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Justiça proíbe demissões em massa na Record e obriga emissora a recontratar 600 pessoas

  • 18 Fev 2016
  • 11:22h

(Foto: Divulgação)

A juíza Joana de Mattos Colares, da 44ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, determinou que a Rede Record recontrate, sem exceções, todos os funcionários que demitiu no final do ano passado, após as gravações de Os Dez Mandamentos. Os desligamentos aconteceram no processo em que arrendou sua central de estúdios no Rio de Janeiro, o RecNov e terceirizou todo processo de produção do local. A Record também ficou proibida de realizar novas demissões em massa. A decisão ainda é provisória e cabe recurso, mas, por hora, o canal terá 20 dias para reintegrar os profissionais demitidos, sob pena de multa diária de R$ 500 por funcionário. O processo foi um pedido de tutela antecipada movido pelo sindicado dos radialistas cariocas, que alegou ilegalidade na dispensa coletiva realizada. No despacho, a juíza reconhece a falta de negociação com os sindicatos, mesmo com a alegação de crise financeira como motivo pela Record. "A alegação de encerramento das atividades televisivas, além de não comprovada, não exclui a obrigação de negociação coletiva, a fim de minimizar os prejuízos aos trabalhadores atingidos", escreveu Joana Colares na decisão, datada na últia quarta-feira (16).  As novelas e o programa de Xuxa Meneghel, gravados no RecNov, foram entregues à produtora Casablanca – não se sabe como será daqui para frente.

Cientistas criam orelha e mandíbula para implante em impressora 3D

  • 16 Fev 2016
  • 19:04h

A orelha implantável criada em impressora 3D por cientistas da Carolina do Norte (EUA) (Foto: WFIRM)

Um grupo de cientistas criou uma impressora 3D para fabricar estruturas de cartilagem, osso e músculo destinadas a transplantes. O grupo, que já conseguiu produzir uma orelha com o novo material, está testando a técnica em animais de laboratório, e espera conseguir empregá-la em humanos no futuro. Os resultados preliminares foram descritos estudo publicado nesta segunda-feira (15) pela revista “Nature Biotechnology”. Os órgãos impressos pela nova máquina na verdade são estruturas porosas especiais onde células humanas são capazes de penetrar. O material, que possui pequenos canais, permite ao tecido vivo do próprio organismo começar a se moldar e formar uma estrutura nova.

 

“Esses canais permitem que nutrientes e oxigênio do corpo se difundam para dentro das estruturas e as mantenham vivas, enquanto elas desenvolvem um sistema de vasos sanguíneos”, afirmou um comunicado divulgado pelos cientistas do Centro Médico Batista Wake Forest, da Carolina do Norte (EUA), responsáveis pelo trabalho. Esses moldes biológicos criados pelo grupo, como a orelha exibida agora, são produzidos a partir de informações digitais obtidas por técnicas de imagem como a tomografia computadorizada. O grupo também já criou um fragmento de mandíbula com a mesma técnica. A ideia é que a armação de polímeros e plásticos especiais que dão forma ao novo órgão, depois, desapareça e dê lugar apenas a tecidos originados no organismo da pessoa transplantada. Não é a primeira vez que o uso desse tipo de molde biológico é empregado na regeneração de órgãos, mas tentativas anteriores de usar a impressão 3D não obtiveram sucesso, porque o material produzido não tinha rigidez suficiente, afirmam os pesquisadores.

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Ondas gravitacionais podem permitir viagem no tempo, diz pesquisador

  • 14 Fev 2016
  • 18:04h

(Foto: Reprodução)

Viajar no tempo ou ir para outro planeta em questão de segundos. Essas ideias, que vêm dos filmes de ficção, podem estar mais próximas de virar realidade. Segundo um pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe), que participou do estudo sobre as ondas gravitacionais, isso poderá acontecer daqui a 100 anos. A primeira detecção de ondas gravitacionais, um fenômeno previsto pelo físico Albert Einstein na Teoria da Relatividade há cem anos, foi anunciada por um consórcio internacional de cientistas nesta quinta-feira (11). Entre os pesquisadores, estão seis estudiosos do Inpe em São José dos Campos (SP).

 

Quando elaborou sua teoria da Relatividade Geral, Einstein afirmou que a gravidade é uma força de atração que age distorcendo o espaço e o tempo - espaço e tempo em sua concepção são uma coisa só. Quando há uma interação de objetos muito maciços, para os quais a força da gravidade é muito grande, eles produzem ondas que se propagam pelo espaço e tempo. “Você pode desenhar dois pontos distantes no papel, digamos milhões de anos-luz de distância um do outro, e, ao dobrar a folha, aproximá-los. Isso é fazer um atalho em outras dimensões e pular de um ponto do espaço e do tempo para o outro, como foi mostrado no filme 'De Volta para o Futuro'”, explicou o professor Odylio Aguiar, um dos pesquisadores.

