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Foto: Divulgação/TSE
Termina às 23h59 deste sábado (1°) o prazo para baixar o aplicativo e-Título e usá-lo no primeiro turno das Eleições 2022. O documento eletrônico, que substitui o tradicional título de eleitor em papel, não será emitido no dia da votação.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no domingo (2), dia do pleito, o sistema estará indisponível para validação dos dados dos eleitores e volta a ser liberado na segunda-feira (3).
O app tem várias funcionalidades, como consultar o local de votação e apresentar uma justificativa para a ausência.
É preciso que o eleitor já tenha um registro na Justiça Eleitoral para liberar o título online, que pode ser acessado a qualquer momento.
O uso do documento digital não é obrigatório e o eleitor poderá apresentar um documento oficial.
Foto: Reprodução/Redes Sociais
A cantora Ivete Sangalo deu entrada no Hospital Aliança, em Salvador, na noite de quinta-feira (29), com um quadro de infecção intestinal. A artista, que tem previsão de alta no sábado (1°), fez uma live nesta sexta (30), onde disse que está ótima e deve votar nas eleições 2022.
"A minha preocupação maior foi: 'Venha cá, eu vou ficar boa para domingo eu ir votar?'", brincou a artista durante a transmissão ao vivo.
"Domingo todo mundo vai votar. Além de um dever, acima de tudo é um direito de fazer do nosso país aquilo que a gente deseja. Nossas necessidades, as necessidades do outro também. Então todo mundo domingo vamos votar", acrescentou.
Segundo informações da assessoria de Ivete Sangalo, a cantora continua internada no local e tem previsão de alta para sábado (1°).
"Eu estou ótima, amanhã eu estou liberada, graças a Deus, e tudo ocorrendo maravilhosamente. Domingo é nós, viu galera", disse Ivete, na live.
"Não se preocupem, não acreditem em fofocas, mamãe não opera com fofocas. Beijos, tá?. Fiquem com Deus", se despediu dos seguidores.
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- Bahia Notícias
- 30 Set 2022
- 20:06h
Foto: Divulgação / TRE-BA
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia realizou, na manhã desta sexta (30), a audiência de verificação de integridade e autenticidade dos sistemas Transportador e JE Connect. Na cerimônia, serão auditados os programas de transmissão dos Boletins de Urna (BUs) para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília.Todo o procedimento tem como previsão legal o artigo 43 da Resolução TSE nº 23. 673/2021.
Ao longo desta semana, todas as zonas eleitorais geraram e testaram os kits do JE Connect, inseminando dois pendrives com o programa de transmissão de dados da Justiça Eleitoral e a mídia chave para acessá-lo. No dia da eleição, após encerramento da votação, os técnicos de transmissão acessam esses sistemas nos computadores das seções, que serão reiniciados para rodar no JE Connect. Em seguida, as mídias de resultados das urnas serão inseridas nas máquinas, já com os sistemas eleitorais.
A auditoria dos sistemas serve para garantir que tudo o que será processado no dia 2 de outubro esteja íntegro e seja autêntico, explica a chefe de cartório da 2ª ZE, Janiere Paes. De acordo com a servidora, os arquivos disponíveis para teste serão inseridos nos computadores com o JE Connect.
O teste foi feito por meio de dois programas , o VAD – Verificador de Assinatura Digital – e o VAP – Verificador de Autenticação de Programas. Por meio desses sistemas, é possível detectar se o Transportador e o JE Connect estão íntegros e sem defeitos. Tudo é feito com a presença do juiz eleitoral, que gera uma ata, disponibilizada ao público.
A auditoria é aberta para a fiscalização de partidos políticos, da Ordem dos Advogados do Brasil, do Ministério Público e de uma série de outras instituições, incluindo as Forças Armadas e universidades credenciadas junto ao TSE.
“Essa verificação é muito importante porque mostra que não há nenhuma manipulação de dados e que os sistemas são seguros”, afirma Janiere. Para a chefe da 2ª ZE, a auditoria também atesta a transparência do sistema eleitoral, aberto a ser fiscalizado inclusive a partir de instrumentos dos próprios fiscais. “Se os partidos políticos quiserem trazer seus programas para o teste, a Justiça Eleitoral está aberta. Fazemos tudo de forma pública e íntegra”.
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Foto: Divulgação
As secretarias da Administração (Saeb) e da Educação (SEC) publicaram de forma conjunta, no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (30), a portaria que estabelece regras para o pagamento de valores aos herdeiros de profissionais falecidos da educação básica que fazem jus ao precatório judicial do Fundo de Desenvolvimento da Educação Fundamental (Fundef).
