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Usuários de redes sociais como Facebook e Twitter relataram o bloqueio do Whatsapp a partir das 14 horas desta segunda-feira (2). A Justiça de Sergipe mandou as maiores operadoras de telefonia do país bloquearem o acesso dos brasileiros ao aplicativo de mensagem instantânea WhatsApp por 72 horas. A multa para as empresas em caso de descumprimento é de R$ 500 mil. Segundo o Sinditelebrasil, sindicato das operadoras, todas as empresas -- TIM, Oi, Vivo, Claro eNextel -- foram notificada e cumprirão a intimação judicial. A decisão é do juiz Marcel Maia Montalvão, da Vara Criminal de Lagarto, no Sergipe. O magistrado atendeu a um pedido de medida cautelar da Polícia Federal, que foi endossado por parecer do Ministério Público. O bloqueio foi pedido porque o Facebook, dono do WhatsApp, não cumpriu uma decisão judicial anterior de compartilhar informações que subsidiariam uma investigação criminal. A recusa já havia resultado na prisão do presidente do Facebook para América Latina em março deste ano.
Segundo o juiz, a medida cautelar é baseada no Marco Civil da Internet. Os artigos citados pelo magistrado dizem que uma empresa estrangeira responde pelo pagamento de multa por uma “filial, sucursal, escritório ou estabelecimento situado no país” e que as empresas que fornecem aplicações devem prestar “informações que permitam a verificação quanto ao cumprimento da legislação brasileira referente à coleta, à guarda, ao armazenamento ou ao tratamento de dados, bem como quanto ao respeito à privacidade e ao sigilo de comunicações.” Não é a primeira vez que um tribunal decide pela suspensão do acesso ao serviço de bate-papo no Brasil. O bloqueio anterior ocorreu em dezembro de 2015, quando aJustiça de São Paulo ordenou que as empresas impedissem a conexão em represália ao WhatsApp ter se recusado a colaborar com uma investigação criminal. A ferramenta permaneceu inacessível por 12 horas.
Conta no WhatsApp
A investigação foi iniciada após uma apreensão de drogas na cidade de Lagarto, a 75 km de Aracaju. O juiz Marcel Montalvão pediu em novembro de 2015 que o Facebook informasse o nome dos usuários de uma conta no WhatsApp em que informações sobre drogas eram trocadas. As informações desse processo corriam em segredo de Justiça. Segundo o delegado Aldo Amorim, membro da Diretoria de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal em Brasília, a investigação foi iniciada em 2015 e esbarrou na necessidade informações relacionadas às trocas de mensagens via WhatsApp, que foram solicitadas ao Facebook. A empresa não cumpriu a decisão. Ainda de acordo o delegado, existe uma organização criminosa na cidade de Lagarto e o não fornecimento das informações do Facebook está obstruindo o trabalho de investigação da polícia. Ele disse também que toda empresa de comunicação que atua no Brasil deve seguir a legislação brasileira, independente do seu país de origem. O Facebook já proíbe que a rede social seja usada para vender drogas. No começo de fevereiro, a rede social alterou a política de uso do site e do aplicativo de fotos Instagram para impedir também que os usuários comercializassem armas. Na prática, donos de páginas e perfis já não podiam vender material bélico, mas pequenas microempresas podiam usar a ferramenta de criação de anúncios rápidos para isso. Com a alteração, essa prática foi vetada. A política da rede, no entanto, não se estende ao WhatsApp.
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- Tribuna da Bahia
- 01 Mai 2016
- 18:03h
(Foto: Reprodução)
Um novo ataque ransomware está atingindo usuários de smartphones Android, explorando vulnerabilidades críticas em versões mais antigas do sistema operacional móvel do Google - ainda em uso por milhões de pessoas. De acordo com relatório publicado pela empresa de segurança Blue Coat Systems, o vírus infecta o smartphone da vítima silenciosamente. A empresa diz que este malware se destaca porque consegue se camuflar completamente no sistema e não requer nenhuma ação do usuário para infectar o dispositivo. Uma vez instalado, o aplicativo malicioso bloqueia o celular e acusa a vítima de ter cometido crimes, colocando o dispositivo em um estado vegetativo. A vítima não consegue fazer ou receber chamadas ou utilizar seu dispositivo para outros fins. O problema só é resolvido quando o usuário compra vale-presentes do iTunes, no valor de US$ 100. Além de fazer o pagamento, é necessário informar os códigos comprados aos cibercriminosos. O alvo dos hackers são usuários de smartphones rodando as versões do Android 4.0.3 a 4.4.4. Segundo o Google, 56,9% de todos os aparelhos com Android utilizam essas versões. Para se manter seguro, o usuário deve atualizar o sistema operacional do seu dispositivos sempre que uma versão superior estiver disponível.