Ficção e realidade
Em 1985, 'De volta para o Futuro' se tornou um sucesso de bilheteria. O mundo se encantou com a história de um jovem e um professor que criaram uma máquina do tempo. Segundo o Aguiar, fazer o mesmo que o personagem do jovem Marty Mcfly pode se tornar possível para as futuras gerações. “Você não é destruído em nenhum momento, você viaja de um ponto para outro em um atalho em outra dimensão. Não consigo imaginar alguma coisa ainda neste século, mas de alguma forma vamos chegar lá”, defende o professor.

Som do universo
Entre os mais de mil cientistas que formam o grupo internacional que anunciou a descoberta das ondas nesta quinta, sete são brasileiros, sendo seis do Inpe. O anúncio foi feito em Washington, nos Estados Unidos, acompanhado simultaneamente em 15 países colaboradores. A possibilidade de observar o céu em ondas gravitacionais agora, e não apenas em ondas eletromagnétcias, como a luz, abre a perspectiva de descoberta de fenômenos antes invisíveis para os astrônomos. Agora, é possível escutar o som do universo, que parece com um coração de bebê batendo. “São frequências em ondas gravitacionais que, jogadas em um alto-falante, são possíveis de escutar. As ondas gravitacionais permitem que nós possamos ouvir o universo. Vamos conseguir ouvir coisas que a gente não consegue ver”, explicou Odylio Aguiar.

Experimento
O que os pesquisadores do projeto Ligo (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory) encontraram em seus experimentos essencialmente foram "distorções no espaço e no tempo" causadas por um par de objetos com massas enormes interagindo entre si. Neste caso específico, os cientistas acreditam que o evento observado seja fruto da interação entre dois enormes buracos negros. O Ligo consiste em dois enormes detectores de cerca de 4 km de extensão nos estados de Washington e Louisiana, nos EUA, operando conjuntamente.  O Ligo em si começou a funcionar em 2002, depois de outros experimentos iniciais, e sua sensibilidade vem sendo aprimorada desde então. Só com um aprimoramento maior realizado no ano passado, porém, foi possível detectar um primeiro evento. A colisão de buracos negros registrada pelo projeto foi detectada em 14 de setembro. O custo do projeto Ligo foi estimado em US$ 620 milhões. O projeto foi uma iniciativa conjunta do Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia) e do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Ao longo dos 40 anos que se passaram entre a construção do primeiro detector e a detecção das primeiras ondas gravitacionais, outros centros de pesquisa se juntaram à iniciativa, como o Inpe e o IFT-Unesp (Instituto de Física Teórica da Universidade Estadual Paulista).

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Ativista que luta por brinquedos 'com deficiência' celebra lançamento de Lego cadeirante

  • 14 Fev 2016
  • 15:02h

Personagem cadeirante faz parte de caixa de Lego da linha City (Foto: Reprodução/Promo Bricks)

"Meu coração quase parou! Eu comecei a dançar e a jogar bloquinhos de Lego para o alto, como se fossem confetes!" Foi essa a reação da jornalista e ativista inglesa Rebecca Atkinson ao ficar sabendo que a gigante dinamarquesa Lego estava lançando bonequinhos cadeirantes. Ela vem lutando há quase um ano, com sua campanha #ToyLikeMe ("brinquedo como eu", em tradução livre), para pressionar fabricantes de brinquedos a criar personagens com algum tipo de deficiência. "A mensagem enviada por um Lego em uma cadeira de rodas vai muito além de um bonequinho amarelo de plástico. 

É algo incrivelmente importante porque mostra para as crianças com deficiências que agora elas estão incluídas na sociedade", argumenta Rebecca, em entrevista à BBC Brasil. "Não poderia estar mais feliz, porque venho batalhando para mostrar à indústria de brinquedos que marginalizar 150 milhões de crianças deficientes não é aceitável", acrescenta. Segundo estimativas da Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a Infância, entre 93 milhões a 150 milhões de crianças de zero a 18 anos em todo o mundo possui algum tipo de deficiência. Apresentado pela primeira na Feira de Brinquedos de Nuremberg, no sul da Alemanha, o box integra a coleção "Fun in the Park" ("Diversão no Parque", em tradução livre), da linha City, e vem com 14 bonequinhos, incluindo um cadeirante ─ acompanhado de um cão-guia. O box deve estar à venda no mercado europeu e americano a partir de junho deste ano. Nas lojas brasileiras, ele chegará em novembro, conforme informou a Lego à BBC Brasil.

