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- Ascom I Faculdade Maurício de Nassau I Mara Ferraz
- 07 Mar 2016
- 09:33h
(Foto: Divulgação)
Já foi dada a largada para a declaração do Imposto de Renda. Isso significa que, de acordo com a Receita Federal, pessoas que: 1- Receberam mais de R$ 28.123,91 de renda tributável no ano (salário, por exemplo); 2- Ganharam mais de R$ 40 mil isentos, não tributáveis ou tributados na fonte no ano (como indenização trabalhista); 3- Tiveram ganho com venda de bens (casa, por exemplo); 4 -Compraram ou venderam ações em Bolsas; 5- Receberam mais de R$ 140.619,55 em atividade rural (agricultura, por exemplo) ou tem prejuízo rural a ser compensado no ano calendário de 2015 ou nos próximos anos; 6- Eram donos de bens de mais de R$ 300 mil e 7- Venderam uma casa e compraram outra num prazo de 180 dias, usando isenção de IR no momento da venda, precisam realizar a declaração de IR e estarem de acordo com a leis.
De acordo com contador e professor da Faculdade Maurício de Nassau, Romarco Coelho, durante cinco meses do ano trabalhamos somente para pagar impostos. “O problema de tudo é que a gente não vê esses impostos retornarem como benefícios, pagamos imposto de renda, depois escola, saúde, educação, temos que pagar uma série de outras coisas que é dever do Governo”. Mas para o Professor, a sonegação não é o caminho, o que deve ser defendido é que seja feito um planejamento tributário. “A gente sabe que não tem o que fazer quando vai pagar o imposto, pois se sonegado, quando a Receita Federal descobre vai pagar com juros e multa, o que onera no bolso do contribuidor”, defende. Assim, ele orienta adquirir algumas estratégias para amenizar possibilidade de prejuízo, como conversar com o contador e obter esclarecimento sobre o que deve ser guardado de notas fiscais para que seja diminuída a base de cálculo do imposto, verificar no site da Receita Federal quais os rendimentos foram entregues em forma de Declaração de Imposto de Renda na Fonte, para que não seja omitido algum e caia na malha fina, além disso se informar quais os dependentes podem ser declarados e principalmente não deixar de fazer nenhuma declaração de última hora. Apesar dessas estratégias serem eficazes, segundo o professor, existem também vilões que podem contribuir com prejuízos maiores, como a desinformação do contribuinte, deixar para declarar de última hora e ignorar algumas notas fiscais que podem deduzir o valor.
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(Foto: Reprodução)
A Secretaria Municipal de Educação de Livramento abalada pela perda irreparável para a educação, a cultura e a literatura, lamenta profundamente a morte abrupta da professora Ester Lígia Machado Almeida, 55 anos, ocorrida na manhã deste domingo (06), vitimada por uma parada cardíaca após ter sido internada às pressas apresentando uma hemorragia intestinal. A professora Ester Lígia foi secretária titular da Educação e ali promoveu grande trabalho em prol da educação e da cultura. Ela era cantora, compositora, poeta, escritora (cronista e professora de língua portuguesa). O corpo da ex-secretária será velado na Escola Estadual Dona Tina e o sepultamento ocorrerá nesta segunda-feira (07). A Secretaria, através de Sebastião Fernandes Oliveira e toda equipe, associa-se à família enlutada e suspende nesta segunda as aulas em todos os colégios e escolas da rede municipal de ensino.
Maracás sofre com queda de verba / Foto: Reprodução
As cidades de Maracás, no Vale do Jiquiriça; Caém, no Piemonte da Diamantina; e Caatiba, no Médio Sudoeste, movem ações na Justiça Federal em que questionam o IBGE sobre dados de população. Por conta da redução populacional, elas perderam recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e acumulam problemas na realização de serviços essenciais, como educação e saúde. As cidades citadas ao lado de Jucuruçu, no extremo sul, e Jitaúna, no Médio Rio de Contas, apresentaram perdas nos primeiros meses deste ano. Segundo o A Tarde, o fato levou à queda de cerca de R$ 300 mil por mês dos repasses do governo federal para Maracás, Caém, Caatiba, Jucuruçu e Jitaúna. O valor repassado do FPM segue o índice per capita (para cada pessoa), por isso a interferência na redução de valores.
