
De acordo com o SIAS, não recolha as primeiras águas da chuva, pois podem conter sujeiras do telhado e, por isso, deve ser instalado um dispositivo que permita desviar as primeiras águas;
Deve ser bem vedada, longe dos raios do sol ou de detrimentos de animais, assim impede-se a proliferação de algas.
Diante da crise hídrica, cidadãos de São Paulo começaram o Movimento Cisterna Já, uma alternativa emergencial à crise. O movimento procura promover a capacitação para aqueles que queiram fazer a captação e aproveitamento de água da chuva. Caso tenha alguma dúvida sobre o uso de cisternas, o movimento tem uma página para perguntas frequentes que você pode acessar clicando aqui.
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"Vendo iPhone 5S dourado, com capinha de proteção. Câmera de 8 megapixels, tela com apenas alguns riscos. Único dono”. Apesar de o smartphone ser considerado um aparelho de uso extremamente pessoal, anúncios como esse estão se tornando cada vez mais populares no País. O principal motivo é a piora da crise econômica, que deixa novas versões de smartphones desejados - como o iPhone, da Apple, e o Galaxy S, da Samsung - cada vez mais distantes da realidade da maioria dos brasileiros. Segundo pesquisa do Ibope, quatro em cada dez brasileiros possuem itens como celulares, eletrônicos e computadores que podem ser revendidos - o segmento fica atrás apenas de moda e beleza e de artigos para crianças e bebês. O interesse em revender esses produtos aumentou: o Mercado Livre registrou o dobro de pesquisas por smartphones usados em 2015. No Google, as buscas por “celular usado” cresceram 75% no Brasil em dezembro de 2015, em relação ao mesmo período de 2015 - o número de buscas é o mais alto em 11 anos.
Fatores como a crise econômica, que diminuiu o poder de compra da população, e o aumento do dólar, que faz o preço dos smartphones novos ficar mais alto, ajudam a entender esse movimento. Segundo a consultoria IDC Brasil, o preço médio dos smartphones novos no País saltou de R$ 678 no terceiro trimestre de 2014 para R$ 925 no mesmo período de 2015, um aumento de mais de 30%. Redes sociais como o Facebook e até mesmo o happy hour do escritório podem servir para vender um aparelho encostado - pelo menos é o que conta a advogada curitibana Giovanna Gomez. Entre novembro e dezembro de 2015, ela vendeu quatro iPhones ao juntar dinheiro para se mudar para Lisboa. “Primeiro vendi o meu iPhone 5S e o do meu namorado, para trocarmos para um iPhone 6. Depois vendi o iPhone 5C do meu irmão, e também um 4S do meu padrasto, que estava encostado no fundo da gaveta”, conta Giovanna. “Em um dos casos, consegui vender o aparelho cinco minutos depois de ter anunciado no meu Facebook”. “Na crise, às vezes a pessoa percebe que tem um aparelho no fundo da gaveta e pode usá-lo para ter uma renda extra ou para complementar o dinheiro necessário para comprar um celular novo”, diz o francês Amaury Bertaud, presidente-executivo da startup Recomércio, especializada na revenda de celulares usados.
