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Atriz Mariana Rios tem casa invadida e artigos de luxo furtados: "Várias coisas de valor foram roubadas"

  • Bahia Notícias
  • 30 Out 2023
  • 09:27h

Foto: Reprodução /Bahia Notícias

A Atriz Mariana Rios revelou, neste domingo (29), que sua casa em São Paulo foi furtada neste sábado (28). De acordo com um publicação da artista nos stories do instagram, vários itens foram roubados, como bolsas de luxo, jóias e sapatos, além de dinheiro.

 

"Minha casa em São Paulo foi assaltada ontem (28) à tarde. Eles entraram num momento em que não havia ninguém na casa. Várias coisas de valor foram roubadas", disse ela. A atriz contou que a polícia já está com as imagens e investigando o caso. Ela ainda pediu ajuda das marcas de luxo dos itens que foram levados, para caso elas tenham alguma informação.

 

Por fim, Mariana agradeceu por não estar na residência no momento em que foi invadida. "Muito ruim ver imagens de pessoas invadindo sua casa, roubando o que você comprou e conquistou com seu trabalho, mas agradeço a Deus por não estar lá e ter sido poupada de um trauma maior", finalizou.

Soldados brasileiros-israelenses dizem 'lutar pela casa', não contra palestinos

  • Por Mayara Paixão | Folhapress
  • 30 Out 2023
  • 07:17h

Soldado Moti S., do Exército de Israel. Foto: Arquivo Pessoal/Bahia Notícias

Nas fileiras das Forças de Defesa de Israel, uma característica perene do Estado de 75 anos se torna ainda mais evidente na atual guerra contra o grupo terrorista Hamas: a imigração.
 

Judeus que nasceram em outros países e depois emigraram à nação do Oriente Médio hoje são soldados que refletem no Exército o perfil nada incomum de dupla nacionalidade dos cidadãos locais.
 

Entre eles, os brasileiros. Moti, 32, de São Paulo, fez em 2010 a aliá —termo que se refere à migração de judeus a Israel, num processo que a comunidade judaica chama de retorno à sua terra de origem. No país, prestou o serviço militar obrigatório e entrou para os reservistas. Até que foi convocado, como outros 300 mil, no último 7 de outubro.
 

"Ninguém pensou em voltar ao Brasil para se esconder ou para fugir de uma situação tão difícil", diz o paulista, cujo sobrenome não foi compartilhado a pedido do Exército por segurança. "Todos têm plena convicção na ideia de que estamos lutando pela nossa casa."
 

 

O brasileiro-israelense que vive no país com a esposa e os filhos atua na unidade da Defesa que, segundo sua própria descrição, trabalhou na expulsão de membros do Hamas do território israelense e recolheu corpos de vítimas dos terroristas nos kibutzim, comunidades ao sul.
 

"Mesmo nos treinando durante tantos anos, nada nos preparou para ver tamanha atrocidade", diz ele. "Lembramos os números de mortos de 1948 [1ª guerra árabe-israelense], 1967 [Guerra dos Seis Dias] e 1973 [Guerra do Yom Kippur], mas eram principalmente soldados. Agora, eram civis inocentes que estavam nas suas casas."
 

"Durante todos os dias na fé judaica a gente lembra da terra de Israel", diz Moti ao relembrar sua ascendência. "Minha família foi expulsa da Judeia [forma como Israel se refere à atual Cisjordânia] e, então, foi para a Península Ibérica, de onde também foi expulsa pela inquisição. De lá, foram para a antiga Iugoslávia, onde os meus bisavós foram assassinados na Segunda Guerra Mundial."
 

Como Moti, a brasileira-israelense Ruth, 42, também compõe o perfil de dupla nacionalidade que forma as fileiras do Exército local, mas há muito mais tempo: a mineira está nas Forças de Defesa há mais de duas décadas, desde que ingressou no serviço militar obrigatório.
 

Ruth emigrou aos 13 anos a Israel com a mãe. A hoje sargento comanda um laboratório de controle de qualidade de produtos usados, por exemplo, em aviões do Exército e em especial no Iron Dome (redoma de ferro), o principal sistema antimísseis de Israel.
 

"Não sou uma soldado de combate, mas o que meus soldados fazem garante que os aviões funcionem", diz ela. "Toda vez que assino a liberação de um produto, sinto o peso dessa responsabilidade."
 

"O Iron Dome, no final das contas, protege também a minha casa. Se eu fizer alguma coisa errada e ele não funcionar, significa que também a minha mãe, como os demais civis, não vai estar protegida."
 

Para Ruth, a segunda guerra entre Israel e Líbano, em 2006, também foi extremamente impactante no dia a dia. Mas nada comparado ao atual conflito. "Tenho mais ou menos 15 soldados abaixo de mim, e também tenho de estar forte e dar a eles um lugar para se abrir. Muitos são novos imigrantes, estão aqui há dois anos", diz a sargento, que desenvolve um projeto para ajudar imigrantes a aprenderem hebraico.
 

"As imagens que tenho da Polônia, quando visitei o campo de concentração de Auschwitz com o Exército, e as que tenho do sábado negro [maneira como se refere aos ataques do Hamas em 7 de outubro] são muito parecidas", diz ela, que quando esteve no mais conhecido campo de concentração da história encontrou o nome de vários de seus antepassados em uma lista de judeus ali mortos por nazistas.
 

"O objetivo é o mesmo: desmanchar Israel. Se tem uma coisa que o Holocausto nos ensinou é que o povo precisa de Israel. A luta é pela casa, não é mais uma discussão política sobre um pedaço de terra para eles, outro para nós", diz à reportagem.
 

Por motivos também ligados à segurança, as Forças de Defesa de Israel se negam a fornecer dados sobre soldados com dupla cidadania. Mas observar o perfil demográfico geral do país ajuda a ilustrar o peso da migração: calcula-se que, em 2020, quase 21% da população local (1,8 milhão à época) tivessem vindo do exterior, sendo a maioria (mais de 40%) de ex-repúblicas soviéticas.
 

