BUSCA PELA CATEGORIA "Curiosidades"

A cada 8 horas sentado, é necessário 1 hora de exercício, diz estudo

  • 31 Jul 2016
  • 14:04h

(Foto: Reprodução)

Pelo menos uma hora de atividade física diária é necessária para resistir aos efeitos negativos de ficar sentado durante oito horas, revelou um estudo publicado nesta quinta-feira (28) pela revista médica britânica "The Lancet". A pesquisa, que analisou dados de 16 relatórios anteriores sobre pessoas com mais de 45 anos dos EUA, Europa Ocidental e Austrália, concluiu que os cidadãos que levam uma vida sedentária contam com uma probabilidade mais alta de risco de morte. Um grupo de especialistas internacionais verificou que aqueles que se sentam durante oito ou mais horas por dia e fazem pouca atividade física têm um risco de 9,9% de morrer em um período de entre 2 e 18 anos. Já as pessoas que passam menos de quatro horas sentadas e fazem exercício durante pelo menos 60 minutos por dia, tem o risco de morrer nesse período reduzido em até 6,8%. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aconselha 150 minutos de exercício por semana, mas a publicação britânica, baseada em dados de mais de um milhão de pessoas, qualificou a recomendação de "insuficiente".

 

O principal autor do estudo, o professor Ulf Ekelund da Universidade inglesa de Cambridge, explicou que "não é preciso ir à academia" e que "é suficiente andar de manhã ou depois do jantar, mas é preciso fazê-lo pelo menos uma hora por cada dia". A pesquisa também afirmou que pelo menos 60 minutos de "exercício de intensidade moderada", como andar a uma velocidade de 5,6 km/h ou andar de bicicleta a 16 km/h seria suficiente para reduzir os efeitos de ficar sentado durante um longo período de tempo. "Não é fácil fazer exercício uma hora todos os dias, mas os adultos britânicos veem em média 3 horas e 6 minutos de televisão. Não é muito pedir que um pouco dessas três horas seja usada em atividade física", ressaltou Ekelund.

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Dietas detox funcionam mesmo ou são puro marketing?

  • 31 Jul 2016
  • 12:09h

Suco detox: dietas desitoxicantes estão cada vez mais populares (Foto: Rede Globo)

Jejuar por duas semanas, alimentar-se durante cinco dias exclusivamente de sucos ou tomar durante 48 horas um composto à base de limão, xarope de bordo e potássio. Estas são algumas das dietas desintoxicantes, também conhecidas como "detox", usadas por celebridades para perder peso e desintoxicar o organismo - e cada vez mais populares entre as pessoas comuns. De um lado, há quem diga que as dietas são fáceis de serem seguidas e permitem eliminar o que "seu corpo não necessita". "(Isso ocorre) graças a alimentos desintoxicantes, como abacaxi, aspargos, espinafre e aipo, ou ao jejum, para limpar e purificar o sistema digestivo", argumenta Nekane Ullán, especialista em nutrição clínica da empresa espanhola Dietox, que promove esse tipo de dieta. "Pode variar do jejum completo à ingestão exclusiva de verduras e frutas ou ao semi-jejum, à base de sucos e saladas. E, para que sejam eficazes, basta testá-las ao menos por um dia." De outro lado, alguns cientistas e especialistas questionam essas afirmações e garantem que, muitas vezes, são dietas perigosas, sem qualquer base científica, que usam o conceito de desintoxicação como um termo puramente comercial.

De dieta em dieta
Jesus Román, presidente da Sociedade Espanhola de Nutrição e Ciências da Alimentação e professor da Universidade Complutense de Madri, diz que são dietas "difíceis de serem seguidas", porque quem as realiza "não pratica uma única dieta, mas centenas delas". "São pessoas que não costumam comer de forma saudável e equilibrada, porque passam de uma dieta para outra, e isso é um perigo para o metabolismo", explica Roman. O que mais deixa os especialistas preocupados é a falta de evidências científicas que sustentem essa terapias de "limpeza de toxinas", como diz quem as defende. Os promotores dessas dietas rebatem dizendo que existem vários fatores que afetam o acúmulo de toxinas "no fígado, no baço e nos rins, como o ambiente, a alimentação ou a hidratação", diz Ullán. Mas o problema, afirmam cientistas, é que essas tais toxinas não existem ou, ao menos, ainda não foram comprovadas pela ciência, algo que as próprias empresas do setor reconhecem.

'Conceito inexistente'
"Não há provas científicas, porque não foram feitos estudos, e nos baseamos nas experiências próprias de nossos pacientes, que não têm como objetivo perder peso, mas sim sentirem-se mais energizados e leves", afirma Ullán. Segundo a nutricionista, as dietas detox não devem ser adotadas por pessoas com diabetes e hipertensão, crianças e grávidas e "podem ter um efeito rebote", mas o objetivo "não é compensar os excessos, mas começar a se cuidar quando se decide por uma mudança na rotina alimentar, que depois deve continuar". Os cientistas enxergam a questão de forma mais simples: dizem que estas dietas se baseiam em um conceito inexistente. "O sistema digestivo precisa de um descanso depois dos excessos, mas não existem dietas desintoxicantes. Para isso, há o fígado e os rins, que limpam as toxinas de nosso organismo", afirma Roman. Ao mesmo tempo, o especialista defende que as pessoas se sentem melhor depois de praticá-las e as recomendam, porque isso dá uma trégua ao sistema digestivo, mas que "não há qualquer fundamento científico" por trás delas. "O que nos faz sentir de fato melhor é seguir uma dieta equilibrada durante todo o ano, ou seja, uma dieta frugal, em que não se coma em excesso nem muita carne. Mas isso não tem apelo popular."

O marketing do 'detox'
Edzard Ernst, professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido, e um conhecido crítico e pesquisador da medicina alternativa, é mais incisivo. Não só defende não haver evidências científicas como também diz que as afirmações sobre as supostas toxinas são "equivocadas e perigosas" e uma questão de "puro marketing". "O conceito de detox está sendo usado como um termo comercial que vende a ideia de que as pessoas podem melhorar sua saúde com um mínimo de esforço", diz. "Minha visão não é radical, mas realista. As dietas e produtos desintoxicantes esvaziam os bolsos das pessoas e as enganam, fazendo com que acreditem que podem normalizar rapidamente uma situação irreal." Para ele, a única maneira de ser saudável é evitar certos hábitos, como beber, fumar ou comer demais. "É o jeito de se desintoxicar", argumenta.