Sininho de aparelho auditivo
A ideia de Rebecca surgiu ao notar que entre, os brinquedos dos filhos, não havia nenhum representando pessoas com deficiência. Ela conter ter ficado "muito frustrada", já que cresceu usando aparelho auditivo e nunca se viu representada em nenhum lugar. "Não havia pessoas surdas na TV, nos quadrinhos que eu lia e nem nos meu brinquedos", disse ela em uma entrevista anterior à BBC Brasil. A jornalista então se uniu a mães que tinham filhos deficientes, e começaram a postar fotos de brinquedos com deficiências, normalmente feitos de maneira artesanal, que encontravam na internet. Além disso, passaram a adaptar outros usando massinha, fios e materiais simples. Mas o divisor de águas na iniciativa de Rebecca foi a personagem Sininho, a fada de Peter Pan, usando um implante coclear (aparelho auditivo). Ela postou a foto do brinquedo, feito de massinha, nas redes sociais e a imagem viralizou, sendo compartilhada por pais de todos os cantos do mundo cujos os filhos eram surdos ou tinham audição reduzida. Rebecca decidiu então criar a #ToyLikeMe, cuja página no Facebook (https://www.facebook.com/toylikeme) reúne hoje mais e 32 mil seguidores, em 45 países, sendo 1,5 mil só no Brasil. Depois da Sininho, outra campeã de compartilhamentos foi Elsa, princesa da animação infantil Frozen, junto com a hashtag #deafElsa ("Elsa surda", em tradução livre). Há também personagens do Playmobil com cães-guia ou cadeira de rodas, bonecas com problemas de visão e usando bengalas, outras com manchas de nascença, princesas de óculos. Tudo adaptado por Rebecca.

Lutando contra estigmas
Rebecca acredita que personagens assim são importante pois se tornam fontes de inspiração para crianças deficientes ─ segundo ela, ao verem sua boneca favorita usar aparelho, fica mais fácil convencê-los de usar o deles, por exemplo. Além disso, as crianças entendem que não há problema em ser diferente, acrescenta. A jornalista diz ainda que brinquedos desse tipo permitem ao público infantil ter uma representação mais positiva de deficiências, o que ajuda a derrubar velhos preconceitos. O próximo passo da ativista é obter fundos suficientes, por meio de financiamento coletivo, para criar um site que conecte os produtos e os clientes. "Recebo mensagens todos os dias de pais em busca de brinquedos que representem seus filhos. Há produtos feitos de maneira artesanal, mas são difíceis de achar. Por isso, quero reunir as informações sobre esses personagens em um só lugar."

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Estudo aponta que nascimentos de gêmeos dobram em países desenvolvidos

  • 14 Fev 2016
  • 11:00h

(Foto: Reprodução)

A taxa de natalidade de gêmeos quase dobrou nos países desenvolvidos em quarenta anos por causa do adiamento da gravidez e da reprodução assistida, um aumento preocupante, já que esses bebês são mais frágeis - é o que mostra um estudo divulgado na última segunda-feira. "Revisamos todas as estatísticas vitais de países com quadros detalhados para os nascimentos distinguindo os nascimentos múltiplos (gêmeos, trigêmeos, etc.) de 1970 a 2013, 2013 e 2014, segundo os países, explicou à AFP Gilles Pison, professor do Museu de História Nacional e pesquisador do Ined (Instituto Nacional de Estudos Demográficos) da França.Após 35 anos, as poliovulações são frequentes nas mulheres. Paralelamente, cada vez mais casais recorrem à reprodução assistida.

 

Pison e seus colegas holandeses Christiaan Monden (Universidade de Oxford) e Jeroen Smits (Nimègue, Holanda) constataram que o efeito do uso da técnica é, em média, três vezes maior do que o do adiamento da maternidade neste "boom de gêmeos", na base de dados de 32 países, a maioria europeus, mas também a Austrália, o Canadá, os Estados Unidos, a Nova Zelândia. "No entanto, esta média abrange uma grande diversidade de situações", ressaltou Pison. No Japão, o efeito da reprodução assistida é dez vezes mais importante do que a maternidade tardia. Na Polônia, onde a técnica é ainda pouco desenvolvida, interfere em apenas um terço dos nascimentos gemelares. Na Hungria e na Nova Zelândia, o efeito das maternidades tardias e da reprodução assistida são equivalentes. Os pesquisadores também questionaram se este boom de gêmeos iria continuar. "Em um de cada quatro países, as taxas de gêmeos pararam de crescer. Constatamos que há um platô [estabilização], seguido de uma queda", detalhou Pison. No entanto, em três dos quatro países, esse número continua a aumentar, como na França, nos Estados Unidos e no Reino Unido. "Não sabemos se esse aumento vai continuar, mas ele é cada vez mais percebido como uma questão de saúde pública", ressaltou o pesquisador. Isso porque as gestações de gêmeos tendem a ser de maior risco para problemas como diabetes gestacional e depressão pós-parto. Os partos são muitas vezes adiantados e os gêmeos nascem, frequentemente, prematuros com taxas de mortalidade infantil mais elevadas. Diante destes riscos, a prática recomenda a implantação de apenas um embrião. Este estudo foi publicado na revista  científica "População e Desenvolvimento".

