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- Por Nathalia Garcia | Folhapress
- 20 Mar 2025
- 18:37h
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
O ministro Fernando Haddad (Fazenda) afirmou nesta quinta-feira (20) que o Banco Central tem a obrigação de fazer a inflação cair e está buscando uma meta exigente. Segundo ele, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fará a sua parte para o controle de preços.
O chefe da equipe econômica isentou o atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, pelo choque de juros dado pela autoridade monetária e disse que a nova cúpula tem uma herança da gestão anterior, do ex-presidente Roberto Campos Neto, para administrar.
"Você não pode, na presidência do Banco Central, dar um cavalo de pau depois que assumiu [o cargo]. Isso é uma coisa muito delicada. Um novo presidente, com os novos diretores, eles têm uma herança a administrar, mais ou menos como eu tive uma herança a administrar em relação ao Paulo Guedes", disse Haddad em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, da EBC (Empresa Brasil de Comunicação).
Nesta quarta-feira (19), o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu por unanimidade elevar a taxa básica de juros (Selic) em um ponto percentual, de 13,25% para 14,25% ao ano, mesmo nível atingido durante a crise do governo de Dilma Rousseff (PT).
No comunicado, o colegiado do BC sinalizou que os juros vão continuar subindo na próxima reunião, em maio, e que pretende fazer uma nova alta de menor intensidade. Apesar da indicação, evitou se comprometer com um ritmo específico de ajuste.
"Nós queremos uma inflação cada vez mais comportada, sabendo que, quando ela sai da banda, o Banco Central tem que tomar providência para trazê-la para o patamar convencionado com o Conselho Monetário Nacional [colegiado formado pelos ministros da Fazenda e do Planejamento e pelo presidente do BC]", afirmou Haddad.
"Acredito muito que a equipe do BC vai fazer o trabalho corretamente para trazer a inflação [para meta] e nós vamos fazer a nossa parte", acrescentou. "São metas sempre exigentes, mas que nós temos que buscar."
O alvo central perseguido pelo BC é 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Isso significa que a meta de inflação é considerada cumprida se oscilar entre 1,5% (piso) e 4,5% (teto).
No cenário de referência do Copom, a projeção de inflação para este ano teve um leve recuo de 5,2% para 5,1%, mas ainda bastante acima do teto da meta. Para o terceiro trimestre de 2026 –período hoje na mira do BC–, a estimativa caiu marginalmente de 4% para 3,9%.
Desde o início do ciclo de alta de juros, em setembro de 2024, já foram cinco aumentos consecutivos. Em dezembro, além de subir a Selic em um ponto percentual, o Copom prometeu mais duas altas da mesma intensidade nas reuniões seguintes, em janeiro e março. Agora, concretizou a estratégia traçada.
"Na última reunião de dezembro, ainda sob a presidência do antigo presidente do Banco Central, que foi nomeado por [Jair] Bolsonaro e ficou dois anos além do mandato do Bolsonaro na presidência do Banco Central, você contratou, como dizem, três aumentos bastante pesados na Selic", disse Haddad.
A piora nas expectativas de inflação tem dificultado o processo de convergência da inflação à meta. No radar dos economistas está a preocupação com a política fiscal expansionista do governo Lula.
Em meio à queda de popularidade do presidente, foram apresentadas medidas de estímulo à economia, como o novo consignado privado para trabalhadores do setor privado e a liberação do saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
No caso da proposta de ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 por mês, há temor pela resistência do Congresso à proposta de compensação apresentada pelo Executivo de cobrar um imposto mínimo dos ricos.
Haddad disse também não acreditar na necessidade de uma recessão da economia para a queda da inflação no Brasil. "Acho que você consegue administrar a economia de maneira a crescer de forma sustentável sem que a inflação saia do controle", afirmou.
- Brumado Urgente
- 20 Mar 2025
- 17:10h
Foto: Divulgação
Na última quarta-feira, dia 12/03/2025, a Receita Federal divulgou as regras para a declaração de imposto de renda 2025. Dentre elas temos a obrigatoriedade de envio daqueles que tiveram a renda no ano de 2024 superior a R$ R$ 33.888,00.
Assim como nos últimos anos o prazo de entrega da declaração iniciou no mês de março e vai até final do mês de maio. Mas mesmo com um período de entrega superior a 02 meses, o contador e especialista em Imposto de Renda, Ádson Gomes, alerta para a questão do prazo.
