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Um incentivo à investigação no exercício do jornalismo

  • Por Guilherme Bittar / OI
  • 13 Mar 2016
  • 09:12h

(Foto: Divulgação)

A conquista do principal Oscar de 2016 por Spotlight premia não apenas um grande filme com um elenco magistral, no qual brilham Michael Keaton e Mark Ruffalo, mas consagra, sobretudo, o bom jornalismo. Dos concorrentes ao Oscar, Spotlight era o mais impactante em termos políticos, o que pode ter pesado na escolha como melhor filme do ano. Trata-se de um longa biográfico, que narra uma investigação jornalística desenvolvida por um time de repórteres que abalaria as estruturas da Igreja Católica. O filme se passa entre 2001 e 2002 em Boston, uma cidade americana de porte médio (645 mil habitantes). A história sacode o vespeiro que é a questão da pedofilia na igreja e mostra que jornalismo é fundamental, quando feito com independência, estrutura e determinação em investigar. Spotlight é honesto. Elenco e roteiro dão verossimilhança à história, sem se valerem de velhos clichês que costumam envolver histórias desse tipo, normalmente conduzidas por tipos caricatos de repórteres deslumbrados. O roteiro é sóbrio e ajuda a entender os bastidores de uma profissão difícil, compreendida por poucos. Pressões e porta na cara de jornalista estão lá, ameaças, além de tentativas de acobertar informações que deveriam ser de acesso público. The Boston Globe possui uma equipe de repórteres especializados em investigação, chamada de Spotlight. Eles podem ficar meses debruçados num assunto e não conseguir êxito. Ou então puxar o novelo de uma grande história, de impacto mundial, a exemplo dos escândalos na igreja. E ter a coragem de publicar. Mostrando os fatos, sem contemporizar, com o destaque que merecem ter. A despeito dos conchavos que uma instituição poderosa pode sugerir. A pauta sobre pedofilia na igreja já estivera à porta do Boston Globe em outras ocasiões, sem receber atenção. Foi preciso chegar um novo editor, Marty Baron, vindo de outra cidade, talvez por isso descontaminado pelo tipo de relações locais. É ele quem incentiva a equipe a levar o assunto adiante.

Em uma passagem marcante, o arcebispo sugere um acordo de cavalheiros ao editor, para que não prossiga com a pesquisa. “A cidade desponta com a aproximação de suas grandes instituições”, diz o arcebispo. “Obrigado. Sou da opinião de que um jornal só desempenha bem suas funções se for independente”, rebate, de forma direta, Marty Baron. E ele, direção e repórteres levaram mesmo à frente, após um ano de apuração, para o bem do jornalismo e das centenas de crianças que foram violentadas ou poderiam vir a ser não fosse os fatos se tornarem públicos. Uma cobertura desse tipo revela o que há de essencial no jornalismo: investigar e produzir histórias que possam causar transformação social. Mas a história só foi possível pela coragem dos repórteres e da própria direção do jornal – não apenas em publicar, mas em financiar uma equipe de investigação, o que custa caro. Times como o Spotlight estão em extinção nas redações dos médios e grandes jornais, que tentam reduzir custos de todas as maneiras. Spotlight mostra aos não iniciados que jornal diário sério não é jogar confete. Ao menos nas publicações que pretendem ser relevantes e, por isso, tendem a ter um futuro possível, qual seja a plataforma. Ao passo que o jornalismo mambembe, preguiçoso, subjugado pelas conveniências, voltado a interesses menores, esse será difícil vender para leitores cada vez mais críticos e detentores de um universo de informações disponível sem custos na internet e redes sociais. Os jornais importantes não têm de trazer grandes escândalos todos os dias. É impossível. Mas têm de estar preparados para cobri-los, tendo disposição de investigá-los sem aceitar a primeira explicação. Sem se contentar com a versão oficial. É essa relevância, quando vista na prática, que faz do jornalismo algo sensacional e indispensável. Spotlight é um sopro de esperança num meio marcado pela instantaneidade das informações. Que ajude despertar a luz do jornalismo investigativo em outros periódicos, para que mais histórias com poder de melhorar o mundo possam ser contadas. Isso é mais importante que qualquer Oscar.

