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Como pensa João Rodrigues, o deputado que assistiu pornografia no plenário da Câmara?

  • 31 Mai 2015
  • 09:48h

(Foto: Reprodução)

Que deputado não gostaria de ganhar repercussão nacional? Uma das grandes dificuldades de parlamentares hoje é adquirir espaço na mídia e se tornar mais conhecido pela sociedade em meio à grande competição por cargos políticos. De qualquer forma, temos certeza de que ninguém no mundo gostaria de ganhar o infeliz rótulo do deputado João Rodrigues (PSD-SC), pego por reportagem do SBT assistindo a um vídeo pornográfico durante a sessão sobre a reforma política na Câmara realizada na última quarta-feira (27). Para além do episódio dessa semana, aproveitamos a ocasião para introduzir ao leitor o parlamentar e como tem sido sua atuação no campo da política nacional. Natural Chapecó (SC) e radialista da Rádio Centro-Oeste de Pinhalzinho por doze anos, João Rodrigues, 48, tem mais filiações partidárias do que mandatos em Brasília. O parlamentar, que nasceu no PFL e migrou para o DEM com o fim da primeira sigla, está em sua segunda legislatura na Câmara, desta vez, pelo PSD. Em 2014, foi o segundo deputado mais votado em seu estado, com 221.409 votos - pouco mais de 8 mil a menos que o primeiro colocado.

Laboratório baiano é 1º em criação de games entre as universidades do país

  • 31 Mai 2015
  • 09:04h

(Foto: Ilustração)

O laboratório Comunidades Virtuais, da Universidade do Estado da Bahia, foi apontado como o primeiro no ranking de desenvolvedores de games entre as universidades do Brasil. A informação é do "Mapeamento da Indústria Brasileira e Global de Jogos Digitais", estudo financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Para alem dos números, o grupo, criado em 2005, nasceu de uma demanda da sociedade, a partir dos questionamentos de pais e professores de alunos da rede municipal de ensino de Salvador. Na época, com o crescimento do mercado de games, a dúvida dos pais era se os jogos com cenas de violência influenciavam na personalidade das crianças e adolescentes.

 

Oito dicas para usar melhor seu WhatsApp

  • 31 Mai 2015
  • 08:02h

(Foto: Ilustração)

O WhatsApp tem mais de 800 milhões de usuários no mundo. No Brasil, é o quarto aplicativo mais utilizado, perdendo apenas para Facebook, YouTube e Chrome, segundo uma pesquisa realizada pela Ericsson e divulgada no início deste ano. Sabendo disso,  resolvemos dar oito dicas para que você possa ter mais privacidade e "enganar" o aplicativo. 

Dica 1 - Evite que saibam que você leu uma mensagem

Existe dois modos que você pode utilizar para evitar aquele sinal duplo azulado que aparecem quando visualiza as mensagens no aplicativo. A primeira é muito simples: vá ao menu Configurações (Android) ou Ajustes (iOS) > Informações da Conta > Privacidade e desmarque a opção confirmação de leitura. No entanto, essa opção faz com que você também deixe de ser avisado que a outra pessoa leu o que foi enviado. A outra maneira também é simples, mas precisa ser feita todas as vezes que não quiser que apareça as marquinhas azuis: coloque o celular em modo avião, visualize a mensagem e saia do aplicativo. O sinal não ficará azul até que você entre de novo no WhatsApp.

Dica 2 - Descubra que horas a sua mensagem foi lida

O sinal duplo azulado que indica se sua mensagem foi lida. Ok, até aí nós já sabemos. Mas você sabia que é possível também saber o horário em que ela foi lida? Para descobrir, segure o balãozinho da mensagem até que suma o nome da pessoa ou do grupo no superior da tela e apreça algumas opções. Uma delas será a letra i, de informações. Quando você clicar sobre o ícone, aparecerá o horário que a pessoa (ou as pessoas, em caso de ser um grupo) leu a mensagem.