Dados mais atualizados são difíceis de obter. O centro oficial de estatísticas de Israel está inacessível. Em sua página oficial, o aviso: devido à situação atual de segurança (a guerra Hamas-Israel), o site estará bloqueado temporariamente para usuários do exterior.
 

Com apoio da Agência Judaica, órgão patrocinado pelo governo em Tel Aviv, mais de 76 mil judeus de todo o mundo fizeram a aliá apenas em 2022 —estão entre eles judeus ou filhos e netos de judeus que têm a migração facilitada pela chamada Lei do Retorno. O Brasil foi a segunda principal origem na América Latina, com 405 judeus que fizeram a migração, atrás da Argentina (1.059).
 

São pessoas majoritariamente na faixa etária de 20 anos que, como Moti, emigram ainda na idade de ingressar no serviço militar obrigatório. "Essa guerra, essa luta, é para destruir o Hamas e os terroristas para que eles nunca mais possam ferir ou amedrontar, causar qualquer mal contra a população israelense —os judeus e os árabes", diz ele. "Não é uma luta contra o povo palestino."
 

A reportagem perguntou ao soldado se há um dilema moral relacionado às mortes de civis documentadas em Gaza. A pedido da comunicação do Exército, ele não respondeu, sob o argumento de que o soldado representa a corporação, não apenas a si próprio.
 

"Gostaríamos de viver em paz e harmonia com qualquer um que quiser morar aqui", afirma Moti.

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Gaza volta a ter internet e telefone de forma parcial; Israel estende ação por terra

  • Por Folhapress
  • 30 Out 2023
  • 06:52h

Foto: Reprodução /Bahia Notícias

Os bombardeios e a expansão das ações terrestres de Israel em Gaza continuaram neste domingo (29), mas os cerca de 2,3 milhões de moradores do território palestino tiveram um pequeno alívio com o fim do blecaute total nas comunicações. Por volta das 4h locais (22h de sábado em Brasília), a conectividade começou a voltar espontaneamente, disse Abdulmajeed Melhem, diretor-executivo da Paltel, a principal empresa palestina de telefonia.
 

A retomada do sinal de internet e das linhas telefônicas, ainda que parcial, encerrou um período de cerca de 34 horas, desde a noite de sexta-feira (27), em que Gaza ficou sem nenhuma conexão interna e com o exterior, após uma série de ataques israelenses. Era impossível pedir ajuda a serviços de emergência, e equipes de paramédicos saíam com suas ambulâncias na direção de onde ouviam explosões, em uma tentativa às cegas de encontrar feridos.
 

Várias organizações internacionais, como o Crescente Vermelho e agências da ONU, também afirmaram que haviam perdido contato com o seu pessoal na região.
 

 

A Paltel informou que não fez nenhum reparo em sua estrutura e não tinha como explicar de que forma a internet foi reativada. Para o diretor Melhem, Tel Aviv foi responsável tanto pelo corte quanto pela reativação do serviço. Funcionários do governo israelense procurados pelo The New York Times não quiseram comentar a acusação. Representantes dos EUA teriam cobrado Israel a fazer o possível para restaurar as comunicações em Gaza o quanto antes.
 

O fornecimento de água também foi restaurado de forma parcial. Israel anunciou que reabriu o segundo dos três dutos que abastecem Gaza --o primeiro havia sido reaberto na semana passada, mas com volume reduzido. Cerca de 28,5 milhões de litros voltarão a estar disponíveis no território palestino. Segundo as autoridades israelenses, a quantia é suficiente para atender às necessidades humanitárias de Gaza. Antes do início da guerra, eram fornecidos 49 milhões de litros para o território.
 

Em outra frente, 47 caminhões foram autorizados a entrar pela passagem de Rafah com água, comida e medicamentos. Foi o maior comboio em um só dia desde que Israel e Egito chegaram a um acordo para liberar o ingresso de ajuda humanitária, no dia 21, mas o volume ainda é insuficiente ante a demanda da população, segundo organizações.
 

As medidas tomadas neste domingo indicam uma flexibilização, ainda que tímida, do cerco prometido pelo governo israelense dias após o Hamas conduzir a série de atentados terroristas em solo vizinho. No dia 12, o ministro da Energia, Israel Katz, escreveu no X, antigo Twitter: "Ajuda humanitária para Gaza? Nenhum interruptor será ligado, nenhuma bomba d'água funcionará e nenhum caminhão com combustível entrará até que os reféns israelenses voltem para casa."
 

Apesar da leve melhora, o cenário de privação ainda é evidente. Neste domingo (29), milhares invadiram depósitos da ONU em busca de comida e de itens básicos. Diretor do escritório da agência das Nações Unidas para refugiados palestinos em Gaza, Thomas White afirmou que os saques são um sinal preocupante de que a "ordem civil está começando a colapsar". Em visita ao Nepal, o secretário-geral da ONU, António Guterres, declarou que a situação é desesperadora. Ele renovou seu pedido por um cessar-fogo, que tem sido ignorado por Israel -a diplomacia de Tel Aviv chegou a pedir a renúncia de Guterres após este apontar possíveis violações de direitos humanos em Gaza.
 

Numa visita não anunciada, o procurador do Tribunal Penal Internacional Karim Khan foi à passagem de Rafah neste domingo (29) e declarou que não obteve autorização para entrar em Gaza. Ele disse que ainda espera visitar o território e Israel enquanto estiver na região.
 

O TPI tem investigado episódios nos territórios palestinos desde 2021, buscando possíveis crimes de guerra e contra a humanidade. Israel, que não é signatário da corte, rejeitou anteriormente a jurisdição do tribunal e não se envolve formalmente nas suas apurações.
 