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Pesquisadores americanos desenvolvem nova técnica que pode acabar com ‘jet lag’

  • 14 Fev 2016
  • 10:03h

(Foto: Reprodução)

A exposição a flashes de luz fortes e curtos poderia ajudar o cérebro a ajustar o relógio biológico de viajantes e acabar com o ‘jet lag’, aquela sensação de fadiga que acomete pessoas que viajam para lugares com fusos horários muito diferentes. É o que afirma um estudo publicado no periódico científico Journal of Clinical Investigation. Para testar a nova técnica, desenvolvida por pesquisadores da Universidade Stanford, 39 voluntários, com idade entre 19 e 36 anos, ao longo de duas semanas, dormiram e acordaram exatamente no mesmo horário. Em seguida, eles foram divididos em dois grupos e tiveram de fazer o mesmo em um laboratório. Enquanto um grupo foi exposto a uma luz contínua durante uma hora por noite, o outro foi submetido aos flashes rápidos de luz, semelhantes aos de uma máquina fotográfica, pelo mesmo período. Os resultados mostraram que os integrantes do segundo grupo acabaram tendo o sono atrasado em cerca de duas horas na noite seguinte, enquanto no primeiro grupo o retardo foi de apenas 36 minutos. "Esta pode ser uma nova forma de ajustar mais rapidamente as mudanças de fuso horário. Nós descobrimos que a maioria das pessoas consegue dormir normalmente mesmo com os flashes de luz", afirma Jamie Zeitzer, principal autor do estudo. O tratamento também poderia ajudar outros pacientes que sofrem com distúrbios no relógio biológico.

Aedes aegypti transmite doença que pode causar embolia pulmonar e morte em cães

  • 13 Fev 2016
  • 20:03h

(Foto: Reprodução)

Apesar do senso comum, os alvos do mosquito Aedes aegypti não são apenas as pessoas, mas também seres felpudos e de quatro patas. A dirofilariose canina é uma doença que tem entre seus vetores o mosquito transmissor da dengue, do zika vírus e do chikungunya. E a consequência é uma embolia pulmonar que pode levar à morte.  O veterinário André Luís Soares da Fonseca, professor na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), explica que "o Aedes aegypti prefere sangue humano, mas também ataca cães" – momento em que o parasita dilofilaria immitis entra no corpo do animal e passa a se desenvolver em seu coração, podendo atingir até 20 centímetros de comprimento. “É um verme que fica em forma de novelo. O animal infectado chega a abrigar no coração dez larvas ou até mais”, alerta Rodrigo Monteiro, professor do curso de Medicina Veterinária na Universidade Anhanguera. “O parasita se alimenta dos componentes do sangue, nutrientes e proteínas do animal."

 

A partir do momento em que o Aedes aegypti contaminado com a dirofilária pica o cão, o verme é transmitido para o animal, caindo na corrente sanguínea e indo direto ao coração, onde instantaneamente começa a causar danos. Inicialmente de uma dimensão minúscula, capaz de passar pela tromba do mosquito, o verme se desenvolve rapidamente e, em três anos, chega a seu auge, com 20 centímetros, momento em que passa a causar maior estrago ao organismo. Cansaço, dificuldade para se exercitar, tosse e edema pulmonar são alguns dos sintomas. O tratamento, diz Monteiro, é de alto risco, já que o medicamento atualmente disponível mata o verme, mas, por se hospedar nas artérias do coração e até do pulmão, se fragmenta e pode entupir algum capilar do órgão respiratório, causando a embolia pulmonar e levando à morte. Sem ele, no entanto, o animal está fadado a morrer, pois o verme continua a crescer e se desenvolver dentro do coração. “Mas os animais dificilmente morrem por infarto, porque o coração canino consegue se irrigar de forma mais eficaz do que o humano quando alguma artéria está obstruída", ressalta o especialista. "Só que a embolia é ainda mais grave do que o infarto." Apesar de o primeiro vetor da doença ser o mosquito culex, um pernilongo comum, a alta densidade do Aedes no País aumenta o risco de transmissão pela espécie.

Proteger o cão é a melhor maneira de evitar a doença
Monteiro explica que há um medicamento vermífugo que pode ser oferecido mensalmente aos cães que vivem em áreas endêmicas da dirofilariose, mas que ele só vale como método preventivo, quando a infecção pela larva ainda é recente. “Se o cão for picado pelo mosquito infectado, assim que essa larva cair no sangue, automaticamente ele vai morrer”, conta Ribeiro. Ele enfatiza que o medicamento, receitado por médicos-veterinários, é seguro e que há cães tomando-o mensalmente há mais de dez anos, sem registro de efeitos colaterais. Outra forma de prevenir, segundo Fonseca, da UFMS, é passar um inseticida canino nos pelos dos cães, cuja eficácia contra o Aedes aegypti é de 98%, com durabilidade da proteção de 30 dias. A incidência da dirofilariose canina varia de região a região. O litoral norte de São Paulo, o interior do Estado e o Nordeste do País, por exemplo, são algumas áreas com maior número de casos em território nacional. Eliminar criadouros do Aedes aegypti é a forma ideal de impedir que o mosquito nasça e cause danos aos animais e humanos.