Dica 3 - Coloque senha no seu WhatsApp

O WhatsApp não lhe dá a opção de bloqueio com senha, para que nenhum enxerido vá dar aquela olhadinha básica nas suas conversas. Mas temos uma boa notícia: existem aplicativos que fazem esse favorzinho. Uma boa opção é o WhatsLock, mas ele só funciona para Android (as opções para iOS não são confiáveis). Para usá-lo, basta fazer o download, instalar o aplicativo, colocar a senha que deseja e pronto. Ele criará uma tela falsa, com uma mensagem de erro para quem tentar acessá-lo. Ah, para entrar no aplicativo é preciso clicar três vezes seguidas sobre o ícone de abrir uma nova conversa. Assim, aparecerá o teclado numérico para que você digite a senha e use seu WhatsApp normalmente.

Dica 4 - Desative o "visto por último"

Sabe aquela informação que aparece abaixo do nome do contato quando você abre a janela de conversa com algum amigo e mostra o dia e horário em que ele viu pela última vez o WhatsApp? Pois é, não quer que apareça para os seus contatos a hora em que você este online no aplicativo pela última vez? Simples: vá em Configurações (Android) ou Ajustes (iOS) > Conta > Privacidade > Visto por último e altere de todos para nenhum. O único porém é que ao não mostrar para os outros o "visto por último", você também ficará impossibilitado de saber quando foi a última vez que os seus amigos acessaram o WhatsApp.

Dica 5 - Impeça o download automático de mídia para o celular

Uma perguntinha básica: você está em muitos grupos do WhatsApp? Se a resposta for sim é bem provável que receba centenas de fotos e vídeos. O problema é que as configurações de origem do WhatsApp fazem com que essas mídias sejam baixadas automaticamente para o celular. Para não lotar a memória do seu smartphone, o ideal é deixar desabilitada a opção de download automático. Não sabe como fazer isso? A gente te ajuda! Para celulares Android o caminho é: Configurações > Opções de conversa > Download automático. Para quem tem Iphone (iOS):  Ajustes > Ajustes de Conversa > Salvar Mídia Recebida. Ali você tem opções diferentes para o uso de Wi-fi e quando está conectado via rede de dados.

Dica 6 - Mude o número do seu WhatsApp

Essa opção serve para quem trocou de celular recentemente. Para não perder suas conversas e não sair dos grupos que fazia parte, é preciso alterar o número do seu WhatsApp. Você pode fazer isso de duas formas: uma delas é desinstalar e instalar de novo o aplicativo. A outra, mais fácil é ir em Configurações (Android) ou Ajustes (iOS) > Conta > Alterar Número. Prontinho, você restabelecerá seus velhos contatos.

Dica 7 - Oculte sua foto de perfil para quem não está em sua lista de contatos

Quem quer mais privacidade vai gostar dessa dica. Para mostrar sua foto do perfil apenas para contatos que você tenha cadastrado em seu celular, vá ao menu Configurações (Android) ou Ajustes (iOS) > Informações da Conta > Privacidade > Foto do Perfil e marque a opção Meus contatos. Assim, apenas quem você tiver adicionado à sua lista poderá ver sua foto.

Dica 8 - Use o WhatsApp no computador

Existe mais de uma maneira para usar o WhatsApp no computador. Uma delas é própria do aplicativo. Acesse o site https://web.whatsapp.com/ no computador e abra a seção Menu > WhatsApp Web em seu celular. No smartphone aparecerá um leitor de QR Code, enquanto na tela do computador estará o código para ser lido. Assim que fizer isso, todas as suas conversas aparecerão na tela do pc. Ah, cabe ressaltar que o site deve ser aberto pelo navegador Chrome e que a função não funciona no sistema operacional do Iphone, o iOS. O outro método consiste na instalação de um aplicativo no celular, que também deve ser instalado no Chrome do seu computador. Um deles é o Pushbullet, que permite que você responda aquilo que lhe é enviado via WhatsApp no computador e também lhe avisa das notificações do celular na tela do pc.

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Brumado Urgente na cobertura do Arnold Classic Brasil 2015

  • Brumado Urgente
  • 30 Mai 2015
  • 18:20h

Foto: Max Moreno I Brumado Urgente

O Arnold Classic Brasil é maior evento direcionado ao fisiculturismo do país, e, diante de existir em Brumado um grande público amante do fisiculturismo, enviamos o repórter fotográfico Maxuel Graia “Max Moreno” ao Rio de Janeiro para uma cobertura exclusiva do evento que conta com a presença do Ator e ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Em entrevista coletiva concedida no Windsor Barra, o ator relatou que: "Amo sempre voltar ao Brasil”. Meus três primeiros dias serão totalmente dedicados ao Arnold Classic e os três seguintes, à promoção do meu mais recente filme, "O Exterminador do Futuro: Gênesis", e logo após a coletiva de imprensa a qual o Brumado Urgente se fez presente, foi realizado a abertura oficial do evento ontem (29) por Arnold e pelos organizadores do evento. Confira algumas fotos do primeiro dia.