(Foto: Reprodução)
Uma iniciativa vem reduzindo em até 90% o número de pessoas infectadas com dengue, zika e chikungunya, no norte do estado. Há 4 anos, o laboratório Moscamed produz mosquitos Aedes Aegypti estéreis e colocando eles na natureza. Nesse período, foram produzidos 120 milhões de machos estéreis, usados no cruzamento com fêmeas selvagens, mas não conseguem gerar mosquitos. Em cada recipiente chamado de colônia ficam cerca de 1500 fêmeas e 500 machos do mosquito transgênico. Toda semana, são recolhidos seis milhões de ovos do inseto que depois se transformam em larva. Quando chegam à fase adulta, as fêmeas sao descartadas."O mosquito transgênico possui características. Uma delas é o marcador genético que foi inserido no mosquito e na fase de larva e de pulpa conseguimos através de uma lupa especial visualizar o que é transgênico ou não porque o transgênico emite uma florescência". explica a pequisadora Michele Pedrosa. O bairro Itaberaba, em Juazeiro, foi o lugar pioneiro da pesquisa, que continua em fase de monitoramento na cidade de Jacobina e no distrito de irrigação Mandacaru em Juazeiro. Em Mandacaru, 100 casas receberam armadilhas, em que funcionários do laboratório acompanham os resultados. "A gente observou que em seis meses após a liberação, a gente reduziu mais de 90% no distrito de mandacaru. A gente chegou a semana de 100% nesse distrito", informa a pesquisadora de campo Luiza Garzieira.
Secretário Nestor Duarte (Foto: Carol Garnia / Secon)
A ideia de instalar Associações de Proteção e de Assistência ao Condenado (Apacs) na Bahia (clique aqui e leia mais) deve ter projeto formalizado ainda neste mês. As Apacs são comunidades prisionais autogeridas, sem armas ou policiais. Segundo o secretário de Ressocialização e Administração Penitenciária (Seap), Nestor Duarte, após visitas a Minas Gerais, estado pioneiro no modelo, uma reunião com diversos entes deverá oficializar o que até então era uma intenção. “Nós fomos a Minas, levamos uma equipe lá, ainda no final do ano passado. Antes do Carnaval outra equipe foi conhecer outra [Apac] – em Minas tem 42 funcionando. Tivemos uma reunião de trabalho antes do carnaval, com todo o pessoal, e marcamos para agora para o início de março, com o Judiciário, com a Defensoria, com o Ministério Público, e nós do Pacto pela Vida para já botar isso no papel”, afirmou o titular da Seap. Concebidas pelo advogado paulista Mário Ottoboni, as Apacs começaram a funcionar em Minas em 2001, e é baseada em orientação religiosa, participação da comunidade e trabalho. De acordo com Duarte, conforme previsto, um presídio que está sendo reformado em Esplanada, no litoral norte do Estado, deve abrigar a primeira experiência do projeto. “Concomitante a isso, iniciei a reforma do presídio de Esplanada, que é uma unidade com 200 vagas, que se presta muito bem à Apac. Meu pensamento é formalizar isso e com a conclusão da obra de Esplanada a gente fazer a primeira, a experiência baiana”. A Seap também pretende reformar complexos policiais que estão sendo desativados para a construção de novas Apacs. “Esplanada fica pronta agora, mais três, quatro meses, é o tempo de a gente formalizar tudo isso”, estima. O secretário está otimista quanto ao êxito do modelo. “Se é uma coisa que vai funcionar bem é a Apac. Porque é barato; do ponto de vista social, de ressocialização, é extremamente importante. A pessoa privada de liberdade começa, digamos, a encurtar a sua volta ao convívio social e já passar a gerir sua prisão. Claro que com uma fiscalização, mas é uma coisa direta”, afirma. A receptividade à ideia tem sido positiva, de acordo com o gestor. “Estou muito entusiasmado e todos que eu conversei do Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria, foram unânimes e firmes”. Nas Apacs, os “recuperandos”, como são chamados os detentos, tem horários definidos para acordar e cumprir uma programação diária que inclui trabalho, cultos religiosos e terapias ocupacionais, de modo a evitar que os presos fiquem ociosos.
