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Moro pede que ‘voz das ruas’ seja ouvida por partidos

  • 14 Mar 2016
  • 06:46h

(Foto: Reprodução)

O juiz federal Sérgio Moro, que conduz o processo da Operação Lava Jato na primeira instância, foi tratado mais uma vez como ‘herói nacional’ nas manifestações em diversas capitais brasileiras e até mesmo fora do País. À tarde, Moro divulgou nota agradecendo. “Fiquei tocado pelo apoio às investigações da assim denominada Operação Lava Jato. Apesar das referências ao meu nome, tributo a bondade do povo brasileiro ao êxito até o momento de um trabalho institucional robusto que envolve a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e todas as instâncias do Poder Judiciário”, afirmou Moro no comunicado. Máscaras do juiz, cartazes, camisetas, faixas e até pessoas fantasiadas de Moro pontuaram as manifestações pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff. Na nota, Sérgio Moro disse considerar “importante que as autoridades eleitas e os partidos ouçam a voz das ruas” e que “não há futuro com a corrupção sistêmica que destrói nossa democracia, nosso bem estar econômico e nossa dignidade”. Em Brasília, onde o protesto realizado pela manhã reuniu cerca de 100 mil pessoas, de acordo com cálculos da Polícia Militar, eram várias as referências ao juiz. Do alto do trio elétrico, locutores ensinavam a multidão a fazer com os dedos um “M de Moro”. O juiz foi citado também em paródias – “Dá-lhe, Moro! Dá-lhe, Moro!– e em faixas, como as que diziam “Eu ‘Moro’ de amor pelo Brasil” e “STF é PT. Moro é Brasil”, esta última uma crítica direta ao Supremo Tribunal Federal, responsável pelas decisões da Lava Jato que envolvem autoridades envolvidas com foro especial. Faixas em apoio ao juiz foram vistas em vários estados, inclusive na manifestação que tomou a Avenida Paulista. 

Supremo julga nesta semana recurso contra decisão sobre impeachment

  • G1
  • 14 Mar 2016
  • 06:37h

(Foto: Divulgação)

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai analisar na próxima quarta-feira (16) o recurso apresentado pela Câmara contra a decisão da Corte de barrar o rito do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff que havia sido definido no ano passado pela direção da casa legislativa. A intenção do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é retomar as discussões sobre a instalação da comissão especial que analisará o caso já no dia seguinte à decisão do STF. O processo está paralisado na Câmara desde o fim do ano, quando os ministros anularam a eleição de uma chapa alternativa de deputados – não indicada por líderes – para compor a comissão especial que analisará o pedido de afastamento da presidente da República. O grupo anunciado em 2015 era majoritariamente formado por opositores de Dilma. O Supremo também proibiu o voto secreto na eleição e deu ao Senado o poder de recusar a abertura do processo, mesmo após autorização da Câmara. A Casa recorreu da decisão. Segundo Cunha, a data exata de quando será retomado o processo de impeachment na Câmara vai depender da conclusão da análise do recurso no Supremo, o que pode ocorrer na quarta ou na quinta-feira (17). Na avaliação do peemedebista, o mais provável é que a retomada do processo aconteça na quinta.

 

Na pauta de votações da Câmara nesta semana, há duas propostas consideradas “pautas-bombas” pelo Palácio do Planalto. Uma delas é o projeto de decreto legislativo 315, de autoria do senador Espiridião Amim (PP-SC), que altera o formato de cobrança dos juros das dívidas dos estados com a União. O texto susta o uso de juros compostos para a correção das dívidas. Assim, se for aprovado, será necessária uma nova negociação para decidir o indexador. O objetivo do texto é viabilizar o uso de juros simples na correção dos débitos, o que reduziria o montante devido pelos estados à União. Pelos cálculos do Ministério da Fazenda, essa troca da fórmula de correção reduziria as dívidas, no total, em R$ 300 bilhões, de R$ 463 bilhões para R$ 163 bilhões. O outro texto que pode ser analisado nesta semana pelos deputados federais é a PEC 1/2015, que aumenta o percentual mínimo de investimento da União em saúde. Pelas regras atuais, o governo deve investir neste ano 13,2% da receita corrente líquida, percentual que deve aumentar gradativamente a cada ano para alcançar 15% a partir de 2020. A PEC em tramitação na Câmara aumenta esses percentuais para alcançar um investimento mínimo de 19,4% em 2020.