Oportunidade
Novas empresas, como a Recomércio, estão de olho no aumento da demanda por smartphones seminovos. Fundada no final de 2014, a startup negociou cerca de 3 mil aparelhos no ano passado, o que lhe rendeu receita de US$ 1 milhão. “Quem compra um smartphone seminovo faz isso porque pode comprar um aparelho bom com preço acessível ou porque percebe uma oportunidade de negócio”, diz Bertaud, que tem a meta de superar R$ 7 milhões em receita até o final deste ano. É o caso do gerente de projetos Vinicius Siqueira, de 37 anos. Em maio, ele comprou um iPhone 5C usado por R$ 1 mil, depois de ter seu iPhone 4 roubado. “Não ligo de comprar um aparelho usado se ele estiver em bom estado. Prefiro ficar um pouco atrás na curva tecnológica e economizar”, diz. A Recomércio não é a única a explorar este mercado: especializada em produtos da Apple, a startup Brused realizou cerca de 10 mil vendas no ano passado - o dobro do registrado em 2014. Turbinada por parcerias com as lojas oficiais de Sony, Samsung, Motorola e LG, além da operadora Oi, a empresa argentina Trocafone diz ter dado novo destino a mais de 50 mil smartphones em 2015. As três startups adotam fórmula parecida: o usuário entra no site oficial, preenche um formulário com os dados do dispositivo usado e, ao final, recebe uma cotação do produto. Se o valor agradar, o usuário envia o aparelho para a empresa e recebe o dinheiro. Quem quer comprar pode utilizar o site das empresas, que funcionam como qualquer e-commerce. “O mercado de smartphones está se tornando semelhante ao de carros usados. Quem quer comprar um usado pode achar aparelhos com até 50% de desconto”, diz Guille Freire, presidente-executivo da Trocafone.
Evolução
A evolução da tecnologia dos smartphones é outro aspecto que ajuda a explicar o crescimento do mercado de usados no Brasil. Há alguns anos a diferença entre aparelhos lançados em temporadas seguintes era substancial: um novo aparelho poderia ganhar conexão 4G pela primeira vez ou um novo processador muito mais potente que o anterior. Isso mudou nos últimos anos, quando os smartphones passaram a receber mudanças apenas incrementais. O iPhone 5, da Apple, por exemplo, foi equipado com uma câmera de 8 megapixels em 2012. Já no ano passado, o iPhone 6S, versão mais recente do aparelho, ganhou uma câmera de 12 megapixels. Apesar de superior, a melhoria faz pouca diferença para o usuário leigo. “Muitos usuários não conseguem sentir a diferença entre um produto com desempenho bom e um desempenho muito bom”, diz Renato Meirelles, do instituto de pesquisas Data Popular. Dessa forma, o segmento de smartphones reproduz uma lógica que já acontece há anos no mercado de PCs. A popularização dos aparelhos no País também criou uma oportunidade para os usados. “Há alguns anos, todos os brasileiros compravam seus primeiros aparelhos e não havia espaço para usados”, diz Oliver Roemerscheidt, analista de mercado da consultoria GfK. “Agora, o mercado tem oferta de produtos usados bons o suficiente.”
Horizonte
O mercado de smartphones novos, ao contrário, não vai tão bem. Segundo a consultoria IDC Brasil, o mercado deve registrar queda de 12,8% nas vendas em 2015 e o horizonte não é muito animador em 2016. Além da continuidade da crise, o fim da Lei do Bem, que garantia isenção de PIS/Cofins para celulares de até R$ 1,5 mil vai impactar o setor, que deve fechar 2016 com queda de 8% nas vendas. O cenário ruim para a indústria, no entanto, não deve afetar o mercado de usados. “O fim da isenção fiscal pode impactar o mercado de smartphones novos, mas de forma alguma vai diminuir o número de pessoas que usam smartphones”, diz Meirelles, do Data Popular. “O mercado de segunda mão vai crescer”, afirma.
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O fim de semana chega e é hora de tentar pôr ordem à bagunça acumulada durante toda a semana. Se essa tem sido sua rotina nos dias de folga — e mesmo assim, o problema parece nunca chegar ao fim —, melhor rever seus hábitos. Segundo especialistas, viver em meio à desorganização gera estresse e perda de tempo, o que interfere diretamente no bem-estar e na qualidade de vida. Segundo o neurologista Leandro Teles, membro da Academia Brasileira de Neurologia, ser organizado facilita o trabalho do cérebro, pois permite que ele tenha previsibilidade para executar tarefas. — Quando está tudo embaralhado e alguém procura algo, o cérebro gasta tempo e performance para achar o que se quer. Com isso, ele fica cansado e há queda de rendimento em atividades que exigem mais energia, como tomada de decisões, por exemplo — diz o médico. — Se o ambiente está arrumado, a pessoa já parte do meio do caminho. Isso traz tranquilidade, gera serotonina (neurotransmissor) e controla o bem-estar. De acordo com a psicoterapeuta holística e hipnóloga Myriam Durante, toda bagunça é resultado de uma procrastinação que, em geral, se deve a alguma insatisfação. — Se as pessoas não estão felizes, elas ficam empurrando tudo com a barriga — afirma a especialista em comportamento humano. Para as crianças, organização é fundamental para o aprendizado. Estudar em ambientes desarrumados dificulta a concentração em uma só tarefa, o que atrapalha a consolidação de informações no cérebro. — Os pequenos pegam o exemplo dos pais. Não adianta dizer a eles para manter o quarto impecável se o resto da casa está bagunçado — diz Myriam Durante.