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Guilherme Bittar é jornalista e editor-chefe do jornal Diário do Sudoeste, no Paraná

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Após 80 anos de casamento, idosa com Alzheimer só reconhece marido

  • 13 Mar 2016
  • 08:02h

Casal completou 80 anos juntos em fevereiro deste ano (Foto: Laila Braghero/G1)

Do alto da cama hospitalar instalada no meio da sala, dona Genésia Generina Soares de Araújo, de 97 anos, espia o marido pelo canto do olho direito enquanto ele fala sobre quando construiu uma casinha de barro para os dois morarem em um sítio, no interior deNatal (RN). Com Alzheimer há 6 anos, apesar da família de 103 descendentes entre filhos, netos e até tataranetos, ela só reconhece o centenário Luiz Gonzaga de Araújo, com quem se casou há 8 décadas. A união do casal aconteceu em 1936. Ela era de família com melhores condições financeiras, mas não se importou em mudar para um lugar mais simples com o companheiro. Foram morar na casa que Luiz ergueu na propriedade do pai dele e viveram lá por cinco anos. Por baixo dos óculos miúdos, a mulher magrinha reconhece o esposo pela voz e pelo arrastar do andador até a poltrona que fica ao lado da cama dela, na residência com quintal amplo do bairro Vale do Sol, em Piracicaba (SP), onde moram desde os anos 1980.

 

A família conta que a ex-costureira foi diagnosticada com Alzheimer 4 anos depois de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que paralisou o braço direito, mas nunca esqueceu o amor da vida dela. – Quem é seu marido? – pergunta a filha caçula, professora Rita Maria de Araújo, de 56 anos, enquanto reclina o encosto da cama na posição vertical para a mãe sentar. – Luiz Gonzaga – responde a idosa.

A união
Luiz se apaixonou pela prima aos 20 anos. Ela tinha 18. Hoje, o agricultor aposentado soma um século de histórias para contar, entre elas o dia do casamento, fato vivo na memória como se fosse ontem, mas que na realidade ocorreu em 25 de fevereiro de 1936, em Florânia (RN). A festa que oficializou a união do casal foi embalada por sanfonas e muita dança, para fazer jus ao xará do Rei do Baião (Luiz Gonzaga do Nascimento).


Grande família
Seu Luiz e Genésia tiveram 15 filhos. As 6 primeiras meninas morreram ainda bebês, vítimas da falta de informações médicas no Nordeste daquela época. Mas os demais, outras 6 meninas e 3 meninos, não só "vingaram" como deram ao casal 46 netos, 33 bisnetos e 9 tataranetos. Já adultos, os filhos convenceram os pais a se mudarem para Piracicaba em 1986. A família toda migrou para o interior de São Paulo e nunca mais voltou para o Rio Grande do Norte. Foi na cidade paulista que o aposentado comemorou os 100 anos, em junho do ano passado. A festa reuniu quase 200 pessoas.

Alzheimer x convivência
O neurologista Márcio Balthazar, professor da Unicamp, disse ao G1 que o fato de Genésia ainda reconhecer o marido entre tantos outros familiares e amigos pode ser atribuído à relação próxima entre eles, à convivência e às muitas conversas diárias ao longo dos anos. "A princípio as pessoas não reconhecem o companheiro mesmo, mas quanto mais intimidade melhor. Quanto mais contato tiver com o outro, melhor." Ele ressaltou também que o Alzheimer é uma doença que afeta primeiro as lembranças recentes. Segundo o professor, há casos em que a mãe ou pai não reconhece mais o filho pois só lembra dele quando criança. "Vê um barbudo, uma pessoa mais velha chamando de filho, causa estranheza. É mais fácil achar que o neto é filho." O especialista ainda afirmou que o mesmo pode acontecer entre casais. "Às vezes, a paciente confunde o marido com o pai."

80 anos juntos
As oito décadas de matrimônio reluzem na mente de seu Luiz como fagulhas embaralhadas pelo peso de seu centenário e saem como peças de um quebra-cabeça. A filha Rita é responsável pela montagem desses fragmentos para facilitar o entendimento inclusive entre o próprio casal. Com olhos marejados à sombra do chapéu, o idoso recorda como a mulher era "trabalhadeira" e deu conta dos estudos dos herdeiros sozinha. "Uma vez passei seis meses aqui para tratar de uma infecção e seis meses na estrada de Minas. Cheguei no Nordeste e ela tinha cuidado de tudo na casa. Não levei um centavo, porque eu não tinha, e ainda voltei e estava tudo certo." "Nós todos estudamos por conta dela", confirmou Rita. "Meu pai vivia na roça, trabalhando, e ela tomava conta da gente. Fazia de tudo para estudarmos." E deu certo. A caçula fez magistério e depois cursou pedagogia. "Era aquela pessoa que andava na cola da gente para estudarmos."

Saudades do diálogo
O casal sempre foi de conversar muito quando Luiz Gonzaga estava em casa. Já na velhice, todas as tardes eles passavam sentados na calçada olhando a rua e batendo papo. Chegavam a almoçar na rua, conta a filha. "Eu ainda dava aulas, então a moça que cuidava deles era orientada a dar comida fora de casa mesmo, porque eles não queriam entrar", lembrou Rita. Aos poucos, porém, ambos se tornaram mais quietos. Nos últimos dois anos, mesmo período em que Genésia passou a ficar acamada, o silêncio começou a falar mais alto entre os dois. "Ele não aceita muito a situação dela", diz Rita. O aposentado passa pela cama da esposa, pergunta se está tudo bem, mas não entende muito bem o que a mulher fala e sente saudades dos tempos em que a companheira tinha mais saúde. Rita acredita que ambos pioraram depois que um dos filhos morreu de câncer no intestino, há três anos. "Era o xodó da minha mãe. Quando ela pergunta dele e a gente diz que ele morreu, ela dá um suspiro. Então às vezes a gente só fala que ele saiu."