Justiça determina que loja indenize em R$ 40 mil vendedora chamada de filhote de macaco

  • 30 Mai 2015
  • 16:03h

(Foto: Reprodução)

A Justiça condenou a Lojas Renner a pagar R$ 40 mil de indenização por danos morais a uma funcionária que era chamada de "filho de macaco" e "lixo" no trabalho de acordo com o site Brasil Post. Segundo o Tribunal Superior do Trabalho, a vendedora afirmou ter passado por longo processo seletivo e foi selecionada pra trabalhar na loja da rede em um shopping em São Paulo. A costureira da loja se referia à funcionária como "filhote de macaco" e "lixo" constantemente. Já a gerente dizia que ela deveria continuar "trabalhando com vassouras e baldes". No período das agressões, a vítima de injúria racial chegou a conversar com a psicóloga da empresa e com a supervisora da do setor da loja. Elas teriam orientado a costureira a pedir desculpas, mas nada mudou em relação às ofensas. 

Testemunhas confirmaram os xingamentos constantes à vendedora. Após a decisão, a loja de departamento  recorreu, alegando que a vendedora nunca sofreu humilhação, mas teve recurso negado pelo Tribunal Regional, que manteve a sentença considerando a conduta "desrespeitosa, humilhante e discriminatória (em razão da raça e origem)" da vítima:"O empregado, ao firmar o contrato de trabalho com o seu empregador, não se despoja dos direitos inerentes à sua condição de ser humano, que devem ser respeitados pelo tomador dos serviços, em face dos postulados da dignidade da pessoa humana e da boa-fé objetiva."  A Renner foi procurada pela equipe do Brasil Post para falar sobre o assunto, mas não se pronunciou até o fechamento da matéria.

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Efeito de hormônio do amor é comparável ao do álcool, diz estudo

  • 30 Mai 2015
  • 15:00h

Hormônio ligado ao amor e maternidade também pode ter efeitos parecidos com o de bebidas alcoólicas (Foto: Thinkstock)

Uma pesquisa da Universidade de Birmingham, na Grã-Bretanha, sugere que o chamado "hormônio do amor", a oxitocina, tem um efeito no comportamento comparável a de bebidas alcoólicas e que este efeito é ainda maior do que se imaginava antes. Este hormônio, produzido no hipotálamo, é conhecido por ter um papel importante em determinar nossas interações sociais e reações a parceiros românticos (por isso, o apelido). A oxitocina também um papel importante em partos e na conexão afetiva entre mãe e filho.  A oxitocina também tem uma versão sintética, usada como medicamento, geralmente injetável ou aplicada via nasal. Este medicamento é usado para estimular o parto e lactação. Segundo os cientistas britânicos, a oxitocina estimula comportamentos como altruísmo, generosidade e empatia, deixa as pessoas mais abertas a confiarem em outras. O hormônio remove algumas barreiras que funcionam como inibidores sociais: medo, ansiedade e estresse.

"Pensamos que valia a pena explorar esta área, então agrupamos pesquisas já existentes sobre os efeitos da oxitocina e do álcool e nos chamou a atenção as semelhanças incríveis entre os dois compostos", afirmou Ian Mitchell, da Escola de Psicologia da Universidade de Birmingham. "Eles parecem ter como alvo receptores diferentes no cérebro, mas causam ações comuns na transmissão GABA no córtex pré-frontal e nas estruturas límbicas. Estes circuitos neurais controlam a forma como percebemos o estresse e a ansiedade, especialmente em situações sociais como entrevistas, ou talvez até arrumando a coragem para convidar alguém para um encontro." "Tomar compostos como a oxitocina e o álcool podem tornar estas situações menos assustadoras", acrescentou. A pesquisa, que se baseou em estudos anteriores, foi publicada nas revistas especializadas Neuroscience e Biobehavioral Reviews.

