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- Redação
- 26 Dez 2020
- 08:21h
(Foto: Reprodução)
Cinco pessoas de uma mesma família morreram em um acidente na BR-135, em Montes Claros, no Norte de Minas, na manhã desta sexta-feira (25).
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, elas estavam em um carro de passeio que invadiu a contramão e bateu de frente com um caminhão-baú. A perícia foi acionada e as causas do acidente serão investigadas. O caminhoneiro não ficou ferido.
De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, a família saiu de Itapecerica da Serra (SP) com destino à Vitória da Conquista.
“No veículo, viajavam um casal com dois filhos (um rapaz e uma menina de 11 anos), e outro homem adulto, que também faz parte da família, mas ainda não sabemos o grau de parentesco. As vítimas ficaram desfiguradas e não foi possível identificar quem digira o carro”, explicou o cabo da PM Eduardo Mesquita.
O caminhoneiro foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos. Os corpos das cinco vítimas foram levados para o Instituto Médico Legal de Montes Claros.
O acidente foi por volta das 10h e o trânsito foi liberado no início da tarde após retirada do carro e limpeza da pista.
Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar, as vítimas são: Vanete Ramos da Cunha, 38 anos; Vinícius Ramos Cunha, 19 anos; Adelvaldo de Jesus Souza, 37 anos; Gilvan Brito Silva, 32 anos; Maria Eduarda Ramos Souza, 11 anos.
- por Eduardo Cucolo | Folhapress
- 25 Dez 2020
- 18:57h
Foto: Reprodução / FGV
Da mesma forma que a pandemia escancarou ainda mais as desigualdades no país, a recuperação da economia e a retomada das atividades também será desigual, principalmente por conta do que os economistas chamam de "efeito cicatriz" para alguns segmentos da população.
Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, as restrições impostas pela pandemia aceleraram uma transição em direção à economia digital, o que dificulta ainda mais a recolocação de pessoas com menor escolaridade e empresas com menos acesso à novas tecnologias.
Os dados mostram que pessoas com empregos formais sofreram menos que os informais e estão recuperando mais rapidamente seus postos de trabalho. A população mais jovem foi a que mais perdeu renda e horas de estudo. Famílias de regiões mais pobres que dependiam de idosos perderam sua principal fonte de renda.
"A mãe de todas as desigualdades é a desigualdade de educação, que vinha caindo há 40 anos. Isso não só foi interrompido, mas revertido pela pandemia. É uma cicatriz, que tem efeitos permanentes. O vento que soprava a favor começa a soprar contra. Isso vai deixar sequelas", afirma Marcelo Neri, diretor da FGV Social.
Segundo a instituição, o tempo de estudo dos brasileiros caiu de 4 horas por dia para 2 horas e 23 minutos. Essa queda foi maior entre os alunos de escolas públicas, entre os alunos mais pobres, mais jovens e periféricos.
Alunos de escola pública de 6 a 15 anos estudaram 2 horas e 18 minutos na pandemia, enquanto os de instituições privadas tiveram 3 horas e 6 minutos de aulas. Entre as pessoas que recebem Bolsa Família, foram 2 horas e 1 minuto.
No Pará, 42% dos estudantes do ensino médio não estudaram porque não receberam material. Em Santa Catarina, eram 2%.
Os mais jovens, muitos deles estudantes, também são os que mais perderam renda do trabalho na crise atual. Para pessoas de 15 a 19 anos, a queda desses rendimentos foi de 34%.Na faixa de 20 a 25 anos, a perda foi de 25,9%. De 25 a 29 anos, 22,7%. Em todos os casos, acima da perda média de 18,7%.
"Esses jovens, que você pode chamar de geração Covid, foram os que mais perderam renda no mercado de trabalho antes da pandemia e, durante ela, continuaram sendo o grupo que perdeu mais", afirma Neri.
"Isso gera um efeito cicatriz. Para as pessoas que param os estudos e vão para o mercado de trabalho em uma época adversa, o rendimento do trabalho deles, anos depois, e outros indicadores dessa geração, como o de violência, são afetados de forma mais permanente" diz o pesquisador.