Perigos
Adriana Alvarado, nutricionista e diretora do Centro de Nutrição Clínica da Costa Rica, define estas dietas como uma "moda" e alerta sobre seus perigos. "Dependendo do tipo de dieta e sua duração, as pessoas podem sofrer efeitos secundários, como desidratação, deficiência de nutrientes, fadiga, dores de cabeça, problemas gastrointestinais ou enjoos", diz. Essa não é a primeira vez que a comunidade científica critica o negócio das dietas desintoxicantes. Em 2009, pesquisadores da associação britânica Voice of Young Science (voz da ciência jovem, em inglês) denunciaram que a palavra detox se referia a uma enganosa estratégia de marketing. "Produziram um documento em que explicavam como o fígado e os rins são um fantástico sistema de desintoxicação e explicaram porque não é necessário gastar dinheiro com produtos caros e tratamentos desse tipo", dizem fontes da associação. A médica Harriet Ball participou do estudo, chamado The Detox Dossier (o dossiê detox, em inglês), e diz que os produtos desintoxicantes se baseiam "na ideia de que a vida moderna nos enche de toxinas invisíveis que nossos corpos não podem aguentar, a menos que compremos o mais novo remédio". "Nossa investigação nos convenceu de que existe muito pouca ou nenhuma evidência de que estes produtos funcionem, exceto para aproveitar-se do dinheiro das pessoas e desvalorizar as formas surpreendentes que nosso corpo pode desintoxicar a si mesmo."

 

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Academia nudista chega ao Brasil

  • 23 Jul 2016
  • 17:02h

(Foto: Reprodução)

Praias, Resorts, restaurantes nudistas… está pouco né?  Então, hora de malhar sem roupa. Isso mesmo! Em outubro, chega ao Brasil a Academy Freestyle, onde as pessoas podem e devem se exercitar completamente peladas. As mensalidades previstas para a academia, que funcionará na região do Frei Caneca, em São Paulo, são de R$ 130. Por óbvio, se você adora aquela selfie em frente ao espelho enquanto malha, lá não é o seu lugar. Os usuários não podem fazer qualquer tipo de registro fotográfico ou em vídeo. Por mais estranho que isso possa parecer, exercitar-se sem roupa não é novidade. Nos anos 60, nos Estados Unidos, quem fazia natação tinha que ficar completamente sem roupa por questão de saúde. Conforme divulgou o site Catraca Livre, outra tendência parecida acontece na Dinamarca, onde uma academia anunciou, inicialmente como piada, uma aula de “naked crossfit”. O que não esperavam é que a procura fosse ser tão grande, levando-os a realmente criar a modalidade. Particularmente, não curto nem um pouco a ideia. Primeiro porque academia é uma espaço sujo – pesquisas comprovam quantidades absurdas de bactérias por lá. Depois, porque vamos combinar, algumas posições já são constrangedoras enquanto estamos vestidos, imagine pelados! Mas, como em tudo neste mundo, pelo visto, há quem goste.

Sucesso nas redes, jovem escritor lança livro criado a partir de blog

  • 23 Jul 2016
  • 14:02h

Matheus Rocha tem 24 anos e é de Feira de Santana, no interior da Bahia (Foto: Divulgação/Geovane Peixoto)

Um terapeuta virtual. Mesmo tendo apenas 24 anos, é assim que o escritor e jornalista Matheus Rocha é visto pelos mais de 600 mil seguidores que o acompanham nas redes sociais. Ele é autor do blog Neologismo e os textos carregados de emoção escritos para a plataforma estão dando origem ao primeiro livro dele. Intitulada "No Meio do Caminho Tinha um Amor", a obra será lançada pela editora Sextante neste sábado, às 18h, no shopping Boulevard, em Feira de Santana, a 110 km de Salvador. Há cinco anos Matheus criou o blog Neologismo no Tumblr, plataforma de blogging que permite aos usuários publicar textos, fotos, vídeos, links, citações, áudio. Segundo ele, a ideia surgiu da necessidade de desabafar, pois tinha dificuldade de se abrir com amigos e familiares. "Não me considero tímido, e sim reservado. Então escrevia para colocar para fora meus sentimentos, minhas ideias. De imediato, o número de acessos foi grande e muita gente se identificava com os meus escritos", lembra. Os textos de Matheus são embasados nas próprias experiências. 

 