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Excesso de carboidratos aumenta risco de câncer de pulmão, aponta estudo

  • 13 Mar 2016
  • 20:03h

(Foto: Reprodução)

O consumo de carboidratos em excesso pode aumentar em 49% o risco de câncer de pulmão. Um estudo publicado na revista Cancer Epidemiology, Biomakers & Prevention aponta que alto índice glicêmico - ou seja, a velocidade com que avançam os níveis de açúcar no sangue após uma refeição - é potencializador dos riscos de desenvolver a doença. De acordo com O Globo, dados de 4,4 mil pessoas foram avaliados ao longo da pesquisa, divulgada nesta terça-feira (8). A professora Stephanie Melkonian, da Universidade do Textas, explicou que foi observada ocorrência maior de câncer de pulmão entre os pacientes que consome mais alimentos com alto índice glicêmico, por exemplo, pão e arroz branco. "Isto, por sua vez, leva a um crescimento dos fatores semelhantes à insulina (IGF, na sigla em inglês). Pesquisas anteriores já mostraram que o aumento nos IGFs está ligado ao aumento do risco de câncer de pulmão", acrescentou a especialista. O cientista Xifeng Wu, pesquisador sênior do estudo, esclarece que a combinação sugere "qualidade média e não a quantidade de carboidratos consumidos que podem alterar o risco de câncer de pulmão". 

Pesquisadores identificam gene que pode acelerar cicatrização de feridas e lesões

  • 13 Mar 2016
  • 19:01h

(Foto: Reprodução)

Pesquisadores da Ohio State University, nos Estados Unidos, identificaram o gene capaz de acelerar o processo de cicatrização de lesões e feridas. A proteína MG53 tem, entre suas funções, a de corrigir o dano celular e tecidual que ocorre em atividades cotidianas. "Todos os animais carregam essa proteína, que é quase idêntica neles, não importa em qual espécie", explicaram os autores do estudo, apresentado na quarta-feira (2), na 60ª Reunião Anual de BIophysical Society, nos Estados Unidos. De acordo com o Correio Braziliense, os autores também identificaram que o gene viaja por todo o sangue e auxilia na correção de lesões no corpo inteiro, como pele e pulmões, sem causar cicatrizes. O MG53 atua como regulador da migração das células que atuam no processo de cura das feridas, os fibroblastos, permitindo que elas ajam até não comprometerem a integridade do órgão. "Uma cicatriz enorme na pele pode parecer ruim, mas imagine que você tenha um ataque cardíaco e uma cicatriz no coração. Isso poderia ser letal", ilustrou Jianjie Ma, fisiologista na Universidade de Ohio e coautor do trabalho.  Além das funções, os cientistas perceberam ainda que o MG53 atua com a proteína TGF-beta, também envolvida no processo de cura de feridas, mas com ação maisrápida no corpo, o que pode causar cicatrizes. Conforme mosotrou o experimento, se a quantidade de TGF-beta no sangue for maior do que a de MG53, as chances de formação de cicatrizes são maiores. Uma das alternativas terapêuticas que surgiram a partir desse resultado é inibir a TGF-beta e aumentar a ação do MG53, para potencializar a ação da proteína que age sem deixar marcas.

OMS examina novos casos de transmissão sexual do vírus zika

  • 13 Mar 2016
  • 16:02h

(Foto: Reprodução)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirma que novos casos de transmissão sexual do vírus zika estão sendo examinados, na Argentina e na Nova Zelândia. Os dois novos incidentes se somam a três outros países onde a transmissão por relações sexuais já teria sido constatada: França, Itália e Estados Unidos. Em seu informe semanal, publicado nesta quinta-feira, 10, a OMS faz um novo balanço do surto de zika pelo mundo. Mas reforça o alerta que havia feito no início da semana ao apontar que a picada do mosquito Aedes aegypti pode não ser a única forma de transmissão. Segundo a diretora da OMS, Margaret Chan, essa forma de contágio poderia ser "mais comum do que se pensava originalmente". Nesta quinta-feira, o novo informe da agência de Saúde da ONU confirma a tendência. "Informes sobre possível transmissão sexual do vírus zika na Argentina e Nova Zelândia estão sob investigação, somando-se a informes anteriores da França, Itália e EUA", indicou a OMS. Como medida de prevenção, a entidade sugeriu que mulheres grávidas não viagem para locais com surtos de zika. Mas também recomendou aos parceiros sexuais dessas mulheres que, se visitarem os locais afetados, usem preservativos ao retornar para seus locais de origem na relação com as mulheres grávidas. A suspeita da OMS é de que, se o vírus sobrevive poucos dias no sangue, ele poderia ter uma vida mais longa no sêmen, saliva ou na urina. Em um dos testes realizados, ele foi encontrado 19 dias depois da infecção. Entre 2007 e 2016, a OMS indica que a transmissão do zika foi "documentada em um total de 55 países e territórios". No atual surto, que começou em 2015, foram 41 países afetados. Um novo caso foi registrado na Nova Caledônia. Mas a investigação ainda não determinou se é um caso autóctone ou importado. A OMS indica que 6.158 casos de microcefalia ou má formação no sistema nervoso central foram registrados entre outubro de 2015 e 5 de março de 2016, incluindo 157 mortes. "Essa taxa se contrasta com a média anual de 163 casos de microcefalia", disse. A taxa nos 15 Estados com casos confirmados de zika é de 2,8 casos para cada 10 mil nascimentos. Nos locais sem o surto, a taxa cai para apenas 0,6 casos por 10 mil nascimentos. Dos 6158 casos, investigações foram concluídas em 1927 casos e 745 foram confirmados com zika. Do total de 157 mortes, 37 foram casos confirmados de casos de microcefalia ligado ao vírus. Hoje, a OMS já indica que o zika tem uma "forte possibilidade" de ser o responsável pelos casos de microcefalia e indica que casos similares estão sob investigação na Colômbia.