Mimos e poesia
Todos os dias, a filha enfeita os cabelos de Genésia com uma flor. A costureira sempre gostou de flores e ganhava uma cada vez que o marido voltava para casa. Ainda hoje ele a presenteia com pequenos mimos. Outro costume de seu Luiz e que deixa a casa mais alegre é a literatura de cordel que aprendeu com o pai na infância:

"Se o poeta Laurindo fosse criança mimosa
No peito da mãe mamando, com as faces cor de rosa
No peito da mãe mamando, se ele se amamentasse
O tempo bom foi passado
Ah, se o passado voltasse"

Enquanto Luiz declama, Genésia acompanha interessada com a cabeça inclinada para o lado da poltrona onde o marido está sentado.

65 livros em um ano
O gosto da mulher pela leitura também pode ter contribuído para retardar o avanço do Alzheimer, conforme o neurologista Márcio Balthazar. De acordo com a filha, a costureira chegou a ler pelo menos 65 livros em um ano. "Quanto mais escolaridade, mais atividade mental e intelectual menores são as chances de ter a doença", afirmou o professor da Unicamp. "Muitas vezes isso retarda o aparecimento da doença ou faz com que ela apareça de forma mais branda", completou Balthazar.

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Luto: Clemente Caíres aos 30 anos; ele era tecladista e tocava na banda do forrozeiro Ed Rossi

  • Daniel Simurro / Brumado Urgente
  • 12 Mar 2016
  • 20:13h

Clemente Caíres era conhecido pelo seu sorriso fácil e pelo seu alto astral e sua morte causou muita tristeza na classe musical brumadense (Foto: Reprodução Facebook)

A música brumadense “chorou” na tarde deste sábado (12) com a confirmação da morte do tecladista Clemente Caíres (30), o qual foi vítima fatal de um acidente ocorrido numa estrada vicinal que corta a Comunidade de Morrinhos, na região do Distrito de Cristalândia. Segundo as informações chegadas à redação do Brumado Urgente, ele estava numa motocicleta que derrapou numa curva e ele foi lançado violentamente ao solo, tendo lesões graves na região craniana. Ele foi socorrido por um motorista que passava na hora no local, que tentou o trazer para o Hospital Magalhães Neto. No meio do caminho a equipe do SAMU 192 fez a interceptação e, logo foi prestar o socorro, mas, infelizmente, Clemente já tinha vindo a óbito. Filho do comerciante “Noé da Buchada”, Clemente era muito querido do meio musical, pois com seu alto astral conquistava cada vez mais amigos. Considerado um músico versátil e de grande habilidade, Clemente atualmente estava tocando na banda do forrozeiro Ed Rossi. O corpo foi trazido para o IML de Brumado e o sepultamento acontecerá neste domingo (13). 

O acidente aconteceu próximo da Lagoa de Morrinhos (Foto: Daniel Simurro / Brumado Urgente)

Nova vacina elimina efeito da nicotina em fumantes e promete acabar com vício

  • 12 Mar 2016
  • 20:02h

(Foto: Reprodução)

Uma nova ajuda para as pessoas que querem largar o vício no cigarro surgiu. Nesta sexta-feira (11), um grupo de pesquisadores norte-americanos divulgou que desenvolveu uma vacina para eliminar o efeito da nicotina no corpo. O remédio treina o organismo a atacar as moléculas dessa substância antes que ela chegue ao cérebro. Sem o efeito prazeroso do cigarro, o fumante consegue largar o vício mais rapidamente.  Essa versão da vacina tem 60% de eficiência, se comparada às anteriores que possuiam o mesmo objetivo.

 

Testes
A equipe liderada pelo químico Nicholas Jacob testou em ratos um mecanismo diferente, treinando o sistema imunológico a atacar a nicotina. Ele perceberam que, com níveis corretos de proteínas transportadoras e moléculas de nicotina, os animais desenvolvem uma resposta imunológica eficiente. E ainda deixaram os ratos um pouco nauseados ao receber uma dose extra de nicotina. Os estudiosos ainda vão testar se o medicamento provoca o mesmo efeito em seres humanos.

