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Foto: Reprodução/TV São Francisco
Um casal da cidade de Casa Nova, no norte da Bahia, acusa a Maternidade e Hospital da Criança de Juazeiro, na mesma região, de negligência médica no parto do filho. Durante o procedimento, o bebê teve fraturas nos dois braços e perdeu o movimento de um deles. Segundo Dyego Pinheiro e Edilene Oliveira, pais da criança, o parto foi forçado pelo médico. Edilene conta que antes do nascimento do filho Adryel Dereck, o médico responsável pelo procedimento disse que ela teria que fazer uma cesárea, por conta do peso da criança. "Teve uma avaliação com o médico e ele falou que [o parto] era cesárea. Ia tentar uma vaga para baixo risco, porque eu não tinha pressão alta e nem diabetes. Ele mandou o encaminhamento, chamou minha mãe e esclareceu a ela que meu parto era cesárea, porque eu não tinha condições de ter ele [bebê] normal, porque ele tinha mais de 4 kg. Depois eles disseram que eu tinha condições de ter [parto] normal. O bebê foi totalmente arrancado", disse ela. Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Juazeiro disse que o parto de Edilene estava sendo feito com normalidade, mas na fase final aconteceu uma distorção do ombro do bebê. Segundo a secretaria, é um fato imprevisível. De acordo com os pais, a criança perdeu os movimentos do braço direito e precisou ficar com o braço esquerdo imobilizado por um mês. Mãe e filho ficaram internados por cerca de 15 dias na maternidade. "Estou traumatizada. Quando ele chorava de dor, eu entrava em crise de choro. Ia ficando roxo, chorando demais", lembra a mãe. Ainda segundo o casal, a maternidade de Juazeiro não ofereceu nenhuma assistência depois que mãe e filho tiveram alta. Ainda por meio de nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Juazeiro disse, no entanto, que prestou assistência à família. A instituição informou que o bebê foi acompanhado por um neonatologista e que ficou no alojamento com a mãe em boas condições, passou por consulta com ortopedista, fez radiologia e teve o braço imobilizado. A secretaria disse ainda que mãe e filho receberam alta com consulta marcada para avaliação com especialista em braço no Centro Regional de Prevenção, Reabilitação e Inclusão Social (Cerpris), mas a família teria dito à Assistência Social da unidade que não iria continuar o acompanhamento do bebê no Cerpris. Edilene e Dyego têm pagado as consultas e fisioterapia do filho. Adryel Dereck foi avaliado por um neuropediatra, que indicou a necessidade de uma cirurgia com urgência, para a reconstrução de um nervo do braço. "[A maternidade] encaminhou para uma consulta com o especialista de braço, o ortopedista, porém ele disse que ele [bebê] já tinha sido acompanhado na UPA [Unidade de Pronto Atendimento]. E não teve outro atendimento. Mandaram eu procurar a secretaria de Casa Nova, para pedir uma autorização para poder ir para lá de novo, solicitar a fisioterapia. Edilene disse ainda que não teve como ir na secretaria de Casa Nova fazer o pedido, porque a unidade está fechada para férias. "Não fui na secretaria porque eles estão de férias, desde dezembro está fechado. Nem os exames de raio-x que o médico tinha pedido a gente conseguiu" A Secretaria Municipal de Saúde de Casa Nova disse, também por nota, tomou conhecimento do caso e dos problemas ocasionados à família pelas redes sociais, e se dispôs a conseguir atendimento para a criança em um hospital referência no atendimento em Salvador, no dia 25 de março. A Secretaria de Casa Novas disse ainda que as datas das consultas e atendimento não são definidas ou impostas pela instituição, mas sim pelo sistema de regulação do estado. O casal e o filho moram no distrito de Santana do Sobrado e precisa ir até as cidades de Juazeiro e Petrolina, em Pernambuco, para que o filho passe por consultas e fisioterapias. "Dá vontade de chorar. Porque a gente vê tanta criança movimentando, e ele não. Se vai pegar no braço dele, o braço fica para trás. Tudo é difícil. O banho dele tem que ter o maior cuidado, senão agrava o problema do braço dele".