De acordo com o decreto estadual, do último dia 23 de setembro, os herdeiros poderiam requerer o abono no prazo de até 60 dias a contar da publicação, o que deve ser feito por alvará judicial.
A portaria desta sexta determina que o herdeiro deve buscar informações sobre o montante devido por meio de requerimento, a ser protocolado na Rede SAC, capital e interior do estado.
É necessário também apresentar originais da certidão de óbito, documento de identificação com foto atual, e-mail válido, comprovante de endereço, cartão da conta corrente de qualquer instituição bancária e comprovante da condição de herdeiro legítimo ou em função de testamento, tais como: certidão de casamento, certidão de nascimento, testamento, escritura pública e documento formal de partilha homologado por juiz competente.
O atendimento na Rede SAC acontece no Centro de Atendimento Previdenciário (Ceprev), por ordem de chegada ou por agendamento, a depender do Posto ou Ponto SAC escolhido pelo requerente.
O agendamento pode ser realizado pelo SAC Digital, para o serviço Solicitar Precatório FUNDEF – Herdeiro, ou ainda pelo call center, disponível nos números (71) 4020-5353 (ligação de celular) e 0800 071 5353 (ligação de fixo).
Também será exigida declaração atestando condição de herdeiro, bem como a inexistência ou existência de outros herdeiros, com a respectiva identificação de cada um deles. O modelo está disponível no Portal do Servidor e no anexo da portaria.
O acesso à informação sobre o montante devido será fornecido exclusivamente ao herdeiro, por meio de certidão emitida pela Secretaria da Educação (SEC), e é essencial para impetrar alvará judicial com vistas ao abono.
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Foto: Marcelo Casal/Agência Brasil
O quinto e último lote de restituição do Imposto de Renda 2022 será pago nesta sexta-feira (30) a 1.220.501 contribuintes, somando um total de R$ 1,9 bilhão em recursos.
As consultas para o lote estão abertas desde a última sexta-feira (23).
Também foram liberadas consultas aos chamados lotes residuais de anos anteriores, ou seja, de contribuintes que caíram na malha fina, mas depois acertaram as contas com o leão.
Do valor total do lote, R$ 221 milhões serão pagos a contribuintes com prioridade legal, sendo:
- idosos acima de 80 anos (5.201 pessoas);
- contribuintes entre 60 e 79 anos (36.492 pessoas);
- contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave (4.247 pessoas);
- contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério (15.378 pessoas).
Foram contemplados ainda 1,16 milhão de contribuintes não prioritários.
Os quatro primeiros lotes foram pagos em 31 de maio, 30 de junho, 29 de julho e em 31 de agosto para 17,3 milhões contribuintes.
O pagamento da restituição é realizado diretamente na conta bancária informada na declaração.
Pelas regras do Imposto de Renda, o valor da restituição é atualizado pela taxa Selic acumulada a partir do mês seguinte ao prazo final de entrega da declaração até o mês anterior ao pagamento, mais 1% no mês do depósito.
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Foto: Divulgação/SSP
Mais de R$ 1 mil em notas falsas foram apreendidas pela Polícia Militar em um posto dos Correios, na cidade de Macaúbas, no sudoeste da Bahia, na quinta-feira (29). Um homem foi preso em flagrante quando fazia a retirada do material.
A prisão foi efetuada por agentes da 4ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), que encontraram, no total, R$ 1.020 em cédulas fraudadas, todas de R$ 20. Com informações da Polícia Federal, que rastreava o pacote, os militares chegaram ao local e o destinatário foi preso. O nome dele não foi divulgado.
O suspeito foi apresentado na delegacia territorial de Macaúbas, junto com as notas falsificadas, além de uma motocicleta e um celular. Ele admitiu que se tratava de material falso e que foi adquirido através de um grupo de WhatsApp.
Nesta sexta-feira (30), o homem segue preso na delegacia aguardando audiência de custódia, e a Polícia Federal segue com as investigações para descobrir outros suspeitos de envolvimento com o crime.
- Bahia Notícias
- 30 Set 2022
- 11:01h
Foto: Tumisu / Pixabay
Em torno das polêmicas envolvendo as declarações raciais nas eleições na Bahia, 47 candidatos que disputaram o pleito em 2018 alteraram sua autoafirmação racial na disputa deste ano. Os números foram obtidos pelo Portal de Dados Abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e organizados pelo Bahia Notícias.