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No último ano, mais de um quarto dos jovens internautas perdeu um dispositivo (17%) ou teve o celular roubado (13%), e um terço deles não conseguiu mais acessar suas contas online ou teve a privacidade de seus dados violada, segundo uma pesquisa da Kaspersky Lab e da B2B International realizada com 12.355 pessoas. Na média, um em cada sete usuários (14%) teve seu dispositivo perdido ou roubado nos últimos 12 meses. Entre os jovens de 16 e 24 anos, este índice sobe para 26%. Na mesma faixa etária, 83% afirmaram ter sofrido consequências negativas pela perda do celular.Entre as consequências, 32% dos entrevistados tiveram suas contas online invadidas, 25% perderam definitivamente suas imagens e vídeos pessoais e 24% tiveram suas informações pessoais e sigilosas vazadas. Além disso, 22% dos usuários sofreram punições no trabalho, pois o dispositivo perdido ou roubado continha dados corporativos. E 21% das pessoas notaram que as informações financeiras armazenadas no dispositivo foram usadas impropriamente.
Proteger é preciso
Quanto às medidas de proteção após a perda ou roubo do dispositivo, 40% das pessoas solicitaram o bloqueio do celular à operadora ou comunicaram o incidente à polícia. A pesquisa apontou também que apenas 29% limparam o dispositivo remotamente ou tentaram encontrá-lo usando um software de localização.,“É fundamental, no mínimo, usar a proteção por senha, criptografar todos os dados sigilosos e manter os aplicativos de segurança móvel atualizados. O uso de recursos antirroubo incluídos em uma solução de segurança mais abrangente para bloquear o acesso de terceiros, ajudar a localizar o aparelho e apagar seus dados pessoais, se necessário”, destaca o analista sênior de segurança da Kaspersky Lab no Brasil, Fabio Assolini.
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- Tribuna da Bahia
- 30 Abr 2016
- 07:02h
(Foto: Reprodução)
O jogo de blocos Minecraft ganhou, na quarta-feira (27/4), uma versão para o Gear VR, os óculos de realidade virtual da Samsung. A novidade foi anunciada pelo CEO do Facebook, Mark Zuckerberg - um dos maiores entusiastas do setor. Esta é a primeira vez que Minecraft é adaptado para uma plataforma de realidade virtual. O game também chegará ao Oculus Rift.Confira abaixo. Esta nova versão de Minecraft possui todas as funções do jogo lançado para tablets e smartphones. O game está disponível para venda por US$ 7. A empresa responsável pelo título eletrônico promete uma experiência surpreendente, mas também alerta sobre medidas de segurança que devem ser obedecidas uma vez que o usuário esteja imerso na realidade virtual. “Você deve sempre fazer pausas regulares. Sessões mais longas podem fazer alguns jogadores se sentirem enjoados ou com os olhos cansados. Nós pensamos muito sobre isso e fizemos pequenos ajustes para trazer Minecraft para a realidade virtual. É um pouco surpreendente no início, mas rapidamente você irá se acostumar”, afirmou a Mojang, em comunicado.
- Tribuna da Bahia
- 27 Abr 2016
- 07:03h
(Foto: Reprodução)
Uma lista contendo centenas de credenciais de contas do Spotify - incluindo e-mails, nomes de usuário e senhas – foi divulgada no site Pastebin, no que parece ser uma possível violação de segurança. Em comunicado, o Spotify nega que tenha sido hackeado, garantindo que os dados de seus clientes estão seguros. As informações são do TechCrunch. Além do e-mail e informações de login, a postagem no Pastebin também detalha o tipo de cadastro, quando a assinatura será renovada, e o país onde ela foi criada. Alguns usuários relataram em redes sociais ter encontrado anormalidades em suas contas, como músicas desconhecidas que aparecem na lista de recém-tocadas, por exemplo. Em outros casos mais graves, pessoas receberam e-mails de confirmação de alteração cadastral. Para resolver a questão, os usuários disseram que foi necessário entrar em contato com atendimento ao cliente do Spotify para restaurar o acesso à conta. Apesar de ter lidado com problemas de segurança no ano passado, o Spotify informou que os seus servidores não sofreram nenhum tipo de invasão recentemente. Um porta-voz do serviço de streaming disse ao TechCrunch que a empresa monitora com frequência sites como o PasteBin. “Quando encontramos credenciais do Spotify por lá, primeiro verificamos se elas são autênticas, e se elas forem, nós imediatamente alertamos os usuários afetados a alterar suas senhas”, afirmou o Spotify, em comunicado.
