As imagens chamam muito a atenção (Foto: Reprodução Youtube Brumado Urgente)
Uma carreta (cavalo mecânico, placa JOH 9842 e carroceria JRR 1729) ficou totalmente destruída após pegar fogo na BA-161 em Carinhanha, próximo à comunidade de Batizal na tarde dessa quarta-feira dia (25). Segundo informações, o fogo começou e um dos pneus traseiros e se alastrou rapidamente. O veículo transportava semente de algodão e o motorista desesperado, já que não tinha seguro, tentou acelerar na estrada colocando em risco a sua vida e de outras pessoas afim de cessar o incêndio, mas não conseguiu. De acordo com a Polícia Militar (PM) o motorista é Cypriano Pessoa Neto de 62 anos, morador da rua Miguel Fernandes, 527, bairro Castelo Branco em Riacho de Santana, sudoeste da Bahia, assim como a carreta e cavalo mecânico que também são licenciados da mesma cidade. O motorista não se feriu. Em vídeos postados nas redes sociais se via a chamas altas consumindo o carro em imagens que chamam muito atenção, tanto que as pessoas dizem que via ficar pra história, assista:
O cantor Henrique, da dupla com Juliano, se tornou alvo de uma grande polêmica ao sacrificar um touro durante o evento ExpoPalmas, que aconteceu em Tocantins, na última quinta-feira (19). Após a repercussão do caso nas redes sociais, o sertanejo explicou a situação por meio de um comunicado enviado pela assessoria de imprensa à revista QUEM. No texto o artista afirma que o animal oferecia perigo para os presentes no evento após ter fugido do curral e partido em direção a uma propriedade privada. Por isso o touro precisou ser sacrificado com um tiro. Henrique ainda garantiu possuir o porte federal de arma de fogo. “Na semana passada, em Palmas, eu tinha alguns animais participando de uma exposição. Infelizmente, por estarem em um local inadequado, um dos bois fugiu e devido ao seu estado físico, e de alto nível de estresse, se tornou um risco real às pessoas. Principalmente quando disparou em direção à rodovia e invadiu uma propriedade privada. Um animal nessas condições é incontrolável e a única maneira de pará-lo é fazendo o abate. As técnicas que possuo não causaram sofrimento no boi. Para finalizar, quero deixar claro que possuo porte de armas e tenho plena consciência de ter feito o que estava ao meu alcance”.
A Polícia Técnica de Jequié identificou o caminhoneiro vítima do acidente seguido de incêndio, ocorrido na tarde de ontem, quarta-feira (25/09), na BR-116, próximo ao entrocamento de Boa Nova, distante cerca de 90 km de Conquista, conforme matéria publicada no Blog do Rodrigo Ferraz. Trata-se de Nielson Carlos Rotermel, 49 anos, oriundo de Santa Catarina, para onde o corpo será transladado. De acordo com informações do Blog do Marcos Frahm, Nielson conduzia um caminhão que transportava um carregamento de madeirite, cujo veículo tombou no trecho do município de Manoel Vitorino e pegou fogo em seguida. O motorista ficou preso às ferragens e morreu carbonizado. Ainda não há informações sobre as causas do acidente, que foi registrado pela Polícia Rodoviária Federal e Concessionária Via Bahia.
O vereador Palito ficou satisfeito com o ritmo das obras (Foto: Assessoria Parlamentar)
O vereador Luiz Carlos “Palito” esteve na manhã desta quinta-feira (26) visitando as obras de construção da ponte da Comunidade do Jacaré, as quais vêm atender uma antiga reivindicação dos moradores, que, na época das chuvas têm a ligação com a sede do município interrompida. Ele fez questão de agradecer o prefeito Eduardo Vasconcelos por atender o clamor da comunidade e realizar os serviços. O ritmo do trabalho projeta que a obra deverá ser concluída no mês de outubro.