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Denúncias de violência contra mulher no carnaval aumentam mais de 200%

  • 13 Fev 2016
  • 16:00h

(Foto: Reprodução)

As denúncias de violência contra a mulher através do Ligue 180 bateram recorde e aumentaram 221% neste ano em relação a 2015. A pedido do Delas, a Secretaria de Políticas para as Mulheres separou os dados das denúnicias de todo o Brasil no período de pré-carnaval e carnaval.  Neste ano, serviço registrou 3.174 relatos de violência entre 01 e 09 de fevereiro. Em 2015, de 10 a 18 de fevereiro, foram registrados 1.158 relatos, segundo relatório da secretaria.  Dentre os relatos de violência registrados em 2016, 50,94% (1.892) foram encaminhados para autoridades policiais e Ministério Público, a pedido da/o denunciante. E do total de relatos de violência registrados neste ano, 51,18% (1.901) corresponderam à violência física; 28,43% (1.056), à violência psicológica; 7,51% (279), ao cárcere privado; 7,16% (266), à violência moral; 3,34% (124), à violência sexual; 2,29% (85) à violência patrimonial; e 0,08% (03), ao tráfico de pessoas.

Experimento vê ondas gravitacionais, fenômeno previsto por Einstein

  • 12 Fev 2016
  • 19:01h

Simulação ilustra colisão de buracos negros como aquela detectada pelo projeto Ligo (Foto: Andy Bohn et al.)

Um consórcio internacional de cientistas anunciou na quinta-feira (11) a primeira a detecção de ondas gravitacionais, um fenômeno previsto pelo físico Albert Einstein há exatos cem anos, mas que nunca havia sido observado. "Nós detectamos ondas gravitacionais. Nós conseguimos", afirmou David Reitze, diretor do projeto, em uma entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (11) em Washington. O que os pesquisadores do projeto Ligo (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory) encontraram essencialmente foram "distorções no espaço e no tempo" causadas por um par de objetos com massas enormes interagindo entre si. Nesse caso específico, os cientistas acreditam que o evento observado seja fruto da interação entre dois enormes buracos negros.

 

Quando elaborou sua teoria da Relatividade Geral, Einstein postulou que a gravidade é uma força de atração que age distorcendo o espaço e o tempo -- ou o espaço-tempo, que é uma entidade única. Interações gravitacionais muito poderosas e rápidas, afirmava, seriam capazes de produzir ondas, assim como a luz é uma onda proveniente de interação eletromagnética entre dois objetos. A detecção de ondas gravitacionais, porém, requer aparelhagem capaz de perceber oscilações muito mais sutis do que a luz. O Ligo consiste em dois enormes detectores de cerca de 4 km de extensão em nos estados de Washington e Louisiana, nos EUA, operando conjuntamente. O custo do projeto foi estimado em US$ 620 milhões. O projeto foi uma iniciativa conjunta do Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia) e do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Ao longo dos 40 anos que se passaram entre a construção do primeiro detector e a detecção das primeiras ondas gravitacionais, outros centros de pesquisa se juntaram à iniciativa. O Ligo em si começou a operar em 2002, depois de outros experimentos iniciais, e sua sensibilidade vem sendo aprimorada desde então. Só com um aprimoramento maior realizado no ano passado, porém, foi possível detectar um primeiro evento. A colisão de buracos negros registrada pelo projeto foi detectada em 14 de setembro. Cada um dos dois objetos pesava cerca de 30 vezes a massa do Sol, e o fenômeno ocorreu a 1,3 bilhão de anos-luz. No Brasil, físicos do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e do IFT-Unesp (Instituto de Física Teórica da Universidade Estadual Paulista) participaram do projeto.

Nobel à vista
A magnitude do projeto e a importância das ondas gravitacionais para a copreensão atual da física sobre a natureza do espaço são fatores que devem pesar na concessão de um prêmio Nobel aos físicos que elaboraram o experimento. Entre os nomes a serem apontado provavelmente estão Kip Thorne, do Caltech, e Rayner Weiss, do MIT, idealizadores da tecnologia por trás do usada no experimento. Weiss esteve presente na entrevista coletiva explicando como conseguiu isolar as oscilações do "Nós precisávamos de uma precisão de 10 elevado a -18, o que é um milésimo do tamanho do núcleo de um átomo", afirmou. "É como você pegar um metro e dividir por um milhão, três vezes seguidas." Thorne, do Caltech, também compareceu ao anúncio em Washington, e explicou como foi a colisão de buracos negros que gerou as ondas gravitacionais detectadas pelo Ligo. "Isso foi como uma tempestade que durou apenas 25 milissegundos, mas muito poderosa", afirmou. "A taxa de energia liberada pelo evento foi 25 vezes maior do que o poder de todas as estrelas do Universo juntas. Como o evento foi muito breve, porém, a força total do evento não foi muito grande, e era equivalente 'apenas' à destruição de três sóis." O terceiro criador do Ligo, Ronald Drever, do Caltech, não compareceu ao anúncio por problemas de saúde.