- A Tarde / Uol
- 24 Abr 2016
- 19:02h
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A oferta de pacotes de internet fixa com franquia de dados poderá encarecer o serviço e limitar o acesso dos usuários no país. Segundo o especialista em propriedade intelectual e direito digital Maurício Brum Esteves, as operadoras querem impor limites de navegação porque precisam reduzir o uso da internet no Brasil. "Elas constataram que as pessoas têm utilizado mais a internet, que está ficando sobrecarregada. Ao impor o limite de dados, elas querem literalmente tirar algumas pessoas da internet, que são aquelas pessoas que não vão conseguir pagar." Para Esteves, a necessidade de estabelecer limites de navegação para os usuários é resultado da falta de investimentos no setor. "Na medida em que não se investe e as pessoas demandam mais, é natural que a banda fique sobrecarregada e é natural que se precise impor um controle".
Na última semana, o debate sobre a possibilidade de as operadoras de telecomunicações passarem a oferecer internet fixa com limite de dados para navegação ganhou força entre os consumidores, especialmente nas redes sociais. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) entende que as empresas não são proibidas de estabelecer limites para a navegação, mas proibiu na sexta-feira, 22, as operadoras de oferecer planos com franquia, por tempo indeterminado, até que a questão seja analisada "com base nas manifestações recebidas pelo órgão". Esteves avalia que a limitação de dados não seria problema se o consumidor tivesse a opção de contratar uma quantidade grande de dados por um valor razoável. Mas, na opinião do especialista, a franquia oferecida pelas operadoras será "irrisória e caríssima". "O problema é que a limitação de dados vai acabar sendo cara e vai ser uma forma de limitar os consumidores", acrescentou.
Retrocesso
O professor Marco Aurélio Campos Paiva, que dá aulas de telecomunicações e redes no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás, considera que a adoção de franquias para a internet fixa é um retrocesso, principalmente porque vai estabelecer uma limitação digital para os usuários. "Caso seja adotado pelas empresas, será um grande prejuízo não só pela questão financeira para o usuário, como na própria tecnologia, porque vamos ficar limitados digitalmente", avaliou. Outra consequência, segundo Paiva, será a limitação de acesso de estudantes a cursos de ensino a distância, que dependem da internet. "Para o aluno pode ser um fator limitante, ele precisa fazer as aulas online, precisa fazer download de arquivos, exercícios. Vai aumentar o seu consumo, e dependendo da banda que ele tenha, o pacote será gasto muito rapidamente", destacou. Para o professor, as empresas pretendem adotar a franquia de dados por causa da falta de infraestrutura de telecomunicações adequada no Brasil. "Nossa estrutura de telecomunicações ainda é muito limitada, as operadoras investiram pouco. Se tivéssemos toda uma infraestrutura de telecomunicações melhor, ou seja, fibra óptica cortando o país de Norte a Sul, Leste a Oeste, não teríamos essa limitação", analisou. Já o presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude, diz que a oferta de pacotes de internet com franquia vai possibilitar que o consumidor faça uma adequação da quantidade de dados contratada com o seu consumo. "Há quem consome muito, outros que consomem pouco. Então, está na hora de ter essa tarifação por pacotes, como vemos em vários países." Tude avalia que o crescimento do consumo de internet no Brasil é um dos fatores para que as operadoras adotem um novo modelo de vendas. "A banda larga fixa está virando o serviço principal das empresas e o consumo de dados está crescendo muito, com um aumento de quase 50% por ano. Então, não dá para manter o preço com esse aumento", disse. O consultor lembra que quando o governo lançou o Plano Nacional de Banda Larga, em 2010, foi possível oferecer pacotes a preços populares porque havia uma cota de dados associada ao plano. Em nota, a operadora Vivo, que pretende começar a oferecer pacotes com franquia, explicou que o volume de tráfego da rede cresce exponencialmente no Brasil e no mundo. "Cada byte que circula na rede consome capacidade e tem custo que compõe o valor das mensalidades dos planos praticados ao cliente, hoje aplicados de forma igual para todos, seja qual for o volume de dados consumido por mês". A empresa nega que pretenda implantar o modelo de franquia para restringir o acesso a serviços de streaming ou de qualquer outro tipo.