Ainda neste domingo (29), o presidente dos EUA, Joe Biden, conversou por telefone com o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, e reforçou o direito de Tel Aviv de se defender. Afirmou, porém, que isso deve ser feito "de uma maneira consistente com o direito humanitário internacional que prioriza a proteção de civis".
 

Recomendações à parte, a expansão da ofensiva israelense continuou em ações por terra. Tanques foram vistos mais uma vez ao norte de Gaza, em movimentação que ocorre já há quatro dias. Depois de anunciar no sábado (28) que a resposta militar entrava em uma "nova fase", Tel Aviv tem enfrentado embates pontuais com combatentes do Hamas. Em Erez, comunidade quase na fronteira com Gaza, houve relatos de que atiradores palestinos saíram de um túnel em solo israelense e trocaram tiros com tropas israelenses.
 

Não se sabe o número exato de soldados já operando em território palestino, mas o Exército afirma que o aumento do contingente tem sido gradual.

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Relatório da CPI revela doações de R$18 milhões via Pix a Bolsonaro por servidores federais

  • Bahia Notícias
  • 29 Out 2023
  • 14:29h

Foto: Isac Nóbrega/PR

Um relatório elaborado por técnicos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos do 8 de janeiro revelou informações surpreendentes sobre doações recebidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) via Pix. De acordo com o documento obtido pelo Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, o ex-presidente recebeu doações de recursos via Pix de 18.082 servidores federais, incluindo doações datadas ainda do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O montante total dessas doações ultrapassa a marca de R$18 milhões.

 

A análise dos técnicos da comissão usou como base de dados a quebra de sigilo bancário do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens, que estava vinculado às contas do ex-presidente. A investigação se concentrou nas transações realizadas via Pix durante o período de 20 de junho a 31 de julho. Nesse período, foram identificadas 809,8 mil transações feitas por 770,2 mil pessoas, totalizando R$18,1 milhões em doações.

 

As doações a Bolsonaro faziam parte de uma campanha de arrecadação realizada por aliados do ex-presidente, que alegavam que Bolsonaro estava sendo alvo de "assédio judicial" e que os recursos seriam usados para pagar multas. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) já havia divulgado um relatório anterior à comissão, mostrando que Bolsonaro havia recebido R$17,2 milhões via Pix até o dia 4 de julho.

 

Uma das revelações do relatório da CPI é que as doações já ocorriam desde o governo do presidente Lula, representando 5,7% do valor total arrecadado. Dentre essas doações, 60 servidores realizaram contribuições acima de R$1 mil, totalizando R$272,6 mil.

 

Os servidores federais que mais contribuíram para a campanha de doação de Bolsonaro são vinculados ao Ministério da Saúde, com 1.589 doadores identificados.

 

No âmbito estadual, o estado de São Paulo lidera com o maior número de doadores, com 60.258 servidores participantes. O total arrecadado por esses servidores atingiu cerca de R$78,3 mil, com 3.689 servidores fazendo doações, a maioria deles sendo policiais militares.

 

Além disso, 135 servidores de gabinetes de deputados federais também colaboraram com a campanha de arrecadação do ex-presidente. A campanha teve início no dia 23 de junho e viu um aumento nas doações durante o final de semana, alcançando um montante de R$12,5 milhões.

Confira os horários e onde assistir os principais jogos deste domingo

  • Por Hugo Araújo/Bahia Notícias
  • 29 Out 2023
  • 12:15h

Foto: Reprodução/Instagram/@mancity

Mais um final de semana chega com diversos jogos espalhados pelo mundo do futebol e aqui no Bahia Notícias você fica por dentro dos horários e onde assistir as principais partidas de hoje.

 

Além das rodadas da Série A e B do Campeonato Brasileiro, tem os clássicos na Inglaterra, com Manchester United e Manchester, na Holanda, com PSV x Ajax, na Itália com Inter e Roma e muito mais.

 

Confira os horários e onde assistir os principais jogos deste domingo:

 

PSV x Ajax - 10ª rodada do Campeonato Holandês

Data e horário: Domingo (29), às 10h30

Local: Philips Stadion, em Eindhoven

Onde assistir: ESPN e Star Plus

 

Manchester United x Manchester City - 10ª rodada do Campeonato Inglês 

Data e horário: Domingo (29), às 12h30

Local: Old Trafford, em Manchester

Onde assistir: ESPN e Star Plus

 

 

Inter x Roma - 10ª rodada do Campeonato Italiano 

Data e horário: Domingo (29), às 14h

Local: Estádio Giuseppe Meazza (San Siro), em Milão

Onde assistir: ESPN e Star Plus

 

Athletico-PR x São Paulo - 30ª rodada do Brasileirão 

Data e horário: Domingo (29), às 16h

Local: Arena da Baixada, em Curitiba 

Onde assistir: RBS TV e TNT Sports

 

Goiás x Vasco - 30ª rodada do Brasileirão 

Data e horário: Domingo (29), às 16h

Local: Estádio da Serrinha, em Goiás 

Onde assistir: Premiere

 

Napoli x Milan - 10ª rodada do Campeonato Italiano 

Data e horário: Domingo (29), às 16h45

Local: Estádio Diego Armando Maradona, em Nápoles

Onde assistir: ESPN e Star Plus

 

Olympique de Marseille x Lyon - 10ª rodada do Campeonato Francês 

Data e horário: Domingo (29), às 16h45

Local: Estádio Vélodrome, em Marselha

Onde assistir: ESPN e Star Plus

 

Corinthians x Santos - 30ª rodada do Brasileirão 

Data e horário: Domingo (29), às 18h30

Local: Neo Química Arena, em São Paulo 

Onde assistir: Premiere

 

Internacional x Coritiba - 30ª rodada do Brasileirão 

Data e horário: Domingo (29), às 18h30

Local: Beira-Rio, em Porto Alegre

Onde assistir: Premiere

 

Botafogo x Cuiabá - 30ª rodada do Brasileirão 

Data e horário: Domingo (29), às 20h 

Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro

Onde assistir: SporTV e Premiere

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Na estreia de Arthur Elias, Seleção Feminina vence o Canadá em amistoso

  • Bahia Notícias
  • 29 Out 2023
  • 10:21h

Foto: Leandro Lopes/CBF

A  caminhada de Arthur Elias como técnico da Seleção Brasileira Feminina iniciou com o pé direito. No último sábado (28), em Montreal, o time canarinho bateu o Canadá por 1 a 0 em amistoso. O único gol foi marcado por Debinha, aos 48 minutos do segundo tempo.

