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'Sou a primeira pessoa do lugar onde eu nasci a dar um passo a frente e falar abertamente sobre minha condição', diz a jovem sul-africana diagnosticada com HIV (Foto: Reprodução/Twitter/Saidy Brown)
Quando descobri que tinha HIV, aos 14 anos, não pensei que viveria até os 18. Agora, estou completando 22 anos." Desde que a sul-africana Saidy Brown tuitou estas palavras, na última sexta-feira, milhares de pessoas compartilharam sua mensagem de esperança, muitas delas elogiando sua coragem de falar em público sobre a experiência com o vírus. A ativista, que se descreve como uma 'HIVitoriosa' em seu perfil no Twitter, conversou com a BBC sobre a enorme reação à sua publicação. Também explicou por que demorou tanto tempo para ser diagnosticada e comentou os desafios que uma pessoa com o vírus enfrenta para namorar.
Por que tuitar?
"Eu sempre falei sobre a minha condição. Comecei a conversar sobre o fato de ser HIV-positivo quando tinha 18 anos. Normalmente, uso o Facebook para falar com as pessoas sobre HIV e Aids", explicou. "Mas eu sentia uma vontade urgente de publicar isso no Twitter, para que não estivesse limitada apenas aos meus amigos do Facebook. Eu precisava que o mundo entrasse nas conversas sobre o vírus." "A resposta tem sido ótima. Houve pessoas que vieram até mim e contaram suas histórias. Eu gosto disso", disse. "Gosto de iniciar debates sobre HIV. Não acredito que isso deva ser tratado como um tema 'não-falado'. Eu quero que conversemos a respeito, porque, quando falamos, conseguimos desestigmatizar o assunto." Saidy Brown prossegue: "Há pessoas que se opõem, mas eu nem respondo. Eu apenas as deixo falando." "Quando era mais nova, morria de medo de como as pessoas me perceberiam", afirmou Brown à BBC. "Mas agora eu cresci e as opiniões das pessoas não me afetam. Acho que fiquei mais forte emocionalmente. Quando vejo esses comentários (negativos) e tal, eles realmente não me derrubam."
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Multimilionário quer garantir que sua empresa não seja vendida nem saia do Reino Unido (Foto: BBC)
O Empresário multimilionário John Elliott deixa poucas dúvidas em relação ao seu patriotismo econômico assim que se aproxima de sua fábrica no nordeste da Inglaterra a bordo de seu Jaguar. "Olhe para esta área. Ela produziu o primeiro motor a vapor do mundo para uma locomotiva. E agora os japoneses, Hitachi, estão produzindo nossos trens", diz, com desdém, enquanto dirige. O homem sem papas na língua, de 73 anos, é o fundador e chefe de fabricação e negócios da Ebac. Criada em 1972 para fabricar desumidificadores de ar, no ano passado a empresa começou a produzir a primeira máquina de lavar roupas projetada e construída no Reino Unido em 40 anos. A sede da Ebac fica na cidade de Newton Aycliffe, a alguns quilômetros de onde Elliott nasceu - e ele garante que vai permanecer lá para sempre. Ao invés de suas duas filhas herdarem o negócio e a fortuna de Elliot, avaliada em cerca de 70 milhões de libras (R$ 270 milhões) quando ele morrer, tudo irá para a Fundação Ebac.
"A fundação significa que a empresa nunca será vendida. Eu nunca senti que era minha para vender", diz o milionário. Nos termos da fundação, a Ebac deve manter toda a produção em Newton Aycliffe e usar todo o lucro excedente para ajudar grupos da comunidade, como o clube de futebol local.Elliott, que ainda atua na empresa e é um dos quatro administradores atuais da fundação, diz que suas filhas, que também trabalham para o negócio, estão felizes com o arranjo. Ele também está especialmente determinado a impedir a ida da Ebac para o exterior. "Nós poderíamos ganhar mais dinheiro se começássemos a fabricar nossos produtos na Polônia", eu disse. "Mas, pessoalmente, eu preferia ter um lucro menor e ajudar a economia do Reino Unido a ter um lucro maior e desvalorizar a economia do Reino Unido."
