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- Por Rodrigo Ferraz
- 19 Mai 2016
- 13:32h
Boato- Uma nova droga está chegando ás escolas do Brasil . Ela se chama docinho e tem sabor para atrair as crianças. Meninas foram encontradas com a droga. Com tantos boatos sobre politica circulando na internet,os ‘velhos’ e esquecidos. Pois é,alguém se lembrou de criar um novo. Circula na internet a informação de uma nova droga está causando pânico nas escolas do Brasil. Chamada de docinho,ela teria sabor para atrair as crianças. Como vocês puderem ver, o site citou versões que a droga estaria em Manaus,DF,em São Paulo e Santana (Não sabemos se é o bairro de São Paulo ou a cidade de Amapá). Além disso,foi compartilhada uma foto de duas estudantes que estariam com a droga na versão manuara da historia. Mas será mesmo que é verdade que há uma nova droga com sabor que lembra balas,tem gosto e é chamada de docinho. Não é bem assim,vamos ao fato. Primeiro exite uma droga chamada de “doce” por usuários. Popular em raves,os “doces” são drogas sintéticas derivadas de LSD(bem antiga né). Mas há dois detalhes: nem são novas nem são no formato das que estão na foto. Fonte:Boato.org
- Uol Notícias
- 16 Mai 2016
- 13:34h
(Foto: Reprodução)
Reviravolta no caso Geraldo Luís: logo após a exibição do "Domingo Show", ainda com apresentação do Luiz Bacci, Geraldo Luís foi surpreendido com uma ligação do Douglas Tavolaro, vice-presidente da Record, com a informação de que seu retorno ao programa acontecerá já no próximo final de semana. Uma decisão que, por vários motivos, acaba surpreendendo a todos. Primeiro porque nunca existiu a intenção de perdoar o Geraldo. Desde que ele foi punido, por fazer reclamações no ar, a ideia foi afastá-lo e colocá-lo de castigo até o fim do seu contrato, em abril do ano que vem. A multa pela rescisão beira a casa do R$ 1,5 milhão. Bacci, embora tenha cumprido seu papel da melhor maneira possível, sempre teve contra ele o fato de pegar um programa andando e que tinha a cara e o R.G. do Geraldo. Fez o melhor que pode e a sua média deste domingo, na casa dos 9 pontos, não pode ser considerada ruim. Geraldo Luís, procurado, não respondeu as ligações da coluna. A Record, por sua vez, já dá a mudança ou ao que era no passado como oficial e definitiva. Bacci, inclusive, já deverá nesta segunda-feira (16) retornar com os programas da manhã. A decisão foi tão repentina que o apresentador Tino Junior --que vinha apresentando o "Balanço Geral" e o "São Paulo No Ar" nas manhãs da Record-- tomou conhecimento dessas determinações através da notícia do UOL.
Corregedora atribui mudança às Varas da Infância e aos grupos de apoio (Foto: Caio Kenji/G1)
Quase metade dos pretendentes à adoção no país hoje aceita adotar crianças negras; 75% também não fazem restrições às pardas. Os dados da Corregedoria Nacional de Justiça obtidos pelo G1 mostram uma mudança importante no perfil. Em 2010, menos de um terço dos pais à busca de uma criança no Cadastro Nacional de Adoção deixava aberta a possibilidade de uma adoção de meninas e meninos negros; no caso das crianças pardas, o índice não chegava a 60%.
