BUSCA PELA CATEGORIA "Curiosidades"

'Spotlight' leva Oscar de melhor filme e DiCaprio finalmente conquista estatueta

  • 29 Fev 2016
  • 10:38h

(Foto: Reprodução)

O momento mais esperado da noite e a maior emoção na 68.ª festa do Oscar, que se encerrou na madrugada desta segunda (29), foi o prêmio de melhor ator. Leonardo DiCaprio polarizou as apostas do ano, finalmente vencendo em sua quinta tentativa, pelo papel como Hugh Glass em O Regresso, de Alejandro González-Iñárritu, que ganhou seu segundo prêmio consecutivo como melhor diretor.

Maior meteoro a alcançar a Terra desde 2013 caiu a mil quilômetros da costa brasileira

  • 28 Fev 2016
  • 12:00h

(Foto: Reprodução)

O maior meteoro a alcançar a terra nos últimos três anos explodiu sobre o oceano Atlântico, a cerca de mil quilômetros da costa do Brasil. Segundo a BBC, o evento aconteceu no último dia 6 de fevereiro, mas foi divulgado apenas esta semana. A rocha espacial se desintegrou na atmosfera, liberando 13 mil toneladas de TNT. Este foi o maior evento do tipo desde o meteoro que explodiu sobre a cidade de Chelyabinski, na Rússia, em fevereiro de 2013. Ele liberou 500 mil toneladas de TNT e deixou aproximadamente mil pessoas feridas, especialmente em razão de estilhaços de vidro. A bola de fogo que se desintegrou na atmosfera terrestre no início do mês acabou passando despercebida por ter caído no meio do oceano, a cerca de 30 quilômetros de altitude. Ainda de acordo com a BBC, a Nasa estipula que 30 pequenos asteroides entram na atmosfera da Terra a cada ano, mas a maioria atinge áreas não habitadas.

Você come rápido? Saiba que isso pode causar diabetes

  • 28 Fev 2016
  • 09:03h

(Foto: Reprodução)

Recentemente, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade Dokkyo, do Japão, conduziram um estudo para analisar como a velocidade na ingestão de alimentos pode influenciar no surgimento ou agravamento do diabetes. O estudo analisou cerca de 9 mil membros da comunidade, com idades entre 40 e 75 anos, que não apresentavam síndrome metabólica em 2008, ou seja, a combinação de 3 fatores comoresistência à insulina, valores baixos de HDL (colesterol bom) e elevados de LDL (colesterol ruim), além de níveis aumentados de triglicérides e ácido úrico. Os investigadores seguiram com a pesquisa até 2011 para determinar como a velocidade da alimentação e o aumento da incidência da síndrome metabólica estavam relacionados. E como resultado, encontraram uma relação significativa entre a rápida ingestão de alimentos, o colesterol HDL (bom) e a circunferência da cintura.  Ou seja, aquela velha história de comer devagar, mastigar no mínimo uma quantidade certa de vezes tem uma razão científica, podendo ser uma opção de vida importante para a prevenção da síndrome metabólica, assim como fazem os sábios japoneses.

Por Renata Branco

Gás carbônico pode ser reciclado? Cientistas encontram caminho possível

  • 27 Fev 2016
  • 20:03h

(Foto: Reprodução)

Encontrar uma forma de transformar em material útil o CO² eliminado por fábricas, carros e outras fontes tem sido uma solução perseguida por cientistas ao redor do mundo. Pesquisadores chineses conseguiram reduzir a energia necessária para transformar o dióxido de carbono em combustível líquido. O processo de redução do CO², publicado em artigo na revista Nature, ocorre com ajuda de eletricidade e de um eletrodo de cobalto/óxido de cobalto que funciona como catalisador. "Fizeram modificações no eletrodo de cobalto metálico, possibilitando a redução eletroquímica do CO² para o formato, que é muito utilizado na indústria como matéria-prima para outros produtos químicos", comenta Ana Flávia Nogueira, pesquisadora da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), que há quatro anos pesquisa como fazer um processo parecido usando energia solar.

É viável para reduzir o gás carbônico na atmosfera?

Uma descoberta viável de ser aplicada em escala industrial seria capaz de reduzir a emissão de um dos principais gases do efeito estufa e ainda geraria lucros ao transformá-lo em um produto com alto valor agregado. Esse tipo de estudo começou a ser feito no mundo há cerca de uma década e o que existe hoje são projetos em escala de laboratório ou, no máximo, projetos-pilotos. Neste caso, a matéria-prima gerada pode ser ácido fórmico e até metano. O tempo para que uma pesquisa dessa se torne viável em grande escala é "totalmente incerto", segundo a pesquisadora. "Depende de investimento e vai ganhar a alternativa de melhor custo-benefício".  A professora explica que, para fazer a redução do gás carbônico, gasta-se muita energia, mas neste estudo eles conseguiram baixar bastante o quanto de energia você precisa para realizar essa reação química. A eletrólise, usada para fazer a redução, é um processo análogo ao usado para produzir alumínio a partir da alumina.  "A redução do CO² para o formato já é bem conhecida e o cobalto é um metal bem estudado, o interessante do trabalho deles é que conseguiram um desempenho maior na redução do CO²", diz.