Perigo
Dez mil pessoas morrem por dia em decorrência do consumo de cigarro em todo o mundo, totalizando cerca de seis milhões de pessoas por ano. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgados em maio do ano passado, o tabaco é a principal causa de morte, seguida pelo álcool e pela inalação indireta do fumo, que atinge indivíduos que convivem com fumantes.  Apesar dos números alarmantes, Salvador é a capital brasileira com o menor índice de fumantes. De acordo com informações do Ministério da Saúde, 5,2% da população adulta declara fazer uso do cigarro. 

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Fóssil de 250 milhões de anos achado no RS revela nova espécie de réptil

  • 12 Mar 2016
  • 19:04h

(Foto: Reprodução)

Paleontólogos descobriram, no Rio Grande do Sul, um fóssil excepcionalmente bem-conservado do crânio de um réptil primitivo nunca antes descrito que viveu há 250 milhões de anos na região. A nova espécie recebeu o nome de inspiração indígena Teyujagua paradoxa. Na língua guarani, Teyujagua significa “réptil feroz”. De acordo com o paleontólogo Felipe L. Pinheiro, professor da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), a espécie tem características intermediárias entre os répteis primitivos e o grupo dos arcossauriformes, do qual fazem parte os dinossauros e os pterossauros, além das aves e jacarés atuais. O achado, portanto, traz informações importantes sobre início da evolução desse grupo. O crânio foi descoberto no começo de 2015 durante trabalho de campo na formação geológica Sanga do Cabral, em São Francisco de Assis-RS. Segundo Pinheiro, essa formação já era conhecida por ter fósseis, mas os que tinham sido encontrados até então eram pequenos e fragmentados.

Depois da grande extinção
“É uma formação muito importante porque registra uma época da história da vida na Terra logo após uma grande extinção que ocorreu no final do período permiano. A formação é do triássico inferior e registra uma etapa em que a vida está se reestruturando após essa extinção em massa”, diz o paleontólogo. Essa grande extinção, ocorrida há 252 milhões de anos, eliminou cerca de 90% das espécies do mundo. Ele conta que logo que seu grupo encontrou o crânio de 11 cm, teve certeza de que era uma coisa nova.  O Teyujagua paradoxa era um réptil quadrúpede que tinha no máximo 1,5 m de comprimento, dentes serrilhados e curvados e narinas posicionadas no topo do focinho, o que se encontra geralmente em animais aquáticos ou semiaquáticos. Era um animal carnívoro generalista, ou seja, não muito seletivo quanto ao seu cardápio, alimentando-se de anfíbios e pequenos répteis. “Uma das conclusões a que chegamos é que os arcossauriformes começaram a se diversificar logo após a grande extinção na forma de animais oportunistas. Eles não têm características anatômicas que o tornam um superpredador, são generalistas de pequeno porte.” A descoberta foi publicada nesta sexta-feira (11) na revista “Scientific Reports”, do grupo Nature, por Pinheiro e por pesquisadores da Universidade Federal do Vale do São Francisco, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da Universidade de Birmingham, no Reino Unido. “Hoje, existe muito apelo para se estudar os grandes eventos de extinção em massa porque se presume que estejamos vivendo uma extinção em massa, então isso pode ajudar a compreender o momento que estamos vivendo hoje”, observa o paleontólogo.

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Salinização na foz do Rio São Francisco ameaça peixes e vegetação

  • 12 Mar 2016
  • 18:02h

Perto da foz do São Francisco, em Alagoas, embarcações coloridas formam um cartão-postal

O Rio São Francisco transforma em espetáculo cenas do dia a dia. Em Piaçabuçu, perto da foz, em Alagoas, as embarcações formam um cartão-postal. Josenildo dos Santos é um dos maiores responsáveis por esse colorido espalhado pelo rio. Ele já pintou mais de 500 barcos. Mas a situação nunca esteve tão difícil para os pescadores. Os peixes de água doce desapareceram em seis povoados ribeirinhos, onde a água salgada do mar invadiu o leito do rio. Só em Piaçabuçu, 3,4 mil pescadores dependem do rio para sustentar suas famílias. A salinização não ameaça só os peixes. Também prejudica a vegetação que nasce na beira do rio. A vegetação nativa vai sendo substituída pelo manguezal, que suporta a água salgada. É o retrato triste de um gigante que está cada vez mais vulnerável. O Rio São Francisco não tem mais a força de antes quando duelava com o mar. Antes a água doce invadia o oceano. Agora é o mar que vai ganhando terreno. O oceano já engoliu até um pequeno povoado. Da Vila do Cabeço, onde viviam mais de 100 famílias, só restou o farol, que está tombando aos poucos. Um drama provocado pela combinação das secas e também pelo represamento das águas pelas hidrelétricas. A vazão controlada não deixa o rio correr como antigamente. E o Rio São Francisco, depois de percorrer mais de 2.800 quilômetros, se despede diante de uma paisagem exuberante, um deserto de areia.