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- iBahia
- 01 Mar 2017
- 07:10h
(Foto: Reprodução)
Enquanto aumenta a epidemia de HIV/Aids no Brasil — os casos em jovens de 15 a 24 anos, por exemplo, cresceram 85% nos últimos dez anos —, aumentam também os esforços da comunidade científica para multiplicar os meios de prevenção. A mais nova iniciativa é o primeiro estudo mundial, liderado no Brasil pela Fiocruz, a avaliar o uso de um anticorpo desenvolvido em laboratório, o VRC01, que promete combater 90% dos subtipos do HIV. Somente no continente americano, 24 centros realizarão a pesquisa com participantes voluntários. E, em território nacional, a empreitada será coordenada por Brenda Hoagland, infectologista do Laboratório de Pesquisa Clínica em DST e Aids do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz). A instituição receberá cem voluntários para os testes a partir de março, entre gays, bissexuais, travestis e transexuais.
O que é esse estudo?
Ele foi nomeado com a sigla AMP, que significa Anticorpos Mediando Prevenção. Trata-se de prevenir o HIV utilizando um anticorpo neutralizante, feito em laboratório e aplicado na veia. Esse anticorpo não tem o vírus HIV nele, então é importante entender que a pessoa que recebê-lo não vai, de modo algum, entrar em contato com o vírus. Ele foi criado com base nos anticorpos produzidos por pessoas que conseguem controlar naturalmente o HIV no corpo. Esta é uma porcentagem bem pequena da população, mas há quem neutralize o HIV de forma espontânea, e é nesse mecanismo que o AMP se baseia.
Esse anticorpo foi criado no Brasil?
Não, ele foi criado nos Estados Unidos há cinco anos, em laboratórios do que seria o equivalente ao Ministério da Saúde do Brasil. Desde então, ele foi testado em 140 pessoas saudáveis que não tinham risco claro de infecção por HIV. Agora, testaremos em pessoas também saudáveis, mas que fazem parte do grupo mais vulnerável para a infecção, aquele que estatisticamente é o mais afetado. Na América, esse grupo reúne gays, bissexuais, travestis e transexuais. Já na África, são as mulheres. Faremos testes em muito mais pessoas nesta fase do estudo: 2.700 na América e 1.500 mulheres na África Subsaariana
Qual é o principal objetivo?
Criar um novo medicamento de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP). As pessoas poderiam tomá-lo antes de situações em que estarão expostas ao HIV. Já existem algumas PrEPs, mas ainda não estão disponíveis no Brasil. Esta em que estamos trabalhando não será necessariamente melhor do que as outras, mas será mais uma boa opção, se passar nos testes. Eu comparo muito ao anticoncepcional feminino: existem vários tipos de pílula e isso é muito bom, porque cada mulher vai se adaptar melhor com uma. O mesmo vale para quem quer se prevenir do HIV.
Mas estamos perto de uma vacina?
Ainda não, mas estamos mais perto do que jamais estivemos, porque agora temos um melhor entendimento de como o anticorpo funciona. Se ele for bem-sucedido, isso vai nos dar também informações sobre como elaborar uma vacina eficiente. Termos o anticorpo já é um grande passo nisso. Na sua visão, qual seria o impacto do surgimento de uma vacina segura e eficaz contra o HIV? Seria muito importante, mas quem trabalha com prevenção não acredita que um único método, mesmo uma vacina, seja suficiente. Não se pretende aqui substituir o preservativo. Falamos sempre em prevenção combinada.
Como anda atualmente o número de novas infecções por HIV no país?
Os dados mais recentes mostram que houve 44 mil novos casos em 2015. A epidemia está aumentando, com certeza. E o Brasil responde por 40% dos novos casos de HIV na América Latina. No continente americano, onde exatamente o estudo será realizado? Ele será feito em 19 centros dos EUA, quatro do Peru e um do Brasil, que é o da Fiocruz, no Rio de Janeiro.
Por que só um no Brasil?
Porque era importante ter um laboratório com certa estrutura para esse estudo e se achou melhor fazer só aqui.
Até quando a Fiocruz receberá voluntários?