"Sempre fui muito intenso em tudo o que faço. Pego a carga emocional das minhas relações, de modo geral, e coloco nos textos. Aspirações, frustrações, angústias, tudo me inspira", afirma. Na opinião dele, o sucesso se deve justamente por publicar situações reais e comuns. "Por mais poderosa que seja a ficção, você fala com mais propriedade sobre uma coisa que é sua. Só escrevo o que passo e sinto, acho que por isso as pessoas acabam se identificando tanto", comenta."No Meio do Caminho Tinha um Amor" reúne 50 crônicas, algumas inéditas e outras já publicadas no Neologismo. "Jamais pensei que meu trabalho um dia tivesse tamanha repercussão. Ter meu livro lançado por uma grande editora é muito mais do que imaginei".O jovem conta que no ano passado muitos seguidores começaram a pedir que ele reunisse os textos de mais sucesso em um livro e daí surgiu a iniciativa. Então, entrou em contato com muitas editoras, através de e-mails oferecendo a obra. "Levei muita resposta negativa, algumas nem retornavam. Já estava entrando em acordo com uma editora pequena, quando surgiu o convite da Sextante, em novembro do ano passado. Foi uma surpresa muito grata" relata. Além dessa obra, Matheus está se preparando para lançar outro livro, pela mesma editora, em parceria com Arthur Aguiar, Frederico Elboni e Ique Carvalho. "Muito Amor, Por Favor", será lançado entre os dias 26 de agosto e 4 de setembro, na Bienal de São Paulo. Vai viajar por várias partes do Brasil para lançar os dois livros simultaneamente. Desde criança Matheus é aficionado por leitura, especialmente de poemas. Na adolescência, começou a escrever os primeiros rabiscos. "No começo minha mãe falava: 'menino, sai desse computador, para de ficar tanto tempo na internet', mas depois ela percebeu que escrever não era só um hobby para mim e abraçou a minha ideia", conta. Apesar de gostar de ler e escrever, ele chegou a estudar um semestre do curso de Engenharia de Alimentos na Universidade Estadual de Feira de Santana e chegou a se matricular no curso de Tecnologia em Agroecologia da Universidade Federal do Recôncavo, porém, desistiu de tudo para estudar jornalismo. Atualmente se dedica ao trabalho como jornalista em uma assessoria de comunicação, ao lançamento do livro, ao Neologismo, e ainda escreve semanalmente uma coluna para outro blog, o Entenda os Homens. Os compromissos são muitos, entretanto, garante que sobra tempo para namorar, encontrar os amigos e se divertir como qualquer jovem da idade dele. E desativa as notificações do celular, para não ficar conectado o tempo inteiro. Ele brinca que se deixar tudo normal "é surra de notificação e não tem bateria de celular que aguente". "Eu me divirto tanto com os textos e a interatividade que não tenho a internet como um trabalho", complementa. Só no Facebook Matheus tem mais de 300 mil seguidores em uma fan page. Outros 300 mil acompanham a vida dele no Instagram, Twitter e Snapchat, além do Neologismo. Ele administra todas as contas sozinho, posta diariamente, e interage nas redes. Para o blogueiro, a melhor parte é a interação com o público. "É muito gostoso receber um retorno positivo, saber que seu trabalho deixa outras pessoas mais felizes". De acordo com Matheus, quase metade dos seguidores são dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Na região Nordeste, os cearenses e pernambucanos se destacam entre os seguidores. "Parece engraçado, mas na Bahia meu público não é tão grande; é menor do que alguns países, como Portugal", revela. Apesar disso, decidiu lançar o livro em Feira de Santana, no interior baiano, onde nasceu e vive; quis estar perto das raízes e de pessoas especiais neste momento importante. Entre os milhares de compartilhamentos dos escritos de Matheus estão o de alguns famosos, como as cantoras Anitta, Marília Mendonça e Solange Almeida, as atrizes Marina Ruy Barbosa, Carol Castro e Bruna Marquezine, além do blogueiro Hugo Gloss e o escritor Walcyr Carrasco. "Walcyr é um dos meus escritores preferidos, então a cada vez que ele publica algo que escrevo meu coração pula de alegria. Hugo Gloss tem uma força enorme nas redes. Uma vez que ele compartilhou um post meu e em menos de um dia ganhei quase 20 mil seguidores". Os assuntos que têm mais comentários e compartilhamentos são os que tratam de fim de relacionamento. "A maior parte do meu público é do sexo feminino. Elas tendem a ser mais sentimentais, passionais, então acho que por isso esse é o tema que mais repercute", analisa. As mulheres são cerca de 70% dos seguidores, com idade entre 18 e 35 anos.

Terapeuta das redes sociais
Matheus também recebe em média 1500 e-mails mensais com pedidos de ajuda e conselhos. Por causa disso ganhou o apelido de "terapeuta das redes sociais". Ele admite que não responde todos, não só por falta de tempo. "Tento responder só em dias em que me sinto bem, pois posso transmitir uma energia negativa para outra pessoa ou mesmo atrair a energia negativa dela. A maioria das histórias é bem pesada. Além disso, muita gente não quer só desabafar, quer uma solução para um problema e eu não tenho como resolvê-los", revela. Dentre as mensagens que mais marcaram, está a de uma pessoa que disse que cometeria o suicídio. "Trocamos mensagens durante toda a madrugada e ao amanhecer ele desistiu da ideia. Até hoje nos falamos de vez em quando. Tento não me envolver, pois acabo ficando preocupado demais. Não sou psicólogo, só tento dar um apoio, uma mensagem positiva", afirma. Para Matheus, o grande número de pessoas que o procuram em busca de ajuda e o sucesso dos textos que ele publica demonstram que muita gente, especialmente os jovens, sentem falta de alguém para desabafar. "As pessoas não conseguem se expressar, e as que conseguem não acham quem ouça as histórias que têm para contar. Tem muita gente pensando só em si, mas que não ouve nem a si mesmo, nem ao outro".

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Como o governo teria grampeado terroristas no WhatsApp?

  • 22 Jul 2016
  • 19:00h

(Foto: Reprodução)

A Polícia Federal (PF) deflagrou a operação antiterror "Hashtag" e prendeu 10 pessoas supostamente ligadas ao Estado Islâmico na manhã desta quinta-feira (21). Segundo o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, as investigações teriam envolvido a interceptação de conversas em aplicativos como Telegram e WhatsApp - apesar de o WhatsApp ter sido bloqueado esta semana por não ter condições de auxiliar as autoridades na investigação de crimes. Questionado sobre como a polícia agora conseguiu acesso às conversas do aplicativo, o ministro não quis explicar a técnica usada. "Qualquer mecanismo de investigação não deve ser falado numa entrevista coletiva para avisar um suposto terrorista sobre como se investiga", justificou Moraes. Apesar da não cooperação do WhatsApp, o ministro disse que a investigação tem "outros meios". Se o WhatsApp não possui condições de ajudar a polícia e o aplicativo utiliza a criptografia ponta-a-ponta, que impede a leitura de dados com "grampos" tradicionais, como a polícia pode ter conseguido acesso às mensagens?

 

 

WhatsApp pode sim colaborar
O primeiro detalhe é que o WhatsApp pode sim interceptar conversas em sua rede, pois detém o controle do processo de troca de "chaves". A chave é uma sequência usada para codificar e decodificar os dados. Embora a chave seja gerada e armazenada apenas no celular do utilizador, o WhatsApp pode, a qualquer momento, iniciar um novo processo de troca de chaves e transmitir chaves incorretas para dois ou mais contatos, viabilizando a interceptação.A limitação desse mecanismo é que ele pode ser percebido pelos participantes da conversa, especialmente se eles checarem as chaves que estão usando (assista ao vídeo).Apesar de a possibilidade existir, é pouco provável que o WhatsApp tenha colaborado com essa investigação. Não há sequer confirmação de que o WhatsApp tenha desenvolvido a tecnologia para realizar esse tipo de grampo em sua rede. Sendo esse o caso, quais podem ser os "outros métodos" citados pelo ministro?