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A demanda dos grupos de educação por conteúdo virtual tem obrigado as editoras de livros didáticos a repensar seu modelo de negócios. Para sobreviver, elas precisam adaptar os livros impressos para conteúdo digital. Mais do que um e-book, elas são cobradas para desenvolver materiais interativos e abastecer dispositivos tecnológicos, até mesmo os recém-chegados ao mercado, como os óculos de realidade virtual. O grupo espanhol Santillana, dono no Brasil da editora Moderna, de materiais didáticos, lançou, no fim do ano passado, um serviço de conteúdo "on demand" para as escolas, batizado de "Smartlab". "É uma solução 'a la Netflix', que fornece títulos complementares ao livro didático produzidos por diferentes parceiros nacionais e internacionais e renovados periodicamente", explica Robson Lisboa, diretor de novos negócios do grupo Santillana.
Entre os parceiros estão, por exemplo, a enciclopédia Britannica e o Young Digital Planet. O custo da solução varia conforme o pacote, mas gira em torno de R$ 39,90 por aluno por mês. "Se a escola comprasse o material separadamente teria de pagar de cinco a dez vezes mais", diz Lisboa. Segundo ele, o grupo administra o Smartlab como uma "startup" e um negócio separado da venda de livros didáticos impressos. Pressionada pela era digital, a centenária Editora FTD mudou sua marca e se apresenta desde o ano passado como uma fornecedora de soluções para escolas - a FTD Educação. Além dos livros didáticos, o grupo fornece os chamados sistemas de ensino - um serviço de apoio didático com oferta de material didático e suporte tecnológico - para 400 escolas no Brasil. Há quatro anos a empresa tem um núcleo de desenvolvimento de conteúdo digital e fornece material online para as escolas que usam seus sistemas de ensino. De acordo com o gerente de inovação e novos negócios da FTD, Fernando Fonseca Junior, a solução digital é complementar ao material físico. "As escolas demandam conteúdo digital em um pacote de ensino. Mas ele não se sustenta sozinho. As escolas ainda não compram esse material isoladamente", explica. Fonseca acredita que o modelo de negócios terá de ser alterado com a digitalização do conteúdo. "Hoje temos um fluxo de pagamento atrelado à entrega de livros didáticos, pode ser bimestral ou semestral. No futuro, vamos caminhar para um modelo de mensalidade. Mas o mercado precisa amadurecer antes", avalia.
Oportunidade
Em meio a esse movimento de digitalização de conteúdo, empresas de tecnologia enxergam um mercado no ramo de educação. O Google, por exemplo, tem um canal no YouTube com 13 mil horas de aula com curadoria da Fundação Lemann; um sistema de buscas voltados para conteúdo educacional; e uma ferramenta chamada de "Google para Educação", que permite que os professores criem salas de aulas virtuais e compartilhem materiais com os alunos. De acordo com Rodrigo Pimentel, diretor da plataforma do Google para Educação na América Latina, as soluções são gratuitas e o Google não pretende cobrar por elas. "A função do Google é organizar a informação da internet e estamos fazendo o mesmo para educação", explica. A plataforma é integrada com outras soluções do Google, como o Drive, de armazenamento de dados, e o computador de baixo custo Chromebook - que usa o sistema operacional do Google -, e geram receita para a empresa. Em outubro, a gigante de tecnologia começou a apresentar para escolas brasileiras o programa "Expedições", que oferece um conteúdo de realidade virtual através de um óculos feito de papelão acoplado ao celular. Por meio dele, os alunos podem fazer uma visita virtual em diferentes museus e até no interior de uma pirâmide egípcia. Outra empresa de tecnologia que estuda aplicações do seu negócio no ramo de educação é a Samsung. A companhia tem, por exemplo, aplicativos para organizar o conteúdo educacional acessado pelos tablets da marca. Uma das principais aplicações possíveis para seus óculos de realidade virtual, o Gear VR, cujo último modelo chegou ao Brasil em dezembro, é na sala de aula, explica o gerente sênior de Marketing de Produtos da Samsung, Renato Citrini. "O aluno poderá chegar a lugares que nunca imaginou com os óculos."