Começaremos a receber em março, e nossa meta é chegar aos cem voluntários, o que deve ocorrer até setembro. Eles vão passar por uma análise, para ver se se encaixam no perfil, e os primeiros devem começar a receber o anticorpo em abril. Esta fase do estudo deve durar dois anos, período no qual os voluntários receberam a aplicação intravenosa a cada dois meses.
Que tipo de pessoa pode se voluntariar?
Precisa ter entre 18 e 50 anos e ser homem que se identifica como gay ou bissexual, e homem ou mulher que se declara travesti ou transexual. O foco são esses grupos não para alimentar o estigma sobre eles, e sim porque são eles os que, nas estatísticas, aparecem como os que mais se infectam nas Américas.
Qual será a próxima etapa?
Seguiremos para a fase 3, que definirá melhor os efeitos colaterais. A boa notícia é que esse estudo já começou em outros países, e 500 pessoas já receberam o anticorpo, sem registro de problemas. Mas é bom destacar que ainda não temos certeza se ele realmente previne o HIV, então as pessoas não devem buscar o estudo achando que estarão protegidas.
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Banhistas que frequentam a Barragem de Morrinhos estão assustados por conta do suposto ataque de piranhas no local. Ao se depararem o nível baixo das águas, os banhistas foram se refrescar na barragem.O local é proibido para banho. Ao entraram na água, teriam sido mordidos pelo peixe carnívoro, conforme imagem que circula nas redes sociais. De acordo com o senhor Raimundo pescador, não há registro de ataques de piranhas na localidade. “Nunca teve isso aqui. Isso pode ser piaba das grandes, e não piranhas. Se for piranhas, estão atacando porque o nível da água baixou”, disse ele. Vale ressaltar que uma mulher também foi atacada na última semana enquanto tomava banho. Ouvintes da rádio Povo AM de Poções, que também já sofreram ataques, chegaram a participar ao vivo do jornal Primeira Página para alertar as autoridades competentes sobre o caso. Com informações do Blog do Jeferson Almeida.
(Foto: Reprodução)
A Discussão sobre o fim – ou a limitação – do chamado foro privilegiado de autoridades e políticos deve ganhar força na retomada das atividades do Congresso e do Judiciário após o carnaval. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já disse que, antes de pautar qualquer iniciativa legislativa sobre o assunto, vai aguardar uma posição do Supremo. Mas , no Congresso, o tema sofre resistência, em razão da possibilidade de muitos parlamentares virem a ser denunciados pela Procuradoria Geral da República, depois do carnaval, com base nas delações de executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht motivadas pela Operação Lava Jato. O foro privilegiado – ou foro por prerrogativa de função – permite que deputados, senadores, ministros de Estado e outras autoridades só possam ser investigados com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), única instância na qual são julgados por crimes comuns. Embora os casos mais lembrados se relacionem a investigações das quais são alvos ministros e parlamentares no STF, o foro privilegiado abrange, conforme levantamento recente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), mais de 45 mil ocupantes de cargos públicos – prefeitos, secretários de governo, juízes, promotores e outras autoridades cujas ações tramitam em instâncias superiores ao primeiro grau da Justiça.