- Com informações do delegado Dr. Orlando Quaresma
- 07 Mar 2016
- 06:21h
Mais uma tentativa de fuga foi frustada na 20ª Coorpin (Foto: Daniel Simurro / Brumado Urgente)
Policiais Civis de plantão na Delegacia de Brumado flagraram, neste domingo (06), por volta das 14h20m, presos tentando abrir um buraco na parede de uma das celas, quando solicitaram o apoio da Polícia Militar. No interior da carceragem foram encontradas grades de algumas celas já serradas e cadeados quebrados. O juiz de direito Dr. Genivaldo Guimarães também esteve no local e conversou com os presos, na busca de acalmar os ânimos e tranquilizar a situação. A carceragem de Brumado tem vaga pra 16 presos e conta atualmente com 34 custodiados. Diferentemente de outras tentativas, essa aconteceu em meio à construção do CDP - Centro de Detenção Provisória, que está com as obras em pleno andamento e que deve ficar pronto no máximo em 6 meses, trazendo uma solução final para esse problema do setor de carceragem que se arrasta há muitos anos em Brumado,
O jornalista Sergio Costa, de 55 anos, foi vítima de um infarto fulminante.(Foto: Taysa Argôlo / Correio)
O jornalista Sergio Costa, de 55 anos, foi vítima de um infarto fulminante na tarde deste domingo (06/03/2016) em Salvador. Ele era diretor-executivo do jornal Correio desde setembro de 2015; antes, ocupou o cargo de diretor de Redação por seis anos. Sergio era carioca e se formou em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1982. Ele tinha especializações tanto na área editorial como em gestão administrativa, entre os quais um MBA pela Fundação Dom Cabral. Com 34 anos de carreira, o jornalista já passou por veículos como Folha de São Paulo (sucursal Rio), O Dia (RJ), revistas Manchetes e Ele e Ela, da Bloch Editores, além da assessoria de imprensa da ONU em Nova Iorque. No comando da equipe do Correio, ele conquistou prêmios jornalísticos importantes, como Embratel, Tim Lopes, e esteve seis vezes entre os finalistas do Prêmio Esso. No currículo dele há três premiações internacionais de excelência gráfica da Society for News Design, por edição de capas de jornais. Sergio deixa mulher e três filhos. O velório acontece de 7h às 11h desta segunda-feira (7) no cemitério Jardim da Saudade, no bairro de Brotas. Depois, o corpo será levado para o Rio de Janeiro, onde será enterrado.
(Foto: Reprodução)
A má postura pode ser uma das causas da dor de cabeça. A neurologista Thaís Vila, em entrevista ao Bem Estar, acrescentou que a disfunção temporomandibular, sinusite e hérnia de disco também podem provocar a dor.De acordo com o programa, a patologoia tem origens diversas. Por exemplo, também pode ser causada pela variação climática abrupta, que estressa o organismo e pode ser um gatilho para a enxaqueca. Estímulos sensoriais, como barulho, cheiro, claridade, atividade física, jejum, mudança de rotina de sono, álcool, mudanças hormonais e estresse emocional também desencadeiam a dor de cabeça. A fisiatra Milene Ferreira recomenda alguns tratamentos para a dor. Entre os maiseficazes, segundo a profissional, estão fisioterapia, agulhamento, pilates, RPG e toxina botulínica.
(Foto: Reprodução)
Entre 2005 e meados de 2014, mais de 100 mil casos de sífilis foram registrados entre gestantes no Brasil. Ao longo do ano de 2013, a taxa de detecção da doença em mulheres grávidas era de 7,4 infecções para cada mil nascidos vivos, com um total de 21.382 casos. Já em 2014, apenas nos primeiros seis meses, dados preliminares apontam um total de 28.226 infecções, o que resultaria em uma taxa de detecção de cerca de 9,7 casos em gestantes para cada mil nascidos vivos. Dados relacionados especificamente à sífilis congênita (transmitida pela mãe ao bebê) revelam que, entre 1998 e junho de 2014, mais de 104 mil crianças menores de 1 ano foram infectadas pela doença. Em 2013, foram notificados 13.704 casos, com uma taxa de incidência de 4,7 para cada mil nascidos vivos. Já no primeiro semestre de 2014, dados preliminares apontam um total de 16.266 infecções, o que resultaria em uma taxa de detecção de 5,6 casos para cada mil nascidos vivos. Para 2016, o governo trabalha com a projeção de que as notificações de sífilis em gestantes cheguem a quase 42 mil casos no país, enquanto as infecções por sífilis congênita devem superar 22 mil casos entre menores de 1 ano. O cálculo foi feito com base no aumento percentual registrado entre 2012 e 2013, de 25% e 18%, respectivamente.
