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Os objetos recuperados (Foto: Divulgação 34ª CIPM)
Por volta das 02h35m, deste domingo (03), a Guarnição da 34 CIPM/DPM de Ituaçu abordou o veículo VW Gol Verde PP CJB 2838. Dentro do veículo foram encontrados muitas peças de roupas novas, 01 revólver cal 32, 02 balaclavas, três aparelhos celulares. Um dos abordados chamado Felipe confessou que havia praticado um assalto a uma loja de roupas, dias atrás, na cidade de Tanhaçu. Todos os meliantes, a arma e o material foram apresentados à delegacia da cidade de Brumado
A arma encontrada (Foto:Divulgação 34ª CIPM)
(Foto: Reprodução)
A empresa sueca Spotify está acusando a Apple de práticas abusivas de negócios. Em uma carta para o conselheiro geral da Apple, Bruce Sewell, o Spotify afirma companhia está bloqueando atualizações do seu aplicativo com o objetivo de obter vantagem para o Apple Music, afastando a concorrência e fortalecendo sua presença no mercado de streaming. As informações são do jornal britânico Financial Times. O Spotify diz que a Apple está barrando as atualizações citando regras do modelo de negócio, acrescentando que o Spotify deve usar um sistema de faturamento no aplicativo que repassa para a Apple 30% do valor de cada compra efetuada na App Store. Na avaliação do Spotify, esta estratégia é utilizada como uma arma para prejudicar os concorrentes do serviço Apple Music – lançado pela Apple em 2015. Se a denúncia for confirmada, a Apple pode enfrentar processos ligados ao direito de concorrência tanto nos Estados Unidos quanto na Europa. Lançado há oito anos, o serviço de streaming de música ilimitada do Spotify agora enfrenta a concorrência de empresas como a Apple, YouTube, do Google, bem como de operadores independentes, incluindo o Deezer e o Tidal – do rapper Jay Z. Apesar disso, o serviço sueco continua liderando o mercado com 30 milhões de assinantes.
(Foto: Reprodução)
A empresa de segurança digital FireEye identificou recentemente uma nova ameaça que infecta dispositivos móveis com sistema operacional Android. Para roubar os dados de conta bancária das vítimas, o arquivo malicioso se "disfarça" de um aplicativo popular, como o WhatsApp ou o Facebook, para levar o usuário a crer que são estes apps que estão solicitando seus dados. De acordo com a empresa de segurança, não se trata apenas de uma ameaça específica, mas de uma família de malwares que têm o mesmo método. Além dos aplicativos já citados, alguns deles também já foram vistos disfarçando-se do aplicativo de um banco na Alemanha, do aplicativo oficial dos correios na Dinamarca e na Austria, e do Youtube e WeChat no Reino Unido, Noruega e Itália. Segundo o PplWare, os arquivos nocivos são propagados por meio de mensagens SMS com um link. Ao clicar no link, o usuário baixa o arquivo para seu smartphone. Ele então fica indetectável, e só "acorda" quando percebe que a vítima abriu um aplicativo que ele sabe imitar. Nesse momento, ele imita a interface do aplicativo original para enviar mensagens pedindo os dados bancários da vítima. A vítima, por sua vez, acredita que na verdade é o aplicativo original que está solicitando seus dados, o que aumenta a probabilidade de que ela os forneça. Segundo os pesquisadores, na Dinamarca mais de 130 mil pessoas já foram infectadas por arquivos nocivos dessa família. Além disso, segundo a FireEye, o modo como os malwares são criados torna fácil para os criminosos incrementar suas capacidades. Com isso, eles podem "aprender" novos disfarces.
Prevenção
De acordo com a empresa, a principal recomendação para que os usuários de Android evitem ameaças desse tipo é permitir apenas a isntalação de aplicativos hospedados na Play Store. A FireEye também recomenda cuidado caso o usuário receba mensagens SMS de estranhos, ou com textos suspeitos. Nesses casos, o melhor a se fazer é deletar a mensagem e jamais clicar nos links enviados. Além disso, fique atento ao comportamento de qualquer aplicativo popular que você utilize. Caso ele comece a enviar mensagens incomuns ou solicitar seus dados, não os entregue. Especialmente no caso de apps como o WhatsApp e o Facebook, é extremamente improvável que eles precisem de qualquer dado bancário seu para qualquer coisa. Outra recomendação da empresa é o uso de alguma solução de segurança para o seu dispositivo móvel. O Olhar Digital já avaliou algumas das principais ferramentas de proteção disponíveis para o sistema operacional em um vídeo que pode ser visto por meio deste link.