Material abundante na natureza

De acordo com o estudo, ainda não está claro o mecanismo eletrocatalítico na superficie desses óxidos, principalmente as características microestruturais como interfaces e defeitos, o que torna a redução difícil de controlar ainda. A oxidação parcial das camadas atômicas aumentou a atividade, o que permitiu aplicar um sobrepotencial de 0,24 volts, menor do que foi atingido anteriormente. Na pesquisa, é importante procurar materiais que são abundantes na natureza, como cobre ou ferro, explica a pesquisadora.  Para que esse tipo de solução se torne realidade, não basta otimizar materiais e gasto de energia, é preciso fazer com que as estruturas sejam compatíveis com as indústrias, acoplados em chaminés, por exemplo. "É preciso levar esse material para o sítio que está gerando CO². Teria que ser projeto de parceria com empresas, com investimento delas", diz Ana Flávia. Ela cita como exemplo indústrias que fabricam gás cloro e já tem uma planta que produz o cloro para fazer o PVC. O cloro é gerado em uma planta e já é usado gerado para fazer o polímero, plástico em outra.

Como é usada a energia solar?

Ana Flávia explica que, na Unicamp, em vez de se usar exclusivamente eletrólise para reduzir o CO² como no estudo da Nature, aplica-se a luz do sol sobre um material desenvolvido por eles. "Em um recipiente de teflon fechado, com um vidro de quartzo em cima, coloca-se CO², água e o material que desenvolvemos. Posto no sol ou em um  simulador solar, funciona como meu reagente, uso sol como fonte de energia", explica. Além disso, os pesquisadores brasileiros trabalham com o design de novos materiais que tenham melhores propriedades catalíticas.

CONTINUE LENDO

Bill Gates pede ajuda dos jovens para mudar o mundo

  • 27 Fev 2016
  • 19:04h

(Foto: Reprodução)

A Fundação Bill e Melinda Gates divulgou nesta semana sua carta anual, voltada para os estudantes de ensino fundamental e médio de todo o país. Em 2016, a fundação chama atenção para dois grandes problemas do mundo atual: falta de energia e desigualdade de gênero. "A pobreza não é apenas a falta de dinheiro. É a ausência dos recursos que permitem realizar o seu potencial. Os dois mais críticos são tempo e energia", explica Gates na carta. Atualmente, mais de um bilhão de pessoas no mundo vivem sem eletricidade. O valor é correspondente a 18% da população do mundo. "Se nós realmente queremos ajudar as famílias mais pobres do mundo, precisamos encontrar uma maneira de levar até eles uma energia barata e limpa. Barata, porque todo mundo deve ser capaz de pagar. Limpa porque não deve emitir qualquer dióxido de carbono, o que está impulsionando mudanças climáticas", conta o fundador da Microsoft.

 

Segundo Gates, é preciso um "milagre" da tecnologia para completar a missão. "Quando eu digo 'milagre', não quero dizer algo que é impossível. Eu vi os milagres acontecem antes. O computador pessoal. A Internet. A vacina contra a poliomielite. Nenhum deles aconteceu por acaso. Eles são o resultado de pesquisa e desenvolvimento e a capacidade humana de inovar", afirma, deixando bem claro que qualquer ideia - até as menos prováveis - pode ajudar a resolver o problema. "Você pode ter a solução", explica. Melinda Gates aproveitou a carta anual para defender a igualdade dos gêneros em todos os setores. De acordo com dados da fundação, globalmente, as mulheres gastam, em média, 4,5 horas em um trabalho não remunerado, mais do que o dobro de um homem. "A menos que as coisas mudem, as meninas hoje vão gastar centenas de milhares de horas a mais do que os rapazes em um trabalho não remunerado, simplesmente porque a sociedade assume que é a sua responsabilidade", conta Gates. "O enorme número de horas essas meninas gastam com essas tarefas distorce suas vidas inteiras. É quase impossível para quem tem a sorte de viver em países ricos entender como trabalho não remunerado domina as vidas de centenas de milhões de mulheres e meninas", afirma. Segundo Melinda, essa diferença gera o custo de oportunidade, ou seja, muitas mulheres perdem a chance de realizar bons trabalhos porque estavam se dedicando às tarefas não remuneradas.  "Que metas incríveis você realizaria com uma hora extra todos os dias? Ou, no caso de meninas em muitos países pobres, cinco ou mais horas? Há muitas maneiras de responder a esta pergunta, mas é óbvio que muitas mulheres iriam gastar mais tempo com o trabalho remunerado, iniciar negócios, ou de outra forma contribuir para o bem-estar econômico das sociedades em todo o mundo", conta Melinda.

Leia a carta na íntegra:

"Começamos a carta deste ano fazendo uma pergunta: se você pudesse ter um superpoder, qual seria?
Sonhar em ler mentes, ver através das paredes, ou ter uma força sobre-humana pode parecer bobagem, mas isso diz muito sobre o que realmente importa em sua vida. 
Todos os dias no nosso trabalho, somos inspirados pelas pessoas que encontramos fazendo coisas extraordinárias para melhorar o mundo.
Todas elas têm aproveitado para um tipo diferente de superpoder que todos nós possuímos: o poder de fazer a diferença na vida dos outros.
Nós não estamos dizendo que todos precisam dedicar suas vidas aos pobres. Muita gente é ocupada o suficiente fazendo lição de casa, praticando esportes, fazendo amigos e perseguindo seus sonhos. Mas nós pensamos que você pode viver uma vida mais poderosa quando você dedicar um pouco do seu tempo e energia para algo muito maior do que você mesmo. 
Encontre um problema que te interessa e aprenda mais sobre ele. Seja voluntário ou, se você puder, doe um pouco de dinheiro para uma causa. Faça o que fizer, não seja um espectador. Envolva-se. Você pode ter a oportunidade de fazer algo de maior impacto quando for mais velho. Mas por que não começar agora?
A nossa própria experiência de com a saúde, o desenvolvimento e a energia nas duas últimas décadas tem sido uma das partes mais gratificantes de nossas vidas. Ela transformou quem somos e continua a alimentar o nosso otimismo sobre o quanto as vidas das pessoas mais pobres vai melhorar nos próximos anos.
Sabemos que é uma experiência que vai mudar a sua vida também. Você vai ser como Clark Kent, não com um par de meias e uma capa, mas com superpoderes que você nunca soube que tinha".