Balanço recente do ministro Luís Roberto Barroso, que defende o fim do foro privilegiado (veja no vídeo acima), mostra que só no STF tramitam atualmente cerca de 500 processos que envolvem parlamentares, dos quais 357 investigações e 103 ações penais. O número deve crescer substancialmente quando a Procuradoria Geral da República (PGR) pedir novos inquéritos com base na delação premiada de 77 executivos da Odebrecht na Operação Lava Jato – na colaboração, estima-se que tenham sido citados 200 políticos. Criada no regime militar e ampliada pela Constituição de 1988, a prerrogativa de foro teve como premissa evitar a pressão de políticos sobre juízes locais contra adversários. Quase 30 anos depois, o instituto é criticado por prolongar processos as quais respondem deputados e senadores, levando muitos casos à prescrição (situações em que a demora para o julgamento obriga o Judiciário a arquivar a ação). Segundo Barroso, desde 2001, quando o STF passou a julgar parlamentares sem necessidade de autorização do Congresso, mais de 60 prescrições ocorreram. Enquanto um tribunal de primeira instância recebe uma denúncia com cerca de uma semana, na Corte o mesmo procedimento (que leva um acusado a se tornar réu) demora, em média 565 dias. Como as decisões do STF não podem ser objeto de recursos a uma instância superior – já que é a mais alta Corte do país – as regras internas impõem uma análise mais rigorosa e prolongada para cada fase da tramitação de um processo. Recentemente, numa proposta interna para reduzir o alcance do foro (leia mais abaixo), o ministro disse que o mecanismo se tornou um “mal” para o STF e para o país. “Há três ordens de razões que justificam sua eliminação ou redução drástica. Em primeiro lugar, existem razões filosóficas: trata-se de uma reminiscência aristocrática, não republicana, que dá privilégio a alguns, sem um fundamento razoável. Em segundo lugar, devido a razões estruturais: Cortes Constitucionais, como o STF, não foram concebidas para funcionarem como juízos criminais de 1º grau, nem têm estrutura para isso. O julgamento da Ação Penal 470 (conhecida como Mensalão) ocupou o Tribunal por um ano e meio, em 69 sessões. Por fim, há razões de justiça: o foro por prerrogativa é causa frequente de impunidade porque dele resulta maior demora na tramitação dos processos e permite a manipulação da jurisdição do Tribunal”, escreveu Barroso. A maior dúvida, como expressou recentemente o relator da Operação Lava Jato na Corte, ministro Edson Fachin – também crítico da extensão do foro –, é a quem cabe fazer a mudança: se ao próprio STF ou ao Congresso. “Essa é uma discussão que se pode ter. Até aqui não houve essa restrição, mas é um debate que se pode colocar. Mas entendo que substancialmente deve ser o Congresso a discutir essa questão”, disse na semana passada o ministro Gilmar Mendes.
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- Bahia Notícias
- 28 Fev 2017
- 13:13h
(Foto: Reprodução)
Após declaração do vereador Igor Kannário (PHS) de que o crime organizado está dentro da Câmara Municipal (veja aqui), a Procuradoria Legislativa solicitará abertura de inquérito junto ao Ministério Público Estadual para investigação do fato. "Outras medidas judicias ou extrajudiciais, também de competência da Procuradoria Legislativa poderão ser adotadas no intuito de preservar a imagem da Câmara", informou o vereador José Trindade (PSL). Nesta segunda-feira (27), Kannário afirmou ter sido mal interpretado quanto a suas declarações. No entanto, não se retratou quanto à associação entre Legislativo municipal e crime organizado. "Não me bote no meio dessa guerra do lado direito, lado esquerdo. Não represento ninguém represento o povo", disse em cima de seu trio (veja aqui).
Mulher com ferimento após acidente com carro da Tijuca (Foto: Reprodução/TV Globo)
Mais um acidente envolvendo um carro alegórico deixou pelo menos 12 feridos na Sapucaí. Parte da estrutura da alegoria da Unidos da Tijuca cedeu e atingiu integrantes da escola, na madrugada desta terça-feira (28). O caso ocorre no dia seguinte a outro acidente na Sapucaí deixar 20 feridos, durante apresentação da Paraíso do Tuiuti. A Secretaria Municipal de Saúde informou que 20 pessoas foram atendidas. Delas, 12 sofreram traumas e oito tiveram crise de ansiedade. Seis pessoas foram transferidas para hospitais, sendo dois casos considerados mais graves.
O presidente da Liesa, Jorge Castanheira, disse que vai apurar as causas e que várias pessoas foram atendidas. "Está tudo sob controle. Vamos ter que sair com carro pra escola passar." Castanheira lamentou a "coincidência" de dois acidentes graves terem acontecido no mesmo lugar, referindo-se ao atropelamento de 20 pessoas na madrugada anterior, no desfile da Paraíso do Tuiuti, mas disse que "foi de outra característica". "Há mais de 30 anos é assim. Tem que ver como resolver a equação para o ano que vem." A carnavalesca Annike Salmon estava muito abalada na Sapucaí: "Eu não sei dizer o que aconteceu, eu sei que o carro tombou. A gente teve vários ensaios no barracão e nunca aconteceu nada. Não sei o que aconteceu hoje. É lamentável isso, muito triste mesmo. Eu passei lá na frente e agora é terminar e mostrar para as pessoas que estão em casa o carnaval lindo que a gente propôs", disse. Atriz de "Malhação", Aline Dias estava no carro da Unidos da Tijuca. Segundo a assessora Bárbara Breves, ela não se machucou no acidente e ajudou nos primeiros socorros dos feridos em cima da alegoria. Ainda de acordo com Bárbara, ela está muito abalada e preocupada com as pessoas atingidas.