Foto: Emily Costa/G1 RR
Conflitos em localidades venezuelanas perto da fronteira com o Brasil deixaram cerca de 25 mortos e 84 feridos desde sexta-feira (22), segundo Emilio González, prefeito da municipalidade de Gran Sabana. Opositor de Maduro, ele contou ter usado rotas clandestinas para chegar a Roraima, onde pediu ajuda internacional neste domingo (24). Na região de Gran Sabana, administrada por González, fica a cidade de Santa Elena de Uairén, a 15 quilômetros do Brasil, e a localidade deKumaparakay, a cerca de 85 quilômetros da fronteira, onde houve o primeiro conflito. Esses números de mortos e de feridos não foram citados por fontes oficiais, tanto do presidente Nicolás Maduro, quanto de grupos ligados ao autoproclamado presidente Juan Guaidó. Emilio, que é um índio pemon, afirma que está sendo perseguido pelo governo de Nicolás Maduro, do qual é opositor. Ele veio para o Brasil por meio da mata, em rotas clandestinas e deixou a cidade de Santa Elena por volta das 18h de sábado, chegando a Pacaraima por volta das 11h deste domingo.Segundo o prefeito, há uma ordem de prisão para ele, feita pelos chavistas. Ele afirmou que o município de Santa Elena está "tomado pelos pranes (chefes de facção), pelos sindicatos do governo" e que são "os pranes, sindicatos do crime (grupos que controlam as áreas de garimpo) e militares venezuelanos" que estão matando as pessoas. "Neste momento estamos passando um momento difícil. Estamos em emergência. O narco governo de Nicolás Maduro está arremetendo contra um povo que necessita de paz e tranquilidade. O único rincão que tínhamos em Venezuela foi tomado por Maduro. Estão atacando. Tem sangue no caminho, nas ruas. Estamos sofrendo, portanto peço ajuda internacional porque estamos passando um momento difícil. Precisamos de ajuda", disse. Segundo Rocky Ramsammy, enfermeiro venezuelano que fez três viagens com feridos de Santa Elena para Pacaraima, "estamos tratando os feridos pela gravidade do ferimento, porque não temos insumos para tratá-los". Ele disse que no hospital o clima estava tranquilo, mas que na estrada tinham muitos militares. Ramsammy falou em 4 mortos e 45 feridos.
Foto: Divulgação/WhatsApp
Lembra quando era normal comprar pacotes de SMS para mandar mensagens aos amigos e familiares? Esses dias ficaram para trás, muito por causa do WhatsApp, que conquistou o Brasil com a premissa de “mandar mensagem de graça” em uma época que elas eram pagas por envio. O aplicativo completa 10 anos neste domingo (24) como um dos mais usados pelos brasileiros.Nesse período, ele mudou completamente a maneira como nos comunicamos e até a dinâmica do mercado de telecomunicações. Com a chegada do smartphone e da internet móvel, foi o uso de aplicativos de mensagem como o WhatsApp que consagrou o consumo de dados em detrimento de minutos de ligação e democratizou as comunicações. Números da consultoria especializada Teleco mostram que a venda de serviços de dados corresponde a 71,4% do faturamento das operadoras de telefonia no país. Esse número reflete a relação que o usuário tem com a internet móvel. Segundo o IBGE divulgou no final do ano passado, o país tinha 126,4 milhões de usuários de internet em 2017, o que representava 69,8% da população com 10 anos ou mais. Os dados mostram que 98% dos usuários usa o celular para acessar a internet e a principal finalidade de acesso é usar mandar e receber mensagens. De acordo com o próprio WhatsApp, o aplicativo tem mais de 120 milhões de usuários no Brasil, um dos países em que é mais forte, ao lado da Índia.