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(Foto: Reprodução)
A cada 10 partos realizados em maternidades particulares no Brasil, 8,5 são cesáreas - a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda 1,5. É essa discrepância na rede privada que faz com que o Brasil ainda ostente o triste título de país com mais cesarianas do mundo. Mas futuros levantamentos sobre o tema podem trazer uma queda nesse percentual por causa de um projeto chamado Parto Adequado, implementado em 40 hospitais do país, que visa a combater a epidemia de cesáreas. Em menos de um ano, essas maternidades conseguiram derrubar suas taxas em 9 pontos percentuais, fazendo com que a média de cesarianas caísse de 78% para 69%.
Além disso, mais da metade dos hospitais envolvidos já conseguiu reduzir o índice para 60%. Mas por que esse projeto - uma parceria entre a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o Hospital Israelita Albert Einstein e a organização americana Institute for Healthcare Improvement - vem dando frutos após décadas de fracasso para lidar como problema? Segundo os profissionais ouvidos pela BBC Brasil, ligadas ou não ao Parto Adequado, o sucesso está em atacar em várias frentes, inclusive nas mais polêmicas."É claro que não íamos mudar nada para valer se não discutíssemos novos modelos de remuneração dos obstetras. E isso passa por resgatar o papel fundamental das enfermeiras nos partos de baixo risco, ainda que isso signifique enfrentar a resistência de alguns médicos", diz Rita de Cássia Sanchez, obstetra e especialista em medicina fetal do Einstein. A diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS, Martha Oliveira, diz que é preciso reorganizar todo o sistema. "Trabalho há mais de 10 anos com o tema parto na ANS, mas nada dava certo. Isso porque nosso sistema de saúde nesse setor está preparado para (que partos) tenham como desfecho uma cesariana. Precisamos mudar isso."
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Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) do governo americano (Foto: Reprodução/Twitter/NIAID)
Às vésperas dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, uma das preocupações dos atletas e visitantes estrangeiros é em relação ao vírus da zika. Amplamente espalhado pelo país, especialmente no estado do Rio, o vírus foi associado ao nascimento de bebês com microcefalia e outros danos neurológicos, além da ocorrência da síndrome de Guillain-Barré em adultos. Mas, para o imunologista americano Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID), parte dos Institutos Nacionais de Saúde do governo americano (NIH), o vírus da zika não deve ser um problema durante o evento. O cientista, que é uma autoridade mundial em HIV e em doenças emergentes como ebola e zika, falou por telefone ao G1 sobre desenvolvimento de vacinas, colaboração científica entre Brasil e Estados Unidos e sobre os principais temores associados à atual epidemia.
Leia os principais trechos da conversa:
Você acha que a Olimpíada no Rio pode ajudar a espalhar o zika pelo mundo?
Como eu já disse outras vezes, realmente não há motivo para cancelar ou adiar a Olimpíada no Brasil porque o número de pessoas que vêm para o Brasil de qualquer forma regularmente é tão maior do que o número de pessoas a mais que virão por causa da Olimpíada que não achamos que exista um risco grande de se espalhar o vírus pelo mundo. Consideramos fortemente que mulheres grávidas não devam vir ao Brasil porque há transmissão ativa do vírus no país. Mas, fora desse grupo, não vejo a zika como um problema para o Brasil na Olimpíada.
O NIAID trabalha em vários projetos de vacina de zika. Há parcerias com o Brasil?
