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- Brumado Urgente
- 28 Jan 2016
- 22:23h
A interdição foi inevitável (Foto: Polícia Militar)
As fortes chuvas que caíram sobre a região neste início de 2016 estão causando muitos prejuízos em várias cidades da região. Na noite desta quinta-feira (28) a ponte sobre o Rio São João, entre os municípios de Dom Basílio e Livramento, que fica cerca de 3km de Fazendinha, começou a desabar, tendo que ser interditada pela Polícia Militar. Os riscos são grandes já que, ao que tudo indica, a estrutura parece muito danificada, então fica o alerta para todos os motoristas que fazem uso desse trecho que busquem rotas alternativas, pois já não há meios de passagem, mas que se tenha ciência de que a condição das estradas viscinais da região estão em péssimas condições, o que pode impedir a ligação terrestre entre os municípios. Outras pontes da região também estão rompendo e a situação pode se agravar de forma que seja necessária uma intervenção maior das autoridades. Em contato com o major Jocevã Oliveira, que comanda da 34ª CIPM, não houve outra forma para a Polícia se não interditar a ponte, já que as rachaduras eram patentes.
Policias militares durante o processo de interdição (Foto: Polícia Militar)
(Foto: Reprodução)
A vida harmônica dos índios com os mosquitos na selva serviu de inspiração para um casal de pesquisadores pernambucanos, que desenvolveram um repelente natural contra o temido mosquito Aedes aegypti. O produto recebeu, em 2015, a autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) como protetor eficiente e já está próximo de chegar a prateleiras de redes farmacêuticas. O produto usa plantas como alecrim, cravo, citronela e andiroba e é fruto de pesquisa do dermatologista Djalma Marques e da engenheira química Fátima Fonseca. Naturalista, Marques conta que, quando voltou ao Recife, em 2005, foram morar em uma região cercada por natureza, e começaram a enfrentar problemas. "Sentimos a necessidade da pesquisa pois vivíamos em área de muito mosquito, muita muriçoca. Os guris andavam dentro do mato e voltavam sempre picados. Como a gente não usa produto químico sintético, começou a tentar uma forma de fazer uma proteção natural testando uns óleos", afirma. Os dois criaram então uma empresa para pesquisar produtos naturais sem uso de nada sintético. Quatro anos depois de pesquisas informais, veio então o passo fundamental para a criação do repelente Biorepely: o financiamento do projeto pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.
Ajuda dos índios
O dermatologista relata que para chegar à fórmula do repelente contou com informações de índios que viviam à margem de rios e conviviam harmonicamente com os mosquitos. Fomos buscar com os índios o que tinham para viver lá, e, para nossa surpresa, soubemos que eles usam vários tipos de óleos. Perguntamos como eles aprenderam, e disseram que viam os próprios animais utilizar, pois roçam suas peles em árvores que têm óleo
Djalma Marques, dermatologista
Em paralelo, o casal pesquisou quais eram os microrganismos existentes na pele das pessoas que vivem no Brasil. Da pesquisa até a aprovação da Anvisa como repelente contra o mosquito Aedes aegypti foram seis anos, até o ano passado. "O repelente tem eficácia de duração de quatro horas. Um dos grandes segredos é que ele é um hidratante da pele. A pessoa pode usar quantas vezes quiser", afirma.
Grande procura
No final de 2015, com o surgimento das informações da microcefalia causada pelo zika vírus, os pedidos explodiram, e a empresa dos pesquisadores não deu conta: os 2.000 que existiam em estoque foram vendidos. O produto custa, na internet, cerca de R$ 40. O professor explica que, assim que tiverem matéria-prima, a produção será feita em grande escala. "Já tem rede de farmácia do Sul procurando."
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Macaco da espécie 'Macaca fascicularis', mesma usada no estudo que modificou genes de macacos para reproduzir sintomas similares aos do autismo (Foto: André Ueberbach/Creative Commons)
Cientistas na China conseguiram modificar genes de macacos pela primeira vez para poder estudar o comportamento autista em humanos e a transmissão para seus descendentes, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira (25) pela revista "Nature". Um dos principais desafios na pesquisa dos diferentes espectros de autismo está na falta de modelos animais que possam reproduzir fielmente os sintomas desta condição detectados em pacientes humanos. Embora nos últimos anos tenham sido alcançados grandes avanços neste campo em experimentos com roedores, não houve até agora modelos de primatas não-humanos, os quais refletem com mais precisão doenças neuronais complexas.