A corregedora nacional de Justiça, ministra Nancy Andrighi, credita a mudança ao trabalho feito nas Varas da Infância e da Juventude e nos grupos de apoio à adoção. "Os cursos de preparação para adoção realizados pelas equipes multidisciplinares das Varas conseguem mostrar aos pretendentes a realidade das crianças que estão aptas a serem adotadas, fazendo com que abdiquem de idealizações pré-concebidas, notadamente as crianças brancas e com menos de três anos", afirma. Segundo ela, o trabalho de esclarecimento e divulgação feito pelos grupos de apoio à adoção também é determinante. Apesar da indiferença à cor da pele por parte dos pretendentes ter aumentado, o número de adoções de crianças brancas ainda é muito maior proporcionalmente. Atualmente, 65% das crianças nos abrigos são negras ou pardas. Em 2016, no entanto, do total de 252 adoções concretizadas, 119 – ou seja, menos da metade – envolveram crianças negras e pardas. E esse índice não muda muito ao longo dos anos. Em 2015, das 1.418 adoções feitas por meio do Cadastro Nacional de Adoção, 724 (isto é, 51%) envolveram crianças negras ou pardas. O Cadastro Nacional de Adoção abriga atualmente 35.573 pretendentes – 8 mil a mais que em 2010. Na outra ponta, estão 6.572 crianças e adolescentes (quase 3 mil a mais em relação a 2010). Para a ministra Nancy Andrighi, o descompasso entre o número de crianças negras e pardas acolhidas e o número de adotadas não difere muito do que acontece no total geral. "Ainda existem muitos entraves legais e burocráticos em um processo de definição jurídica para uma criança ser considerada disponível para adoção. A lei estabelece que os vínculos biológicos devem ser prestigiados e os pais biológicos, ou a família extensa, devem ser consultados e preparados. Nesse período, a criança permanece acolhida e o Ministério Público fica na dúvida em propor a ação de destituição do poder familiar", afirma. A corregedora nacional diz que ainda existe no Brasil "uma mentalidade de favorecer a família biológica em detrimento do direito da criança em ter uma família real".
Passo a passo da adoção
Para adotar uma criança, é preciso ter no mínimo 18 anos. Não importa o estado civil, mas é necessária uma diferença de 16 anos entre quem deseja adotar e a criança acolhida. O primeiro passo é ir à Vara da Infância mais próxima e se inscrever como candidato. Além de RG e comprovante de residência, outros documentos são necessários para dar continuidade no processo. É preciso fazer uma petição e um curso de preparação psicossocial. São realizadas, então, entrevistas com uma equipe técnica formada por psicólogos e assistentes sociais e visitas. Após entrar na fila de adoção, é necessário aguardar uma criança com o perfil desejado. Cartilhas e grupos de apoio podem ser consultados para esclarecer dúvidas e saber um pouco mais sobre o ato. O passo a passo pode ser consultado no site do CNJ.
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O pastor alemão Haus se recupera em uma clínica veterinária em Tampa, na Flórida, após ser picado por uma cobra para salvar sua dona (Foto: AP Photo/Tamara Lush)
Quando uma cascavel venenosa apareceu no jardim da casa de uma menina de sete anos, na Flórida, seu pastor alemão a salvou, recusando-se a recuar mesmo sendo picado mais de uma vez. E agora centenas de doadores estão ajudando sua família, rapidamente ultrapassando na sexta (13) a meta de US$ 15 mil de um perfil criado no site GoFundMe para arrecadar dinheiro para o antídoto que manteve o cão vivo. Molly DeLuca estava brincando com seu pastor alemão de dois anos, Haus, quando a cobra apareceu, na quarta. Haus pulou na frente da menina e foi picado três vezes, sofrendo danos em seus rins. Os veterinários agora acreditam em uma recuperação completa. A mãe da menina, Donya DeLuca, diz que sua filha e o cão, que adotaram há dois meses em um abrigo, são inseparáveis. Por isso, ela diz não ter ficado surpresa com ele arriscando sua própria vida para salvar Molly.
- Uol Notícias
- 15 Mai 2016
- 09:02h
(Foto: Divulgação)
A gigante de tecnologia Apple foi eleita, pelo sexto ano seguido, a marca mais valiosa do mundo, de acordo com ranking das 100 maiores empresas elaborado pela revista "Forbes" e divulgado na quartafeira (11). A companhia é avaliada em US$ 154,1 bilhões, valor que é 86,8% superior ao do Google, o segundo colocado na lista, que aparece com US$ 82,5 bilhões. Em relação ao ranking anterior, o valor da Apple subiu 6%, enquanto o do Google, controlado pela Alphabet, saltou 26%. A terceira colocada na relação também é do setor de tecnologia: a Microsoft, com valor estimado em US$ 75,2 bilhões. Ela é seguida pela CocaCola, que, com US$ 58,5 bilhões, surge na quarta posição. Com valor calculado em US$ 52,6 bilhões, o Facebook é o quinto colocado na lista da "Forbes". O valor da marca avançou 44% em relação à lista passada, com a taxa mais rápida de crescimento pelo segundo ano seguido. A Toyota surge na sexta colocação (US$ 42,1 bilhões) e a IBM, na sétima, com US$ 41,4 bilhões. A companhia teve a maior queda do ranking, ao ver seu valor recuar 17%.