Nem todos os projetos estão diretamente relacionados a uma parceria atual, mas virtualmente todos eles envolverão uma parceria com o Brasil no futuro. O projeto que está diretamente ligado a uma parceria preestabelecida com o Brasil é o que chamamos de vacina de vírus vivo atenuado, muito similar ao da vacina de dengue e feita quase da mesma forma. Isso é feito em parceria com o Instituto Butantan. As outras candidatas a vacina devem futuramente envolver parcerias com organizações no Brasil, incluindo a Fiocruz e outras. Então, em última instância, quando testarmos as vacinas, isso quase invariavelmente será feito com parcerias com colegas brasileiros – ou cientistas individuais ou organizações como o Butantan. Começaremos aqui nos EUA os testes clínicos de fase 1, para um número menor de pessoas. Mas os grandes testes que determinam se a vacina é realmente efetiva terão que ser feitos em países e regiões onde existe infecção ativa. Porque você não pode provar a eficácia de uma vacina a não ser que você faça o teste em um local com infecção ativa. Provavelmente começaremos os testes de eficácia no início de 2017. Os testes preliminares, apenas para segurança, que envolvem relativamente poucas pessoas, vão começar em 2016, provavelmente no fim de agosto e começo de setembro. Mas será só no início de 2017 que começaremos os testes maiores, de eficácia.
Os EUA têm dinheiro disponível para pesquisas sobre zika?
Há uma grande batalha ocorrendo no Congresso em que o presidente Barack Obama pediu US$ 1,9 bilhão para financiar trabalhos feitos pela minha instituição, pelos Centros de Prevenção e Controle de Doenças (CDC), pelo FDA [órgão equivalente à Anvisa] e pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). E o congresso ainda não aprovou o dinheiro que o presidente pediu, então estamos usando dinheiro emprestado de outros projetos. Estamos fazendo o trabalho que precisamos fazer com zika. Mas logo, se não recebermos mais dinheiro do Congresso nas próximas semanas ou meses, ficaremos sem dinheiro.
A vacina de zika é mais simples do que a de dengue?
Não se pode fazer essa suposição, mas eu acho que é algo razoável de se esperar. Como há um único sorotipo de zika circulando na América do Sul, América Central e Caribe, diferentemente da dengue (que tem 4 sorotipos), é razoável esperar que seria mais fácil desenvolver uma vacina para zika. Mas não queremos ser excessivamente confiantes. Parece que é dessa forma por causa da maior simplicidade do zika, que é um único tipo de vírus.
Dezenas de instituições estão trabalhando em vacinas contra zika. Essa competição é positiva?
Elas estão colaborando entre si, mas também estão competindo, o que é bom. Quando se está tentando desenvolver uma vacina, é um fenômeno saudável ter múltiplas opções porque as vacinas são um pouco tênues. Sempre encontramos dificuldades que não eram previsíveis, então ter múltiplos candidatos ao mesmo tempo é mais uma vantagem do que uma desvantagem.
É possível saber se uma pessoa que já foi infectada por zika fica imunizada?
Esta é uma suposição razoável porque se você olhar para vírus como o da febre amarela, o vírus do oeste do Nilo, até a dengue, se você é infectado por um sorotipo, você fica protegido contra aquele sorotipo específico. Então é razoável supor que se você for infectado por zika, ficará protegido de novas infecções. Sobre isso, há um estudo interessante que saiu esta semana na revista “Nature”. O estudo em um modelo de macaco mostrou que se você infectar um macaco com zika e voltar a expor esse macaco ao vírus, ele estará protegido.
No Brasil, isso não significaria que em alguns anos todos estariam naturalmente protegidos?
Muitos estarão. Mas é preciso lembrar que a cada ano haverá um coeficiente de nascimentos que estará suscetível. Então se você tivesse uma população estática em que ninguém nascesse, aí poderia dizer que todos estariam protegidos. Mas a cada ano, milhões de pessoas novas entram para a população.
Um estudo recente concluiu que uma exposição prévia à dengue pode levar a um quadro mais severo de zika. Isso é preocupante para o Brasil?