CONTINUE LENDO

México reconhece cachaça como produto brasileiro

  • 27 Fev 2016
  • 14:03h

(Foto: Reprodução)

Os governos do Brasil e do México anunciaram a conclusão das negociações para o reconhecimento da denominação de origem da cachaça e da tequila. Na prática, o acordo garante que a cachaça vendida no México só poderá levar no rótulo o nome da bebida se for feita no Brasil. O mesmo vale para a tequila comercializada no Brasil. Chamado de “acordo cachaça-tequila”, a negociação visa proteger os países de concorrentes que queiram se beneficiar da reputação dessas duas bebidas.

Facebook pode ser porta para ataques virtuais: saiba usar a rede com segurança

  • 25 Fev 2016
  • 18:04h

(Foto: Reprodução)

O Facebook lidera com folga a concorrência entre as redes sociais. De acordo com dados da empresa, em dezembro de 2015, a empresa contava com uma média diária de 1,04 bilhão de usuários ativos publicando, compartilhando, curtindo e trocando mensagens com amigos. Como em qualquer programa do tipo, é preciso estar atento à privacidade quando usamos o Facebook. Faça o login apenas em páginas e aplicativos oficiais e use senhas fortes com letras, números e símbolos. A rede social também possui diversos recursos para manter sua conta protegida. Para ajudar os usuários, o iG criou uma lista com itens que tornarão seu perfil mais seguro:

 

1) Conteúdo das publicações

O usuário precisa tomar cuidado com o que está postando. André Munhoz, gerente da Avast para o Brasil, sugere que o usuário pense duas vezes ao publicar ou compartilhar algo no Facebook. "Nas rede sociais, sempre tome cuidado com o que você está postando", afirma. Após a exibição do conteúdo no Facebook, o usuário não tem mais controle sobre quem visualizará a publicação. É importante lembrar que mesmo que o autor exclua uma postagem do seu perfil, ela ainda continuará sendo vista em outros perfis caso alguém tenha compartilhado a mesma publicação.

2) Opções de privacidade

O Facebook permite que milhões de pessoas sejam atingidas por meio de um clique. Por isso, é importante adotar medidas para preservar a privacidade do usuário. O Facebook possui um recurso para definir quem pode ver as postagens. Para acessar as configurações, abra o menu do Facebook – a seta presente no canto direito da barra azul – e escolha a opção Configurações. Depois disso, clique em Privacidade. No aplicativo para dispositivos móveis, utilize o menu – o ícone com três traços horizontais – e escolha a opção Atalhos de Privacidade para definir o que os outros usuários verão em seu perfil. "As pessoas têm que tomar cuidado e sempre dar uma verificada na sua configuração de privacidade", explica Munhoz.

3) Solicitações de amizades de desconhecidos

Antes de aceitar a solicitação de amizade de alguém que você não se lembra, mande uma mensagem para perguntar de onde vocês se conhecem. Alguns cibercriminosos utilizam perfis falsos para levantar informações que o usuário compartilhou na rede social e aplicar golpes. Para tentar evitar o recebimento de solicitações de amizade de desconhecidos, o Facebook oferece um recurso onde apenas pessoas ligadas aos seus amigos poderão entrar em contato com você. No computador, utilize o menu do Facebook e selecione a opção Configurações. Em seguida, clique em Privacidade. Se desejar fazer a mudança pelo aplicativo, clique sobre o menu e selecione a opção Atalhos de Privacidade.

4) Recursos extra de segurança

O Facebook possui alguns recursos para o usuário ter mais segurança. Uma delas é o alerta de login: caso alguém se conecte à sua conta a partir de um dispositivo diferente, a rede social envia um alerta pelo aplicativo e por e-mail para confirmar se o dono da conta realmente realizou o login. O usuário também pode habilitar a aprovação de login sempre que ele acessar o Facebook em um novo dispositivo. A verificação pode ser feita por meio de mensagens SMS ou pelo gerador de códigos do Facebook. Outra ferramenta permite analisar quais são os navegadores e aplicativos mais utilizados pelo usuário e onde ele está conectado atualmente. O Facebook exibe o tipo de dispositivo utilizado e em qual cidade e horário o login foi feito. Para habilitar os recursos de segurança, utilize o menu do Facebook no computador e clique em Configurações. Em seguida, selecione a opção Segurança.

5) Tome cuidado com os check-ins

Quando o usuário decide fazer um check-in, o Facebook utiliza o GPS do dispositivo para determinar o local da postagem. É importante pensar sobre quem poderá ver seus check-ins. Para Fábio Assolini, analista sênior de segurança na Kaspersky Lab Brasil, esse tipo de publicação pode ser perigosa, pois o usuário não sabe lidar com o alcance das informações que está expondo no Facebook. "Você está tornando público para as pessoas onde você vai. Não é bom você se expor demais nas redes sociais", afirma. Uma forma de se certificar que apenas conhecidos verão o check-in é alterar as opções de privacidade do seu perfil.