 

O time jogou com Letícia; Antônia, Lauren, Rafaelle e Tamires; Luana (Angelina), Ary Borges (Duda Sampaio) e Marta (Bia Zaneratto); Adriana (Gabi Portilho), Cristiane (Gabi Nunes) e Geyse (Debinha).

 

Além do bom resultado, o Brasil contou com Marta e Cristiane jogando juntas, algo que não acontecia desde fevereiro de 2021.

 

"Nos comportamos bem, exceto os 15 primeiros minutos. O Canadá achou muito espaço entre as linhas, mas corrigimos rapidamente e conseguimos melhorar. Foi um primeiro tempo equilibrado, com mais chances para nós. Na segunda etapa ajustamos o time com bola para continuar com a marcação agressiva. O Brasil foi dominante e merecedor da vitória. Fiquei muito satisfeito com a postura e entendimento das jogadoras", disse o treinador após o jogo.

 

As duas equipes voltam a se encontrar nesta terça-feira (31), na cidade de Halifax

Meta fiscal em xeque e piora no cenário externo limitam ciclo de cortes nos juros

  • Por Nathalia Garcia | Folhapress
  • 29 Out 2023
  • 08:11h

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Com a piora do cenário externo e a ampliação da incerteza fiscal pela fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a meta fiscal, o mercado financeiro vê espaço limitado para a queda dos juros durante o atual ciclo de cortes da taxa básica (Selic).
 

No curto prazo, os economistas apostam que o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central não deve alterar sua estratégia. Há consenso de que será feito, na próxima quarta-feira (1º), um novo corte de 0,5 ponto percentual, o que levaria a Selic para 12,25% ao ano.
 

As incertezas se concentram no cenário à frente. A declaração de Lula de que a meta fiscal de 2024 não precisa ser zero e que "dificilmente" o governo alcançará esse objetivo provocou disparada das taxas de contratos de juros futuros.

Os analistas, contudo, já estavam colocando a meta fiscal em xeque muito antes da fala do chefe do Executivo e embutindo isso nas projeções para a trajetória da Selic nos próximos meses –agora incorporando também a deterioração do ambiente internacional.
 

Caio Megale, economista-chefe da XP e ex-assessor no Ministério da Economia, se diz mais otimista no curto prazo e pessimista no médio prazo. Ainda neste ano, ele espera notícias positivas para o cenário doméstico, com recuo da inflação. No entanto, considera que esse alívio será passageiro.
 

Em setembro, o índice oficial de inflação –IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo)– subiu menos do que o esperado e, no acumulado em 12 meses, ficou em 5,19%. A tendência para outubro mostrada pelos dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) é de desaceleração.
 

"Não tem nenhum risco de ele [BC] pensar em parar de cortar juro no curto prazo. Na minha visão, seria mais provável um corte de 0,75 [ponto percentual] do que de 0,25 em algum momento, para reunião de dezembro ou janeiro", diz Megale.
 

"Para o curto prazo, tem a pista livre. Mas, em algum momento à frente, freia o espaço para cortes, com o fiscal mais incerto e juros mais altos lá fora", acrescenta.
 

Para o economista, a incerteza fiscal não terminará com a votação do Orçamento de 2024 e vai se estender até a divulgação do primeiro relatório bimestral de avaliação das receitas e despesas primárias, em março do ano que vem, quando será analisada a necessidade de impor ou não um freio bilionário nos gastos.
 

Nos cálculos do mercado, a perseguição da meta de zerar déficit poderia levar o governo Lula a bloquear R$ 53 bilhões no início de 2024. O valor exato do aperto só seria conhecido com dados mais concretos sobre a evolução da arrecadação e o avanço ou não das medidas de recomposição de receitas enviadas ao Congresso Nacional.
 

"Quando tiver a primeira revisão bimestral e mostrar que o fiscal está mais incerto –provavelmente vai estar mais para déficit de 1% do PIB [Produto Interno Bruto] do que para equilíbrio [das contas públicas]–, é possível que o Banco Central dê uma desacelerada e pare [de cortar juros] para observar", projeta Megale.
 

No café da manhã em que dispensou a necessidade de déficit zero no ano que vem, Lula também defendeu medidas para enfrentar a desaceleração internacional em 2024. "Obviamente nós sabemos que o ano que vem se apresenta como um ano difícil por conta da queda de investimento da China, a queda do crescimento da China e o aumento da taxa de juros americanos", afirmou o presidente.
 

O risco de expansão fiscal no próximo ano em decorrência da desaceleração da atividade econômica é um ponto de atenção para Rafaela Vitória, economista-chefe do banco Inter.
 

"A atividade [econômica] fraca pode trazer de volta a especulação de políticas anticíclicas [ações que buscam expandir a economia em um momento de retração], o que a gente não acha que é apropriado no momento em que a inflação começa a convergir para a meta com mais clareza, mas a gente entende que o governo flerta com esses gastos fiscais", afirma.
 

Ela ressalta que o aumento na oferta de crédito subsidiado atrapalharia o processo de queda de juros e discorda da decisão da autoridade monetária de ter retirado a questão fiscal do seu balanço como um fator de risco de alta para inflação.
 

Apesar do alerta, Vitória considera que o BC ainda tem um grande espaço para cortes da Selic nas próximas reuniões e diz que um ritmo moderado de queda de 0,5 ponto percentual é compatível com um cenário interno de inflação menor e risco externo maior.
 