Disney, McDonald's e General Electrics fecham a lista das dez maiores marcas, com US$ 39,5 bilhões, US$ 39,1 bilhões e US$ 36,7 bilhões, respectivamente. O ranking da "Forbes" começou a ser elaborado em 2010.
EMPRESAS MAIS VALIOSAS
1º Apple US$ 154,1 bilhões
2º Google US$ 82,5 bilhões
3º Microsoft US$ 75,2 bilhões
4º CocaCola US$ 58,5 bilhões
5º Facebook US$ 52,6 bilhões
6º Toyota US$ 42,1 bilhões
7º IBM US$ 41,4 bilhões
8º Disney US$ 39,5 bilhões
9º McDonald´s US$ 39,1 bilhões
10º General Electrics US$ 36,7 bilhões
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- Tribuna da Bahia
- 13 Mai 2016
- 20:01h
(Foto: Reprodução)
Dona do título do Livro dos Recordes de mulher mais velha do mundo, a norte-americana Susannah Mushatt Jones morreu, aos 116 anos, em Nova York, nessa quinta-feira (12/5). O posto agora passa a ser da italiana Emma Morano, única pessoa ainda viva nascida no século XIX. Susannah, que praticamente já não escutava nem enxergava mais, morreu na casa de repouso onde vivia há 30 anos, em Nova York. Nascida em 1899, ela assumiu o posto de mais idosa do mundo após a morte da japonesa Misao Okawa, aos 117 anos, em 2015. A nova mulher mais velha do mundo nasceu meses depois de Susannah e também tem 116 anos. Emma Martina Luigia Morano vive em Pallanza e é a única pessoa do mundo que nasceu no século XIX.
(Foto: Reprodução)
Um médico pesquisador da Faculdade de Medicina de Jundiaí (SP) publicou nesta semana o resultado de 10 anos de um estudo sobre uma vacina contra rinite alérgica. O pesquisador Edmir Américo Lourenço, professor titular da disciplina de otorrinolaringologia da faculdade, afirma que encontrou um tratamento de longo prazo para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas utilizando uma vacina já existente. Segundo a pesquisa, em cerca de 80% dos pacientes testados os sintomas desapareceram. "O paciente não deixa de ser alérgico, mas as melhorias clínicas é que são importantes porque o indivíduo que não tem sintomas é como se ele estivesse curado. Existe um estigma genético para o alérgico, que isso não se desfaz com o tratamento de vacina. As vacinas estimulam a formação de defesas próprias, de anticorpos específicos contra as causas de alergia de que ela é portadora", explica o pesquisador, que é doutor e mestre pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
O pesquisador, que possui mais de 80 estudos publicados, dedicou a vida profissional ao tratamento das doenças respiratórias quando decidiu analisar o prontuário de centenas de pacientes. O procedimento mostra bons resultados quando o tratamento é feito até o fim. O trabalho com 281 pacientes com mais de três anos de idade, realizado em Jundiaí, foi publicado no mês de março de 2016 na revista brasileira editada em língua inglesa "International Archives of Otorrhinolaryngology", que destaca trabalhos científicos de otorrino no Brasil e no exterior.
Procedimentos
Nos primeiros passos da pesquisa, foram feitos testes na pele para saber quais são as causas da alergia. De acordo com o resultado, é feita uma vacina individual e específica em laboratório especializada para cada paciente. São 30 doses que são aplicadas durante 1 ano de 2 meses. Atualmente, o tratamento está disponível somente em clínicas particulares. O custo é de um pouco mais de R$ 1,5 mil. "O indivíduo alérgico pode ter uma melhora clínica no seu dia a dia, melhora da qualidade de vida, melhora da qualidade do sono, da capacidade de trabalho, do seu humor. Mas ele não deixa de ser alérgico. Ele não pode ser exposto a situações extremas. Ele tem uma defesa própria, mas que pode ser insuficiente em determinadas condições. Para o dia a dia dele, ele ter uma qualidade de vida muito melhor", destaca Edmir.