Está desaparecida desde o início da semana a jovem Graziela Souza, de apenas 20 anos. Segundo familiares, ela saiu para ir ao médico e não voltou mais, preocupando à todos. De acordo com Karina Souza, irmã da jovem, ela sofre de distúrbios mentais e muitas vezes saia sozinha, mas sempre voltava. Todos estão bastante preocupados e pedem apoio da população para que Grazi seja localizada. Quem tiver alguma informação ligar para (77)99700-4285.
Graças ao apoio do Blog do Rodrigo Ferraz, mais um final feliz em Vitória da Conquista. Familiares da jovem Graziela Souza, de apenas 20 anos, que saiu de casa para ir ao médico e não retornou desde o início da semana, entraram em contato com a nossa reportagem informando que a jovem foi localizada em uma casa de acolhimento. Graziela sofre de transtornos mentais, foi encontrada na rua e levada a esse espaço, seguro.
O julgamento de um caso de triplo homicídio ocorrido em Brasília há 10 anos pode influenciar os rumos da ação penal contra os irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima (MDB), no caso do “bunker” dos R$ 51 milhões, de acordo com o site Poder 360. O julgamento dos emedebistas, acusados de lavagem de dinheiro e associação criminosa, foi iniciado na última terça-feira (24) na 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e será retomado em 1º de outubro. Já o caso que ficou conhecido como “crime da 113 Sul” é analisado na 1ª Turma Criminal da Corte. A arquiteta Adriana Villela é acusada de mandar matar seus pais e a empregada da família. O que une os dois processos são laudos realizados por papiloscopistas, profissionais das polícias Civil e Federal que trabalham na identificação de impressões digitais, palmas das mãos, plantas dos pés e, às vezes, até biometria facial. Tanto a defesa de Adriana quanto a dos Vieira Lima questiona laudos produzidos por papiloscopistas, e não por peritos oficiais. No caso do triplo homicídio, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo, acatou parcialmente um pedido feito pela defesa da arquiteta, determinando que o juiz presidente do Tribunal do Júri esclarecesse ao Conselho de Sentença que o documento foi subscrito por 7 profissionais que não são considerados peritos oficiais. “Com esse esclarecimento, caberá ao corpo de jurados avaliar o peso que deva merecer dentro do conjunto probatório”, afirma trecho da decisão. Em um despacho posterior, porém, o ministro Luix Fux determinou que o laudo deveria ser considerado como feito por peritos oficiais, o que encerraria a discussão sobre a validade do documento. Caso os outros ministros sigam o entendimento de Fux, a prova não será desconsiderada, o que poderá fortalecer a acusação no caso de Geddel e Lúcio.
O governador Rui Costa (PT) diz esperar que “tudo o que foi feito de errado seja corrigido” ao referir-se a um julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) que pode afetar uma das condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e gerar uma reviravolta na Lava Jato. Os 11 ministros vão decidir se réus delatores devem apresentar suas considerações finais em processos antes dos demais acusados e se ações que não seguiram esse rito anteriormente devem ter suas sentenças revistas. A análise do caso, iniciada na quarta-feira (25), será retomada na tarde desta quinta (26) no plenário da corte. “Espero que esse e todos os julgamentos possam fazer prevalecer a expressão ‘justiça’. É o que todo o ser humano deseja. Espero que seja feita justiça. Nitidamente, houve um processo de politização, de partidarização, e a expressão maior disso é quando um juiz, que muitas pessoas ou algumas têm prova, imediatamente assume um cargo e uma função político-partidária”, declarou Rui Costa, no fim da manhã, após inauguração da nova UTI do Hospital Aristides Maltez, em Salvador. “Isso deixa claro que, infelizmente, houve uma mistura do que deveria ser puramente e simplesmente justiça. Isso não é bom para o país, não é bom para a nação. Espero que o que foi feito de errado seja corrigido”, afirmou o governador.