Microcefalia faz aumentar caso de mães abandonadas por companheiros

  • 12 Mar 2016
  • 16:03h

Ianka Mikaelle Barbosa, de 18 anos, com sua filha Sophia, de 18 dias, que nasceu com microcefalia (Foto: Reuters/Ricardo Moraes)

Ianka Barbosa estava grávida havia 7 meses quando descobriu que seu bebê tinha microcefalia, uma malformação craniana. Antes mesmo de o bebê nascer, o pai da criança já tinha ido embora. Ianka, de 18 anos, atribui o rompimento à doença, que os médicos acreditam ter ligação com o vírus da zika, que ela contraiu durante a gestação. "Acho que, para ele, é minha culpa o bebê ter microcefalia", disse ela embalando Sophia, de duas semanas, na casa de tijolos expostos onde agora mora com seus pais na Paraíba, no nordeste do país. "Quando eu mais precisava de ajuda, ele me largou". A casa, que fica de frente para um córrego poluído à beira de uma vizinhança pobre, agora abriga nove pessoas. Só o pai de Ianka tem emprego, trabalhando ocasionalmente em construções. Seu ex-companheiro, Thersio, diz que não vê Sophia, mas evita falar sobre a microcefalia e culpa os pais de Ianka pela separação. "Eu deixei ela escolher, você é mulher dos seus pais ou é minha... e ela escolheu os pais."

 

Mães solteiras são comuns no Brasil, onde alguns estudos mostram que até 1 de cada 3 crianças de famílias pobres crescem sem o pai biológico, mas os médicos na linha de frente do surto de Zika se dizem preocupados com o número de mães de bebês com microcefalia que estão sendo abandonadas. Em um país no qual o sistema de saúde está sobrecarregado, o aborto é proibido e o vírus afeta mais os mais pobres, um pai ausente é mais um fardo para mães lutando para criar uma criança que pode nunca andar ou falar. Em uma clínica especializada em microcefalia de Campina Grande, na Paraíba, a psicóloga Jacqueline Loureiro ajuda mães a lidar com o estresse e o trauma. Das 41 mulheres que ela aconselha, somente 10 recebem apoio financeiro ou emocional adequado de seus companheiros, disse. "No começo, muitas das mulheres dizem que têm um companheiro, mas à medida que você as conhece percebe que o pai nunca está por perto e que o bebê e a mãe na prática foram abandonados", afirmou. Até a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarar o aumento de casos de microcefalia e outros problemas neurológicos possivelmente associados ao vírus da zika uma emergência de saúde pública mundial no dia 1º de fevereiro havia pouco interesse na malformação e nenhuma informação sobre o ônus sobre os pais. Mas estudos sobre crianças com outras necessidades especiais mostram que a doença aumenta substancialmente a chance de separação de casais. A secretária da Saúde de Campina Grande, Luzia Pinto, disse à Reuters que a cidade planeja fornecer moradia para as mães e as crianças com microcefalia por meio de um programa habitacional do governo para auxiliar o enfrentamento da crise. Ela também garantiu que uma psicóloga foi contratada na clínica para dar apoio às mães

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STF revoga liminar que suspendia pagamento do seguro-defeso

  • 12 Mar 2016
  • 15:00h

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou nesta sexta-feira (11) uma liminar que suspendia o pagamento do seguro-defeso. O benefício é concedido a pescadores para que eles não ficassem sem renda durante o período da reprodução dos peixes. Em sua decisão, Barroso diz que a suspensão do benefício tinha motivação fiscal e que o governo não foi capaz de demonstrar que havia fraude no sistema de pagamento da bolsa que justificasse o grave dano ambiental que poderia ser causado se os pescadores não suspendessem as suas atividades durante o período de defeso. Em meio à crise financeira, o governo esperava economizar R$ 1,6 bilhão com a suspensão do pagamento. O benefício tem o valor de um salário mínimo mensal e é pago a mais de 487 mil pescadores. A questão chegou ao STF em janeiro, quando a presidente Dilma Rousseff protocolou uma ação questionando a constitucionalidade de um decreto do Congresso que anulava uma portaria do Executivo para assegurar o pagamento aos pescadores. Na época, o presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, concedeu a liminar a favor do governo. Para Barroso, apesar de a decisão do colega ter sido "prudente e sensível", ele não poderia mantê-la depois de obter informações técnicas sobre o caso. O governo poderá recorrer da decisão.