Mundo: Homem encontra rato de 1m e 12kg perto de parque infantil na Inglaterra

  • 13 Mar 2016
  • 15:04h

Foto de Tony Smith com o enorme rato fez sucesso nas redes sociais (Foto: Reprodução/Twitter/Luis Hernan Tabares)

Um homem tomou um susto ao encontrar um rato de mais de 1 metro nas ruas de Londres, na Inglaterra. O engenheiro britânico Tony Smith, 46 anos, achou o animal enquanto trabalhava próximo de um parquinho infantil em um condomínio de Hackney Downs, leste da cidade. Segundo informações da imprensa britânica, o roedor pesava mais de 12 quilos e já foi encontrado morto. "Tenho um gato e um terrier e o rato era maior que os dois juntos. Diria que tinha uns quatro pés (1,20 metro)", contou Tony. A foto de Smith segurando o enorme rato foi divulgada no Twitter e fez sucesso.  Alguns internautas questionaram o tamanho do roedor, alegando que parece grande apenas por causa da perspectiva.  Consultada pelo jornal 'The Guardian", uma agência de notícias que entrevistou o engenheiro disse que a "perspectiva tem um papel" no tamanho do rato na foto, mas que se baseou no comprimento informado pelo engenheiro.

Dieta TLC ajuda a diminuir o mau colesterol em seis semanas

  • 13 Mar 2016
  • 14:01h

(Foto: Reprodução)

Criada pelo "National Institutes of Health's National Cholesterol Education Program", nos Estados Unidos, a dieta Therapeutic Lifestyle Changes (TLC) visa a diminuição do LDL, mais conhecido como mau colesterol, em seis semanas. O objetivo do TLC, Mudanças Terapêuticas no Estilo de Vida, em tradução livre, é diminuir em até 8% o colesterol ruim do organismo. O programa é rico em frutas, legumes, grãos integrais, laticínios com pouca ou sem gordura, peixe e aves sem pele. Enquanto alimentos como carnes vermelhas, laticínios integrais e frituras devem ser evitados. Assim como em outros casos, a dieta TLC deve ser acompanhada por um nutricionista, que poderá ajudar no cálculo da necessidade energética de cada paciente, montando o cardápio adequado a cada perfil. De acordo com a revista Exame, o cálculo leva em conta se o paciente pretende apenas controlar o colesterol ou também perder peso.

Brasil possui 14 milhões de diabéticos

  • 13 Mar 2016
  • 11:03h

(Foto: Reprodução)

Atualmente, de acordo com a Federação Internacional da Diabetes (IDF), pouco mais de 14 milhões de pessoas, em todo o Brasil, sofrem com a doença. Um problema que, dentre outras coisas, pode levar até mesmo à morte. Contudo, segundo a mesma organização, até 2040, esse número deve ultrapassar as 23 milhões de pessoas. Neste ranking, o país está apenas atrás da China, Índia e Estados Unidos. Em nível de Bahia, dados de 2013 da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) do Ministério da Saúde indicavam que 5% da população do estado possuía a doença. O que mais chama a atenção, além do que já foi citado, é que apenas 10% desse grupo sabe que tem a doença no Brasil, segundo especialistas. Caracterizada por uma alteração onde existe uma deficiência parcial ou total de insulina e onde a ação dessa insulina está reduzida, o diabetes está dividida em dois tipos que afetam diferentes grupos etários. “A do Tipo 1 corresponde a 20% dos casos. É quando existe uma deficiência total de insulina e é mais comum em crianças e adolescentes. Neste caso, há a necessidade de aplicação de insulina várias vezes ao dia. Já os outros 80% restantes estão incluídos no Tipo 2", disse."E cerca de 80% desse grupo são pessoas que estão obesas ou tem sobrepeso. Geralmente acomete adultos e idosos e o histórico familiar é fundamental para que a pessoa venha a desenvolver a doença”, disse Ana Cláudia Ramalho, endocrinologista e presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) - Regional Bahia.