“O período de preenchimento e envio do IR 2025 teve início na última segunda-feira, dia 17 e se estenderá até o dia 30 de maio. Um prazo de certa forma tranquilo para juntar toda a documentação e realizar o envio da declaração, mas também grande o suficiente para cair no esquecimento e deixar para a última hora ou perder o prazo. Então, se você teve rendimento médio mensal acima de R$ 2.800,00 ou movimentou na bolsa de valores e obteve ganhos, solicite o seu informe de rendimentos à empresa ou a sua corretora e procure um profissional para verificar sobre a obrigatoriedade ou não do envio da sua declaração de imposto de renda.”
Aqueles que entregarem fora do prazo, ou ficarem sem enviar a declaração estando estes obrigados, ficará sujeito ao pagamento de multa, além de ter o seu CPF pendente de regularização e também ficar impedido de realizar operações financeiras, incluindo movimentações via Pix.
“Caso você esteja obrigado a fazer o envio da declaração do imposto de renda referente aos rendimentos do ano de 2024, junte toda a documentação, recibos, extratos, notas fiscais, notas de corretagem e procure um especialista para lhe auxiliar. Evite correrias de última hora. Quanto antes você organizar os documentos e enviar a declaração, mais tranquilo será o processo. E quem sabe, em caso de restituição, você já a receba nos primeiros lotes.”
Os pagamentos da restituição do Imposto de Renda 2025 acontecem em cinco lotes, sendo o primeiro em 30 de maio de 2025, e os demais sempre no último dia útil do mês.
- Por Edu Mota, de Brasília/Bahia Notícias
- 20 Mar 2025
- 16:16h
Foto: Raphael Ribeiro / Banco Central
Na segunda reunião sob o comando do novo presidente, Gabriel Galípolo, o Comitê de Política Monetária do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (19), de forma unânime, elevar em mais um ponto percentual a taxa básica de juros. A medida já era aguardada pelo mercado financeiro, e agora a Selic passou de 13,25% ao ano para 14,25% ao ano.
O comunicado do Copom afirma que o cenário mais recente é marcado por desancoragem adicional das expectativas de inflação, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho, o que exige uma política monetária mais contracionista. O documento é assinado por todos os membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.
"O Copom então decidiu elevar a taxa básica de juros em 1,00 ponto percentual, para 14,25% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego", afirmam os membros do Comitê.
"Diante da continuidade do cenário adverso para a convergência da inflação, da elevada incerteza e das defasagens inerentes ao ciclo de aperto monetário em curso, o Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, um ajuste de menor magnitude na próxima reunião. Para além da próxima reunião, o Comitê reforça que a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos", diz ainda o comunicado do Banco Central.
A nova elevação na taxa coloca a Selic no maior patamar desde o ano de 2015, durante o governo Dilma Rousseff. Naquele ano, no mês de julho, o BC, presidido por Alexandre Tombini, aumentou a taxa básica de 13,75% para 14,25%, patamar mantido em diversas reuniões subsequentes até começar a cair para 14%, em outubro de 2016, já no governo Michel Temer.
Em julho de 2015, a então presidente Dilma enfrentava forte resistência no Congresso Nacional, com sua avaliação popular minada por uma economia brasileira em forte recessão e com inflação alta. Em 2015, o Produto Interno Bruto (PIB) nacional caiu 3,5%, e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) chegou a 10,7%. A combinação de crise econômica e forte queda nas pesquisas ajudou a desencadear o processo de impeachment de Dilma, que se concretizou em 31 de agosto de 2016.
Agora, a taxa Selic chega aos mesmos 14,25% daquele período conturbado da economia e da vida política nacional, mas ao contrário daquele momento, os indicadores econômicos atuais estão longe de indicar um cenário de recessão. O PIB brasileiro cresce desde 2021. Só em 2023 e 2024, a alta foi de 3,2% e 3,4%, respectivamente.
Já a inflação, apesar de ter registrado em fevereiro a maior taxa para o período dos últimos 22 anos (1,31%), apresenta um resultado de 5,06% no acumulado dos últimos 12 meses. Em janeiro, esse acumulado anual estava em 4,56%.
Apesar de estar registrando alta, a inflação não apresenta o mesmo cenário de descontrole verificado em 2015, quando atingiu os mesmos 14,25% anuais de agora. Entretanto, a alta já era aguardada desde o ano passado e foi sinalizada ainda durante a gestão de Roberto Campos Neto à frente do Banco Central.
