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A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira (18) que vai passar a financiar imóveis de até R$ 3 milhões. Hoje, o valor máximo de financiamento de imóveis pela instituição é de R$ 1,5 milhão. As novas regras entram em vigor na próxima segunda-feira (25). As mudanças afetam as operações de crédito no âmbito do Sistema Financeiro Imobiliário (que costuma financiar imóveis acima de R$ 750 mil, sem uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS). A Caixa também vai passar a financiar uma "fatia" maior do valor dos imóveis. Para compra de imóvel usado, a cota de financiamento sobe de 60% para 70% do valor total. Já na compra de imóvel novo, terreno, construção em terreno próprio e reforma ou ampliação, a cota sobe de 70% para 80%. O banco informou ainda que, nas operações contratadas com Interveniente Quitante – que são aquelas em que haverá quitação de financiamento com outra instituição financeira – a cota de financiamento subirá de 50% para 70%."A CAIXA esclarece que o novo modelo de concessão de crédito, que levará em consideração aspectos de perfil do cliente como rating ou menor quota de financiamento, ainda está em estudo e não tem previsão de data de lançamento", diz o banco em nota.
- Daniel Simurro | Brumado Urgente
- 19 Jul 2016
- 08:59h
Os membros do partido durante a coletiva confirmando o apoio do DEM à pré-candidatura de Alessandro Lobo (Foto: Divulgação)
Os Democratas de Brumado vêm buscando seguir à risca a mesma linha adotada pela legenda em Salvador, onde a proposta da inovação ideológica foi apresentada à população que acreditou e, hoje, a administração do prefeito ACM Neto é considerada a melhor do Brasil. Nessa esteira da positividade, o partido vem se fortalecendo e, diante do atual momento político, confirmou o seu apoio à pré-candidatura de Alessandro Lobo (PRB) para prefeito durante uma coletiva de imprensa realizada no último final de semana. Em contato com o presidente do Democratas de Brumado, vereador Weliton Lopes, ele, num tom de muita confiança expressou que “é uma grande satisfação para nós confirmarmos o apoio à pré-candidatura de Alessandro Lobo que representa uma renovação ideológica para o nosso município, já que sua competência e dinamismo foram comprovadas em duas gestões muito proativas à frente da Câmara de Vereadores de Brumado” e continuou destacando que “nós ainda estamos discutindo as possíveis coligações para a proporcional, mas temos a convicção que estamos no caminho certo”. Lopes ainda fez questão de salientar que “ACM Neto e deputado Luciano Ribeiro estão muito satisfeitos com a escolha de Alessandro que tem o perfil que se encaixa totalmente com os novos ideais do DEM, tendo no dinamismo e no compromisso com as grandes causas uma de suas maiores características”. E finalizou declarando que “assim como Salvador acreditou no novo e hoje colhe os frutos muito positivos de uma administração inovadora e que tem uma avaliação de excelência, o DEM de Brumado também aposta no novo, para que, assim como aconteceu na capital do estado, nossa cidade também possa viver novos tempos de progresso e desenvolvimento”.
O pré-candidato Alessandro Lobo agradeceu o apoio do DEM e reafirmou o seu compromisso político (Foto: Divulgação)
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O Brasil já registrou 165.932 casos prováveis de febre pelo vírus da zika no Brasil em 2016, até o dia 11 de junho, segundo novo boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde. Em duas semanas, desde a divulgação do último boletim, foram 4.691 novos casos de zika registrados no país. Não houve novas mortes de adultos pelo vírus da zika desde o último boletim: há apenas uma morte registrada em 2016 no Rio de Janeiro. Três outras mortes pelo vírus tinham ocorrido em 2015. O estado com maior número infecções pelo vírus da zika até o momento é a Bahia, com 46.427 casos, seguido pelo Rio de Janeiro, com 46.027 casos. Já a região com maior taxa de incidência de zika é o Centro-Oeste, com 163,5 casos a cada 100 mil habitatnes. Os estados com maior taxa de incidência são Mato Grosso, Bahia, Rio de Janeiro e Tocantins. Desde outubro de 2015, o país já registrou 1.687 casos de microcefalia provavelmente relacionados ao vírus da zika.