Foto: Juliana Cavalcante/TV Bahia
A cantora Claudia Leitte usou o Instagram na madrugada deste domingo (24), para prestar apoio à jovem Eva Luana, que denunciou casos de abuso e tortura sofridos por ela e a mãe, pelo padrasto, durante quase 10 anos. A primeira manifestação da cantora foi através da ferramenta de stories, onde escreveu: " @eavalluana você não está sozinha! Lute como uma garota". Em seguida, a artista republicou as postagens da jovem no perfil dela. "O texto é tão dolorido que parece ficção. Mas, é real! Tão real quanto a força de @evalluana! ????????#LuteComoUmaGarota #BE #SomosTodasEva", escreveu. Eva levou o caso a público no dia 20 de fevereiro, após relatar na rede social a violência pela qual foi submetida dentro da própria casa, quando ela tinha 12 anos.O suspeito, Thiago Oliveira Alves, natural de São Paulo, está detido no Centro de Observação Penal de Salvador (COP), que fica no Complexo Penitenciário da Mata Escura.
Foto: Reprodução/TV TEM
Zípora é uma jovem menina de família simples que saiu da Paraíba e foi para o interior de São Paulo buscar tratamento de saúde para a irmã mais nova.Em São José do Rio Preto (SP), ela trabalhou no Poupatempo e limpou salas de um cursinho para ganhar bolsa de estudos até conseguir realizar o sonho: passar em uma universidade pública.“Ele sempre lutou, batalhou, inclusive no cursinho que ela estudou agora limpava o cursinho, as salas de aula, porque a gente não tinha condições de pagar”, afirma a mãe Gerusa Emídio.Zípora conseguiu passar no curso de enfermagem na USP, em Ribeirão Preto (SP), e na Famerp, a Faculdade de Medicina e Enfermagem de Rio Preto. A menina, que conseguiu o primeiro emprego aos 16 anos como menor aprendiz, sempre pensou em voos mais altos.“Saber que tudo que eu passei valeu a pena, tudo no final teve uma vitória. Saber que teve pessoas que estavam ao meu lado me ajudando, porque não foi fácil. Esse é só o início da caminhada, virão outras dificuldades, mas eu vou conseguir vencer”, diz.Zípora se mudou para Rio Preto há três anos com a família em busca de tratamento para a irmã dela, Zíbia Héllem, portadora da Síndrome de Crouzon, uma doença rara que causa deformidades cranianas e faciais com várias consequências para a saúde.A garota estudava pela manhã e trabalhava no Poupatempo da cidade a tarde. USP e Famerp não foram as únicas universidades que ela já passou. No ano passado, ela foi aprovada no mesmo curso na Unesp de Botucatu, mas sem dinheiro, não conseguiu ir.Mas agora a história foi diferente. O apoio que ela teve não foi apenas da família, mas sim dos amigos no trabalho.“Ela falou que tinha passado novamente numa universidade pública e estava sem condições de ir para Ribeirão. Ela precisava de dinheiro até conseguir uma moradia fixa. A ideia surgiu nesse momento, resolvemos fazer essa rifa e ajudar”, diz a coordenadora do Poupatempo Fernanda Abreu.O dinheiro arrecadado com a rifa vai ajudar Zípora a se manter por pelo menos três meses em Ribeirão Preto, cidade onde vai estudar.Na quinta-feira (21) foi a despedida no último dia de trabalho. O clima não foi de tristeza. “Me apoiaram desde o início, sempre que eu queria desistir eles falaram para não desistir, é uma segunda família para mim”, diz.Estudar numa universidade pública e se tornar médica sempre foi o sonho dela. Embora ela tenha passado na faculdade de enfermagem, ela tem a intenção de tentar uma transferência para o curso de medicina. Para isso ela tem que passar numa avaliação interna. Para ela, nada parece impossível.“Estou muito ansiosa. Se você tem um sonho, se é isso que você quer para sua vida, você tem que lutar por ele, porque nada vem fácil, tudo tem um caminho a ser seguido, a vida é cheia de degraus e muitas vezes não é fácil da gente subir, às vezes a gente tem até que escalar”, diz.
