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Modelo tatuada conquistense é capa de caderno no jornal Correio da Bahia

  • 13 Mar 2016
  • 09:25h

Cheia de personalidade, Tayzza Ferreira já representou Vitória da Conquista em diversos concursos, com destaque para o Miss Bahia 2014 (Foto: Divulgação)

Lindíssima, de tirar o fôlego de qualquer marmanjo, a modelo conquistense Tayzza Ferreira de 24 anos estampa uma das capas do jornal Correio da Bahia deste domingo(13). Cheia de personalidade, a modelo já representou Vitória da Conquista em diversos concursos, com destaque para o Miss Bahia 2014. Tayzza é uma modelo super antenada as tendências e procura esta sempre em forma com seus 61 kg, 1,74 de altura, 66 cintura ,98 de quadril. Essa verdadeira escultura corporal da gata é embelezada com uma linda tatuagem recém-adotada pela modelo. “A pele que habito” [capa], destaca-se a personalidade com representação através de tatuagens na derme relacionadas a historias na vida.

Após 80 anos de casamento, idosa com Alzheimer só reconhece marido

  • 13 Mar 2016
  • 08:02h

Casal completou 80 anos juntos em fevereiro deste ano (Foto: Laila Braghero/G1)

Do alto da cama hospitalar instalada no meio da sala, dona Genésia Generina Soares de Araújo, de 97 anos, espia o marido pelo canto do olho direito enquanto ele fala sobre quando construiu uma casinha de barro para os dois morarem em um sítio, no interior deNatal (RN). Com Alzheimer há 6 anos, apesar da família de 103 descendentes entre filhos, netos e até tataranetos, ela só reconhece o centenário Luiz Gonzaga de Araújo, com quem se casou há 8 décadas. A união do casal aconteceu em 1936. Ela era de família com melhores condições financeiras, mas não se importou em mudar para um lugar mais simples com o companheiro. Foram morar na casa que Luiz ergueu na propriedade do pai dele e viveram lá por cinco anos. Por baixo dos óculos miúdos, a mulher magrinha reconhece o esposo pela voz e pelo arrastar do andador até a poltrona que fica ao lado da cama dela, na residência com quintal amplo do bairro Vale do Sol, em Piracicaba (SP), onde moram desde os anos 1980.

 

A família conta que a ex-costureira foi diagnosticada com Alzheimer 4 anos depois de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que paralisou o braço direito, mas nunca esqueceu o amor da vida dela. – Quem é seu marido? – pergunta a filha caçula, professora Rita Maria de Araújo, de 56 anos, enquanto reclina o encosto da cama na posição vertical para a mãe sentar. – Luiz Gonzaga – responde a idosa.

A união
Luiz se apaixonou pela prima aos 20 anos. Ela tinha 18. Hoje, o agricultor aposentado soma um século de histórias para contar, entre elas o dia do casamento, fato vivo na memória como se fosse ontem, mas que na realidade ocorreu em 25 de fevereiro de 1936, em Florânia (RN). A festa que oficializou a união do casal foi embalada por sanfonas e muita dança, para fazer jus ao xará do Rei do Baião (Luiz Gonzaga do Nascimento).


Grande família
Seu Luiz e Genésia tiveram 15 filhos. As 6 primeiras meninas morreram ainda bebês, vítimas da falta de informações médicas no Nordeste daquela época. Mas os demais, outras 6 meninas e 3 meninos, não só "vingaram" como deram ao casal 46 netos, 33 bisnetos e 9 tataranetos. Já adultos, os filhos convenceram os pais a se mudarem para Piracicaba em 1986. A família toda migrou para o interior de São Paulo e nunca mais voltou para o Rio Grande do Norte. Foi na cidade paulista que o aposentado comemorou os 100 anos, em junho do ano passado. A festa reuniu quase 200 pessoas.