Primatas com sintomas de autismo
Os cientistas da Academia Chinesa de Ciências, com o especialista Zilong Qiu à frente, conseguiram desenvolver um modelo de primatas afetado pela síndrome de duplicação do gene MeCP2, um gene epigenético que controla a atividade de muitos outros genes. Esta desordem se apresenta na infância e compartilha alguns dos sintomas principais com alguns espectros do autismo, explicaram os autores do estudo. Neste sentido, estudaram oito macacos-caranguejeiros (Macaca fascicularis), modificados geneticamente a partir de lentivírus que apresentavam uma superexpressão no cérebro do gene MeCP2, associado ao autismo. As funções cognitivas destes primatas transgênicos, afirmaram os cientistas, eram relativamente normais, mas foram observadas várias mudanças em seu comportamento. Entre outros, detectaram nos oito sujeitos um aumento das condutas motoras repetitivas e dos comportamentos relacionados com a ansiedade, ao mesmo tempo em que diminuiu a interação social entre eles.
Descendentes também afetados
Além disso, demonstraram a existência de uma transmissão do gene aos descendentes de um dos macacos macho, os quais também apresentaram uma deterioração em suas interações sociais quando foram pesquisados como casais. Os especialistas da Academia Chinesa de Ciências de Pequim puderam assim determinar que tanto os primatas como sua descendência chegaram a apresentar mudanças em seu comportamento, o que demonstra que é possível experimentar com primatas não-humanos modificados geneticamente para estudar desordens do desenvolvimento neuronal.Segundo destacam os autores, este trabalho poderia contribuir ao desenvolvimento de estratégias terapêuticas para tratar os sintomas de algum dos espectros do autismo.
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- (ASCOM/CMB/Eliana Costa)
- 28 Jan 2016
- 18:53h
(Foto: Brumado Urgente)
Na próxima segunda-feira (01.02) às 18h30 estará sendo realizada a primeira sessão ordinária do legislativo brumadense referente ao início dos trabalhos parlamentares do primeiro semestre de 2016.O recesso teve início no final do mês de dezembro de 2015, porém os vereadores continuaram seu trabalho com visitas às comunidades rurais e aos bairros da cidade para poderem verificar in loco as principais necessidades de cada uma das localidades e também ouvirem os líderes comunitários e a população em geral, podendo desta forma trabalhar em conjunto com o executivo municipal na verificação das prioridades. Dando prosseguimento à abertura dos trabalhos legislativos será realizada a partir das 19h00 a sessão solene de entrega de títulos de cidadão brumadense, quando serão homenageados: Adelmir Moreira Gama, Ângelo Mário Carvalho Araújo, Antônio Ferreira da Silva, Marcos Antônio Cardoso Soares, Nilton José de Mello Lira e Romildo Caíres Bonfim. A entrega de títulos é uma homenagem oferecida pela Câmara de Vereadores como forma de congratulação e agradecimento pelos feitos realizados pelos indicados em prol de Brumado, já que não são natos da cidade e a escolherem para ser sua terra natal e por ela trabalharem em busca de progresso e desenvolvimento. O presidente da Casa, vereador Alessandro Lôbo e Silva juntamente com todos os vereadores que compõem o legislativo convidam a toda população para a sessão de entrega dos títulos. “É um momento de muito prazer para todos nós a entrega dos títulos, pois podemos de forma simples homenagearmos essas pessoas que amam Brumado e que de forma direta ou indireta trabalham para o seu crescimento”, destacou Alessandro Lôbo.
(Foto: Reprodução)
Se você é um dos milhares de fãs de banana no mundo deve começar a se preocupar, porque segundo especialistas a fruta pode ser extinta. Um fungo atinge as plantações de banana desde 1950, mas uma espécie da fruta, a Cavendish (no Brasil, banana d'água e/ou nanica) não era afetada. Contudo, estudiosos alertam que a praga está mais poderosa e agora pode atingir essa variação da banana. Com isso, agricultores temem que o único tipo de banana que era imune a Gros Michel possa ser afetado. Para evitar a extinção da fruta, que tem uma produção de mais de 7 milhões de toneladas no Brasil, os pesquisadores tentam aperfeiçoar geneticamente a Cavendish. Outra medida é procurar outra espécie de banana que seja imune ao fungo.