Eu teria cuidado para não exagerar na interpretação desse estudo. Porque ele foi feito in vitro e só porque algo é visto in vitro não indica realmente que você vai ver aquele fenômeno no mundo real, in vivo. Não parece que pessoas infectadas por zika que viveram no Brasil a vida inteira têm alguma diferença de infecção em relação a viajantes que apenas passaram pouco tempo no Brasil e não tiveram infecções prévias de dengue. Aliás, temos agora nos EUA mais de 800 pessoas que são americanos que viajaraml a trabalho ou a turismo, voltaram aos EUA e desenvolveram zika que contraíram no Brasil, Colômbia ou Porto Rico. E o quadro deles não é diferente do que o de brasileiros que têm vivido no Brasil durante toda a vida e já foram expostos à dengue.
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Família quer que óvulos sejam fecundados com sêmen de doador nos EUA (Foto: Science Photo Library)
Uma mulher de 60 anos venceu uma batalha judicial no Reino Unido para ter acesso aos óvulos congelados de sua filha morta e, assim, poder dar à luz o próprio neto. Ela havia entrado com recurso contra a decisão do órgão regulador britânico de negar a transferência dos óvulos, armazenados em Londres, para uma clínica dos Estados Unidos, onde seriam fecundados com o sêmen de um doador. Com isso, é possível que se torne a primeira mulher de que se tem notícia no mundo a ficar grávida usando os óvulos de uma filha morta. Sua filha, que morreu cinco anos atrás, teria, segundo relatos, pedido à mãe que gerasse seus bebês. O Tribunal Superior do país havia rejeitado o pedido no ano passado, mas a mãe obteve permissão para recorrer da decisão diante de um painel de três juízes. Órgão responsável pela regulação desse tipo de procedimento no Reino Unido, a Autoridade de Fertilização e Embriologia Humana (HFEA, na sigla em inglês) afirmara em 2014 que o material não poderia ser liberado porque a filha não deixara um documento consentindo com o uso dos óvulos. Ela morreu de câncer de intestino, aos 28 anos. Durante os capítulos mais recentes do processo, os advogados da mãe argumentaram aos juízes que ela queria realizar os desejos da filha ao gestar e criar uma criança gerada a partir dos óvulos congelados.
Consentimento
Em junho de 2015, durante a tramitação do processo no Tribunal Superior, a mãe afirmou que sua filha estava desesperada para ter filhos e que pediu a ela: "carregue meus bebês". Os advogados da mulher e de seu marido disseram que a filha ficaria "devastada" se soubesse que seus óvulos não poderiam ser usados. Mas o juiz entendeu que o órgão regulador tinha razão ao dizer que ela não tinha deixado o "consentimento necessário" e afirmou que a negativa não apresentava nenhuma violação aos direitos humanos da família. Embora a filha tivesse concordado que seus ovos poderiam continuar armazenados para uso após sua morte, ela não informou em um formulário separado como gostaria que o material fosse usado.
Chance de sucesso
O magistrado Colman Treacy, da Corte de Apelação, afirmou que a documentação do caso o deixou em dúvidas sobre haver razões "suficientemente fortes" para permitir que o recurso fosse adiante. Mas, após ouvir as argumentações no tribunal, concluiu tratar-se "um caso passível de debate e com uma chance real de sucesso". "O julgamento de hoje pela Corte de Apelação reafirma a necessidade para o consentimento informado mas conclui que há suficiente evidência dos desejos da filha da apelante", afirmou a HFEA. O órgão disse que vai reconsiderar o caso o mais breve possível.
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Todos estes novos recursos não foram anunciados com destaque, mas ajudam bastante na produtividade com o mensageiro.(Foto: Reprodução)
De uns tempos para cá, o WhatsApp vem silenciosamente inserindo uma série de novidades tanto no aplicativo estável quanto em suas variantes Beta.Embora não estejam no mesmo nível de recursos bombásticos como chamadas em vídeo, grupos públicos e suporte a GIFs animados, as adições que já chegaram ou que estão para chegar ao app foram feitas para tornar sua experiência de uso mais agradável e prática. A seguir, você pode conferir tanto funções do mensageiro que foram incluídas a partir da versão 2.16.76 do aplicativo quanto outras novidades que fazem parte da build Beta 2.16.141 e podem ou não ser inseridas no app estável em breve. Como os recursos não foram anunciados com destaque e só aparecem caso você faça ações específicas – sem falar daquelas que ainda estão apenas em teste –, é possível que muitos deles tenham passado despercebidos pela maioria dos usuários. Veja abaixo o que há de novo no Whatsapp:
1 – Mudança dos ícones de grupos
Quando a imagem usada como símbolo de um grupo era trocada, os membros eram avisados por meio de uma pequena mensagem mostrando a nova figura. Agora esse aviso passa a incluir tanto o novo ícone quanto o anterior.