A maior mudança foi de candidatos que se autodeclararam brancos e passaram a se considerar negros em 2022, chegando a 55,3% (26) das alterações raciais dos últimos quatro anos. A equipe de reportagem seguiu o conceito da Lei 12.990, que considera pretos e pardos como negros.
Os dois partidos que registram mais alterações na autodeclaração racial de brancos para negros foram, empatados, o União Brasil (União) e o Progressistas (PP), com cinco mudanças para cada sigla. Todas as modificações foram de brancos para pardos. A legislação prevê o uso de recursos do Fundo Eleitoral para candidaturas que se declarem negras, o que resultou em polêmicas ao longo da campanha.
Pelo União Brasil, Elmar Nascimento, José Rocha, Luciano Simões Filho, Mirela Macedo e Palhinha receberam doações do fundo eleitoral que, somadas, chegaram a R$ 7,35 milhões. No entanto, não é possível aferir se a destinação desses recursos foi exclusiva a partir da mudança da autodeclaração dos candidatos.
Na mesma condição, os postulantes do PP, Antônio Henrique Jr., Claudio Cajado, Eduardo Salles, Edvaldo Júnior e Manassés, obtiveram, juntos, R$ 4,08 milhões do fundo eleitoral.
Vale destacar que o único candidato que teve uma mudança de branco para preto entre as eleições de 2018 e 2022, foi o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), que recebeu doações de R$ 509.627,00 do partido para a realização de sua campanha.
Ao todo, R$ 17,62 milhões foram distribuídos a candidatos que alteraram sua declaração racial de brancos para negros nestas eleições.
ABDICARAM DA COTA?
A segunda maior movimentação entre as alterações da declaração racial foi a de pardos para brancos. Ao todo, 14 candidatos realizaram a mudança, frente há quatro anos, representando 29,78% das modificações.
O partido que mais teve alterações nas autoafirmações raciais foi o PT, com três mudanças de pardos para brancos. Os candidatos, Afonso Florence, Jorge Solla e Paulo Rangel, receberam R$ 3,8 milhões do fundo eleitoral, porém não entraram no cálculo de cotas para negros.
FUNDÃO PARA NEGROS NA BAHIA
Na Bahia, os postulantes que se autodeclaram negros receberam mais de R$ 137,78 milhões de recursos do fundo eleitoral.
O partido que mais distribuiu o fundão para negros foi o União Brasil, com R$ 58,06 milhões para os nomes que disputam cargos no pleito eleitoral deste ano (veja mais aqui).
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Foto: PM Bahia
A Polícia Militar da Bahia (PM-BA) vai realizar uma operação especial a partir das 7h de domingo (2), devido às eleições 2022.
De acordo com a PM, 29.836 agentes de segurança vão atuar nas proximidades dos 8.749 locais de votação, na escolta das urnas dos colégios eleitorais, entre outros. Além disso, o reforço acontecerá nos locais de comemoração.
Após o encerramento da votação, às 17h, a PM vai escoltar o material utilizado no pleito até o encerramento de todas as atividades, previsto para às 22h. A operação também está planejada em caso de 2º turno.
A Polícia Militar realizará o uso de drones e de sistema de monitoramento em tempo real. Os policiais também vão atuar na prevenção de crimes eleitorais como boca de urna, transporte clandestino de eleitores e tentativa de compra de votos.
Em casos de flagrantes, a PM encaminhará os suspeitos e testemunhas para a Polícia Federal ou delegacia local.
Foto: Divulgação
O Governo da Bahia pagou nesta quinta-feira (29) R$ 1,041 bilhão dos precatórios do Fundef a 57 mil profissionais da educação. Ao g1, o Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado da Bahia (APLB) informou que acionou o Estado na Justiça, porque o valor depositado foi abaixo do esperado.
"Nós não temos a forma que eles utilizaram [cálculo para chegar no valor pago], pedimos oficialmente, mas ainda não nos foi passado. O certo é que eles pagaram abaixo do valor esperado, pagaram sem juros de mora e a APLB entrou na Justiça reivindicando esse juros de mora", disse a coordenadora em exercício da APLB, Marilene Betros.
Perguntada sobre qual seria o valor esperado pelo sindicato, a coordenadora da APLB não disse o número exato, mas contou que seria algo entorno de 60% em cima de R$ 3,9 bilhões.
O governo informou que neste primeiro crédito, os educadores beneficiados vão receber 90% do valor total a que têm direito. Cerca de 84 mil profissionais fazem jus ao abono.