6) Sites e aplicativos integrados

Para simplificar a vida do usuário, sites e aplicativos permitem que o usuário faça o login com a conta do Facebook. Antes de terminar o login, o serviço exibirá uma tela do Facebook com as permissões que o usuário está passando. É preciso tomar cuidado com o tipo de informação que este serviço terá acesso e que tipo de ações ele poderá tomar em seu nome. Além disso, caso este serviço seja vítima de um ataque virtual, o usuário será menos prejudicado se tiver fornecido apenas informações básicas. Para José Matias Neto, diretor para suporte técnico da Intel Security, o erro não está em utilizar o login do Facebook em apps de terceiros. "O problema é que esse aplicativo vai se inserir na sua rede social e ter acesso a determinadas informações dentro do seu perfil". Para verificar quais aplicativos estão conectados à conta, acesse o Facebook pelo computador, escolha a opção Configurações dentro do menu e, na página seguinte, selecione Aplicativos. Todo serviço integrado à conta tem acesso a informações básicas como nome, foto do perfil, foto de capa, idade e gênero. Ao passar o mouse sobre cada aplicativo, o Facebook exibe opções para editar as permissões e remover o serviço.

7) Links suspeitos

Alguns cibercriminosos realizam ataques por meio de links com ofertas boas demais para ser verdade. Entretanto, os links podem induzir o usuário a acessar sites suspeitos ou baixar arquivos contendo vírus. Para Munhoz, como os usuários ficaram mais atentos a ataques com links e anexos falsos no e-mail, os cibercriminosos passaram a utilizar as redes sociais para efetuar ataques virtuais. "O Facebook se tornou uma porta de acesso ao computador do usuário", afirma. Antes de clicar em qualquer link, leve em consideração o autor e o conteúdo da mensagem. Em caso de imagens, também é importante verificar a extensão do arquivo. A sugestão do Facebook é tomar cuidado com arquivos que parecem imagens mas terminam com .exe, .rar ou .zip.

CONTINUE LENDO

TV Globo decide acabar com o Programa do Jô no final deste ano

  • 22 Fev 2016
  • 13:04h

(Foto: Reprodução)

O programa de Jô Soares vai acabar no final deste ano. A temporada que estreia em março será a última, segundo publicou nesta segunda-feira (22) o colunista Daniel Castro, do UOL. Segundo a publicação, a decisão foi anunciada na última quinta (18) em reunião da cúpula da Globo. A decisão foi comunicada por Ricardo Waddington, diretor responsável por atrações como o Amor & Sexo, Domingão do Faustão e Altas Horas. O futuro do apresentador e humorista, de 78 anos, ainda não foi discutido. Jô Soares tem contrato com a Globo até o final deste ano. Segundo o colunista, a TV Globo já trabalha em um projeto de talk show com Marcelo Adnet para substituir o Programa do Jô. A atração deve estrear no segundo semestre antes do Jornal da Globo. Ainda segundo a publicação, o novo programa de Adnet terá banda, esquetes e sofá, mas receberá apenas um convidado por edição. Um piloto foi gravado com o ator Mateus Solano.

 

Facebook afeta o cérebro de forma semelhante a cocaína, revela estudo

  • 21 Fev 2016
  • 20:03h

(Foto: Reprodução)

O Facebook pode ter efeitos similares ao do vício em cocaína no cérebro, revelou um estudo realizado pela California State University. Um total de 20 estudantes foram convidados pelo professor Ofir Turel a preencher um questionário que avaliou os sintomas causados durante o uso da rede social. Através de monitoramento foi possível constatar que o mesmo sistema envolvido no vício de drogas é afetado quando as pessoas utilizam a rede social. A atividade cerebral dos voluntários mostrou que eles respondem de forma mais rápida a estímulos relacionados ao Facebook do que a imagens ligadas a sinais de trânsito. O professor Ofir Turel afirma que os resultados são alarmantes. “Significa que os usuários podem responder a uma mensagem de Facebook em seu dispositivo móvel antes de reagir às condições de tráfego se eles estiverem usando a tecnologia enquanto dirigem”, explica Turel ao jornal britânico Metro. O monitoramento do cérebro dos voluntários também revelou que as imagens relativas ao Facebook ativaram a amígdala e o estriado - regiões cerebrais envolvidas no comportamento compulsivo. Estes padrões são semelhantes aos de pessoas viciadas em cocaína, aponta o estudo. Até 11% da população tem algum vício em tecnologia, mas o professor Turel afirma que o sistema de inibição das pessoas viciadas no Facebook não é afetado como nos usuários de drogas. “Essa é uma boa notícia, pois quer dizer que o comportamento pode ser modificado com tratamento”, complementa.

Hábitos alimentares diminuem as chances de engravidar; entenda

  • 21 Fev 2016
  • 19:02h

(Foto: Reprodução)

A Reproductive BioMedicine Online - revista internacional que é referência na área de reprodução assistida - publicou recentemente um estudo sobre a influência dos hábitos alimentares e sociais na capacidade de desenvolvimento e qualidade de embriões produzidos in vitro e nas chances de gestação para o casal. A pesquisa foi realizada por cientistas brasileiros da Clínica Fertility Medical Group, com sede em São Paulo, com 519 candidatos, sendo 269 mulheres e 250 homens submetidos a ciclos de reprodução assistida. Além do sucesso de gestação, a capacidade de desenvolvimento e a qualidade dos embriões produzidos por esses pacientes também foram avaliados. 