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Bahia amplia rede de monitoramento meteorológico em 2015

  • 30 Mai 2015
  • 14:00h

(Foto: Ilustração)

Mais 143 estações meteorológicas serão instaladas na Bahia, para ampliar a rede de coleta de dados meteorológicos voltados para a agricultura. O aprimoramento das informações meteorológicas possibilita ao agricultor a tomada de decisões em todas as etapas da atividade agrícola de forma precisa, desde a preparação do solo até a colheita, armazenamento e transporte dos produtos, bem como o controle dos ambientes onde os animais são criados, ou adaptação das raças às condições do clima de cada região. Essa ação é fruto do trabalho de parceria entre governo do Estado, através da Secretaria Estadual da Agricultura (Seagri), Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA) e Casa Civil, e governo Federal, por meio dos ministérios de Agricultura, Pecuária e Abastecimento/Instituto Nacional de Meteorologia (MAPA/INMET), e de Ciência, Tecnologia e Inovação/Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (MCTI/CEMADEN). Dessas 143, oito estações, em parceria com o INMET, serão instaladas nos municípios de Macajuba, Curaçá, Jeremoabo, Formosa do Rio Preto, Itamaraju, Chique-chique, Brotas de Macaúbas e Pilão Arcado, e as demais, em cooperação com o CEMADEN estão sendo deslocadas até o final deste semestre, para serem instaladas em cidades do semiárido baiano. O Estado encerrou o ano de 2014 com 118 estações de monitoramento instaladas. “A instalação dessas estações é de extrema importância para o produtor rural, são ferramentas fundamentais para o planejamento agrícola, aumentando as chances de sucesso, e evitando perdas por adversidades climáticas”, ressalta o secretário da Agricultura da Bahia, Paulo Câmera. 

Brumado: Comerciantes indignados com a permissão da realização da Feira do Brás

  • Brumado Urgente
  • 30 Mai 2015
  • 13:39h

A realização da Feira do Brás em Brumado, desta feita gerou protestos agudos por parte dos comerciantes locais (Foto: Brumado Urgente)

Os preços convidativos da região do Brás e da 25 de março em São Paulo são um senso comum no Brasil, contudo, muitas vezes as mercadorias ofertadas nestes locais são de procedência duvidosa, algumas até mesmo sendo proveniente de contrabando e outras tantas, por vezes, produzidas pelo trabalho escravo e infantil. Atento as estes aspectos, os comerciantes brumadenses voltam a questionar, desta feita com maior veemência, a realização de mais uma Feira do Brás em Brumado, que está acontecendo neste final de semana. Vários comerciantes entraram em contato com a redação do Brumado Urgente e, num coro estridente esbravejaram que “pagamos impostos, e, diga-se de passagem, altíssimos, aluguel, água, luz, funcionários e muitos outros tributos, além de impulsionarmos a economia local, gerando, sobretudo, emprego e renda, além do que todos os recursos gastos no comércio local são reinvestidos no próprio município” e subindo o tom dispararam que “diante disso, não achamos justa a autorização feita pela prefeitura para realização desta feira aqui em Brumado, pois, eles chegam vendem, arrecadam o dinheiro e vão embora, sem comprar no município um único prego, e quem de fato impulsiona a economia local fica a ver navios”. Fato é que o comércio local emprega a grande maioria dos trabalhadores do município e uma baixa neste tão importante setor da economia, acabará tendo um efeito sequencial negativo, que pode representar principalmente o desemprego. 

Espírito Charlie foi criado para divulgar filme; entenda!

  • Renato Marafon
  • 30 Mai 2015
  • 11:33h

(Foto: Reprodução)