Alzheimer x convivência
O neurologista Márcio Balthazar, professor da Unicamp, disse ao G1 que o fato de Genésia ainda reconhecer o marido entre tantos outros familiares e amigos pode ser atribuído à relação próxima entre eles, à convivência e às muitas conversas diárias ao longo dos anos. "A princípio as pessoas não reconhecem o companheiro mesmo, mas quanto mais intimidade melhor. Quanto mais contato tiver com o outro, melhor." Ele ressaltou também que o Alzheimer é uma doença que afeta primeiro as lembranças recentes. Segundo o professor, há casos em que a mãe ou pai não reconhece mais o filho pois só lembra dele quando criança. "Vê um barbudo, uma pessoa mais velha chamando de filho, causa estranheza. É mais fácil achar que o neto é filho." O especialista ainda afirmou que o mesmo pode acontecer entre casais. "Às vezes, a paciente confunde o marido com o pai."

80 anos juntos
As oito décadas de matrimônio reluzem na mente de seu Luiz como fagulhas embaralhadas pelo peso de seu centenário e saem como peças de um quebra-cabeça. A filha Rita é responsável pela montagem desses fragmentos para facilitar o entendimento inclusive entre o próprio casal. Com olhos marejados à sombra do chapéu, o idoso recorda como a mulher era "trabalhadeira" e deu conta dos estudos dos herdeiros sozinha. "Uma vez passei seis meses aqui para tratar de uma infecção e seis meses na estrada de Minas. Cheguei no Nordeste e ela tinha cuidado de tudo na casa. Não levei um centavo, porque eu não tinha, e ainda voltei e estava tudo certo." "Nós todos estudamos por conta dela", confirmou Rita. "Meu pai vivia na roça, trabalhando, e ela tomava conta da gente. Fazia de tudo para estudarmos." E deu certo. A caçula fez magistério e depois cursou pedagogia. "Era aquela pessoa que andava na cola da gente para estudarmos."

Saudades do diálogo
O casal sempre foi de conversar muito quando Luiz Gonzaga estava em casa. Já na velhice, todas as tardes eles passavam sentados na calçada olhando a rua e batendo papo. Chegavam a almoçar na rua, conta a filha. "Eu ainda dava aulas, então a moça que cuidava deles era orientada a dar comida fora de casa mesmo, porque eles não queriam entrar", lembrou Rita. Aos poucos, porém, ambos se tornaram mais quietos. Nos últimos dois anos, mesmo período em que Genésia passou a ficar acamada, o silêncio começou a falar mais alto entre os dois. "Ele não aceita muito a situação dela", diz Rita. O aposentado passa pela cama da esposa, pergunta se está tudo bem, mas não entende muito bem o que a mulher fala e sente saudades dos tempos em que a companheira tinha mais saúde. Rita acredita que ambos pioraram depois que um dos filhos morreu de câncer no intestino, há três anos. "Era o xodó da minha mãe. Quando ela pergunta dele e a gente diz que ele morreu, ela dá um suspiro. Então às vezes a gente só fala que ele saiu."

Mimos e poesia
Todos os dias, a filha enfeita os cabelos de Genésia com uma flor. A costureira sempre gostou de flores e ganhava uma cada vez que o marido voltava para casa. Ainda hoje ele a presenteia com pequenos mimos. Outro costume de seu Luiz e que deixa a casa mais alegre é a literatura de cordel que aprendeu com o pai na infância:

"Se o poeta Laurindo fosse criança mimosa
No peito da mãe mamando, com as faces cor de rosa
No peito da mãe mamando, se ele se amamentasse
O tempo bom foi passado
Ah, se o passado voltasse"

Enquanto Luiz declama, Genésia acompanha interessada com a cabeça inclinada para o lado da poltrona onde o marido está sentado.

65 livros em um ano
O gosto da mulher pela leitura também pode ter contribuído para retardar o avanço do Alzheimer, conforme o neurologista Márcio Balthazar. De acordo com a filha, a costureira chegou a ler pelo menos 65 livros em um ano. "Quanto mais escolaridade, mais atividade mental e intelectual menores são as chances de ter a doença", afirmou o professor da Unicamp. "Muitas vezes isso retarda o aparecimento da doença ou faz com que ela apareça de forma mais branda", completou Balthazar.