Consumidores
Para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), as operadoras não apresentaram justificativas técnicas para inclusões ou reduções de franquias de dados nos novos planos. "Ao adotarem essas medidas, as operadoras elevam seus preços sem justa causa, detém vantagem excessiva nos contratos, limitam a competição e geram aumento arbitrário de lucro", disse o pesquisador em telecomunicações do instituto, Rafael Zanatta. A entidade ingressou com uma ação civil pública contra as operadoras Claro, Net, Oi e Telefônica. O objetivo é impedir a suspensão do serviço de internet, que, segundo o Idec, é uma importante ferramenta de acesso à informação, reconhecido como direito fundamental e essencial para o exercício da democracia e da cidadania, "não devendo, portanto, prevalecer as alterações desejadas pelas operadoras". Para a Proteste Associação de Consumidores, mesmo que as empresas ofereçam aos consumidores ferramentas para medir o consumo e saber quando a franquia está acabando, como determinou a Anatel, isso não é suficiente. "A questão não é o direito de ser avisado sobre a proximidade do esgotamento da franquia, o problema é adotar a franquia, que a Proteste julga indevida porque viola leis existentes", disse a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci. A Proteste também entrou com uma ação judicial para impedir as operadoras de limitarem o acesso à internet por meio de franquia, tanto em celular, tablets e outros dispositivos móveis quanto em conexões fixas e lançou uma petição online contra o limite de uso de dados de internet dos serviços de banda larga fixa, que já tem mais de 150 mil assinaturas. Uma petição online no site da Avaaz contra o limite na franquia de dados da banda larga fixa já alcançou 1,6 milhão de assinaturas e a página do Movimento Internet Sem Limites já tem mais de 460 mil seguidores em sua página do Facebook.
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- Bahia Notícias
- 23 Abr 2016
- 13:04h
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As operadoras estão proibidas de limitar o acesso à internet de banda larga fixa, por período indeterminado. A decisão foi tomada pelo Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta sexta-feira (22), dias após o órgão ter determinado o cumprimento da ordem em caráter preventivo. De acordo com o G1, a proibição valerá até que o Conselho da Anatel julgue a questão, o que não tem data para acontecer. Com isso, as operadoras estão proibidas de reduzir a velocidade, suspender o serviço ou cobrar pelo tráfego excedente nos casos em que os consumidores utilizarem toda a franquia contratada, ainda que tais ações sejam cláusulas contratuais. A Anatel justifica a medida considerando que mudanças na cobrança desses serviços têm de ser feitas sem ferir os direitos do consumidor. A limitação da internet de banda larga fixa gerou polêmica nas últimas semanas, após a informação de que operadoreas querem oferecer novos planos com restrição de download e suspensão do serviço quando for atingida uma determinada quantidade de serviços e arquivos baixados. Atualmente, o serviço é cobrado conforme velocidade de navegação contratada, sem limite de uso da internet.
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Pressionado por reclamações de consumidores e associações contrários à possibilidade de as operadoras cortarem a internet fixa de um cliente quando a franquia chega ao fim, o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, afirmou que obrigar as empresas a oferecerem banda larga ilimitada pode elevar o preço do serviço ou reduzir a qualidade dele. “O discurso mais fácil para a Anatel seria colocar que a internet tem de ser ilimitada. Mas aí as empresas poderiam aumentar preços, reduzir a velocidade e isso terminaria prejudicando o consumidor. Temos também de pensar na sustentabilidade do setor”, afirmou, ao G1, o presidente da Anatel. Na segunda (18), depois de cobrança do Ministério das Comunicações, a agência publicou uma decisão cautelar que impede temporariamente as operadoras de internet fixa de reduzir a velocidade ou suspender a prestação do serviço de banda larga após o término da franquia prevista.
Mas a suspensão só vale até que essas empresas forneçam aos consumidores ferramentas que permitam, por exemplo, acompanhar o uso de dados de seus pacotes. Ou seja, dentro de alguns meses, as operadoras vão voltar a ser liberadas para fazer os cortes de sinal - se isso estiver previsto no contrato com os clientes.