Web personal: Profissionais de educação física investem em consultoria de treinos online

  • 12 Mar 2016
  • 14:02h

(Foto: Reprodução)

O conforto dos serviços online chegou ao mercado de saúde. Nos últimos dois anos, profissionais da educação física têm consolidado uma nova modalidade de consultoria de exercícios ao usar redes sociais para prestar o atendimento. Os educadores físicos Nei Costa, da Academia VidAtiva, e Thiago Fernandes, da Limiar 2, explicaram ao Bahia Notícias como funciona: o aluno entra em contato, responde um questionário sobre fatores de risco e histórico clínico – por exemplo, se possui algum problema de saúde, se já se lesionou, qual histórico de exercícios –, são solicitados exames para entender a gravidade de alguma lesão, caso esta exista, e depois das respostas o profissional avalia o resultado. 

“A pessoa vai treinar em casa? Na academia? Ela faz uma foto para a gente saber a estrutura que a pessoa tem, para poder montar o treino”, explica Thiago. Segundo Nei, todas as informações ajudam a determinar se o treino será de iniciante, intermediário ou avançado. “Explico qual o estímulo, a cadência e o tempo de cada repetição, o horário de descanso, o grupamento muscular que vai alongar no dia”, acrescentou. Os encontros são todos feitos pela web, seja via e-mail, WhatsApp ou Skype. Thiago conta que costuma acompanhar os treinos semanalmente e a cada 15 dias propõe uma conversa mais longa, de 10 minutos, para buscar o feedback. “A gente precisa ter todas essas questões alinhadas, porque se o aluno se machuca ou não tem o objetivo atingido, é nossa responsabilidade”, afirmou. Thiago diz que seus treinos não têm validade e seguem a necessidade do aluno. Nei, por outro lado, explica que seus treinos têm duração mais extensa, de seis semanas, mas pode variar conforme o progresso do cliente. “Se ele passa uma semana sem treinar, não é coerente mudar o treino. O treino é periodizado, se tem um cronograma de trabalho. Quando o aluno vai trocar o treino, tenho uma conversa com ele em que será decidido se vai ser trocado ou não”, continuou. A comodidade tem um preço barato e arriscado, segundo os especialistas. Conforme Thiago informou ao BN, a consultoria online chega a ser entre 50% e 60% mais barata do que seria o serviço prestado por um personal trainer pessoalmente, justamente por não haver custos com taxas de deslocamento, por exemplo. A parte ruim da modalidade de consultoria é a falta de um acompanhamento profissional na execução dos exercícios e a contratação de um profissional que não seja habilitado, como alguns blogueiros que estão na rede. “Tem muita gente fazendo isso hoje, mas tem que tomar cuidado, porque tem muito estudante. Não tem fiscalização, é um problema. Na academia pedem que o profissional apresente o Cref [registro no Conselho Regional de Educação Física], mas na consultoria online você não sabe quem está do outro lado do computador ou da linha”, destacou Thiago. Heitor Prates, conselheiro do Cref-BA reforçou a necessidade de monitorar as redes sociais, mas a entidade fiscaliza apenas os profissionais e depende da colaboração dos pares para identificar quem não possui registro e exerce ilegalmente a profissão. “Quando é identificado o exercício ilegal da profissão, a gente precisa comunicar o Ministério Público para fazer seu trabalho”, explicou. Prates disse ainda que não há publicação que impeça a consultoria online, mas é necessário ter cautela. “Se ela é conduzida por intermédio de profissionais de educação física, tem que ter cuidado com compromissos, mesmo através da internet. Mas no momento da intervenção, a sensibilidade é importante em determinados casos para fazer ajuste do treinamento”, finalizou.

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Brumado: Menores que estavam praticando racha e empinando motos são flagrados por guarnição da TOR

  • Daniel Simurro / Brumado Urgente
  • 12 Mar 2016
  • 13:39h

(Foto: Brumado Urgente)

A prática de rachas não é muito comum na região, mas existem sempre aqueles que gostam de quebrar as regras. Na manhã deste sábado (12) uma guarnição da TOR acabou flagrando uma dessas ações do “Breaking the Rules” na BA-030, na divisa entre Brumado e Malhada de Pedras, onde dois menores estavam praticando racha e também empinando as suas motocicletas. Imediatamente a guarnição fez a abordagem e acabou com a aventura da dupla, que acabou sendo liberada. As motocicletas foram encaminhadas para o pátio da PRE – Polícia Rodoviária Estadual na BA-262. Fica o alerta para aqueles que também querem dar uma de “velozes e furiosos” nas rodovias da região nos finais de semana, de que a guarnição da TOR está alerta e vai por fim na aventura. 

Nova técnica reduz câncer de mama

  • 12 Mar 2016
  • 13:04h

(Foto: Reprodução)

Uma combinação de dois medicamentos pode diminuir muito ou eliminar alguns tipos de câncer de mama em apenas 11 dias, de acordo com médicos britânicos. Eles dizem que a descoberta “surpreendente”, apresentada na Conferência Europeia de Câncer de Mama, pode significar que algumas mulheres não irão precisar de quimioterapia.  As drogas, testadas em 257 mulheres, atacam uma fraqueza específica encontrada em 1 a cada 10 casos de câncer. Segundo especialistas, a descoberta é um passo importante para cuidados sob medida para o câncer.  Os médicos que coordenaram os testes não esperavam - nem sequer pretendiam - alcançar resultados tão significativos. Eles estavam pesquisando como as drogas mudavam o câncer na breve janela entre o diagnóstico de um tumor e a operação para removê-lo.


