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Bahia soma 2,5 mil casos ativos de Covid-19 e registra mais 3 mortes pela doença

  • Bahia Notícias
  • 14 Jun 2022
  • 16:06h

Foto: Leonardo Rattes/Sesab

 

A Bahia registrou mais 92 casos de Covid-19 e mais 3 mortes em decorrência da doença nesta segunda-feira (13). O número de pessoas com o vírus chega a 2.569, enquanto outros 135 se recuperaram.

As informações são do boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), divulgado no fim da tarde de ontem, e considera o quantitativo contabilizado nas 24 horas que antecederam sua veiculação.

De acordo com a pasta, os dados ainda podem sofrer alterações devido à instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. "A base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas", alertou o comunicado.

Mais de 1.554.741 casos foram confirmados desde o início da pandemia. Deste quantitativo, 1.522.213 já são considerados recuperados. Ao todo, 29.959 óbito foram confirmados. 

A secretaria informou que contabiliza ainda 1.896.317 casos descartados e 337.019 em investigação. "Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas desta segunda-feira", ressaltou a Sesab.

Até o momento 11.602.728 pessoas estão vacinadas com a primeira dose, 10.698.558 com a segunda dose ou dose única, 6.063.122 com a dose de reforço e 389.920 com o segundo reforço. 

Do público de 5 a 11 anos, 956.540 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 528.340 já tomaram também a segunda dose, informou o boletim.

 

Brasil registra 127 mortes por Covid e mais de 33 mil casos em 24 horas

  • por Folhapress
  • 12 Jun 2022
  • 11:28h

Foto: Minervino Júnior/CB/D.A Press

O Brasil registrou 127 mortes por Covid e 33.601 casos da doença, neste sábado (11). Com isso, o país chega a 668.134 vidas perdidas e a 31.449.673 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Mais uma vez a média móvel de mortes voltou a superar a marca de 100 óbitos por dia. Neste momento, a média é de 156 vidas perdidas diariamente, uma situação de aumento em relação aos dados de duas semanas atrás (ou seja, com variações superiores a 15%).

Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rondônia e Sergipe não registraram mortes.

A média móvel de casos continua em crescimento acentuado. Agora, a média é de 42.928 pessoas infectadas por dia, aumento de 85% em relação às informações de duas semanas atrás.

 

 

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.
Neste sábado, o Brasil registrou a aplicação de 2.310.020 doses. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram aplicadas 718 primeiras doses e 251.526 segundas doses. Também foram registradas 2.0570681 doses de reforço.

Dessa forma, ao todo 178.779.379 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil —166.989.406 delas já receberam a segunda dose do imunizante ou a dose única da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 83,23% da população com a 1ª dose e 77,73% dos brasileiros com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Até o momento, 95.962.417 pessoas já tomaram dose de reforço. Outros 4.186.541 tomaram a quarta dose da vacina.

O consórcio reúne também o registro das doses de vacinas aplicadas em crianças. A população de 5 a 11 anos parcialmente imunizada (com somente a primeira dose de vacina recebida) é de 62,01%, totalizando 12.711.833 Na mesma faixa etária, 36,16% (7.413.238) recebeu a segunda dose ou a dose única.

Os dados da vacinação contra a Covid-19 foram afetados pelo ataque hacker ao sistema do Ministério da Saúde, ocorrido em dezembro, o que levou à falta de atualização em diversos estados por longos períodos de tempo.

O consórcio de veículos de imprensa recentemente atualizou os números de população brasileira usados para calcular o percentual de pessoas vacinadas no país. Agora, os dados usados são a projeção do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para 2022. Todos os números passam a ser calculados de acordo com esses valores, inclusive os do ano passado. Por isso, os percentuais de pessoas vacinadas podem apresentar alguma divergência em relação aos números publicados anteriormente.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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Belo Horizonte recomenda volta de máscaras em ambientes fechados

  • por Folhapress
  • 04 Jun 2022
  • 12:01h

Foto: Reprodução / Agência Brasil

A Prefeitura de Belo Horizonte emitiu recomendação para que a população use máscaras a partir desta sexta-feira (3) em ambientes fechados. A decisão ocorreu diante do aumento de casos de Covid-19 e da vacinação abaixo da expectativa.
 