 

Na avaliação feminina, foi investigada uma mostra de 2659 embriões das 269 pacientes submetidas a ciclos de alta complexidade, mais precisamente a injeção intracitoplasmática de espermatozoides. Entrevistadas por uma nutricionista, as mulheres responderam a perguntas de múltipla escolha sobre a alimentação e outros hábitos como tabagismo, ingestão de bebidas alcoólicas, exercícios físicos e dietas para perda de peso. Além disso, o percentual de gordura e o índice de massa corpórea (IMC) foram medidos antes do início do tratamento. Ainda sobre os hábitos alimentares, as pacientes foram questionadas em relação à frequência da ingestão de cereais, verduras, legumes, frutas, carne vermelha e carne de porco, frango, peixe, produtos lácteos, chocolate e refrigerantes. "Nossos estudos mostraram que o consumo de cereais, frutas e vegetais influenciam positivamente a qualidade do embrião, ao contrário do consumo de bebidas alcóolicas e o hábito de fumar com influência negativa na qualidade do mesmo. Observamos que tanto o consumo de carne vermelha quanto o IMC exercem uma influência negativa na chance de gestação", ressalta Dr. Edson Borges Jr., diretor científico do Fertility Medical Group. Borges alerta que a fertilidade da população humana tem declinado consideravelmente nos últimos anos e que cada vez mais a maternidade têm sido postergada. Mesmo assim, além da idade, a queda na fertilidade é, indiscutivelmente, atribuída aos hábitos de vida modernos, que validaram sua tese. Mesmo assim, para o especialista em reprodução assistida, seria difícil atribuir os resultados do estudo a um único hábito individualmente. Não temos como avaliar isso, uma vez os hábitos se cruzam em uma mesma paciente. Por exemplo, é possível que pacientes que tenham o hábito de fumar socialmente, possam também beber socialmente. Aquela que tem o hábito de comer frutas, muito provavelmente também possa comer verduras e legumes nas refeições. Ou ainda aquela que mantém uma alimentação saudável, provavelmente também deva fazer exercícios físicos e assim por diante. Os efeitos dos hábitos alimentares e sociais na qualidade seminal, capacidade de fertilização e chance de gestação foram avaliados também com 250 homens entrevistados anteriormente ao início do tratamento. Assim como as mulheres, os homens responderam as questões de múltipla escolha a respeito do consumo de diversos itens alimentícios e alguns hábitos sociais. Os resultados do estudo mostraram que a qualidade seminal é inversamente proporcional ao IMC e ao consumo de álcool e cigarro. Por outro lado, o consumo de frutas e cereais tem uma influência positiva na qualidade seminal. "Os achados dessa pesquisa reforçam a importância da orientação nutricional, não apenas para as mulheres, mas para o casal", finaliza Dr. Edson Borges Jr.

CONTINUE LENDO

Distorcer a nossa própria imagem pode provocar problemas de saúde

  • 21 Fev 2016
  • 18:01h

(Foto: Ilustração)

Você está feliz com seu corpo? Muita gente quer mudar alguma coisa: quer emagrecer, engordar, não gosta do nariz, do queixo, do pé. Entretanto, às vezes distorcemos a nossa própria imagem e isso pode provocar problemas sérios de saúde.  Querer mudar é normal, mas quando essa preocupação fica exagerada pode ser sinal de um problema mais sério. Existem três definições que ajudam a avaliar o nível de insatisfação com o corpo. A insatisfação é quando há alguma característica que a pessoa se incomoda, mas de forma tolerável; o distúrbio da imagem corporal não é um diagnóstico, mas uma condição em que a pessoa fica incomodada com a imagem e acaba sendo emocionalmente afetada. Já o transtorno dismórfico corporal é uma doença psiquiátrica em que a percepção da pessoa é tão distorcida que o defeito imaginário passa a dominar totalmente a sua vida. Essas pessoas fazem inúmeras cirurgias plásticas e perdem a noção do que é equilibrado esteticamente.

 

 

 