Reação
A medida provocou reações. Na terça (19), o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, afirmou que a Anatel cria normas para permitir que as operadoras de internet fixa “prejudiquem” os consumidores, ao estabelecer condições para que essas empresas possam oferecer contratos prevendo o corte do sinal quando o cliente atingir o limite da franquia. Rezende disse que a internet fixa ilimitada como modelo de negócios não terminou, já que algumas empresas ainda podem adotar essa estratégia. No entanto, ele ponderou que, a longo prazo, pode haver dificuldade em sustentar esse tipo de serviço, já que a infraestrutura atual não comporta o uso irrestrito de banda larga por todos os usuários. “A Anatel não está proibindo que as empresas tenham pacotes ilimitados. O que eu acho é que a internet ilimitada como modelo de negócio tem dificuldade de sustentabilidade no longo prazo. Claro que é possível que algumas empresas continuem oferecendo internet ilimitada, mas é o modelo de negócio de cada uma”, esclareceu.
Limite é permitido
Regulamento do setor já permite às empresas impor limite de uso da internet fixa. Mesmo assim, o assunto virou polêmica depois de a Vivo anunciar, em fevereiro, que passaria a adotar o limite de franquia nos novos contratos desse serviço. A Vivo adquiriu peso no setor de banda larga fixa depois de se fundir com a GTV, em 2014. Entretanto, a NET já vende planos de banda larga fixa nesses moldes desde 2004. De acordo com agentes do setor, a preocupação quanto ao limite de navegação se deve à popularização de serviços de streaming, como o Netflix, em que arquivos de mídia são acessados pelo usuário sem a necessidade de, primeiro, gravá-los no próprio computador.
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- Correio 24h
- 18 Abr 2016
- 13:14h
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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou nesta segunda-feira (18) que as operadoras de internet banda larga suspendam a cobrança adicional ou que cortem o acesso dos consumidores após o fim da franquia. A medida cautelar foi direcionado às empresas que pertencem aos grupos da Vivo, que comprou a GVT, Claro e Oi, sob multa diária de R$ 150 mil, até o limite de R$ 10 milhões, caso seja descumprida a decisão. É o fim? Acesso de internet banda larga vai piorar com as novas limitações das operadoras As companhias só poderão realizar a restrição de acesso ou cobrança a mais por franquia se cumprirem algumas exigências da agência. Entre elas, estão permitir aos consumidores acompanhar o consumo de dados e deixar claro em seus anúncios a existência dos limites. A Anatel afirmou que a decisão sobre uso excessivo de dados só podem ser aplicadas 90 dias após ser informada pelas operadoras do cumprimento das exigências. Nas redes sociais, usuários de internet banda larga se mobilizaram contra a cobrança adicional. Um abaixo-assinado na internet reuniu mais de 1 milhão de assinaturas. Ameaças de boicote às operadoras foram compartilhadas nas redes sociais.
- Olhar Digital
- 17 Abr 2016
- 20:02h
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O Google decidiu unificar as regras da Chrome Web Store, loja de extensões de seu navegor, com as da Google Play Store, loja de apps do Android. A partir de agora, os desenvolvedores terão que seguir três princípios focados na privacidade do usuário:
- Ser transparente sobre a manipulação dos dados do usuário e divulgar quais suas práticas de privacidade;
- Divulgar sua política de privacidade e usá-la efetivamente ao manipular informações pessoais ou confidenciais
- Pedir a autorização aos usuários para a coleta de dados pessoais ou sensíveis de maneira relevante, quando o uso das informações não estiver relacionado a uma característica primordial da empresa
Os desenvolvedores têm até o dia 14 de junho para aderir às novas regras. A partir de 15 de junho, qualquer aplicativo ou extensão que não estiver de acordo com o proposto será removido da Chrome Web Store.
- Olhar Digital
- 17 Abr 2016
- 15:03h
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A Vivo se pronunciou sobre a questão do bloqueio da internet fixa após o usuário estourar a franquia contratada. Acusada por internautas, youtubers e órgãos de defesa do consumidor de violar o Marco Civil da Internet, a empresa diz que a decisão tomada está de acordo com a legislação atual. O pronunciamento foi enviado por meio de nota ao Olhar Digital. No documento, a prestadora diz que “o bloqueio de internet após o termino da franquia não fere o Marco Civil da Internet”. Além disso, ela também salienta que “o serviço de internet fixa na modalidade de franquia de consumo de dados é regulamentado pela Resolução 614/2013 da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações)”.