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- Uol Notícias
- 10 Mai 2016
- 20:02h
(Foto: Reprodução)
Um problema comum para usuários de smartphones é a falta de espaço no armazenamento interno. Mesmo que alguns modelos permitam acrescentar cartões microSD para expandir a capacidade, nem sempre isso é suficiente, pois muitos apps e arquivos não podem ser transferidos da memória principal. Quem se enquadra nessa categoria é o cache, um tipo de memória que guarda dados ou processos usados com frequência por um app com o objetivo de recuperá-los mais rapidamente e assim acelerar o desempenho do aparelho. Esse conteúdo, porém, está em constante mudança conforme o uso avança e costuma reduzir drasticamente o espaço livre do armazenamento. A limpeza de cache é um procedimento comum em tecnologia para ajudar a deixar a memória mais livre; é realizada há tempos em computadores e também em dispositivos móveis. Pode ser feita de tempos em tempos quando a memória está prestes a lotar e não deleta arquivos importantes guardadas em outras pastas do aparelho, como fotos, vídeos e documentos.
Os passos seguintes podem ser realizados em qualquer aparelho com Android, com mudanças de nomenclatura de acordo com a marca e modelo dos dispositivos. As telas abaixo foram retiradas de um Samsung Galaxy S4. Antes de começar, acesse o atalho "Configurações" (ou "Ajustes") do aparelho. Os demais passos seguem abaixo:
1 - Vá para a aba "Mais" da área de configurações (ou "Geral")
2 - Procure por "Gerenciador de aplicações" (ou "Aplicações" ou "Aplicativos")
3 - Dentre todos os apps instalados, procure aquele em que deseja limpar o cache e clique nele. No nosso exemplo, escolhemos o WhatsApp
4 - Clique no botão "limpar cache" e aguarde alguns segundos enquanto o aparelho realiza a limpeza dos dados.
Há alguns apps que fazem isso automaticamente para o usuário, como o Clean Master, Fast Reboot e Android Booster. Veja outras formas de acelerar o desempenho do seu celular.
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- Bahia Notícias
- 09 Mai 2016
- 19:01h
(Foto: Reprodução)
Desenvolvida pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (Inct) em Nanobiotecnologia, uma terapia com a capacidade de curar um tipo de câncer de pele em cães pode ser grande passo para a descoberta da cura de alguns tipos de câncer humanos. Nos testes clínicos feitos em cachorros, a terapia fotodinâmica, que envolve uma emulsão com uso de nanotecnologia e a aplicação de um fotossensibilizador, tem curado os tumores malignos, dispensando quimioterapia, radioterapia e cirurgia, que muitas vezes são mutiladoras. "Nós conseguimos a cura do hemangiossarcoma cutâneo em sete cães que tiveram esse tratamento", relatou a veterinária Martha Rocha, que desenvolve a técnica como trabalho de doutorado na Universidade de Brasília (UnB), em entrevista à Agência Brasil. A pesquisadora explicou que a terapia consiste na aplicação de uma emulsão no tumor. A fórmula é ativada com o uso de um fotossensibilizador – no caso, uma luz vermelha que poduz radicais livres que matam as células cancerígenas. De acordo com o coordenador do Inct em Nanobiotecnologia e orientador do projeto, Ricardo Bentes, o tratamento já está sendo testado em câncer de pele humano. "Estamos ajustando o fluido que será usado em pessoas. [É] uma questão de acertar detalhes como a estabilidade do produto e em que quantidade penetra para darmos como concluído", disse ele. O especialista explicou ainda que, além de matar as células do tumor, esse tratamento estimula a imunidade do organismo.