 

Segundo a especialista, os principais fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes Tipo 2 estão a obesidade, sedentarismo, tabagismo e histórico familiar. Já a genética é mais percebida para quem tem a do Tipo 1. Apesar de ser considerada silenciosa, alguns sintomas podem ajudar o paciente a ficar mais atento, como a ingestão de muita água, ganho ou perda de peso, visão embaçada ou ir ao banheiro várias vezes ao dia para urinar. Ana Cláudia ainda aponta que o fato de a classe baixa na Região Nordeste do país ser mais obesa do que em relação a resto do Brasil, pode ser um indicativo de que haja um maior número de pessoas com a doença. “Como o diabetes aumenta linearmente com a obesidade, podemos imaginar que a doença acabe seguindo a mesma linha”, pontuou.

Demora

Para a especialista, o fato de o diabetes ser uma doença silenciosa pode atrapalhar o diagnóstico e o posterior tratamento. “O paciente pode até ter um atraso no diagnóstico de até 10 anos. Isso é desfavorável, pois pode ser diagnosticado já com complicações como alterações renais, redução da visão e aumento da sensibilidade nos pés. Uma vez instaladas, elas podem não evoluir, mas não regridem. Portanto, é importante evitá-las através de um bom controle”, destacou a endocrinologista. Com o intuito de evitar complicações, uma das coisas mais importantes para quem tem a doença é controlar o nível de glicose no sangue e pode ser feita por meio de um monitor de glicemia, por exemplo. É importante que a pessoa, segundo a SBD, siga as orientações médicas e tome as medicações realizas nos horários corretos.De acordo com a entidade, a glicemia em jejum normal não deverá ultrapassar os 100 mg/dL e, duas horas após a refeição, esse valor não pode superior a 140 mg/dL. Além disso, é interessante manter uma alimentação saudável, controlar o peso e, claro, fazer o uso da insulina segundo orientação médica. Porém, segundo a coordenadora técnica do Centro de Diabetes do Estado da Bahia (Cedeba), Flávia Resedá, o portador da diabetes pode, além da alimentação, levar uma vida normal e até mesmo não havendo a necessidade do uso da insulina, desde que ele realize atividades físicas de forma constante. “Mas é necessária muita disciplina, tendo hábitos de vida mais saudáveis. Importante focar nos exercícios que podem ser a única maneira de controlar o açúcar e retardar o uso da medicação”, contou. Para ela, o diabetes pode ser considerado uma epidemia mundial. “É necessária uma intervenção da saúde pública com relação a isso. Afinal, além das complicações que ele pode trazer em órgãos como os rins e o próprio pâncreas, ele pode levar ao AVC e ao derrame. Além disso, a principal causa de morte nos pacientes com diabetes é o infarto devido ao excesso de açúcar no sangue”, alertou Flávia.

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Fechar aplicativos não economiza bateria do iPhone, revela executivo da Apple

  • 13 Mar 2016
  • 10:03h

(Foto: Reprodução)

Os donos de iPhone costumam reclamar com frequência sobre a duração da bateria, que muitas vezes não suporta um dia de uso. Tentando minimizar esse problema, alguns tentam fechar os aplicativos que não estão sendo utilizados, acreditando que isso faz com que a bateria dure mais. Mas, o sonho acabou e o truque não passa de um mito. A informações foi confirmada por Craig Federighi, executivo da Apple responsável pelos sistemas operacionais iOS e OS X, em uma conversa com um consumidor.  Numa troca de e-mails, Federighi responde uma mensagem encaminhada pelo diretor executivo da Apple, Tim Cook. No e-mail, divulgado pelo site '9to5Mac', um consumidor pergunta a Cook se ele "fecha os aplicativos do iOS frequentemente e se isso tem implicações na duração da bateria?". 

Aparentemente, Cook encaminhou a pergunta a Federighi, que respondeu ao cliente, identificado apenas como Caleb. "Olá, Caleb. Eu sei que você perguntou ao Tim, mas eu vou ao menos oferecer minha visão: Não e não". Ao clicar duas vezes no botão 'home' do iPhone, iPad ou iPod, uma lista de aplicativos é mostrada. A Apple já afirmou, contudo, que isso não significa que eles estejam rodando e consumindo energia. A companhia esclarece que "após mudar para um aplicativo diferente, alguns apps rodam por um curto período antes de serem ajustados para um estado suspenso. Apps que estão em estado suspenso não estão ativamente em uso, abertos ou consumindo recursos do sistema". De acordo com informações do jornal 'O Globo', aplicativos que afetam a duração da bateria são os que rodam em segundo plano, como navegação por GPS, player de música e outros que fazem buscas por atualizações, como os programas de redes sociais e e-mail. Assim, forçar o desligamento de um aplicativo é necessário apenas quando ele trava e precisa ser reiniciado.