Os precatórios do Fundef são valores oriundos de julgamento judicial, no qual a União foi condenada a pagar a complementação das verbas do Fundef que deixaram de ser repassadas pelo Governo Federal para estados e municípios, entre 1998 e 2006, devido a um erro de cálculo.
De acordo com o governo, os beneficiários que não foram contemplados com o crédito neste momento vão receber a totalidade dos valores após a fase de atualização cadastral e de apresentação de requerimentos. Do mesmo modo, aqueles que já receberam 90% do total, vão receber os 10% restantes. O montante total a ser destinado aos 84 mil beneficiários será de R$ 1,4 bilhão.
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- Bahia Notícias
- 29 Set 2022
- 18:23h
Fotos: Ricardo Stuckert; Alan Santos/PR; Renato Pizzutto/Band; Reprodução
A eleição presidencial de 2022 pode ser decidida ainda em primeiro turno, com uma vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de acordo com a nova pesquisa do instituto Datafolha, publicada no início da noite desta quinta-feira (29).
Considerando apenas os votos válidos, Lula tem 50% da preferência do eleitorado, contra 36% do segundo colocado, o atual presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em terceiro lugar, está o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 6% das intenções de voto, empatado tecnicamente com a senadora Simone Tebet (MDB), que tem 5% da preferência.
Ciro tem sido alvo de uma campanha liderada por políticos e artistas para a destinação de um “voto útil” ao ex-presidente Lula, visando uma vitória ainda no primeiro turno da oposição a Jair Bolsonaro.
A divulgação considerando apenas votos válidos descarta eleitores indecisos e aqueles que responderam "branco" ou "nulo", se alinhando assim à contagem oficial realizada pela Justiça Eleitoral.
Segundo o Datafolha, se as eleições fossem hoje, Lula venceria no primeiro turno, pois suas intenções de voto (49%) superam a soma de seus adversários (43%).
O Datafolha entrevistou 6.800 eleitores em 332 municípios brasileiros entre os dias 28 e 29 de setembro. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09479/2022.
Foto: Polícia Civil/Divulgação
Uma mulher de 46 anos foi morta com uma barra de ferro, na casa onde mora, na zona rural de Aracatu, no sudoeste da Bahia. Segundo a Polícia Civil, o companheiro dela, de 50 anos, não foi encontrado no local e é procurado pela Polícia Civil para prestar esclarecimentos.
O caso aconteceu no último domingo (25). A vítima foi identificada como Eva da Silva Cordeiro Almeida.
De acordo com a polícia, Departamento de Polícia Técnica (DPT) fez a perícia e os laudos ajudarão Delegacia Territorial (DT) de Brumado, responsável pela apuração do caso, a descobrir a autoria e motivação do crime.
- Bahia Notícias
- 29 Set 2022
- 13:03h
(Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE)
As eleições deste ano ficam marcadas por polêmicas envolvendo a declaração racial de candidatos para, supostamente, usufruir da política de cotas do fundo eleitoral. Na Bahia, os postulantes que se autodeclaram negros receberam mais de R$ 137,78 milhões de recursos do fundão, correspondendo 42,9% dos R$ 243,06 milhões distribuídos para os candidatos baianos neste ano. Os dados foram colhidos da Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais e organizados pelo Bahia Notícias. Para o enquadramento, foi estabelecido o conceito da Lei 12.990, que considera pretos e pardos como negros. Além disso, o recorte leva em consideração apenas os 10 maiores partidos do país.
A sigla com a maior doação para candidatos considerados negros foi, de forma isolada, o União Brasil. O partido distribuiu R$ 58,06 milhões para os nomes que disputam cargos no pleito eleitoral deste ano. O nome que mais recebeu recursos foi ACM Neto (União), postulante ao Palácio de Ondina, obtendo R$ 16,307 milhões do fundão.
A declaração de racial do ex-prefeito de Salvador, que se considera pardo, causou grande polêmica nas eleições baianas. Os rivais na corrida pelo Palácio de Ondina o acusam de “má fé”, afirmando que a autodeclaração do candidato foi para usufruir da política de cotas do fundo eleitoral.
Em defesa, Neto reforça que se autodeclara como pardo desde o pleito de 2016, quando ainda não havia cotas na distribuição do fundão. Além disso, o candidato afirma que deve ocorrer uma revisão nos conceitos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pois o órgão coloca pretos e pardos dentro de uma mesma categoria.