Na reunião de dezembro de 2024, a Ata do Copom apresentou a previsão de mais duas elevações na taxa Selic, como aconteceu nesses dois primeiros encontros de 2025 com a administração Galípolo, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o posto. Analistas de mercado enxergam nesses reajustes quase programados uma estratégia pensada por Campos Neto para suavizar a transição de comando no BC e blindar o novo presidente Gabriel Galípolo.
Quando Lula tomou posse como presidente da República, em 1º de janeiro de 2023, a taxa básica de juros estava em 13,75%. Em setembro daquele ano o Copom iniciou uma trajetória de queda na taxa, e os juros chegaram a 10,5% em maio do ano passado.
Diante de um quadro de aumento maior da inflação em setembro de 2024, os membros do Copom iniciaram desta vez uma trajetória de alta, e com apenas cinco reuniões do colegiado, a taxa subiu 3,75%, chegando aos 14,25% de hoje, o maior patamar no governo Lula. Em resumo, o BC levou nove meses e meio para reduzir a taxa em 3,25%, mas apenas seis meses e meio para elevá-la em 3,75%.
De acordo com avaliações de consultorias do mercado financeiro, com a decisão tomada nesta noite, o Brasil passou a ter a quarta maior taxa real de juros do mundo. A taxa real brasileira chegou a 8,79%. A Turquia lidera o ranking com 11,9%, seguida por Argentina, com 9,35%, e Rússia, com 8,91%.
Para calcular o índice real, leva-se em conta a taxa de juros "a mercado", ou seja, um referencial do que seriam juros tomados em uma operação real, e a inflação projetada para os 12 meses consecutivos.
- Bahia Notícias
- 20 Mar 2025
- 14:40h
Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados
O deputado federal Leo Prates (PDT) é o novo presidente da Comissão de Trabalho na Câmara Federal. Única comissão sob indicação do partido, o parlamentar baiano foi escolhido por unanimidade pela bancada e Executiva Nacional nesta quarta-feira (19).
“Recebo essa missão com muita humildade e gratidão. Ser presidente de uma comissão tão importante em primeiro mandato mostra que estamos no caminho certo”, declarou Leo.
A Comissão de Trabalho analisa os projetos relacionados às causas trabalhistas e assuntos pertinentes à organização, fiscalização, tutela, segurança e medicina do trabalho. Entre as principais pautas este ano, estão a regulamentação dos motoristas de aplicativos e a escala 6 x 1.
Antes do mandato na Câmara Federal, Leo já foi vereador, deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Também foi secretário de Assistência Social e secretário de Saúde de Salvador durante a pandemia.
Mais cedo, o deputado e presidente estadual do União Brasil, Paulo Azi, foi eleito indicado para assumir a presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados, o mais importante colegiado da Casa.
- Bahia Notícias
- 20 Mar 2025
- 12:36h
Foto: Gilberto Sousa / CNI
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considerou desnecessária a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a taxa Selic em um ponto percentual, passando de 13,25% para 14,25%. O anúncio, feito nesta quarta-feira (19), coloca os juros básicos no maior patamar desde 2016 e, segundo a CNI, deve prejudicar o crescimento da economia sem necessidade para o controle da inflação.
O presidente da CNI, Ricardo Alban, criticou a medida, afirmando que a desaceleração econômica já em curso seria suficiente para conter a inflação. Ele destacou que a taxa de juros real já está 3,5 pontos percentuais acima da taxa neutra estimada pelo Banco Central, o que tem impacto negativo no setor produtivo.
Para a CNI, a política monetária restritiva já resultou no aumento do custo do crédito. Em setembro de 2024, quando o Copom começou a elevar a Selic, a taxa média de juros para os tomadores de crédito era de 27,54% ao ano. Em janeiro de 2025, esse índice subiu para 29,82% ao ano, dificultando o acesso a financiamentos tanto para empresas quanto para consumidores.
Além disso, o aperto monetário pode desacelerar ainda mais a economia, reduzindo investimentos, dificultando a geração de empregos e encarecendo o consumo de bens duráveis, como automóveis e eletrodomésticos. A CNI também aponta que a desaceleração do mercado de trabalho e o menor ritmo da política fiscal devem agravar esse cenário em 2025.
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu apenas 0,2% no quarto trimestre de 2024, um desempenho abaixo do esperado. O consumo das famílias, um dos principais motores do crescimento, caiu 1% no período, a primeira retração desde 2021.