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Fóssil de 250 milhões de anos achado no RS revela nova espécie de réptil

  • 12 Mar 2016
  • 19:04h

(Foto: Reprodução)

Paleontólogos descobriram, no Rio Grande do Sul, um fóssil excepcionalmente bem-conservado do crânio de um réptil primitivo nunca antes descrito que viveu há 250 milhões de anos na região. A nova espécie recebeu o nome de inspiração indígena Teyujagua paradoxa. Na língua guarani, Teyujagua significa “réptil feroz”. De acordo com o paleontólogo Felipe L. Pinheiro, professor da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), a espécie tem características intermediárias entre os répteis primitivos e o grupo dos arcossauriformes, do qual fazem parte os dinossauros e os pterossauros, além das aves e jacarés atuais. O achado, portanto, traz informações importantes sobre início da evolução desse grupo. O crânio foi descoberto no começo de 2015 durante trabalho de campo na formação geológica Sanga do Cabral, em São Francisco de Assis-RS. Segundo Pinheiro, essa formação já era conhecida por ter fósseis, mas os que tinham sido encontrados até então eram pequenos e fragmentados.

Depois da grande extinção
“É uma formação muito importante porque registra uma época da história da vida na Terra logo após uma grande extinção que ocorreu no final do período permiano. A formação é do triássico inferior e registra uma etapa em que a vida está se reestruturando após essa extinção em massa”, diz o paleontólogo. Essa grande extinção, ocorrida há 252 milhões de anos, eliminou cerca de 90% das espécies do mundo. Ele conta que logo que seu grupo encontrou o crânio de 11 cm, teve certeza de que era uma coisa nova.  O Teyujagua paradoxa era um réptil quadrúpede que tinha no máximo 1,5 m de comprimento, dentes serrilhados e curvados e narinas posicionadas no topo do focinho, o que se encontra geralmente em animais aquáticos ou semiaquáticos. Era um animal carnívoro generalista, ou seja, não muito seletivo quanto ao seu cardápio, alimentando-se de anfíbios e pequenos répteis. “Uma das conclusões a que chegamos é que os arcossauriformes começaram a se diversificar logo após a grande extinção na forma de animais oportunistas. Eles não têm características anatômicas que o tornam um superpredador, são generalistas de pequeno porte.” A descoberta foi publicada nesta sexta-feira (11) na revista “Scientific Reports”, do grupo Nature, por Pinheiro e por pesquisadores da Universidade Federal do Vale do São Francisco, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da Universidade de Birmingham, no Reino Unido. “Hoje, existe muito apelo para se estudar os grandes eventos de extinção em massa porque se presume que estejamos vivendo uma extinção em massa, então isso pode ajudar a compreender o momento que estamos vivendo hoje”, observa o paleontólogo.

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Mulheres com olhos claros toleram dor e angústia melhor do que as demais, diz estudo

  • 08 Mar 2016
  • 20:02h

(Foto: Reprodução)

Um estudo do Centro de Pesquisa da Dor, da Universida de Pittsburgh, nos Estados Unidos, indica que mulheres caucasianas de olhos claros (azuis ou verdes) parecem tolerar a dor e a angústia melhor do que aquelas de olhos castanhos. Além disso, mulheres com essas características sofrem menos de ansiedade depois do parto e têm menores índices de depressão. O trabalho foi realizado com 58 gestantes que deram à luz no Hospital de Mulheres Magee da UPMC, que receberam avaliação da dor, estado de espírito, sono e conduta de enfrentamento antes e depois do parto. De acordo com o El País Brasil, as participantes foram divididas em dois grupos, conforme a cor dos seus olhos: 24 com tons escuros e 34 com tons claros. Segundo o resultado, as primeiras experimentaram mais dor, ansiedade e nível maior de transtornos do sono. Asmulheres de olhos claros passaram pela situação com mais felicidade.

 

 

"Devido ao pequeno tamanho da amostra, não pudemos obter provas conclusivas, mas observamos que nosso estudo revelou padrões que exigem mais estudos. Vamos ver se existe um vínculo entre a cor dos olhos e a dor clínica na segunda fase desse ensaio, tanto em homens como em mulheres, e em diferentes modelos de dor que não sejam só a do parto", reconheceu a principal pesquisadora do estudo, Inna Belfer. A estudiosa insiste que pode haver fenótipos que predizem ou indicam a resposta de uma pessoa a estímulos de dor ou ao tratamento com analgésicos. "A dor humana se correlaciona com múltiplos fatores, como o gênero, a idade e a cor do cabelo. Realmente, os pesquisadores descobriram que o cabelo ruivo está associado a uma resistência maior aos anestésicos e também a um aumento da ansiedade", disse. Concepción Pérez, chefe da Unidade de Dor do Hospital Universitário da Princesa e porta-voz da Sociedade Espanhola de Dor, destacou que, apesar de estes estudos serem preliminares, podem indicar a probabilidade de causas genéticas relacionadas à percepção da dor. "Aprofundar esse assunto poderia ser muito útil no futuro, porque nos ajudaria a predizer que pessoas vão precisar de mais analgésicos", completou.