Foto: Reprodução/Google Street View
O professor Paulo Rafael Procópio, de 62 anos, anunciou que pretende abandonar a profissão. A decisão, tomada após 20 anos de magistério, foi tomada após a agressão que sofreu por parte de um aluno de 14 anos, dentro da sala de aula de uma escola estadual de Lins (SP). O ataque foi um dos dois casos de agressão a professores registrados na cidade na sexta-feira (22) envolvendo alunos menores de idade. Em outra escola, um professor de 41 anos e um cuidador, de 23, foram agredidos e ameaçados por um aluno de 12 anos. Paulo Procópio, que dá aulas de história e geografia há três anos na escola estadual Otacílio Sant’anna, no Parque Alto de Fátima, explicou que já tem tempo para se aposentar, mas admitia seguir trabalhando após obter o benefício. “Estou horrorizado. A gente sempre ouvia falar em casos de violência dentro de salas de aula, mas confesso que nunca imaginei passar por isso. Já estava decepcionado com a falta de respeito dos alunos, mas essa agressão foi demais”, disse ao G1.Paulo Procópio ainda se recupera dos ferimentos no rosto que sofreu após ser agredido pelo aluno. Ele precisou levar seis pontos cirúrgicos no rosto e mais dois no supercílio para fechar os cortes provocados pelos socos desferidos pelo aluno e também pelo caderno que foi atirado durante o ataque.Paulo Procópio ainda se recupera dos ferimentos no rosto que sofreu após ser agredido pelo aluno. Ele precisou levar seis pontos cirúrgicos no rosto e mais dois no supercílio para fechar os cortes provocados pelos socos desferidos pelo aluno e também pelo caderno que foi atirado durante o ataque.
- Kamille Martinho
- 24 Fev 2019
- 09:02h
O presidente Jair Bolsonaro decidiu demitir o atual presidente da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), Luiz Antonio Ferreira, após desentendimentos com o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Santos Cruz, responsável pela reestruturação do conglomerado de comunicação.Segundo apuração da Folha, Ferreira não concordou com a política de corte de pessoal, estudada pela nova gestão, e os planos de alteração das programações das televisões e rádios. O novo presidente precisará passar pela análise do setor de inteligência do Palácio do Planalto, que faz uma triagem sobre a conduta passada do executivo e tem como principal indicado para substituí-lo Alexandre Henrique Graziani. A exoneração será publicada na edição de segunda-feira (25) do "Diário Oficial da União".
Foto: Arquivo pessoal
O jovem Cássio Cruz Silva Pereira, de 27 anos, que estava entre os baianos desaparecidos na tragédia de Brumadinho (MG), foi encontrado morto na manhã deste sábado (23).De acordo com a esposa da vítima, Daniela Pereira, Cássio foi achado na área atingida após o rompimento da barragem de rejeitos minerais da Vale, ocorrido no dia 25 de janeiro. No entanto, ela não soube precisar em qual parte. O baiano era da cidade de Mata de São João, na região metropolitana de Salvador. Contudo, segundo Daniela, o sepultamento foi realizado na cidade de Mário Campos (MG), onde a família mora, na tarde deste sábado. A mulher, que também é baiana, contou que não pôde participar do enterro porque está em Mata de São João, com o filho do casal, de 4 anos. Daniela voltou para a Bahia após a tragédia e informou à reportagem que não pretende voltar para Minas Gerais. Daniela e Cássio eram casados há quase 5 anos. O casal foi para Mário Campos (MG) há 3 anos. O pai de Cássio já morava na cidade há algum tempo. Cássio era funcionário de uma terceirizada da Vale, junto com o pai, Carlos Augusto Santos Pereira, de 49 anos. Além de Carlos, Alex Mário Moraes Bispo, de 22 anos, e o tio Ademário Bispo, de 51, naturais da cidade de Santo Amaro, no recôncavo da Bahia, estão desaparecidos. Outros três baianos foram encontrados mortos na tragédia. O primeiro deles foi Ednilson dos Santos Cruz, de 23 anos, que foi localizado em 29 de janeiro. O segundo foi Tiago Coutinho do Carmo, de 34 anos, que foi encontrado em 17 de fevereiro. O terceiro foi George Conceição de Oliveira, de idade não divulgada, que foi achado em 19 de fevereiro.