O diretor da FGV Social inclui também entre esses vulneráveis as famílias que dependiam de idosos que morreram em decorrência da Covid-19, principalmente no Nordeste e outras regiões mais pobres, onde há o fenômeno das famílias estendidas, sustentadas boa parte por aposentados.
"Os idosos são o grupo que apresenta a maior taxa de letalidade, são as principais vítimas do ponto de vista sanitário. Em muitos casos eles eram arrimos de família. As pessoas que moravam com eles, esses órfãos da terceira idade, perdem uma fonte de renda além de perder o ente querido", afirma Neri.
Kátia Maia, diretora executiva da Oxfam Brasil, também afirma que a crise deixará sequelas para um grupo de jovens e crianças que terá mais dificuldade em ter acesso a melhores empregos no futuro.
Ela questiona ainda o conceito de recuperação econômica quando se fala na expectativa de um crescimento maior da economia no próximo ano, pois, para muitas empresas e pessoas, não haverá recuperação.
"Fala-se da recuperação da economia, mas ela não é para todos. É para aqueles que têm mais condições. Para aqueles que podem ter perdido um pouco, mas já recuperaram o que perderam e vão ganhar ainda mais, mas não para a maioria da população brasileira", afirma Maia.
"Há uma perda já cristalizada para todos esses jovens e crianças que não tiveram a oportunidade ou não tiveram o direito de estudar como aqueles que estão em situação econômica e social melhor."
A Oxfam afirma que seria importante manter e criar novos programas de apoio a essa população, que poderiam ser financiados por meio da taxação de empresas e pessoas físicas que tiveram ganhos elevados neste ano.
"Por tudo o que a gente vê do governo atual e do Congresso, a prioridade não está sendo o enfrentamento das desigualdades no próximo ano. Vamos ter muitos desafios e não há indicação do que vai ser a priorização orçamentária para tratar desses temas", afirma Maia.
O pesquisador do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) Marcos Hecksher afirma que pessoas que têm problemas de empregabilidade durante crises costumam ter mais dificuldade de reinserção também.
Em muitos casos, esse retorno tende a ser mais instável, com maior probabilidade de en- tradas e saídas mais frequentes, além de dificuldade de alcançar melhores posições.
O pesquisador lembra que, pela primeira vez na história recente, o país chegou a ficar com menos da metade da população em idade de trabalhar exercendo alguma atividade.
"Fica o que a literatura tem chamado de efeito cicatriz. Tem alguns efeitos que ficam para o longo prazo, nas pessoas e nas empresas também. Essa cicatriz vai ficar para muita gente que foi afetada neste ano", afirma Hecksher.
Ele diz ainda que o Brasil enfrenta uma dificuldade adicional nessa recuperação por ter ficado entre os piores países em dois indicadores, o de mortes por habitante e de queda na população ocupada.
"A gente tem um duplo problema maior do que o resto do mundo, mais mortes por habitante e mais perda de emprego do que a maioria dos países. E nós já estávamos em um patamar ruim no ano passado, vindo de uma recuperação tênue da crise anterior", afirma Hecksher.
"Vai precisar de muita política pública para ajudar a recuperar esse espaço e evitar um aumento da pobreza e da desigualdade."
O economista Ricardo Paes de Barros, professor do Insper e um dos formuladores do programa Bolsa Família, afirma que o Brasil terá o desafio de reinserir cerca de 25 milhões de pessoas no mercado de trabalho e que isso não poderá ser feito apenas por meio da geração de novos postos.
Segundo ele, é necessário pensar em programas com recursos públicos, que podem ser executados por meio de entidades do terceiro setor, por exemplo, para recolocação desses trabalhadores, além de um apoio adicional de suporte àqueles que não vão conseguir uma nova ocupação imediatamente.
"Não adianta só a economia brasileira se recuperar, precisamos de programas que vão ajudar e acelerar o processo desses trabalhadores voltarem a se inserir produtivamente na economia brasileira", afirma Barros.
Ele também defende programas de apoio e assistência técnica a microempreendedores que terão de reerguer seus negócios afetados pela pandemia.
Para o economista, é necessário ainda reorganizar trabalhadores, de maneira a utilizar as capacidades que eles já possuem, mas em arranjos que sejam mais produtivos, como cooperativas certificadas por entidades públicas.
