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- Brumado Urgente
- 13 Abr 2015
- 08:57h
Os guardas municipais brumadenses Jerry Adriano e Aluísio durante a Marcha Azul Marinho em Piritiba (Foto: Arquivo Pessoal)
Visando a sincronização aos novos modelos que vêm regendo as Guardas Municipais em todo o estado da Bahia, integrantes da GCM de Brumado vêm participando de várias manifestações em prol da categoria, as quais têm na realização da Marcha Azul Marinho o seu ponto alto. Desta feita, os guardas municipais Jerry Adriano e Aluísio estivem no município de Piritiba representando a Guarda Municipal de Brumado, nos últimos dias 9 e 10 participando de uma série de eventos que compuseram a Marcha Azul Marinho naquela cidade. Muito motivados eles relataram ao Brumado Urgente na manhã desta segunda-feira (13) que “foi um evento muito bom, onde conseguimos estreitar ainda mais as relações com outras guardas municipais da Bahia”. E ainda destacaram que “sabemos que a luta é grande, mas estamos muito confiantes que iremos alcançar os nossos objetivos”.
A Marcha atingiu os objetivos e chamou da comunidade local (Foto: Arquivo Pessoal)
(Foto: Reprodução)
Seis cidades do interior da Bahia tiveram protestos organizados por movimentos contra o governo da presidente Dilma neste domingo (12). Os atos aconteceram em Teixeira de Freitas, Eunápolis, Ilhéus e Itabuna, no sul da Bahia; Vitória da Conquista, no sudoeste do estado; e ainda em Feira de Santana. Em Feira, a segunda maior cidade baiana, a manifestação reuniu 500 pessoas, em números da Polícia Militar e da organização. Eles saíram da sede da prefeitura, que fica no centro da cidade, até a Rua São Domingos, percorrendo cerca de 4 km. A concentração aconteceu por volta das 15h. À tarde, também aconteceram manifestações em Ilhéus e Itabuna, cidades próximas na região sul. Em Ilhéus, um grupo pequeno ficou parado na escadaria da Igreja de São Sebastião, o padroeiro da cidade, a partir das 16h. Eles não fizeram caminhada. A PM informou que 20 pessoas participaram do ato e a organização indicou 50. Na cidade de Itabuna, região sul, o protesto iniciado às 15h reuniu mil pessoas, de acordo com a polícia, e 3 mil, segundo a organização. O grupo saiu do Jardim do Ó, no centro da cidade, percorreu a Avenida Cinquentenário e voltou para a Praça Camacan pela Avenida Beira Rio.
(Foto: Reprodução)
O deputado federal José Carlos Aleluia, presidente do Democratas na Bahia, compareceu mais uma vez ao ato público contra o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) neste domingo (12), no bairro da Barra, em Salvador. Em entrevista ao Bocão News, falou sobre a corrupção, a CPI da Petrobras e a prisão do ex-deputado Luiz Argôlo, na 11ª fase da Operação Lava Jato. Aleluia disse esperar que Argôlo faça um acordo de delação premiada. "A participação dele foi menos intelectual e mais de ação. Prender ele é como prender um traficante, um distribuidor de drogas. Tem que prender é o chefe desta organização", disparou. O demista também frisou que o evento deste domingo consolida o sentimento que o brasileiro está tendo a favor do impeachment. "O Brasil hoje está desgovernado. A presidente renunciou a parte politica do seu governo", avaliou.
(Fotos: Reprodução)
A prisão do ex-deputado federal baiano Luiz Argôlo (SD) caiu como uma bomba em Alagoinhas e nos municípios vizinhos. Segundo publicação da coluna Tempo Presente, do jornal A Tarde deste sábado (11), os amigos com os quais Argôlo fazia política e negócios, como compra de carros de luxo abaixo do preço de mercado, "sumiram da praça".Os empresários esvaziaram o comércio local e usaram como desculpa a forte chuva que cai em boa parte da Bahia desde quarta-feira (8).O ex-parlamentar foi preso pela Polícia Federal na manhã da última sexta-feira (10) em Salvador, na nova fase da Operação Lava Jato, intitulada 'A Origem'. Argôlo é suspeito de emissão fraudulenta de notas em parceria com o doleiro Alberto Youssef, um dos operadores do esquema de corrupção de empreiteiras em contratos com a Petrobras.