(Foto: Reprodução)
A intensificação das medidas de combate ao Aedes aegypti anunciada pela prefeitura do Rio poderá até diminuir o número de pessoas infectadas pelos vírus da dengue, chikungunya e zika durante os Jogos Olímpicos, mas será insuficiente para impedir que visitantes sejam infectados e levem esses vírus para seus países de origem. Essa é a opinião de especialistas em infectologia ouvidos pela reportagem. De acordo com os médicos, uma ação bem-sucedida contra o mosquito requer recursos, empenho, amplitude e continuidade, fatores difíceis de convergir em pouco tempo. "Quando conseguimos eliminar o mosquito, nos anos 60, foi por causa de um trabalho que já vinha sendo feito havia décadas. Não é em sete meses, pensando apenas em um evento, que vamos resolver o problema. Mas é claro que essas medidas são melhores do que não fazer nada", opina Celso Granato, professor de infectologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
"Essas ações só terão algum efeito se forem feitas em uma área maior, e não só nos locais dos Jogos. O ideal seria que se cobrisse a maior área possível, mas acho difícil ter recursos humanos e financeiros para isso", diz ele. Para Edimilson Migowski, professor de infectologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para ter eficiência a ação precisa ser feita "com competência" e ir além dos locais de competição. "O Aedes costuma viver em ambientes urbanos e prefere espaços fechados, onde há pessoas, como residências. É importante vistoriar instalações olímpicas e pontos turísticos, mas o mais importante seria combater criadouros nos locais de hospedagem dos turistas, como hotéis e albergues", diz.
Inverno
Segundo os infectologistas, o fato de os Jogos Olímpicos ocorrerem durante o inverno não garante que o Rio estará livre da circulação dos vírus transmitidos pelo Aedes. "Em um país tropical como o Brasil a circulação dessas doenças pode até diminuir nos meses mais frios, mas não para, porque não temos temperaturas muito baixas como no Hemisfério Norte. A transmissão continua no inverno, principalmente em Estados mais quentes, como o Rio e os do Nordeste", diz Granato. O especialista afirma que são altas as chances de a Olimpíada aumentar a disseminação do zika vírus pelo mundo. "Muitos turistas 'virgens ao vírus' virão para cá, serão contaminados e, quando voltarem aos seus países, poderão introduzir o vírus no local. No caso do Hemisfério Norte, há ainda o fato de agosto ser período quente. Seria um ciclo fechado. No sul da Europa e dos Estados Unidos já temos a presença do Aedes. Não acho difícil que haja surtos de zika nesses locais", afirma ele. Migowski ressalta que o que dificulta ainda mais o controle da circulação do zika vírus no mundo é o fato de a maioria das pessoas contaminadas não apresentar sintomas. "Cerca de 80% dos infectados não vão nem saber que tiveram a doença, o que impossibilitaria uma vigilância maior das autoridades sanitárias de cada país."
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(Foto: Reprodução)
O juiz Jesseir Coelho de Alcântara, titular da 1ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida de Goiânia, acredita que a interrupção da gravidez em casos de microcefalia com previsão médica de morte do bebê é "válida". "Se houver pedido por alguma gestante nesse caso de gravidez com microcefalia e zika, com comprovação médica de que esse bebê não vai nascer com vida, aí sim a gente autoriza o aborto", afirmou em entrevista à BBC Brasil. Alcântara já permitiu interrupção de gestações em casos de síndromes de Edwards e de Body-Stalk, anomalias que inviabilizariam a sobrevida do bebê fora do útero. "A anencefalia e a microcefalia severa, com morte no nascimento, são casos similares", avalia. Para o juiz, se a lei permite o aborto é permitido por lei em casos de fetos anencefálicos (mal que impede o desenvolvimento cerebral do feto), também se justifica em "gestações em que o feto comprovadamente nascerá sem vida", devido à microcefalia. Ele afirma que, para que tomar a decisão, são necessários três laudos médicos, mais parecer favorável do Ministério Público. No Código Penal, são previstas duas formas legais de aborto: em casos de risco de vida para a mãe ou em gestações resultantes de estupro. Em 2012, o STF admitiu uma terceira hipótese e a interrupção de gestações de fetos anencéfalos deixou de ser crime.