Em comunicado, a prefeitura afirmou ter enviado ofício à Secretaria Municipal de Educação para que a proteção seja utilizada nas escolas públicas e privadas, "especialmente" nas salas de aulas. Destacou, porém, que caberá às instituições de ensino a decisão.
 

As mesmas orientações valem para cinemas, teatros, bares, restaurantes e escritórios, por exemplo.
 

O uso da máscara em Belo Horizonte deixou de ser obrigatório na maior parte dos ambientes fechados em 28 de abril. A proteção continua sendo exigida no transporte público e nas instituições de saúde.
 

A gestão de Fuad Noman (PSD) afirma que decidiu pela recomendação do uso das máscaras em locais fechados porque foi observada tendência de aumento da incidência de Covid-19 acumulada, por grupo de 100 mil habitantes, nos 14 dias anteriores à data em que é divulgada.

Segundo os dados municipais, a taxa estava em 107,2 por 100 mil habitantes em 30 de maio. Em 10 de maio, esse número era de 47,6 por 100 mil habitantes.
 

"Embora até o presente momento não se observe alteração no indicador relativo à letalidade, as mudanças nas regras são uma estratégia fundamental para o enfrentamento da doença no município", diz a prefeitura.
 

Em relação à vacinação, os últimos dados disponibilizados pelo município, também relativos ao dia 30 de maio, mostram índice de aplicação de segundas doses bem abaixo que o de primeiras doses entre crianças.
 

Conforme as informações, 81,3% da população com idade entre 5 a 11 anos recebeu a primeira dose. Já a segunda foi aplicada em apenas 54,9% da população nessa faixa etária.
 

Os dados do município mostram que, em relação à população total, 94,9% das pessoas que vivem na cidade tomaram a primeira dose, ou dose única, enquanto a segunda foi aplicada em 87% dos habitantes do município.
 

A prefeitura afirma que a variante ômicron do coronavírus continua circulando de forma predominante na cidade. "Embora os casos tenham menor gravidade, a adoção das medidas não farmacológicas segue sendo indispensável para a prevenção da Covid-19", diz a prefeitura.
 

Boletim paralelo Médicos infectologistas que fizeram parte do comitê de enfrentamento à Covid-19 da prefeitura anunciaram a criação de um boletim paralelo de acompanhamento da doença na capital.
 

Um boletim oficial era produzido diariamente pela prefeitura, mas teve a periodicidade e número de dados reduzidos desde 31 de março. Na mesma data, o comitê que era formado por médicos voluntários foi extinto, depois da não renovação de decreto que determinava situação de calamidade pública na cidade por causa da doença.
 

O grupo funcionou por cerca de dois anos ao longo da pandemia, durante a gestão de Alexandre Kalil (PSD), que deixou a prefeitura para se candidatar ao governo de Minas Gerais.
 

Um dos infectologistas que participaram do comitê e que farão parte da elaboração do boletim paralelo, Unaí Tupinambás, afirma ser importante dar mais informações para conscientização da sociedade em relação à doença.
 

"Estamos preocupados com o número de casos", diz. Também participaram do comitê extinto pela prefeitura e agora produzirão o boletim os infectologistas Carlos Starling e Estevão Urbano.
 

Um dos dados que a prefeitura deixou de publicar em seus boletins foi o que aponta o número médio de transmissão por infectado, ou seja, quantas pessoas alguém que tem a doença pode contaminar. O boletim deixou de mostrar também o percentual de ocupação de UTIs.
 

De forma inicial, o grupo pretende publicar o boletim paralelo a partir de dados do governo do estado. Ele também pedirá os dados à prefeitura via Lei de Acesso à Informação.
 

Representantes de sindicatos e associações farão a divulgação do material nas redes sociais. O lançamento do relatório ocorre na tarde desta sexta-feira no Sindicato dos Jornalistas, em Belo Horizonte.
 

A prefeitura não se posicionou sobre a iniciativa.

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Em meio à alta dos casos, brasileiros perdem medo da Covid, aponta Datafolha

  • por Cláudia Collucci | Folhapress
  • 02 Jun 2022
  • 07:33h

Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

No momento em que o país registra uma alta de casos e de internações por Covid-19 e que o estado de São Paulo voltou a recomendar o uso de máscaras em locais fechados, o brasileiro está perdendo o medo de ser infectado pelo coronavírus, mostra pesquisa Datafolha.
 