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Por que 8 de março é o Dia Internacional da Mulher?

  • 08 Mar 2016
  • 17:21h

Funcionárias do Instituto de Resseguros do Brasil, primeira empresa no Brasil a ter uma creche para filhos das funcionárias.

As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento. Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período. O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.

 

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações. Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – em um protesto conhecido como “Pão e Paz” – que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921. Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas. “O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países”, explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp). No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

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Comer amendoim nos primeiros 11 meses de vida reduz risco de alergia, aponta estudo

  • 07 Mar 2016
  • 20:01h

(Foto: Reprodução)

O consumo de amendoim nos primeiros 11 meses de vida traz benefícios a longo prazo para o indivíduo, inclusive, a redução no risco de desenvolver alergias. Um estudo feito por pesquisadores dos Estados Unidos e do Reino Unidos, publicado na revista New England Journal of Medicine mostra que a proteção a longo prazo contra alergias pode ser mantida mesmo se produtos à base de amendoim forem tirados da dieta das crianças por um ano. Os cientistas estudarem 550 crianças consideradas sob risco de desenvolver alergias, as mesmas testadas no estudo original - metade delas tinham recebido alimentos à base de amendoim enquanto bebês e a outra apenas se alimentado de leite materno. O novo estudo argumenta que, se houver consumo nos primeiros 11 meses de vida, uma criança de cinco anos de idade pode parar de comer amendoim por um ano, ainda assim, não desenvolverá alergias. Para Gideon Lack, um dos principais autores do novo estudo, são necessárias novas pesquisas para estabelecer se a resistência pode durar mais que 12 meses. Segundo dados do estudo, 20 mil bebês por ano são diagnosticados com alergia a amendoim nos Estados Unidos e no Reino Unido, e entre 1995 e 2005 o índice triplicou. "Os resultados mostram uma nova maneira de analisar os mecanismos de tolerância para comidas alergênicas em crianças sob risco", disse Barry Kay, cientista do Imperial College (Londre), de acordo com o Uol.

Polêmica: Mãe de neto do humorista Chico Anysio culpa atriz global pela morte do filho; entenda

  • 07 Mar 2016
  • 18:11h

(Foto: Reprodução)

A morte de Rian Brito, neto do humorista Chico Anysio, ainda rende comentários na web e ganhou uma polêmica neste final de semana. Brita Brazil, mãe do rapaz, culpa a atriz Leona Cavali – que seria fundadora do ‘Portal do Sol’, seita que Rian tentou participar – pela morte do filho. Um dos critérios da entrada dele no grupo seria entrar no mar. No Instagram, a atriz Tássia Camargo apoiou a amiga Brita e escreveu: “se ela fosse HUMANA, o que parece não ser,teria te procurado. Acredito que o que se faz aqui, paga aqui mesmo na Terra e o dela tá guardado. Conte comigo. Te amo minha amiga”, escreveu. Segundo o perfil ‘Babadíssimos’, o site do ‘Portal do Sol’ foi desativado depois das acusações de Brita. Após a repercussão do caso, Leona usou também a rede social para falar sobre o ocorrido. “Respeito muito a dor de uma mãe que acabou de perder o filho, não vamos julgar nem comentar, por favor; que Deus a ampare”, disse.(Fonte: iBahia)

Má postura e mudança climática podem causar dor de cabeça

  • 06 Mar 2016
  • 20:00h

(Foto: Reprodução)

A má postura pode ser uma das causas da dor de cabeça. A neurologista Thaís Vila, em entrevista ao Bem Estar, acrescentou que a disfunção temporomandibular, sinusite e hérnia de disco também podem provocar a dor.De acordo com o programa, a patologoia tem origens diversas. Por exemplo, também pode ser causada pela variação climática abrupta, que estressa o organismo e pode ser um gatilho para a enxaqueca. Estímulos sensoriais, como barulho, cheiro, claridade, atividade física, jejum, mudança de rotina de sono, álcool, mudanças hormonais e estresse emocional também desencadeiam a dor de cabeça. A fisiatra Milene Ferreira recomenda alguns tratamentos para a dor. Entre os maiseficazes, segundo a profissional, estão fisioterapia, agulhamento, pilates, RPG e toxina botulínica.

