O Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1) suspendeu a exigência de regularização do Cadastro de Pessoa Física (CPF) para que trabalhadores informais possam receber o auxílio emergencial de R$ 600 em razão da pandemia do novo coronavírus. A decisão foi assinada na quarta-feira (15) pelo juiz Ilan Presser. A regularização do CPF era até então uma das exigências da Receita Federal para o pagamento do benefício. Ao preferir sua decisão, magistrado atendeu a uma ação apresentada pelo governo do Pará. “Defiro o pedido […] para determinar a suspensão imediata, em todo o território nacional, da exigência da regularização de CPF junto à Receita Federal, para fins de recebimento do auxílio emergencial”, escreveu Presser. “Comunique-se, via e-mail, ao sr. presidente da Caixa Econômica Federal e ao sr. secretário da Receita Federal, para fins de ciência e cumprimento desta decisão, adotando-se as medidas necessárias para essa finalidade, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, sob pena de multa pecuniária, no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por dia de atraso”, acrescentou no despacho.
Vive-se em tempos de pandemia, uma doença infecciosa que se alastrou pelo Planeta Terra. O coronavírus mudou o comportamento da humanidade. É uma realidade que não pode ser negada.
Por tratar-se de ameaça inédita, o Covid-19 desencadeou uma onda ameaçadora de insegurança. As pessoas se defrontam com uma situação em que a sobrevivência fica ameaçada, criam uma realidade virtual, e, assim, a corrida para os supermercados. O período de quarentena leva essa mensagem.
Dentro de princípios evolutivos, faz parte da natureza humana guiar-se pelo imperativo do verbo FUGIR. Sempre se procura fugir de uma situação ameaçadora da vida. Assim, procura-se um abrigo quando a tempestade se aproxima; afasta-se da eminência de uma avalanche; distancia-se de um incêndio. O período da quarentena provocada pelo coronavírus tem esta explicação científica neste conceito evolucionista. As pessoas “fogem” das ruas para o interior das suas casas como uma forma de proteção diante do perigo do contágio eminente.
Protegidas pela quarentena, as pessoas se deparam com uma nova realidade. Antes a dinâmica da vida e, agora, uma situação de imobilidade. Acrescente-se a isso o fato de agora se estar preocupado com a situação externa à sua casa, onde o coronavírus ronda, incansavelmente, como um inimigo mortal e ameaçador da vida e da saúde, à procura de um hospedeiro para a sua proliferação e disseminar a pandemia. Diante de tal realidade, é inevitável o desenvolvimento de estados de ansiedade e medo.
Diante da realidade do coronavírus, é inevitável refletir sobre a ameaça contínua; a possível contaminação própria ou de um dos familiares; a possibilidade da perda do emprego; os danos nos investimentos financeiros; a preocupação constante em lavar as mãos com sabão e álcool em gel para evitar contaminações; o cuidado para o uso de máscaras já que a doença é transmitida por vias aéreas; o pavor — lamentável — em cumprimentar pessoas como forma de proteção; filhos e netos impedidos de visitarem seus pais e avós. Enfim, uma pandemia como a criada pelo coronavírus é a gênese de uma realidade ansiosa e solitária instituída pelo isolamento social.
Quando se tem consciência desse estado emocional, a ansiedade passa a prevalecer sobre os estados mentais e, assim, instala-se o medo.
Nesses tempos de pandemia nunca esteve tão presente a expressão conhecida por muitos: “Mente sã em corpo são”. O medo estabelecido pelo coronavírus e a obrigatoriedade do período de quarentena provoca, inevitavelmente, mudanças no corpo (soma) físico, potencializando o surgimento de doenças de fundo emocional (psicossomáticas) como: taquicardia, pressão arterial alterada, disfunções estomacais e intestinais, irritações na garganta e na pele, distúrbios alimentares. Além disso, também podem afetar a mente, na forma de alterações de humor (como o sentimento de tristeza pelo que está acontecendo no mundo).
Criou-se um campo fértil para que a tristeza possa transformar-se num transtorno depressivo, com seus sintomas característicos: dificuldades para dormir, vazio existencial, isolamento, desesperança, pessimismo, irritabilidade, perda do prazer, fadiga, desinteresse pela vida e pensamentos suicidas.