A parcela de entrevistados que se diz muito temerosa em relação ao contágio é de 37%, a menor desde abril de 2020. Na outra ponta, 29% declaram não ter medo da infecção. É o maior índice registrado desde o início da pandemia.
 

O auge do temor em relação à Covid ocorreu em março do ano passado, quando 55% dos entrevistados se diziam com muito medo. À época, UTIs de todo o Brasil entraram em colapso.
 

O levantamento do Datafolha foi realizado nos dias 25 e 26 de maio. Foram entrevistadas 2.556 pessoas, com 16 anos ou mais, em 181 municípios. A margem de erro é de dois pontos para cima ou para baixo.
 

Nesta terça (31), a média móvel de infecções pelo Sars-CoV-2 saltou 48%, em relação ao dado de duas semanas atrás, e chegou a 26.206 pessoas infectadas por dia. O país chega a 666.727 vidas perdidas e a 31.016.354 pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia.

Como reflexo da alta de casos, também houve aumento nas internações. Segundo a plataforma SP Covid-19 Info Tracker, da USP e da Unesp, a média móvel de novas hospitalizações (UTI e enfermaria) aumentou 74% no estado de São Paulo em três semanas.
 

O comitê científico do coronavírus do estado de São Paulo voltou a recomendar nesta terça (31) que os municípios orientem o uso de máscaras em locais fechados para prevenir o contágio da Covid. A medida não tem caráter obrigatório e não modifica a legislação vigente, que determina o uso apenas em ambientes hospitalares e no transporte coletivo.
 

Para a epidemiologista Ethel Maciel, professora da Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo), neste momento de aceleração dos casos e que o país enfrenta dificuldades para completar os ciclos vacinais recomendados, o uso de máscaras em locais fechados deveria se tornar obrigatório por meio de decretos. "Os gestores não querem enfrentar a situação", afirma.
 

O pediatra Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e que faz parte da câmara técnica que assessora o Ministério da Saúde sobre imunizações, por sua vez, defende que, no atual momento, não é necessário obrigar o uso de máscaras.
 

"Do mesmo jeito que a gente relaxou as medidas, possibilitou tirar as máscaras quando estava com baixa circulação do vírus, agora, que está em alta, dá um passo para trás e orienta a usar. Obrigar exige fiscalização e não é por aí. Tem que migrar para um modelo de educação, orientação."
 

De acordo com o Datafolha, o temor sobre a Covid-19 varia bastante entre as regiões. O Nordeste concentra a maior proporção de pessoas com mais medo do contágio (44%), seguido do Centro-Oeste (39%), do Sudeste (36%), do Norte (32%) e do Sul (27%).
 

Para Ethel Maciel, um divisor de águas importante nessa queda da percepção do risco foi a chegada das vacinas. "Antes, as pessoas não sabiam o que podia acontecer caso se infectassem. Com a diminuição de internações e de mortes, as hospitalizações passaram a se concentrar em grupos de imunodeficientes, idosos. Talvez o medo continue entre os mais idosos e, por isso, esse grupo continue se cuidando mais."
 

As pessoas com 60 anos são justamente as que mais temem a infecção pelo coronavírus, segundo o Datafolha: 44% delas dizem ter ainda muito medo da infecção, contra 30% na faixa etária entre 25 e 34 anos.
 

De uma forma geral, as mulheres são mais temerosas que os homens em relação à Covid (40% contra 33%). Pessoas com menor nível de escolaridade (fundamental) e com renda mensal até dois salários mínimos também são as que mais temem o coronavírus, com 44% e 41%, respectivamente.
 

Há um grupo minoritário de entrevistados, que variou entre 2% e 7% ao longo das últimas pesquisas, que respondeu que já pegou Covid. É preciso lembrar, porém, que o fato de já ter sido contaminado não elimina a possibilidade de ser infectado novamente.
 

Segundo Kfouri, a redução da percepção de risco é o grande desafio das imunizações de uma maneira geral. Ou seja, convencer as pessoas a se vacinarem quando já não temem mais infecções passíveis de prevenção. "É um dos fatores que explica a menor adesão das crianças à vacinação contra a Covid. Ela chegou para esse grupo num momento de mais calmaria, completamente diferente do que chegou para os idosos e para os adultos."
 

Análise feita pelo jornal Folha de S.Paulo com dados do Ministério da Saúde e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que o país registra um cenário de estagnação da vacinação contra a Covid-19 em todas as faixas etárias. Há dificuldades para completar os ciclos recomendados, com cobertura infantil estagnada, reforço baixo entre jovens e apenas 10% dos idosos com a quarta dose.
 