- Bahia Notícias
- 08 Mai 2016
- 20:01h
(Foto: Reprodução)
A água pode ser um grande aliado na perda de peso, de acordo com um estudo publicado na última terça-feira (3), no periódico médico Obesidade. Muitos especialistas já indicavam a ingestão de água antes das refeições, mas não havia provas científicas dos efeitos provocados pelo hábito. Até agora. Os pesquisadores reuniram pessoas com sobrepeso, algumas delas obesas, e as dividiram em dois grupos. Todos os voluntários passaram 12 semanas se alimentando com uma dieta de baixa caloria. No entanto, apenas um dos grupos foi orientado a beber mais água. Antes de cada uma das três principais refeições do dia, esse grupo deveria ingerir 500 ml de água. Após a conclusão do período, todos os participantes perderam entre 5 kg e 8 kg, mas aqueles que beberam mais água tiveram uma perda, em média, de 2 kg a mais. Os cientistas explicaram que o maior consumo de água leva a uma menor ingestão do alimento.
- Tribuna da Bahia
- 08 Mai 2016
- 15:02h
(Foto: Reprodução)
Ferramenta imprescindível para o homem contemporâneo e dispositivo de captura da atenção, o uso do celular durante atividades físicas e profissionais compromete o desempenho e tem sido não recomendável por médicos e especialistas. Se já é algo passível de multa ao dirigir veículos, seja motorizado ou uma simples bike, mesmo em ações triviais, como ao tomar uma massagem, utilizar o smarthphone torna-se perigoso tanto pela transferência da concentração como pela perda do melhor aproveitamento do exercício. No caso de massagens, de acordo com as massoterapeutas Albertina Costa e Avanir Nascimento que atendem diariamente, das 7h às 17h30, na área livre do Jardim de Alá, “o relaxamento não é só destinado ao corpo, mas também à mente”.
Conforme Avanir, que estuda Estética e há 10 anos atua como massoterapeuta, “a maioria dos que atendo geralmente fica no whats app, sem se dar completamente ao relaxamento”. Segundo ela, “alguns optam por ouvir músicas em fones de ouvido e percebo, ao final da massagem que esses demonstram ter obtido um relaxamento maior”. Para ela, contudo, “as pessoas se expõem à busca ou troca de informações pelo celular, de modo que desviam completamente a atenção”. Segundo Albertina, técnica de enfermagem aposentada e há 12 anos atuando como massoterapeuta, “os que buscam massagem aqui no Jardim de Alá geralmente apresentam dores lombares, na cervical ou nos pés, sempre como decorrência do estresse pelo dia a dia do trabalho”. Ela busca saber “se o cliente tem pressão alta, se sente alguma dor no momento ou sofre de diabetes, quando a massagem requer cuidado especial” e defende que “não se deve recorrer ao celular durante o massageamento para que se obtenha um resultado melhor”.
Universidade americana mostra efeitos do uso do smarthphone
Cientistas da Universidade de Kent (EUA) avaliaram 44 estudantes, com média de 22 anos, em quatro sessões de meia hora na esteira. Em cada sessão, os pesquisadores fizeram os voluntários usarem uma função dos aparelhos: música, conversa ou mensagens. Houve ainda uma sessão em que os telefones ficaram desligados, para que os resultados servissem como base. Quando os jovens só ouviam música durante a atividade, a velocidade das passadas e a frequência cardíaca deles cresciam – o que propicia condicionamento físico, emagrecimento e outros efeitos benéficos para o corpo. Quando os estudantes faziam ligações para outras pessoas durante a caminhada na esteira, a frequência cardíaca não se alterava muito, mas a velocidade dos passos diminuía. Já quando mandavam mensagens, eles tiveram o pior resultado. Além de não terem mais prazer na atividade física, apresentaram queda no ritmo cardíaco e na velocidade do exercício. De acordo com o personal trainer André Costa, quem troca mensagens nos smartphones enquanto se exercita fica mais disperso. “Há maior risco de ocorrer lesões e quedas, principalmente nas esteiras. E quando as pessoas param uma série da musculação para mexer no celular, elas esfriam o corpo, e isso é prejudicial, o que pode causar dores na lombar, nos joelhos e nas articulações”, ressalta o professor. A conclusão da pesquisa sobre o efeito da música faz sentido. Os benefícios dos sons no organismo estão relacionados aos sistemas cardiovascular e nervoso central, apontam os cardiologistas. Os especialistas estipulam, ainda, que cada música gera um efeito diferente no organismo – as mais tranquilas, como as clássicas, trazem um estado de harmonia; enquanto as agitadas tendem a causar euforia.