Beber de um a três copos de água a mais por dia pode ajudar a perder peso

  • 06 Mar 2016
  • 17:04h

(Foto: Reprodução)

O aumento no consumo de água pode ajudar quem quer perder peso. Pesquisadores da Universidade de Illinois (EUA) descobriram pessoas que bebem de um a três copos a mais de água por dia consomem menos calorias. Mais de 18 mil pessoas foram avaliadas no estudo, que revelou uma redução de 68 a 205 calorias diariamente. De acordo com O Globo, os níveis de gordura saturada, sal, açúcar e colesterol consumidos também caíram. Não existe diferença nos resultados entre quem bebeu água filtrada da pia ou água mineral engarrafada, tampouco em decorrência da etnia, nível educacional, renda familiar ou peso corporal.

Dormir pouco tem o mesmo efeito que o uso de maconha no aumento da fome

  • 06 Mar 2016
  • 09:02h

(Foto: Reprodução)

Estudo feito pela Universidade de Chicago mostra semelhança entre poucas horas de sono e o uso da maconha: o aumento da fome. Isso porque a privação de sono pode aumentar os níveis do sinal químico endocanabinoide 2-araquidonoilglicerol (2-AG), componente do mesmo sistema que é alvo do ingrediente ativo da maconha, responsável por amplificar o desejo pela ingestão de alimentos. "Sabemos que a maconha ativa o sistema endocanabinoide e leva as pessoas a comerem demais quando não estão com fome, e normalmente elas se alimentam de doces saborosos e gordurosos", conta Erin Hanlon, autora do estudo. Catorze voluntários participaram do experimento durante oito dias. Nas quatro primeiras noites, os jovens de 20 anos dormiram em média sete horas e meia. Nas quatro noites seguintes, o tempo de sono foi reduzido para quatro horas e 15 minutos. Em ambos os casos as refeições foram idênticas: servidas três vezes ao dia, às 9h, às 14h e às 19h. Os pesquisadores mediram os níveis do hormônio grelina, estimulado do apetite, e leptina, associado à saciedade. Foram mensurados também os níveis sanguíneos de 2-AG - 33% mais alto entre as pessoas que dormiram pouco. Após a quarta noite de sono, os participantes relataram ter vontade de comer menos de duas horas após a refeição, quando ingeriram 90% das calorias diárias recomendadas. "Não dormir dá larica. Infelizmente ninguém presta atenção como o hábito do sono está relacionado à obesidade. Os indivíduos que estão na cama pela duração adequada têm, em todos os sentidos, o metabolismo mais equilibrado. Fazem umaBOA DIETA e desenvolvem melhor o córotex frontal, envolvido na tomada de decisões", destacou Fábio César dos Santos, presidente da Associação Brasileira de Saúde Funcional e Estilo de Vida. 

Acordar cedo afeta produtividade, dizem cientistas; jornada deveria começar às 10h

  • 05 Mar 2016
  • 17:03h

(Foto: Reprodução)

Escalas de trabalho não alinhadas ao relógio biológico do funcionário pode explicar baixa produtividade no ambiente profissional. Um estudo feito pelo professor Cristopher Barnes, da Foster School of Business, pertencente à Universidade de Washington, nos Estados Unidos, mostrou que trabalhadores cansados tendem a cometer mais erros graves e a sofrer acidentes de trabalho - ao contrário daqueles que têm seu relógio biológico em conformidade com sua jornada de trabalho: se sentem mais concentrados, menos estressados e relativamente mais saudáveis. De acordo com uma reportagem do BBC, a produtividade está relacionada ao ritmo circadiano, que varia de pessoa para pessoa. O professor do Instituto de Psicologia Médica da Universidade Ludwig-Maximillian, em Munique, Till Roenneberg, explica que nossas vidas não costumam considerar o ritmo que tínhamos no passado, quando passávamos mais tempo do lado de fora sob a luz natural. O início do expediente às 8h ou 9h da manhã vai contra o relógio biológico dos empregados. O pesquisador estima que mais de 70% das pessoas acordam mais cedo do que deveriam, se o objetivo era estarem descansadas e produtivas. O neurocientista Paul Kelly, da Universidadede Oxford, no Reino Unido, defende que a jornada de trabalho ideal deveria começar às 10h. "Não é racional começar a jornada às 8h", concluiu. 