- Brumado Urgente
- 28 Jan 2016
- 12:50h
Vários pacotes de doces foram levados das prateleiras (Foto: Brumado Urgente)
Em Brumado o ditado “é mais fácil que roubar doce de criança” ganhou uma versão diferenciada, já que, na tarde desta quarta-feira (27), uma dupla de bandidos armados invadiu o depósito de uma distribuidora de alimentos e doces e aterrorizou, ao melhor estilo dos filmes policiais, o proprietário e um funcionário que estava no local, fazendo os dois deitarem no chão sob a mira de um revólver. Extremamente agressivos, os dois primeiramente levaram dinheiro e celulares e ameaçaram o proprietário a abrir o cofre. Como eles não acharam cofre no local e com receio da Polícia chegar, já que alguém poderia estar acompanhando a ação, eles fugiram, mas, na fuga aproveitaram para levar uma grande quantidade de pacotes de balas, chicletes e chocolates. Na fuga alguém conseguiu anotar a placa da moto que eles estavam MZH 8687 – Brumado – BA. A Polícia já iniciou as investigações e já teria pistas dos bandidos, os quais já teriam praticado outros assaltos na cidade.
(Foto: Reprodução)
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou as faixas de acionamento das bandeiras tarifárias de 2016, com a criação de um novo - e mais barato - patamar para a bandeira vermelha, que vem sendo paga pelos consumidores brasileiros desde janeiro do ano passado. Os novos valores, mais baixos em relação aos atuais, passam a vigorar em fevereiro. O diretor da Aneel relator do processo, André Pepitone, manteve a proposta da área técnica com a criação de dois patamares de cobrança adicional no caso da bandeira vermelha, mas propôs um desconto ainda maior que o previsto anteriormente. O patamar 1 - antes estimado pelo corpo técnico do órgão em R$ 4,00 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos - será de R$ 3,00 para cada 100 kWh consumidos. O valor final representa um desconto de 33% sobre o preço praticado atualmente, de R$ 4,50 para cada 100 kWh.
No patamar 2, por outro lado, o preço proposto é de R$ 4,50 para cada 100 kWh consumidos, igual à cobrança hoje realizada nas contas de luz. A bandeira vermelha continuará a ser acionada nos meses nos quais o custo de operação (CVU) da usina térmica mais cara a ser despachada for superior a R$ 422,56/MWh. No caso do patamar 1, esse limite deve ficar entre R$ 422,56/MWh e R$ 610/MWh, que é a situação atual do sistema nacional. Quando o CVU da última usina a ser despachada for igual ou superior a R$ 610/MWh, será implementado o patamar de preço estabelecido no patamar 2. Já a bandeira amarela será reduzida de R$ 2,50 ara R$ 1,50 para cada 100 kWh consumidos, um desconto de 40%. Essa bandeira permanecerá sendo acionada nos meses em que o valor do CVU da última usina a ser despachada for igual ou superior a R$ 211,28/MWh e inferior a R$ 422,56/MWh. Quando o valor da usina mais cara for inferior a R$ 211,28/MWh, será acionada a bandeira verde, o que implica em nenhuma cobrança adicional ao consumidor. Uma das causas para os descontos serem ainda maiores que os previstos inicialmente pela área técnica foi o fato de a Aneel ter atualizado a previsão de crescimento da carga em 2016 para 1% em relação a 2015, ante uma expansão de 2,4% considerados anteriormente. Na próxima sexta-feira, 26, a Aneel decidirá sobre qual bandeira vigorará no mês de fevereiro. Como não houve desligamento de térmicas neste mês, a bandeira deverá continuar vermelha, no primeiro patamar. Ou seja, os consumidores pagarão em fevereiro um adicional de R$ 3 para cada 100 kWh consumidos. De acordo com Rufino, é provável que se espere até abril para que possa haver uma mudança na cor da bandeira. "Sair da bandeira vermelha depende das térmicas que são despachadas. Tivemos uma hidrologia favorável em janeiro, mas depende do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) determinar o desligamento de térmicas ou não. Em abril, no final do período úmido, é o momento de maior certeza para haver essa deliberação", concluiu.