É incrível como a internet adere a modinhas. Lembra-se quando quase todos os seus amigos tomaram um banho com balde de gelo no desafio do Ice Bucket Challenge, que arrecadava fundos para financiar pesquisas e ajudar pacientes com a Esclerose Lateral Amiotrófica. Poucos doaram, mas quase todos postaram o vídeo nas mídias sociais com o desafio. A nova moda é a assustadora brincadeira do Charlie Charlie Challenge, que tem circulado a internet. Segundo a lenda, que surgiu junto com a brincadeira, Charlie Charlie era uma criança mexicana que morreu de uma maneira terrível, e acabou se transformando em um espírito maligno. É basicamente a evolução do Ouija, da brincadeira do copo e do compasso. Para iniciar o ritual de invocação, você desenha uma cruz no papel e escreve sim e não nos espaços em branco. Depois, é só tentar a comunicação. “Você está aí, Charlie?”. Pois bem, toda essa comoção na internet não passou de uma jogada de marketing para promover o lançamento do terror ‘A Forca‘ (The Gallows), produzido por Jason Blum, responsável pelas franquias ‘Atividade Paranormal’, ‘Sobrenatural’ e ‘Uma Noite de Crime’. A Blumhouse Productions, produtora responsável pelo filme, foi quem lançou a brincadeira no Twitter, dia 26 de Maio. A história começa com a morte do jovem protagonista, Charlie (já entregou tudo, não é?). Vinte anos após um acidente ter causado sua morte em uma peça teatral no colégio, os alunos da cidade decidem encenar o espetáculo novamente, em uma tentativa infeliz de honrar o aniversário da tragédia… mas descobrem que algumas coisas devem ser deixadas no passado.

 

Há 'recall' para reportagens com defeito?

  • Por Norma Couri | OI
  • 30 Mai 2015
  • 10:42h

(Foto: Reprodução)

Triste não é ler a matéria mal intencionada sobre um show de Cauby Peixoto, aos 84 anos, no Bar Brahma, em São Paulo. Triste é não ver na imprensa matérias investigativas e venenosas sobre temas importantes que certamente dariam mais trabalho e requisitariam mais conhecimento. Na reportagem “‘Hoje falta brilho à música’, diz Cauby” (Folha de S.Paulo, 21/5), a repórter acha engraçado começar o texto com o alfinete do colete do terno que voa longe quando o cantor espirra diante de um quadro onde ele foi pintado aos 17 anos. Está mais gordo, ela revela, surpresa. Depois, acha mais graça do boato sobre sua morte que “grudou com a força do fixador da peruca que ele usa desde os anos 1980, quando a famosa cabeleira começou a rarear”. E coloca o cantor numa situação ridícula, obrigando-o a afirmar: “Não tenho problema, não, tô na ativa”.

 

Insiste ainda em revelar que Cauby precisa de ajuda para andar – “escuta pouco, fala menos ainda e, quando fala, divaga”. Prefere cantar, explica a repórter, sem se dar conta de que está entrevistando um cantor. Ainda ridiculariza mais um pouquinho o entrevistado que é praticamente obrigado a dizer que “às vezes ouço minha voz e ela é perfeita. Sou muito afinado”. Em seguida, a matéria diz que ele repete pela terceira vez os discos que planeja para o final do ano, como “Cauby Sings Nat King Cole”, revelando o que julga ser um furo entre nossos artistas que tentam a vida lá fora: Ron Coby, o nome artístico adotado, não vingou por lá.


“Dualidade intrigante”

Descobrindo que alguma coisa acontece em seu coração com ponte de safena desde que começou cantar em 2004, na esquina celebrada por Caetano Veloso, da Avenida São João com Ipiranga, a repórter nos conta que vai sair o documentário Cauby – Começaria Tudo Outra Vez, de Nelson Hoineff. E que Diogo Vilela recriará os trejeitos do cantor no musical “Cauby, Cauby”, de 2006. Diogo avisa: “Ele deveria ser reconhecido como o nosso Sinatra. É o último dos românticos”. E o primeiro dos roqueiros.

Continuando o perfil do artista, a repórter diz que ele já trocou os dentes, é fã da Era do Rádio (“tece loas à longínqua Era do Rádio…”), e fã também de frango ao molho pardo que almoça com a amiga de 86 anos, Ângela Maria. Posava para revistas lutando jiu-jitsu quando começaram a duvidar de sua masculinidade. Repetiu sua entrevista aoRoda Viva: “Já fui muito promíscuo. Quando garoto, transei com porca, galinha, papagaio”.


Reproduz trechos da biografia de Rodrigo Faour, Bastidores (Record, 2001), título da música que Chico Buarque compôs para ele em 1980 (“Com muitos brilhos me vesti/ depois me pintei, me pintei”). E a repórter não esquece de observar o manual de Glória Kalil, Chic, na mesa da sala adornada por dois dragões chineses, pilastras gregas e flores de plástico.