Para Kfouri, se a tendência de aumento de casos de Covid continuar, é possível que haja aumento da procura pela imunização nas próximas semanas. "As pessoas se sentem mais ameaçadas e voltam a buscar as vacinas."
 

O médico sanitarista Claudio Maierovitch, da Fiocruz Brasília, diz que, depois dos períodos assustadores vividos nos últimos dois anos, é natural que as pessoas estejam mais aliviadas. Ele alerta, porém, que há um movimento intencional para que tudo volte logo ao normal, mesmo com a pandemia ainda em curso.
 

"Desde o início, era isso [o que se via] por parte do presidente e de alguns outros. Agora, o movimento de quem se candidata às eleições é de mostrar que os lugares que administram estão bons, que ali tá tudo certo, pode tirar máscara, fazer festa, circular à vontade que eles foram capazes de trazer a normalidade."
 

Segundo ele, ainda que os dados mostrem uma média móvel de mais de cem mortos por dia por Covid e um aumento dos casos e de internações, isso parece não causar grande impacto na maioria das pessoas porque elas não estão vivendo a experiência individual dos eventos mais graves.
 

"Teve uma hora que todo mundo tinha alguém da família internado com Covid. Agora todo mundo conhece alguém com Covid, mas raramente vê alguém se internar e, mais raramente ainda, morrer. Se não acontece nada com você, é porque o problema não existe. Passa a achar razoável o país ter mais de cem mortes por dia, os 10 mil, 20 mil casos novos por dia."
 

De acordo com o Datafolha, a percepção de que a pandemia está sob controle se manteve em relação ao último levantamento, em março. Ao todo, 71% avaliam que ela está parcialmente controlada, e 14%, totalmente.
 

Os homens estão mais otimistas em relação ao controle da pandemia. Para 17% deles, a crise sanitária está totalmente controlada contra 11% das mulheres. Também se mantém o percentual daqueles que veem a situação fora de controle (14%). Em maio de 2021, esse índice era de 53%.
 

Para Ethel Maciel, a percepção de que a pandemia está controlada foi endossada pela revogação dos decretos que obrigavam o uso de máscaras, símbolos da pandemia. "A mensagem que ficou para a população foi, ‘se pode tirar a máscara, é porque a pandemia acabou’."
 

Segundo ela, a medida deveria ter sido acompanhada de informações que alertassem a população para que, diante de nova alta de casos, o uso do item fosse retomado. "Agora os números estão subindo, alguns estados estão com alta de positividade dos testes em mais de 40%, e os gestores estão fazendo de conta de que não está acontecendo nada."
 

De acordo com Maciel, o país também não está enfrentando a Covid longa, um conjunto de sintomas que persistem após meses da infecção pelo coronavírus. "A Covid longa pode afetar pessoas que tiveram infecções leves. É prioritário que a gente minimize a transmissão para que haja menos chances de a pessoa desenvolver Covid longa."
 

O Datafolha também perguntou se as pessoas entrevistadas já tinham sido vacinadas: 96% responderam que sim, com pelo menos uma dose, 30% com duas doses e 55% com a terceira dose (primeiro reforço).
 

Até o dia 30 de maio, os registros no SI-PNI (Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações/Ministério da Saúde), com as estimativas populacionais do IBGE, apontam que a cobertura vacinal contra a Covid entre os brasileiros com 16 anos ou mais era de 91% com a primeira dose, 88% com o esquema primário (duas doses ou dose única da Janssen) e 53% com a terceira dose (primeiro reforço).

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Bahia tem 39 cidades com registro diário de casos de Covid-19

  • por Francis Juliano
  • 01 Jun 2022
  • 16:04h

Rio de Contas tem maior alta em 5 dias / Foto: Francis Juliano / Bahia Notícias

Trinta e nove cidades baianas têm registrado casos de Covid-19 todos os dias. O número representa quase 10% dos 417 municípios do estado.  É o que informa a base de dados da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) divulgada nesta terça-feira (31).

Na lista aparecem cidades do Sudoeste, como Guanambi, que passou a exigir máscaras em locais fechados (ver aqui), além de municípios do Oeste, Recôncavo, Portal do Sertão e Região Metropolitana de Salvador (RMS), entre outras regiões.