A 27ª morte na Bahia causada pelo novo coronavírus foi registrada pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) nesta terça-feira (14). O paciente estava internado desde o dia 7 de abril com sintomas da doença: febre, tosse, desconforto respiratório e dispneia. O homem de 52 anos não possuía comorbidades relacionadas a doença. Ele morava em Salvador e com isso, a capital agora registra 14 mortes por Covid-19. As outras 13 mortes são nos municípios de auro de Freitas (2), Gongogi (1), Itapetinga (1), Utinga (1), Adustina (1), Araci (1), Itagibá (1), Uruçuca (1), Ilhéus (2), Belmonte (1) e Vitória da Conquista (1). Ao total, a Bahia possui 807 casos registrados do novo coronavírus, 77 deles são profissionais da saúde. Segundo a Sesab, até o momento, 5.268 pessoas tiveram as suspeitas descartadas após o resultado do exame. O número contabiliza todos os registros de janeiro até as 12 horas desta quarta-feira (15). Ao todo, 208 pessoas estão recuperadas e, do total de casos confirmados, 90 encontram-se internados, sendo 33 em UTI. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais.
Entre as denúncias feitas pelo público estão a repetida apresentação de ingestão de cerveja, em potencial estímulo ao consumo irresponsável do produto | Foto: Reprodução Youtube
A bebedeira do cantor Gusttavo Lima em suas apresentações transmitidas na internet gerou polêmica não só nas redes sociais. Com isso, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) abriu na última terça-feira (14) uma representação ética contra as ações publicitárias feitas nos shows do sertanejo, ‘Live Gusttavo Lima – Buteco em Casa’ e ‘Buteco Bohemia em Casa’. De acordo com o órgão, diversos consumidores fizeram denúncias considerando que as ações publicitárias da Ambev na transmissão, já que a cervejaria é dona da marca Bohemia, necessitam de cuidados recomendados pelo Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária para bebidas alcoólicas. Na denúncia, a Conar cita “falta de mecanismo de restrição de acesso ao conteúdo das lives a menores de idade”, além da “repetida apresentação de ingestão de cerveja, em potencial estímulo ao consumo irresponsável do produto”. Em suas apresentações, o ‘Embaixador’, como é conhecido, quebrou recordes com mais de 5 horas de show e um público simultâneo de 2,6 milhões. A produçaõ, no entanto, deixou de ser novidade e o recorde de público foi batido por Marília Mendonça em 3,2 milhões de espectadores.
A abordagem policial ocorreu no Bairro Estocada em Livramento (Foto: Brumado Urgente)
O transporte clandestino vem sendo cada vez mais motivo de preocupação para os municípios da região sudoeste, já que, num grande número deles, registros de passageiros advindos, principalmente de São Paulo, vêm sendo cada vez mais frequentes. Na noite desta terça-feira (14), policiais militares apreenderam 3 vans em Livramento de Nossa Senhora, as quais, segundo as informações estavam vindo justamente do estado de São Paulo, que é o epicentro da pandemia do coronavírus no país. Elas foram abordadas no Bairro Estocada e os passageiros foram levados para a unidade da UPA 24h para exames preliminares e aferição da temperatura corporal. Ainda segundo as informações de nosso correspondente, 4 pessoas eram de Livramento e o restante de vários municípios da região, os quais foram posteriormente liberados pela Polícia para seguirem para suas residências. Possivelmente brumadenses faziam parte do grupo de passageiros, mas isso não pode ser confirmado pelas autoridades. As vans foram apreendidas e os proprietários irão sofrer as medidas cabíveis. Então fica aqui o alerta para quem está fazendo uso desta atividade irregular, que, inclusive, é uma desobediência às barreiras sanitárias e coloca muito em risco a vida das populações das cidades da microrregião.