 

Mas no momento da operação, não havia mais sinais de câncer em algumas pacientes. Judith Bliss, do Instituto de Pesquisa do Câncer de Londres, disse que o impacto da descoberta seria “dramático”. “Ficamos especialmente surpresos com essas descobertas já que foi um teste de curto prazo. Ficou claro que alguns tiveram uma resposta completa. É muito intrigante, é muito rápido”, disse à BBC.

Tipo de câncer
As drogas usadas foram lapatinib e trastuzumab, essa última mais conhecida como Herceptin. As duas têm como alvo a HER2, proteína que acelera o crescimento de alguns cânceres de mama em mulheres. O Herceptin age na superfície de células cangerígenas, enquanto o lapatinib consegue penetrar dentro da célula para ‘desligar’ a HER2. O estudo, que também ocorreu em hospitais do NHS (o SUS britânico) em Manchester, deu o tratamento a mulheres com tumores medindo entre 1 e 3 cm. Em menos de duas semanas de tratamento, o câncer desapareceu completamente em 11% dos casos, e em outros 17% ele ficou menor que 5mm. Atualmente, quem tem câncer de mama HER2 positivo tem mais chances de reincidência. “Teríamos que ter certeza de que não estamos dando um passo atrás e aumentando o risco de reincidência”, acrescentou Bliss. “Esperamos que esse teste particularmente impressionante com essa combinação sirva para darmos um passo além em direção a uma era com mais tratamentos personalizados para câncer de mama HER2 positivo”, disse Delyth Morga, presidente-executiva da Breast Cancer Now. “Uma resposta tão rápida ao tratamento pode dar ao médicos, em breve, uma capacidade sem precedentes de identificar mulheres que respondam tão bem (ao tratamento) que nem precisem de quimioterapia". Hoje, acredita-se que o que chamamos de “câncer de mama” seriam dez doenças diferentes, cada uma com causa, expectativa de vida e tratamento necessário diversos. Conseguir combinar as fraquezas específicas de cada tumor com drogas que as ataquem é considerado o futuro do tratamento do câncer. Os cânceres de mama, em particular os tumores HER2 positivos, estão na linha de frente desta revolução no tratamento. Arnie Purushotham, do Cancer Research UK, que financiou o estudo, disse: “Esses resultados são muito promissores se se sustentarem em longo prazo, e podem ser o primeiro passo em achar uma nova forma de tratar este tipo de câncer.”

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Temer: 'Crise é gravíssima e momento é de construir pontes'

  • Congresso em Foco
  • 12 Mar 2016
  • 12:55h

(Foto: Divulgação)

Na convenção que o reconduzirá ao comando do PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, fez um discurso em que defendeu a unidade do partido e do país para superar a “gravíssima crise econômica e política”. Sem citar a presidente Dilma, Temer disse que o momento é de unidade e não de divisão. “Não é hora de dividir os brasileiros, de acirrar os ânimos, de levantar muros, a hora é de construir pontes. É o que o PMDB estará fazendo”, discursou. “Sairemos daqui hoje unidos em torno de um sentimento nobre, de um ideário, unidos em nome dos brasileiros para resgatar valores da nossa República e reencontrar a via do crescimento econômico e do desenvolvimento social. Portanto, meus amigos, unidos por um futuro melhor, portanto, unidos pelo Brasil”, acrescentou. O vice-presidente disse que o Brasil não enfrenta problemas relativos à democracia e à participação popular, mas que é preciso evitar que os graves problemas econômicos e políticos comprometam os “substantivos ganhos sociais”. O peemedebista defendeu a adoção de medidas econômicas apoiadas pelo partido, ainda no ano passado, para enfrentar o “quadro recessivo, o desemprego e a carestia” e “repor a confiança dos setores produtivos, ampliando o nível do emprego”. Segundo ele, o desemprego é uma praga nacional. “Nosso PMDB sempre teve diversidades internas, mas converge em todas as ocasiões em que é preciso contar para o país. Não é sem razão que hoje nós estamos promovendo uma fantástica unidade do PMDB, a capacidade de unir vozes e lideranças, admitindo a pluralidade de ideias”, declarou. A presidente Dilma Rousseff e o seu partido, o PT, são os principais alvos da convenção nacional do PMDB neste sábado. Os discursos em defesa do rompimento com o governo foram constantemente interrompidos pelos gritos de “fora, Dilma” e “fora, PT”. Cartas distribuídas pela ala oposicionista do PMDB e pela “vanguarda” da legenda defendem o desembarque imediato do partido do governo e a entrega de todos os cargos ocupados por indicados pela sigla. Como antecipou ontem o Congresso em Foco, os peemedebistas fizeram um acordo com Temer para que o rompimento com Dilma seja decidido pela direção nacional daqui a 30 dias. Ex-petista e ex-ministra da atual presidente, a senadora Marta Suplicy (SP) defendeu o impeachment e a posse do peemedebista. “O Brasil precisa do PMDB, porque o PMDB tem o DNA da democracia”, discursou Marta. “Vamos começar um novo momento constitucionalmente com Michel Temer. E viva o PMDB, o partido levará ao país a um futuro melhor”, acrescentou.