Desde o último encontro do Copom, em setembro, a rentabilidade dos treasuries –títulos do Tesouro dos Estados Unidos– disparou, os juros nos países desenvolvidos continuaram subindo e eclodiu o conflito entre Israel e Hamas, o que pode encarecer o petróleo e impulsionar a inflação global.
 

Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank, considera que o cenário internacional pode gerar "algum incômodo" para o BC e ressalta que os juros futuros no Brasil acompanharam o movimento de alta dos pares americanos.
 

"O mercado está falando o seguinte: com esse cenário externo, com essa piora lá fora, treasuries [títulos do Tesouro americano] subindo, o espaço para cortar juro no Brasil diminui", disse.
 

"Isso pode gerar um incômodo no BC no sentido de cortar a Selic no momento em que a curva longa está mais pressionada. Vai ser interessante ver como o Banco Central vai se posicionar perante essa alteração no cenário global", continuou.
 

Na visão dele, as economias emergentes –inclusive o Brasil– precisarão aprender a conviver com os juros americanos elevados por mais tempo. Para Salles, esse contexto deve fazer o Copom reconhecer em seu comunicado que o cenário está mais desafiador.
 

Mas ele pondera que a guerra no Oriente Médio até o momento teve um impacto pequeno nos mercados globais. E, com base nas mais recentes comunicações da cúpula do BC, não vê mudanças significativas que levem o colegiado a alterar seu plano de voo.
 

Para Juliana Inhasz, professora de economia do Insper, um corte de 0,25 ponto percentual da Selic seria "tecnicamente mais adequado" em um momento de mais cautela e de deterioração das condições globais.
 

No entanto, ela espera que o BC opte por uma nova queda de 0,5 ponto percentual devido à grande pressão política do governo Lula por um maior afrouxamento monetário.
 

A especialista diz também que gostaria de ver divergência nos votos dos membros do colegiado do BC, o que sinalizaria ao mercado a preocupação da autoridade monetária com o atual cenário global.
 

"Caso a gente não tenha essa divergência, isso vai indicar que o BC está muito mais voltado para um desejo de uma queda rápida sem balancear muito os riscos em um ambiente de incerteza. Talvez não tenhamos unanimidade. Isso não significa que o [grupo] pró-governo não vá levar a melhor", diz.   

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Gasolina cai menos do que o esperado após corte nas refinarias da Petrobras

  • Por Nicola Pamplona | Folhapress
  • 28 Out 2023
  • 14:29h

Foto: José Cruz/Agência Brasil

O preço médio da gasolina nos postos brasileiros caiu R$ 0,05 por litro esta semana com repasses do corte promovido pela Petrobras em suas refinarias no último sábado (21). Foi a nona semana consecutiva de recuo.
 

Segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), o litro da gasolina comum foi vendido, em média, a R$ 5,69, esta semana. O repasse ainda é inferior aos R$ 0,09 por litro esperados pela Petrobras.
 

Com a sequência de quedas, o preço da gasolina no país volta a patamares de agosto, antes do último aumento da Petrobras. Mesmo antes do repasse desta semana, o produto já vem ajudando a conter a inflação, com forte contribuição na desaceleração do IPCA-15.
 

O mercado avalia que o corte anunciado pela Petrobras na semana passada deve ajudar a levar a inflação para abaixo do limite de tolerância da meta estabelecida pelo Banco Central para 2023, de 4,75%.
 

 

Também refletindo o ajuste feito pela estatal, o preço médio do diesel S-10 subiu R$ 0,07 por litro esta semana, para R$ 6,25. O repasse integral previsto pela empresa era de R$ 0,22 por litro. Com a alta, o combustível é vendido pelo maior preço desde fevereiro.
 

Fundamental para o transporte de cargas no país, o diesel vem sendo pressionado no mercado internacional por paradas em refinarias nos últimos meses, pela suspensão temporária de exportações russas e pela proximidade com o inverno no Hemisfério Norte.
 

Na abertura do mercado desta sexta-feira, o preço do diesel vendido nas refinarias da Petrobras estava R$ 0,21 por litro abaixo da paridade de importação calculada pela Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis). Na gasolina, a diferença era de R$ 0,11 por litro.
 

A manutenção desse cenário pode criar complicações para o governo no início de 2024, quando os impostos sobre os combustíveis têm previsão de alta. Em janeiro, está prevista a retomada da cobrança de PIS/Cofins sobre gasolina e diesel.
 

E, em fevereiro, haverá aumento do ICMS, segundo despachos publicados pelo Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) nesta quinta (26). São os primeiros aumentos desde que o imposto passou a ser cobrado em alíquota única nacional.
 

O ICMS da gasolina subirá R$ 0,15, para R$ 1,37 por litro. No diesel, a alta será de R$ 0,12, para R$ 1,06 por litro. Já a alíquota do gás de cozinha foi definida em R$ 1,41 por quilo, aumento de R$ 0,16 em relação ao vigente atualmente -em um botijão de 13 quilos, a diferença é de R$ 2,08.
 

De acordo com a ANP, o preço do etanol hidratado caiu R$ 0,04 por litro esta semana, pata R$ 3,57 por litro. A persistência do etanol em patamares reduzidos reduziu a obrigação da Petrobras em garantir importações de gasolina, que teve impacto em suas contas no segundo trimestre.
 

No terceiro trimestre, a perda de competitividade em relação ao etanol reduziu as vendas de gasolina da Petrobras em 4,1%, na comparação com o trimestre anterior. As importações do combustível pela estatal caíram 21,2% no período.

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Gusttavo Lima anuncia fim do ‘Buteco’; artista fará turnê de despedida

  • Bahia Notícias
  • 28 Out 2023
  • 12:14h

Fonte: Reprodução Instagram

O cantor Gusttavo Lima anunciou, nesta sexta-feira (27), o fim do evento ‘Buteco’. De acordo com o jornalista Léo Dias, o artista se prepara para rodar, mais uma vez, o país, com a turnê de despedida do evento em 2024. 