Interceptação sem colaboração dos apps é possível

Existem ao menos quatro métodos de se obter os dados da comunicação do WhatsApp e que não exigem a quebra da segurança do aplicativo em si e nem a colaboração dele para funcionar. São eles:

1. Instalação de vírus no computador ou no celular dos investigados. Como o WhatsApp permite o uso do aplicativo por meio do WhatsApp Web, não é preciso necessariamente contaminar o celular com um software espião. Infectar o celular é difícil, mas, desde que alguém esteja usando o WhatsApp ou o Telegram via Web, não é preciso espionar especificamente o celular. Basta que a pessoa entre no WhatsApp Web uma vez para que todo o histórico seja obtido por um software espião. Sabe-se que a Polícia Federal tem ao menos interesse nesse tipo de código, pois a PF estava entre os possíveis clientes da empresa italiana Hacking Team, especializada na oferta de programas espiões.

2. Obtenção do backup de conversas. As conversas do WhatsApp são copiadas sem criptografia para o Google Drive ou para o iCloud. Caso algum dos investigados tenha ativado esse backup, as autoridades podem solicitar o backup das conversas para o Google ou para a Apple.

3. Agente infiltrado em grupos. Um agente pode convencer os administradores dos grupos investigados a adicionar seu telefone ao grupo. A partir desse momento, toda a conversa poderá ser lida pela polícia. Segundo o advogado especializado em direito eletrônico Walter Aranha Capanema, a infiltração é prevista em lei (12.850/2013 e 13.260/2016). "A lei antiterrorismo permite a aplicação dos meios de investigação próprios da lei das organizações criminosas. Um desses meios é a infiltração, que exige ordem judicial", explica. (A Polícia Federal não confirma nem nega que tenha infiltrado agentes em grupos de Telegram e WhatsApp)

4. Clonagem do número com colaboração da operadora. Ainda que o WhatsApp não coopere com as investigações, as operadoras cooperam. A operadora poderia transferir um dos números investigados para um chip em posse da polícia, que então poderia instalar e ativar o WhatsApp com o número que até então pertencia exclusivamente a um dos investigados. Nesse momento, a PF teria em mãos um celular capaz de receber toda a comunicação, tendo para si um número até então confiado pelos investigados. De acordo com Capanema, esse método entraria como interceptação (lei 9.296/96) e também poderia ser realizado pela polícia, desde que com ordem judicial. A limitação deste método é que dono do número escolhido pela PF para transferir para si mesma ficaria sem acesso ao WhatsApp ou mesmo sem telefone, pelo menos temporariamente, podendo perrceber que há algo "estranho" acontecendo. O WhatsApp não foi o único monitorado: a PF também teria acessado conversas do Telegram. A criptografia do aplicativo Telegram é considerada menos segura que a do WhatsApp. Além disso, o app não criptografa as conversas sem que os participantes iniciem um "chat secreto". Caso a PF tenha realmente quebrado diretamente a segurança de um dos aplicativos, o Telegram é o alvo mais provável. Existe ainda a possibilidade que a PF não chegou a ter acesso às conversas, mas se limitou aos chamados "metadados". Os metados não têm o conteúdo da conversa, mas podem ajudar a polícia a saber quem fala com quem e quando. Embora essas interceptações sejam mais trabalhosas e também exijam certos descuidos por parte dos investigados, as autoridades realmente têm meios para obter o conteúdo de mensagens sem precisar da colaboração dos responsáveis pelos apps.

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Hackers derrubam site do TJ-RJ após bloqueio do WhatsApp

  • Folha de S.Paulo
  • 19 Jul 2016
  • 15:43h

Hackers do grupo Anonymous Brasil afirmaram que retiraram do ar o site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) nesta terça-feira (19) em resposta ao bloqueio do WhatsApp no Brasil (veja aqui). Os hackers postaram na rede social Facebook confirmando e comemorando os ataques. Os seguidores da página comemoraram a ação através das redes sociais. Em um dos comentários, um dos usuários pediu que os hackers bloqueassem o acesso aos computadores do Tribunal. "Bloqueia o acesso aos computadores deles, aí quando eles notarem que ficar sem comunicaçao é horrivel, vão entender como o brasileiro se sente", argumentou. O site voltou ao ar às 15h28.

Um em cada cinco brasileiros bebe refrigerante todo dia, diz pesquisa

  • 17 Jul 2016
  • 15:03h

(Foto: Reprodução)

Um em cada cinco brasileiros (19%) adultos que vivem nas capitais brasileiras consomem refrigerante ou sucos artificiais todos os dias, informou o Ministério da Saúde nesta quinta-feira (7). Refrigerante é o sexto produto alimentício mais consumido por crianças e adolescentes entre 12 e 17 anos, atrás de arroz, feijão, pão, suco e carnes. Na lista dos 20 produtos mais consumidos por essa parcela da população, as frutas sequer aparecem. Segundo o ministério, somente 37,6% da população adulta das 27 capitais relataram consumir frutas e hortaliças regularmente – um aumento de 29,9% em comparação com 2010. Carnes com excesso de gordura são frequentemente consumidas por 31,1% da população. Os dados apresentados pelo ministério são parte do Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes, que entrevistou jovens de 124 municípios, e da pesquisa Vigitel 2014 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), que entrevistou 54 mil adultos por telefone nas capitais brasileiras.