Um ônibus com romeiros e uma carreta se envolveram em um acidente no fim da tarde desta quarta-feira (25) na BR-040, em Sete Lagoas, na Região Central de Minas Gerais. De acordo com o Corpo de Bombeiros, oito pessoas ficaram feridas em estado grave, nove em estado “moderado” e onze ficaram levemente feridos. No total, 28 pessoas estavam no ônibus, que seguia de Cansanção (BA) para Aparecida (SP). Os feridos foram encaminhados para hospitais de Sete Lagoas. De acordo com a Via 040, que administra o trecho, os veículos bateram na altura do km 462, sentido BH. Em seguida o ônibus tombou sobre o canteiro central e a carreta tombou na pista. Chovia no momento do acidente. Às 19h, o fluxo de veículos estava lento no trecho e a rodovia estava parcialmente interditada. A fila era de três quilômetros no sentido BH e um quilômetro no sentido DF, segundo a Via 040.
Presidente Mauricio Macri | Foto: Presidência da Argentina
A expressão "rico como um argentino" parece inacreditável nos dias de hoje, quando o país volta a mergulhar em mais uma de suas retumbantes e cíclicas crises econômicas, com alta inflação (50% ao ano), desvalorização da moeda e pobreza a 33,5%. Mas era uma frase muito comum, repetida na Europa, especialmente em Paris, tanto por populares como por diplomatas e escritores. Um dos que registraram isso em seus livros, não sem uma ponta de inveja, foi o autor francês Louis-Ferdinand Céline (1894-1961), autor do clássico "Viagem ao Fim da Noite". Enquanto isso, as irmãs-escritoras Victoria e Silvina Ocampo, como tantos integrantes de famílias ricas argentinas, viajavam a Paris levando suas próprias vacas à bordo, para ter leite de qualidade enquanto atravessavam o Atlântico.
A época de ouro da economia argentina costuma ser identificada com a chamada época liberal (1880-1913), que ocorre depois que o país já havia atravessado os distúrbios políticos pós-independência, passava a receber muita mão-de-obra estrangeira e, enfim, adotava políticas econômicas de abertura para o mundo. Primeiro, exportando lã de ovelha; depois grãos e couro; e, no seu auge, quando se popularizou a técnica de exportar carne congelada, aí sim deu-se um grande salto. Segundo o Maddison Historical Statistics Project, no fim do século 19, a Argentina era um dos países mais ricos do mundo, e manteve-se neste seleto clube entre 1880 e 1940. Mais: entre 1895 e 1896, chegou a ser o país com o PIB per capita mais alto do planeta. Os investimentos estrangeiros não deixavam de acompanhar o movimento. Entre 1873 e 1923, 71% dos investimentos estrangeiros na América do Sul iam para a Argentina. Com esse passado, a pergunta que muitos se fazem hoje é: quando foi que as coisas começaram a dar errado? Ou, no portenho chulo e coloquial de todos os dias: "cuando fue que se jodió todo?" (quando é que tudo foi à merda?).
Historiadores econômicos pontuam alguns momentos de transformação - que envolvem mudanças na política, na cultura, na sociedade - que colaboraram para o crescimento da instabilidade. Psicanalistas também explicam que, com o passar do tempo, a repetição dos ciclos de crise criou hábitos curiosos, que demonstram certa avareza, em muitos argentinos com relação ao dinheiro.
DITADURAS
Para Juan Gabriel Tokatlian, da Universidade Torcuato di Tella, os vários regimes militares pelos quais passou a Argentina, entre 1930 e 1983, debilitaram a institucionalidade do país, "o que sempre traz desgaste à economia, espanta investimentos, colabora para o aumento da desigualdade, além de implementar um trauma social que vem com a perseguição e as desaparições políticas".