"Talvez mais importante do que dar uma nova formação para essas pessoas seja valorizar as competências que eles já têm."
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- por João Batista de Castro Júnior. Professor do Curso de Direito da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Vitória da Conquista.
- 25 Dez 2020
- 17:54h
Foto: Reprodução I Probusbrasil
Nem por muito repetida, a história do siberiano Evgeny Stepanovich Kobytev deixa de impressionar até os dias atuais: modesto professor de pintura saído da zona rural, tem sua vida revirada quando Hitler invade a Ucrânia em 1941 e bombardeia a Geórgia.
Kobytev então ingressa como soldado em um regimento da artilharia do Exército Vermelho para pouco tempo depois ser feito prisioneiro pelos alemães numa emboscada, sendo enclausurado no campo de concentração de Khorol, onde se estima que 90.000 civis e combatentes tenham encontrado a morte. Depois de conseguir fugir em 1943, ainda servirá em outras frentes de batalha até o final da guerra.
As imagens de Kobytev antes e depois dos seus 4 anos de atrocidades bélicas mostram um homem precocemente envelhecido e com o olhar fixo e distante, alheio ao mundo em seu derredor, o mesmo olhar cognominado de “mil jardas” (Thousand-yard stare) pela revista norte-americana Life no final da Segunda Guerra para um fenômeno observável desde o Primeiro Grande Conflito entre os jovens combatentes: a desconexão dissociativa para com os horrores à sua volta, como a fácies daquele soldado australiano com a mão decepada em um hospital de campanha em 1917, perto de Ypres.
Soldado australiano no "Australian Advanced Dressing Station", perto de Ypres, Bélgica, em 1917.
Esperançosamente se prevê que não tenhamos mais conflitos bélicos dessa ordem, capazes de convulsionar à exaustão toda a demografia planetária. Mas a inquietação que a pandemia provocada pelo Sars-Cov-2 suscita é se ela não estaria, de modo funcionalmente similar, naturalizando o luto enquanto se come e bebe festivamente, fingindo-se não ver os despedaçamentos emocionais bem próximos e o sofrimento dos que esmolam uma côdea de pão quando preferiam estar endurecendo as mãos nas enxós do trabalho honesto.
São invernos de ausência de solidariedade mais ampla – que não se confundem com “presentinhos natalinos” – e que nada têm de recente. Em algum momento, não localizável em ponto específico da linha de contagem humana de tempo, nos deixamos natural e insensivelmente abrigar nas hostilidades interpessoais, nas impropriedades chulas da linguagem cotidiana, na conveniente tolerância limitada a reduzidos nichos de trabalho, em que se barganham posições de relevo, ou na “gratidão” volátil da contraprestação momentânea por um favor recebido.
Nossos olhares, a seu turno, quase imperceptivelmente se destacaram das enfermiças obviedades que preferimos não enxergar, ajudados até mesmo por muitas trincheiras da religião, que passaram, sem que se saiba também exatamente como nem quando, a ser poços contaminados pelo veneno dos interesses materialistas e dos partidarismos inconsequentes, que sabem de cor versículos bíblicos desaparelhados do amor solidário e impessoal.
Sem muito esforço se nota que explicações religiosas e místicas completamente pueris no seu punitivismo aterrorizante, além de não convencerem, terminam insuflando mais ainda a corrida pela satisfação material, seja entre os que estão nos Templos julgando-se alforriados das sanções divinas, seja entre os que estão fora e que veem no prazer do sexo e do estômago a demonstração cabal de que se trata do melhor convite que a transitoriedade biológica da vida pode nos oferecer, afinal, assim se pensa, todos os alertas de fim dos tempos de nossos avós nunca se transformaram em realidade.
“Quando isso tudo passar” – a frase mais ouvida por agora –, teremos, em realidade, que buscar, nas últimas reservas de lucidez, a coragem necessária a fim de, mesmo sob fortes sequelas psíquicas, reconstruir as bases de uma vida irrestritamente solidária e propensa ao sacrifício dos prazeres ilimitados, o que Jesus, o Cristo, exaustivamente pregou e exemplificou sem distinguir entre mulher adúltera, mulher samaritana, mulher cananeia, publicanos, fariseus, escribas, soldados romanos e plebe, numa luminosa e extraordinária epopeia até hoje, em plena era de múltiplos e refinados saberes, não devidamente compreendida em sua totalidade.