- Blog do Rodrigo Ferraz
- 23 Fev 2019
- 17:15h
(Foto: Divulgação)
Um caminhão despencou na Serra do Marçal neste sábado (23), em Vitória da Conquista. Nas redes sociais circula um áudio do condutor do veículo. Um problema mecânico pode ter provocado a ocorrência. O caminhoneiro pulou do veículo no momento que a carreta estava prestes a descer, saindo ileso do acidente.
Foto: Alan Chaves/G1 RR
No dia "D" da oposição ao regime Nicolás Maduro para recebimento de doações de alimentos e medicamentos do exterior, centenas de venezuelanos protestaram neste sábado (23) nas regiões de fronteira com Brasil e Colômbia. Os manifestantes reivindicam que o governo de Caracas autorize o ingresso de caminhões com ajuda humanitária para atender cidadãos venezuelanos afetados pela crise econômica e política do país sul-americano. Os protestos ocorrem após o fechamento das fronteiras da Venezuela com Brasil e Colômbia por ordem do presidente Nicolás Maduro. Na área de fronteira com a Colômbia, houve conflito entre manifestantes e integrantes das forças de segurança venezuelanas. Em meio ao protesto, venezuelanos atiraram pedras contra os policiais, que revidaram com gás lacrimogêneo. Ônibus e roupas foram queimados nos protestos. Treze pessoas ficaram feridas. De acordo com a agência Reuters, três soldados venezuelanos desertaram dos postos na fronteira.Autoproclamado presidente interino da Venezuela, o líder oposicionista Juan Guaidó partiu do município colombiano de Cúcuta, no final da manhã deste sábado, em um comboio com mantimentos e remédiosem direção a Ureña, município venezuelano que fica na fronteira com a Colômbia. Guaidó pretente furar o bloqueio das forças de segurança do regime Maduro. Em um pronunciamento em Cúcuta, o líder da oposição, que se declarou presidente há um mês, exigiu que o governo venezuelano autorize o ingresso no país das doações estrangeiras. Em Roraima, o chanceler brasileiro Ernesto Araújo fez um apelo neste sábado para que as forças de segurança da Venezuela abram as fronteiras com o Brasil para permitir o ingresso de caminhões com alimentos e medicamentos doados pelos governos brasileiro e norte-americano para cidadãos venezuelanos. O presidente da Colômbia, Iván Duque, também defendeu neste sábado que Caracas aceite ajuda externa. Em Pacaraima, na fronteira do Brasil com a Venezuela, um grupo de venezuelanos exigiu de forma pacífica nas ruas do município de Roraima que o país vizinho aceite a ajuda humanitária enviada pelos governos brasileiro e norte-americano. Pacaraima é uma das principais portas de entrada de venezuelanos no território brasileiro. "Deixem passar a ajuda humanitária", gritavam os manifestantes aos soldados da força de segurança venezuelana. A polícia e o exército não divulgaram uma estimativa de quantas pessoas participaram do protesto.
Foto: Antonio Nunes/Arquivo pessoal
O empresário de Blumenau, no Vale do Itajaí, Antonio Nunes conheceu o irmão mais novo há pouco mais de uma semana. Ele contratou Maicon em janeiro e durante uma viagem de carro pela empresa descobriu o parentesco. Os dois ainda têm um irmão do meio, Jefferson.