2 – Ações facilitadas para contatos desconhecidos
Antes, sempre que um contato desconhecido puxava assunto com você pelo WhatsApp, as opções de Bloquear ou Adicionar apareciam no topo da conversa em uma interface cinzenta que não era muito convidativa. Nas novas versões do app, esse alerta passa a incluir a função de “Reportar Spam” e aparece como uma lista simples abaixo das mensagens recebidas.
3 – Notificação de chamada perdida dentro dos chats
Quando você recebia uma ligação dentro do aplicativo, mas não conseguia atender, o mensageiro costumava apenas exibir uma notificação na bandeja do seu smartphone e na aba de Chamadas. Mais recentemente, uma mensagem com o alerta da tentativa passa a ser exibido também na sua conversa com o contato que ligou para você.
4 – Nova interface de criação de grupos e transmissões
Seguindo a nova linha visual do WhatsApp, a interface de criação de grupos e transmissões – o recurso que permite enviar a mesma mensagem de forma privada para várias pessoas de uma vez só – também foi refeita. Agora, os contatos selecionados ficam agrupados no topo da tela e podem ser removidos com apenas um toque.
5 – Emoji olímpico
As Olimpíadas do Rio 2016 estão quase chegando, e o mensageiro já preparou um emoji especial para os fãs da competição internacional. Encontrado no final da aba de esportes da lista de “carinhas” do app, o símbolo dos cinco anéis coloridos entrelaçados foi acrescentado em um dos Betas recentes.
6 – Seta de “Novas mensagens abaixo”
Sabe aquele momento em que você sobe até mensagens mais antigas de uma conversa, seu contato manda algo novo e você acaba não percebendo, levando mais tempo do que queria para responder? Outra das novidades adicionadas é uma setinha que aparece justamente nessas horas para que você não deixe seus amigos esperando.
7 – Rolagem infinita para cima
Falando em subir para partes mais antigas das conversas, o WhatsApp costumava exigir que os usuários pressionassem um botão sempre que quisessem “Carregar mensagens anteriores”. Com as atualizações mais recentes, essa demanda desnecessária finalmente vai acabar, e o app vai começar a executar essa ação automaticamente sempre que o limite for atingido.
Bônus: Tela de aviso do fim do suporte
No começo do ano, o WhatsApp anunciou que ia deixar de oferecer suporte a alguns sistemas operacionais mais antigos até o final de 2016, incluindo as versões 2.1 Eclair e 2.2 Froyo do Android. Embora essa função ainda não esteja funcionando, já é possível ver como será a tela que deve ser exibida quando um usuário com um SO incompatível tentar abrir o mensageiro. Veja a imagem a seguir:
Quer conferir?
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- Secom Bahia
- 03 Jul 2016
- 09:00h
(Foto: Divulgação)
Os estudantes que vão prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão reforçar os estudos através das aulas do Ensino Médio com Intermediação Tecnológica (Emitec), que serão exibidas pela TVE Bahia (canal 10.1 digital e canal 2), de segunda a sexta-feira, sempre às 6h30. A primeira aula será exibida nesta segunda-feira (4). O Emitec é uma oferta diferenciada da Secretaria da Educação do Estado de utilizar a tecnologia para levar os conteúdos do ensino médio para mais de 19 mil estudantes de áreas remotas da Bahia. Para Severiano Alves, diretor-geral do Instituto Anísio Teixeira, onde são produzidas as aulas do Emitec, a parceria com a TVE Bahia promove a democratização dos saberes. “Difundir conteúdos atualizados, de qualidade e voltados para o ensino médio, em uma TV aberta, onde qualquer estudante possa assistir, é um avanço significativo na busca pela melhoria da qualidade da educação, além de fortalecer a preparação dos estudantes para o Enem”, afirma. As aulas que serão exibidas foram produzidas em um formato mais dinâmico e customizadas para a televisão, apresentando conteúdos pedagógicos prioritários dos diferentes componentes curriculares e elaborados por professores da rede estadual. “Estas aulas foram pensadas para alcançar o maior número de estudantes. É motivador poder proporcionar estes conteúdos que servem como uma espécie de revisão para o estudante que irá fazer as provas do Enem”, explica a coordenadora executiva do Emitec, Letícia Machado.