O setor produtivo também apresenta dificuldades. Entre outubro e dezembro de 2024, a produção industrial caiu 1,2%, e em janeiro de 2025 ficou estagnada em relação ao mês anterior. O setor de serviços recuou 0,2%, registrando a terceira queda consecutiva, enquanto as vendas do comércio varejista restrito caíram 0,1% no mesmo período.
- Bahia Notícias
- 20 Mar 2025
- 10:27h
Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), declaro que não existe, atualmente, perseguição política, nem exilados políticos no Brasil. A declaração foi dada em evento de 40 anos da redemocratização do país, um dia após Eduardo Bolsonaro se proclamar vítima de uma perseguição política.
"Nos últimos quarenta anos, não vivemos mais as mazelas do período em que o Brasil não era democrático. Não tivemos jornais censurados, nem vozes caladas à força. Não tivemos perseguições políticas, nem presos ou exilados políticos. Não tivemos crimes de opinião ou usurpação de garantias constitucionais. Não mais, nunca mais", iniciou o presidente da Câmara.
"Como muito bem disse o Dr. Ulysses (Guimarães), “Todos os nossos problemas procedem da injustiça.” Portanto, é dever desta Casa e de todos os brasileiros estarmos sempre atentos para combater as injustiças. Sem nunca esquecer que a maior de todas as injustiças é privar um povo de sua liberdade", completou Hugo.
- Bahia Notícias
- 20 Mar 2025
- 08:21h
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tem data marcada, para o dia 29 de abril, para o julgamento contra o núcleo 2 dos envolvidos na tentativa de uma trama de golpe ao Estado Democrático.
O núcleo é composto por Fernando de Sousa Oliveira, Filipe Garcia Martins Pereira, Marcelo Costa Câmara, Marília Ferreira de Alencar, Mário Fernandes e Silvinei Vasques.
Eles são acusados, pela procuradoria-geral da República, de ocuparem uma posição estratégica para fazer a coordenação das ações para a tentativa de golpe.
Segundo o Procurador-Geral, Paulo Gonet, Marilia, Vasques e Fernando foram responsáveis por comandar o uso da polícia quando Jair Bolsonaro (PL) permanecesse no poder, de maneira ilegitima.
Dois outros acusados, Mario Fernandes e Marcelo Câmara, segundo a denúncia, estavam como responsáveis por monitorar e neutralizar autoridades públicas que fossem necessários, além de fazer a interlocução com as lideranças do ato de 8 de janeiro. Já Filipe martins estaria auxiliando o ex-presidente para decretar estado de sítio.
O núcleo 1 está marcado para 25 e 26 de março; o núcleo 2 para 29 de abril e o 3º núcleo está para 8 e 9 de abril.
- Bahia Notícias
- 19 Mar 2025
- 18:27h
Foto: Reprodução
O ministro do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha, realizou uma piada de cunho xenofóbico contra os baianos durante sessão virtual na terça-feira (18). Em gravação, o magistrado fez alusão a “lentidão” do povo baiano quando brincava com outro ministro, o cearense Raul Araújo.
Noronha fez a piada quando Araújo comentava que tinha lesionado o menisco enquanto jogava basquete.
“Você já sabe né, baiano que joga basquete. Dizem que o baiano é tão ágil, tão ágil que quando ele arremessa a bola na sexta e ela só cai no sábado [risos]. Os baianos que me perdoem, têm uma simpatia enorme. Não me expulsem de lá porque eu adoro acarajé”, disse Noronha.
Após a piada, o ministro Araújo, inclusive, esclareceu que, na verdade, é cearense, nascido em Fortaleza.
- Bahia Notícias
- 19 Mar 2025
- 16:16h
Foto: Lay Amorim / Achei Sudoeste
Um jovem de 19 anos foi preso no último domingo (16) em Brumado, no sudoeste baiano, após agredir sua mãe adotiva. A prisão ocorreu após a vítima acionar o 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM) na Praça Coronel Zeca Leite.
Segundo informações do Achei Sudoeste, , o jovem agrediu a mãe após ela se recusar a dar-lhe dinheiro para comprar drogas. A vítima apresentava lesões no braço direito e relatou que as agressões eram frequentes. O jovem admitiu ser usuário de drogas e, durante a abordagem, apresentava comportamento confuso.
Preso em flagrante, o jovem foi encaminhado à Delegacia Territorial de Brumado, onde foi autuado por agressão. Sem direito a fiança, ele permanece preso à disposição da Justiça.