A resposta é totalmente contrária ao que dizem o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) e algumas unidades do Procon. Segundo essas entidades, a Vivo está sim violando o Marco Civil da Internet, mais precisamente o artigo 7º da lei que garante que um usuário só pode ter a navegação interrompida por conta de falta de pagamento e, mesmo assim, após a devida notificação. O Idec ainda diz que além do Marco Civil da Internet, a Vivo também viola o Código de Defesa do Consumidor e que há estudos e pesquisas que provam que a medida não é uma alternativa adequada para a melhoria da experiência dos usuários, motivo alegado pela operadora para a mudança. Já a Proteste diz que a Anatel não tem poder para regular o serviço de internet fixa no Brasil. "Ela pode dizer que concorda, mas não pode ditar normas para a internet fixa”, explica a coordenadora institucional do órgão Maria Inês Dolci. Outro ponto importante do pronunciamento da Vivo refere-se a questão da criação de novos contratos para clientes antigos. Se algum usuário que firmou contrato com a Vivo antes do dia 1º de abril de 2016 quiser realizar upgrades ou downgrades na velocidade do plano, ele terá que assinar um novo contrato e, com isso, abrir mão do benefício de internet ilimitada.
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- Correio 24h
- 17 Abr 2016
- 07:02h
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O governo federal solicitou da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a adoção de medidas para o controle das empresas prestadoras de serviço de internet banda larga fixa. A cobrança veio após a divulgação das novas medidas que prometem limitar o acesso à rede. Os novos contratos que estão sendo fechados pelas empresas determinam um volume específico de dados.Apesar a venda de pacotes de dados ser prevista pela regulamentação da Anatel, o governo teme que as empresas mudem os contratos de forma unilateral, prejudicando os clientes. O Ministério das Comunicações enviou um ofício à Anatel pedindo a fiscalização das empresas. O presidente do conselho diretor da Anatel, João Rezende, disse que a agência irá avaliar o documento enviado pelo ministério e só depois irá se pronunciar. "Ainda não detectamos a prática no mercado [de alterar os contratos]. Não sabemos de casos em que a internet está sendo cortada", disse Rezende.
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Os usuários do Facebook estão a um passo de ganhar novos recursos, que vão desde a possibilidade do compartilhamento de trechos de links até o uso de GIFs como fotos de perfil. As novidades foram anunciadas durante a conferência anual para desenvolvedores da empresa, chamada de F8, realizada nesta terça-feira (12), na Califórnia (EUA). Vale lembrar que há um bom tempo o Facebook deixou de ser uma simples rede social. Objetivo que fica ainda mais evidente a cada F8. Na edição de 2016, a plataforma deu novos sinais do interesse em ganhar dinheiro com o e-commerce, nem que para isso tenha que sacrificar a área de "notificações" dos usuários, que está a um passo de se transformar no novo destino do SPAM. Veja abaixo algumas das novidades do "novo Facebook", que ainda estão na versão beta (para teste dos desenvolvedores):
1. Compartilhar trechos de links
Os usuários estão a um passo de poder compartilhar trechos de links, não mais apenas o conteúdo completo. Atualmente, o Facebook não possibilita a seleção. Mas, o chamado "Share Composer" disponibilizará diferentes formas de compartilhamento. Será, por exemplo, possível publicar apenas a foto ou mesmo uma frase de uma matéria. "Claro que, em todos os casos, a ferramenta continuará dando os devidos créditos dos conteúdos e até acesso á sua íntegra", afirma Dario Dal Piaz, líder de parcerias de produto para o Brasil do Facebook
2. Usar Gifs na foto do perfil
Em breve, você poderá trocar a foto do seu perfil do Facebook por um pequeno vídeo de 7 segundos. A opção, segundo Piaz, foi liberada para os desenvolvedores que tendem a "lucrar" a partir da customização de vídeos ou GIFS. O novo recursofuncionaria da mesma forma como os apps de filtros temáticos --cores da bandeira da França, em homenagem aos ataques terrorista em Paris, ou até mensagens em apoio a um determinado time de futebol.