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Governo Dilma gasta R$ 10 milhões para criar 'Netflix brasileiro' estatal

  • Fernando Rodrigues / UOL
  • 13 Mar 2016
  • 09:33h

Serviço de streaming estreia este ano com 30 mil títulos Acervo terá filmes de domínio público e da Cinemateca Beneficiários do Bolsa Família ganharão receptor de graça

SAV (Secretaria do Audiovisual), órgão vinculado ao Ministério da Cultura, gastará R$ 10 milhões na criação de um ''Netflix brasileiro''. O serviço estatal ainda consumirá valores maiores para manutenção e ampliação do projeto no futuro. O Netflix é um serviço comercial que oferece acesso, via streaming, a filmes e séries de TV. A empresa foi criada nos EUA em 1997 e tem mais de 75 milhões de assinantes no mundo. Cerca de 30 mil produções da Cinemateca Brasileira, conteúdos da rede pública de televisão, títulos de baixo orçamento e de editais, como o DOCTV América Latina, serão colocados à disposição do público. O projeto também determina  o intercâmbio de conteúdos de nações da CPLP(Comunidade de Países de Língua Portuguesa). A plataforma usará soluções híbridas na difusão de conteúdos, como transmissões móveis por meio de sinal UHFredes P2P e CDN. Ou seja, não será necessário ter acesso à internet para assistir filmes do “Netflix brasileiro''. Com receptores dedicados para TVs será possível receber o sinal via UHF. “A ideia é criar uma plataforma pública de vídeo por demanda para devolver esse acervo da memória brasileira para o cidadão, para as escolas e para a rede pública de televisão”, afirma Paulo Roberto Ribeiro, secretário do Audiovisual.


MANUAL
O usuário do serviço fará o cadastro e receberá um login. A 1ª fase do projeto será gratuita, mas a SAV não descarta cobrar pelo acesso a determinados tipos de conteúdo. Os casos serão discutidos de forma individual, informa Ribeiro. Por enquanto, a plataforma não tem um nome oficial. É chamada de VOD Brasil (Video on Demand) pelos idealizadores. Mas dentro do próprio governo o Blog ouviu várias vezes a designação “Netflix brasileiro''. O grupo de trabalho está analisando outros modelos de distribuição de conteúdos já existentes no Brasil (Instituto Alana) e também casos argentinos, franceses e canadenses.


BOLSA FAMÍLIA & TV
O governo distribuirá 12 milhões de receptores a famílias inscritas no Bolsa Família e no Cadastro Único Para Programas Sociais. Os aparelhos receberão sinal digital e terão tecnologia para captar conteúdos do “Netflix brasileiro'' (VOD Brasil) via radiodifusão. A ideia é garantir programação televisiva a pessoas de baixa renda após o desligamento do sinal analógico em todo o Brasil. Também será um canal direto do governo federal com um universo de pessoas. As 12 milhões de famílias cadastradas no Bolsa Família equivalem a cerca de 40 milhões de brasileiros.

Modelo tatuada conquistense é capa de caderno no jornal Correio da Bahia

  • 13 Mar 2016
  • 09:25h

Cheia de personalidade, Tayzza Ferreira já representou Vitória da Conquista em diversos concursos, com destaque para o Miss Bahia 2014 (Foto: Divulgação)

Lindíssima, de tirar o fôlego de qualquer marmanjo, a modelo conquistense Tayzza Ferreira de 24 anos estampa uma das capas do jornal Correio da Bahia deste domingo(13). Cheia de personalidade, a modelo já representou Vitória da Conquista em diversos concursos, com destaque para o Miss Bahia 2014. Tayzza é uma modelo super antenada as tendências e procura esta sempre em forma com seus 61 kg, 1,74 de altura, 66 cintura ,98 de quadril. Essa verdadeira escultura corporal da gata é embelezada com uma linda tatuagem recém-adotada pela modelo. “A pele que habito” [capa], destaca-se a personalidade com representação através de tatuagens na derme relacionadas a historias na vida.