De acordo com a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, presidente procura nome para substituir ministro ainda esta semana | Foto: Reprodução
O clima foi de despedida no Ministério da Saúde na noite de terça-feira (14). Chefe da pasta, Luiz Henrique Mandetta avisou aos integrantes de sua equipe que deverá ser demitido ainda esta semana pelo presidente Jair Bolsonaro. De acordo com interlocutores ouvidos pela coluna Painel, da Folha de S.Paulo, Bolsonaro combinou com Mandetta para que ele espere até que substituto seja escolhido e ocorra de fato a exoneração. Alguns membros da equipe sugeriram que o ministro pedisse demissão imediatamente, mas a ideia foi rejeitada por ele. As informações foram passadas para os integrantes o Ministério da Saúde após entrevista coletiva da qual Mandetta participou no Palácio do Planalto. Antes, ele esteve presente na reunião do conselho, com Bolsonaro e os demais ministros. O chefe da pasta teria ficado em silêncio durante todo o encontro. Desde que a guerra fria envolvendo os dois teve início, o presidente já ameaçou algumas vezes demitir o ministro, mas até agora não concretizou o plano. O desentendimento entre eles ocorre por falta de acordo na condução das ações adotada no combate a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Bolsonaro havia sido pressionado pela ala militar a manter Mandetta no cargo, mas o ministro perdeu este apoio na noite de domingo (13), quando concedeu entrevista para o Fantástico, da TV Globo. A cúpula fardada avaliou o tom adotado pelo ministro como provocação desnecessária..
Os casos de coronavírus pararam de crescer intensamente na África do Sul nas últimas semanas Foto: Getty Images
Nas últimas duas semanas, a África do Sul passou por uma situação excepcional que os médicos ainda não conseguem explicar: uma queda brusca e inesperada na taxa diária de novas infecções pelo novo coronavírus. Um sinal claro disso está nos hospitais do país, que tinham se preparado para receber um volume alto de pacientes. Os leitos e enfermarias estão prontos para eles, cirurgias não urgentes foram remarcadas e ambulâncias foram equipadas, enquanto equipes médicas vêm ensaiando protocolos sem parar e autoridades de saúde passam longas horas em reuniões pela internet preparando e ajustando seus planos de emergência. Mas, até agora, contra a maioria das previsões, os hospitais sul-africanos permanecem tranquilos: o "tsunami" de infecções que muitos especialistas previram não se concretizou. Pelo menos, ainda não. "É meio estranho, misterioso. Ninguém sabe ao certo o que está acontecendo", diz Evan Shoul, especialista em doenças infecciosas de Johanesburgo. Tom Boyles, outro médico de doenças infecciosas, do Hospital Helen Joseph, um dos maiores centros de saúde pública de Johanesburgo, também diz que todos estão "um pouco perplexos". "Estamos falado que é a calma antes da tempestade há cerca de três semanas. Estávamos preparando tudo aqui. E essa tempestade simplesmente não chegou. É estranho." Os especialistas em saúde alertam, no entanto, que é muito cedo para interpretar a falta de casos como um progresso significativo no combate à epidemia e estão preocupados com o fato de que isso pode até mesmo gerar um perigoso sentimento de complacência.
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) informa que registrou, nesta terça-feira (14), dois óbitos pelo novo coronavírus (Covid-19) no estado. O 23º óbito foi de uma paciente de 82 anos, residente em Belmonte, que estava internada em um hospital em Porto Seguro, desde o último dia 4 de abril, e veio a óbito hoje, dia 14. A paciente era portadora de diabetes e hipertensão arterial. O 24º óbito foi de uma mulher de 95 anos, residente em Salvador, que estava internada desde o último dia 11, em um hospital na capital, e veio a óbito no dia 12, domingo. A paciente era portadora de diabetes, doença cardiovascular crônica e doença neurológica crônica.
Ideia é levantar práticas já adotadas na experiência internacional, entre países que foram atingidos pela doença antes do Brasil | Foto: Reprodução
Empresários brasileiros decidiram, após reunião virtual na segunda-feira (13), elaborar um protocolo com medidas e segurança que as companhias deverão adotar após o retorno à normalidade, quando for superada a pandemia pelo novo coronavírus (Covid-19). De acordo com informações da coluna Painel, de Folha de S.Paulo, a ideia é levantar práticas já adotadas na experiência internacional, entre países que foram atingidos pela doença antes do Brasil. O encontro virtual foi organizado pelo conselho de empresários Diálogo pelo Brasil, na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Nos últimos dias, empresários que doaram para o combate ao coronavírus vinham fazendo comparações entre os calibres das iniciativas anunciadas por seus pares, considerando que algumas delas estão incompatíveis com as fortunas dos doadores. Mas, após o Itaú anunciar que destinará R$ 1 bilhão para a causa, o assuntou acabou.