Tecnologia de precisão
O Ligo é composto de interferômetros, que essencialmente são conjuntos de espelhos e filtros de luz desviando feixes de laser até um detector. As ondas gravitacionais são percebidas por meio das sutis vibrações que causam no espaço-tempo, fazendo os espelhos oscilarem. Como os componentes de cada interferômetro estão afastados por mais 4 km de distância, uma ínfima vibração nos espelhos faz a frequência do laser se desalinhar, revelando o sutil efeito das ondas gravitacionais sobre esses objetos. Para evitar que o experimento sofresse com a vibração e ruido normal presentes no solo, os cientistas construíram os interferômentros em um sofisticado sistema de pêndulos para absorver esses impactos. Para evitar que ruído fosse considerad sinal, o Ligo construiu dois interferômetros muito distantes um do outro, um em Washington e outro na Louisiana. Assim, os cientistas sabiam que se ambos capturassem o mesmo sinal sob uma determinado intervalo de tempo, a detecção dificilmente poderia ser atribuída a vibrações espúrias. O experimento operou inicialmente de 2002 a 2010, porém sem captar nenhum sinal. Depois de aprimoramentos feitos para aumentar sua sensibilidade, porém, o Ligo capturou um evento interessante, poucos dias depois de ter sido religado.

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Indonésia proíbe emojis gays em aplicativos de mensagem

  • 12 Fev 2016
  • 18:01h

Emojis gays são proibidos na Indonédia (Foto: Reprodução/ Emojipedia)

As autoridades indonésias pediram aos operadores que propõem aplicativos de mensagens instantâneas a supressão de todos os emojis e pictogramas LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais), uma nova ofensiva contra a homossexualidade no país muçulmano mais populoso do mundo. Estes emojis representam casais do mesmo sexo de mãos dadas e a bandeira do arco-íris, utilizada normalmente para simbolizar a comunidade LGBT, e se encontram disponíveis nos aplicativos LINE e Whatsapp, assim como nas redes sociais Facebook e Twitter. "Conteúdos como esses não estão autorizados na Indonésia em virtude de nossos princípios culturais e normas religiosas, e os operadores devem respeitá-los", declarou nesta sexta-feira (12) à agência France Presse um porta-voz do ministério da Comunicação e Informação, Ismail Cawidu. Os conteúdos pró-LGBT são especialmente preocupantes, já que sua apresentação em emoticons ou pictogramas podem atrair as crianças, explicou Cawidu, para quem "estas coisas podem ser consideradas algo normal em alguns países ocidentais, mas na Indonésia isso é praticamente impossível". O ministério contactou, neste sentido, todas as companhias que propõem estes conteúdos, especialmente Facebook e Twitter, para pedir sua retirada. Se elas desrespeitarem a diretriz, podem ser proibidas em seu território. O LINE Indonésia já retirou seus emojis gays de suas lojas on-line e publicou uma pedido de desculpas. "A LINE lamenta os incidentes vinculados a alguns pictogramas que são considerados sensíveis para muita gente", afirma. Embora a homossexualidade não seja ilegal na Indonésia, é um assunto controverso.

Sorrir ajuda a melhora dor dente, aponta estudo

  • 09 Fev 2016
  • 15:02h

(Foto: Reprodução)

Sorrir entre amigos ajuda a combater a dor de dente. Um estudo britânico publicado no Proceedings of the Royal Society B, da Academia de Ciências da Grã-Bretanha, aponta que o riso provoca um esforço muscular repetido na tentativa de respirar e recuperar fôlego, que causa a liberação da endorfina. A substância ligada ao prazer, relaxamento, que pode aliviar sinais de dor e estresse. O hábito de rir pode ajudar pessoas que tem dores de dente crônicas. O estudo revela que apenas 15 minutos de risadas são capazes de aumentar o nível de tolerância à dor em cerca de 10%. Além disso, especialistas admitem que desviar o foco da dor com situações ou sensações de prazer e relaxamento realmente colaboram para a diminuição desse incômodo. Entretanto, ressaltam que hábitos saudáveis e relaxantes não substituem remédios uma avaliação periódica de um dentista para identificar a causa das dores.

Confira sete aplicativos que ajudam você a encontrar seu smartphone roubado

  • 09 Fev 2016
  • 09:03h

(Foto: Reprodução)

Comprou um celular novo e está doido para aproveitar as mil opções? Fique atento aos seus recursos de segurança, já que roubos e perdas de smartphones acontecem todos os dias, principalmente em períodos de festa. Selecionamos 7 apps para Android imprescindíveis para quem não quer perder o celular de vista. Eles podem ajudar em casos de perda ou roubo, localizando o smartphone via GPS por serviços online, e até limpando os dados do cartão de memória do dispositivo remotamente. 