A relação também traz as cidades com maior crescimento de casos nos últimos cinco dias. Rio de Contas, na Chapada, é que registrou maior alta no período, com 1,44%.

As cinco com maior crescimento de casos nos últimos cinco dias se completam com Cachoeira, no Recôncavo, com + 1,34%; Santaluz, na região sisaleira, com + 1,16%; e Caetité e Condeúba, no Sudoeste, com + 0,82% e + 0,66%, respectivamente. Veja no link a lista completa com os 39 municípios com registro de casos diários da doença.

Foto: Montagem / Bahia Notícias

Até esta terça, a Bahia acumula 1.584.992 casos de novo coronavírus, com 29.938 óbitos.  No estado ainda há 759 casos ativos da doença, ou seja, daqueles que podem contaminar outras pessoas.

Jequié: Prefeitura emite alerta após volta de registros de casos de Covid em UTI

  • Bahia Notícias
  • 25 Mai 2022
  • 12:06h

Foto: Reprodução / Blog do Marcos Frahm

A prefeitura de Jequié, no Médio Rio de Contas, Sudoeste baiano, emitiu alerta na noite desta terça-feira (24) sobre o aumento de casos de Covid-19. A medida ocorreu após o município ter zerado os casos da doença no final de abril e pacientes serem hospitalizados com a virose em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “A pandemia da Covid-19 não acabou! Mantenha os protocolos preventivos e não vacile”, afirmou a gestão municipal.

No último boletim divulgado pela prefeitura, foram registrados mais sete novos casos positivos nas últimas 24 horas. No município há 22 casos ativos da doença, ou seja, que podem contaminar outras pessoas.

Ao longo da pandemia, Jequié registrou 22.637 casos confirmados da enfermidade, com 443 mortes provocadas. A taxa de ocupação na UTI é de 20%. 

Covid-19: Coreia do Norte ultrapassa 200 mil casos de febre por cinco dias seguidos

  • Bahia Notícias
  • 22 Mai 2022
  • 11:07h

Foto: Reprodução / KCNA

A Coreia do Norte registrou neste sábado (21) mais de 200 mil novos pacientes com febre pelo quinto dia consecutivo, enquanto o país luta contra seu primeiro surto confirmado do novo coronavírus. O número total de mortos aumentou para 66. As informações são da CNN Brasil.

A onda de Covid-19, declarada na semana passada, alimentou preocupações com a falta de vacinas, infraestrutura médica inadequada e uma potencial crise alimentar no país de 25 milhões de habitantes, que recusou ajuda externa e manteve suas fronteiras fechadas.

Pelo menos 219.030 pessoas apresentaram sintomas de febre na noite de sexta-feira (20), elevando o número total de casos para 2.460.640, de acordo com a agência de notícias oficial, a KCNA, citando dados da sede estadual de prevenção de epidemias de emergência.

A agência de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) alertou sobre consequências “devastadoras” para os 25 milhões de habitantes da Coreia do Norte, enquanto a Organização Mundial da Saúde disse que a disseminação descontrolada pode levar ao surgimento de novas variantes mais mortais.

Congresso Nacional promulga lei que autoriza Brasil doar vacinas contra Covid

  • Bahia Notícias
  • 21 Mai 2022
  • 10:36h

Foto: Freepik

O Congresso Nacional promulgou nesta sexta-feira (20) uma lei que autoriza o governo federal a doar vacinas contra a Covid-19 a outros países. A promulgação foi assinada pelo presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). 

De acordo com a CNN Brasil, as doações serão realizadas pelo Executivo, com intermediação do Ministério da Saúde. A pasta ficará responsável por quantos imunizantes serão doados e quais serão os países afetados pela pandemia irão receber as vacinas. 

No processo de decisão, o Itamaraty deverá ser consultado e, conforme a lei, a doação irá depender da manifestação de interesse do país que receberá as doses e da anuência de recebimento do imunizante pelo país beneficiado.

Bahia não registrou óbito por Covid-19 nas últimas 24h

  • Bahia Notícias
  • 09 Mai 2022
  • 07:05h

Foto: Bruno Concha / Secom

O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) deste domingo (8), não registra óbito por Covid-19 no estado. Nas últimas 24 horas, foi registrado 1 caso de Covid-19 e 17 recuperados da doença. 