Chocolate ao leite e amargo podem melhorar memória, segundo estudo

  • 05 Mar 2016
  • 15:02h

(Foto: Reprodução)

Agora os chocólatras têm mais uma razão para não abandonar o doce. Estudo da Universidade do Sul da Austrália descobriu que tanto o chocolate amargo quanto o de maior teor de leite podem melhorar a memória. Os pesquisadores avaliaram o consumo de chocolate de 968 pessoas entre 23 e 98 anos, por cerca de 30 anos, e nesse meio tempo coletaram dados de questionários alimentares. Entre as perguntas, sempre era repetida aquela sobre a frequência em que eles consumiam chocolates. Em seguida, os participantes do estudo foram submetidos a uma série de testes cognitivos para mensurar a performance em âmbitos diferentes, como memória visual, de trabalho e verbal. Os pesquisadores descobriram que aqueles que consumiram chocolate semanalmente tinham uma melhora na função cognitiva, em todos os campos. De acordo com o IG, o efeito observado não varia com o tipo de chocolate. Apesar do benefício, é aconselhado moderação.

Produtos vendidos sob sol escaldante podem levar à morte

  • 03 Mar 2016
  • 19:02h

(Foto: Reprodução)

Produtos perecíveis como iogurte, margarina e queijos, que deveriam ser postos à venda sob refrigeração, como ocorre nos supermercados e mercadinhos de bairros, são vendidos por ambulantes em ruas centrais da capital baiana pondo em risco a saúde da população. Concentrados principalmente na Avenida Joana Angélica, esquina com a Rua Nova de São Bento, os vendedores fazem a feira despejando nas calçadas caixas até com produtos de limpeza, mas o perigo está nos derivados do leite oferecidos aparentemente dentro da data de vencimento, porém fora de geladeira e, em sua maioria quente, após longas horas de exposição sob o sol escaldante do verão. “É um perigo para intoxicação alimentar. No calor, a alta temperatura é ideal para a formação de bactérias e micro-organismos, que podem causar infecção intestinal, diarréia, desidratação e pode levar até a morte. Contaminação alimentar é um perigo de vida para o ser humano”, alerta a nutricionista Amélia Duarte, que diz ser o consumo desses produtos “perigoso até para as pessoas sadias”. 

 