De quem a repórter falava mesmo? De um ladrão? Um colarinho branco apanhado com mão no caixa ou com a boca na botija? De um assassino? De um personagem que ela custou a achar e teve dificuldade em entrevistar; um malfeitor, um general da ditadura, um torturador? Um personagem da Segunda Guerra dentro de uma matéria espinhosa, um nazista disfarçado em empresário que ela penou para descobrir com identidade falsa no sul do Brasil ou na Argentina?


Era um cantor, um cantor que a revista Time já chamou de “Elvis brasileiro”, e eu queria ver se repórter da Folha faria esse papel “investigativo” ao retratar o americano revirando a genitália e por isso mesmo apelidado de “Elvis, the pelvis”.


Era um cantor, gente. Um cantor de 84 anos que revela com propriedade não ter ideia do que seja o funk, e que a música está muito comercial. “Sem brilho, sem beleza.” Um cantor que atravessou décadas de música brasileira desde a era do rádio. Apenas um cantor, que foi tratado com respeito na reportagem de O Estado de S.Paulo no mesmo dia (21/5), e no documentário de Nelson Hoineff. Ao contrário da repórter da Folha, o Estadão analisa a voz do cantor, ativa, com graves atuando para dar cor, contrastando com os agudos que não desapareceram, com sua força migrando das regiões mais altas onde habitava um vibrato de respiração longa, para as médias e baixas. O Estadão analisa a dinâmica dos volumes pianíssimos contrastando com as explosões da voz do cantor octogenário que, ao contrário de outros de sua idade, não o obrigou a baixar as tonalidades originais. E de como Cauby comoveu a UTI do Hospital Santa Isabel ao cantar “Conceição”.


Diz o jornalista do Estadão: “A voz parece representar a integridade de sua alma e transmite uma dualidade intrigante entre corpo e espírito. Enquanto o primeiro vive as limitações impostas pelo tempo, o segundo pega o caminho contrário ganhando força e recursos que antes não tinha”. É um homem frágil, descreve o repórter.


Mais respeito

Sobre o CD com músicas de Nat King Cole, o Estadão diz que é um tributo de Cauby ao homem que, um dia, também se emocionou com sua voz. “Fui convidado por ele para cantarmos em Nova York. Foi uma grande noite”. Ilustra com uma foto dos dois juntos, além de outra com Ângela Maria e uma terceira com os irmãos do músico, ambos músicos, Araken e Moacir. Ao contrário da

 

Não omite a sexualidade de Cauby ao descrever o documentário de Hoineff: “Cauby diz que logo cedo, quando garoto, descobriu que o amor entre homens era perfeito, como o amor entre um homem e uma mulher. ‘Eu era um garoto quando ia para o morro transar com os veados. Eu também andava com eles. Transar (assim) era uma coisa natural. Depois eu comecei a ter namoradas’”. Vistas assim, as duas reportagens publicadas no mesmo dia parecem focar pessoas diferentes.


Como as grandes marcas de carros e brinquedos, os jornais deveriam fazer recall de matérias com defeito que podem causar grandes estragos. E causar reações como a do leitor Fabio Cesar Alves, professor de Literatura da USP, que enviou à Folha uma mensagem, dada no “Painel do Leitor” do jornal no dia seguinte (22/5) à publicação da matéria maldosa que o professor acusou de ser “permeada de ironia grosseira”. “Por tudo o que representa para a música brasileira, Cauby merece mais respeito”, afirmou – com razão.

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Incêndio destrói barracos e deixa 65 desabrigados em Itabuna

  • G1 Bahia
  • 30 Mai 2015
  • 10:01h

(Foto: Reprodução)

Um incêndio destruiu 18 barracos na cidade de Itabuna, localizada no sul da Bahia, na madrugada desta sexta-feira (29). Por causa do ocorrido, 65 pessoas ficaram desabrigadas. As causas do incêndio ainda estão sendo investigadas, entretanto os moradores desconfiam que foi criminoso. Apesar da detsruição, ninguém ficou ferido. O diretor de Assistência Social da prefeitura da cidade informou que as famílias vão ser levadas para abrigos.