Brasil tem pior desempenho de filiais da Volks

  • Estadão Conteúdo
  • 12 Mar 2016
  • 12:43h

(Foto: Divulgação)

O Brasil é o mercado onde a montadora alemã Volkswagen teve o pior resultado em vendas no primeiro bimestre de 2016. Dados divulgados ontem pela empresa mostram que foram entregues 45,2 mil unidades no acumulado de janeiro e fevereiro no Brasil. O número é 37,4% menor do que o registrado em igual período de 2015. Em todo o mundo, a montadora teve aumento de 1,4%, para 1 54 milhão de veículos.”A situação econômica geral no Brasil continua desafiadora”, disse, em comunicado à imprensa, o chefe de vendas do grupo alemão, Fred Kappler. Segundo a montadora, o mau momento do Brasil tem afetado negativamente as demais economias da região. Ao todo, a América do Sul teve 70,6 mil veículos entregues, número 29,3% menor que o visto há um ano.Entre os mercados listados pela Volks no relatório de vendas, o Brasil teve o pior desempenho. O segundo pior mercado foi a Rússia, cujas vendas caíram 23% no bimestre. Na Europa, os emplacamentos aumentaram 3,8%, sendo que a alta alcançou 4,2% na Alemanha. Entre os demais grandes mercados, houve aumento de 7 6% nas vendas na China e queda de 7,1% nos EUA, onde a empresa enfrenta um escândalo ambiental.

Presídio de Brumado: Zé Ribeiro faz questionamentos a Nestor Duarte sobre ala de mulheres, de menores e sobre o aumento do contingente policial

  • Daniel Simurro / Brumado Urgente
  • 12 Mar 2016
  • 11:32h

O vereador Zé Ribeiro fazendo os questionamentos ao secretário Nestor Duarte (Foto: Daniel Simurro / Brumado Urgente)

O vereador Zé Ribeiro (PT) acabou se destacando durante a visita do secretário Nestor Duarte na tarde desta sexta-feira (11). Com uma retórica ampla, o parlamentar fez questão de apresentar questionamentos importantes ao secretário sobre alguns pontos que ainda não tinham sido esclarecidos na questão do presídio. O primeiro deles foi sobre se a unidade prisional teria uma ala feminina. Duarte prontamente respondeu que “nesse momento não está previsto uma ala feminina. Cito o exemplo de Vitória da Conquista, onde lá no presídio o número de custodiadas é bem pequeno. As estatísticas, inclusive, mostram que o índice de mulheres que praticam crimes vem diminuindo em todo o estado, então, o que posso dizer é que vai depender da demanda, caso se necessite poderemos pedir provimento à Justiça para se criar uma ala feminina”. Ribeiro então perguntou sobre a questão dos menores infratores, se também será criada uma ala especial para que eles fiquem detidos até que possam cumprir as medidas socioeducativas. O secretário explicou que o presídio não terá uma ala para menores em desacordo com a lei, mas que já existe uma secretaria especial que está criando um amplo planejamento de ressocialização desses menores. E por fim o vereador questionou se a instalação do presídio irá resolver uma das grandes pendências do município na área da segurança pública que é o déficit de contingente policial. Duarte falou que ele não poderia dar uma resposta precisa sobre isso, já que não era da alçada de sua secretaria, mas que iria se criar um batalhão especial para garantir a segurança da unidade prisional e com isso, automaticamente, o contingente policial da cidade seria ampliado. 

A Ótica Companhia dos Olhos tem as melhores opções em óculos solares

  • 12 Mar 2016
  • 11:21h

No verão os raios solares ficam mais intensos, o que requer um cuidado especial com a pele e com os olhos. E a Ótica Companhia dos Olhos tem uma grande variedade de óculos solares que protegem os seus olhos contra os efeitos nocivos dos raios solares UVB e UVA, e, em condições imperdíveis. As melhores marcas de óculos solares em 10 vezes nos cartões de crédito. A ótica fica localizada à Rua Euclides da Cunha, 58 – Centro, fone: (77) 3441-4658.