A jovem estudante Luana, 18, que trabalha na calçada da Av. Joana Angélica “de meio dia pra tarde”, diz adquirir a margarina cremosa e o iogurte em caixas e na mão de uma senhora que nem sabe o nome. O primeiro produto é vendido a R$5, duas unidades, enquanto que o iogurte por R$ 2, a unidade. “Ela já vende aqui há 11 anos”, diz a jovem sobre a dona da mercadoria. “Isto eu não levo porque não está refrigerado”, diz uma consumidora sem se identificar, depois de comprar biscoitos e chocolate. Mas, não falta quem se arisque em levar pra casa os derivados do leite, única e exclusivamente por causa do preço em conta.  “Eu compro porque no supermercado ta caro. Pobre não ta podendo comermais queijo. O produto é o mesmo, só não estou pagando o lucro do supermercado. A gente morre de qualquer jeito”, declarou Maria de Lurdes Oliveira, 63, residente na Ribeira, revelando estar “passeando no centro da cidade”. Viviane Medrado, 22, auxiliar de farmácia, resiste à tentação de também comprar o mesmo produto por considerar “impróprio para o consumo, se não estar num refrigerador”. Mas leva salame e mortadela no montante da compra, apenas preocupada com a data de vencimento da mercadoria. A maioria das pessoas, porém, agem como Maria de Lurdes, sem receio de prejudicar a saúde.  Os vendedores ambulantes expõem os produtos ainda nas caixas, de um lado e outro da avenida, no trecho da saída da Estação da Lapa. Todos parecem fazer parte de um mesmo grupo, apesar de se manterem afastados uns dos outros. O vendedor que se identifica como Zezão, afirma já trabalhar na área ha mais de 10 anos. Ele se baseia na validade para creditar os produtos e afirma que “uma vez ou outra aparecem uns policiais a paisana e levam tudo. A gente tem que sair correndo e deixar a mercadoria prá lá. Na sexta-feira passada eles apareceram. Aí é prejuízo puro”, pontuou.  A titular da Secretaria Municipal de Ordem Pública, Rosemma Maluf, considera este comercio ativo da Joana Angélica, mas que também prolifera em outras ruas centrais e em alguns bairros da cidade, um crime contra o consumidor. “Uma coisa é ordenamento e outra coisa é vender um produto de forma incorreta. Isto é caso de polícia”, afirma. Para ela, o que se passa na Av. Joana Angélica já é “uma tradição. Eles trabalham de forma irregular”, acrescenta a gestora da Semop.  A coordenadora de serviços diversos da Semop, por sua vez, revela: “A gente está em constante fiscalização e várias ações já foram efetuadas, mas eles persistem em voltar. Nós estamos sempre programando ações de apreensão de mercadorias. Eles não têm autorização, que não pode ser expedida por conta do condicionamento dos produtos. Todos já foram notificados”, garantiu.  Já Karina Queiroz, sub-coordenadora da Vigilância Sanitária do município destaca que “a gente faz ações educativas e de fiscalização no comércio formal e em eventos de massa licenciados através da Sucom”.  Quanto à ousadia dos vendedores ambulantes em continuar oferecendo à populaçãoprodutos que deveria estar refrigerados, ela afirmou que estes “não deveriam estar expostos”, e que ações individuais de orientação à população sobre os riscos das compras, e em conjunto com equipes da Semop, são constantes para inibir a comercialização.

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Netflix pagará US$ 4 mil para fã de séries publicar fotos no Instagram

  • 02 Mar 2016
  • 13:38h

(Foto: Reprodução)

O Netflix abriu um posto de trabalho que para muita gente é o emprego dos sonhos: vai pagar US$ 4 mil (o equivalente a R$ 16 mil) para pessoas fotografarem sets de filmagens de suas séries originais e outras produções e publicarem no Instagram. Além da remuneração de US$ 2 mil semanais, o Netflix custeará as viagens a alocações na Europa e no Oriente Médio. O serviço de streaming de vídeo chama o cargo de “grammaster”. “Grammasters viajarão por duas semanas, visitando o set de séries e filmes e até de produções originais do Netflix”, comenta a empresa, na descrição da vaga (Veja o comunicado aqui, em inglês) “Nós estamos procurando por fãs de TV e filmes com talento para tirar fotos”, informa a companhia. Os interessados tem até domingo (6) para se inscrever. O modo de se candidatar à vaga é diferente. Quem quiser ser um “grammaster” deve seguir o Netflix no Instagram e pulicar três fotos com a hashtag #grammaster3.

Facebook pode ser usado para descobrir quando as pessoas estão dormindo

  • 29 Fev 2016
  • 20:02h

(Foto: Reprodução)

Se você é um usuário assíduo do Facebook, talvez já tenha notado que é possível saber o tempo exato em que seus contatos permanecem ativos na rede social. Um desenvolvedor resolveu tornar essa informação mais visualmente apelativa, criando uma ferramenta capaz de revelar o tempo de sono dos amigos. O esquema foi pensado por Soren Louv-Jansen, que mora em Copenhagen, na Dinamarca, e é bem simples. O código traça representações visuais com o tempo de atividade dos amigos, assim, se eles checam o Facebook da cama ao dormir e ao acordar, dá para saber por quanto tempo cada um dorme. Em entrevista ao Washington Post, Soren comentou que os dados acertaram com precisão os costumes de 30% dos seus contatos e com certo sucesso os do restante. Durante a semana, como era de se esperar, as rotinas são mais restritas, enquanto que aos fins de semana as pessoas deixam de seguir horários fixos. Soren colocou os códigos disponíveis no GifHub, de onde foram baixados mais de mil vezes. O Facebook pediu para ele tirar do ar, mas, como considera a criação uma ferramenta de estudo, o desenvolvedor decidiu mantê-la. Qualquer um com noção de programação consegue fazer a instalação a partir deste link.