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- Brumado Urgente
- 28 Fev 2017
- 11:15h
Foto: Polícia Rodoviária
A cidade de Rio do Antônio foi marcada nesta segunda-feira (27) por uma terrível tragédia. Um grave acidente deixou três pessoas da mesma família mortas. Os dois veículos envolvidos no acidente estavam seguindo viagem em sentido Belo Horizonte. No momento da tragédia, os veículos estavam na região de Perdões (MG), na BR-381, Fernão Dias quando foi deparado com um caminhão em sentido contrário que havia perdido controle e invadido a contramão atingindo um dos veículos. O segundo veiculo também foi atingido pois não conseguiu frear a tempo. O acidente deixou três vitimas: um jovem identificado como Bruno, sua tia Tereza e a sua avó conhecida como Dinha. Haviam ainda mais duas pessoas envolvidas no acidente que foram socorridas e estão fora de perigo.
- Informe Aracatu
- 28 Fev 2017
- 10:31h
A vítima estava internado no Hospital de Brumado. Foto: Informe Aracatu
Um acidente motociclístico tirou a vida do aracatuense, Raildo Santos de Jesus, de 39 anos, morador da zona rural do município. Segundo informações obtidas pelo Informe Aracatu, Raildo estava internado no Hospital Magalhães Neto e aguardava ser transferido para uma UTI; no entanto, não resistiu aos ferimentos e acabou falecendo na madrugada desta segunda - feira (27). Por ter sido vítima de acidente, o corpo foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Brumado para procedimentos de necrópsia; porém, como não havia médico legista de plantão, foi removido ao IML de Vitória da Conquista, onde foi necropsiado e posteriormente foi liberado para os familiares realizarem o sepultamento.
- Por Rodrigo Ferraz
- 28 Fev 2017
- 09:48h
Desaparecido desde este domingo (26), o médico Edenivaldo Cardoso Silva Junior foi encontrado morto dentro do próprio veículo às margens da rodovia Santos Dumont (BR 116/Norte), trecho que liga as cidades de Araci-BA e Tucano-BA. De acordo com informações veiculadas em sites da região, o corpo foi localizado no início da tarde desta segunda-feira (27), num riacho que fica na proximidade do povoado de Angico, Município de Araci. Mais detalhes dão conta de que em um trecho conhecido como “curva do angico” o veículo de marca/modelo Honda Civic saiu da pista de rolamento, desceu uma ribanceira e atingiu frontalmente contra várias pequenas árvores e uma maior. Natural de Quijingue, o médico Edenivaldo Junior tinha 32 anos, morava em Salvador com sua esposa e um filho. Ele já trabalhou em uma escola técnica de enfermagem de Euclides da Cunha e em unidades de saúde dos municípios de Monte Santo, Feira de Santana e Quijingue. Uma equipe do DPT (Departamento de Polícia Técnica) de Serrinha esteve no local, fez o levantamento cadavérico e remoção do corpo da vítima do local.
Mais uma mulher está desaparecida em Vitória da Conquista. Lielsa Camila Lima, de 34 anos de idade, tem paradeiro ignorado.Aflitos, familiares procuraram a redação do Blog do Marcelo em busca de ajuda. Lielsa foi vista pela última vez por volta das 11 horas do último sábado (25), no ponto de ônibus em frente ao Atacadão, na BR-116, próximo ao Conveima 2, bairro em que reside. Eles tentam desde então qualquer contato com a mulher. Quem souber de alguma informação que leve à Lielsa, entrar em contato com a família, através do telefone (77) 98855-9784 e falar com Adaísa. Este é o quarto caso de desaparecimento de mulheres neste mês de fevereiro. Somente uma delas foi encontrada.