 

O estudo aponta que o feijão é parte da rotina diária de 64,8% dos brasileiros. Doces são consumidos quase todos os dias por 20% da população. Segundo a pesquisa, 15,5% dos brasileiros substituem o almoço ou jantar por lanches. O ministério identificou que 56,6% dos jovens fazem as refeições em frente à televisão e 73,5% desse público passam mais de duas horas por dia em frente à tela do PC ou do videogame. Segundo a coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição, Michele Lessa, a situação cria impacto para a rotina dos adolescentes, que acabam não prestando atenção ao que comem. Outro dado que a especialista apontou é o fato de que pouco mais da metade (51,8%) dos jovens bebe menos de cinco copos d’água por dia – quando o recomendado é de oito copos. “A gente observa que a água é substituída por suco, que é tão prejudicial quanto o refrigerante”, disse. Ela também considerou preocupante o fato de que os adolescentes estejam se tornando cada vez mais dependentes de produtos industrializados. O motivo é a falta de conhecimento dos jovens em preparar a própria comida. Para o nutricionista Clayton Camargos, a prática é mais saudável. “A vantagem [de preparar a comida em casa] é se alimentar direito e na hora certa, é poder fazer escolhas mais conscientes e mais saudáveis. Preparar a própria comida permite ainda fazer uma análise melhor dos produtos e consequentemente selecionar e optar por aqueles que têm menor quantidade de sódio e açúcar.”

Desafio
O estudo mostrou ainda que um em cada quatro adolescentes sofre de problemas com a balança – 17,1% têm sobrepeso e 8,4% são obesos. A maior parte desse grupo se concentra na região Sul do país. Entre adultos, 53,9% estão acima do peso e 18,9%, obesos. A maior parte desse grupo se concentra na região Sul do país. A rede pública de saúde brasileira gasta mais de R$ 233 milhões com cirurgias bariátricas por ano, segundo o ministério. O dinheiro é equivalente ao gasto com a construção de 30 unidades de pronto atendimento e 60 unidades básicas de saúde, segundo o ministério. O gasto em tratamentos contra obesidade no SUS é de R$ 458 milhões. Só o gasto por atendimento de jovens com diabetes, hipertensão, problemas cardiovasculares e cirurgia bariátrica chega a R$ 126,4 milhões.

Decisão interna
Também nesta quinta, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, assinou uma portaria proibindo a compra de alimentos não saudáveis com recursos do ministério. Ficam proibidos produtos como refrigerantes e salgadinhos em “coffee breaks” da pasta ou até mesmo na lanchonete. A intenção do ministro é estender a regra a outros órgãos do Executivo. O ministro disse considerar que regra sobre publicidade de guloseimas pode ser “aprimorada”. Ao lembrar que já existem definições sobre propagandas desse tipo de produto para o público infantil, ele declarou que há espaço para mudança na situação atual.

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Pesquisa: mulheres gastam 54% do salário com beleza e homens menos de 1%

  • 17 Jul 2016
  • 14:04h

(Foto: Reprodução)

O fato de as mulheres ainda receberem salários menores que os dos homens não é novidade - o estudo mais recente do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) indica que a diferença, em um mesmo cargo, chega a 30%. Mais alarmante ainda é o relatório realizado pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), que afirma que a paridade entre os valores vai demorar pelo menos 70 anos para ser alcançada.Pensando nisso, o site de relacionamento MeuPatrocinio.com fez uma pesquisa com 2.591 pessoas, entre as 28 mil mulheres e oito mil homens cadastrados, para descobrir quanto gastam com beleza e cuidados do corpo.Enquanto os homens usam menos de R$ 350 (o equivalente a 0,7% da média de salário dos entrevistados), a maioria das mulheres desembolsa, em média, R$ 1.480 (54% do salário).


 

 

Necessidades iguais, salários menores, gastos maiores

O Departamento de Assuntos de Consumo dos Estados Unidos, inclusive, fez um levantamento no início deste ano que comprova a situação: em uma comparação de 800 produtos de igual efeito, mas com versões masculinas e femininas, os itens voltados às mulheres custam de 4% a 13% a mais. É nesse sentido que o presidente interino Michel Temer levanta a questão da redução da idade mínima de aposentadoria para as mulheres. “A mulher, além de trabalhar fora, ainda faz o trabalho interno na sua casa, é mãe e às vezes cuida dos irmãos”, disse em uma entrevista em que defendia certas diferenças que as mulheres merecem. Só para se ter uma ideia, um corte de cabelo pode variar de R$ 200 a R$ 500, bem como outros tratamentos que giram em torno de R$ 500 à R$ 1.500. Um dos serviços mais requisitados e considerado mais importante, porém, é a depilação – em média, R$ 300 por mês. Outro dado interessante é que, entre as mulheres do site que participaram do estudo, 82% responderam que compram uma roupa nova para cada encontro que venham a ter. “Os homens estão cada vez mais exigentes. Roupa nova aumenta a autoestima e confiança de qualquer mulher”, explicou a Sugar Baby Andrea Beltrão. A pesquisa contou com 15 perguntas sobre cinco temas diferentes, incluindo situação profissional, hábitos de compra e tratamentos estéticos. A conclusão é de que, enquanto recebem menos que os homens, as mulheres gastam, pelo menos, quatro vezes mais por mês.

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305 etnias e 274 línguas: estudo revela riqueza cultural entre índios no Brasil

  • 17 Jul 2016
  • 10:02h

(Foto: Reprodução)

Há mais indígenas em São Paulo do que no Pará ou no Maranhão. O número de indígenas que moram em áreas urbanas brasileiras está diminuindo, mas crescendo em aldeias e no campo. O percentual de índios que falam uma língua nativa é seis vezes maior entre os que moram em terras indígenas do que entre os que vivem em cidades. As conclusões integram o mais detalhado estudo já feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre os povos indígenas brasileiros, baseado no Censo de 2010 e lançado nesta semana. Segundo o instituto, há cerca de 900 mil índios no Brasil, que se dividem entre 305 etnias e falam ao menos 274 línguas. Os dados fazem do Brasil um dos países com maior diversidade sociocultural do planeta. Em comparação, em todo o continente europeu, há cerca de 140 línguas autóctones, segundo um estudo publicado em 2011 pelo Instituto de História Europeia. No "Caderno Temático: Populações Indígenas", o IBGE faz um mapeamento inédito sobre a localização desses povos e sua movimentação ao longo das últimas décadas.

 

O estudo diz que, entre 2000 e 2010, os percentuais de indígenas brasileiros que vivem nas regiões Sul e Sudeste caíram, enquanto cresceram nas outras regiões. A região Norte abriga a maior parcela de índios brasileiros (37,4%), seguida pelo Nordeste (25,5%), Centro-Oeste (16%), Sudeste (12%) e Sul (9,2%). Entre 2000 e 2010, também caiu o percentual de indígenas que moram em áreas urbanas, movimento contrário ao do restante da população nacional.