Primeiro irmão
A história começa com a mãe. Segundo Antonio, ela não tinha condições de cuidar dos filhos e doou os três. Ele, o mais velho, ficou com a avó. Jefferson e Maicon foram dados cada um para uma família diferente."A família do Jefferson sabia tudo sobre anossa. Quando o pai dele faleceu, a mãe dele falou nome de mãe, tudo certinho. Ele me achou bem fácil", conta Antonio. Ele e Jefferson se conheceram em 2016 e, desde então, procuravam pelo terceiro irmão. A única informação que tinham sobre ele era a data de nascimento.
Busca
Eles procuraram se havia algum documento sobre a adoção na prefeitura, mas não tiveram sucesso. "A gente sabia que tinha uma cabeleireira que na época fez a parte da doação, mediou a doação. Ela conhecia a família que queria adotar e conhecia a minha mãe, uma coisa nesse sentido", diz Antonio.Ele procurou a mulher. "Faz um ano e meio, dois anos, eu fui atrás dessa cabeleireira pra saber se ela conhecia a família. Ela falou que não conhecia mais, não tinha mais contato com a mulher que adotou. A única coisa que ela sabia era que o pai adotivo se chamava João".
- Ascom I Sesab
- 23 Fev 2019
- 11:03h
(Foto: Divulgação)
O número de casos de Dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, cresceu 301,4% em 2019, se comparado ao mesmo período de 2018. Até o dia 16 de fevereiro desse ano foram notificados 3.725 casos em 123 municípios. O município de Feira de Santana lidera com 1.520 registros e quatro óbitos. Outros dois óbitos foram confirmados, sendo um em Salvador e outro em Candeias. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) solicita que os municípios realizem mutirões de limpeza, com atividades de vistoria e remoções de focos do vetor nas residências, juntamente com caminhadas de conscientização e distribuição de materiais informativos. O governo da Bahia já distribuiu 7.400 kits para serem utilizados pelos agentes de controle de endemias dos 417 municípios. Com investimento superior a R$ 2,6 milhões, cada kit é composto de 26 itens, como pesca larva, pipetas de vidro, tubos de ensaio, álcool, esponja, lanterna de led recarregável, bacia plástica, dentre outros materiais. “Os agentes de controle de endemias têm um papel fundamental na eliminação de focos do Aedes aegypti, pois na visita aos imóveis, eles eliminam criadouros, orientam moradores e realizam mobilizações”, afirma o secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas. O titular da pasta estadual da Saúde ainda ressalta que “construir uma estratégia agressiva de combate ao mosquito e controle dos agravos é fruto de um esforço conjunto do poder público, empresas e sociedade em geral, visto que mais de 80% dos focos estão dentro das casas”. A distribuição desses kits se configura como um apoio essencial aos municípios, considerando que a maioria tem dificuldades para aquisição de bens e equipamentos, bem como escassez de recursos. “Os materiais e equipamentos adquiridos pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) são todos padronizados pelo Ministério da Saúde”, destaca o secretário. O primeiro sintoma da Dengue é a febre alta, entre 39° e 40°C. Tem início repentino e geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira no corpo. Também pode haver perda de peso, náuseas e vômitos. A população deve procurar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima. Além do diagnóstico clínico, a equipe de saúde pode utilizar o teste rápido Dengue IgG / IgM da Bahiafarma, que foi o primeiro do gênero desenvolvido por um laboratório público brasileiro a obter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O dispositivo detecta tanto anticorpos para infecções ativas (IgM), quanto para infecções anteriores (IgG), auxiliando no correto tratamento dos casos. Realizado com uma pequena amostra de sangue, o teste fornece o resultado em até 20 minutos. O produto é comercializado para o Ministério da Saúde e distribuído para todo o País.