Penicilina
Os dados fazem parte de uma nota informativa assinada pelo epidemiologista Fábio Mesquita, atual diretor do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. No documento, ao qual a Agência Brasil teve acesso, Mesquita trata da urgência para aquisição da penicilina cristalina, medicamento utilizado como tratamento padrão em casos de infecção por sífilis e de relevante impacto na saúde pública. O texto destaca que, desde 2014, o departamento busca uma solução para a situação de desabastecimento do remédio que ocorre em diversos municípios brasileiros. De acordo com a nota, um levantamento feito em janeiro deste ano revelou que 60% dos estados relataram desabastecimento de penicilina. A principal causa apontada para a dificuldade na aquisição é a falta de matéria-prima para a produção do medicamento. O documento relata diversas tentativas, por parte do governo brasileiro, de comprar o remédio e chega a citar casos de recusa de empresas em readequarem seus preços; pregões fracassados por incapacidade de produção da indústria farmacêutica; e recusas de empresas em assinar contratos com cláusulas de garantia de fornecimento. A única aquisição em andamento e com cronograma de entrega foi feita por meio de cooperação técnica junto à Organização Pan-Americana de Saúde e envolve 2 milhões de frascos para tratar sífilis em gestantes. A previsão inicial é que o medicamento comece a ser entregue este mês, mas o próprio departamento alerta que o produto precisa passar por certificação em um centro de referência na Bélgica e que haverá possível atraso. A nova previsão seria abril ou maio deste ano.
Sexo e camisinha
Em entrevista à Agência Brasil, o coordenador da Sociedade Brasileira de Infectologia, Hélio Arthur Bacha, acredita que parte do aumento de casos de sífilis no país estaria relacionada à melhoria no registro das infecções e, consequente, redução na subnotificação. Ele alerta, entretanto, que o padrão de comportamento sexual do brasileiro apresentou mudanças nos últimos anos, com mais pessoas se expondo a situações de risco. “Qualquer infectologista percebe isso em seu consultório. Temos um aumento de pessoas que fazem sexo sem prevenção”, disse. Para ele, o surgimento de antirretrovirais potentes, que permitem uma sobrevida maior e convivência com o vírus HIV, reduziu o temor da população em relação à Aids e a doenças sexualmente transmissíveis. “Há uma regra que diz que quem tem uma DST tem outras. Quem transmite HIV pode transmitir sífilis, gonorreia, hepatite B e outros”, completou. Diante do atual cenário, o especialista defende campanhas de prevenção que tenham como público-alvo populações com comportamento de risco, além de políticas que incluam, por exemplo, o fornecimento de penicilina profilática (tratamento preventivo oferecido em situações de exposição, sem a necessidade de diagnóstico para confirmação da doença). Para isso, seria necessário que o abastecimento do remédio fosse reestabelecido. “Uma parcela da nossa população tem práticas sexuais que nem sempre acontecem de maneira convencional. São pessoas que fazem sexo com múltiplos parceiros, que se expõem a práticas sexuais onde não há prevenção, que só chegam ao orgasmo por meio do sexo desprotegido ou que se relacionam com parceiros desconhecidos”, explicou. O infectologista destacou ainda a necessidade de treinar profissionais de saúde para identificar comportamentos de risco e melhorar a qualidade do atendimento e do monitoramento no pré-natal. “A sífilis não é uma doença que, uma vez adquirida, dá imunidade. Ela pode ser tratada e, seis meses depois, contraída novamente. Você pode pegar sífilis inúmeras vezes. O que mais leva à transmissão de mãe para filho, por exemplo, é a sífilis aguda na gestação. A mulher está grávida, se infecta durante a gestação, trata a doença e, três meses depois, pega de novo. Por isso, temos que identificar essa população e fazer um controle melhor.”