- Bahia Notícias
- 19 Mar 2025
- 14:01h
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agencia Brasil
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, nesta terça-feira (18), que o filho, Eduardo Bolsonaro (PL), pode pedir asilo aos Estados Unidos caso queira e o presidente Donald Trump acataria o pedido. A declaração do ex-presidente foi feita no Senado Federal durante visita à exposição sobre o holocausto.
“Ninguém falou em asilo ainda. Mas, se for o caso, ele pede. Ele pede e o Trump dá imediatamente para ele”, afirmou Jair Bolsonaro a jornalistas.
Ainda segundo ele, o filho visa buscar ideias "para que o país retorne a sua normalidade democrática".
“Eu também entendo que apenas internamente não temos como sair dessa situação em que nos encontramos, em que uma pessoa manda em tudo”, continuou ele, se referindo a Alexandre de Moraes.
“E ele tem essa preocupação de continuar lutando pela liberdade pelo seu país lá fora. No meu entender, ele pode nos ajudar muito mais lá do que aqui dentro”, completou.
- Por Folhapress
- 19 Mar 2025
- 12:35h
Foto: Reprodução / YouTube
Apesar de o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) ter apontado o temor de uma eventual prisão ou apreensão de seu passaporte ao anunciar a decisão de se licenciar do cargo e ficar nos Estados Unidos, sua situação jurídica até o momento e a representação do PT contra ele não traziam elementos que indicassem que esse fosse um risco iminente.
O deputado não foi indiciado pela Polícia Federal, tampouco foi alvo das denúncias recentes envolvendo as investigações sobre a trama golpista.
Além disso, o pedido apresentado por congressistas petistas contra o deputado, solicitando a abertura de investigação e apreensão de seu passaporte, trazia poucos elementos que pudessem enquadrá-lo nos crimes citados, como de atentado à soberania nacional e coação no curso do processo, dizem especialistas consultados pela reportagem.
Na tarde desta terça-feira (18), depois de Eduardo ter anunciado que se afastaria do cargo, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu o arquivamento da representação do PT e afirmou que a conduta do deputado apontada na petição não configurava os ilícitos penais citados.
Ele afirma que as ações apontadas se "inserem no âmbito do exercício da atividade parlamentar e estão desacompanhadas de ações concretas que possam indicar a intenção delituosa do noticiado".
O pedido do PT foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
A solicitação do partido citava o fato de Eduardo articular iniciativas contra Moraes nos EUA. Os parlamentares petistas argumentavam que seu atos poderiam configurar crime contra a soberania nacional, coação no curso do processo e o ato de embaraçar investigações sobre organização criminosa.
"Se Alexandre Moraes quer apreender o meu passaporte ou mesmo me prender para que eu não possa mais denunciar os seus crimes nos Estados Unidos, então é justamente aqui que eu vou ficar e trabalhar mais do que nunca", disse Eduardo no vídeo desta terça-feira em que anunciou sua decisão de se licenciar do cargo de deputado, horas antes da decisão do ministro.
"Aqui [nos EUA], poderei focar em buscar as justas punições que Alexandre de Moraes e a sua Gestapo da Polícia Federal merecem", afirmou.
Diego Nunes, professor de história do direito penal da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e organizador do livro "Crimes Contra o Estado Democrático de Direito", avalia que, com base no que se sabe até o momento e no que constava na representação do PT, não há elementos que configurariam o crime contra a soberania nacional, o que exigiria atos de guerra ou invasão.
Ele tampouco considera que há base para enquadramento em coação no curso do processo ou em embaraçar as investigações, que para tanto, seria necessário que outros fatos fossem revelados. No caso de coação, por exemplo, aponta que seria preciso uso de violência ou grave ameaça.
Com isso, o entendimento de Nunes é o de que a conduta de Eduardo nos EUA tem impactos na dimensão política, mas não jurídica.
A criminalista Maíra Salomi, vice-presidente da comissão de direito penal do IASP (Instituto dos Advogados de São Paulo), afirma ser difícil enquadrar o caso como atentado à soberania, por não enxergar indícios de atos típicos de guerra, como incitar outro país a mover tropas para o Brasil.
Com base no que consta na petição do PT, a advogada também não vislumbrava indícios claros de crimes na conduta do deputado. Após a divulgação do vídeo, porém, ela afirma ver a possibilidade de enquadramento em relação a obstrução de Justiça e coação no curso do processo, mas por entender que Eduardo subiu o tom contra Moraes.