Dengue
Até 11 de junho, o país tinha registrado 1.345.286 casos prováveis de dengue. Foram 50.703 novos casos em duas semanas, desde a divulgação do último boletim. O número é ligeiramente menor do que o registrado na mesma época no ano passado: 1.379.124. O ano de 2015 foi recordista de dengue: ao todo, foram 1.649.008 casos, maior número registrado na série histórica, iniciada em 1990. As regiões Centro-Oeste e Sudeste têm as maiores taxas de incidência de dengue: 949,9 casos por 100 mil habitantes e 940,6 casos por 100 mil habitantes respectivamente. Em 2016, foram confirmadas 318 mortes por dengue e 511 casos de dengue grave. Apesar de o número de casos da doença estar quase tão alto quanto no ano passado, o número de mortes diminuiu 57,7% em relação a 2015.
Chikungunya
Foram 137.808 casos prováveis de chikungunya no país até o dia 11 de junho. Em duas semanas, desde o último boletim, foram registrados 15.046 novos casos. A região com maior taxa de incidência da infecção foi o Nordeste, com 213,2 casos por 100 mil habitantes. Só este ano, foram confirmadas 17 mortes por chikungunya, principalmente entre idosos. A mediana da idade das vítimas foi de 69 anos. Em 2015, o país tinha registrado 38.332 casos prováveis de febre de chikungunya.
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Somente 24% da população brasileira quer se aposentar após os 60 anos, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (18). Dos 2.792 entrevistados em 171 municípios, 45% querem se aposentar antes dos 60 (24% entre 56 e 60 anos e 21% antes dos 56); 14% já são aposentados; e 17% não souberam ou não quiseram responder. Em média, os homens gostariam de se aposentar aos 61, e as mulheres, aos 59, de acordo com o levantamento. Atualmente, a legislação permite que os trabalhadores do setor privado se aposentem após 35 anos de contribuição com a Previdência, no caso dos homens, ou 30, no caso das mulheres. Na falta de tempo de contribuição suficiente, é possível se aposentar por idade, aos 60 anos. De acordo com dados do Ministério do Trabalho e da Previdência Social, os brasileiros se aposentam aos 59,4 anos, mais cedo do que em países ricos como os Estados Unidos, Alemanha a França. Com a reforma da Previdência programada pelo governo do presidente interino, Michel Temer, há uma expectativa de que seja estabelecida a idade mínima entre 65 e 70 anos. O novo cálculo ainda não foi concluído, mas a administração pretende determinar regras de transição para as faixas etárias mais próximas da aposentadoria.
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Em um período de alta do desemprego, entre maio de 2015 e maio de 2016, os planos de saúde perderam 1,4 milhão de usuários. Para Solange, o momento crítico pede revisão do modelo da saúde suplementar, já que estes ex-usuários irão passar a usar mais o SUS. ”O setor de saúde tem uma relação direta com emprego e renda. Portanto, os recursos estão escassos e precisa-se da compreensão de toda a sociedade para conseguir dar acesso à saúde para toda a população”. Por outro lado, especialistas em saúde coletiva e membros do Conselho Nacional de Saúde vêm defendendo que a solução é garantir mais investimentos para a saúde pública. Logo que Barros tornou pública sua proposta, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva em parceria com o Instituto de Defesa do Consumidor emitiu nota adiantando que entrarão na Justiça caso os planos de saúde populares virem realidade. Para as entidades, é falsa a ideia de que planos de saúde mais baratos aliviarão a rede pública. “No momento de recessão, desemprego e inflação, o que a população mais precisa é de proteção social e, portanto, de mais investimentos no SUS “, diz a nota. Segundo as entidades, os planos de saúde já cometem “abusos” como negações e exclusões de cobertura, barreiras de acesso para idosos e doentes crônicos, reajustes proibitivos e rescisões unilaterais de contratos, demora no atendimento, e o modelo novo só pioraria o cenário.