 

 

1. Prey Anti-Theft

Prey é um dispositivo anti-furto gratuito e de código aberto compatível com Windows, Mac, Linux, iOS e Android. Ele envia relatórios imagens e dados de uso do computador roubado. O aplicativo é muito leve, tem pouco mais de 2 MB e, depois de ser instalado, roda escondido no computador.  Caso ele seja roubado ou perdido, o usuário pode acessar um painel de controle no site do Prey e marcar o dispositivo como perdido.O programa passa, então, a enviar relatórios periódicos com as informações que o usuário solicita. Entre os dados disponíveis estão a localização do aparelho (rastreado por GPS ou Wi-Fi), screenshot, foto da câmera, informações sobre a rede e programas executados. Ainda dá para bloquear o uso do dispositivo com senha e fazer soar um alarme no melhor estilo Car System.

2. Android Lost
O Android Lost é um aplicativo gratuito que controla o celular remotamente. E ele faz de tudo: bloqueia o celular, limpa dados, localiza pelo GPS, controla a câmera, acessa mensagens de texto, dispara um alarme, programa o envio de mensagens de texto, entra várias outras coisas. Além da variedade de recursos, outra característica que impressiona é a rapidez. Ações como ativar ou desativar o GPS e o Wifi, fazer soar o alarme ou exibir uma mensagem na tela demoram poucos segundos para ser executadas quando celular está numa rede Wi-Fi e, mesmo no 3G, o tempo não aumenta tanto. 

3. Wheres My Droid
O Wheres My Droid permite rastrear smartphones Android perdidos ou roubados pela internet. Além de oferecer opções para encontrar o smartphone, o Wheres My Droid também permite emitir sons e enviar mensagens de texto para o celular perdido. Ele também conta com proteção por senha para impedir que os aplicativos instalados tenham alguma alteração. A versão paga do do app ainda oferece opções para bloquear e limpar o cartão SD e os dados do telefone remotamente.

4. Locate My Droid
O Locate My Droid permite consultar a localização de seu smartphone Android pela internet. Com ele, é possível rastrear o celular do navegador em tempo real e em todo o mundo. Para que o aplicativo comece a funcionar, é preciso que o usuário ative o serviço no smartphone após a instalação.

5. Lookout Mobile Security
O Lookout Mobile Security é, sobretudo, um app de segurança. Ele faz varredura depois da instalação de qualquer aplicação, verifica qualquer download do Android Market, além de executar varredura manual e permitir o agendamento da rotina.A versão gratuita se encarrega do backup dos contatos no serviço Mylookout.com. Na opção paga é possível guardar também fotos e histórico de ligações, assim como contar com alguns recursos antirroubo.

6. Plan B
O Plan B foi criado pelos mesmos desenvolvedores do app Lookout Mobile Security e funciona como um “Find my iPhone” no Android. O aplicativo se destaca por ser o primeiro app que pode ser instalado depois do roubo ou perda do smartphone. Assim, o usuário que tem seu celular roubado pode instalar o Plan B e receber a localização dele por e-mail.Os passos para instalar o Plan B são bem simples.  Através da loja de aplicativos Google Play, o usuário instala o aplicativo utilizando sua conta. O aplicativo será automaticamente executado e enviará a localização do smartphone para o Gmail do internauta. Utilizar o aplicativo é bem simples. Contudo, é preciso ter contas no Android Market e Gmail para que ele funcione.

7. ZoeMob
O ZoeMob, antigo CeluLoc, traz a maior gama de recursos para ajudar na recuperação do smartphone e para outros usos.Além de mostrar o aparelho no mapa, é possível receber alertas quando um smartphone saiu de determinada área do mapa, o que pode ser útil para detectar sequestros ou para monitorar crianças.  Também dá para eliminar todos os dados do aparelho remotamente. Não é preciso ter medo de perder tudo por acidente, já que o próprio ZoeMob faz o backup periódico desses dados.O programa ainda guarda todas as chamadas efetuadas no smartphone, assim como mensagens SMS trocadas. Para completar o monitoramento total do aparelho, há o recurso Callback. Ele força o smartphone a ligar para um número indicado pelo dono. Com isso, é possível ouvir o que se passa ao redor do aparelho.


 

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Um ovo antes e um depois de beber ajudam a evitar e combater a ressaca

  • 08 Fev 2016
  • 19:04h

(Foto: Reprodução)

Comer um ovo antes e um ovo depois da bebedeira pode ajudar a evitar e também combater os sintomas da ressaca. O ovo possui uma proteína capaz de auxiliar o organismo a reverter o processo de intoxicação, provocado pela ingestão de álcool. A dica é da nutricionista Alline Cristina Schuncke, da Vitallin Alimentos. Segundo ela, comer um ovo frito antes de consumir bebidas alcoólicas ajuda a preparar o organismo para receber a substância. "Essa não é a forma mais saudável de consumir o ovo porque é mais gordurosa", admite. Mas tem o efeito desejado. "Ingerir gordura antes de beber ajuda a diminuir os sintomas da ressaca, pois a gordura demora a ser digerida no organismo e, consequentemente, vai fazer com que a absorção do álcool também seja mais lenta", explica.