Ainda assim, as rupturas também conviveram com primaveras econômicas, como diz o historiador Luis Alberto Romero, autor de "La Larga Crisis Argentina". "No fim dos anos 1960 e começo dos anos 1970, viveu-se uma época muito boa, com um impulso à industrialização. Tínhamos números que parecem hoje inacreditáveis, como desemprego entre 3 e 4%, e pobreza em 3%", diz. Essa industrialização, defende, foi sendo sucateada pelo desgaste das instituições provocado pela última ditadura militar (1976-1983) e pelas privatizações da década de Carlos Menem (1989-1990)."Se a privatização foi boa para alguns setores industriais, por outro lado tirou do Estado a função de cuidar dos trabalhadores e de seus direitos", afirma Romero.
DO PERONISMO A MACRI
"É quando a pobreza começa a se impor, e seu aumento exponencial decola aí, depois com a crise de 2001, e agora com todos esses anos de atropelos do kirchnerismo e ineficácia do governo Mauricio Macri de resolver o assunto", diz Romero. Hoje, a cifra da pobreza argentina é de 33,5%, segundo a medição mais confiável, a da Universidad Católica. Sobre o papel do peronismo na crise cíclica do país, há diferentes correntes de pensamento. Juan Domingo Perón, quando no poder (1946-55 e 73-74), introduziu direitos trabalhistas que, num momento de massificação do trabalho industrial, ofereceram bem-estar à população ao mesmo tempo em que não tiveram custos grandes para os cofres públicos. Por outro lado, como diz Tokatlian, foi-se criando uma economia de isolamento, fechada para o mundo e com excesso de gasto público, tal como na época kirchnerista. "O país começou a gastar mais do que tinha para se manter popular". Há que se levar em conta, também, as diferentes versões do peronismo.
Para Tokatlian, Menem era um peronista liberal e terminou por deixar a crise mais aguda ao abrir o país de forma desmesurada, "com privatizações sem controles e sem planejamento". Foi ao longo destes anos de ciclos que terminam em hiperinflação, algo que agora parece próximo, que economizar em dólar virou costume nacional. Com tanto dólar com os cidadãos, quem vive na Argentina já não se espanta de ver nas páginas policiais notícias de assaltos a idosos que por hábito guardam a fortuna de suas vidas em casa, no que os argentinos costumam dizer que guardam em seu "colchón bank" (ou seja, debaixo ou dentro do colchão). Poucos argentinos acreditam no sistema bancário, por conta da experiência da hiperinflação de Raúl Alfonsín e do "corralito" (que impediu a retirada de pesos dos bancos) em 2001.
Mesmo pessoas adultas e razoáveis às vezes podem ser vistas correndo a casas de câmbio ou a caixas-fortes (um recurso que há nos bancos, que não implica guardar o dinheiro na conta, e sim num cofre) atrás da moeda americana. O psicólogo Guillermo Muñoz crê que, ao longo dos anos, criou-se uma "grieta" (fenda, abismo), uma divisão entre argentinos, que está na base do problema. "Uma parte do país não aguenta a outra parte e não consegue ver matizes, coisas boas e coisas ruins daquele que é seu inimigo. Por isso cada governo se crê fundacional. Você vê pelos slogans de campanha - 'construir a Argentina que sonhamos' (Macri), 'reconstruir a Argentina' (Alberto Fernández) -, quando é óbvio que em quatro anos essa é uma tarefa impossível". E complementa: "Todos querem fazer rápido, uns querem emitir moeda loucamente para resolver os problemas e criam inflação, outros, ajustes enormes que criam explosões populares. Esse é o ciclo, e que não terá fim se não se propuser algo novo".