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- Daniel Simurro | Brumado Urgente
- 28 Jan 2016
- 11:00h
Propriedades abandonadas que não podem ser visitadas pelos agentes são inúmeras na cidade (Foto: Daniel Simurro | Brumado Urgente)
O problema dos terrenos e propriedades abandonados em Brumado é antigo, mas nos últimos tempos ficou crônico e, agora, com o advento da tríplice endemia, acabou se tornando questão de vida ou morte, mas, mesmo diante disso, a burocracia e a falta de servidores públicos para fazer o devido mapeamento se transformou em um grande desafio para a administração municipal, que, por meio da Vigep, iniciou o projeto “Mutirão da Limpeza”, o qual atingirá todos os bairros do município visando a eliminação de focos do aedes aegypeti. A reportagem do Brumado Urgente esteve na tarde desta quarta-feira (27) no Bairro Olhos d’Água, o qual foi o primeiro a receber o referido projeto e, apesar de constatar a boa vontade e a participação positiva dos moradores, registrou inúmeros terrenos baldios e propriedades abandonadas, os quais são potenciais criadouros do mosquito, além de abrigar cobras e escorpiões que vêm sendo apanhados com frequência. Em contato com o secretário municipal de infraestrutura, engenheiro André Cardoso, o mesmo citou que os proprietários dos terrenos estão sendo, na medida do possível, notificados e até multados, mas os serviços não têm a resolutividade que mereciam, pois esbarram na falta de pessoal para fazer o devido levantamento. Dentro do perímetro urbano de Brumado se calcula que existam cerca de mil terrenos e propriedades nessas condições, o que realmente é um grande desafio para o poder público municipal no sentido de se evitar uma epidemia de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus.
No bairro Olhos d´Água ainda existem muitos terrenos baldios cheios de lixo e entulho (Foto: Daniel Simurro | Brumado Urgente)
(Foto: Reprodução)
Em meio ao processo de digitalização do conteúdo, os grupos de educação tem de pensar em um novo formato das salas de aula. Em vez de inibir o uso do celular pelos alunos, as novas salas são desenhadas para estimular o uso de dispositivos móveis para acessar plataformas digitais de ensino. O ambiente também deve ser mais "amigável" para receber trabalhos em equipe e, em algumas ocasiões, estimular o aluno a ser mais ativo no processo de ensino. A inspiração para a nova sala de aula vem de ambientes como os escritórios das empresas de tecnologia e das cafeterias Starbucks, afirma o arquiteto Kiko Sobrino, que desenvolve projetos para escolas há cerca de três anos. "O aluno já é digital, mas a sala de aula ainda é um ambiente analógico. Ela precisa de uma evolução", diz.
Sobrino projetou uma sala de aula para o grupo Santillana, que oferecerá às escolas uma opção para adaptar seus ambientes. A regra é ter um ambiente conectado, com mesas compartilhadas, centrais de carregadores e QR codes para divulgar a tabela periódica, por exemplo.
Renovação
Para acessar conteúdos online na sala de aula, a Estácio repensou o antigo "datashow". A empresa pesquisou no mercado aparelhos que pudessem se adaptar à sala de aula, mas, na falta de um produto adequado, desenvolveu sua própria solução. A Estácio criou o "telion", uma espécie de TV equipada com processador da Intel. No telion, o professor pode escrever na própria tela, acessar um conteúdo no sistema de ensino da universidade, marcar o texto digital e receber dúvidas de alunos. "Não temos a pretensão de inventar a roda. Mas tivemos de criar nossa própria solução porque o que encontramos no mercado não era viável. Ou era muito caro e não dava para usar em grande escala ou era uma solução muito difícil de ser usada pelos professores", afirma a diretora de inovação da Estácio, Lindália Reis. Desde que construiu o protótipo, a Estácio já produziu 100 unidades do telion na fábrica da Samsung. Para este ano, a meta é colocar o aparelho em 4 mil salas de aula. A empresa é dona de uma patente internacional do produto e avalia licenciar o eletrônico para outras escolas interessadas.