Um incentivo à investigação no exercício do jornalismo

  • Por Guilherme Bittar / OI
  • 13 Mar 2016
  • 09:12h

(Foto: Divulgação)

A conquista do principal Oscar de 2016 por Spotlight premia não apenas um grande filme com um elenco magistral, no qual brilham Michael Keaton e Mark Ruffalo, mas consagra, sobretudo, o bom jornalismo. Dos concorrentes ao Oscar, Spotlight era o mais impactante em termos políticos, o que pode ter pesado na escolha como melhor filme do ano. Trata-se de um longa biográfico, que narra uma investigação jornalística desenvolvida por um time de repórteres que abalaria as estruturas da Igreja Católica. O filme se passa entre 2001 e 2002 em Boston, uma cidade americana de porte médio (645 mil habitantes). A história sacode o vespeiro que é a questão da pedofilia na igreja e mostra que jornalismo é fundamental, quando feito com independência, estrutura e determinação em investigar. Spotlight é honesto. Elenco e roteiro dão verossimilhança à história, sem se valerem de velhos clichês que costumam envolver histórias desse tipo, normalmente conduzidas por tipos caricatos de repórteres deslumbrados. O roteiro é sóbrio e ajuda a entender os bastidores de uma profissão difícil, compreendida por poucos. Pressões e porta na cara de jornalista estão lá, ameaças, além de tentativas de acobertar informações que deveriam ser de acesso público. The Boston Globe possui uma equipe de repórteres especializados em investigação, chamada de Spotlight. Eles podem ficar meses debruçados num assunto e não conseguir êxito. Ou então puxar o novelo de uma grande história, de impacto mundial, a exemplo dos escândalos na igreja. E ter a coragem de publicar. Mostrando os fatos, sem contemporizar, com o destaque que merecem ter. A despeito dos conchavos que uma instituição poderosa pode sugerir. A pauta sobre pedofilia na igreja já estivera à porta do Boston Globe em outras ocasiões, sem receber atenção. Foi preciso chegar um novo editor, Marty Baron, vindo de outra cidade, talvez por isso descontaminado pelo tipo de relações locais. É ele quem incentiva a equipe a levar o assunto adiante.

Em uma passagem marcante, o arcebispo sugere um acordo de cavalheiros ao editor, para que não prossiga com a pesquisa. “A cidade desponta com a aproximação de suas grandes instituições”, diz o arcebispo. “Obrigado. Sou da opinião de que um jornal só desempenha bem suas funções se for independente”, rebate, de forma direta, Marty Baron. E ele, direção e repórteres levaram mesmo à frente, após um ano de apuração, para o bem do jornalismo e das centenas de crianças que foram violentadas ou poderiam vir a ser não fosse os fatos se tornarem públicos. Uma cobertura desse tipo revela o que há de essencial no jornalismo: investigar e produzir histórias que possam causar transformação social. Mas a história só foi possível pela coragem dos repórteres e da própria direção do jornal – não apenas em publicar, mas em financiar uma equipe de investigação, o que custa caro. Times como o Spotlight estão em extinção nas redações dos médios e grandes jornais, que tentam reduzir custos de todas as maneiras. Spotlight mostra aos não iniciados que jornal diário sério não é jogar confete. Ao menos nas publicações que pretendem ser relevantes e, por isso, tendem a ter um futuro possível, qual seja a plataforma. Ao passo que o jornalismo mambembe, preguiçoso, subjugado pelas conveniências, voltado a interesses menores, esse será difícil vender para leitores cada vez mais críticos e detentores de um universo de informações disponível sem custos na internet e redes sociais. Os jornais importantes não têm de trazer grandes escândalos todos os dias. É impossível. Mas têm de estar preparados para cobri-los, tendo disposição de investigá-los sem aceitar a primeira explicação. Sem se contentar com a versão oficial. É essa relevância, quando vista na prática, que faz do jornalismo algo sensacional e indispensável. Spotlight é um sopro de esperança num meio marcado pela instantaneidade das informações. Que ajude despertar a luz do jornalismo investigativo em outros periódicos, para que mais histórias com poder de melhorar o mundo possam ser contadas. Isso é mais importante que qualquer Oscar.

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Guilherme Bittar é jornalista e editor-chefe do jornal Diário do Sudoeste, no Paraná

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Após 80 anos de casamento, idosa com Alzheimer só reconhece marido

  • 13 Mar 2016
  • 08:02h

Casal completou 80 anos juntos em fevereiro deste ano (Foto: Laila Braghero/G1)

Do alto da cama hospitalar instalada no meio da sala, dona Genésia Generina Soares de Araújo, de 97 anos, espia o marido pelo canto do olho direito enquanto ele fala sobre quando construiu uma casinha de barro para os dois morarem em um sítio, no interior deNatal (RN). Com Alzheimer há 6 anos, apesar da família de 103 descendentes entre filhos, netos e até tataranetos, ela só reconhece o centenário Luiz Gonzaga de Araújo, com quem se casou há 8 décadas. A união do casal aconteceu em 1936. Ela era de família com melhores condições financeiras, mas não se importou em mudar para um lugar mais simples com o companheiro. Foram morar na casa que Luiz ergueu na propriedade do pai dele e viveram lá por cinco anos. Por baixo dos óculos miúdos, a mulher magrinha reconhece o esposo pela voz e pelo arrastar do andador até a poltrona que fica ao lado da cama dela, na residência com quintal amplo do bairro Vale do Sol, em Piracicaba (SP), onde moram desde os anos 1980.