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O WhatsApp recebeu uma atualização que permite alterar a fonte do texto. O recurso está disponível na versão beta 2.16.179, tanto para celulares Android, quanto para iPhone (iOS). A função já pode ser usada também no WhatsApp Web, versão do mensageiro para PCs. Depois de permitir mudar a formatação do texto com negrito, itálico e riscado, agora é possível trocar o estilo da letra usada na conversa. A nova fonte se chama FixedSys e tem maior tamanho e espaço entre os caracteres. Inclusive, é possível usar vários tipos de formatação ao mesmo tempo; é só combinar os códigos. Aprenda neste tutorial como alterar a fonte do seu WhatsApp. Download grátis do app do TechTudo: receba dicas e notícias de tecnologia no Android ou iPhone Para usar a nova fonte basta colocar três sinais de acento grave (```) no começo e no final da frase. Ainda no campo de digitar, você poderá ver a mudança. Depois é só enviar. Mesmo que o destinatário não tenha a versão mais recente instalada, conseguirá ver a mensagem.
O teclado do Android tem um botão para esse tipo de acento, já no iPhone, é preciso pressionar o sinal de aspas simples para que ele apareça. A alteração na letra também acontece se você adicionar um emoji na frase. A nova fonte do mensageiro é monoespaçada, ou seja, todas as letras têm a mesma largura. Esse tipo de letra é muito usada por programadores e profissionais de TI (Tecnologia da Informação) na hora de escrever programas de computador. A técnica ajuda a evitar erros, já que os caracteres não se misturam durante a leitura e o espaço de respiro é maior. No entanto, essa fonte não é recomendada para textos longos porque "cansa" os olhos, segundo Neto Andrade, designer da Movile, empresa produtora de apps para celular baseada em Campinas, no interior de São Paulo. Ele diz que a FixedSys poderá ser usada no WhatsApp para ressaltar alguma informação. "Provavelmente vai ser usada para dar destaque a algum pedaço do texto. Ou talvez para melhorar a leitura de trechos curtos", diz. A nova fonte remete à maquina de escrever e pode ser usada por uma questão estética. O WhatsApp está sempre atualizando os recursos do mensageiro. Para ter acesso às funções antes de todos, veja como baixar a versão beta neste tutorial.
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Com a suspensão das faixas que atendem os mais pobres, o Minha Casa Minha Vida (MCMV) vai deixar de gerar R$ 70 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) em três anos, até 2018. Desde que a terceira etapa do programa começou, em janeiro de 2016, a população que mais precisa ficou de fora. As contratações da faixa 1, que beneficia as famílias que ganham até R$ 1,8 mil, estão suspensas desde 2015 e não foram retomadas. A faixa 1,5 - que contemplaria famílias que ganham até R$ 2.350 por mês - sequer chegou a sair do papel. O jornal O Estado de S. Paulo mostrou, na edição de domingo, dia 17, que a suspensão de novas contratações e a paralisia das obras do programa atingem 6,1 milhões de famílias em todo o País, número estimado para os que precisam de moradia digna. O MCMV foi criado, em 2009, justamente para combater o déficit habitacional, mas a interrupção do programa deve reverter a tendência favorável dos últimos anos. Além do aspecto social de atendimento da demanda habitacional da população de baixa renda, a paralisia do programa tem efeito econômico. No caso do emprego, se o programa seguir sem as duas faixas vão deixar de ser geradas 1,3 milhão de vagas, das quais 660 mil diretamente nas obras e outras 682 mil ao longo da cadeia, segundo o estudo "Perenidade dos programas habitacionais", da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Em momento de frustração de recursos para o cumprimento das metas fiscais, a descontinuidade dessas duas faixas também afetaria a arrecadação em R$ 19 bilhões nos três anos. Se o programa todo parasse (incluindo as faixas 2 e 3, direcionadas para famílias com renda de até R$ 3,6 mil e R$ 6,5 mil, respectivamente), o impacto total seria da ordem de R$ 145,7 bilhões ao longo do período das obras, estimado em três anos. Esse valor corresponderia a 2,5% do PIB. A meta do governo da presidente afastada Dilma Rousseff era contratar 2 milhões de moradias até 2018 - número que foi revisto de 3 milhões de unidades da promessa de campanha à reeleição. O ministro das Cidades, Bruno Araújo, disse que não assumiu a meta do governo anterior. Segundo ele, em 2016, devem ser contratadas 400 mil unidades das faixas 2 e 3. O ministro prometeu lançar a faixa 1,5 em agosto deste ano e contratar entre 40 mil e 50 mil unidades neste ano. As contratações da faixa 1, porém, só vão retornar quando as obras já contratadas forem concluídas.