Ambiente Educacional Web
Além das aulas exibidas na TVE, o estudante que estiver estudando para o Enem pode acessar as aulas do Emitec que estão disponíveis no Ambiente Educacional (AEW) do Portal da Educação. Produzido pelo Instituto Anísio Teixeira, por meio do programa de Difusão de Mídias e Tecnologias Educacionais – Rede Anísio Teixeira, o Ambiente Educacional Web abriga mais de 3,7 mil conteúdos educacionais produzidos e catalogados por professores da rede estadual. As aulas do Emitec no AEW também podem ser acessadas por dispositivos móveis (smartphones e tablets) e estão disponíveis para download. A TVE pode ser assistida pelo canal digital 10.1, para Salvador, região metropolitana e Recôncavo; pelo canal 2, aberto analógico para Salvador e interior; e nos canais fechados NET no canal 2, SIM no canal 2, SKY HD no canal 310-1, GVT HD no canal 2 e na CLARO HD no canal 402-1.
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A partir deste mês, em Vitória da Conquista, só haverá voos até às 19h. O voo pernoite da Passaredo em Conquista deve ser cancelado.(Foto: Reprodução)
Diante da crise e a consequente queda na demanda, as companhias Azul e Passaredo, que atuam nos aeroportos no interior baiano, estão reduzindo ou remanejando a programação de voos em algumas cidades. Segundo informou a Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), responsável pela gestão dos aeroportos regionais, houve este ano redução de voos em Barreiras, Vitória da Conquista, Teixeira de Freitas, Feira de Santana e Valença. A partir deste mês, em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado, só haverá voos até às 19h. O voo pernoite da Passaredo em Conquista deve ser cancelado. Já a Azul Linhas Aéreas divulgou nota comunicando que deve manter a quantidade atual de voos, cancelando a programação antiga da companhia que previa o fim das operações na cidade
(Foto: Reprodução)
O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (30) boletim sobre a situação da microcefalia no país. No total foram 1.638 casos confirmados até 25 de junho, 22 casos a mais do que o último boletim, divulgado na quarta-feira (22). Na Bahia, são 1.159 casos notificados desde outubro de 2015, três a mais do que divulgado dia 22. Depois de um tempo só apresentando altas, o número de casos confirmados de microcefalia se manteve, com 263 casos no total. 245 casos foram descartados, contra o número de 243 do último boletim. A Bahia tem o maior número de casos em investigação (651) do país, ficando na frente, inclusive, de Pernambuco, que possui o maior número de casos confirmados (366) e de casos notificados (1.159). No Brasil, 8.165 casos estão em investigação, 126 casos a mais do que no último boletim. 54 casos novos estão em investigação, totalizando 3.061 casos. 1.638 casos foram confirmados, 22 a mais do que na última semana, e mais 50 casos foram descartados, totalizando 3.466 desde outubro de 2015. Do total de casos confirmados, 37 a mais tiveram confirmação por critério laboratorial específico para o vírus Zika, totalizando 270 casos. O Ministério da Saúde, no entanto, ressaltou que esse dado não representa, adequadamente, a totalidade do número de casos relacionados ao vírus. Os 1.638 casos confirmados em todo o Brasil ocorreram em 582 municípios, localizados em todas as unidades da federação e no Distrito Federal. Em relação aos óbitos foram registrados 328 óbitos suspeitos de microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central após o parto ou durante a gestação (abortamento ou natimorto) no país, 4 a mais do que o Ministério divulgou no último boletim. Isso representa 4% do total de casos notificados. Destes, 87 foram confirmados para microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central. Outros 184 continuam em investigação e 57 foram descartados.