Estamos enfrentando uma pandemia, o que faz com que as pessoas passem mais tempo na internet e, principalmente, nas redes sociais. Afinal, estão em isolamento social ou quarentena em casa e precisaram alterar suas rotinas de maneira drástica, uma vez que não podem sair de casa. Neste momento, quem gera conteúdo on-line tem uma boa oportunidade de chegar a um maior número de pessoas. É o caso dos influenciadores e microinfluenciadores digitais, seguidos por 71% dos brasileiros, segundo um estudo feito pela Qualibest. O mesmo estudo mostra que mais da metade das pessoas (55%) afirmaram que pesquisam a opinião de influenciadores antes de efetivar uma compra. Ou seja, os influenciadores têm um papel muito importante na comunicação digital, principalmente com os mais jovens. Esses produtores de conteúdo devem usar esse alcance com muita responsabilidade para transmitirem informações relevantes. É preciso ter o dobro de cuidado com o conteúdo compartilhado, pois são formadores de opinião e os seguidores realmente consideram o que escutam de um influencer. Nesse sentido, esses perfis do Instagram ou do YouTube podem não apenas disseminar o entretenimento, mas também informações importantes sobre a pandemia e sobre o vírus, e mensagens positivas. Algumas celebridades já estão fazendo isso, promovendo shows ao vivo por meio de redes sociais, estreitando o relacionamento com os fãs e seguidores. Até a Organização Mundial da Saúde (OMS) está utilizando o Tik Tok com a campanha #SafeHands, compartilhando piadas e coreografias com pessoas famosas. Um exemplo é a cantora Mariah Carey, que fez um vídeo mostrando como devemos lavar as mãos por no mínimo 40 segundos para evitar o contágio. Enquanto alguns influenciadores estão tentando pegar carona na situação para ganhar curtidas, postando fotos de máscara sem ter contraído a doença, por exemplo, outros estão realmente contaminados, como é o caso de Di Ferrero, Preta Gil, Gabriela Pugliesi e Fernanda Paes Leme. Os influenciadores devem, portanto, seguir um plano de conteúdo específico para este período, até porque é importante ser coerente e adaptar suas produções para a realidade atual. É preciso ter o dobro de cuidado com o conteúdo compartilhado neste momento. E fica a dica: reveja seu posicionamento de marca e redesenhe suas estratégias. Além disso, não foque apenas no agora, mas já trace objetivos para o pós-crise, pois a pandemia vai passar e qualquer conta de canal digital precisará se reposicionar para continuar tendo uma marca estabelecida no mercado.
Balanço divulgado na tarde desta segunda-feira aponta para um total de 1.328 vítimas fatais e 22.169 infectados, em todo o país | Foto: Reprodução
O Ministério da Saúde confirmou na tarde desta segunda-feira (13) mais 105 mortes relacionadas à Covid-19. O total de vítimas fatais do novo coronavírus subiu para 1.328. Já o somatório dos infectados em todos os estados passou de 22.169 casos no domingo para 23.430, nesta segunda. A taxa de letalidade é de 5,9%. Na avaliação do ministério, quatro estados e o Distrito Federal estão em uma situação mais crítica. São Paulo lidera, com 608 mortes e 8.895 contaminados. Rio de Janeiro e Ceará registraram 108 e 91 óbitos, respectivamente, e 3.231 e 1800 casos confirmados. O Amazonas também preocupa, apesar de ter menos vítimas fatais do que Pernambuco (71 a 104), mas a rede hospitalar está no limite da capacidade de atendimento. O Distrito Federal, com 638 casos e 15 mortes, também está em posição delicada.