Ministério da Saúde
Por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que fechou este mês a compra de 2,7 milhões de frascos de penicilina para abastecer emergencialmente os estados. A pasta garante que os primeiros lotes chegam ao Brasil ainda em março e reforça que o problema de desabastecimento é global e deve-se à falta da matéria prima, produzida apenas na China e na Índia. Sobre o aumento no número de casos, a nota destaca que a melhoria da vigilância resultou em maior número de casos notificados. Cita ainda uma melhoria de diagnóstico da doença, após o início da utilização de testes-rápidos. Em 2015, segundo o ministério, foram distribuídos 6,1 milhões de testes-rápidos para sífilis, contra 2,9 milhões em 2013 e 31,5 mil em 2011. “Uma mudança no comportamento sexual da população também ajuda a explicar o aumento de casos: de acordo com a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira, divulgada em janeiro de 2015, 45% da população sexualmente ativa do país não havia usado preservativo nas relações sexuais casuais nos últimos 12 meses. Esse percentual era 52% em 2004”, concluiu a pasta.
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O aumento no consumo de água pode ajudar quem quer perder peso. Pesquisadores da Universidade de Illinois (EUA) descobriram pessoas que bebem de um a três copos a mais de água por dia consomem menos calorias. Mais de 18 mil pessoas foram avaliadas no estudo, que revelou uma redução de 68 a 205 calorias diariamente. De acordo com O Globo, os níveis de gordura saturada, sal, açúcar e colesterol consumidos também caíram. Não existe diferença nos resultados entre quem bebeu água filtrada da pia ou água mineral engarrafada, tampouco em decorrência da etnia, nível educacional, renda familiar ou peso corporal.
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Com objetivo de seguir recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Ministério da Saúde mudará o protocolo para notificações de microcefalia, estabelecendo parâmetros diferentes para meninos e meninas. De acordo com o site Bem Estar, meninas com circunferência craniana menor que 31,5 cm e meninos com medida menor do que 31,9 cm passarão a ser notificados como ocorrência da síndrome. No início do surto da doença no Brasil, todos os bebês com perímetro cefálico menor que 33 cm eram notificados como microcefalia. Depois, em dezembro de 2015, o ministério alterou esse parâmetro, que passou a ser de 32 cm, sempre desconsiderando o sexo das crianças. O Ministério da Saúde ainda não definiu quando a mudança entrará em vigor.
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O iPhone ganhou novos emojis, porém, limitados por conta das atualizações do sistema operacional do celular. Mas de acordo com o site 'TechTudo', o aplicativo Emoji for WhatsApp pode ser uma solução prática para contornar o problema, permitindo enviar novos emojis (e até polêmicos) no iPhone (iOS). Com ele, é possível ainda enviar as carinhas por mensageiros ou redes sociais, como WhatsApp, Telegram, Facebook, Instagram e outros.Veja o passo a passo de como fazer:
Passo 1. Acesse o TechTudo, baixe o Emoji for WhatsApp e instale o app no celular.
Passo 2. Ao abrir o aplicativo pela primeira vez, ele pedirá autorização para enviar notificações. Toque em “OK”, caso queira permitir, ou em “Não Permitir” para bloquear as notificações do app. Em seguida, toque sobre o “X”, no canto superior esquerdo, para fechar a publicidade.
Passo 3. Depois disso, escolha um grupo de emojis. Outras propagandas aparecerão, e, para fechar, basta repetir o procedimento do passo 2.
Passo 4. Por fim, toque sobre o emoji desejado e escolha como gostaria de enviá-lo – WhatsApp, Facebook Messenger, Telegram ou outros. Para copiar o emoji para a área de transferência, toque em “Copy to Clipboard”.
Caso queira voltar à tela anterior para escolher outro pacote de emojis, toque sobre o ícone da casa com um “H”, no canto superior esquerdo da tela.