'Retomadas'
Segundo a pesquisadora do IBGE Nilza Pereira, autora do texto que acompanha o estudo, uma das hipóteses para a redução no percentual de indígenas no Sul, Sudeste e em cidades são os movimentos de retorno a terras tradicionais. Nas últimas décadas, intensificaram-se no país as chamadas "retomadas", quando indígenas retornam às regiões de origem e reivindicam a demarcação desses territórios. Em alguns pontos, como no Nordeste e em Mato Grosso do Sul, muitos ainda aguardam a regularização das áreas, em processos conflituosos e contestados judicialmente. Em outros casos, indígenas podem ter retornado a terras que tiveram sua demarcação concluída. Hoje 57,7% dos índios brasileiros vivem em terras indígenas. Outra possibilidade, segundo Pereira, é que no Sul, Sudeste e nas cidades muitas pessoas que se declaravam como indígenas tenham deixado de fazê-lo. Ainda que sua população indígena esteja em declínio, a cidade de São Paulo ocupa o quarto lugar na lista de municípios brasileiros com mais índios, com 13 mil. Parte do grupo vive em aldeias dos povos Guarani Mbya nos arredores da cidade, em territórios ainda em processo de demarcação. O ranking é encabeçado por São Gabriel da Cachoeira, no noroeste do Amazonas. O município abriga 29 mil indígenas e foi o primeiro do país a aprovar como línguas oficiais, além do português, três idiomas nativos (tukano, baniwa e nheengatu). O estudo mostra como morar numa terra indígena influencia os indicadores socioculturais dos povos. Entre os índios que residem nessas áreas, 57,3% falam ao menos uma língua nativa, índice que cai para 9,7% entre indígenas que moram em cidades. Mesmo no Sul, região de intensa colonização e ocupação territorial, 67,5% dos índios que vivem em terras indígenas falam uma língua nativa, número só inferior ao da região Centro-Oeste (72,4%). A taxa de fecundidade entre mulheres que moram em terras indígenas também é significativamente maior que entre as que vivem em cidades. Em terras indígenas, há 74 crianças de 0 a 4 anos para cada 100 mulheres, enquanto nas cidades há apenas 20. Para Nilza Pereira, do IBGE, ao mostrar detalhes sobre indígenas de diferentes pontos do país, o estudo será útil para o planejamento de políticas públicas diferenciadas para esses povos. Os dados também foram usados na elaboração de vários mapas, que compõem o "Atlas Nacional do Brasil Milton Santos".

Cultura indígena
O ativista indígena Denilson Baniwa, cofundador da Rádio Yandê, diz à BBC Brasil que o estudo ajuda a combater a falta de conhecimento sobre os povos indígenas no Brasil. Baniwa, que mora no Rio de Janeiro e é publicitário, diz se deparar frequentemente com pessoas que acham que "o indígena ainda é aquele de 1500". Segundo o ativista, muitos questionam por que ele se considera indígena mesmo falando português ou usando o computador em seu trabalho. "Respondo que cultura não é algo estático, que ela vai se adaptando com o tempo. E pergunto a eles por que não vestem as mesmas roupas usadas pelos portugueses em 1500, por que não falam aquele mesmo português e por que não usam computadores de 1995." Para Baniwa, há ainda grande desconhecimento sobre as enormes diferenças culturais entre os povos indígenas brasileiros. Ele exemplifica citando dois povos de sua terra natal (a região do rio Negro, no Amazonas), os baniwa e os tukano. "Comparar um baniwa a um tukano é como comparar um francês a um japonês. São povos com línguas, hábitos e características físicas bastantes distintas, e isso porque vivem bem próximos. Imagine a diferença entre um baniwa e um kaingang, um povo lá do Rio Grande do Sul?" Ao mesmo tempo em que combate o preconceito contra indígenas que, como ele, moram em cidades, Baniwa afirma que cada povo deve ser livre para decidir como quer se relacionar com o resto da sociedade. "Se um povo entender que o contato com o mundo moderno não será benéfico e que prefere ficar mais isolado em sua terra, vamos lutar para que essa decisão seja respeitada."

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Saiba quando o WhatsApp começa a prejudicar sua carreira

  • 17 Jul 2016
  • 09:04h

(Foto: Reprodução)

Com a modernidade, os meios de comunicação evoluíram e, hoje, raramente encontra-se alguém que não possua um smartphone e, com ele, também vieram os aplicativos interativos e o tão aclamado WhatsApp. Paralela à evolução tecnológica, as empresas também mudaram a postura frente a seus colaboradores, que passam agora a ter mais liberdade. Claro, exigem que essa liberdade seja com maturidade e permitem que o trabalhador tenha maior flexibilidade no ambiente organizacional, desde que cumpra com suas metas e prazos de entrega. “Algumas empresas entendem que proibições cansam e diminuem a produtividade. Além de serem, de certa forma, limitadoras, obtendo resultados burocráticos e semcriatividade, ou seja, sem qualidade e inovação”, explica José Roberto Marques, Master Coach Sênior e Presidente do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC.

 

O dilema da produtividade

Ao falar sobre produtividade, voltamos a bater na tecla do grande fenômeno mundial: o WhatsApp. Ele invadiu todos os âmbitos de nossas vidas, incluindo o profissional. Uma pesquisa realizada pela empresa Regus apontou que 95% dos trabalhadores brasileiros utiliza o aplicativo de alguma forma como contribuição positiva em seus trabalhos. Um número que não foi registrado é o uso do WhatsApp para fins pessoais no momento do expediente. Ele pode ser uma excelente ferramenta de trabalho, no entanto, pode ser uma distração quando usado deliberadamente, sendo um ativador da improdutividade nos departamentos e causador de um alto volume de procrastinação. Ele pode até ser utilizado como um momento de descanso após muito tempo de concentração em tarefas e raciocínios específicos. “A problemática é que muitas vezes nos estendemos no tempo, e na quantidade de checadas, impactando diretamente no desenvolvimento das tarefas diárias laborais”, afirma José Roberto.