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- Bahia Notícias
- 08 Mai 2016
- 14:02h
(Foto: Reprodução)
A presença de muitos amigos na vida de uma pessoa pode ser benéfico não só psicologicamente, mas também fisicamente, descobriu um estudo desenvolvido no Reino Unido. Por conta da maior produção de endorfina, um neurotransmissor que atua como analgésico natural do corpo e proporciona prazer, pessoas com uma ampla rede de amizades têm maior tolerância à dor. Durante a análise de diferenças neurobiológicas e redes sociais, a estudante de doutorado em Psicologia Experimental na Universidade de Oxford, Katerina Johnson, tentou provar que interações sociais disparavam emoções positivas. Uma equipe de pesquisadores então avaliou a atividade da endorfina relacionada à tolerância à dor, segundo o site Terra. "A amizade pode realmente ajudar a aliviar a dor", afirmou Katerina. "Estes resultados são também interessantes porque recentes pesquisas sugerem que o sistema da endorfina pode ser alterado quando há desordens psicológicas como a depressão. Esta pode ser parte da razão pela qual as pessoas deprimidas sofrem falta de prazer e se isolam socialmente". O estudo também sugere que a quantidade e qualidade das relações sociais afetam a saúde física e mental "e inclusive pode ser um fator determinante sobre a duração da vida".
Casal com três das filhas e Alana que encontrou na família o lar que precisava (Foto: Renata Marconi/G1)
Uma moradora de Macatuba (SP) doou boa parte de sua vida para acolher crianças que precisavam de carinho e cuidado. Casados há 40 anos, Maria de Lourdes Pereira de Freitas, de 56 anos, e seu marido Osmar Pereira de Freitas, de 71 anos, oficialmente são pais de seis filhos, três deles adotivos. Mas além dos filhos, o casal já recebeu muitas outras pessoas, a maioria crianças, que precisavam de ajuda em sua casa. “Já perdi as contas de quantas pessoas passaram aqui e eu cuidei”, conta Maria de Lourdes. Tudo começou no início do casamento, quando os dois costumavam visitar uma colônia de trabalhadores em uma fazenda na cidade. Lá eles encontraram um menino muito doente que estava com o pai preso e a mãe, por ter mais filhos, não podia cuidar dele. Então ela se ofereceu para cuidar do menino de aproximadamente sete meses.
“Nos levamos o Felipinho para o hospital, ele melhorou, mas o médico só o liberou se ele ficasse com a gente. Então nós cuidamos dele por mais uns sete meses, até ele voltar para a família. Ele estava muito debilitado , desnutrido”, conta. Atualmente o casal não tem contato com este menino, mas ainda guarda com muita saudade as lembranças da primeira criança que cuidaram. “Dois anos depois que o devolvemos para a família, a mãe o trouxe para eu ver. Quando eu vi, ele forte, foi o melhor presente da minha vida. Hoje ele deve estar com uns 30 anos”, conta Maria emocionada. Outras crianças passaram pela casa depois dele e o casal, que já tinha dois filhos, teve o terceiro e não pensava em ter mais, só queria ajudar quem precisasse e devolver para as famílias. “Falavam que a gente era louco, que se a criança morresse na nossa mão sem nenhum documento seria um problema, mas não tinha Conselho Tutelar na época, tinha um monte de criança doente precisando e a gente não pensava nisso”, afirma Lourdes.