 

A família conta que a ex-costureira foi diagnosticada com Alzheimer 4 anos depois de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que paralisou o braço direito, mas nunca esqueceu o amor da vida dela. – Quem é seu marido? – pergunta a filha caçula, professora Rita Maria de Araújo, de 56 anos, enquanto reclina o encosto da cama na posição vertical para a mãe sentar. – Luiz Gonzaga – responde a idosa.

A união
Luiz se apaixonou pela prima aos 20 anos. Ela tinha 18. Hoje, o agricultor aposentado soma um século de histórias para contar, entre elas o dia do casamento, fato vivo na memória como se fosse ontem, mas que na realidade ocorreu em 25 de fevereiro de 1936, em Florânia (RN). A festa que oficializou a união do casal foi embalada por sanfonas e muita dança, para fazer jus ao xará do Rei do Baião (Luiz Gonzaga do Nascimento).


Grande família
Seu Luiz e Genésia tiveram 15 filhos. As 6 primeiras meninas morreram ainda bebês, vítimas da falta de informações médicas no Nordeste daquela época. Mas os demais, outras 6 meninas e 3 meninos, não só "vingaram" como deram ao casal 46 netos, 33 bisnetos e 9 tataranetos. Já adultos, os filhos convenceram os pais a se mudarem para Piracicaba em 1986. A família toda migrou para o interior de São Paulo e nunca mais voltou para o Rio Grande do Norte. Foi na cidade paulista que o aposentado comemorou os 100 anos, em junho do ano passado. A festa reuniu quase 200 pessoas.

Alzheimer x convivência
O neurologista Márcio Balthazar, professor da Unicamp, disse ao G1 que o fato de Genésia ainda reconhecer o marido entre tantos outros familiares e amigos pode ser atribuído à relação próxima entre eles, à convivência e às muitas conversas diárias ao longo dos anos. "A princípio as pessoas não reconhecem o companheiro mesmo, mas quanto mais intimidade melhor. Quanto mais contato tiver com o outro, melhor." Ele ressaltou também que o Alzheimer é uma doença que afeta primeiro as lembranças recentes. Segundo o professor, há casos em que a mãe ou pai não reconhece mais o filho pois só lembra dele quando criança. "Vê um barbudo, uma pessoa mais velha chamando de filho, causa estranheza. É mais fácil achar que o neto é filho." O especialista ainda afirmou que o mesmo pode acontecer entre casais. "Às vezes, a paciente confunde o marido com o pai."

80 anos juntos
As oito décadas de matrimônio reluzem na mente de seu Luiz como fagulhas embaralhadas pelo peso de seu centenário e saem como peças de um quebra-cabeça. A filha Rita é responsável pela montagem desses fragmentos para facilitar o entendimento inclusive entre o próprio casal. Com olhos marejados à sombra do chapéu, o idoso recorda como a mulher era "trabalhadeira" e deu conta dos estudos dos herdeiros sozinha. "Uma vez passei seis meses aqui para tratar de uma infecção e seis meses na estrada de Minas. Cheguei no Nordeste e ela tinha cuidado de tudo na casa. Não levei um centavo, porque eu não tinha, e ainda voltei e estava tudo certo." "Nós todos estudamos por conta dela", confirmou Rita. "Meu pai vivia na roça, trabalhando, e ela tomava conta da gente. Fazia de tudo para estudarmos." E deu certo. A caçula fez magistério e depois cursou pedagogia. "Era aquela pessoa que andava na cola da gente para estudarmos."

Saudades do diálogo
O casal sempre foi de conversar muito quando Luiz Gonzaga estava em casa. Já na velhice, todas as tardes eles passavam sentados na calçada olhando a rua e batendo papo. Chegavam a almoçar na rua, conta a filha. "Eu ainda dava aulas, então a moça que cuidava deles era orientada a dar comida fora de casa mesmo, porque eles não queriam entrar", lembrou Rita. Aos poucos, porém, ambos se tornaram mais quietos. Nos últimos dois anos, mesmo período em que Genésia passou a ficar acamada, o silêncio começou a falar mais alto entre os dois. "Ele não aceita muito a situação dela", diz Rita. O aposentado passa pela cama da esposa, pergunta se está tudo bem, mas não entende muito bem o que a mulher fala e sente saudades dos tempos em que a companheira tinha mais saúde. Rita acredita que ambos pioraram depois que um dos filhos morreu de câncer no intestino, há três anos. "Era o xodó da minha mãe. Quando ela pergunta dele e a gente diz que ele morreu, ela dá um suspiro. Então às vezes a gente só fala que ele saiu."