Em meio ao desgaste do governo com as universidades federais do país, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) sancionou em julho deste ano uma lei que cria a primeira instituição pública de ensino superior de seu mandato, informa o jornal O Globo. Segundo a publicação, a Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT) foi proposta pelo Executivo no apagar das luzes do governo de Dilma Rousseff (PT), em 12 de maio de 2016 —mesmo dia em que a petista foi afastada do cargo após a aprovação da abertura do processo de impeachment pelo Senado. Além de integrar dois campi da Universidade Federal do Tocantins (UFT), a medida firmada por Bolsonaro cria outros dois novos: em Xambioá e Guaraí. Em guerra com as federais que já existem, após contingenciar pelo menos 30% do orçamento de custeio das instituições, o Ministério da Educação (MEC) afirmou ao jornal Globo que a criação das novas estruturas no âmbito da UFNT é importante para “ política de interiorização da educação superior pública”. Em relação aos recursos para erguer a nova federal, o MEC diz que eles serão disponibilizados de acordo com o que já determina a lei de repasse para as universidades, montante que será estipulado a partir da Lei Orçamentária Anual de 2020. “Tenho a honra de sancionar um projeto criando a Universidade Federal do Norte do Tocantins, é a primeira do nosso governo. Será uma forma diferente, no bom sentindo, de encararmos o ensino público no país. O Tocantins merece”, afirmou o presidente Bolsonaro após assinar a criação da UFNT.
Pelo quinto mês consecutivo, o Brasil teve um saldo positivo na geração de emprego formal. Em agosto, o número de vagas adicionais no mercado de trabalho foi 121.387, que é o saldo positivo decorrente 1.382.407 admissões e de 1.261.020 desligamentos. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quarta-feira (25) pela Secretaria de Trabalho da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. O resultado de agosto representa uma variação de 0,31% em relação ao mês anterior. Foi o melhor resultado para o mês de agosto desde 2013, segundo os números. No acumulado de 2019 foram criados 593.467 novos postos, com variação de 1,55% do estoque do ano anterior. No mesmo período de 2018 houve crescimento de 568.551 empregos.
Entre os principais setores da economia, quatro tiveram saldo positivo de emprego e em dois houve mais fechamento de vagas no mês encerrado em agosto. Lidera o número de empregos gerados a área de serviços (61.730 postos), seguida por comércio (23.626), indústria de transformação (19.517), construção civil (17.306), administração pública (1.391) e extrativa mineral (1.235). Apresentaram saldo negativo a agropecuária (-3.341 postos) e os serviços industriais de utilidade pública/SIUP (-77 postos).
Regiões e salário médio
Todas as cinco macroreegiões do país registraram saldo positivo de emprego em agosto. No Sudeste, foram criados 51.382 novos empregos, seguido por Nordeste (34.697), Sul (13.267), Centro-Oeste (11.431) e Norte (10.610).
O salário médio de admissão em agosto de 2019 foi de R$ 1.619,45 e o salário médio de desligamento, de R$1.769,59. Em termos reais (mediante deflacionamento pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC) houve aumento de 0,44% no salário de admissão e 0,09% no salário de desligamento em comparação ao mês anterior. Em relação ao mesmo mês do ano anterior foi registrado crescimento de 1,97% para o salário médio de admissão e de 1,02% para o salário de desligamento.
Reforma trabalhista
Com base nas regras da reforma trabalhista, que permite acordo de demissão entre patrões e empregados, o Caged registrou um total de 18.420 desligamentos nessa modalidade, que representa 1,5% do total envolvendo 13.351 estabelecimentos, em um universo de 12.105 empresas.
O mês de agosto também registrou 12.929 admissões e 6.356 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente, em que o empregado fica à disposição do empregador, mas só recebe quando é convocado a trabalhar. Esse tipo de contratação gerou, no mês passado, um saldo de 6.573 empregos, envolvendo 3.239 estabelecimentos e 2.830 empresas contratantes. Um total de 85 empregados celebrou mais de um contrato na condição de trabalhador intermitente.
Foram registradas em agosto 7.804 admissões em regime de tempo parcial e 5.154 desligamentos, gerando saldo de 2.650 empregos, envolvendo 4.211 estabelecimentos e 3.583 empresas contratantes. Um total de 44 empregados celebrou mais de um contrato em regime de tempo parcial.
Pelas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro comentou os dados do Caged e disse que “o Brasil segue se recuperando”.