Casal de apoio
Há 22 anos, o casal foi chamado, pelo Fórum da cidade, para participar do projeto de família acolhedora, que abriga crianças que precisam de um lar temporário. Foi assim que eles receberam as três crianças que foram adotadas. A primeira foi a Gizeli Cristina de Lima Bueno que chegou à casa quando tinha 8 e sentiu que tinha encontrado um lar. “Quando a gente é retirada dos pais, a gente quer uma família. Passei por outras casas, mas quando cheguei aqui era o que eu sempre quis, tinha pai, mãe, irmãos. Família para mim foi essa”, lembra Gizeli, de 28 anos, que hoje não mora mais com os pais adotivos porque se casou. Lourdes conta que agradece sempre a família abençoada que tem. “Meus filhos nunca reclamaram de dividir as coisas, a cama, nunca brigaram, já ficamos em 10 em casa com um banheiro. Nunca passamos dificuldade. Foi a fase mais feliz da minha vida”, afirma. Uma das filhas do casal, Géssica Pereira de Freitas dos Santos, de 27 anos, conta que realmente nunca se incomodou com as “visitas” constantes em sua casa. “Eu nasci com isso. Não via diferença e nunca deixaram faltar nada, não sentia nem falta de atenção. Minha mãe até falava em montar um orfanato e eu gostava da ideia.” Gabrielli Pereira de Freitas é a caçula da família e chegou na casa quando era um bebê. A jovem de 21 anos é a única dos seis irmãos que ainda mora na casa com os pais. “A infância foi festa, sempre tinha alguém para brincar. Quando eu cheguei era muito doente e o médico nem deu expectativa de vida, mas meus pais insistiram em me tratar e eu fui curada. Sempre cresci com muito amor, atenção e sempre soube que era adotada.” Mesmo atualmente, quem ainda precisa de ajuda recorre ao casal, que não se cansa de receber as pessoas em casa. A estudante Alana Guerra é um exemplo de quem precisou de um lar e encontrou na casa da família. "É normal ter pessoas que precisam aqui. Quem Deus traz a gente ajuda, sempre tem alguma pessoa", afirma Maria de Lourdes.
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Steffany de Oliveira com a filha Bianca no colo (Foto: Lívia Torres / G1)
Era 23 de dezembro de 2015, às vésperas do Natal. Steffany de Oliveira estava na sua 40ª semana de gravidez e havia completado 20 anos um dia antes. As contrações começaram por volta das 4h e, às 6h20, nasceu a primogênita Bianca, de parto normal, em um hospital de Itaguaí, Região Metropolitana do Rio. Tudo havia ocorrido dentro da normalidade, mas uma pergunta no hospital despertou a inquietação da nova mãe: “Você teve zika durante a gestação?”, questionaram. A afirmativa de Steffany confirmou a desconfiança dos médicos ao ver o bebê com o perímetro encefálico muito pequeno: era mais um caso suspeito de microcefalia no RJ. “Aos três meses eu descobri que estava com zika, mas até então eu não estava sabendo da microcefalia aliada à doença. Eu nem conhecia isso. Me deixaram seis dias no hospital [após o nascimento] e disseram que o crânio dela era menor que o normal. Quando recebi alta, vendo televisão, que fui descobrir o que era a microcefalia. Eu não pesquisei nada pela internet, porque eu tenho medo do que eu vou ver e ficar muito mal. Procuro pensar que cada dia há uma melhora, uma vitória”, conta a dona de casa.
Ansiosa para passar seu primeiro Dia das Mães com Bianca no colo neste domingo (8), Steffany sonha com o futuro da filha. “Não é fácil, mas não é nada que não dê para superar. Quando a gente acorda e vê um sorriso, vê nosso filho se desenvolvendo, é maravilhoso. Tem muito preconceito, mas a cada dia que passa a gente supera. Quando a gente quer ser mãe, não adianta. A gente não vê obstáculos e vida que segue. Eu vejo a Bianca como um presente, um milagre. Acho que ela vai andar, falar, sorrir, brincar, fazer pirraça e vejo ela bem lá na frente. Ela vai crescer como uma criança normal.”
Ao todo, 1.271 casos no país
O número de casos confirmados de microcefalia no Brasil chegou a 1.271, segundo balanço do Ministério divulgado na quarta-feira (4). Ao todo, foram 7.343 notificações desde o início das investigações, em 22 de outubro, até 30 de abril. Segundo a pasta, 2.492 casos foram descartados e outros 3.580 casos ainda estão sendo investigados. Dos casos confirmados de microcefalia, 203 tiveram teste positivo para o vírus da zika. A microcefalia é diagnosticada quando o perímetro da cabeça é igual ou menor do que 32 cm. Portanto, o esperado é que bebês tenham pelo menos 34 cm. Isso vale apenas para crianças nascidas com 9 meses de gravidez. No caso de prematuros, esses valores mudam e dependem da idade gestacional em que ocorre o parto.