Mimos e poesia
Todos os dias, a filha enfeita os cabelos de Genésia com uma flor. A costureira sempre gostou de flores e ganhava uma cada vez que o marido voltava para casa. Ainda hoje ele a presenteia com pequenos mimos. Outro costume de seu Luiz e que deixa a casa mais alegre é a literatura de cordel que aprendeu com o pai na infância:

"Se o poeta Laurindo fosse criança mimosa
No peito da mãe mamando, com as faces cor de rosa
No peito da mãe mamando, se ele se amamentasse
O tempo bom foi passado
Ah, se o passado voltasse"

Enquanto Luiz declama, Genésia acompanha interessada com a cabeça inclinada para o lado da poltrona onde o marido está sentado.

65 livros em um ano
O gosto da mulher pela leitura também pode ter contribuído para retardar o avanço do Alzheimer, conforme o neurologista Márcio Balthazar. De acordo com a filha, a costureira chegou a ler pelo menos 65 livros em um ano. "Quanto mais escolaridade, mais atividade mental e intelectual menores são as chances de ter a doença", afirmou o professor da Unicamp. "Muitas vezes isso retarda o aparecimento da doença ou faz com que ela apareça de forma mais branda", completou Balthazar.

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Luto: Clemente Caíres aos 30 anos; ele era tecladista e tocava na banda do forrozeiro Ed Rossi

  • Daniel Simurro / Brumado Urgente
  • 12 Mar 2016
  • 20:13h

Clemente Caíres era conhecido pelo seu sorriso fácil e pelo seu alto astral e sua morte causou muita tristeza na classe musical brumadense (Foto: Reprodução Facebook)

A música brumadense “chorou” na tarde deste sábado (12) com a confirmação da morte do tecladista Clemente Caíres (30), o qual foi vítima fatal de um acidente ocorrido numa estrada vicinal que corta a Comunidade de Morrinhos, na região do Distrito de Cristalândia. Segundo as informações chegadas à redação do Brumado Urgente, ele estava numa motocicleta que derrapou numa curva e ele foi lançado violentamente ao solo, tendo lesões graves na região craniana. Ele foi socorrido por um motorista que passava na hora no local, que tentou o trazer para o Hospital Magalhães Neto. No meio do caminho a equipe do SAMU 192 fez a interceptação e, logo foi prestar o socorro, mas, infelizmente, Clemente já tinha vindo a óbito. Filho do comerciante “Noé da Buchada”, Clemente era muito querido do meio musical, pois com seu alto astral conquistava cada vez mais amigos. Considerado um músico versátil e de grande habilidade, Clemente atualmente estava tocando na banda do forrozeiro Ed Rossi. O corpo foi trazido para o IML de Brumado e o sepultamento acontecerá neste domingo (13). 

O acidente aconteceu próximo da Lagoa de Morrinhos (Foto: Daniel Simurro / Brumado Urgente)

Nova vacina elimina efeito da nicotina em fumantes e promete acabar com vício

  • 12 Mar 2016
  • 20:02h

(Foto: Reprodução)

Uma nova ajuda para as pessoas que querem largar o vício no cigarro surgiu. Nesta sexta-feira (11), um grupo de pesquisadores norte-americanos divulgou que desenvolveu uma vacina para eliminar o efeito da nicotina no corpo. O remédio treina o organismo a atacar as moléculas dessa substância antes que ela chegue ao cérebro. Sem o efeito prazeroso do cigarro, o fumante consegue largar o vício mais rapidamente.  Essa versão da vacina tem 60% de eficiência, se comparada às anteriores que possuiam o mesmo objetivo.

 

Testes
A equipe liderada pelo químico Nicholas Jacob testou em ratos um mecanismo diferente, treinando o sistema imunológico a atacar a nicotina. Ele perceberam que, com níveis corretos de proteínas transportadoras e moléculas de nicotina, os animais desenvolvem uma resposta imunológica eficiente. E ainda deixaram os ratos um pouco nauseados ao receber uma dose extra de nicotina. Os estudiosos ainda vão testar se o medicamento provoca o mesmo efeito em seres humanos.

Perigo
Dez mil pessoas morrem por dia em decorrência do consumo de cigarro em todo o mundo, totalizando cerca de seis milhões de pessoas por ano. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgados em maio do ano passado, o tabaco é a principal causa de morte, seguida pelo álcool e pela inalação indireta do fumo, que atinge indivíduos que convivem com fumantes.  Apesar dos números alarmantes, Salvador é a capital brasileira com o menor índice de fumantes. De acordo com informações do Ministério da Saúde, 5,2% da população adulta declara fazer uso do cigarro. 

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