Projeto vai receber demandas de cidadãos e parlamentares |
A Câmara dos Deputados lançou nesta quarta-feira (25) uma ferramenta para checagem de notícias falsas. O projeto, batizado de Comprove, vai receber demandas de cidadãos e parlamentares, apurar e apresentar uma versão sobre fatos relacionados à Casa e seus integrantes. O recurso foi apresentado no seminário Fake News, Redes Sociais e Democracia, realizado em parceria com os institutos E se fosse você? e Palavra Aberta. Por meio de um número de WhatsApp, cidadãos poderão encaminhar dúvidas ou conteúdos para verificar a veracidade das informações. A equipe que abastece a ferramenta ficará encarregada de conferir a autenticidade e responder a demanda, classificando o material como fato, falso ou impreciso. A iniciativa define fake news como informações com características noticiosas que não correspondem à realidade, amplamente compartilhadas por meios de comunicação com o objetivo de atrair a atenção das pessoas, na medida em que provocam reações inflamadas e irrefletidas – em geral, contra uma pessoa, uma instituição, um fato ou uma ideia.
Para a ferramenta, foi criada uma página própria dentro do portal da Câmara dos Deputados. Nela, serão disponibilizadas as checagens, que poderão ser replicadas por quem desejar. O serviço também apresenta dicas e orientações sobre como evitar, não acreditar ou reproduzir esse tipo de conteúdo. “É um instrumento que a Câmara vai oferecer à sociedade em defesa da democracia e contra notícias falsas. Para enfrentar este fenômeno é necessário redobrar a confiança na liberdade de expressão e ter mais educação midiática para livrar este mal”, declarou o secretário de Participação, Interação e Mídias Digitais, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP). O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu a importância do combate à conteúdos enganosos e ressaltou como a prática atinge a democracia e instituições democráticas, como o Parlamento. A disseminação desse tipo de mensagem, acrescentou Maia, prejudica a imagem dessas estruturas juntamente à população. “Uma informação falsa em relação a uma votação gera ódio ao Parlamento e vontade de alguns de ir contra as instituições do Estado democrático de direito. Quando o Congresso derruba veto ao projeto de abuso de autoridade, vem a fake news: políticos vão julgar os juízes”, exemplificou, em referência à derrubada de parte dos vetos à Lei de Abuso de Autoridade.
Nesta terça-feira (25), a Polícia Militar foi chamada por uma universitária que alegava ser vítima de ameaça no Campus da Uesb – Universidade Estadual do Sudoeste das Bahia. Ela se sentia ameaçada pelo ex-namorado, que não estuda na unidade. O suspeito foi abordado e flagrado com uma faca pequena na mochila. De acordo com a polícia, a vítima contou que havia terminado o relacionamento, mas vivia fugindo do ex-companheiro. Inclusive, teve que bloqueá-lo nas redes sociais. Hoje, dia do aniversário da garota, o apaixonado, inconformado com o fim do relacionamento, foi ao campus da Universidade, gerando pânico na jovem. O suspeito foi apresentado na Delegacia. Como não houve configuração de ameaça, o suspeito foi ouvido e liberado.
Na tarde desta quarta-feira, 25, através da troca de informações entre a Polícia Federal na Bahia e as Polícias Militares do Estado da Bahia e Minas Gerais, foi desarticulada uma quadrilha de assaltantes a instituições financeiras que iria realizar um assalta a carro forte na região do município de Salinas, no Estado de Minas Gerais. A quadrilha era composta por assaltantes baianos e mineiros que foram surpreendidos, por policiais militares da Bahia e Minas Gerais, momentos antes de realizarem o assalto a um carro forte que se deslocava da cidade de Salinas para Montes Claros. Houve uma intensa troca de tiros, sendo que alguns bandidos foram baleados e outros conseguiram fugir adentrando na mata. Na operação foram apreendidos, até o momento, 4 (quatro) fuzis, 1 (uma) espingarda cal. 12, 3 (três) pistolas, muita munição, coletes balísticos e grande quantidade de explosivos. As diligências continuam com o objetivo de localizar e prender o restante do bando.