Tristeza com diagnóstico
Com os olhos marejados, Steffany conta que ficou deprimida quando Bianca foi diagnosticada com microcefalia. Ela diz que o apoio da família, do marido, o carreteiro Magno Lucas, 28, e o tempo foram fundamentais para a aceitação e o entendimento de como seria a vida da família dali para a frente. “Eu fiquei muito triste quando descobri, mas minha filha sempre reagiu a tudo. Ela observa, escuta e eles [os médicos] estavam esperando receber um bebê parado, debilitado. Quando eu recebo elogio das pessoas, eu vejo que não é o fim do mundo. Claro que eu vou passar dificuldades, como eu já passo hoje. Tem gente que espera ver um bebê pra baixo e não é assim. Têm pessoas que acham incrível porque ela é muito bem desenvolvida. Não quero que gostem dela por pena, porque eu não tenho pena da minha filha.”
Preconceito
A dona de casa enumera as histórias de preconceito sofridas pela família após o nascimento da menina Bianca, hoje com 4 meses. “Eu vejo ela como um bebê normal, não vejo diferença. Mas as pessoas são ignorantes. Já aconteceu de eu ir a um posto de saúde e as pessoas olharem minha filha diferente, de forma atravessada. Dizem que a cabeça dela não vai crescer, já disseram que ela é inválida, que não vai poder trabalhar. Mesmo que ela tenha sequelas, é uma criança normal. Eu choro muito, mas a cada sorriso que ela dá, eu fico feliz de novo,” comemora.
'Microcefalia sempre existiu', diz médica
A médica Fernanda Fialho, coordenadora do projeto para acolhimento de casos de microcefalia ligados ao zika vírus do Instituto Estadual do Cérebro (IEC), esclarece que a microcefalia sempre existiu, que o número de casos aumentou recentemente e que, por isso, o tema ficou mais em evidência. “Primeiro é uma frustração [para as mães]. Depois uma necessidade de proteger. A melhor coisa para nós, médicos, é ver que existe uma família que vai cuidar. É um problema para vida toda. A gente quer fazer com que as mães saibam o que vão precisar, contar como será a vida daqui pra frente. Ninguém é mais importante que a mãe e o nosso papel aqui é capacitar essa mãe.” Fernanda explica também quais sequelas a microcefalia pode ocasionar: “Existe um comprometimento auditivo e visual, o desenvolvimento motor fica prejudicado. Eles as vezes não conseguem sentar e andar", explica. Apesar das adversidades, a mãe de Bianca demonstra otimismo ao falar da filha. "Claro que vamos ter que estimular ela, mas vejo tudo tranquilo. Até esse caso da cabeça dela que não vai crescer, eu não acredito. Eu meço de 15 em 15 dias e vejo que está crescendo. Eu vejo que ela vai ser como eu, como você, normal."
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- Tech Tudo
- 07 Mai 2016
- 15:04h
Flor roxa será ícone para enviar GIF especial de Dia das Mães (Foto: Reprodução/Twitter)
O Facebook está cada vez mais atento nas “datas importantes”. Além das mensagens na página inicial do usuário em dias marcantes, agora a rede social está investindo nas interações diferenciadas para celebração de momentos especiais. No próximo domingo (8), Dia das Mães, os usuários poderão “entregar flores” nas mensagens trocadas com suas mães pelo Facebook. No começo da semana, um programador chamado Sreedev Sharma descobriu ainda um código novo de “reação” com ícone de flor roxa escondido no código-fonte do Facebook. Depois da descoberta do novo Reaction, Sharma foi especular que este poderia ser um teste de um novo recurso: Reactions Temáticos. Resta saber para quem (ou em quais países) o emoji vai aparecer.Completando o Dia das Mães, o Facebook lançou novos emojis no Facebook Messenger, por tempo limitado, para celebrar o Dia das Mães. Os emoticons podem ser encontrados na Loja de Figurinhas com o nome Amor de Mãe, criados pela artista Abigail Munoz - o download é gratuito. "Para celebrar o Dia das Mães, estamos testando a função que deixa as pessoas em alguns mercados selecionados usar uma flor como reação", disse o Facebook em um comunicado à imprensa americana. Ainda não é certo que o Brasil está nesses mercados. Em inglês, o botão ganhou o nome de "Thankful" (agradecido, em português).