Obras
Com o MCMV, o setor da construção se transformou em um dos protagonistas da economia. No entanto, em 2015, o impacto do programa na geração de renda e emprego diminuiu com o fim de parte significativa das obras e o reduzido número de contratações. O PIB da construção registrou retração de 7,6% e o total de empregos com carteira assinada atingiu 2,9 milhões de trabalhadores, patamar semelhante ao do início de 2010. A projeção da FGV para o PIB da construção neste ano é de nova retração, da ordem de 5% ao ano. "As construtoras especializadas na faixa 1 estão encolhendo", afirma José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção. Para ele, o programa não voltará a contratar no mesmo ritmo, dada à situação fiscal. A aposta dele é que a faixa 1,5 - prometida como a grande novidade do MCMV 3 e que não saiu do papel - consiga alavancar as contratações, com menos gastos para o governo, já que a faixa utiliza recursos do FGTS. As empresas desses empreendimentos que beneficiam os mais pobres - com subsídio de até 95% do valor do imóvel - precisam seguir exigências distintas do que é pedido nas outras faixas. As construtoras vendem ao governo federal um empreendimento completo, por meio dos bancos oficiais que fazem os pagamentos de acordo com a construção. Os beneficiários são escolhidos pelas prefeituras. Nas outras faixas, as construtoras usam recursos próprios ou outros tipos de financiamentos, seguindo as características e preços do programa.
Construtoras
A paralisia do Minha Casa para as famílias mais pobres está obrigando as construtoras que se especializaram no programa a voltarem ao mercado de incorporação imobiliária. No Maranhão, o programa de habitação popular já respondeu por até 90% do faturamento das construtoras. Hoje, essa parcela varia entre 10% e 20%, segundo Osvaldino Pinho, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Maranhão (Adenima). "Os atrasos deixaram as empresas com um pé atrás em relação ao governo", diz Pinho. As construtoras da faixa 1 do Minha Casa trabalhavam com a expectativa de pagamento pontual do governo federal de acordo com o andamento da construção. O atraso de até três meses para receber uma fatura inviabilizou a continuidade das obras já que as empresas operavam com pouco capital para fazer o pagamento aos fornecedores e funcionários. Sem o Minha Casa, não há outra alternativa a não ser voltar ao mercado e brigar com concorrentes de peso, como Gafisa, Cyrela e PDG. Dono da Lastro, Pinho espera a volta dos pagamentos para retomar as obras do empreendimento que toca em Imperatriz junto com outras duas construtoras. Segundo o Ministério das Cidades, a retomada das obras das mais de 50,1 mil unidades habitacionais que estão paradas em todo o País deve levar um ano e custará R$ 1,2 bilhão aos cofres públicos. Em São Luís, as obras de 3 mil unidades do Residencial Mato Grosso foram retomadas no início do mês. O conjunto ficou parado por nove meses e só estará concluído em julho de 2018. A notícia de que as empresas voltariam a contratar levou 800 homens para a frente do canteiro em busca de emprego. Eles foram dispensados pois, segundo engenheiro responsável, Arie Araújo, os 70 operários contratados eram suficientes para manter a construção. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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O ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, deve entregar à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma lista com nome de 50 deputados que receberam propina em troca da votação em Aécio Neves. De acordo com o Jornal do Brasil, Machado garante ter arrecadado fundos para elegê-los em 1998, para que em troca o tucano Aécio Neves fosse eleito presidente da Câmara em 2001. O atual senador mineiro Teotônio Vilela, presidente do PSDB à época, teria arrecadado R$ 7 milhões para bancar a campanha de pelo menos 50 deputados e formar uma base majoritária. Segundo relato de Machado em delação, R$ 4 milhões desse montante era oriundo da campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O restante veio de empresas.