Os melhores óculos solares estão na Ótica Companhia dos Olhos

  • 30 Mai 2015
  • 09:00h

As melhores marcas em óculos solares você encontra na ótica amiga da sua visão, a Ótica Companhia dos Olhos, que não para de inovar, traz os mais recentes lançamentos das melhores marcas em óculos de sol, que aliada ao excelente atendimento, preços baixos e condições especiais de pagamento, te proporcionarão conforto e bem estar inigualável, então, não fique aí parado, venha adquirir aquele óculos de sol que você estava planejando comprar a tempos, chegou a hora. A Ótica Companhia dos Olhos fica localizada à Rua Euclides da Cunha, 58 – Centro, fone: (77) 3441-4658.

Conta de energia deve ficar mais barata no ano que vem

  • 30 Mai 2015
  • 08:04h

A sinalização para o próximo ano é de redução do custo da energia, afirmou ontem o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino. Entre os fatores que indicam essa redução está a renovação de um conjunto de concessões de hidrelétricas cuja tarifa será reduzida e uma provável melhora do regime hidrológico do país. “A renovação das concessões aponta para essa direção. E esperamos um regime hidrológico mais favorável”, afirmou, durante o Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico (Enase), no Rio de Janeiro. Segundo ele, diante de uma melhora do cenário de chuvas no futuro, não será necessário operar todas as termelétricas, principalmente as mais caras. Essa medida pode alterar a cor da “bandeira tarifária”, indicando uma melhora no quadro de abastecimento e uma redução nas tarifas de energia. Romeu Rufino afirmou que espera um cenário mais favorável à modicidade tarifária, quando o valor das tarifas cobradas é bastante próximo aos dos custos de produção. “A grande questão para a modicidade tarifária é o custo da energia”, afirmou Rufino. Segundo ele, a sinalização é para uma redução do custo de energia no próximo ano. A outra pressão pela alta na conta de luz, os encargos antes assumidos pelo Tesouro, já começaram a ser repassados para os consumidores, reduzindo a pressão em 2016, afirmou. O ano de 2015 está sendo melhor em termos de chuvas e níveis de reservatórios hidrelétricos do que foi o anterior, segundo o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp. Ainda assim, acrescentou, o cenário “não é o desejado”. Segundo o ONS, o consumo residencial e comercial ainda não foi afetado pelas campanhas publicitárias de uso racional da energia e continua em patamares elevados, apesar da alta na tarifa.

Prefeitos baianos protestam contra a rigidez da LRF

  • 29 Mai 2015
  • 15:30h

(Foto: Reprodução)

Os prefeitos baianos que foram a Brasília para a 18º Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios voltaram a reclamar do comprometimento das contas públicas em relação às exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A flexibilização da lei foi tema de seminário na Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (28). Segundo o deputado baiano Roberto Britto (PP), relator do Projeto de Lei que quer excluir da base de cálculo do índice de pessoal os recursos destinados à saúde, os programas federais são “verdadeiros Cavalo de Troia”, pelo impacto causado nas contas municipais. Britto, que já foi prefeito de Jequié e presidente da UPB entre 2000 e 2002, convocou a participação dos gestores para aprovação da proposta, por entender que a Casa é “movida à pressão”. Atualmente, os municípios são obrigados pela LRF a não comprometer mais de 54% da receita com pagamento de salários. Na Marcha, os gestores também criticaram o fato de terem que custear programas como Samu, Saúde da Família, Cras entre outros, que impactam na folha das cidades.

Repórter não percebe que homem está morto e tenta entrevistá-lo ao vivo

  • 29 Mai 2015
  • 13:06h

Repórter faz pergunta a homem morto durante o programa 'Tolerância Zero', de uma TV afiliada da Record Foto: Reprodução

A equipe estava cobrindo uma perseguição policial na periferia de Aracaju e quando chegou ao local encontrou três suspeitos no chão. De acordo com a polícia, os três homens haviam praticado assalto a uma mercearia e tinham fugido. Houve troca de tiros e um deles morreu. "Você é maior ou menor?", perguntou o repórter a dois suspeitos. "E você, tem quantos anos?", perguntou ao terceiro homem, que estava morto. Após alguns segundos sem resposta, o jornalista percebeu o que havia feito. "Esse daqui está ferido. Por incrível que pareça, eu ia entrevistar um cara que já está morto", explicou, sem graça.