De acordo com a Sesab, dos 1.544.553 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.514.412 já são considerados recuperados, 270 encontram-se ativos e 29.871 tiveram óbito confirmado.

A pasta ainda informa que os dados podem sofrer alterações devido à instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. 

Até o momento 11.588.944 pessoas foram vacinadas com a primeira dose, 10.633.860 com a segunda dose ou dose única, 5.569.613 com a dose de reforço e 51.438 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 904.059 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 393.532 já tomaram também a segunda dose.

Bahia registra 374 casos ativos de Covid-19 e mais 3 óbitos pela doença

  • Bahia Notícias
  • 24 Abr 2022
  • 13:28h

Foto: Jefferson Peixoto / Secom PMS

O boletim epidemiológico deste sábado (23) registra 374 casos ativos de Covid-19 na Bahia e mais 3 óbitos pela doença. Nas últimas 24 horas, foram registrados 508 casos de Covid e 331.102 estão em investigação. 

De acordo com a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), dos 1.541.055 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.510.847 já são considerados recuperados e 29.834 tiveram óbito confirmado.

Na Bahia, 63.169 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. 

A pasta ainda informa que os dados podem sofrer alterações devido à instabilidade do sistema do Ministério da Saúde pois a base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas.

Vacinação

Até o momento 11.489.953 pessoas foram vacinadas com a primeira dose, 10.622.765 com a segunda dose ou dose única e 5.358.222 com a dose de reforço no estado. Do público de 5 a 11 anos, 868.596 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 298.540 já tomaram também a segunda dose.

Com 531 registros, casos ativos de Covid-19 na Bahia seguem em baixa

  • Bahia Notícias
  • 18 Abr 2022
  • 18:56h

Foto: Max Haack/ SMS

A pandemia da Covid-19 segue registrando números cada vez menores de casos ativos na Bahia. E, neste domingo (17), o estado alcançou ao patamar de 531 pessoas com a doença. 

Nas 24 horas que antecederam a divulgação do boletim epidemiológico, 32 novos casos e outros 66 recuperadoas. Uma morte foi registrada.

Dos 1.539.049 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.508.715 já são considerados recuperados e 29.803 tiveram óbito confirmado.

De acordo com a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), 1.834.799 casos foram descartados e 330.892 estão em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde.

Até o momento, 11.463.868 pessoas foram vacinadas com a primeira dose, 10.557.977 com a segunda dose ou dose única e 5.203.499 com a dose de reforço. Do público de 5 a 11 anos, 856.312 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 255.530 já tomaram também a segunda dose.

Ministro da Saúde anuncia fim do estado de emergência da Covid no Brasil

  • g1 e TV Globo
  • 18 Abr 2022
  • 07:05h

(Reprodução/YouTube)

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez um pronunciamento, em cadeia nacional de rádio e TV, de cerca de três minutos neste domingo (17). No discurso, Queiroga diz que há "condições", no Brasil, para anunciar o fim da Emergência em Saúde Pública de importância Nacional (Espin).

Segundo o ministro, nos próximos dias será "editado um ato normativo" com as regras para essa medida.

No pronunciamento, Queiroga disse que mais de 73% da população brasileira completou o esquema vacinal e cerca de 71 milhões de doses de reforço foram aplicadas.

"Graças à melhora do cenário epidemiológico, à ampla cobertura vacinal da população e à capacidade de assistência do SUS, temos hoje condições de anunciar o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional, a Espin. Nos próximos dias, será editado um ato normativo disciplinando essa decisão", declarou o ministro da Saúde.

Marcelo Queiroga acrescentou, no entanto, que a medida não "significa o fim da Covid-19". "Continuaremos a conviver com o vírus. O Ministério da Saúde permanece vigilante e preparado para adotar todas as ações necessárias para garantir a saúde dos brasileiros", afirmou.

O Ministério da Saúde não tem competência para decretar o fim da pandemia, determinada 11 de março de 2020 pela Organização Mundial da Saúde. Mas o presidente Jair Bolsonaro vinha defendendo o fim da Espin.

Segundo o consórcio de veículos de imprensa, neste domingo, o Brasil registrou 18 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 662.011 desde o início da pandemia. A média móvel de mortes está em queda há 52 dias.