O ‘Boteco’ foi realizado por sete anos, tendo passado por mais de 23 capitais do Brasil e pela cidade de Boston, nos Estados Unidos. 

Ainda de acordo com o jornalista, diferente dos projetos já realizados no Brasil e nos Estados Unidos, nos quais o cantor convidou vários artistas para verdadeiros festivais, os shows do ano que vem serão feitos puramente por Gusttavo Lima.  

 

Confira os horários e onde assistir os principais jogos deste sábado

  • Por Hugo Araújo/Bahia Notícias
  • 28 Out 2023
  • 10:27h

Foto: Antonio Villalba/Helios de la Rubia/Real Madrid

Mais um final de semana chega com diversos jogos espalhados pelo mundo do futebol e aqui no Bahia Notícias você fica por dentro dos horários e onde assistir as principais partidas de hoje.

 

Além das rodadas da Série A e B do Campeonato Brasileiro, neste sábado (28) tem o clássico espanhol entre Barcelona x Real Madrid, a final da Copa Sul-Americana entre Fortaleza x LDU e muito mais.

 

Confira os horários e onde assistir os principais jogos deste sábado:

 

Chelsea x Brentford - 10ª rodada do Campeonato Inglês

Data e horário: Sábado (28), às 8h30

Local: Stamford Bridge, em Londres 

Onde assistir: ESPN e Star Plus

 

Bayern x Darmstadt - 9ª rodada do Campeonato Alemão 

Data e horário: Sábado (28), às 10h30

Local: Allianz Arena, em Munique

Onde assistir: Onefootball

 

Chelsea x Brentford - 10ª rodada do Campeonato Inglês

Data e horário: Sábado (28), às 11h

Local: Emirates Stadium, em Londres

Onde assistir: ESPN e Star Plus

 

Barcelona x Real Madrid - 11ª rodada 

Data e horário: Sábado (28), às 11h15

Local: Estádio Olímpico, em Barcelona

Onde assistir: ESPN e Star Plus

 

Fortaleza x LDU - Final da Copa Sul-Americana 

Data e horário: Sábado (28), às 17h

Local: Estádio Domingo Burgueño Miguel, em Maldonado, no Uruguai

Onde assistir: ESPN e Star Plus

 

América-MG x Grêmio - 30ª rodada 

Data e horário: Sábado (28), às 19h

Local: Arena Independência, em Belo Horizonte 

Onde assistir: Premiere

 

Palmeiras x Bahia - 30ª rodada 

Data e horário: Sábado (28), às 19h

Local: Allianz Parque, em São Paulo 

Onde assistir: Premiere

 

Atlético-MG x Fluminense - 30ª rodada 

Data e horário: Sábado (28), às 21h

Local: Arena MRV, em Belo Horizonte

Onde assistir: Premiere 

Suspeito de matar ao menos 18 pessoas nos EUA é encontrado morto

  • Por Folhapress
  • 28 Out 2023
  • 08:33h

Foto: Reprodução/Gabinete do Xerife do Condado de Androscoggin

O suspeito de matar ao menos 18 pessoas em ataque a tiros nos Estados Unidos foi encontrado morto nesta sexta-feira (27). A informação foi confirmada por autoridades do governo à imprensa americana.
 

Robert R. Card, 40, teria sido encontrado com um ferimento na cabeça. A suspeita é que ele tenha cometido suicídio, segundo informações das emissoras de televisão norte-americanas.
 

Mais cedo, a polícia local divulgou que encontrou um bilhete que pode ter sido escrito pelo suspeito. As buscas estavam sendo realizadas nas proximidades do rio onde o carro dele foi localizado. O secretário de segurança do estado, Mike Sauschuck, disse que ainda não pode compartilhar o conteúdo da nota.
 

O telefone dele também teria sido encontrado, segundo a CNN.
 

A força-tarefa para localizá-lo foi realizada em terra, pelo ar e na água, com drones e mergulhadores.
 

O CASO
 

O homem de 40 anos abriu fogo em uma pista de boliche e em um restaurante. Ao menos 18 pessoas morreram e 13 ficaram feridas, no ataque a tiros mais mortal dos EUA desde maio de 2022.
 

O atirador foi identificado como Robert Card, reservista do Exército norte-americano e instrutor de tiro. Ele tem histórico de transtorno mental e passou duas semanas em uma instituição psiquiátrica neste ano, segundo informações da Reuters.
 

A polícia supõe que o atirador tenha dirigido até Lisbon, cidade vizinha, onde abandonou o veículo e tomou um barco para continuar a fuga.

Assembleia Geral da ONU aprova resolução que pede cessar-fogo humanitário na guerra entre Israel e Hamas

  • Bahia Notícias
  • 27 Out 2023
  • 19:05h

Foto: Manuel Elías/ONU

A Assembleia Geral da ONU aprovou resolução que pede cessar-fogo imediato na guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas para apoio humanitário, que entram no 21º dia de ataques nesta sexta-feira (27). O texto, aprovado nesta tarde por 120 votos favoráveis, 14 contrários e 45 abstenções, é a primeira proposta diplomática para pôr fim ao conflito aprovada nas Nações Unidas desde o começo dos ataques, depois de uma série de impasses em votações no Conselho de Segurança. A resolução é de caráter recomendatório, ou seja, os agentes envolvidos não têm a obrigação de atender aos pontos definidos no colegiado, de acordo com O Globo

 

O documento aprovado pelo colegiado da ONU, composto por 193 países, pede um cessar-fogo imediato para apoio humanitário, garantindo a entrada de suprimentos de alimentação e serviços aos civis em Gaza e de representantes de órgãos das Nações Unidas e outras organizações humanitárias na região. Ainda pede a suspensão de determinação de Israel para que palestinos evacuarem a região norte de Gaza e a garantia de uma forma de proteção da população palestina na região. A resolução ainda destaca a importância de conter uma escalada do conflito para uma guerra que envolve outros atores regionais. 