Proporcionalmente, o partido que mais destinou recursos para candidatos negros foi o PDT. Dos R$ 7,01 milhões doados na Bahia, 76,76% foram distribuídos para nomes que se autodeclaram como pretos ou pardos, chegando em um valor de R$ 5,38 milhões. Em segundo, aparece o União Brasil, com a destinação de 69,34% da verba para candidatos que se consideram negros.
O partido com a menor distribuição proporcional para pretos ou pardos é o PL. Dos R$ 14,87 milhões doados pela sigla a candidatos na Bahia, apenas R$ 2,81 milhões (18,90%) dos recursos foram distribuídos aos nomes que se autodeclararam negros.
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- Bahia Notícias
- 29 Set 2022
- 11:11h
Foto: Paula Fróes/GOVBA
O governo do estado publicou no Diário Oficial desta quinta-feira (29) uma atualização das normas de prevenção à Covid-19 em todo o território baiano. Segundo o decreto, o uso de máscara de proteção deixa de ser obrigatório para o atendimento ao público, nos transportes, academias e eventos com venda de ingressos. Idosos e gestantes também estão desobrigados do uso da máscara, salvo em casos específicos.
O uso da máscara continua sendo exigido em hospitais e unidades de saúde; para quem esteja com sintomas gripais ou que tenha tido contato com pessoas sintomáticas ou com confirmação da doença; para indivíduos com diagnóstico de Covid-19, mesmo que assintomáticos; para imunossuprimidos, ainda que vacinados; e, por 14 dias, para quem teve contato com positivados.
Já a comprovação de vacina deixa de ser exigida nos eventos desportivos, em bares, restaurantes, lanchonetes e similares, e em academias e estabelecimentos de atividade física, para o atendimento presencial no SAC e no Detran, nas visitas sociais a unidades prisionais e policiais, no acesso a quaisquer prédios públicos, nos transportes coletivos rodoviários intermunicipais e em eventos diversos.
A exigência de comprovação de vacina, de acordo com o decreto baixado pelo governo, fica mantida apenas para visitação social aos hospitais e unidades de saúde.
Sobre as aulas, o fica mantida a autorização para as atividades letivas, de maneira cem por cento presencial, nas unidades de ensino públicas e particulares, conforme disposições editadas pela Secretaria da Educação.
As medidas entram em vigor na data da publicação do decreto e seguem o estabelecido pelo Ministério da Saúde, que declarou o encerramento da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), decorrente da infecção humana causada pelo novo coronavírus.
O decreto também destaca que, até o momento da sua publicação, o avanço da vacinação contra a COVID-19 no Estado alcançou a cobertura, com duas doses, de 79% da população a partir dos três anos de idade.
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- Folhapress
- 29 Set 2022
- 09:15h
Foto: Reprodução/TV Globo
A indefinição sobre o desfecho da eleição presidencial no primeiro turno, neste domingo (2), ou no segundo, previsto para o dia 30 de outubro, mexe com as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL).
As discussões envolvem as ameaças golpistas do presidente, a mobilização de apoiadores e a discussão de alianças partidárias.
Lula alcançou 50% dos votos válidos no mais recente Datafolha. Com a margem de erro de dois pontos, ele teria hoje entre 48% e 52%. Para vencer na primeira etapa, um candidato precisa obter mais da metade do total de válidos —o critério oficial para definir o pleito, descontando nulos e brancos.
Veja a seguir algumas variáveis relacionadas aos dois cenários para a eleição da Presidência da República, a partir da visão de aliados, críticos e analistas:
LULA ELEITO NO 1º TURNO
- Uma eventual vitória de Lula no primeiro turno seria, na avaliação de aliados do petista, uma demonstração de força da candidatura, que provaria ter amplo apoio social, e coroaria a estratégia levada a cabo pela campanha nas últimas semanas, baseada na expectativa de encerrar o pleito na rodada inicial.
- A derrota do presidente já no próximo domingo enfraqueceria o levante preparado por ele para gerar dúvidas sobre as urnas, já que a escolha do presidente da República aconteceria junto com a eleição de milhares de parlamentares pelo país e governadores —interessados em preservar seus votos. Por esse raciocínio, o mandatário teria mais dificuldade de contestar a votação.
- Bolsonaro usará a eventual derrota no primeiro turno para reforçar a tese, difundida por ele há tempos, de que a vitória de Lula ainda na primeira rodada do pleito é impossível e, portanto, um indício de manipulação das urnas eletrônicas. Desde a instituição dos dois turnos, só FHC se elegeu no primeiro turno, em 1994 e em 1998.