O anúncio feito por Marcelo Queiroga destoa de recente determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que, no último dia 13 de abril, determinou que a pandemia de Covid-19 continua a ser uma "Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional". A decisão da OMS seguiu o parecer do comitê de emergências da entidade, que reconheceu que o Sars-Cov-2, vírus causador da Covid, continua a ter uma evolução "imprevisível, agravada pela sua ampla circulação e intensa transmissão".

Os especialistas veem com preocupação o fato de que alguns países-membros relaxaram medidas de comportamento e saúde pública tomadas para diminuir a transmissão do vírus.

Pelo segundo dia consecutivo, Bahia registra menos de mil casos ativos de Covid-19

  • g1 BA
  • 11 Abr 2022
  • 09:55h

Foto: Divulgação/Sesab

Pelo segundo dia consecutivo, a Bahia registrou menos de mil casos ativos da Covid-19, de acordo com dados divulgados neste domingo (10) pelo boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab). Em todo o estado, o número de casos ativos está em 907.

Na última sexta-feira (08), o governador Rui Costa anunciou a possível desobrigação do uso de máscaras em ambientes fechados. O gestor poublicou nas redes sociais que a desobrigação estava sendo planejada para quando o número de infectados estivesse abaixo de mil.

O boletim epidemiológico da Sesab indica que, nas últimas 24 horas, foram registrados 35 casos de Covid-19 e 76 recuperados (taxa de crescimento de +0,01%) e mais cinco óbitos.

Dos 1.536.798 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.506.118 são considerados recuperados e 29.773 tiveram óbito confirmado.

Em nota, a secretária da Saúde do Estado, Adélia Pinheiro, alerta que a vacinação é crucial para que os números da doença continuem em queda.

“Cerca de 90% da população baiana com 12 anos ou mais já iniciaram o esquema vacinal, mas há muitas pessoas ainda em atraso para completar o esquema vacinal. São 4,1 milhões de pessoas que não buscaram os postos de saúde para tomarem a segunda dose ou a dose de reforço [terceira dose]."

A Sesab informa que os dados podem sofrer alterações por conta da instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. A base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas.

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.828.094 casos descartados e 329.854 em investigação.

Os dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas deste domingo.

Na Bahia, 63.055 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

Bahia registra 1.007 casos ativos de Covid-19 e 14 óbitos; veja taxas de ocupação dos leitos

  • g1 BA
  • 09 Abr 2022
  • 07:04h

Foto: Reprodução/TV Bahia

A Bahia tem 1.007 casos ativos de Covid-19, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (8), pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab). Além disso, nas últimas 24 horas, foram registrados 248 casos conhecidos da doença e 14 óbitos. 

 De acordo com a Sesab, dos 1.536.287 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.505.518 são considerados recuperados e 29.762 tiveram óbito confirmado.

O boletim contabiliza ainda 1.825.937 casos descartados, 329.520 em investigação e 63.047 profissionais da saúde que foram confirmados para Covid-19.

Os dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h desta sexta-feira.

O boletim completo está disponível no site da Sesab e no Business Intelligence

Covid-19: Rui Costa diz que uso de máscaras em ambientes fechados será liberado quando Bahia tiver menos de mil casos ativos

  • g1 BA
  • 08 Abr 2022
  • 16:33h

Foto: Reprodução/Redes Sociais

O governador da Bahia, Rui Costa, fixou um parâmetro para a desobrigação do uso de máscaras em ambientes fechados. De acordo com publicação feita pelo gestor nesta sexta-feira (8), a medida será autorizada quando o estado registrar menos de mil infectados com a Covid-19.

Segundo o último boletim divulgado pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), na quinta-feira (7), o estado tinha 1.092 casos ativos de Covid-19. Rui Costa alertou que para a Bahia alcançar a meta, as pessoas devem continuar com a imunização em dias.

"Nós fixamos um parâmetro, uma meta e, assim que a Bahia tiver menos de 1.000 pessoas contaminadas por #coronavírus, nós faremos o decreto desobrigando o uso de máscaras em ambientes fechados. E, para que isso aconteça, precisamos seguir vacinando", disse o governador.

Ainda de acordo com dados do boletim divulgado pela Sesab na quinta-feira, o estado registrou 879 casos conhecidos da doença e dois óbitos. A Bahia possui 11.454.864 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.535.002 com a segunda dose ou dose única e 4.995.059 com a dose de reforço.

Do público de 5 a 11 anos, 825.308 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 221.485 já tomaram também a segunda dose.