Carnaval
Nos dias que antecedem a folia momesca, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado está realizando a pulverização de inseticida (UBV) com carros fumacê nos circuitos Dodô e Osmar. O trabalho será iniciado hoje (22) e terá dois ciclos, com intervalo de três dias. Após o Carnaval, a partir do dia 11 de março, também será aplicado o fumacê, com dois ciclos e intervalo de três dias. O objetivo desse trabalho é o controle do mosquito Aedes aegypti, responsável por transmitir doenças como a Dengue, Zika e Chikungunya e que pode também ser vetor para transmissão da febre amarela.
Foto: Marcelo Brandt/G1
O preço médio da gasolina nas bombas teve leve recuo nesta semana, segundo levantamento divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP) nesta sexta-feira (22). O valor por litro caiu 0,02%, de R$ 4,173 para R$ 4,172. Com mais um recuo – o 18º seguido -, o preço da gasolina segue no menor valor desde 6 de janeiro do ano passado (R$ 4,151). A ANP também apurou uma leve alta no preço do diesel. O valor médio por litro subiu 0,1%, de R$ 3,442 para R$ 3,444. O preço por litro do etanol subiu 0,6% no período, de R$ 2,744 para R$ 2,760.
- Joana d'arck Cunha Santos
- 23 Fev 2019
- 09:09h
(Foto: Divulgação)
Em audiência com o superintendente de Infraestrutura Terrestre/SEINFRA , Saulo Pontes, o deputado federal Waldenor Pereira (PT) obteve a informação de que na próxima semana será iniciada a obra de construção da ponte sobre o Rio de Contas, no trecho da BA-142 que liga o distrito de sussuarana ao município de Tanhaçu. O parlamentar esteve com Saulo Pontes na ultima quinta-feira, 14, “quando também solicitou uma operação tapa-buraco na estrada que liga Anagé a Mucugê. Ele ainda acompanhou o pedido de reforma da estrada entre Sussuarana e o município de Andaraí,(BA 142), que depende de autorização do governo federal para liberação do financiamento aprovado junto ao Banco Europeu. "Embora o Governo Rui Costa tenha atendido todos os requisitos para a operação de crédito, os recursos ainda não sairam desde o Governo Temer", lamentou Waldenor. Sobre a construção da nova ponte entre Sussuarana e Tanhaçu, antiga reivindicação da região apoiada pelos deputados Waldenor e Zé Raimundo (estadual), ela terá 140 metros de cumprimento e largura aumentada de 4 metros atuais para 10 metros, adequada a um fluxo de 150 veículos por dia. A obra que vai envolver quase R$ 6 milhões beneficiará diretamente 62 mil habitantes dos municípios de Tanhaçu, Ituaçu, Contendas do Sincorá e Barra da Estiva. A ponte também é a principal ligação aos municípios de Brumado, Guanambi e Vitória da Conquista. Os deputados tem feito acompanhamento constante para a realização desse importante pleito da população regional que conta com a firme participação de lideranças políticas locais, como os ex-vereadores Ney Santana e Vado e o líder comunitário, Róger.
Foto: Washington Alves/Reuters
A Polícia Civil divulgou, no início da tarde desta sexta-feira (22), que o número de mortos identificados da tragédia de Brumadinho subiu para 177 (veja lista).Na relação de pessoas sem contato divulgada pela Vale por volta das 14h20, 133 pessoas levadas pelo mar de lama no último dia 25 de janeiro seguiam desaparecidas (veja lista).
29º dia de buscas
No 29º dia de buscas, os trabalhos continuam concentrados em áreas como o ITM e o almoxarifado. Os bombeiros informaram nesta sexta que também foi localizado uma espécie de container, que funcionava como sala de reuniões, onde possivelmente havia pessoas. Os militares ainda acompanham a drenagem da barragem B6, onde um cão sinalizou a possível presença de um corpo. No total, 117 militares foram empenhados nesta sexta, sendo 97 de Minas e 20 de outros estados. Quarenta e quatro máquinas estão à disposição, além de três cães farejadores e três aeronaves.