(Foto: Reprodução)
Integrante da chamada ala rebelde do PMDB (que defende fim da aliança com o PT), o deputado federal baiano Lúcio Vieira Lima rebateu as críticas dos petistas que criticam o projeto de lei que regulamenta a terceirização de funcionários, aprovado pela Câmara. Ele compara o projeto ao programa Mais Médicos, do governo federal, que contrata profissionais estrangeiros quando as vagas não são preenchidas por brasileiros. "O PT e o governo dizem que a terceirização é nociva, mas fabricaram o maior programa de terceirização do mundo: o Mais Médicos", disse Lúcio.
Operação da Polícia Ambiental na Chapada Diamantina, na Bahia (Foto: Divulgação/PM)
Trinta e cinco animais silvestres foram apreendidos em situação irregular de cativeiro na cidade de Boa Vista do Tupim, na Chapada Diamantina. Na operação, foram apreendidas duas armas de modelo espingarda e um chasse de motosserra. Participaram da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Cippa). A operação aconteceu na tarde de sexta-feira (10), mas foi divulgada neste fim de semana. De acordo com a polícia, o flagrante aconteceu no povoado conhecido como "Basílio". As espécies resgatadas foram zulões, cardeais, pássaros pretos, periquitos, canários, papa-capins, coleiras e bigode. Os animais resgatados e materiais apreendidos foram levados para a sede da Cippa de Lençóis.
Em São Paulo, o número de manifestantes que compareceram ao protesto anti-governo do dia 15 de março gerou polêmica entre a Polícia Militar e o Instituto DataFolha
Após milhares de pessoas terem tomado às ruaspara protestar contra o governo Dilma no dia 15 de março, movimentos anti-governo preparam uma nova onda de atos pelo País neste domingo 12 que, segundo os organizadores, devem ocorrer em centenas de cidades. A organização das manifestações é liderada por grupos pró-impeachment como o Vem Pra Rua, o Movimento Brasil Livre e o Revoltados Online e também por facções pró-golpe militar, como o SOS Forças Armadas. A convocação, entretanto, se dá de forma difusa, em especial pelas redes sociais. Segundo o Datafolha, 91% das pessoas presentes nos protestos do dia 15 de março disseram não ter ligação com nenhum dos grupos organizadores. Entre os que declararam ter ligação, 3% disseram fazer parte do Vem pra Rua, 2%, do Revoltados Online, e 1%, do MBL, entre outros menos citados. A falta de coesão entre os diferentes grupos organizadores é um fator que gera incertezas sobre o tamanho dos protestos deste domingo 12. Na quinta-feira 9, o MBL entrou com uma liminar na Justiça para garantir que seu carro de som fique a uma distância mínima de 400 metros dos levados por grupos pró-intervenção militar, como o SOS Forças Armadas. A Polícia Militar paulista, responsável por garantir que os protestos ocorram de forma segura, disse que não há a expectativa de que o número de manifestantes supere o público dos protestos de 15 de março na cidade. Segundo a corporação, cerca de 1 milhão de manifestantes compareceram aos ato de março. O instituto Datafolha questiona a estimativa da PM dizendo que, segundo seu levantamento, cerca de 210 mil pessoas ocuparam a Avenida Paulista. Com isso, os números do instituto de pesquisa são 4,7 vezes menores do que a estimativa da PM, o que lançou dúvidas sobre a forma pouco transparente que ocorre a contagem de público feita pela corporação. Outra crítica atribuída à Polícia Militar é a mudança da tabela de jogos do Campeonato Paulista. Oficialmente, a mudança tem como objetivo evitar que duas grandes concentrações de pessoas, manifestantes e torcedores, se encontrem em um mesmo local e horário. Por isso, assim como ocorreu em março, quando o jogo do Palmeiras foi alterado das 16h para às 11h do domingo 15, a PM procurou a Federação Paulista de Futebol e acordou a mudança de horário dos jogos da semifinal do campeonato. Desta vez, Corinthians e São Paulo tiveram seus jogos transferidos para o sábado contra a Ponte Preta e Red Bull Brasil, respectivamente. No domingo, o Santos joga contra o XV de Piracicaba, na cidade de Santos, e o Palmeiras enfrenta o Botafogo de Ribeirão Preto, às 11 horas do domingo 15. A antecipação do horário do jogo de domingo é alvo de críticas nas redes sociais por internautas que enxergam na medida uma forma de incitar a participação nos protestos.