Até que isso tudo passe, todavia, talvez tenhamos por algum tempo que carregar intimamente tanto os silenciosos ônus emocionais quanto os olhares distantes e desfocados, para depois aprendermos a semear lírios entre os escombros que friamente preferimos não ver desabar à nossa volta...
Vitória da Conquista, 25 de dezembro de 2.020
- Bahia Notícias
- 25 Dez 2020
- 17:41h
Foto: Divulgação / Assessoria
O cantor Amado Batista testou positivo para o novo coronavírus, na última segunda-feira (21), em Goiânia. A família do artista afirmou que ele está ‘ótimo’ e sem sintomas, conforme informações do portal G1.
“Ele está ótimo! Desde de quando sentiu a febre foi medicado e não teve mais, foi só no primeiro dia mesmo”, disseram os familiares.
Mesmo sem voltar a apresentar febre, Amado Batista foi a um hospital particular de Goiânia nesta quinta-feira (24), para fazer exames de sangue e raio-x do tórax para acompanhamento médico.
- Agência Brasil
- 25 Dez 2020
- 09:01h
Comunicado será veiculado em rede nacional de rádio e TV | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve falar sobre as ações de enfrentamento da pandemia do novo coronavírus em pronunciamento de Natal, nesta quinta-feira (24), véspera do feriado. O comunicado será veiculado em rede nacional de rádio e TV. Além disso, a expectativa é que o mandatário agradeça aos profissionais de saúde pelo trabalho desenvolvido neste período e fale ainda sobre os programas de assistência desenvolvidos pelo governo federal ao longo do ano. A previsão é que o pronunciamento vá ao ar às 20h30. A tradicional live que o presidente realiza nas redes sociais todas as quintas-feiras também está agendada e deve acontecer às 19h.
- Redação
- 25 Dez 2020
- 08:07h
(Foto: Divulgação)
O prefeito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão, segue internado no Samur em tratamento contra a Covid-19.
Boletim Médico – Prefeito Herzem Gusmão 24 de dezembro
O excelentíssimo Sr. Prefeito Herzem Gusmão, internado no hospital SAMUR em unidade de cuidados intermediários, mantém o quadro de estabilidade e necessidade de suporte de oxigênio. Mantemos fisioterapia e reabilitação, controle de imagem sem alterações, sem previsão de alta.
- Redação
- 24 Dez 2020
- 17:58h
(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
Um dos setores com maior demanda na área de saúde de Brumado, - que é sede regional de saúde, atendendo cerca de 450 mil pessoas da microrregião -, é a Maternidade do HMPMN, a qual vem recebendo um número cada vez mais alto de parturientes. Diante disso, o município, por meio do prefeito Eduardo Vasconcelos, vem buscando atrair novos recursos para otimizar o setor e, nesta terça-feira (22), o chefe do executivo recebeu um comunicado muito importante do Ministério da Saúde, o qual trouxe uma ótima notícia, já que comunicou a publicação da Portaria Nº 3.664, que autoriza a liberação de recursos federais na ordem de R$ 454.283,00, que serão destinados à aquisição de equipamentos e material permanente para otimização da Maternidade do HMPMN.
- Brumado Urgente
- 24 Dez 2020
- 16:42h
(Reprodução: Redes Sociais)
Quando você pensa que já viu de tudo na vida, sempre surge um fato novo que causa grande perplexidade. Brumado, local de fatos “sui generis” foi palco mais uma vez destes episódios difíceis de se acreditar, ainda mais em plena véspera de Natal. O cenário foi a Av. Otávio Mangabeira, onde, por volta das 12h, um meliante levou um banco de madeira, onde estavam sendo colocadas doações de roupas, o qual estava na frente de uma residência. A ação estava sendo promovida pelo Projeto Natal Solidário, que está fazendo as arrecadações, mas que acabou ficando muito surpresa com a atitude do “sem noção”. Um comunicado foi postado nas redes sociais fazendo um apelo para que o autor do roubo devolva o banco e as roupas, pois eram para serem distribuídas a pessoas carentes. Vamos acompanhar o desenrolar dos fatos para ver se o banco e as roupas serão realmente devolvidos.