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O tratamento de obesidade ganhou um novo aliado nesta segunda-feira (29). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o Saxenda, primeira droga contra a doença no país, desde 1998. O medicamento tem o mesmo princípio ativo do Victoza, aprovado no país em 2010 para controle da diabetes tipo 2, cujo efeito colateral era a redução de peso. O Saxenda deve chegar ao mercado no segundo semestre deste ano, a custar pelo menos R$ 400. De acordo com a Folha, o princípio do Victoza, a liraglutida, foi estudada especificamente para a obesidade e aprovada com este fim nos Estados Unidos, no Canadá e na Europa. A diferença é a dose maior. "Já havia pistas de que a liraglutida poderia ser eficaz na perda de peso, mas não sabíamos com se comportaria em não diabéticos", disse João Eduardo Salles, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia. O uso do Saxenda é indicado para adultos com Índice de Massa Corporal (IMC) de 30 ou mais, equivalente à obesidade, ou 27 ou mais, referente ao sobrepeso. A condição de uso é que haja pelo menos uma outra doença associada ao peso. "Não é para tratar uma pessoa que quer perder uns quilinhos para o verão. O uso da droga tem que ter indicação médica", acrescenta Bruno Halpern, coordenador do Centro de Controle de Peso do Hospital 9 de Julho. Por meio de nota, a Anvisa informou que o Saxenda foi aprovado para controle crônico de peso "em associação a uma dieta baixa em calorias e aumento de exercício físico", de modo que "a segurança do produto continuarpa sendo monitoroada com estudos pós-comercialização". O acompanhamento médico também é indicado, por causa dos possíveis efeitos colaterais, como distúrbios gastrointestinais, ligados à vesícula biliar e a pancreatite.
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Estudo feito pela Universidade de Chicago mostra semelhança entre poucas horas de sono e o uso da maconha: o aumento da fome. Isso porque a privação de sono pode aumentar os níveis do sinal químico endocanabinoide 2-araquidonoilglicerol (2-AG), componente do mesmo sistema que é alvo do ingrediente ativo da maconha, responsável por amplificar o desejo pela ingestão de alimentos. "Sabemos que a maconha ativa o sistema endocanabinoide e leva as pessoas a comerem demais quando não estão com fome, e normalmente elas se alimentam de doces saborosos e gordurosos", conta Erin Hanlon, autora do estudo. Catorze voluntários participaram do experimento durante oito dias. Nas quatro primeiras noites, os jovens de 20 anos dormiram em média sete horas e meia. Nas quatro noites seguintes, o tempo de sono foi reduzido para quatro horas e 15 minutos. Em ambos os casos as refeições foram idênticas: servidas três vezes ao dia, às 9h, às 14h e às 19h. Os pesquisadores mediram os níveis do hormônio grelina, estimulado do apetite, e leptina, associado à saciedade. Foram mensurados também os níveis sanguíneos de 2-AG - 33% mais alto entre as pessoas que dormiram pouco. Após a quarta noite de sono, os participantes relataram ter vontade de comer menos de duas horas após a refeição, quando ingeriram 90% das calorias diárias recomendadas. "Não dormir dá larica. Infelizmente ninguém presta atenção como o hábito do sono está relacionado à obesidade. Os indivíduos que estão na cama pela duração adequada têm, em todos os sentidos, o metabolismo mais equilibrado. Fazem umaBOA DIETA
e desenvolvem melhor o córotex frontal, envolvido na tomada de decisões", destacou Fábio César dos Santos, presidente da Associação Brasileira de Saúde Funcional e Estilo de Vida.
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Em meio à epidemia do vírus Zika no país, a nova versão da Caderneta da Gestante, recém-lançada pelo Ministério da Saúde, traz informações sobre prevenção e proteção contra o mosquito Aedes aegypti. O documento é utilizado no acompanhamento do pré-natal por profissionais de saúde e por mulheres no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A nova caderneta inclui um cartão de acompanhamento do pré-natal para registrar consultas clínicas e odontológicas, resultados de exames e vacinas, além de orientações sobre como será o acompanhamento no pré-natal, informações sobre cuidados na gestação, sinais de trabalho de parto, fisiologia do parto humanizado e cuidados com o puerpério e amamentação. “A caderneta favorece a qualificação da atenção pré-natal à medida que os procedimentos e condutas clínicas são realizados e avaliados, sistemática e periodicamente, em todas as consultas, junto com possíveis diagnósticos, que são devidamente registrados no documento. Isso permite um fluxo melhor de informações entre os profissionais, serviços de saúde e um cuidado mais adequado à paciente”, informou o ministério. Ainda de acordo com a pasta, estão sendo investidos R$ 3,7 milhões para a impressão de 3.192.737 cadernetas e fichas perinatais, instrumento de registo do pré-natal que será anexado ao prontuário da gestante e que servirá como espelho da caderneta. A primeira versão da Caderneta da Gestante foi publicada em 2015. A estratégia do governo é apostar em uma linguagem simples e objetiva para dialogar com as mulheres durante a gestação, por meio de textos e figuras explicativas nas ações de educação em saúde.