 

Por maioria, os países-membros rejeitaram uma emenda que condena o ataque terrorista do Hamas no último dia 7 e a tomada de reféns. Segundo o texto, elaborado pela delegação do Canadá e subscrita por outras nações, demanda a soltura dos cidadãos reféns e "a segurança, o bem estar e o tratamento humano dos reféns de acordo com a legislação internacional". O trecho, porém, foi criticado por países árabes presentes por não incluir ainda uma condenação aos ataques feitos por Israel em Gaza. 

Bia Ferreira vence colombiana na final e conquista o ouro no boxe do Pan 2023

  • Bahia Notícias
  • 27 Out 2023
  • 17:24h

Foto: Reprodução / COB

A puglista Beatriz Ferreira conquistou a medalha de ouro do boxe dos Jogos Pan-Americanos 2023, em Santiago, no Chile. A baiana venceu a colombiana Angie Valdes, na final da categoria até 60kg, nesta sexta-feira (27).

 

"É meu último Pan! Fechei com chave de ouro! É meu último ciclo, acho que a gente tem que saber a hora de começar e de terminar. Agora vou atrás da medalha de ouro olímpica. Acho que estou no caminho certo", celebrou.

 

Bia Ferreira venceu Valdes nos três rounds disputados. As parciais foram 3 a 2 no primeiro, enquanto no segundo e terceiro ela não deu chances para adversária ganhando ambos por 5 a 0.

 

Este é o segundo ouro de Bia no Pan. Ela já havia subido no lugar mais alto do pódio na edição de 2019, realizada em Lima, no Peru. A baiana já está garantida na disputa dos Jogos Olímpicos de Paris-2024.

 

OUTRA BAIANA CONQUISTA A PRATA
Além de Bia Ferreira, o boxe feminino do Brasil ainda comemorou mais uma medalha no Pan. Também nesta sexta, Tatiana Chagaes ficou com a prata na categoria até 54kg. A baiana perdeu a final para a vice-campeã mundial Yeni Arias, também da Colômbia.

 

"É histórico o que aconteceu com o boxe brasileiro", celebrou Tati.

ONU sugere crimes de guerra cometidos por Israel na Faixa de Gaza

  • Por Folhapress
  • 27 Out 2023
  • 14:19h

Foto: Reprodução /Bahia Notícias

Após 20 dias de bombardeios diários na Faixa de Gaza, a ONU (Organização das Nações Unidas) afirmou nesta sexta (27) que Israel pode estar cometendo crimes de guerra contra civis no território palestino.
 

"Estamos preocupados que crimes de guerra estejam ocorrendo. Estamos preocupados com a punição coletiva dos habitantes de Gaza em resposta aos ataques atrozes do Hamas, que também equivaleram a crimes de guerra", afirmou a porta-voz do Gabinete dos Direitos Humanos da ONU, Ravina Shamdasani.
 

A organização já havia informado que investiga possíveis crimes desde que o conflito entre Israel e Hamas começou, em 7 de outubro. Investigadores disseram estar coletando provas de eventuais irregularidades de ambos os lados da guerra, e afirmaram estar comprometidos com a responsabilização dos envolvidos, tanto dos diretamente ligados a agressões quanto daqueles em posições de comando.
 

 

Os ataques terroristas cometidos por integrantes do Hamas mataram mais de 1.400 pessoas em solo israelense. A retaliação de Tel Aviv, por sua vez, matou 7.326 pessoas, incluindo 3.038 crianças, até a manhã desta sexta, segundo o Ministério da Saúde em Gaza.
 

Quase três semanas após a explosão do conflito, os números não param de aumentar. A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que recebeu informações sobre aproximadamente 1.000 corpos soterrados nos escombros em Gaza. O número não consta no total de baixas. A informação foi divulgada pelo porta-voz Richard Peeperkor, que não especificou a fonte da estimativa.
 

As forças israelenses entraram em Gaza pelo segundo dia consecutivo nesta sexta, em incursão descrita como pontual e vista como um preparativo para a invasão terrestre de larga escala ao território palestino.
 

A ação ocorreu nos arredores do bairro de Shejaiya, na cidade de Gaza, parte norte da faixa homônima, e foi realizada por militares da infantaria e forças blindadas, segundo o jornal Times of Israel. Drones e helicópteros da Força Aérea israelense forneceram apoio aéreo.
 

As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) disseram que os militares destruíram locais usados pela facção Hamas, incluindo plataformas de lançamento de mísseis guiados antitanque e centros de comando. Vários integrantes do grupo terrorista foram atingidos na incursão, acrescentou Tel Aviv.
 

Os militares voltaram para Israel horas após a incursão e, segundo autoridades, não há relatos de israelenses feridos. O Exército não divulgou mais detalhes da ação.
 

A ofensiva ocorreu um dia após a maior incursão ao território palestino desde o começo da guerra, no último dia 7. Nesta quinta (26), tanques e escavadeiras de Israel romperam barreiras e avançaram também no norte de Gaza. Um vídeo divulgado pelo Exército de Israel mostra os blindados disparando. Assim como nesta sexta, as forças israelenses deixaram Gaza horas após a incursão.
 

Bombardeios foram registrados também no sul do território palestino, e Israel disse ter matado mais um comandante do Hamas na região. Madhat Mubasher, chefe do Batalhão Oeste de Khan Yunis, teria sido atingido por um ataque aéreo.
 

Segundo as IDF, mencionada pelo The Times of Israel, Mubasher participou de "ataques com franco-atiradores e foi responsável por explosivos [usados] contra as forças e cidades israelenses".
 

Desde que a guerra começou, Tel Aviv anunciou ter matado várias lideranças do Hamas. Nesta quinta, quatro chefes do batalhão Darj Tafah, do grupo terrorista, teriam sido mortos também em bombardeios.
 