Mão na massa
Além de adaptações para receber a tecnologia, as salas são reformadas para estimular o aluno a ser mais ativo no processo de ensino. Para isso, o grupo Anima pretende construir laboratórios "maker" nas suas universidades. São espaços onde os alunos podem fazer protótipos de suas ideias. O primeiro deles foi inaugurado no ano passado na Unimonte, em Santos (SP), e mais dois serão criados neste semestre - na UniBH e na Una, ambas em Minas Gerais. Além dos laboratórios, a Anima pretende construir 50 salas de aulas inovadoras neste ano, com puffs, mesas em triângulo e outras adaptações para facilitar o trabalho em grupos.
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- Brumado Urgente
- 28 Jan 2016
- 09:20h
Os técnicos da empresa foram ao local e retiraram dispositivos das caixinhas que ficam nos postes e não retornaram mais (Foto: Brumado Urgente)
Os serviços da OI Telefonia Fixa estão sendo cada vez mais contestados em Brumado, tanto que várias pessoas já estão desistindo dos serviços para não ter mais “dores de cabeça” com a empresa. Na manhã desta quinta-feira (28) o brumadense Mariano Vasconcelos Meira, morador da Rua Oswaldo Cruz, no centro da cidade, procurou a redação do Brumado Urgente para expressar a sua grande indignação contra a referida companhia de telefonia. Segundo ele a linha ficou muda há vários dias, sendo feita uma abertura de ordem de serviços no último dia 23. Em seguida os técnicos foram ao local e mexeram nas caixinhas que ficam no poste e retiraram algum dispositivo e nada mais foi feito, deixando o cliente sem os serviços até o dia de hoje. São várias as reclamações similares contra a empresa, que segundo informações estaria passando por problemas técnicos. A questão que irrita os clientes é que são contabilizados todos os dias na cobrança, o que poderia ser caso para o Procon, mas como em Brumado ainda não existe uma agência, aqueles que se sentirem prejudicados podem fazer uma reclamação diretamente na ouvidoria da empresa, ou, caso se sintam muito prejudicados podem procurar o Tribunal Especial de Pequenas Causas.
(Foto: Divulgação)
A antologia de tiras em quadrinhos “O Tiraço”, publicada pelo selo editorial baiano RV Cultura e Arte, foi selecionada para integrar o Festival Internacional de Angouleme, realizado na França, desta quinta-feira (28) a domingo (30). Editado por Larissa Martina, Ilan Iglesias e Isabelle Felix, o projeto em formato de jornal, que concorre à categoria de Quadrinho Alternativo, contou com o traços de 30 artistas brasileiros, dentre eles os baianos Flávio Luiz e Bruno Aziz, além de grandes nomes do quadrinho nacional como Fernando Gonsales, Gustavo Duarte, Laudo, André Dahmer e Galvão Bertazzi. No festival, equivalente ao Cannes dos quadrinhos, o projeto baiano foi inscrito na única categoria que aceita material em idioma diferente do francês, contou Larissa Martina, que comemora o fato de participar, mas não tem muita pretensão de vencer. “Eu acho que é algo muito longe de acontecer. Tem muitos outros materiais igualmente interessantes. Como a gente não conhece, fica difícil se posicionar. O legal é o reconhecimento do projeto que a gente conseguiu fazer com dificuldade”, revela a editora-chefe e “O Tiraço”. O projeto, que levou quatro meses de produção e foi contemplado pelo edital Arte em Toda Parte - Ano II, da Fundação Gregório de Mattos, foi distribuído gratuitamente nas escolas da rede municipal de ensino, em Salvador, com uma tiragem de 30 mil exemplares. Participaram da publicação os quadrinistas Analu Medeiros, André Dahmer, Beto Basso, Bianca Pinheiro, Bruno Aziz, Caetano Cury, Chicolam, Cris Peter, Davi Caramelo, Estevão Ribeiro, Fábio Coala, Fernando Gonsales, Flávio Luiz, Frédson Gonçalves, Galvão Bertazzi, Guilherme Borges, Guilherme Caldas, Gustavo Duarte, Hector Salas, Junião, Laudo, Marcelo Nepomuceno, Marco Oliveira, Omar Viñole, Roni Silva, Rose Araujo, Ruis, Samuel Casal, Venes Caitano e Will Leite.