Elio morreu após o ataque Foto: Reprodução/Facebook
O campeão de surfe Elio Canestri, de 13 anos, estava boiando no mar da Ilha da Reunião, no território francês, quando um tubarão mordeu a sua barriga e o puxou para debaixo d´água. Ele estaria em uma área proibida para banhista justamente por causa do risco provocado com a presença do animal.O surfista profissional Jeremy Flores, morador local, escreveu uma mensagem numa rede social falando sobre a morte do adolescente: "Mais um ataque de tubarão na Ilha da Reunião. Elio foi um dos nossos melhores surfistas. Palavrões não podem descrever o quão triste e com raiva eu estou. Tão jovem. Descanse em paz". De acordo com testemunhas, o animal arrancou os braços e as pernas do menino antes de levá-lo para alto-mar. Um porta-voz local disse que as pessoas que testemunharam o ataque estão sendo tratadas por causa do trauma. "É horrível. O menino estava sempre sorrindo e feliz. Todos o conheciam", disse outra testemunha. Um barco ainda tentou socorrer Elio, mas ele não resistiu aos ferimentos. Após o incidente, os banhistas foram orientados a deixarem o local. Nos últimos quatro anos, houve 16 ataques de tubarão na região, sendo que sete foram fatais. Elio surfava desde pequeno e participou de diversas competições. Ele era francês.
(Foto: Reprodução)
A Mega-Sena sorteou, neste sábado (11), R$ 47 milhões no concurso 1.694, e uma pessoa ganhou o prêmio máximo. Veja as dezenas sorteadas: 20 - 29 - 34 - 37 - 45 - 57. A quina teve 348 ganhadores que levaram R$ 14.457,94 cada, e a quadra, por sua vez, teve 10854 vencedores que levaram R$ 662,21. O prêmio estimado para o próximo sorteio, na quarta-feira (15), é de R$ 25 milhões. A aposta mínima na Mega-Sena é de R$ 2,50 e pode ser feita até as 19h do dia do sorteio, em qualquer uma das casas lotéricas espalhadas pelo Apostadores podem concorrer ao prêmio em grupo com o Bolão Caixa: basta preencher no campo próprio do Bolão, no volante, a quantidade de pessoas que participarão da aposta. O apostador também pode solicitar diretamente ao atendente da lotérica, informando os números da aposta e a quantidade de cotas desejada. Os bolões da Mega-Sena têm preço mínimo de R$ 10, e cada cota deve ser de, pelo menos, R$ 4, sendo possível realizar um bolão de, no mínimo, duas e, no máximo, 100 cotas. Caso o apostador adquira cotas de bolões organizados pelas lotéricas, poderá pagar a tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota. Nas duas opções, será emitido o recibo da cota, com o qual o apostador poderá resgatar seu prêmio, caso seja ganhador, em qualquer agência da Caixa.
- Carlos Castilho | OI
- 12 Abr 2015
- 09:09h
(Foto Ilustrativa)
Quando a avalancha de informações econômicas pessimistas se soma à rotina de notícias sobre assassinatos, balas perdidas, chacinas, tragédias familiares, assaltos e atentados contra a economia popular, a agenda diária da imprensa leva o leitor a um dilema atroz: ter ataques de fúria ou simplesmente ignorar a realidade – o que, no caso da imprensa, significa desinteressar-se pelas notícias para preservar a sanidade mental.
Está é a escolha que um número crescente de leitores, ouvintes, telespectadores e internautas brasileiros está sendo obrigado a fazer diariamente na hora de ler um jornal, revista ou assistir a um telejornal. Está cada dia mais difícil suportar a carga de pessimismo transmitida pelas manchetes e por âncoras de telejornais, alguns dos quais parecem ter prazer em anunciar novas tragédias e novos sacrifícios para um cidadão que passou da euforia e otimismo até o inicio do ano passado para um estado de choque agora em 2015.
A associação do noticiário pessimista com a estratégia oposicionista de desconstrução do governo Dilma Rousseff pode até ser casual, mas o fato concreto é que o crescente déficit de esperança do público consumidor de notícias tem consequências de médio prazo e que não são nada animadoras para o futuro da imprensa.
O que se nota atualmente é que uma parcela considerável do público começa a descrer do que a imprensa publica por associar as notícias ruins a uma estratégia política e ideológica. A outra parte da clientela de jornais, revistas, telejornais e redes sociais vincula-se a esses veículos não por sua missão informativa, mas porque oferecem abrigo e conforto para posicionamentos ideológicos. Ambos os casos deveriam preocupar os executivos da indústria jornalística porque eles não garantem a sustentabilidade futura das empresas que dirigem.