"Quando se ameaça punir o ministro, temos essa possibilidade de enquadramento", afirma.
Salomi ressalta, no entanto, que Eduardo não foi nem indiciado, nem denunciado nos inquéritos em tramitação no STF sobre a suposta trama golpista de 2022 e avalia que seria necessário apurar para verificar se ele estaria atuando para embaraçar a investigação.
Rossana Leques, advogada criminalista e mestre em direito penal pela USP, concorda com a posição da PGR e avalia que o pedido do PT não trazia elementos que apontassem para indícios concretos dos crimes listados.
Dentre os crimes apontados, ela considera que o mais distante é o de atentado à soberania, e que o de coação no curso do processo ou de embaraço das investigações seriam mais factíveis, se houvesse mais detalhes.
Ela destaca, por outro lado, que para ficar configurado embaraço às investigações seria preciso algo bastante concreto, que de fato colocasse em risco seu andamento.
Mauricio Stegemann Dieter, professor do departamento de direito penal da USP, diz que a decisão de Eduardo pode impactar outras investigações contra o deputado.
"Chama atenção o fato dele [Eduardo] não retornar ao território nacional. Isso o coloca no holofote e deve aumentar o escrutínio. É uma decisão política com reflexos jurídicos", diz.
- Bahia Notícias
- 19 Mar 2025
- 10:20h
Foto: Ricardo Stuckert / PR
A primeira rodada de 2025 da pesquisa "O que pensa o mercado financeiro", realizada pela Genial/Quaest, indica a manutenção da avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O índice de desaprovação segue elevado, atingindo 88% contra 90% registrados em dezembro de 2024.
O levantamento também mostra um aumento expressivo na reprovação ao trabalho do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Sua avaliação negativa subiu de 24% para 58%, enquanto a aprovação caiu de 41% para 10% no período.
Já o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, apresenta um cenário mais favorável. Ele é bem avaliado por 45% dos entrevistados e sua gestão é considerada regular por 41%. Apenas 8% classificam seu desempenho como negativo. Em relação às suas decisões, 58% afirmam que ainda é cedo para uma análise definitiva, enquanto 38% avaliam que foram fundamentadas tecnicamente e 5% as consideram políticas.
EXPECTATIVAS ECONÔMICAS SEGUEM PESSIMISTAS
A percepção do mercado em relação à economia segue negativa. Entre os entrevistados, 83% preveem piora nos próximos 12 meses. Para 2025, 58% projetam recessão e 82% acreditam que a inflação encerrará o ano em um patamar superior ao de 2024. Além disso, 90% consideram que a redução das tarifas de importação não será eficaz para baixar os preços dos alimentos.
A pesquisa também identificou ceticismo quanto à governabilidade do governo Lula. Para 98% dos entrevistados, a reforma ministerial não solucionará os impasses políticos. Além disso, 90% avaliam que a nomeação de Gleisi Hoffmann para a Secretaria de Relações Institucionais foi um erro.
Em relação às projeções econômicas para o ano, o mercado estima uma inflação acumulada de 6,01%, taxa Selic de 14,73% e dólar a R$ 5,96. A expectativa é que a taxa básica de juros suba um ponto percentual na reunião de março do Comitê de Política Monetária (Copom).
IMPACTO EXTERNO E ELEIÇÕES DE 2026
O estudo também analisou a influência da política norte-americana na economia brasileira. Para 66% dos entrevistados, o novo governo de Donald Trump terá impacto negativo no Brasil, enquanto 20% não esperam efeitos significativos e 9% preveem impacto positivo. No entanto, 78% acreditam que as tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos terão pouca influência sobre a economia nacional.
A pesquisa avaliou ainda as expectativas para a eleição presidencial de 2026. A crença de que o presidente Lula buscará a reeleição continua em queda: em março de 2024, 86% consideravam essa possibilidade; em dezembro, o percentual caiu para 70% e, na rodada atual, recuou para 60%. A percepção de uma eventual derrota de Lula cresceu, com 66% dos entrevistados apostando que ele perderia a disputa, contra 27% que acreditam em sua reeleição.
Caso o presidente não concorra, Fernando Haddad é apontado como o principal nome da esquerda por 57% dos entrevistados. No campo adversário, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é visto como o candidato com mais chances de derrotar a esquerda, segundo 93% dos participantes da pesquisa. Em segundo lugar aparece Eduardo Bolsonaro, com 3%.