 

No dia seguinte, quando o corpo apresenta os sintomas da ressaca --dor de cabeça, náuseas, desidratação--, a dica é comer o ovo cozido. "A digestão fica prejudicada, então é essencial evitar alimentos gordurosos", diz Alline. Famosos como a chef de cozinha e apresentadora britânica, Nigella Lawson, já adotaram a ingestão do ovo para combater o mal-estar causado pelo consumo de álcool. É que o ovo possui um aminoácido chamado cisteína, essencial na produção da glutationa, molécula importante no processo de desintoxicação do fígado. Segundo a nutricionista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Mirian Martinez, quando ingerimos álcool, componentes tóxicos se formam no fígado. "A primeira fase da metabolização do álcool produz uma substância chamada acetaldeído. É ela quem causa a dor de cabeça e as náuseas que sentimos após a bebedeira", diz. A nutricionista afirma que o corpo produz glutationa para quebrar o acetaldeído. "Mas, dependendo da quantidade de álcool ingerido, o organismo não dá conta. O ovo ajudaria nessa produção", diz. Ela afirma ainda que há fundamento científico para essa propriedade do ovo, mas que não se tem notícia de testes e pesquisas relacionadas ao assunto. Os especialistas são unânimes ao afirmar que não se deve consumir o ovo cru. "O ovo cru não deve ser consumido em nenhuma situação, considerando a possibilidade de contaminação por Salmonella. A bactéria destruída durante o aquecimento do alimento", afirma a nutricionista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Cintya Bassi. Além do ovo, há uma gama de alimentos capazes de auxiliar o organismo no processo de desintoxicação do fígado. "É importante consumir alimentos ricos em carboidrato para fornecer energia ao fígado, que precisa trabalhar mais para desintoxicar o organismo. Além disso, é preciso evitar alimentos ricos em gordura, para não sobrecarregar o órgão. Os alimentos que ajudam a desintoxicar são as frutas, especialmente cítricas, vegetais como agrião e couve. Os peixes também auxiliam na eliminação de toxinas", aponta Cintya Bassi. Ela afirma, no entanto, que a principal recomendação para a "cura" da ressaca é a ingestão de água. "O álcool tem função diurética, estimulando a expulsão da água mesmo em condições onde há pouco líquido no organismo, provocando desidratação, responsável pelos piores sintomas da ressaca", explica.

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Estrutura de trio cai sobre músico do bloco Cheiro

  • 08 Fev 2016
  • 08:09h

(Foto: Reprodução)

Vina Calmon, vocalista da banda Cheiro de Amor, foi obrigada a parar o bloco na curva que dá acesso ao circuito oficial do carnaval em Salvador, na tarde deste domingo(7/2), por causa de uma estrutura do teto do trio que caiu sobre um dos músicos. O rapaz ficou cerca de 5 minutos no chão e levantou com uma bolsa de gelo no lado direito do rosto. Após a situação normalizada, a cantora baiana seguiu puxando o bloco pelo segundo ano, no circuito Osmar, o que repetirá nessa segunda-feira (8). Já na terça, o desfile será no circuito Dodô (Barra/Ondina). Vina Calmon já tem como marca o uso de fantasias ousadas para desfilar na folia. E neste domingo (7), ela veio com um figurino com cordinhas douradas por cima de uma peça semelhante a um biquíni. Este ano, o bloco Cheiro, que está há mais de 35 anos na rua, volta a fazer sua tradicional volta completa na avenida.

3 dicas simples e efetivas para vencer as olheiras

  • 07 Fev 2016
  • 19:02h

(Foto: Reprodução)

A aplicação do corretivo nas olheiras parece fácil, mas não é. Alguns truques e até a maneira de passar o produto interferem no resultado. A revista Claudia publicou três dicas simples para não errar mais. Confira:1. Invista em agentes clareadores Pergunte ao seu dermatologista qual é a melhor opção para você, mas atvios como arbutina, ácido kójico, vitamina C, interferem na produção da melanina e atenuam bem o problema – quando ela é causado pela hiperpigmentação. Um especialista poderá indicar se um cosmético pronto um uma fórmula para manipulação. 2. Use um primer coloridoSe a olheira for arroxeada, escolha um primer amarelo e aplique antes do corretivo. Este tom é capaz de neutralizar a coloração escura sob os olhos. “Use o primer apenas em quantidade suficiente para cobrir a área mais escura, sem exagerar na dose”, ensina a maquiadora Monique Couto, do Studio W Iguatemi, em São Paulo. 3. Escolha um corretivo cremosoEsta é a versão com maior aderência na pele e, portanto, com maior poder de cobertura. Aplique com os dedos ou com pincel específico, de dentro para fora.4. Valorize (a parte de cima dos) seus olhosCaprichar no make da parte superior dos olhos – cílios e pálpebras – é um truque e tanto para desviar a atenção do problema embaixo (as olheiras). Use tudo o que tem direito: curvex, máscara para cílios, lápis de olho, côncavo marcado e sombra cintilante rente às sobrancelhas para iluminar.