Em viagem a Moscou, o oficial do Hamas Abu Hamid disse à imprensa local que a libertação de reféns detidos na Faixa de Gaza só ocorrerá se for estabelecido um cessar-fogo. O grupo palestino que comanda o território desde 2007 afirmava ter 250 pessoas em seu poder, enquanto Tel Aviv contabiliza 229.
 

Mas, ao menos por ora, não há sinais de apaziguamento. Ao menos três pessoas ficaram feridas nesta sexta após um foguete atingir um prédio residencial em Tel Aviv. Segundo o Times of Israel, dois homens ficaram levemente feridos. Um terceiro, de 20 anos, sofreu lesões moderadas.
 

O ataque faz parte de uma barragem de foguetes lançados contra Tel Aviv, cuja autoria foi reivindicada pelas Brigadas Al-Qasam, braço militar do Hamas. Segundo a polícia, o artefato atingiu um apartamento no último andar. As autoridades pediram que curiosos se afastassem do local.
 

Um vídeo publicado nas redes sociais mostra o momento em que o foguete atinge o prédio. As imagens não puderam ser verificadas de forma independente. O prefeito de Tel Aviv, Ron Huldai, compareceu ao local atingido. Segundo ele, apenas escolas próximas de abrigo vão abrir na cidade.

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“A Bahia tem de se adequar”, diz Adolfo Menezes sobre possibilidade de ajuste do ICMS

  • Por Carine Andrade / Thiago Teixeira
  • 27 Out 2023
  • 11:23h

Foto: Carine Andrade / Bahia Notícias

Aprovada pelo Congresso Nacional em julho de 2022, a Lei Complementar nº 194/2022, que reduziu a alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nos estados na tentativa de conter a alta dos combustíveis, ainda gera impactos na arrecadação dos cofres públicos da Bahia, aumentando a especulação por uma reoneração do tributo.

Vale lembrar que, nesta quinta-feira (26), o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) publicou novas alíquotas de ICMS para os combustíveis, com vigência a partir de fevereiro de 2024. São os primeiros aumentos desde que o imposto passou a ser cobrado em alíquota única nacional (reveja aqui).

Ao Bahia Notícias, o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Adolfo Menezes (PSD), comentou a possibilidade de uma adequação do ICMS baiano, hoje em 19%, à alíquota que é cobrada por outros estados da região Nordeste. Na opinião dele, se outros estados estão com a alíquota maior, a Bahia tem de se adequar.

 

“A população que já sofre muito não gostaria de aumentar [impostos]. Mas se outros estados estão com a alíquota maior, eu acredito que a Bahia tem de se adequar. Infelizmente é aquela discussão que está lá na Câmara sobre Reforma Tributária. Os nossos colegas deputados federais e senadores sabem o que preciso fazer”, declarou o presidente da AL-BA.

 

 

Na oportunidade, Adolfo ainda destacou uma cobrança “desleal” das alíquotas do ICMS com cada estado cobrando uma tarifa de maneira diferente. Na opinião dele, a reforma tributária se faz necessária para “não ficar nessa farra”. 

 

“Todo o Brasil sabe que precisa se fazer uma reforma tributária para não ficar essa farra. Um estado cobra uma alíquota, o outro cobra a outra. Alguns cobram uma alíquota menor para fazer uma concorrência desleal e fica essa ‘ciranda’ no Brasil inteiro com cada estado cobrando uma tarifa”, disparou Adolfo Menezes.

 

Uma das principais mudanças que a reforma tributária traz, diz respeito justamente ao ICMS, já que a ideia é criar o Imposto de Valor Agregado (IVA), que tem como objetivo unificar tributos sobre o consumo, extinguindo outros impostos.

 

Isso vai ocorrer através da criação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que vai substituir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o PIS e o Cofins; além da criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substituir outros dois tributos: o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), administrado pelos estados, e o Imposto sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios.

 

Adolfo Menezes pontuou que espera que a reforma tributária melhore a situação do país, mas que o entrave em torno dela ocorre porque cada parlamentar está defendendo setores diferentes. “O que ia melhorar? A reforma tributária. Mas o problema é que ela não sai porque cada setor quer ficar de fora da reforma tributária. Cada um defende um setor e acaba não saindo reforma nenhuma. A gente espera ainda que esse ano saia alguma coisa, que é melhor do que nada”, declarou Adolfo.

 

Atualmente a proposta tramita no Senado Federal, após o texto ter sido aprovado pela Câmara dos Deputados em julho. Nesta quarta-feira (25), o relator da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou a primeira versão de seu relatório sobre a mudança nos impostos sobre o consumo (reveja aqui).

 

FPM

Adolfo Menezes ainda falou sobre a reclamação de prefeitos em relação ao repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Desde o início de agosto, os municípios brasileiros estão sendo afetados financeiramente com a diminuição do repasse, que é feito pelo Governo Federal para as cidades brasileiras referente a uma parcela de 22,5% dos recursos arrecadados pelo Imposto de Renda (IR) e pelo Impostos sobre Produtos Industrializados (IPI). Situação similar, inclusive, é vivenciada pelas unidades da federação, já que as mudanças impactaram também no Fundo de Participação dos Estados (FPE).

 

“A gente tem visto a ‘chiadeira’ dos prefeitos. Claro que aí cabe ao governo federal, que diz que a atividade econômica diminuiu e os repasses são feitos com base na atividade econômica. Essa é a versão que a gente ouve do governo federal, que é o responsável pela divisão do FPM, que é composto por imposto sobre produto industrializado, que é o IPI e o Imposto de renda. Então, aí é o governo federal que tem que se explicar para os prefeitos que já foram várias vezes em Brasília tentando e tem uma promessa de correção de uma ajuda do governo federal para recompor esses recursos”, declarou o presidente da AL-BA.

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