A pesquisa foi realizada entre 12 e 17 de março, por meio de entrevistas on-line com 106 fundos de investimentos sediados em São Paulo e no Rio de Janeiro.
- Por Folhapress
- 19 Mar 2025
- 08:51h
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer a aprovação do projeto do IR (Imposto de Renda) negociada com neutralidade fiscal (sem perda ou ganho de arrecadação), mas a proposta apresentada pelo Executivo de cobrar um imposto mínimo dos ricos enfrenta resistências no Congresso Nacional.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), sinalizou nesta terça-feira (18) com um corte de outros incentivos tributários para a compensar a elevação da isenção do IR (Imposto de Renda). Pela proposta, contribuintes que ganham até R$ 5.000 por mês ficarão 100% isentos.
Para tirar a medida do papel, o governo vai abrir mão de R$ 25,8 bilhões em receitas. Para compensar essa renúncia, o presidente propôs a criação de um imposto mínimo sobre a alta renda, que será cobrado de pessoas com ganhos a partir de R$ 600 mil anuais (o equivalente a R$ 50 mil mensais). A alíquota será progressiva, até atingir o patamar máximo de 10% para quem ganha a partir de R$ 1,2 milhão ao ano.
A proposta é uma promessa de campanha de Lula, um aceno claro à classe média num momento de queda de popularidade da gestão petista e uma bandeira histórica do PT de taxar o chamado "andar de cima" da sociedade brasileira.
Na cerimônia de envio do projeto, Motta defendeu a isenção como uma medida de justiça tributária e prometeu lealdade na tramitação, mas no seu discurso não citou nenhuma vez a taxação das altas rendas no Brasil --que alcançará a distribuição de dividendos recebidos por acionistas das empresas acima de R$ 50 mil por mês.
Em vez disso, sinalizou que os congressistas poderão discutir o corte de isenções tributárias. Ao lado do presidente Lula, Motta aproveitou para cobrar responsabilidade fiscal e maior eficiência da máquina administrativa, dois temas da pauta legislativa dos parlamentares do centrão.
"Queremos discutir mais. Queremos discutir a eficiência da máquina pública, discutir algo que possa trazer ao cidadão que mais precisa um serviço público de melhor qualidade, queremos discutir também pontos importantes no que diz respeito às isenções tributárias que hoje o Brasil tem", afirmou Motta.
Em resposta, o presidente da República afirmou que os parlamentares têm o direito de fazer alterações ao texto, mas também deu um recado: "Mudar para melhor, pode. Para piorar, jamais".
Em outro momento, Lula respondeu a Motta fazendo uma analogia com a profissão de médico, usada momentos antes pelo presidente da Câmara. "Você, que é um médico, não vá dar diagnóstico errado para o povo que está doente", disse.
Desde que assumiu a presidência da Câmara, Motta tem afirmado que a responsabilidade fiscal será uma prioridade em sua gestão. Em fevereiro, o deputado falou em um sentimento contrário na Casa à aprovação de projetos que possam elevar a carga tributária no país -já numa sinalização dessa resistência dos deputados com a taxação dos milionários.
Na cerimônia desta terça, Motta disse que Câmara e Senado vão trabalhar alinhados em torno do projeto. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), não compareceu ao evento no Palácio do Planalto, porque estava em sessão especial na Casa em homenagem ao ex-presidente José Sarney pelos 40 anos da redemocratização do Brasil.
Após a cerimônia, o senador divulgou nota à imprensa e falou em dar a devida atenção à matéria, "analisando-a com zelo e responsabilidade, sempre em busca de mais justiça social e de um Brasil mais próspero para todos".
A preocupação do mercado financeiro e da área econômica do próprio governo é que o Congresso acabe trocando a taxação dos milionários por medidas de corte de renúncias que, ao final, não garantam a compensação da perda de arrecadação.
Os parlamentares podem alterar as contrapartidas propostas pelo governo para a isenção do IR, indicando outras fontes de recursos. No passado, quando não houve acordo para a compensação da desoneração da folha de pagamentos, por exemplo, o caso foi parar no STF (Supremo Tribunal Federal).
Apesar do discurso da responsabilidade fiscal, propostas de cortes de isenções tributárias têm sido recorrentes no Congresso sem, no entanto, apresentarem resultados práticos por atingirem interesses diversos com força nos partidos com maiores bancadas.
Um parlamentar governista disse que o mesmo Legislativo que cobra responsabilidade fiscal do governo se queixa quando há contingenciamento do Orçamento em ministérios e represamento do pagamento de emendas parlamentares.