- Onda de violência nas ruas, com agressões e até assassinatos de apoiadores, poderia ser freada e perder força momentaneamente, mas é preciso acompanhar desdobramentos de ações violentas caso Bolsonaro insufle contestação às urnas eletrônicas e à contagem dos votos.
- Por outro lado, Lula chegaria ao governo sem ter detalhado seu plano para a economia e sem registrar propostas que fala na campanha, o que leva críticos a afirmarem que sua eleição seria como dar um "cheque em branco" ao petista.
- Formação de coalizão partidária por Lula para governar o país tende a ficar restrita a legendas que compuseram a coligação. Diálogo com partidos como MDB e PDT deve ocorrer, mas pode ser mais truncado, já que não envolverá esforço conjunto por eleição, com declarações de apoio.
- Presidente eleito logo na primeira fase da eleição acumularia capital político para iniciar o governo com capacidade reforçada de negociação com o Congresso, o que pode facilitar aprovação de medidas iniciais, e neutralizaria oposições internas ao menos em um primeiro momento.
LULA VAI PARA O 2º TURNO CONTRA BOLSONARO
- Na visão de opositores de Bolsonaro, ele ganharia tempo para ampliar as ameaças ao sistema eleitoral e reverberar alegações de fraude, a partir de episódios que vierem a ser explorados pelo bolsonarismo no dia do primeiro turno, preparando sua militância mais radical para contestar eventual derrota.
- Ações violentas estimuladas por Bolsonaro e apoiadores poderiam ganhar tração nas quatro semanas entre primeiro e segundo turno, reforçando o clima de medo no comparecimento às urnas, que tende a prejudicar Lula e seus simpatizantes, alvos mais frequentes de ataques.
- Campanha do PT teria que buscar composição com outros presidenciáveis, que poderão apresentar demandas, exigir espaço no governo e pedir a incorporação de suas propostas. Negociação com siglas como MDB, PSDB e PSD poderia levar a uma inflexão ainda maior do governo ao centro, reforçando a ideia de frente ampla defendida por Lula.
- Petista seria cobrado a explicitar seus planos, sobretudo na economia, já que até agora apenas informações vagas foram divulgadas. O ex-presidente terá também que evitar a desmobilização de militantes. O ex-presidente teria que fazer eventuais concessões programáticas para manter e ampliar o apoio de setores refratários a ele, como mercado financeiro e agronegócio.
- Bolsonaro sofreria pressão, sobretudo do entorno político vinculado ao centrão, para amenizar o tom a fim de reconquistar parcelas moderadas que votaram nele em 2018 e se distanciaram. Objetivo será lapidar a candidatura para aumentar sua competitividade.
- Para opositores de Bolsonaro, ele adotará estratégia agressiva para atrair apoios partidários com o uso da máquina, mirando legendas como União Brasil, MDB, PTB e Novo. Não se descartam também novas benesses anunciadas na campanha do segundo turno, criando gastos para o ano seguinte.
- Lula teria que administrar vantagem possivelmente alcançada no primeiro turno e evitar um derretimento, bem como uma eventual recuperação de Bolsonaro. Desde a redemocratização, vencedores do primeiro turno presidencial também venceram no segundo.
- Campanha do PT teria que conter frustração dos militantes com a extensão da disputa para o segundo turno e evitar desmobilização. Ainda não está claro qual discurso será adotado, já que todas as mensagens nos últimos dias foram em torno da vitória imediata no dia 2.
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Foto: Bárbara Munhoz
A emissão da versão digital do documento do título de eleitor deve ser feita antes do dia 2 de outubro, quando ocorre o primeiro turno das Eleições 2022. O e-Título, aplicativo disponível gratuitamente, pode substituir o documento impresso com foto para quem cadastrou a biometria junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O eleitor que baixar ou até mesmo atualizar o aplicativo não pode deixar para a última hora, pois esses recursos vão ficar suspensos durante o pleito. Depois de fazer o download, é necessário validar o cadastro e liberar o uso do documento (veja detalhes abaixo).
O TSE orienta para realizar o quanto antes os procedimentos para evitar possíveis erros com o aumento da demanda que pode sobrecarregar o sistema.
A partir do dia 5 de setembro, os eleitores podem voltar a emitir ou atualizar o e-Título. Para um eventual segundo turno, marcado para 30 de outubro, a emissão do documento digital também ficará suspensa na data.