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Empresário coleciona fechaduras e cadeados arrombados (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)
O dono de uma imobiliária denuncia que o escritório já foi furtado 40 vezes nos seis primeiros meses deste ano, em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. O comerciante conta que passou a colecionar as fechaduras e cadeados que teve de trocar por causa dos arrombamentos. Ele calcula um prejuízo de R$ 60 mil. “A gente não aguenta mais. A gente tem que mudar o escritório todos os dias, cedo e de tarde. Trazer o escritório e levar embora [para casa] porque não aguentamos mais, tudo que você coloca é roubado”, reclama o corretor de imóveis Márcio Santos. De acordo com o empresário, no último crime, os criminosos mataram a tiros uma das mulas que ele cria nos fundos do escritório. “A violência está insustentável na cidade de Luziânia”, lamenta.
Como Márcio, outros empresários reclamam da insegurança. A dona de um salão de beleza, que prefere não ser identificada, conta que teve um prejuízo de cerca de R$ 50 mil. Um vídeo mostra a ação dos criminosos (veja vídeo acima). Como o estabelecimento fica na casa dela, os ladrões também invadiram a residência e levaram joias, eletrodomésticos, roubas e até a cadela da família. O filho da comerciante estava no imóvel, mas não sofreu ferimentos. “Fui procurar meu filho correndo. Aí ele estava bem escondido no quarto porque eles pediram somente que ele fizesse silêncio. Ele conta que abaixou a cabeça, dobrou o joelho e ficou quietinho dentro do quarto enquanto eles carregavam tudo”, relata. O proprietário de uma panificadora, que também teme ser identificado, conta que foi assaltado quando fechava o comércio. Ele conta que a situação foi desesperadora. “Colocaram a gente deitado com o rosto para o chão. Vasculharam toda a loja, não encontraram dinheiro, mas minha mulher estava com a chave no bolso. Ela falou assim: ‘O dinheiro está no carro, pode levar o carro, o dinheiro’. Aí eles trancaram a gente aqui na loja. A gente tinha uma chave reserva aqui e conseguimos fugir’”, disse. Em contrapartida, a Polícia Militar alega que a quantidade de crimes contra comércios reduziu nos últimos meses. “Criamos a operação Tolerância Zero e, diante desta operação, conseguimos baixar os índices em 47% nessa natureza de roubo a estabelecimento comercial”, disse o comandante regional da PM, tenente-coronel Cláudio de Oliveira. A Polícia Civil informou que investiga os furtos e assaltos a comércio por meio do Grupo Especial de Combate a Crimes Patrimoniais.