Atenção aos sinais
Se olhar no espelho e desejar ser sempre mais magra. Esse era o desejo da jornalista Fernanda Fahel. A obsessão pela magreza começou quando ela tinha 12 anos, quando ela morava com a família no Japão. “Eu vesti a roupa, me achei o máximo. Quando fui mostrar para o meu pai, ele virou e falou que eu estava parecendo um balão. Naquele momento pensei: meu pai me quer magra, não sou bonita assim.” No dia seguinte, ela começou uma dieta maluca e perdeu cinco quilos em uma semana. Daí em diante, Fernanda fez uma dieta atrás da outra. Virou modelo e, quanto mais emagrecia, mais elogios ganhava. Assim ela foi reduzindo cada vez mais as porções de comida. “Eu olhava um pratinho de comida com pouca comida e via muita. Era essa a distorção que eu tinha.” Já era sinal de anorexia, um transtorno alimentar que atinge principalmente as meninas. “O assunto vira dieta, qual a melhor, hoje tô fazendo essa, amanhã outra. Tem pacientes que nem água tomam porque acham que vai engordar”, explica a psicanalista Cybelle Weinberg. (Veja como a família pode ajudar) Quem tem anorexia também evita comer com outras pessoas para não levar suspeitas, e costuma procurar apoio em páginas da internet. “Eles entram em sites que são perigosos. Sites de anorexia falam: vamos fazer a campanha de não tomar nem água”, alerta a psicóloga Alicia Weisz Cobelo. Na busca pela magreza, Fernanda chegou aos 42 quilos. “Meus cabelos caíram porque não tinha vitamina, minhas unhas não cresciam. Chegou um ponto que eu não conseguia nem respirar. Eu falo que meu coração estava quase parando de bater naquela época. Foi quando aceitei o tratamento, aceitei nutricionista, psicóloga, psiquiatra, tudo.” Um ano depois, ela se livrou da anorexia, mas começou outro capítulo. Fernanda começou a engordar e comer descontroladamente. Chegou quase aos 90 quilos. A compulsão era sinal de outro transtorno: bulimia. Além de comer muito, quem tem bulimia faz de tudo para se livrar das calorias a mais. “Não só vomitar, tomando laxante, indo na academia oito horas por dia, fazer exercícios exagerados”, explica a psicóloga. Quem ajudou nesta fase foi o marido de Fernanda. “Ele me ajudou a voltar a comer em público, o que diminuiu a ansiedade, os episódios de compulsão dentro de casa. Ele me ajudou a me amar. Hoje consigo comer, me deliciar, sentir o sabor da comida, ouvi o meu corpo quando eu quiser parar de comer”.

Exercícios exagerados
Manter uma rotina de exercícios e cuidar da alimentação faz bem para a saúde, mas o difícil é encontrar um equilíbrio. Pegar pesado demais e exagerar na carga também pode ser ruim para a saúde. É o overtraining. Na tradução do inglês: excesso de treino. É diferente daquelas dores que aparecem depois de um treino normal. Os sintomas começam com a exaustão, mesmo nos intervalos entre os exercícios. “A pessoa muda o estado de humor, começa a ficar um pouco mais irritada, altera o sono. Também começa a se sentir mais cansada durante as atividades, com dores musculares”, explica o preparador físico Renato Dutra. O overtraining é mais frequente em quem é obcecado por um corpo perfeito. O microempresário Lucas Inácio e a fisioterapeuta Renata Carrara se conheceram na academia. Os dois tiveram overtraining. Lucas lesionou as costas, a coluna e teve que procurar um especialista para se tratar. Renata também ficou debilitada e teve que parar os exercícios por um tempo. O diagnóstico depende da avaliação de profissionais. Para quem é acostumado com a rotina, o tratamento pode ser uma prova de resistência, já que é preciso reduzir as sessões de treino, dormir mais e fazer atividades mais leves. O atleta pode demorar seis meses para sair do overtraining. É preciso aceitar e respeitar o corpo. Para Renata e Lucas não foi fácil, mas eles entenderam os recados do corpo.

CONTINUE LENDO

Fotos mostram onde você esteve: saiba como usar o Instagram com segurança

  • 21 Fev 2016
  • 08:00h

(Foto: Reprodução)

Com pouco mais de cinco anos de existência, o Instagram, rede social de fotos e vídeos que agora pertence ao Facebook, conta com mais de 400 milhões de usuários ativos mensalmente e cerca de 80 milhões de fotos compartilhadas todos os dias – dados de setembro de 2015. Muito embora seja social, o Instagram, como qualquer rede do tipo, também merece atenção e, mais do que isso, que o usuário tome alguns cuidados antes de sair publicando qualquer conteúdo. Afinal, as informações postadas podem ficar disponíveis para desconhecidos que poderão utilizá-las da forma que bem entenderem. Para ajudar os usuários fãs da plataforma, o iG fez uma lista de dicas para utilizar o Instagram com segurança:

 

1) Desative o recurso de localização das fotos

As fotos compartilhadas no Instagram podem receber uma marcação com o local do usuário no momento da publicação, permitindo que qualquer pessoa acompanhe a rotina sem o conhecimento do usuário que publicou a foto. Para que as imagens não sejam localizadas, é necessário desabilitar o recurso de localização da câmera do celular e não ativar o mapa no momento da publicação da foto no Instagram. Isto é, ao publicar uma imagem, não adicione um local. "São recursos de privacidade que as redes oferecem e que você deve usar. Quanto menos dados pessoais à toa você expõe, melhor", diz Fabio Assolini, analista sênior de segurança na Kaspersky Lab Brasil.

2) Exclua a localização de fotos e vídeos já postados

Para excluir as informações de geolocalização das fotos e vídeos já postadas na rede social, acesse seu perfil e clique no ícone de localização para visualizar um mapa que mostra as fotos agrupadas pelo local onde foram publicadas. Selecione um grupo de imagens e confirme se você realmente quer excluir tais informações. O Instagram apagará definitivamente os dados relacionados ao local onde a imagem foi publicada.

3) Aprove as fotos em que foi marcado

O padrão do Instagram é exibir automaticamente no perfil do usuário as fotos em que ele foi marcado. "É importante configurar as opções de privacidade da melhor forma dentro do uso que você quer fazer da rede social", explica José Matias Neto, diretor para suporte técnico da Intel Security. Para isso, é possível configurar uma moderação para estas fotos. O perfil só exibirá as imagens desejadas e o Instagram enviará notificações sempre que o usuário for marcado em uma nova foto. Para alterar a configuração para publicações futuras, clique em Opções – os três pontinhos no canto superior direito do app – e selecione Adicionar Manualmente. Se o usuário desejar alterar as fotos em que já foi marcado, basta clicar no ícone com três pontos logo abaixo da imagem escolhida. Além de decidir se a foto será exibida ou não em seu perfil, é possível remover a marcação clicando em Opções de fotos e selecionando, em Fotos com você, a opção Remover marcação. 