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Macaco da espécie 'Macaca fascicularis', mesma usada no estudo que modificou genes de macacos para reproduzir sintomas similares aos do autismo (Foto: André Ueberbach/Creative Commons)
Cientistas na China conseguiram modificar genes de macacos pela primeira vez para poder estudar o comportamento autista em humanos e a transmissão para seus descendentes, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira (25) pela revista "Nature". Um dos principais desafios na pesquisa dos diferentes espectros de autismo está na falta de modelos animais que possam reproduzir fielmente os sintomas desta condição detectados em pacientes humanos. Embora nos últimos anos tenham sido alcançados grandes avanços neste campo em experimentos com roedores, não houve até agora modelos de primatas não-humanos, os quais refletem com mais precisão doenças neuronais complexas.
Primatas com sintomas de autismo
Os cientistas da Academia Chinesa de Ciências, com o especialista Zilong Qiu à frente, conseguiram desenvolver um modelo de primatas afetado pela síndrome de duplicação do gene MeCP2, um gene epigenético que controla a atividade de muitos outros genes. Esta desordem se apresenta na infância e compartilha alguns dos sintomas principais com alguns espectros do autismo, explicaram os autores do estudo. Neste sentido, estudaram oito macacos-caranguejeiros (Macaca fascicularis), modificados geneticamente a partir de lentivírus que apresentavam uma superexpressão no cérebro do gene MeCP2, associado ao autismo. As funções cognitivas destes primatas transgênicos, afirmaram os cientistas, eram relativamente normais, mas foram observadas várias mudanças em seu comportamento. Entre outros, detectaram nos oito sujeitos um aumento das condutas motoras repetitivas e dos comportamentos relacionados com a ansiedade, ao mesmo tempo em que diminuiu a interação social entre eles.
Descendentes também afetados
Além disso, demonstraram a existência de uma transmissão do gene aos descendentes de um dos macacos macho, os quais também apresentaram uma deterioração em suas interações sociais quando foram pesquisados como casais. Os especialistas da Academia Chinesa de Ciências de Pequim puderam assim determinar que tanto os primatas como sua descendência chegaram a apresentar mudanças em seu comportamento, o que demonstra que é possível experimentar com primatas não-humanos modificados geneticamente para estudar desordens do desenvolvimento neuronal.Segundo destacam os autores, este trabalho poderia contribuir ao desenvolvimento de estratégias terapêuticas para tratar os sintomas de algum dos espectros do autismo.
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(Foto: Reprodução)
Se você é um dos milhares de fãs de banana no mundo deve começar a se preocupar, porque segundo especialistas a fruta pode ser extinta. Um fungo atinge as plantações de banana desde 1950, mas uma espécie da fruta, a Cavendish (no Brasil, banana d'água e/ou nanica) não era afetada. Contudo, estudiosos alertam que a praga está mais poderosa e agora pode atingir essa variação da banana. Com isso, agricultores temem que o único tipo de banana que era imune a Gros Michel possa ser afetado. Para evitar a extinção da fruta, que tem uma produção de mais de 7 milhões de toneladas no Brasil, os pesquisadores tentam aperfeiçoar geneticamente a Cavendish. Outra medida é procurar outra espécie de banana que seja imune ao fungo.