(Foto: Reprodução)
A funcionária mais recente da Receita Federal trabalha há cerca de um ano no Aeroporto de Salvador e está cheia de mordomias. Para começar, pega no batente apenas três horas por dia. O restante do tempo, passa comendo, brincando ou se exercitando, quando não está dormindo. Analisando assim, seria, no mínimo, inconcebível, se a funcionária pública não fosse a cadela Cora, da raça pastor-alemão, que se tornou o primeiro cão farejador da Receita a atuar na Bahia. Ontem, porém, foi um dia quase atípico: trabalhou duro durante uma operação conjunta entre a Receita e a Polícia Civil, no aeroporto. Ela e outros dois pastores-alemães do Centro de Operações Especiais (COE) da Polícia Civil – Troy, um macho de 1 ano e 4 meses, e Quani, uma fêmea de 6 anos –, procuraram drogas em voos internacionais e domésticos. “Essa operação foi intensificada pelas pessoas que vêm para o Carnaval. Começamos ontem (segunda) e vamos até o último dia da festa”, explicou o investigador Luís Bastos, coordenador do canil do COE, que participou da Operação Céu Azul. Até ontem, não houve apreensão.
Com direito a matrícula funcional tatuada na orelha direita e colete da Receita, Cora, que tem 5 anos, é um patrimônio da União e faz parte de um projeto do órgão federal para ampliar o combate ao tráfico de drogas no aeroporto. A cadela tem personalidade curiosa e o faro apurado, características essenciais para o trabalho: encontrar drogas e outras substâncias ilícitas. Enquanto os seres humanos contam com cerca de 5 milhões de células olfativas, os cães possuem uma média de 200 milhões em sua estrutura. “Certa vez, ela detectou acetona em uma mala. Era uma quantidade pequena, em um frasco devidamente acondicionado, mas poderia ser uma quantidade maior, já que a acetona é usada no refino da cocaína”, contou o adestrador de Cora, o auditor da Receita, Klaus Schlucking, 39 anos. Antes meter as fuças em malas, carros ou pessoas – em geral nos locais de grande fluxo de gente ou mercadorias –, ela passou meses de ralação, quando aprendeu a identificar os diversos tipos de drogas e a se comportar em público. Aos 2 anos, passou por treinamentos no Centro Nacional de Cães de Faro (CNCF) da Receita, em Vitória (ES). “Ela é capaz de achar certa quantidade de drogas enterrada na terra até uma profundidade de dois metros”, elogiou Klaus. Além da linguagem nativa dos cães, popularmente chamado de “cachorrês”, Cora só compreende a língua alemã. Como? Simples. Através dos comandos dados pelo adestrador, descendente de alemães. “É uma estratégia para evitar que outras pessoas compreendam e deixem o animal desorientado”, explicou o auditor. A cadelinha não tem contracheque, mas recebe pelo trabalho afagos e meio quilo de ração diet. De pêlos negros e marrons, brilhosos e macios, mede 1,5 m de altura e está um pouco acima do peso – 40 kg. Isso nunca foi problema para ela, que é considerada o “focinho de ouro” do aeroporto. “Ela sempre foi cheinha, mas isso não a impediu de desempenhar suas funções. Olha que a ração dela é diet. Cora pula, corre, sobe contêineres sem nenhum problema. Uma funcionária exemplar”, citou. Depois de um dia de trabalho, a cadela é levada para um canil conveniado com a Receita, onde dorme e é treinada durante a semana para encontrar drogas camufladas. Como todo trabalhador, ela tem direito a assistência médica. “O canil conta com veterinários”, disse o treinador, que pode adotar a mocinha quando ela se aposentar, lá pelos 9 anos.
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- Brumado Urgente
- 28 Jan 2016
- 07:13h
Nas grandes redes de supermercados em São Paulo o quilo da fruta é vendido a "preço de ouro" (Foto: Reprodução Facebook)
Para os moradores de toda a região sudoeste da Bahia a ver ambulantes vendendo o popular umbu, fruta tipicamente nordestina, a preço de “banana”, pelo menos se houver uma equiparação com a região sudoeste do país, onde o produto é vendido a "preço de ouro", já que em alguns locais como São Paulo, o quilo dessa iguaria sertaneja chega a cifra de R$ 100,00. Essa constatação vem invadindo as redes sociais, onde várias pessoas que nasceram aqui na Bahia, mas moram na capital paulista, estão fazendo questão de postar ou compartilhar essa "valorição" deste fruto que brota de forma generosa na zona rural brumadense.