4) Torne sua conta visível apenas para conhecidos

O usuário deve pensar bem antes de compartilhar qualquer informação no Instagram. Por padrão, as fotos publicadas na rede ficam disponíveis para qualquer um na internet e poderão ser salvas por qualquer pessoa que acessá-las. Além disso, é importante tomar cuidado com fotos durante uma viagem. Elas poderão indicar a um criminoso que o usuário está longe de casa e que é um bom momento para roubá-lo. "Não há problema em postar fotos das férias, mas faça isso depois de retornar", sugere Matias. Uma solução é alterar a visibilidade da conta e torná-la privada. Assim, os demais usuários precisarão enviar solicitações para ver suas imagens. Para compartilhar fotos apenas com pessoas conhecidas, vá em Opções e selecione Conta Privada.

5) Tome cuidado com aplicativos integrados

Se a conta no Instagram estiver integrada com outras redes sociais como Facebook ou Twitter as publicações poderão estar visíveis para qualquer pessoa e as configurações de privacidade destas plataformas também deverão ser atualizadas. Além disso, é importante se certificar que aplicativos complementares ao Instagram realmente são confiáveis. Antes de confirmar o cadastro em um editor de imagem com mais recursos, por exemplo, o usuário deve visualizar que tipo de informações o aplicativo terá acesso. Alguns aplicativos pedem permissão para visualizar as fotos, o perfil e a lista de amigos no Instagram. O recomendável é dar o menor número de permissões possível.

6) Use senhas fortes e únicas

Para tornar o perfil no Instagram mais seguro, é fundamental definir uma senha forte e que inclua letras, números e símbolos. Quanto mais caracteres, maior a dificuldade de um criminoso descobrir a senha. O ideal é não utilizar a senha do Instagram em outras redes sociais. "Quando a gente fala de senha, mais importante que o tamanho ou a complexidade, é o fato dela ser única", diz Assolini. Se um cibercriminoso descobre a senha de um usuário, ela provavelmente será testada nos principais serviços online, tornando o prejuízo ainda maior.

7) Tome cuidado com redes públicas

Antes de publicar uma foto no Instagram, é comum procurar por redes Wi-Fi públicas. Entretanto, é preciso tomar cuidado com a segurança da conexão localizada pelo aparelho. Segundo Assolini, o usuário pode ser vítima de um ataque "mesmo nas redes que têm senha e que são bem protegidas". Neste caso, o dispositivo seria atingido por meio de um redirecionamento malicioso depois de fazer o login na rede. O analista também aconselha que o usuário acesse o Instagram por meio de redes das operadoras. De acordo com Assolini, a criptografia usada em conexões 3G e 4G é segura e dificilmente um criminoso conseguirá roubar uma senha a partir desse tráfego.

CONTINUE LENDO

Tubarões podem dar pistas sobre como regenerar dentes humanos

  • 20 Fev 2016
  • 20:02h

Dentes de tubarões se regeneram por toda a vida (Foto: Reprodução/Twitter/Hollie Finnegan)

Uma pesquisa sobre a capacidade de tubarões regenerarem sua dentição pode ajudar pessoas que perderam seus dentes. Pesquisadores da Universidade de Sheffield, na Grã-Bretanha, identificaram um conjunto de genes - também presentes em humanos - que tubarões usam para desenvolver e substituir dentes. Em tubarões e arraias, por exemplo, esses dentes são substituídos ao longo de toda a vida. Os cientistas esperam que a pesquisa possa ajudar a descobrir como fazer os dentes de humanos se regenerarem. Os pesquisadores identificaram como age um grupo de células epiteliais responsáveis por essa regeneração. Os humanos também têm essas células, mas elas desaparecem depois que os dentes de leite são substituídos pelos permanentes. Segundo o principal autor do estudo, Gareth Fraser, uma das características que fazem dos tubarões bons caçadores são os dentes da frente virados para trás e afiados. "Esses dentes se regeneram rapidamente ao longo da vida e são substituídos antes que fiquem ruins", afirma. Os pesquisadores descobriram que os genes que regeneram os dentes provavelmente estavam presentes nos primeiros invertebrados e se mantiveram durante cerca de 450 milhões de anos de evolução. Em mamíferos como os humanos, porém, a capacidade de regeneração dos dentes se reduziu drasticamente ao longo dos anos. Pela análise de dentes de embriões de tubarões da família Scyliorhinidae, os pesquisadores documentaram a expressão de genes durante as primeiras etapas da formação dentária desses animais. O estudo descobriu que esses genes participam da construção dos dentes e depois voltam a ser utilizados para a regeneração dentária.