- Estadão Conteúdo
- 28 Fev 2017
- 08:11h
Foto: Guto Kuerten
Na madrugada desta segunda-feira (27), Vítor Delboni, 25 anos, e Leomir Bruch, 23 anos, foram agredidos em uma festa no bairro Lagoa da Conceição, em Florianópolis, depois de Bruch ter dado um beijo em seu amigo ao deixar o local. "Quando eram umas 2h30 um amigo Leomir veio se despedir de mim e a gente se beijou, aí um cara me empurrou por trás, e ele falou 'vocês não podem se beijar aqui, vai embora'", afirma Vitor. "Eu olhei para ele tentando entender, deixei para lá e continuei beijando meu amigo, porque sou livre, posso, não estava fazendo nada demais. O cara veio, me puxou pelo cabelo, me arrastou", relata. Leomir também foi agredido e jogado no chão, de acordo com Vitor. Quando estava caído, o jovem levou socos e chutes. Vitor afirma que o homem que começou a briga fazia parte da escola de samba do bairro, a União da Ilha da Magia. De acordo com o agredido, a pessoa estaria usando uma camiseta que indicava que era da escola. Quando conseguiram, os dois saíram correndo e foram para longe da confusão.
Mais tarde, os dois foram a 10ª Delegacia de Polícia da Capital registrar um boletim de ocorrência sobre o caso. De acordo com o documento, as vítimas foram agredidas com socos e chutes e ameaçados de morte pelos agressores. Valmir Nena, presidente da União da Ilha da Magia, confirmou a confusão, mas negou que o agressor seja membro da escola de samba. "A agressão que aconteceu não é de nenhum membro da escola de samba, é um morador da comunidade, uma festa que a escola estava promovendo, com quase três mil pessoas, e houve um desentendimento entre dois grupos", explica. Ele ainda diz que tentou intervir no momento da agressão. "Um grupo dizia que era homofobia e o outro dizia que tinha sido assediado por um menino. Eu posso confirmar com toda certeza que a pessoa não é membro da escola, ele é morador da região onde é a sede da escola", reforça Nena. "A União da Ilha da Magia repudia qualquer ação neste sentido da homofobia. Tanto é que os casais gays que estavam dentro do nosso pavilhão não sofreram nenhuma repressão de nossa parte."
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(Foto: Reprodução)
A Operação Lava Jato, deflagrada há quase três anos, rastreou pelo menos R$ 4,1 bilhões pagos em propinas. De acordo com um levantamento realizado pelo Globo, desse total, R$ 577,8 milhões já foram comprovados em ações julgadas em primeira instância na Justiça Federal de Paraná e Rio. Só a Odebrecht admitiu pagar R$ 1,9 bilhão por subornos no Brasil. Processos e investigações que estão em andamento sem sigilo judicial somam R$ 1,7 bilhão. A investigação aponta que políticos com variadas ideologias estavam envolvidos com os esquemas de corrupção.
(Foto: Reprodução)
Aos 17 anos, Sandra Maria da Silva, 40, dava à luz seu primeiro menino. Hoje, sua filha Teresa Raquel repete sua trajetória e, também aos 17, acaba de ter uma menina. A história de Sandra e Teresa não é rara num país onde um a cada cinco bebês nascidos por ano é filho de uma adolescente —431 mil em 2016, de acordo com levantamento preliminar do Datasus. E essa proporção custa a cair. Nos últimos dez anos, a taxa de nascidos vivos de jovens menores de 20 anos no Brasil se manteve em patamar elevado —de 21,1% do total, em 2007, para 21,2%, em 2016. Nos EUA essa taxa diminuiu 44% entre 2007 e 2015 (último dado disponível) —os bebês de mães adolescentes são perto de 6% do total. No Brasil, Norte e Nordeste têm os maiores índices quase um terço de gestações precoces. Em São Paulo, embora as taxas sejam mais baixas (15,1% no Estado e 12,5% na cidade), a queda é lenta. Especialistas apontam um ciclo: quanto mais periférica e vulnerável a população, mais mães jovens, condição que agrava a pobreza e gera mais gestações antecipadas.