- Olhar Digital
- 03 Jul 2016
- 07:04h
(Foto: Reprodução)
O Facebook anunciou hoje que uma nova ferramenta, que permite a captação de doações para instituições de caridade, vai começar a funcionar em breve. O recurso vai funcionar com organizações verificadas e vai possibilitar as transações direto da plataforma, sem que seja necessário acessar outro site. Pela página, os usuários poderão levantar fundos para as ONGs. No ano passado, a rede social criou uma maneira para ajudar organizações sem fins lucrativos a criar campanhas para angariação de fundos. Agora, todo o processo será "integrado" no Facebook. Na lista de instituições de caridade verificadas são Oxfam, The Nature Conservancy e Associação de Alzheimer. Veja como funciona a página de doações.Por enquanto, a ferramenta está disponível para cerca de 1% dos usuários dos Estados Unidos. A empresa afirma que pretende expandir o recurso para todo o país nas próximas semanas, mas ainda não revelou se ele será disponibilizado em outras partes do mundo.
Consumo de fibras pode proteger contra alergias alimentares, segundo estudo (Foto: David Munns/D2M/Science Photo Library/Arquivo AFP)
Um estudo feito em camundongos sugere que a adoção de uma dieta rica em fibras pode prevenir a ocorrência de alergias alimentares severas. A pesquisa, feita com camundongos, foi publicada na revista "Cell Reports" na semana passada. Tentando encontrar uma explicação sobre por que a ocorrência de alergias alimentares tem aumentado nos últimos anos, pesquisadores da Universidade Monash, na Austrália, submeteram roedores a duas dietas diferentes: uma com maior quantidade de fibras do que a outra.Os resultados mostraram que os camundongos que consumiram alimentos ricos em fibra tiveram menos alergias severas a amendoim do que o outro grupo. Isso porque, segundo os cientistas, a dieta rica em fibra muda a flora intestinal, ou seja, as bactérias que habitam o intestino, de modo que essas "bactérias boas" sejam capazes de proteger contra as alergias. As bactérias do intestino quebram as fibras dos alimentos em subprodutos, entre os quais ácidos graxos que têm uma ação junto ao sistema imunológico que leva à prevenção de alergias severas. O estudo traça um caminho para o desenvolvimento de uma possível droga contra alergias alimentares. "Sentimos que a incidência aumentada de alergias alimentares nos últimos dez anos teria de estar relacionada à nossa própria dieta e ao nosso próprio microbioma em vez de uma falta de exposição a micróbios do ambiente - a chamada 'Hipótese da Higiene'", diz o imunologista da Laurence Macia, um dos autores do estudo. "É provável que, em comparação a nossos ancestrais, estejamos comendo quantidades inacreditávies de gordura e açúcar e comendo quantidades fibras insuficientes", diz Charles Mackay, outro autor do estudo. "E esses achados podem estar nos dizendo que precisamos ter um consumo maior de fibras, não apenas para prevenir a alergia alimentar, mas possivelmente outras condições inflamatórias", observa o pesquisador.
(Foto: Reprodução)
O Ministério da Saúde está estudando mudar o protocolo de atendimento a bebês que nascem com possíveis danos provocados pelo vírus da zika. A mudança foi motivada pelo estudo publicado nesta quarta-feira (29) na revista "The Lancet", que concluiu que 20% dos bebês que nascem com problemas relacionados à zika têm cabeça de tamanho normal. Isso significa que somente o fato de ter um crânio menor, o que caracteriza a microcefalia, e um histórico de vermelhidão na pele durante a gestação não são suficientes para detectar quais bebês foram de fato afetados pelo vírus da zika. Hoje, bebês com perímetro cefálico menor do que 32 cm são enquadrados como casos suspeitos de microcefalia relacionada ao vírus da zika. Mas isso pode mudar, de acordo com nota divulgada pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira. Levando em conta os resultados do estudo -- que foi encomendado pelo próprio ministério -- o Brasil pode incluir outros sintomas e alterações neurológicas como critérios para triagem dos bebês, independentemente da presença de microcefalia.“Estamos adequando nossos protocolos a esses achados para ampliar as investigações e melhorar nosso sistema de vigilância. Neste momento, o Brasil e o mundo já acumularam mais conhecimentos sobre a doença e podemos, com esse aprendizado, aprimorar o monitoramento das consequências da infecção congênita pelo vírus zika”, afirmou o coordenador-geral de Vigilância e Resposta às Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, segundo nota divulgada pela pasta.