A descrença tem efeitos prolongados porque afeta a credibilidade de leitores, ouvintes, telespectadores e internautas. Já a identificação ideológica pode ser transitória porque as conjunturas mudam e, com elas, a fidelização do público simpático às opções do veículo jornalístico. No caso atual, na hipótese de a presidente Dilma ser afastada, como deseja a extrema direita, o fator ideológico perderá relevância logo após as eventuais mudanças no governo, repetindo o que ocorreu antes e depois do golpe militar de 1964.
Saturadas por tantas notícias pessimistas ou irritadas com o impasse político-ideológico, as pessoas promovem nas redes sociais da internet uma catarse coletiva online, que por um lado pode aliviar temporariamente as tensões pessoais mas, por outro, carrega ainda mais o já pesado ambiente informativo .
Há dias li no Facebook o comentário de um internauta que dizia: “Eu já sei que está ruim e vai ficar pior. Por que a imprensa não nos acompanha na busca de soluções?” O angustiado consumidor de notícias deu vazão ao que muita gente pensa e tem muita dificuldade para transformar em prática.
A dificuldade é que fomos educados a cobrar e esperar que os governos e as empresas resolvam todos os nossos problemas. Hoje verificamos que nem um nem outro têm condições e vontade de atender às nossas expectativas. Os governos, de todas as tendências, se transformaram em entidades corporativistas preocupadas com seus próprios interesses. As empresas perderam a perspectiva de sua missão social e só pensam no próprio lucro num momento de crise.
O leitor pode cobrar da imprensa a aplicação do chamado jornalismo de soluções, uma opção que já é praticada em vários países, principalmente nos Estados Unidos, e que tem como condição prévia o desapego ideológico e partidário. O engajamento com o leitor é prioritário em relação às alianças politicas. O fundamental passa a ser ouvir o que as pessoas têm a dizer, identificar problemas a partir da base e não dos desejos e preferências dos editores. O principal objetivo é criar um ambiente de diálogo permanente entre o veículo jornalístico e as comunidades que ele elegeu como público alvo.
O bombardeio negativista nas manchetes e comentários pode agradar ao fígado e projetos de alguns jornalistas, políticos e empresários envolvidos na batalha entre petistas e antipetistas, mas já está saturando o público, que num impulso de sobrevivência social passa a olhar para o outro lado. Para muitos, este outro lado é simplesmente ignorar a imprensa, algo que deveria tirar o sono de executivos, diretores de redação e editores.
(Foto: Reprodução)
Um motorista saiu ileso de um capotamento que deixou a frente do carro destruída na madrugada desta sexta-feira (10), no Km-780 da BR-242, na Serra do Saco, em Barreiras, região oeste da Bahia. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista estava embriagado e perdeu o controle da direção. Com o capotamento, carro ficou pendurado em uma árvore no canteiro da pista. Ainda segundo a PRF, o teste do bafômetro feito com o condutor após o acidente constatou que ele estava embriagado ao volante. O motorista, que não sofreu ferimentos, foi detido e encaminhado para a delegacia da região. De acordo com a PRF, ele irá responder por crime de trânsito. Não houve feridos no acidente.
(Foto: Reprodução)
Na tarde desta sexta-feira (10), o juiz Murilo de Castro Oliveira, concedeu a liberdade provisória de Carla Rocha e Erico Ribeiro. Os dois foram presos no início do mês suspeitos de manter duas mulheres em cárcere privado. A liberdade foi concedida mediante condições cautelares conforme o alvará. O flagrante ocorreu após uma denúncia anônima, em seguida policiais foram até o local e encontraram as jovens. As duas mulheres foram ouvidas pela polícia e confirmou o cárcere privado, com o objetivo de exploração sexual. O advogado Roney Franco, entrou com o pedido de liberdade provisória, e o Ministério Público se posicionou pela liberdade, e logo em seguida o juiz assinou os dois alvarás de soltura.
O Rio Subaé transbordou e deixou ruas e casas alagadas no município | Luiz Tito | Ag. A TARDE
Depois das inundações por conta da forte chuva que causou o transbordamento do Rio Subaé no município de Santo Amaro da Purificação (distante a 83km de Salvador), no Recôncavo baiano, estabelecimentos comerciais da cidade foram saqueados, neste sábado, 11. As lojas Ricardo Eletro, Magazine Luiza e vários boxes comerciais do centro do município foram arrombados e tiveram seus produtos roubados. Os estabelecimentos ainda não se pronunciaram sobre o valor do prejuízo.