Utilização do WhatsApp no meio corporativo

Muitas empresas, nos dias de hoje, dependem do aplicativo para comunicar com clientes, realizar vendas, divulgar seus produtos e fazer propagandas. Segundo o portal da Folha de São Paulo, algumas empresas chegaram a diminuir em 70% suas contas telefônicas e contam com um faturamento de até 30% feitas completamente pelo aplicativo. A facilidade e rapidez com que o aplicativo troca mensagens, o baixo custo, a proximidade gerada com o consumidor, dado o fato da grande preferência e até mesmo dependência existente na atualidade pelo número de adeptos, têm levado os pequenos empresários a explorarem o aplicativo das mais criativas formas pra prosperar seus negócios.

Dicas para manter o controle

Não é preciso ser rígido consigo e excluir o aplicativo do seu celular. Existem algumas dicas básicas que podem ser úteis para melhorar o dia a dia e conciliar o trabalho com as checadas ao aplicativo.

-- Não interrompa uma tarefa para checar mensagens pessoais. Isso faz com que você perca toda sua concentração.

-- Estabeleça horários específicos para visualizar as mensagens. Em vez de abri-lo a cada notificação, cheque a cada 2 horas, por exemplo.

-- Caso seu chefe utilize muito este meio para se comunicar com você fora do expediente, vá com calma. Controle a situação para que isso não se torne algo natural e excessivo. Tudo tem sua hora.

-- Não mande mensagens pessoais em grupos profissionais. Não substitua e-mail por WhatsApp. Qualquer mensagem que seja importante, que precise ficar armazenada, deve sempre ser enviada por e-mail.

-- Personalize um toque diferente para as pessoas e grupos profissionais. Assim quando ouvir esse aviso específico saberá que a mensagem possui teor profissional e não irá atrapalhar o andamento do seu expediente.

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Foto registra espírito saindo do corpo de vítima de acidente

  • 15 Jul 2016
  • 11:33h

O registro feito por um caminhoneiro do Kentucky, nos Estados Unidos, viralizou nas redes sociais. Saul Vásquez fotografou o resgate de uma vítima de um acidente de moto em que mostra algo como o espírito do homem saindo do corpo. "Dê um zoom e preste atenção na sombra acima da cabeça do guarda estadual. Só o que digo é que espero que todos os envolvidos estejam bem", escreveu Saul na publicação. A imagem teve mais de 9 mil compartilhamentos, de acordo com o Extra. O Daily Mail informou que o acidente ocorreu na última terça-feira (12). O motociclista chegou a ser levado para um hospital próximo, mas não resistiu aos ferimentos. 

Aumenta a procura de emprego pela internet

  • 11 Jul 2016
  • 19:04h

(Foto: Reprodução)

Ir até uma agência para buscar uma oportunidade e se candidatar a uma função pode ser coisa do passado. Quem está na luta por uma vaga no mercado de trabalho pode contar com a ajuda da rede mundial de computadores. Dados levantados pelo SINE (www.sine.com.br) e pelo Banco Nacional de Empregos – BNE (www.bne.com.br),portais que são hoje referência em vagas de emprego, mostram que está crescendo cada vez mais no Brasil a procura de oportunidades pela internet. “O aumento é de 33,4 %, se compararmos o primeiro e o segundo semestre de 2015”, explica Adriano Gonçalves, gerente de negócios do BNE. O especialista dá oito dicas valiosas para manter um bom perfil nos sites de emprego e ter mais chances de conquistar uma vaga.

 

 

Dica 1: Mantenha seu currículo sempre atualizado

Após realizar as pesquisas de currículos, o recrutador utiliza a data da última atualização do CV para ordenar os candidatos a serem analisados e contatados. Quem não atualiza o currículo há mais de três meses dificilmente será chamado para entrevistas, pois o recrutador não consegue examinar a situação atual do candidato em relação à oportunidade em aberto.

Dica 2: Seja o primeiro inscrito

Quando uma nova oportunidade é publicada, o recrutador passa a receber os currículos de candidatos instantaneamente, já que, hoje, a comunicação é muito rápida. Ser um dos primeiros inscritos aumenta a chance de visualização do CV, pois o recrutador está iniciando a análise dos candidatos para seleção.

Dica 3: Fique atento ao seu e-mail e celular

Normalmente, os sites de empregos possuem alertas que informam a abertura de novas vagas aos candidatos. O BNE, por exemplo, conta com um sistema muito ágil e simples de comunicação por meio de SMS. O portal realiza a inscrição dos candidatos que respondem o torpedo com a palavra “SIM”, enviando o currículo automaticamente para o anunciante da vaga.

Dica 4: Deixe claro no currículo o seu objetivo profissional

Incluir o objetivo profissional no currículo pode informar o recrutador qual é o caminho que você quer seguir, independentemente de sua formação e experiências anteriores. Cuidado! Nada de exageros ou sonhos muito distantes do momento atual de sua carreira. Por exemplo, quem ainda é estudante de Direito, não deve colocar no objetivo a função de advogado e, sim, de estagiário na área jurídica, por ser mais próximo da realidade. Cite, no máximo, três objetivos que estejam relacionados à função ou à mesma área de atuação. Vários objetivos distintos no mesmo currículo pode parecer falta de foco, diminuindo as chances de ser aprovado na análise inicial do recrutador.

Dica 5: Insira uma pretensão salarial compatível com o mercado

Inserir a pretensão salarial no currículo online é extremamente importante, já que o recrutador geralmente utiliza o dado para a triagem inicial dos candidatos. É fundamental preencher o valor adequado para o cargo e ser realista, conforme a prática do mercado. Aqueles que utilizarem salários muito distantes da oportunidade em aberto podem ficar de fora. Alguns sites fornecem gratuitamente a média salarial relacionada a cada função. O Salário BR é um deles: www.salariobr.com.br.

Dica 6: Detalhe sua experiência profissional

Especifique sempre as principais atividades desempenhadas nas experiências anteriores, em tópicos e de forma clara e objetiva. Descreva também as conquistas obtidas, pois, nas organizações, os resultados são levados em consideração e isso pode fazer com que o currículo se destaque entre os demais. Vivências no exterior são válidas para determinadas oportunidades e, quando existirem, devem ser mencionadas, da mesma forma que os trabalhos voluntários.