- Sertão Hoje
- 24 Dez 2020
- 14:35h
A ação contou com policiais do PETO, da 46ª CIPM, do Delegado de Polícia Civil Dr. Cláudio e do Coordenador de Área de serviço, Tenente PM-BA Elmo. (Fotos: Divulgação / 46ª CIPM)
Na noite dessa quarta-feira (23), por volta das 21h30, uma operação conjunta entre equipes das Polícias Civil e Militar prenderam pai e filho numa pousada na cidade de Livramento de Nossa Senhora. A ação contou com a presença de policiais da guarnição do PETO, da 46ª CIPM, do Delegado de Polícia Civil Dr. Cláudio e do Coordenador de Área de serviço, Tenente PM-BA Elmo. Segundo informações da PM, os policiais foram informados de que um indivíduo com mandado de prisão em aberto, pelo crime de homicídio qualificado ocorrido na cidade de Saubara (BA), estava na região. Os policiais realizaram buscas pelas pousadas de Livramento, quando na pousada Vista da Chapada, um veículo TROLLER/T4 XLT 3.2, de placa PKN-966, utilizado por ele foi localizado. Num dos quartos da pousada, os policiais encontraram o foragido, de 65 anos, acompanhado de seu filho, de 25 anos, que estava em posse de 1 soco-inglês, 1 canivete e 1 pistola de marca CZ modelo Z calibre 6.35, de numeração 242116, com 1 carregador e 6 munições intactas, sendo preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. Os dois, juntamente com o veículo e todo o material apreendido, foram conduzidos para a Delegacia de Livramento de Nossa Senhora.
- Redação
- 24 Dez 2020
- 12:27h
Presidente vem questionando os possíveis efeitos dos imunizantes na população e já chegou a criticar a 'pressa' para início da campanha de vacinação | Foto: Divulgação
O presidente Jair Bolsonaro voltou a minimizar o uso de vacinas contra o novo coronavírus, ao dizer que o melhor imunizante para ele foi ter contraído a doença. Declaração foi feita em conversa com apoiadores em Santa Catarina, nesta quarta-feira (23).
“Eu tive a melhor vacina, foi o vírus”, afirmou o presidente que em seguida acrescentou que ela foi “sem efeito colateral”. O encontro foi transmitido pelas redes sociais do militar reformado.
Esta não foi a primeira vez que Bolsonaro questionou os efeitos dos imunizantes na população. Ele já criticou a “pressa” pela vacina e em um evento na Bahia, na última semana, o presidente chegou a fazer piada com um suposto efeito colateral do imunizante da Pfizer, produzido em parceria com a BioNTech.
“Lá no contrato da Pfizer, está bem claro: ‘nós (a Pfizer) não nos responsabilizamos por qualquer efeito colateral’. Se você virar um jacaré, é problema seu. Se você virar Super-Homem, se nascer barba em alguma mulher aí, ou algum homem começar a falar fino, eles (Pfizer) não têm nada a ver com isso. E, o que é pior, mexer no sistema imunológico das pessoas”, afirmou.
Um estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no entanto, mostrou que a pessoa ter contraído o vírus uma vez não impede que ela seja contaminada novamente. Os pesquisadores descobriram ainda que caso o paciente tenha tido sintomas brandos e contraia o vírus pela segunda vez pode apresentar um agravamento no quadro de saúde.