(Foto: Reprodução)
Pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (1º) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente em exercício, Michel Temer (PMDB):
- Ótimo/bom: 13%
- Regular: 36%
- Ruim/péssimo: 39%
- Não sabe: 13%
Segundo a CNI, a soma dos percentuais não iguala 100% em decorrência do arredondamento. O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 24 e 27 deste mês e ouviu 2.002 pessoas, em 141 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Esta é a primeira pesquisa CNI/Ibope divulgada após o afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT), em 12 de maio, em razão do processo de impeachment que ela enfrenta no Congresso Nacional. No levantamento anterior, de 30 de março,a petista aparecia com a aprovação de 10% dos entrevistados, enquanto 69% a desaprovavam e 19% consideravam a gestão dela regular. O nível de confiança da pesquisa divulgada nesta sexta, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
Comparação com governo Dilma
A pesquisa Ibope também pediu aos entrevistados que comparassem as gestões de Temer e Dilma na Presidência da República. Segundo o levantamento, 23% dos entrevistados consideram o governo do peemedebista melhor; 44%, igual; 25%, pior; e 8% não souberam ou não responderam. Sobre as perspectivas em relação ao "restante do governo", que avaliou as expectativas dos entrevistados sobre os próximos meses de Temer no Planalto, 24% responderam "ótimo/bom"; 32%, "regular"; 35%, "ruim/péssimo"; e 9% não souberam ou não responderam.
'Maneira de governar'
A pesquisa divulgada também avaliou a opinião dos entrevistados sobre “a maneira de governar” do presidente em exercício:
- aprovam: 31%
- desaprovam: 53%
- não souberam ou não responderam: 16%
No levantamento de março, 14% aprovavam a maneira de governar de Dilma, enquanto 82% desaprovavam.
Confiança
Outro ponto questionado pelo Ibope foi sobre a "confiança" dos entrevistados em relação ao presidente em exercício. De acordo com a pesquisa divulgada nesta sexta, 27% dos entrevistados disseram confiar em Temer, enquanto 66% afirmaram não confiar; 7% não souberam ou não responderam.
Notícias
O Ibope indagou o noticiário em relação ao governo Temer. Para 18% dos entrevistados, as notícias foram "mais favoráveis" no período, enquanto 25% as avaliaram como "nem favoráveis nem desfavoráveis". Para 40%, foram "mais desfavoráveis", e 17% não souberam ou não responderam. O levantamento ainda traz as notícias mais lembradas pelos entrevistados (veja abaixo as cinco mais mais citadas):
- 7%: "Afastamento de ministros do governo por denúncias de corrupção"
- 5%: "Operação Lava Jato"
- 3%: "Processo de cassação de Eduardo Cunha"
- 3%: "Corrupção no governo (sem especificar)"
- 3%: "Novos planos/medidas do governo"
A pesquisa também ouviu os eleitores sobre a opinião deles por área de atuação do governo. Veja os resultados:
Meio Ambiente
Aprovam: 33%
Desaprovam: 55%
Não souberam/Não responderam: 12%
Educação
Aprovam: 30%
Desaprovam: 64%
Não souberam/Não responderam: 6%
Combate à fome e à pobreza
Aprovam: 30%
Desaprovam: 63%
Não souberam/Não responderam: 7%
Inflação
Aprovam: 29%
Desaprovam: 64%
Não souberam/não responderam: 7%
Combate ao desemprego
Aprovam: 27%
Desaprovam: 67%
Não souberam/não responderam: 6%
Segurança pública
Aprovam: 23%
Desaprovam: 72%
Não souberam/Não responderam: 5%
Saúde
Aprovam: 22%
Desaprovam: 73%
Não souberam/não responderam: 5%
Impostos
Aprovam: 17%
Desaprovam: 77%
Não souberam/não responderam: 6%
Taxa de juros
Aprovam: 16%
Desaprovam: 76%
Não souberam/Não responderam: 8%
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