A evasão escolar entre elas é alta, e a inserção no mercado de trabalho é baixa. Estudo do Ipea (instituto federal) apontou que 76% das brasileiras de 10 a 17 anos que têm filhos não estudam e 58% não estudam nem trabalham. Camila Dourado, 18, terminou o ensino médio em 2015 e carrega no colo seu segundo filho o primeiro nasceu quando ela tinha 15 anos. "Vou cuidar dele até ele fazer um ano. Depois não sei."Outro elemento que estimula a gravidez precoce é a volatilidade da adolescência. São maiores as chances de a menina esquecer de tomar a pílula, deixar de usála quando terminar o namoro ou de não contar à família que tem relações sexuais. "A jovem tem um pensamento de que nada vai acontecer com ela. A amiga engravida, mas ela não", afirma a obstetra Cristina Guazzelli, da Unifesp. De acordo com o neonatologista Sérgio Marba, da Unicamp, esses bebês também têm maior risco de prematuridade, baixo peso, mortalidade e complicações como má formação. "É uma mãe que não faz prénatal direito, tem condição socioeconômica mais complicada e muitas vezes esconde a gravidez." MELHOR PREVENIR
Segundo médicos, os chamados métodos contraceptivos de longa duração têm se mostrado uma opção eficaz para evitar o problema. Foi um dos recursos que ajudou os EUA a reduzir suas taxas. Entre eles estão o DIU de cobre e o DIU hormonal (dispositivos inseridos por médicos dentro do útero que duram de cinco a dez anos) e o implante um bastão de 4 cm que é colocado abaixo da pele, no braço, e dura três anos. Desde 2013, a Maternidade Vila Nova Cachoeirinha (zona norte) mantém um programa para orientar mães que dão à luz a escolher um dos métodos que é implantado dias depois do parto. Teresa Raquel é uma delas diferentemente de sua mãe, que teve sete filhos e depois fez laqueadura (esterilização definitiva). "Coloquei o implante porque fiquei com medo, não quero ter outro filho." "A gente tem 600 partos por mês, e 40% delas voltam [para ter outro bebê]", diz o obstetra Geraldo de Nadai, coordenador do programa. A inserção pósparto, porém, não evita a primeira gravidez. Para isso, seriam necessários programas maiores. "O investimento tem melhorado, mas não há uma política pública ampla", afirma Nadai. No ano passado, a Prefeitura de São Paulo distribuiu mil implantes a seis maternidades e a UBSs (Unidades Básicas de Saúde). Já o Ministério da Saúde, que oferece apenas o DIU de cobre entre os métodos de longa duração, diz ter adquirido 1,4 milhão de unidades entre 2011 e 2015. "É preciso enfatizar o DIU, que existe em grande quantidade, e ao mesmo tempo ampliar o cardápio de métodos", diz Adalberto Aguemi, obstetra e coordenador municipal da saúde da mulher. Uma coisa é unanimidade entre os médicos: "O fator primordial é educação. É preciso fazer essas jovens entenderem que têm mais opções de vida e são úteis para a sociedade", diz Cristina Guazzelli.O Ministério da Saúde afirma investir em educação e planejamento reprodutivo. A pasta cita a distribuição, entre 2011 e 2015, de 2,4 bilhões de preservativos, além do investimento na compra de 78 milhões cartelas de pílulas e a distribuição de 32 milhões de cadernetas de saúde de adolescentes entre os anos de 2009 e 2015.
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Da zero hora de sexta-feira (24) até às 14 horas deste domingo (26), a Delegacia Digital já registrou um total de 454 ocorrências entre perdas, furtos e extravios de documentos e objetos. Apenas hoje, a ferramenta foi utilizada para 67 registros, sendo 16 furtos de documentos, 19 furtos de objetos e 32 perdas e extravios. No sábado (25), os internautas utilizaram a página para fazerem 193 registros. Destes, 57 foram furtos de documentos, 33 furtos de objetos e 103 extravios. Já na sexta-feira, do total de 194 registros, 30 foram furtos de documentos, 34 de objetos e 130 perdas e extravios. Para registro de perda, extravio ou furto de documentos e objetos basta acessar o endereço: https://www.delegaciadigital.ssp.ba.gov.br/. A utilização é simples e totalmente autoexplicativa. Para esclarecer dúvidas, o usuário pode mandar um e-mail para: [email protected].