- Lula Bonfim
- 24 Dez 2020
- 11:40h
(Foto: Reprodução)
O prefeito ACM Neto (DEM) criticou a mudança do nome de escolas, por parte do governo do estado, que homenageavam seu avô Antônio Carlos Magalhães e seu tio Luís Eduardo Magalhães. Para o democrata, trata-se de uma “atitude política pequena” da administração estadual.“O que esperar do governo que faz a Bahia ter a pior educação pública do Brasil? No lugar de estarem trabalhando para melhorar a qualidade do ensino no estado, ficam preocupados com atitudes políticas pequenas. Os baianos não toleram esse tipo de postura”, criticou ACM Neto, em entrevista ao Bahia Notícias. As mudanças foram publicadas no diário oficial do estado nesta quarta-feira (23), reformulando nomes de colégios estaduais nos municípios de Boquira, Fátima, Malhada e Várzea da Roça, que tinham os nomes de parentes do prefeito de Salvador
- Ailma Teixeira
- 24 Dez 2020
- 10:55h
Celem, em Fátima | Foto: Divulgação
Pelo menos cinco escolas da rede estadual baiana vão mudar de nome a partir de 2020. Destas, quatro haviam sido batizadas em homenagem aos Magalhães, família do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM).
As portarias foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (23), assinadas pelo secretário de Educação, Jerônimo Rodrigues.
Com a medida, três escolas nomeadas como Colégio Estadual Luís Eduardo Magalhães (Celem) foram atingidas. A unidade de Malhada passará a se chamar Colégio Estadual Rosalvo Oliveira Souza, a de Boquira será denominada como Colégio Estadual de Boquira e a de Fátima, como Colégio Estadual Paulo Freire.
Já no município de Várzea da Roça, o Colégio Estadual Governador Antônio Carlos Magalhães passará a ser chamado de Colégio Estadual Professora Adélia Mendes.
As mudanças abrangeram ainda o Colégio Estadual Coronel Jerônimo Rodrigues Ribeiro, que foi renomeado como Colégio Estadual Integração Lagoa do Pires. O nome antigo era uma homenagem a um ex-prefeito do município de Uauá.
O Bahia Notícias procurou a secretaria para saber o motivo das alterações. Segundo a pasta, a mudança ocorreu em atendimento a pedidos dos colegiados escolares das respectivas unidades de ensino. "Os novos nomes foram propostos pelos próprios colegiados".
RECONHECIMENTO A PERSONALIDADES DA ÁREA
Ao anular as homenagens à família de seu principal opositor político, o governo Rui Costa decidiu reconhecer a importância dos profissionais da educação. Entre os novos nomes, ao menos dois se referem a profissionais ligados à área.
Adélia Mendes é professora, como o próprio título da escola aponta, e Paulo Freire é reconhecido como o “Patrono da Educação Brasileira”, dada a relevância de suas contribuições como educador e filósofo para o país.
Enfeite a árvore de sua vida, com guirlandas de gratidão!
Coloque no coração laços de cetim, rosa, amarelo, azul e carmim.
Decore seu olhar com luzes brilhantes estendendo as cores em seu semblante.
Em sua lista de presentes em cada caixinha embrulhe um pedacinho de amor, carinho, ternura, reconciliação, perdão!
Tem presente de montão no estoque do nosso coração e não custa um tostão!
A HORA É AGORA!
“Cora Coralina “
Tenham todos um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de muita saúde e paz
- Informações do BRF
- 24 Dez 2020
- 10:05h
O prefeito Herzem Gusmão segue internado no Samur em tratamento contra a Covid-19.
Boletim Médico – Prefeito Herzem Gusmão 23 de dezembro
Informamos que o quadro do excelentíssimo Sr. Prefeito Herzem Gusmão, internado no hospital SAMUR em unidade de cuidados intermediários, sem intercorrências, mantendo-se estável e com necessidade de maior suporte de oxigênio. com fisioterapia e reabilitação intensificadas , sem previsão de alta.
- Redação
- 24 Dez 2020
- 09:08h
As armas utilizadas pelos bandidos | Foto: Divulgação
Na madrugada desta quarta-feira (23), a polícia militar interceptou dois elementos em uma moto roubada na cidade de Caetité. Ao tentar fugir da guarnição, ambos caíram do veículo e, nesse momento, o piloto evadiu, porém o garupa, que estava armado, resistiu a ação policial, sendo alvejado. O indivíduo foi socorrido até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu. Com o elemento, até agora não identificado, foram encontrados, além do revólver que utilizou contra a guarnição, uma submetralhadora 9 mm, de fabricação artesanal, munições, balança de precisão, cocaína, embalagens para a venda da droga e uma motocicleta CG Titan roubada.