- iBahia
- 11 Abr 2015
- 15:03h
A mobilidade e as novas tecnologias como smartphones e tablets colaboram para que se desconectar do trabalho no período de férias fique cada vez mais difícil. De acordo com pesquisa feita pelo site de viagens TripAdvisor com 722 usuários membros, 75% deles já checaram seus e-mails profissionais durante as férias.
Ainda segundo o levantamento, para 28% dos respondentes ler e-mails profissionais durante as férias ajuda a reduzir o número de mensagens que terão que ler na volta ao trabalho, e 18% acreditam que conseguem relaxar mais quando estão a par do que está acontecendo no trabalho. Apesar disso, 57% diz que trabalhar durante as férias faz com que aproveite menos este momento.
“O profissional está na praia e, de repente, chega uma mensagem sobre uma reunião que vai acontecer na empresa. Neste instante, a mente é totalmente raptada do momento de lazer e levada subjetivamente para dentro da sala de reunião”, conta Mike Martins, diretor executivo da SLA Coaching. Para ele, o maior desafio é se desconectar mentalmente e saber como retornar ao momento de descanso sem dificuldades.
Planejamento para as férias
Um bom planejamento das atividades pode ditar qual será a constância e o tipo de contato que o indivíduo terá com seus colegas de trabalho durante o descanso. Instruir bem o substituto e não deixar pendências são ações fundamentais. Existem funções que acabam ficando muito centralizadas em determinados profissionais dentro de uma organização.
Apesar de ser uma falha na gestão do conhecimento, isto é bastante recorrente, o que faz com que a empresa acabe se tornando refém de alguns funcionários. “Às vezes o setor precisa do trabalho de 2 ou 3 pessoas para suprir a ausência desse funcionário que saiu de férias”, relata Sergio Montes, facilitador do Workshop Construindo Uma Carreira de Sucesso e Designer, diretor da DNA da Criação e professor da Anhanguera Unipli.
Como dividir as férias
Parcelar as férias em curtos períodos é algo cada vez mais praticado. As empresas veem isso com bons olhos, pois demonstra comprometimento e, ao mesmo tempo, é positivo para o profissional – consegue descansar, mas simultaneamente não se desconecta totalmente de suas responsabilidades e não perde o ritmo da produtividade, diminuindo a força da concorrência.
“Acredito que o ideal é tirar três períodos de 10 dias por ano. É muito comum o profissional tirar 30 dias, e logo no 15º sentir necessidade de retornar ao trabalho”, comenta o professor da Anhanguera.
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Christina e Kassie pretendem oficializar a união Foto: Reprodução/Facebook
O taxista Mohammed Dahbi terá que desembolsar uma quantia alta após impedir o beijo entre duas mulheres que estavam em seu carro. Quando a produtora de TV Christina Spitzer e a namorada, a atriz Kassie Thornton, trocaram a carícia, o motorista disse que tinha uma política de não-beijo no veículo. "Guardem isso para um quarto ou saiam do táxi", gritou Dhabi para o casal, que seguia da Columbus Circle para a Sunset Park Brooklyn, em Nova York. O taxista ainda xingou as passageiras na hora do pagamento. As duas entraram na justiça. Em uma audiência no mês passado, Dhabi disse que Christina e Kassie estavam indo além de apenas um beijo no carro. As duas, no entanto, o desmentiram e disseram que trocaram apenas um selinho. A produtora revelou ainda que havia acabado de fazer uma cirurgia na boca e, por isso, estava evitando beijar a namorada". Se as pessoas não fizerem o que é certo, nada vai mudar", disse Christina para o New York Post. De acordo com as mulheres, o episódio quase afetou o relacionamento delas. Após mais de três anos do ocorrido, a sentença foi definida. Dhabi terá que pagar para cada uma a quantia de cinco mil dólares para cada uma das moças, assim como uma multa de mesmo valor para a cidade. A soma corresponde a mais de R$ 45 mil. O advogado do taxista disse que ele segue o mesmo procedimento para casais heterossexuais que beijam em seu carro. Ele disse ainda que irá recorrer da sentença. Em tempo, Christina e Kassie pretendem oficializar em breve a união delas.