Horário de verão termina à 0h deste domingo

  • 19 Fev 2016
  • 13:17h

(Foto: Reprodução)

O horário de verão termina à 0h – meia-noite – deste domingo (21). De sábado para domingo, os moradores de 10 estados, além do Distrito Federal, terão que atrasar os relógios em uma hora. O Ministério de Minas e Energia informou no final de 2015 que a versão 2015/2016 do horário de verão seguiria as regras estipuladas no decreto 6.558, de 2008, revisado em 2013, que fixa a duração de quatro meses, entre o terceiro domingo de outubro de cada ano e o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte. Pela legislação, o horário de verão vigora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, nas seguintes unidades:

 

- Rio Grande do Sul
- Santa Catarina
- Paraná
- São Paulo
- Rio de Janeiro
- Espírito Santo
- Minas Gerais
- Goiás
- Mato Grosso
- Mato Grosso do Sul
- Distrito Federal

Esta é a 40ª edição do horário de verão no país. A primeira vez ocorreu no verão de 1931/1932. O objetivo é estimular o uso racional e adequado da energia elétrica. "A estimativa de ganhos com a adoção do horário de verão supera o patamar de R$ 4 bilhões por ano, que representa o valor do custo evitado em investimentos no sistema elétrico para atender a uma demanda adicional prevista, de aproximadamente 2.250 MW no parque gerador nacional, um valor certamente muito expressivo", informou o Ministério de Minas e Energia em outubro de 2015. Segundo o ministério, nos últimos dez anos, o horário diferenciado em parte do país durante o verão tem possibilitado uma redução média de 4,6% na demanda por energia no horário de pico.

CONTINUE LENDO

Facebook expõe assédio sexual praticado por professores

  • 18 Fev 2016
  • 19:01h

(Foto: Reprodução)

Em pouco mais de uma semana, alunas de escolas e universidades de todo o país enviaram para uma página do Facebook mais de 750 relatos de agressão moral e sexual que sofreram de seus professores. Dos depoimentos recebidos, mais de 500 foram publicados, ultrapassando 16 mil 'curtidas' na rede social em apenas sete dias. A página Meu Professor Abusador foi criada no dia 9 de fevereiro por quatro jovens mulheres de Porto Alegre, que concluíram recentemente o Ensino Médio, depois que uma delas descobriu um caso de assédio na escola que frequentou. Os relatos publicados em Meu Professor Abusador precisam seguir algumas regras. O nome do agressor não pode ser revelado, mas algumas características que o tornem identificável são autorizadas. O nome da instituição de ensino em que o fato aconteceu também é permitido. A autora tem o anonimato garantido pelas moderadoras. Uma das criadoras da página concordou em dar entrevista pelo bate-papo da rede social. Ela pediu, no entanto, que sua identidade não fosse revelada por questões de segurança.

 

“Esse projeto mexe com homens que detêm muito mais poder social e monetário do que nós”, explicou a moderadora escolhida para a entrevista. Ela revelou que o grupo buscou auxílio jurídico com advogadas para se proteger de possíveis ameaças e processos. Mesmo assim, a entrevistada garantiu que a página está aberta a críticas construtivas. “Estamos acostumadas, por militarmos no movimento feminista. Há, também, os discursos de ódio, que ignoramos”. Uma das críticas mais frequentes diz respeito à dificuldade de comprovar a veracidade dos relatos anônimos. “Sempre respondemos que sim, alguns poderiam [ser falsos]. Mesmo assim, temos como segurança as mais de 16 mil “curtidas” que comprovam que casos de abuso em sala de aula não são exceções, mas uma realidade”. Algumas vezes, os depoimentos enviados para Meu Professor Abusador são, também, pedidos de socorro de vítimas atuais de assédio. Nesses casos, as moderadoras costumam ajudar a autora a denunciar o agressor. “Há um caso em particular, mais grave, em que estamos colocando a vítima em contato com uma advogada”, revelou a entrevistada. Ela conta que chorou algumas vezes ao ler os textos enviados para a página, especialmente quando foi possível conversar com a autora através do bate-papo do Facebook. “Essa oportunidade de abrir portas para que vítimas de abuso se libertem do medo que as aprisiona é incrivelmente engrandecedora e emocionante”, disse a militante. O crescimento rápido de Meu Professor Abusador na rede social superou as expectativas das jovens, que agora planejam produzir um guia para incentivar e facilitar o processo de denúncias formais. “Todos os depoimentos estão sendo arquivados, e a possibilidade de autorizar o acesso a esse banco de dados para acadêmicos e pesquisadores simpáticos à causa não está descartada, adiantou a moderadora. Com pouco mais de uma semana de dedicação ao projeto, é difícil para as criadoras da página vislumbrarem o futuro desse espaço virtual. Por enquanto, elas preferem comemorar os resultados dos primeiros passos dessa caminhada. “Colocamos as cartas na mesa, sabemos que professores abusam, e queremos fazer parte da construção de um futuro em que isso não aconteça mais. Agora, esse assunto não pode mais ser ignorado”, disse a entrevistada.

Bons e maus profissionais

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, disse que a entidade condena todo e qualquer tipo de abuso cometido contra os alunos, mas lembrou que em todas as profissões existem bons e maus profissionais. "No magistério, isso não é exceção. Posso lhe afirmar que a imensa maioria dos professores são pessoas dedicadas ao serviço e que se esforçam diuturnamente para oferecer uma educação de qualidade", afirmou. Para que casos de abusos sejam evitados em sala de aula, Leão reforça a importância de professores e trabalhadores em educação estarem sempre atentos ao tipo de relação que desenvolvem com os alunos. "Tomar cuidado com o que fala, com as palavras que dizem, com a maneira como conversam com os alunos. Por mais que a distância entre o professor e o aluno esteja encurtada, é sempre necessário que se tenha cuidado ao se relacionar com os alunos. Respeito é sempre fundamental", alertou. 

CONTINUE LENDO