Os últimos ajustes estão sendo feitos para que a unidade possa entrar em funcionamento o mais rápido possível (Foto: Ascom | PMB)
As ações que vêm sendo tomadas pela Administração “Educar para Libertar” no sentindo de dar a melhor segurança médica possível para a população durante a pandemia da Covid-19 vem surtindo um efeito positivo, o que pode ser comprovado no achatamento da curva, onde não surgiram novos casos positivos nos últimos dias.
A logística atende todos os requisitos para o tratamento intensivo dos pacientes (Foto: Ascom | PMB)
Entre as várias medidas que vêm sendo tomadas está a abertura do Centro da Covid-19 que está sendo montado na unidade da UPA no Bairro Malhada Branca. O Centro poderá entrar em funcionamento ainda nessa semana, o que ampliará ainda mais o atendimento de qualidade aos pacientes que foram acometidos pela doença. As equipes estão trabalhando em ritmo intenso para que todo o cronograma seja cumprido à risca.
Faleceu na manhã de hoje, 13 de abril, no Hospital São Vicente, o primeiro paciente de Vitória da Conquista infectado pelo novo Coronavírus. Trata-se de um homem de 69 anos que estava internado desde o dia 31 de março. O paciente, com comorbidade, já tinha confirmado, através de teste, o diagnóstico de Covid-19. Ele era morador do Alto Maron. A Prefeitura de Vitória da Conquista e o prefeito Herzem Gusmão se solidarizam com a família neste momento de dor. Aproveitamos para lembrar que a Covid-19 é uma doença grave e todos devemos nos previnir: lavar sempre as mãos, usar, se possível; álcool gel, ficar em casa, evitar aglomerações e, caso seja extremamente necessário ir à rua, use máscara.
O comércio em Brumado terá a sua reabertura de forma gradual, tendo como base os serviços essenciais (Foto: Brumado Urgente)
A Prefeitura Municipal de Brumado, buscando minimizar os efeitos da crise da Covi-19 no município publicou um novo Decreto no qual, está autorizado, a partir de hoje (13) a abertura de alguns comércios. Foi destacado que o retorno das atividades deve ser feito de forma gradual, dando prioridade aos serviços essenciais. Outro ponto que foi bem observado é se evitar as aglomerações. O decreto ainda cita que o escalonamento para se reabrir as atividades está de acordo com a situação atual controlada no município, mesmo após confirmação e acompanhamento de casos positivados para a Covid-19. As atividades, que poderão funcionar estão dentro do contexto de flexibilização e retorno gradual das atividades as quais são: casas de materiais de construção, serralherias e marcenarias, lojas de auto-peças, lava jatos, e chaveiro, os quais deverão ter em seu interior insistentes realizações de barreiras, distâncias mínimas, uso de máscaras, etc, e proporcionar a higienização constante das mãos. As empresas citadas ficam ainda obrigadas a fornecer em máscaras aos funcionários para a proteção contra a Covid-19.
As filas viravam quarteirões (Foto: Brumado Urgente)
A semana se inicia com uma imagem que vem compor ainda mais o mosaico da pandemia da Covid-19 em Brumado. Filas com centenas, ou até milhares de pessoas, puderam ser observadas na manhã desta segunda-feira (13). Compostas quase que exclusivamente por pessoas que buscavam receber o auxílio emergencial do governo federal na agência da Caixa e nas lotéricas da cidade. Pelas imagens feitas pela equipe do Brumado Urgente, o distanciamento social entre as pessoas estava sendo observado, sendo que muitos usavam máscaras de proteção. Ainda segundo informações as medidas protetivas foram adotadas pelos funcionários das referidas instituições que orientavam as pessoas a ficar distantes.
A agência da Caixa Econômica Federal recebeu um grande número de pessoas (Foto: Brumado Urgente)
As cenas refletem os reflexos mais severos da crise provocado pelo coronavírus na cidade, onde, especialmente, os ambulantes e profissionais liberais tiveram fortes quedas em seus rendimentos, chegando em algumas situações que os ganhos foram totalmente interrompidos devido ao isolamento social. Buscando aquecer a economia local de forma gradual a prefeitura municipal começou a liberar o funcionamento de alguns comércios, já que houve uma estabilização na curva da infecção na cidade. Confira abaixo o vídeo que mostra o grande movimento de pessoas em busca do auxílio emergencial.