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A partir desta segunda-feira (18), a inspeção de bagagens e revista de passageiros nos aeroportos de todo o país estão mais rigorosas. É que começam a valer as novas determinações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para garantir maior segurança dos passageiros. Entre as medidas, está a que prevê que todos os passageiros estarão sujeitos à revista física feita por agente do mesmo sexo. A revista poderá ocorrer de forma aleatória, mesmo sem o disparo do detector de metais. Ela tem que ser realizada em local público ou privado, a critério do revistado e do agente, e sempre na presença de uma testemunha. A norma diz ainda que o passageiro terá também que tirar computadores portáteis e outros dispositivos eletrônicos de dentro das malas e mochilas, como já vinha sendo cumprida em voos internacionais. Os passageiros também podem ter de abrir as bagagens de mão para que os agentes façam a inspeção dos objetos. A Anac orienta os passageiros de voos domésticos que cheguem ao aeroporto mais cedo, com pelo menos uma hora e meia ou duas horas de antecedência e, no caso de voos internacionais, com três horas de antecedência. Veja aqui outras medidas da Anac que começam a valer a partir desta segunda. As regras são normatizadas, segundo a Anac, pelo Regulamento Brasileiro da Aviação Civil número 107, regra que dispõe sobre a segurança da aviação civil. Informações Agência Brasil
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A Polícia Federal deflagrou hoje (18) a Operação Dopamina para investigar desvio de recursos públicos na compra de equipamentos médicos para pacientes que sofrem de doença de Parkinson. Estão sendo cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e quatro de condução coercitiva nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. No esquema, pacientes atendidos pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP eram induzidos a fazer cirurgias de implantes de equipamentos para estímulos do cérebro, mesmo sem necessidade. Esses pacientes eram levados a entrar com ações judiciais para a compra desses equipamentos, com pedido de urgência. Assim, uma única empresa fornecedora lucrava com valores superfaturados. Os equipamentos avaliados em R$ 24 mil chegavam a ser vendidos por R$ 115 mil. Segundo a investigação, as fraudes ocorreram em 200 cirurgias no período de 2009 a 2014, gerando prejuízo aos cofres públicos da ordem de R$ 18 milhões. O nome da operação refere-se ao neurotransmissor dopamina, cuja deficiência está relacionada à doença de Parkinson. Os suspeitos podem ser responsabilizados pelos crimes de associação criminosa, peculato, corrupção e estelionato contra União, cujas penas podem chegar a até doze anos de prisão.
Segundo mãe, professora cortou garoto após ele mostrar a língua (Foto: Joátila Bispo/ Arquivo Pessoal)
A mãe de um menino de quatro anos que estuda em uma escola privada do bairro de Dom Avelar, em Salvador, acusa a professora do garoto de ter cortado a língua dele com uma faca como forma de castigo. A dona de casa Joátila Bispo disse ao G1, nesta segunda-feira (18), que a suposta agressão aconteceu na terça-feira (13), após o menino ter mostrado a língua para a mulher. Joátila Bispo registrou queixa na Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Contra Criança e Adolescente (Derca) na terça e prestou depoimento à polícia no domingo (17). O G1tentou contato com a creche onde ocorreu a suposta agressão, mas as ligações não foram atendidas. Segundo a delegada da Derca Ana Cricia Macêdo, a delegada plantonista Cintia Ilmara, que não foi localizada na delegacia nesta segunda (18), está responsável por apurar a agressão ao garoto. A polícia ainda investiga as causas da lesão e a professora não foi ouvida até esta segunda-feira.
Ele [menino] disse que deu língua a ela e ela cortou a língua dele. Ela [professora] também teria ferido ele na orelha, apertando a orelha com a unha", conta a mãe. Joátila Bispo afirma que não estava em casa no dia da agressão. A irmã mais velha do menor foi buscá-lo na escola, quando o garoto mostrou a lesão na língua e contou que tinha batido a cabeça na mesa. Ao chegar em casa, o menino disse a mesma versão à tia, irmã da mãe. "Minha irmã achou estranho e foi atrás da professora. Ela [professora] falou que não sabia de nada [sobre a lesão]", conta a dona de casa. Joátila diz que o menino foi levado pela tia para uma unidade de emergência em São Marcos, onde uma médica orientou a encaminhar a criança para um hospital, porque o corte era profundo. A mãe conta que então levou o menor para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde ele passou por uma pequena cirurgia, levou três pontos e foi liberado. A criança também passou por exame de corpo de delito no Departamento de Polícia Técnica (DPT), segundo a dona de casa. A mãe também acusa a professora de ter trocado o uniforme da criança, que pode ter ficado suja de sangue, a fim de ocultar a agressão. "Trocaram o uniforme dele, com certeza. Porque deve ter melado de sangue. O tamanho é diferente, é maior", diz Joátila. A dona de casa afirma que a professora constrangeu o menor para que ele não contasse à família sobre a agressão. "Ela meteu medo no menino", denuncia.
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