Um aliado de Lula na Câmara afirma ainda que muitos deputados e senadores têm resistência à medida proposta pelo Executivo, porque poderão ser atingidos pela incidência desse imposto mínimo. Esse mesmo deputado diz que ninguém irá se opor à proposta de isenção do IR em si, diante da possibilidade de gerar capital político junto às bases dos parlamentares, mas afirma que o Congresso poderá impor dificuldades para a sua tramitação.
O ministro Fernando Haddad (Fazenda) reforçou a necessidade de garantir a neutralidade fiscal. Para isso, defendeu uma negociação aberta com o Congresso. Ele não sinalizou pressa para a votação, mas o governo não quer que o projeto seja votado nos últimos dias do ano, como ocorreu com o pacote de contenção de gastos. Para entrar em vigor em 2026, o projeto precisa ser aprovado até o final do ano.
Braço direito de Haddad na Fazenda, o secretário-executivo, Dario Durigan, disse que o ideal é que a compensação seja feita com o imposto mínimo, sem uma colcha de retalhos, ainda que haja "alguma variante" em relação ao projeto original. "Tem um acordo, tem um entendimento para a gente seguir com a neutralidade fiscal", disse.
Outro aliado de Haddad minimizou reservadamente o discurso de Motta. Ele diz acreditar que a Câmara pode tratar dessas propostas de forma complementar, sem deixar de lado a criação do imposto mínimo.
Um cardeal do centrão avaliou que a Câmara começará agora as conversas para escolha de um relator. Ele estimou que a discussão da matéria em si deverá durar no mínimo seis meses. O PP, por exemplo, tenta emplacar o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), que relatou a PEC (proposta de emenda à Constituição) da reforma tributária, como relator. O nome de Ribeiro, no entanto, não é consenso.
Além disso, um líder de partido de centro afirmou que há uma avaliação que a aprovação do projeto poderá gerar ganhos políticos para os parlamentares em suas bases eleitorais. Nesse sentido, ele diz que deputados e senadores vão querer ter protagonismo nesse processo -para evitar que esse ganho eleitoral fique restrito ao governo federal.
- Bahia Notícias
- 18 Mar 2025
- 18:09h
Foto: Divulgação
Nesta terça-feira (18), a Polícia Federal deflagrou uma nova fase da Operação Sisamnes, visando investigar crimes de obstrução de justiça, violação de sigilo funcional e corrupção ativa e passiva. A ação foi motivada por uma decisão do Supremo Tribunal Federal.
Conforme as investigações, uma rede clandestina de monitoramento e comércio ilegal de investigações sigilosas de investigações supervisionadas pelo Superior Tribunal de Justiça foi identificada. O esquema comprometia a efetividade das operações policiais, frustrando suas operações antes mesmo de acontecerem.
Agentes da PF cumpriram um mandado de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão em Tocantins. Ademais, medidas cautelares foram determinadas, incluindo o afastamento de funcionários públicos, proibição de contato entre os investigados, restrição de saída do país e recolhimento de passaportes.
- Bahia Notícias
- 18 Mar 2025
- 17:06h
Foto: Reprodução/Instagram
Enquanto os Campeonatos Estaduais enfrentam debates sobre perda de relevância, clubes do Uruguai enxergam essas competições como uma nova oportunidade. Peñarol e Nacional iniciaram conversas para disputar o Campeonato Gaúcho a partir de 2026, segundo informações do portal Carve Desportiva.
A articulação partiu do presidente do Peñarol, Ignácio Ruglio, que discutiu o tema durante o sorteio da fase de grupos da Libertadores e Sul-Americana, na última segunda-feira (17), realizado pela Conmebol.
De acordo com o jornalista Martín Charquero, Ruglio conversou com Andrés D’Alessandro, representante do Internacional, para analisar a viabilidade do projeto. O primeiro passo será avaliar a aceitação dos envolvidos na mudança e, posteriormente, verificar questões jurídicas que possam impedir a participação dos clubes uruguaios no estadual.
Atualmente, o Campeonato Gaúcho conta com doze equipes participantes. Estiveram em 2025 Grêmio, Internacional, Juventude, Guarany, São José, Avenida, Caxias, Ypiranga, Pelotas, São Luiz, Monsoon FC e Brasil de Pelotas. O Inter foi o grande campeão neste ano, após vencer o Imortal pelo placar de 3 a 1 no agregado.