3. Fazer logins sem uso de senha
A partir do chamado Account Kits, o Facebook passará a possibilitar o login em aplicativos externos sem a necessidade do uso de senhas. A validação dos acessos poderá ser realizada por SMS, e-mail ou mesmo a partir de uma notificação enviada na própria rede social. "O objetivo é preservar a senha dos usuários", aponta o líder de parcerias de produto para o Brasil do Facebook. Segundo ele, 80% dos 1.000 sites norteamericanos com mais acessos recorrem ao Facebook como login. "Mas alguns pessoas ainda preferem não vincular o seu perfil ao novo cadastro por medo de uma possível exposição de sua senha. O recurso, no entanto, possibilita o login mais rápido sem a necessidade da divulgação de dados confidenciais."
4. Receber notificação de promoções desejadas
Na tentativa de atrair cada vez mais o e-commerce para a plataforma, o Facebook criou o "Social Pug-in", que possibilita uma maior interação entre usuário e apps externos. Assim como já é possível "salvar" conteúdos ou posts para serem lidos ou encontrados como mais facilidade no futuro, será possível marcar produtos de interesse. "Vamos supor que você quer comprar um tênis, poderá marcar o produto e, quando a empresa lançar qualquer promoção, uma notificação com a novidade será enviada em seu perfil", exemplifica Piaz. "As notificações via e-mail geralmente caem no SPAM ou simplesmente são ignoradas. Pela rede social, no entanto, as chances de o usuário enxerga-la é muito maior."A marcação dos produtos poderá ser desfeita a qualquer momento, como explica o executivo. Segundo ele, os usuários terão ainda a opção de desabilitar o recebimento da notificação. "Esse é um caminho para a comunicação direta entre usuário e site. As informações são confidenciais e restritas a ambos."
5. Mais e mais notificações
Ainda com foco no e-commerce, o Facebook também investiu na sofisticação de uma plataforma analítica, capaz de monitorar o perfil dos usuários a partir das distintas formas de interação com a aplicação móvel. A ferramenta possibilita ainda o desenvolvimento de notificações para grupos de usuários. "Ou seja, se um cliente incluiu três ou quatro produtos no carrinho, mas não concluiu a compra --ainda que historicamente tenha um perfil de consumidor ativo--, será possível enviar uma notificação via Facebook alertando sobre a possível expiração do pedido."
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Um aplicativo para celulares e tablets para receber denúncias de qualquer tipo de crime foi lançado nesta segunda-feira (11) pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O programa SAC MPF pode ser baixado de graça nas lojas virtuais dos aparelhos Apple e Android. Para encaminhar uma denúncia ao MPF, o cidadão deve preencher formulário dentro do próprio aplicativo com dados pessoais, como nome, CPF e ocupação, e enviá-lo. Após o envio, é posssível acompanhar a tramitação do documento. Imagens também podem ser anexadas, como provas de acusação. De acordo com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o aplicativo vai facilitar a atuação do Ministério Público. "Esse instrumento de trabalho serve para assegurar o contato cada vez mais direto, cada vez mais próximo, do cidadão com os agentes do Ministério Público Federal. A potencialização da vigilância da cidadania, dos atos do Poder Público, depende do êxito das funções institutcionais conferidas pela Constituição ao Ministério Público brasileiro", defendeu.
- Olhar Digital - Uol
- 10 Abr 2016
- 10:03h
(Foto: Reprodução)
Quando foram criados, os drones, primeiramente, foram usados para capturar imagens aéreas dos lugares; com o passar do tempo foram melhorados para permitir entregas. Agora, eles podem colocar um fim nos helicópteros. O Volocopter VC200, uma espécie de drone gigante capaz de transportar pessoas, completou, no último dia 30 de março, seu primeiro voo tripulado. Neste primeiro teste, ele realizou voos de baixa altitude a velocidade de 25 km/h. A expectativa é de que nas próximas etapas sejam realizados voos de altitude média a até 50 km/h, enquanto na terceira fase o drone voará em altitudes mais elevadas e em velocidade máxima de até 100 km/h. Além disso, o aparelho já foi submetido a uma série de testes de segurança, como simulação de turbulência, falha nos sensores e pane no motor e baterias. O drone está sendo desenvolvido pela empresa alemã E-Volo desde 2012 e conta com 18 motores elétricos. Diferente de um helicóptero normal, o Volocopter possui apenas um joystick direcional com uma alavanca de controle de altitude, que pode ser controlado por qualquer um.