Dica 7: Preencha todos os dados e inclua palavras-chave

A ausência de informações prejudica a localização do seu currículo. Quanto mais completo o CV, maiores são as chances de aparecer nas pesquisas dos recrutadores. É comum no ambiente online a busca de currículos por palavra-chave. Portanto, procure incluir na descrição de suas atividades as palavras-chaves da atividade que você realizou, evitando siglas, ou abreviações.

Dica 8: Inclua foto no currículo online

Existe o mito de que inserir a foto no currículo reduz as chances de ser chamado para uma entrevista, mas isso não é verdade! A foto ajuda a humanizar o processo seletivo e dar credibilidade ao recrutador que está vendo uma lista com dados de vários candidatos. Diferentemente das imagens utilizadas em redes sociais, a foto do currículo deve projetar o candidato no ambiente corporativo. Por isso, evite fotos pessoais que esteja com a família, com animais de estimação, ou que exiba roupas inadequadas. Também não são recomendadas fotos tiradas em festas, clubes, praia ou piscina. O melhor é utilizar uma imagem que seja sóbria e que transmita seriedade.

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Hábito de roer as unhas pode causar problemas de saúde

  • 10 Jul 2016
  • 09:01h

(Foto: Reprodução)

Quando bate a ansiedade, medo ou aflição, cada um recorre à sua válvula de escape. Enquanto alguns ficam com as pernas inquietas, descontam na comida, muitos se entregam ao hábito de roer unha. Um vício que causa danos que vão além da estética, visto que a mão é a parte do corpo com maior probabilidade de contato com agentes contagiosos, a exemplo de vírus e bactérias. De acordo com a infectologista do Centro Médico Cardio Pulmonar e da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Jacy Andrade, o ato de roer unha está diretamente relacionado com a higiene básica. “As mãos sujas são fontes de transmissão de doenças. E esse hábito favorece o contagio, porque bactérias ficam embaixo das unhas. Ao colocar a mão na boca, o indivíduo também ingere o microorganismo”, explicou. Andrade esclarece que não há como definir todos os tipos de bactérias e as doenças que o hábito em questão pode causar, mas o vírus da gripe é um dos mais comuns. “Você espirra, tem outros contatos, manuseia objetos, depois coloca a mão na boca. Evitar esse ato é uma prevenção de de doenças. Se roer a unha e esta estiver contaminada com o vírus H1N1, com uma parasitose, você pode ser contaminado por causa deste péssimo hábito”, alertou a especialista.

 Este tipo de comportamento também pode ser prejudicial no aprendizado, conforme informou a psicopedagoga Edilene Medrado. “Qualquer tipo de comportamento ou vício que tire minha atenção do foco vai prejudicar o resultado que pretendo obter. Uma pessoa que está na sala de aula, com uma prática compulsiva, atitude sem controle, acaba saindo do objetivo de aprendizado”, elucidou. A fim de evitar perder a concentração e ter seu foco alterado, a psicopedagoga recomenda que se faça uma avaliação particular, analisando qual sentimento está sendo responsável pelo comportamento fora do normal.  “Existe a necessidade de fazer uma investigação, porque não é nada natural a gente roer unha. É ansiedade? Medo? Válvula de escape? É necessário descobrir o que está causando este comportamento para depois tratar. Roer unha dói, pode machucar, mas não causa apenas danos estéticos”, aconselhou Edilene Medrado. A universitária Rafaela Almeida, 19, admite que faz uso da prática sempre que está ansiosa. Entretanto, ela afirma que vai desviar o vício para outro tipo de comportamento. “É inevitável não ter alguma reação quando se está passando por problemas, até mesmo no período de provas. Mas por se tratar de uma questão de higiene, e agora também que me toquei sobre as doenças, vou tentar evitar. Acho que balançar a perna é mais saudável. Vai que resolve”, almejou.

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Expectativa de vida pode aumentar em até 5 anos com prática de exercícios físicos

  • 28 Jun 2016
  • 19:02h

(Foto: Reprodução)

Um estudo desenvolvido na Universidade de Oslo, Noruega, concluiu que a prática de exercícios pode aumentar em até cinco anos a expectativa de vida de um idoso. Cientistas acompanharam 5,7 mil noruegueses, com idades entre 68 e 77 anos, durante 12 anos. Os idosos que praticavam uma média de três horas de atividade física semanalmente viveram cerca de cinco anos a mais que os sedentários, segundo informações do site Terra. De acordo com o Ministério da Saúde, 48,7% da população brasileira acima de 18 anos não são ativos o suficiente. Existe uma meta de reduzir esse percentual para 10% até 2025. A Organização Mundial da Saúde (OMS) atribui 3,2 milhões de mortes anuais à atividade física insuficiente.

Estudo sugere que quem sofre de insônia deve dormir menos

  • 25 Jun 2016
  • 18:03h

(Foto: Reprodução)

Um estudo sugere que quem custa a pegar no sono ou acorda cedo demais deveria passar menos tempo na cama, em vez de mais. Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, da Filadélfia, reduzir a oportunidade de dormir é uma forma de evitar que a insônia se torne crônica. Para chegar a essa conclusão 461 pacientes foram acompanhados durante o período de seis meses. Quem costumava se deitar às 23h e se levantar às 7h30 foram orientados a sair da cama às 5h30, horário que muitos já estavam acordados por conta da insônia. Entre os participantes, pelo menos 36 apresentavam insônia aguda e conseguiram se recuperar com a técnica. Outros 31 apresentavam insônia aguda que evoluiu para a crônica. Insônia aguda é dificuldade para pegar no sono ou mantê-lo ao menos três noites por semana, por no mínimo 15 dias. Quando a tendência persiste por mais de três meses, significa que o problema virou crônico, o que é apresentado por cerca de 10% dos estadunidenses. O professor de psiquiatria e medicina do sono Michael Perlis, líder do estudo, afirmou que a tendência das pessoas que apresentam insônia é, muitas vezes, tentar compensar as noites mal dormidas tirando um cochilo no dia seguinte, ou indo para a cama mais cedo, o que é um erro. Segundo Perlis, alterar os horários de dormir apenas alimenta ainda mais o problema. Os resultados foram apresentados no Sleep 2016, um encontro anual de profissionais de sono em Denver, nos Estados Unidos.